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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Adriana Menezes</title>
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		<title>Por amor à música brasileira, Guinga e Ernani Aguiar são celebrados em festival que se encerra hoje em show gratuito</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 19:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Os dois músicos homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira (FMCB), em Campinas, Ernani Aguiar e Guinga, nasceram no mesmo ano e no mesmo estado do Rio de Janeiro. Conheceram-se pessoalmente, no entanto, somente agora, aos 68 anos, semanas antes deste encontro musical, e descobriram, além da música, outras ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>Os dois músicos homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira (FMCB), em Campinas, Ernani Aguiar e Guinga, nasceram no mesmo ano e no mesmo estado do Rio de Janeiro. Conheceram-se pessoalmente, no entanto, somente agora, aos 68 anos, semanas antes deste encontro musical, e descobriram, além da música, outras afinidades como suas opiniões sobre a inspiração e sobre a obra de Carlos Gomes. Os dois compositores encerram hoje (30/03) a programação do FMCB, às 20h, no Teatro Castro Mendes, em apresentação com a Orquestra Sinfônica de Campinas sob a regência do maestro Ricardo Bologna (ingressos gratuitos retirados a partir das 19h).</p>
<div id="attachment_15534" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55633907_389460291834354_9041188457690431488_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15534" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55633907_389460291834354_9041188457690431488_n-1024x768.jpg" alt="O músico compositor Ernani Aguiar, homenageado na sexta edição do FMCB" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">O músico compositor Ernani Aguiar, homenageado na sexta edição do FMCB</p></div>
<p>Descontraídos, os dois conversaram com a imprensa durante a semana, mas não foi o único momento de conversa na agenda do festival. Começaram na terça-feira (26/03) com uma oficina de música para crianças no Centro Infantil Boldrini. Depois não pararam mais de conversar e tocar. Fizeram bate-papo com a plateia em apresentação com o Quinteto da Paraíba no dia 27/03, às 20h, na CPFL; participaram de congresso no Instituto de Artes da Unicamp nos dias 28 e 29/03 (com comunicação oral e mesa-redonda) e fizeram concerto comentado nos dias 28 e 29/03 no Teatro Castro Mendes. O público aproveitou a oportunidade e interagiu nos eventos (todos gratuitos).</p>
<div id="attachment_15538" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55610999_1963915947050123_1364947938177974272_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15538" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55610999_1963915947050123_1364947938177974272_n-1024x768.jpg" alt="Guinga em entrevista à imprensa na CPFL, patrocinadora do festival" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Guinga em entrevista à imprensa na CPFL, patrocinadora do festival</p></div>
<p>“Não estou muito habituado a ser homenageado”, disse Guinga à imprensa. &#8220;Dos prêmios que fui indicado, 90% eu deixei de ganhar. Então, sou um contumaz perdedor. Acho que ganhar e perder é uma coisa que faz parte da vida. Aliás, ninguém aprende na vitória, e sim na derrota. Ganhei quatro prêmios em minha vida e há pouco tempo joguei fora, porque não é isso que importa. É a obra que fica que importa”, afirmou o músico refletindo sobre a vida.</p>
<p>Guinga é o que ele mesmo chama de “músico de ouvido”.  “Sou um músico que fez o caminho da rua para a universidade.” Em seguida, confessa: “Odeio partitura”, mas diz que gostaria de poder fazer ele mesmo seus arranjos “pegando uma partitura”. A relação de parceiros musicais e intérpretes que ele já teve dizem muito sobre a sua obra: Chico Buarque, Aldir Blanc, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Elis Regina, Leila Pinheiro, Mônica Salmaso (com quem começa turnê no Japão dia 2/04) e uma lista enorme de talentos.</p>
<p>Hermeto Pascoal resumiu em uma frase o que pensa sobre Guinga: “Um cara como ele aparece a cada cem anos.” A admiração é mútua, como se pode ver na música de Guinga e Aldir Blanc “Chá de panela” que homenageia o “bruxo” Hermeto.</p>
<div id="attachment_15444" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/fmcb-6-ernani-aguiar-e-guinga-02-1000x720.png"><img class="size-full wp-image-15444" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/fmcb-6-ernani-aguiar-e-guinga-02-1000x720.png" alt="Ernani Aguiar e Guinga se apresentam no FMCB de quarta a sábado, em Campinas, como homenageados" width="1000" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Ernani Aguiar e Guinga participaram de congresso e shows promovidos na sexta edição do FMCB</p></div>
<p>“Boa música é aquela que me provoca algum sentimento, uma reação física. Cada um tem uma forma de sentir”, define Guinga, que diz acreditar em inspiração. “Quando ela chegar, que ela te encontre trabalhando. Não tem processo, ela vem na hora que você menos imagina, vem quando ela quer.” O compositor e regente Ernani Aguiar interrompe e corrobora: “Eu acho o mesmo que o Guinga sobre inspiração.”</p>
<p>O compositor, regente, professor e pesquisador Ernani Aguiar “passeia” pela música vocal, instrumental, de câmara e orquestral. Versatilidade e criatividade descrevem a obra de Ernani, que defende a valorização da música brasileira enfaticamente, mencionando em poucos minutos de conversa músicos como Villa-Lobos, Radamés Gnattali, César Guerra-Peixe, Ernesto Nazareth e Carlos Gomes. “Quero sempre reger música de compositores brasileiros.”</p>
<div id="attachment_15540" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55837857_858391481159570_5253198203662106624_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15540" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55837857_858391481159570_5253198203662106624_n-762x1024.jpg" alt="Ernani Aguiar recebeu da Câmara Municipal de Campinas, em 2015, a Medalha Carlos Gomes" width="618" height="830" /></a><p class="wp-caption-text">Ernani Aguiar recebeu da Câmara Municipal de Campinas, em 2015, a Medalha Carlos Gomes</p></div>
<p>“Fiz a obrigação com Carlos Gomes que todo regente brasileiro deveria fazer”, disse quando respondia sobre a Medalha Carlos Gomes que recebeu da Câmara Municipal de Campinas em 2015. “Já regi várias coisas de Carlos Gomes, ganhei prêmio e a medalha por ter regido a ópera &#8216;Colombo&#8217;, pela primeira vez executada por uma universidade latina.” Ainda sobre o compositor campineiro, Ernani falou de “Burrico de pau” , sonata para orquestra de cordas, último movimento. “É uma obra-prima”, dizia Ernani, quando foi interrompido por Guinga dizendo ter a mesma opinião. Ernani emendou, referindo-se a Guinga: “Parece que já nos conhecíamos há 38 anos.”</p>
<p>Ernani Aguiar é também professor universitário desde 1985, atividade que ele diz ser importante em sua vida: “Isso me põe vivo, esse contato com os jovens músicos.” Elogiou a Unicamp, a Orquestra Comunitária da universidade e Rubem Alves.</p>
<p>Nascido em Petrópolis (RJ), o músico faz questão de dizer que “nós não somos de onde somos paridos, somos de onde amamos”. A cidade que escolheu, diz ele, foi Ouro Preto (MG), como “cidade natal”, e Firenze, na Itália, como “cidade real”.</p>
<p>Autor de peças com nomes que fazem referência à cultura brasileira, como “Tempo de Maracatu” e “Tempo de Caboclinhos” (ambas executadas esta semana pelo Quarteto da Paraíba), Ernani Aguiar diz que muitas vezes não sabe exatamente de onde vem a influência: “Quando componho, a minha memória busca no meu arquivo, que nem conheço.” Para concluir, Ernani se autoproclamou anarquista, no mesmo tom bem-humorado e descontraído que manteve durante a edição do festival que o homenageou em Campinas.</p>
<p><strong>Informações</strong><br />
<a href="http://www.fmcb.com.br/?fbclid=IwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.fmcb.com.br%2F%3Ffbclid%3DIwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ&amp;h=AT0QWI6v_GHUPHtMwHKnJYWDAVRy_NtTccQrnnS0dIDvGay4tc4vWvacRlLJenzmuij4O3751_lzj3VpC5Q_mw8i5vkxe0DtxNhntcYj9msKkiupNJxQYDsn-ouQvQraNGKKx64EBCxRJQShzg">www.fmcb.com.br</a><br />
<a href="https://www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira/">www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira</a><br />
<a href="http://www.instagram.com/fmcbsp?fbclid=IwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Ffmcbsp%3Ffbclid%3DIwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y&amp;h=AT11fl46ve4QqKfXS0UT5Ol9BUEbMIuN5pd87AlvNEQm-7hS-HdWPS04Mtk8T_79NxkMilT0Kx591pWm5hlfuEwpe7ggB-htpjFnCfULEczAf6N_0ZC1FLAbDUCr_hXqY4ENCT2x5OsFK49NpA">www.instagram.com/fmcbsp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Montagem teatral de &#8216;O Sonho&#8217; faz um retrato poético sobre as nossas vidas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 21:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div>Vidas cheias de lástimas foi o que Inês, filha do deus hindu Indra, encontrou ao descer à Terra para ver como vivem os homens. As questões poéticas e filosóficas dessa jornada compõem o texto &#8220;O Sonho&#8221;, do dramaturgo August Strindberg, que será apresentado em curta temporada no Cis-Guanabara, em Campinas, em montagem teatral da turma do 4º ano de Artes Cênicas da Unicamp. O espetáculo tem direção de Verônica Fabrini e fica em cartaz neste fim de semana, de sexta a domingo (29 a 31/03), e na próxima semana quarta e quinta (3 e 4/04), sempre às 20h (ingresso no chapéu).</div>
<div>
<div id="attachment_15509" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Foto-1-O-Sonho.jpeg"><img class="size-large wp-image-15509" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Foto-1-O-Sonho-1024x682.jpeg" alt="O elenco realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro, no dia 30/03, às 9h" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">O elenco realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro, no dia 30/03, às 9h</p></div>
</div>
<div>De acordo com a equipe envolvida na montagem, composta por 11 integrantes, o espetáculo faz um retrato poético das nossas vidas. Após trabalharem as linguagens de vanguarda européia e o teatro épico, o grupo fez a escolha do texto no qual identificaram semelhanças com o contexto histórico que vivemos hoje no que diz respeito à existência. A equipe também oferece oficinas e debates neste período em que se apresentam no Cis-Guanabara.</div>
<div dir="ltr"></div>
<div><b>Oficina e debate</b></div>
<div></div>
<div>Após as apresentações dos dias 31/03 e 04/04, o elenco e a direção promoverão debates com a plateia. O grupo realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro no dia 30/03, às 9h, com exercícios que dialogam com a imaginação e a criação. Também no dia 30, haverá mesa de conversa, às 15h, sobre a temática da peça, psicologia e sociedade.</div>
<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Curta temporada</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;"><b>O Sonho</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Local:</b> Cis-Guanabara (rua Mario Siqueira, 829).</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Data e horário:</b> dias 29, 30, 31/03, 03 e 04/04, às 20h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Oficina:</b> dia 30/03, às 9h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Mesa de conversa:</b> dia 30/03, às 15h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Debate:</b> dias 31/03 e 04/04 após apresentações.</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Ingressos no chapéu</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Cartaz-O-Sonho.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-15510" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Cartaz-O-Sonho.jpeg" alt="Cartaz O Sonho" width="750" height="1017" /></a></div>
<div style="text-align: right;"></div>
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		</item>
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		<title>Guinga e Ernani Aguiar são homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2019 04:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Airto Moreira em Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Coro Contemporâneo de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Ernani Aguiar]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Música Contemporânea Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[FMCB]]></category>
		<category><![CDATA[Guinga]]></category>
		<category><![CDATA[Música brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Quarteto da Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp Cello Ensemble]]></category>

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		<description><![CDATA[A 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira começa nesta terça-feira (26/03), às 10h, em Campinas, com a oficina de música para crianças no Centro Infantil Boldrini. Na quarta-feira (27/03) às 20h começa a programação 100% gratuita e aberta ao público, recheada de atrações aguardadas com ansiedade pelos apreciadores da boa música. Para quem ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira começa nesta terça-feira (26/03), às 10h, em Campinas, com a oficina de música para crianças no Centro Infantil Boldrini. Na quarta-feira (27/03) às 20h começa a programação 100% gratuita e aberta ao público, recheada de atrações aguardadas com ansiedade pelos apreciadores da boa música. Para quem não conseguiu fazer a reserva pela internet para os três concertos (que se esgotaram rapidamente) é importante chegar mais cedo ao local para adquirir o bilhete – veja abaixo como pegar seu ingresso.</p>
<p>Os homenageados por si só já causam <em>frisson</em>: Ernani Aguiar e Guinga, ambos músicos compositores aclamados (e muito tocados) por profissionais e leigos que valorizam a música brasileira. Ficará a cargo do também consagrado Quinteto da Paraíba o concerto de abertura, que interpretará obras dos dois músicos com a presença dos mesmos.</p>
<div id="attachment_15445" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/quinteto-da-Paraíba.jpg"><img class="size-full wp-image-15445" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/quinteto-da-Paraíba.jpg" alt="Quinteto da Paraíba faz o concerto de abertura do festival ao lado dos homenageados" width="1000" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto da Paraíba faz o concerto de abertura do festival ao lado dos homenageados</p></div>
<p>Além de tocar, Ernani Aguiar e Guinga prometem bater um papo antes do espetáculo com a plateia presente. A interação entre o artista e o público já é marca do FMCB. Os bate-papos são momentos que vão muito além do comentário sobre a obra durante o show e das falas informais no palco. Eles promovem uma rara oportunidade de aproximação e troca entre as partes.</p>
<p>Para acompanhar os homenageados, o festival também convidou grandes nomes da música brasileira. Apresentado pelo selo Kuarup como “uma das melhores surpresas instrumentais do Brasil nos últimos anos”, o Quinteto da Paraíba mostra na quarta (27/03) sua combinação de técnica com o suingue nas cordas. Na quinta, é a vez do Coro Contemporâneo de Campinas e Unicamp Cello Ensemble com Ernani Aguiar. Na sexta-feira, Mônica Salmaso acompanha Guinga, numa parceria que há alguns anos já rendeu diversos shows. E, finalmente, no sábado, os homenageados se apresentam com a Orquestra Sinfônica de Campinas.</p>
<div id="attachment_15446" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/MONICA-SALMASO-E-GUINGA-1000x720.jpg"><img class="size-full wp-image-15446" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/MONICA-SALMASO-E-GUINGA-1000x720.jpg" alt="A cantora Mônica Salmaso se apresenta na sexta-feira (29/03) com o músico Guinga, no Teatro Castro Mendes" width="1000" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Mônica Salmaso se apresenta na sexta-feira (29/03) com o músico Guinga, no Teatro Castro Mendes</p></div>
<p>Este é o quarto ano que a CPFL Energia realiza o patrocínio e apresentação do Festival, que conta também com a colaboração da Pró-reitoria de Extensão e Cultura da Unicamp, da Secretaria de Cultura de Campinas e da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (OSMC).</p>
<p>Ernani Aguiar é compositor, regente, professor e pesquisador, considerado uma das mais importantes personalidades da música erudita no Brasil e do mundo. Guinga já atuou como violonista com vários artistas renomados como Clara Nunes, Beth Carvalho, Alaíde Costa, João Nogueira e Cartola. Teve várias de suas músicas gravadas por Elis Regina, Cauby Peixoto, Michel Legrand, Sérgio Mendes, Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro e Ronnie Von. E fez parcerias com Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc e Chico Buarque.</p>
<p><strong>Ingressos</strong></p>
<p>Todos os eventos do Festival de Música Contemporânea Brasileira têm entrada gratuita. Fique atento à distribuição dos ingressos. No Instituto CPFL, a retirada de ingressos (2 por pessoa) pode ser feita a partir das 19h no local do evento. Na Unicamp, as inscrições são realizadas durante o evento, no local, sujeitas à lotação do auditório. No Teatro Castro Mendes, 50% dos ingressos tiveram reserva prévia na plataforma online Sympla. Ainda assim os ingressos reservados devem obrigatoriamente ser retirados das 18h às 19h15 no local do evento. Após este horário, ingressos que não forem retirados serão distribuídos para público interessado presente, por ordem de chegada. Os 50% dos ingressos restantes são distribuídos no local, a partir das 19h.</p>
<p><strong>Abertura oficial do FMCB</strong></p>
<p>Onde: Instituto CPFL, Sala Umuarama<br />
Data: 27/03/2019<br />
Horário: 20h<br />
Distribuição de ingressos gratuitos: Retirada de ingressos (2 por pessoa) a partir das 19h no local.</p>
<p><strong>Programação completa</strong></p>
<p><strong><em>26/03</em></strong><br />
10h &#8211; Oficina de música para crianças – contrapartida social<br />
Centro Infantil Boldrini</p>
<p><strong><em>27/03</em></strong><br />
20h – Bate-papo com compositores homenageados &amp; concerto com Quinteto da Paraíba<br />
Instituto CPFL</p>
<p><strong><em>28/03</em></strong><br />
10h30 – Congresso sobre Guinga<br />
Auditório do Instituto de Artes, Unicamp</p>
<p>20h – Concerto comentado por Ernani Aguiar com Coro Contemporâneo de Campinas e Unicamp Cello Ensemble<br />
Teatro Castro Mendes – (<a href="https://goo.gl/ccnDgB">RESERVA ANTECIPADA DE INGRESSOS</a>)</p>
<p><strong><em>29/03</em></strong><br />
10h – Congresso sobre Ernani Aguiar<br />
Auditório do Instituto de Artes, Unicamp</p>
<p>20h – Concerto comentado com Guinga &amp; Mônica Salmaso<br />
Teatro Castro Mendes – (<a href="https://goo.gl/5L9uDa">RESERVA ANTECIPADA JÁ ESGOTADA</a>)</p>
<p><strong><em>30/03</em></strong><br />
20h – Concerto com Ernani Aguiar, Guinga &amp; Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas<br />
Maestro Ricardo Bologna<br />
Teatro Castro Mendes – (<a href="https://goo.gl/pMUoYB">RESERVA ANTECIPADA DE INGRESSOS JÁ ESGOTADA</a>)</p>
<p><strong>Informações</strong><br />
<a href="http://www.fmcb.com.br/?fbclid=IwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.fmcb.com.br%2F%3Ffbclid%3DIwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ&amp;h=AT0QWI6v_GHUPHtMwHKnJYWDAVRy_NtTccQrnnS0dIDvGay4tc4vWvacRlLJenzmuij4O3751_lzj3VpC5Q_mw8i5vkxe0DtxNhntcYj9msKkiupNJxQYDsn-ouQvQraNGKKx64EBCxRJQShzg">www.fmcb.com.br</a><br />
<a href="https://www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira/">www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira</a><br />
<a href="http://www.instagram.com/fmcbsp?fbclid=IwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Ffmcbsp%3Ffbclid%3DIwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y&amp;h=AT11fl46ve4QqKfXS0UT5Ol9BUEbMIuN5pd87AlvNEQm-7hS-HdWPS04Mtk8T_79NxkMilT0Kx591pWm5hlfuEwpe7ggB-htpjFnCfULEczAf6N_0ZC1FLAbDUCr_hXqY4ENCT2x5OsFK49NpA">www.instagram.com/fmcbsp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Consciência Negra é dia de reflexão e celebração</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 16:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
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		<category><![CDATA[Racismo no futebol]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje é dia de Zumbi dos Palmares, feriado da Consciência Negra em cerca de mil cidades brasileiras. A data de celebração foi criada em 2003, mas somente instituída por lei em 2011, quando também ficou definido que cada município determinasse como feriado ou não. Em Campinas hoje é feriado e a data tem sido celebrada ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é dia de Zumbi dos Palmares, feriado da Consciência Negra em cerca de mil cidades brasileiras. A data de celebração foi criada em 2003, mas somente instituída por lei em 2011, quando também ficou definido que cada município determinasse como feriado ou não. Em Campinas hoje é feriado e a data tem sido celebrada com diversas atividades culturais, que se estendem ao longo do mês de novembro. Além da Marcha do Zumbi pela manhã, hoje tem atividade musical no Sesc às 16h30, tem Acarajé Solidário e tem também diplomação na Câmara Municipal com Diploma de Mérito Zumbi dos Palmares. Na quinta-feira (22/11) tem o espetáculo musical “Saias”, no teatro Maria Monteiro (<em>confira abaixo</em>).</p>
<div id="attachment_14395" style="width: 549px" class="wp-caption alignright"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-camara.jpg"><img class="size-full wp-image-14395" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-camara.jpg" alt="Vanessa Dias recebe no dia 20/11 o Diploma de Mérito Zumbi" width="539" height="541" /></a><p class="wp-caption-text">Vanessa Dias recebe neste dia 20/11 o Diploma de Mérito Zumbi na Câmara Municipal de Campinas</p></div>
<p><strong>História</strong></p>
<p>Em 20 de novembro de 1695 morreu Zumbi dos Palmares, símbolo de resistência negra e pioneiro na luta contra a escravidão. Zumbi nasceu na Serra da Barriga, na capitania de Pernambuco, região que hoje pertence ao estado de Alagoas. Foi líder de uma das maiores organizações políticas e militares formada por escravos fugitivos, Quilombo dos Palmares, que ficou conhecido por sua resistência de mais de cem anos no período colonial.</p>
<p>Segundo dados do IBGE, 53,6% da população brasileira é formada por negros (pretos e pardos) e 45,5% se declaram brancos. Menos de 1%, indígenas. Apesar de maioria, a população negra não foi inserida de maneira igualitária na sociedade ao longo dos 130 anos do fim da escravidão (1888). O feriado da Consciência Negra sugere que a data contribua para a reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.</p>
<p><strong>Campinas</strong></p>
<p>Campinas foi a última cidade do país a abolir, na prática, a escravidão. E o Brasil foi o último país da América Latina a também acabar com a prática de exploração da força de trabalho e maus tratos ao negro escravizado trazido da África por meio de tráfico humano. Os efeitos desta história, naturalmente, ainda estão em nossa sociedade.</p>
<p>Além de ter sido a última a libertar os escravos no País, Campinas era conhecida pelo rigor e crueldade dos fazendeiros locais. Em uma quadrinha, publicada por Nelson Omegna em “A Cidade Colonial”, esta fama fica notória:</p>
<p><em>O Rio de Janeiro é Corte,</em></p>
<p><em>São Paulo é capitá,</em></p>
<p><em>Campinas o purgatório</em></p>
<p><em>Onde os negro vão pená.</em></p>
<p>O caso do escravo Elesbão também ganhou repercussão nacional. Ele foi acusado de matar o seu senhor, capitão Luis José de Oliveira, dono do engenho Romão. Condenado à forca em 9 de dezembro de 1835, Elesbão foi executado no Largo Santa Cruz, praça XV de novembro, localizada no Cambuí.</p>
<p>A Marcha Zumbi dos Palmares em Campinas se consolidou como uma das mais importantes celebrações do dia 20 de novembro na cidade. Com concentração na Estação Cultura, a Marcha Zumbi dos Palmares em Campinas é promovida por Organizações da Sociedade Civil, movimentos negros, religiosos, sindicalistas, ativistas, jornalistas, universitários, parlamentares e todos que lutam por justiça social e contra o racismo. O cortejo segue até o Centro, com músicas e faixas de protesto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_14398" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-marcha.jpg"><img class="size-full wp-image-14398" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-marcha.jpg" alt="Marcha Zumbi em Campinas, em 2017 (crédito: arquivo pessoal Ilcéi Miriam)" width="960" height="540" /></a><p class="wp-caption-text">Marcha Zumbi em Campinas no dia da Consciência Negra, em 2017 (crédito: arquivo pessoal Ilcéi Miriam)</p></div>
<p><strong>Sesc Campinas</strong></p>
<p>Entre as atrações culturais em Campinas pelo dia da Consciência Negra, hoje tem, às 16h30, Mondhoru Tibiraçu e Tião Carvalho em apresentação gratuita no Sesc Campinas. O som de Mondhoru Tibiraçu mistura a música do Zombábue e de Moçambique com ritmos brasileiros. No Jardim do Galpão do Sesc Campinas.</p>
<div id="attachment_14396" style="width: 489px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-acaraje.jpg"><img class="size-full wp-image-14396" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-acaraje.jpg" alt="O percussionista André Perucci (crédito: foto divulgação)" width="479" height="479" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista André Perucci (crédito: foto divulgação)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acarajé solidário</strong></p>
<p>A partir das 12h, o Acarajé Solidário acontece no Espaço Saberes e Sabores (avenida Anchieta, 235), em prol do percussionista André Perucci que passa por tratamento de saúde. As atrações do dia são Naná Cosme e Jongo Dito Ribeiro. Às 14h, haverá roda e jongo.</p>
<p><strong>Diploma de Mérito</strong></p>
<p>Na Câmara Municipal, em sessão solene, acontece hoje às 20h a diplomação de Vanessa Dias que receberá o Diploma de Mérito Zumbi dos Palmares.</p>
<p><strong>&#8220;Saias&#8221;, dia 22</strong></p>
<p>Dançando, cantando e expressando a força do feminino nas manifestações afro-brasileiras, o espetáculo “Saias” fará mais uma apresentação em Campinas no dia 22/11, às 20h, no Teatro Maria Monteiro (r. dom Gilberto pereira Lopes, s/n. vila padre Anchieta). O espetáculo de dança é criação de Renata Oliveira e Nil Sena. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_14397" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/saias-8816778.jpg"><img class="size-large wp-image-14397" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/saias-8816778-1024x734.jpg" alt="Ensaio do espetáculo de dança &quot;Saias&quot;" width="618" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Ensaio do espetáculo de dança &#8220;Saias&#8221;, dia 22/11 no Teatro Maria Monteiro</p></div>
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		<title>Afro Mix chega à 18ª edição como referência de luta pela cultura afro-brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 15:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Africanidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A africanidade e todos os seus aspectos dentro da cultura brasileira marcam a Feira Cultural Afro Mix de Campinas, que neste domingo (11/11) chega à sua 18ª edição e completa 14 anos de história na cidade – em alguns anos ela teve duas edições. Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A africanidade e todos os seus aspectos dentro da cultura brasileira marcam a Feira Cultural Afro Mix de Campinas, que neste domingo (11/11) chega à sua 18ª edição e completa 14 anos de história na cidade – em alguns anos ela teve duas edições. Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, jongo e samba-rock, além de capoeira, dança, desfiles, DJ’s, literatura, a feira de produtos e artesanatos, praça de alimentação, tratamentos de beleza e a entrega do Troféu Afro Mix às pessoas (de todas as etnias) que se destacam no trabalho contra a discriminação. A entrada é um quilo de alimento não perecível (exceto sal).</p>
<p>Na última edição da Afro Mix, em maio deste ano (6/05), a feira teve um público de 14 mil pessoas. Desde a primeira edição, em 2004, mais de 100 mil pessoas já prestigiaram o evento que hoje faz parte do calendário oficial da Prefeitura de Campinas no mês da Consciência Negra.</p>
<p>“O objetivo da feira é difundir a cultura afro-brasileira, integrar os diversos grupos étnicos existentes em nossa sociedade e criar a oportunidade de os visitantes conhecerem os produtos expostos para sua comercialização”, afirma a historiadora e musicista Ilcéi Miriam, uma das organizadoras da feira. “Afro Mix é uma feira de relacionamentos”, define Ilcéi. Devido à troca cultural, de informações e de negócios, tornou-se referência em Campinas e região.</p>
<div id="attachment_14288" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/IMG_4419-1.jpg"><img class="size-large wp-image-14288" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/IMG_4419-1-1024x575.jpg" alt="Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, jongo, samba-rock, dança, DJ's, capoeira, desfiles, além da feira de produtos e da praça de alimentação" width="618" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, jongo, samba-rock, dança, DJ&#8217;s, capoeira, desfiles, além da feira de produtos e da praça de alimentação</p></div>
<p>Outro papel importante da Afro Mix destacado por Ilcéi é o de valorização da memória afro-brasileira e das heranças ancestrais que fazem parte do dia a dia do brasileiro, mas que muito raramente se concentram em espaços ou eventos com este propósito. “Está comprovado que ações afirmativas como a Afro Mix são iniciativas que colaboram para compreender as características singulares da formação da cultura brasileira.”</p>
<p>A feira cultural foi criada em novembro de 2004, quando um grupo de amigos empreendedores se organizou em torno da ideia de Marcos Ferreira, com apoio de Ilcéi Miriam.  O evento passou a acontecer anualmente de 2004 a 2006, em 2007 e 2008 teve duas edições, em 2009 teve apenas uma edição, não foi realizada em 2010, retornou em 2011 anualmente até 2015 e, finalmente, passou a acontecer duas vezes por ano desde 2016 até este ano, superando crises econômicas e movimentando o mercado. Atualmente, o Grupo Afro Mix é formado por Marcos, Ilcéi e Wanda Pires de Oliveira. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<p><strong>XVIII FEIRA CULTURAL AFRO MIX &#8211; CAMPINAS/SP</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Plataforma da Estação Cultura</p>
<p><strong>Horário:</strong> 12h às 21h</p>
<p><strong>Entrada:</strong> <strong>OBRIGATÓRIO</strong> 01 Kg de Alimento Não Perecível (exceto sal)</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Mal. Floriano Peixoto s/n &#8211; Centro &#8211; Campinas/SP</p>
<p><strong>Estacionamento Gratuito:</strong> Rua Francisco Teodoro, 1050 &#8211; Vila Industrial</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Afromix2018-04-1.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-14287" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Afromix2018-04-1-1024x576.jpg" alt="Afromix2018-04 (1)" width="618" height="348" /></a></p>
<p>Realização: Grupo Afro Mix</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/ilcei.mirianii/videos/896175747159714/?fref=mentions&amp;__xts__%5B0%5D=68.ARC74LxhI2weYiBk2POaisJwB9P7qX6CV3T8bEAcwbH6FJ6OOd8lVCUT1wxTm60pIG42AL5_oYd1YxRdHibTLf6CndJBM9QchCsP3lAdHR1RSeFUwtaOSWHti0MqAbXP5NoylDFUwwn44HIM448U5um02Bxf9SwmvGed7SPH6NIlc_DkSuNI7eYMYctBaGP48TTBp_NP6tQpc4B15_jdnXgIcdqAziiOkAiJVeY&amp;__tn__=K-R">https://www.facebook.com/ilcei.mirianii/videos/896175747159714/?hc_location=ufi</a></p>
<p><strong>Programação musical:</strong></p>
<p>Performance Andréa Mendes</p>
<p>DJ JP</p>
<p>Skinner (rap)</p>
<p>Negga</p>
<p>Dj Maurício Tonetti</p>
<p>Selo QLBVREC</p>
<p>Companhia de Dança Força G</p>
<p>Duo de Dança Eshiley &amp; Vitor</p>
<p>Comunidade do Samba &amp; Convidados:</p>
<p>llcéi Mirian</p>
<p>Dri Lima</p>
<p>Andrezão</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diogo Nazareth lança Cultura de Existência no mês da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 20:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Afro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, dentro da programação oficial da Prefeitura no mês da Consciência Negra. A turnê inclui ainda Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí (confira abaixo a agenda).</p>
<p>O músico campineiro faz a junção de ritmos afro-brasileiros com o choro, o samba e o hip-hop. “Na prática, fundimos o sotaque do Aguerê, o Alujá, o Ijexá, o Ilú de Inhansã, com a formação típica do regional de Choro: violão de sete cordas, violão de seis cordas, cavaco e/ou bandolim. Ou seja, instrumentos harmônico-melódicos que abrem as possibilidades do emprego de técnicas eruditas de composição para o tratamento desses ritmos desconhecidos do grande público”, explica Nazareth.</p>
<p>Formado em Piano Popular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 2014, o músico de 30 anos apresenta um trabalho autoral composto por 12 faixas, unindo toques do ritual da nação Ketu, que envolvem atabaques e agogôs, com as técnicas de composição europeias.</p>
<p>“Esses ritmos (da linguagem percussiva afro) têm potencial de criação tão rico quanto o Samba, mas são sistematicamente ignorados por grande parte dos arranjadores. Então a nossa aposta é que esse é um reservatório com imensas possibilidades sonoras praticamente inexplorado, e Cultura de Existência pretende ser uma contribuição, ainda que modesta, nesse sentido. É um projeto de música afro-brasileira”, define o músico.</p>
<p>A produção é parceria de Nazareth com Eduardo Balbino, o Dj Duh (que também trabalha com Emicida, Vanessa da Matta e Gabi Amarantos), que deu o tratamento comercial ao álbum e contribuiu para a levada urbana que o autor quis imprimir com a batida eletrônica do Hip-hop. Como produtor, Nazareth também incluiu toques sagrados das casas de Candomblé, ressaltando a religiosidade que permeia não apenas seu trabalho, mas sua trajetória acadêmica e sua vida pessoal.</p>
<div id="attachment_14274" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3.jpeg"><img class="size-large wp-image-14274" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3-1024x802.jpeg" alt="Grupo" width="618" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth</p></div>
<p>“Sendo Ogã de Umbanda (<em>coordenador dos tambores rituais</em>), e possuindo uma família de santo em Juazeiro, na Bahia, tive acesso e permissão pra trazer esses ritmos à música popular ’profana’”, comenta Nazareth. Além disso, o álbum é baseado em sua pesquisa de mestrado sobre toques e ritmos afro-religiosos. Essa mescla de fé e musicalidade vinda dos terreiros é encarada pelo campineiro como &#8220;militância musical contra o preconceito dentro das academias, das mídias e das massas”.</p>
<p>Do ponto de vista formal, as faixas de Cultura de Existência seguem o formato tradicional das cantigas, das ladainhas, dos pontos de Umbanda e Jongo, dos jogos de roda, de pergunta e resposta, em que o “puxador” canta o verso e o coro retorna em uníssono. “Esse formato anda lado a lado com manifestações populares de matriz africana, então esse joguete é o que procuramos emular”, afirma Nazareth.</p>
<p>Cultura de Existência foi selecionado e beneficiado pelo ProAC do Governo do Estado de SP (edital no. 21/2017), que prevê a dedução de ICMS para empresas patrocinadoras de projetos culturais. Também conta com o apoio da Prefeitura de Campinas, por meio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC) da Secretaria da Cultura.</p>
<p><strong>A banda</strong></p>
<p>A banda de Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth.  A concepção do arranjo do disco é a divisão em naipes, seguindo técnicas orquestrais de composição. No naipe de cordas dedilhadas estão Eduardo Pereira no cavaco, violão e bandolim; Matheus Crippa no violão de sete cordas e viola caipira e o próprio Nazareth no violão de sete cordas. O grupo é formado ainda por Cris Monteiro, Adriel Job e Bruno Sotil, no naipe das percussões; Edmar Pereira e Fernando Goldenberg, no naipe dos metais, e Graciela Soares e Yandara Pimentel, nos backing</p>
<p><strong>Em Campinas</strong> serão duas apresentações: uma no dia 8, no Sesi Amoreiras, e outra no dia 15 na Estação Cultura, que integra a agenda oficial da Prefeitura de Campinas no mês da Consciência Negra. A turnê passa ainda por Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí.</p>
<p><strong>Agenda</strong></p>
<p><strong>8/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Teatro do Sesi Amoreiras, 20h (gratuito, entrada sujeita à lotação de 360 lugares)</p>
<p><strong>15/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Estação Cultura, 17h (gratuito)</p>
<p><strong>17/11 &#8211; Cosmópolis</strong> &#8211; Auditório XV de Outubro, 19h (gratuito, ingressos no local)</p>
<p><strong>18/11 &#8211; Jacareí</strong> &#8211; Pátio dos Trilhos, 19h (gratuito)</p>
<p><strong>23/11 &#8211; Jundiaí</strong> &#8211; Programação Sexta no Centro, Praça Marechal Floriano Peixoto, 18h (gratuito)</p>
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		<title>Reciclagem e doação viram descontos nas lojas do Galleria em campanha que gera recursos à Sobrapar</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 20:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Social]]></category>
		<category><![CDATA[Bazar]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha de doação]]></category>
		<category><![CDATA[Desapega]]></category>
		<category><![CDATA[Galleria Shopping]]></category>
		<category><![CDATA[Hábito de consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclar]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrapar]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Na hora de reciclar, prolongar a vida útil de uma roupa, doar, praticar o consumo sustentável e adotar outras práticas afins, em geral recorremos a brechós e bazares, e não lembramos dos shoppings. Contrariando esta lógica, o Galleria Shopping, em Campinas, lança uma campanha que recebe as doações, oferece descontos ao doador e encaminha as ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na hora de reciclar, prolongar a vida útil de uma roupa, doar, praticar o consumo sustentável e adotar outras práticas afins, em geral recorremos a brechós e bazares, e não lembramos dos shoppings. Contrariando esta lógica, o Galleria Shopping, em Campinas, lança uma campanha que recebe as doações, oferece descontos ao doador e encaminha as peças à Sobrapar (sobrapar.org.br), que há 40 anos oferece atendimento gratuito a pacientes com deformidades craniofaciais. Desde ontem e até domingo (8/04), a campanha “Desapega e Leva”, inédita na região, troca roupas, bolsas e calçados por descontos em lojas do Galleria.</p>
<p>“O shopping é um ambiente onde se prioriza o luxo, mas a campanha pega a via da solidariedade”, avalia a presidente da Sobrapar, Vera Lucia Raposo do Amaral, que comemora a parceria com o shopping. Segundo Vera Lucia, não há uma estimativa do volume de doações que a campanha vai arrecadar, mas o impacto físico tem menor importância. “A campanha amplia o foco de atenção da comunidade em relação ao nosso trabalho filantrópico. Há 40 anos somos uma luz no fim do túnel para estas pessoas que precisam do tratamento craniofacial.”</p>
<div id="attachment_12780" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/campanha-Galleria-ASN-213_FranciscoFinocchiaro_VeraRaposoDoAmaral.jpg"><img class="size-full wp-image-12780" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/campanha-Galleria-ASN-213_FranciscoFinocchiaro_VeraRaposoDoAmaral.jpg" alt="Francisco Finocchiaro, gerente geral do galleria Shopping, e Vera Lucia Raposo do Amaral, presidente da Sobrapar  Foto: Divulgação/Tatiana Ferro" width="900" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Francisco Finocchiaro, gerente geral do Galleria Shopping, e Vera Lucia Raposo do Amaral, presidente da Sobrapar  Foto: Divulgação/Tatiana Ferro</p></div>
<p>O Bazar de Usados na Sobrapar, que receberá as peças da campanha, possui cerca de 4 mil metros quadrados. Toda a venda é revertida para o hospital, que já realizou 20 mil cirurgias ao longo dos seus 28 anos. Em 2017, a venda no bazar representou 15% do montante de recursos arrecadados para a entidade. No local é possível encontrar de móveis a roupas e utensílios para casa. O público é composto tanto por pacientes quanto pela comunidade local.</p>
<p>A administração do Galleria Shopping se inspirou em campanha semelhante de shopping paulistano. De acordo com o gerente geral do Galleria, Francisco Finocchiaro, o foco principal está na ação social. Na sua avaliação, o crescente número de brechós e bazares não traz nenhum tipo de preocupação ao movimento dos shoppings; a campanha, portanto, não tem nenhuma relação com os hábitos novos de consumo. “Nós temos muitos serviços relacionados, como entretenimento, alimentação, além das lojas. A ideia foi agregar valor com uma ação de sustentabilidade, em complemento às liquidações que já fazemos sempre.”</p>
<div id="attachment_12776" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/campanha-galleria-ASN-249_DesapegaELeva-1.jpg"><img class="size-full wp-image-12776" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/campanha-galleria-ASN-249_DesapegaELeva-1.jpg" alt="Consumidor recebe vouchers de descontos nas lojas participantes em troca da peça doada   Foto: Divulgação/Tatiana Ferro" width="900" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Consumidor recebe vouchers de descontos nas lojas participantes em troca da peça doada  Foto: Divulgação/Tatiana Ferro</p></div>
<p>Vera Lucia acredita que o consumidor de hoje tem mais responsabilidade ambiental. “Acho que há uma simplificação da vida moderna; as pessoas não querem mais acumular tanta coisa, nem gerar tanto lixo, por isso há muitos bazares.” Ela também atribui esta alternativa de consumo à situação econômica e à diminuição do poder aquisitivo.</p>
<div id="attachment_12778" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/campanha-Galleria-ASN-384_DespegaELeva-3.jpg"><img class="size-full wp-image-12778" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/campanha-Galleria-ASN-384_DespegaELeva-3.jpg" alt="O Bazar de Usados da Sobrapar receberá as peças da campanha &quot;Desapega e Leva&quot;   Foto: Divulgação/Tatiana Ferro" width="900" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">O Bazar de Usados da Sobrapar receberá as peças da campanha &#8220;Desapega e Leva&#8221;<br />Foto: Divulgação/Tatiana Ferro</p></div>
<p>Cada item doado – que deve estar em perfeito estado de uso &#8211; dá direito a um voucher de desconto (no mínimo 20%) que será escolhido pelo cliente. As trocas dos vouchers (não cumulativos) são válidas apenas entre os dias da campanha nas lojas participantes. As doações devem ser feitas no posto de troca da campanha, no segundo piso do shopping, ao lado da loja Inovathi. Não serão aceitas peças manchadas ou puídas, roupas íntimas nem acessórios como colares e brincos.</p>
<p>O Hospital Sobrapar fica na Avenida Adolpho Lutz, 100, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. A equipe multidisciplinar faz um atendimento voltado à reabilitação global do paciente e sua reintegração à sociedade. Especialmente crianças e adolescentes, de todo o país, buscam o hospital que é referência no tratamento de deformidades craniofaciais. <strong>(por Adriana Menezes)</strong></p>
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		<title>Na Virada Sustentável, a mulher e a sua fala pelas lentes do Coletivo Carolinas</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 23:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi por mais um lugar de fala da mulher e por um espaço de representatividade feminina que o Coletivo Carolinas nasceu pela iniciativa de cinco fotógrafas: Fabiana Ribeiro, Cíntia Antunes, Sandra Lopes, Juliana Siqueira e Gabriela Zanardi. Com muitas ideias na cabeça e câmeras fotográficas nas mãos, elas participam da primeira Virada Sustentável de Campinas, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Foi por mais um lugar de fala da mulher e por um espaço de representatividade feminina que o Coletivo Carolinas nasceu pela iniciativa de cinco fotógrafas: Fabiana Ribeiro, Cíntia Antunes, Sandra Lopes, Juliana Siqueira e Gabriela Zanardi. Com muitas ideias na cabeça e câmeras fotográficas nas mãos, elas participam da primeira <a href="www.viradasustentavel.org.br/campinas">Virada Sustentável de Campinas</a>, de hoje a domingo (1, 2 e 3/12), com duas exposições: &#8220;ReExistir&#8221; (na Casa de Vidro do Lago do Café) e &#8220;Partiu Pra Onde? É o Mandela&#8221; (na Estação Cultura de Campinas).</span></p>
<div id="attachment_12274" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/divulgacao-ReExistir-fabiana-ribeiro.jpg"><img class="size-full wp-image-12274" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/divulgacao-ReExistir-fabiana-ribeiro.jpg" alt="Foto de Fabiana Ribeiro, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir" width="1200" height="800" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Fabiana Ribeiro, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir</p></div>
<p>“Queremos trazer a pauta feminina e nosso lugar de fala, e fazemos isso como fotógrafas e como mulheres, num momento muito difícil para as artes e a Cultura no País”, diz Cíntia. “Precisamos reaprender a trabalhar em conjunto, especialmente na arte, que jamais pode ser proibida”, propõe a fotógrafa, que já avisa: o Coletivo Carolinas projeta crescimento e quer dar mais espaço às profissionais da fotografia.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na exposição ReExistir, que </span><span style="font-weight: 400;">permaneceu por um mês no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas dentro da Mostra Luta, </span><span style="font-weight: 400;">elas fazem proposições do existir e resistir no Brasil pós-golpe, como diz o texto de apresentação. A mostra foi feita para ocupar espaços públicos e discutir as questões identitárias, de classe e de gênero. “Fizemos uma narrativa”, explica Cíntia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_12275" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/divulgacao-ReExistir-cintia-antunes.jpg"><img class="size-full wp-image-12275" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/divulgacao-ReExistir-cintia-antunes.jpg" alt="Foto de Cíntia Antunes, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir" width="1200" height="800" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Cíntia Antunes, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir</p></div>
<p><strong>Empoderamento</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fabiana Ribeiro, Cíntia Antunes e Sandra Lopes mostram olhares diferentes em suas fotos sobre o ReExistir. </span><span style="font-weight: 400;">Cíntia Antunes enfatiza o empoderamento. “É só através de muito amor próprio e empoderamento que mulheres se libertam e podem inspirar outras mulheres”, diz em sua apresentação. Nas fotos, adolescentes que participaram de projetos sociais onde ela ministrou oficinas, dentro do EmPodera. Publicitária, Cíntia trabalha com fotografia desde 2010, especialmente fotos de palco e de projetos culturais. É também arte-educadora.</span></p>
<div id="attachment_12280" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/24177002_1399772576788415_1357196711859198213_n.jpg"><img class="size-full wp-image-12280" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/24177002_1399772576788415_1357196711859198213_n.jpg" alt="Exposição ReExistir, na Casa de Vidro do Lago do Café, até domingo na Virada Sustentável" width="960" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição ReExistir, na Casa de Vidro do Lago do Café, até domingo na Virada Sustentável</p></div>
<p><strong>Nu masculino</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sandra Lopes fotografa nu artístico desde 2000. </span><span style="font-weight: 400;">Ao contrário do que é mais comum de se ver, nesta exposição é o homem que se despe para a lente de uma mulher. “O nu não precisa ser sexualizado”, diz Sandra, que </span><span style="font-weight: 400;">é fotógrafa profissional há mais de 20 anos &#8211; no Brasil, Estados Unidos e Suíça &#8211; e mora em Campinas desde 2009, onde leciona e dá continuidade ao seu trabalho autoral, voltado para natureza, moda e retrato. </span><span style="font-weight: 400;">Ao juntar resistência feminina e nu masculino, a exposição traz, portanto, a questão de gênero.</span></p>
<div id="attachment_12273" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/divulgacao-ReExistir-.jpg"><img class="size-full wp-image-12273" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/divulgacao-ReExistir-.jpg" alt="Foto de Sandra Lopes, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir" width="1200" height="800" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Sandra Lopes, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir</p></div>
<p><strong>Resistência</strong></p>
<p>A fotógrafa Fabiana Ribeiro mostra os vários momentos da reintegração de posse da Comunidade Nelson Mandela: a reintegração propriamente dita, o local provisório onde as famílias ficaram e o novo local de ocupação na região dos Dics. A jornalista atua no setor público e também realiza um trabalho de registros e documentação de imagens das ações culturais (desde 2013), com ênfase na produção local e regional principalmente voltado aos grupos de cultura popular e movimentos sociais. Atua em movimentos de midialivrismo e democratização da comunicação, sobre o qual faz palestras e oficinas. Fabiana também integra a equipe do coletivo Jornalistas Livres.</p>
<div id="attachment_12271" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mandela-08-04-2017-fabiana-ribeiro-9858-3-Copia.jpg"><img class="size-large wp-image-12271" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mandela-08-04-2017-fabiana-ribeiro-9858-3-Copia-1024x676.jpg" alt="Foto de Fabiana Ribeiro, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir" width="618" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Fabiana Ribeiro, do Coletivo Carolinas, na exposição ReExistir</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como as mulheres da Comunidade Nelson Mandela resistem às condições que lhe são impostas e o quepor fim, representa a própria maneira de existir fez com que Fabiana voltasse suas lentes para elas. A resistência, portanto, resulta na reexistência destas mulheres e sua comunidade. A Comunidade Nelson Mandela é formada pela população que</span><span style="font-weight: 400;"> ocupava uma área no Jardim Capivari, em Campinas, e sofreu violenta reintegração de posse com ação da polícia em </span><span style="font-weight: 400;">.março de 2017. No Mandela, conta, a liderança é feminina, e a maior parte das meninas desde pequenas já começa a se apropriar desta cultura de luta. “Há mulheres que sustentam filhos e netos.” (<strong>por Adriana Menezes</strong>)</span></p>
<p><strong>Virada Sustentável Campinas</strong></p>
<p>Mais de 40 artistas (artesãos e criadores nas áreas de moda, arte, perfumaria, design, decoração e gastronomia) participam a partir de hoje do Encontro de Criadores, na Estação Cultura de Campinas, dentro da programação da primeira edição da Virada Sustentável Campinas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro evento que será realizado na Estação Cultura é o Bazar de Trocas &#8220;Seu, Meu, Nosso!&#8221;, onde o público poderá levar itens como livros, roupas e sapatos que estão sem uso para trocar com outros participantes do evento. O local também terá debates relacionados a questões de urbanidades, gênero e outros temas em pauta na atualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também na Estação Cultura, tem o show da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, que possui fortes influências da cantora Gal Costa e do Clube da Esquina, e tem como mote na música identificar as formas de expressão das mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haverá programação também na Casa de Vidro do Lago do Café, no Parque Taquaral e outros locais da cidade. Confira a programação no site </span><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.viradasustentavel.org.br%2Fcampinas&amp;h=ATP20lok0pDNKfPMLTWP3-Lu4SQS12ae16_k1bISlBymaapqpxcYpKAIJ17CRYk4Yn3LFQDPQxv9kYYwD6DA7i3-csJm3D7ZOyA0R8rTipu7n2hdQUo7Q2IEq3Kg7glIJXXubKp9GbxEHd0UIeeHjUQP32g1kes-CWUXKsUuX7mwovx3dIpHoLLLV_sUJCQ"><span style="font-weight: 400;">www.viradasustentavel.org.br/campinas </span></a><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">e no facebook </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.facebook.com/events/149010875823898">www.facebook.com/events/149010875823898 </a>, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.facebook.com/hashtag/virecampinas">#VireCampinas</a>.</span></p>
<p><strong>Na Estação Cultura</strong></p>
<p>Sexta, 01.12</p>
<p><span style="font-weight: 400;">18h &#8211; Roda de conversa | &#8220;Gênero e liberdade na arte em tempos de censura&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">19h30 &#8211; Música | Marília Corrêa</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">20h15 &#8211; Intervenção | A_TRAVE </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">20h30 &#8211; Música | As Bahias e a Cozinha Mineira</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sábado, 02.12</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">10h &#8211; Palestra | Redução das desigualdades focando em Educação, Tecnologias e Empoderamento</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">11h &#8211; Oficina |Estudos sobre a música jamaicana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">12h &#8211; Arte Na Rua |Rodrigo Eisenger Duo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">14h &#8211; Vivência musical | BatucAjuntA</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">16h &#8211; Intervenção musical | Pequenos Contos Sonoros</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">17h &#8211; Arte Na Rua | Duo Weber Marely e Felipe Macedo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">18h &#8211; Música | Fuluke e a Màfia Afrikana (rap)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">19h &#8211; Música | OZ Guarani (rap)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">20h &#8211; Arte Na Rua | Rafael Thomaz Quarteto &#8211; Mostra Jazz Campinas</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">21h &#8211; Música | Folhas Novas (roda de samba)</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Domingo, 03.12</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">13h &#8211; Vivência | QUEER CAMPINAS</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">13h30 &#8211; Oficina | Descolonize-se</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">15h &#8211; Bazar de Trocas | Meu, Seu, Nosso! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">17h30 &#8211; Desfile | Descolonize-se</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">18h &#8211; Teatro | Helena Vadia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">19h30 &#8211; Música | Skafandros</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sexta, sábado e domingo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exposição | Partiu. Aonde? É o Mandela</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exposição | Eu Existo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exposição | Nome aos Bois</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sábado e domingo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Feira Criativa | Mercado de Criadores</span></p>
<p><strong><strong>Na Casa de Vidro</strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sexta, sábado e domingo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exposição | ReExistir</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Site: </span><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.viradasustentavel.org.br%2Fcampinas&amp;h=ATP20lok0pDNKfPMLTWP3-Lu4SQS12ae16_k1bISlBymaapqpxcYpKAIJ17CRYk4Yn3LFQDPQxv9kYYwD6DA7i3-csJm3D7ZOyA0R8rTipu7n2hdQUo7Q2IEq3Kg7glIJXXubKp9GbxEHd0UIeeHjUQP32g1kes-CWUXKsUuX7mwovx3dIpHoLLLV_sUJCQ"><span style="font-weight: 400;">www.viradasustentavel.org.br/campinas</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abertura: </span><a href="http://www.facebook.com/events/149010875823898"><span style="font-weight: 400;">www.facebook.com/events/149010875823898</span></a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/hashtag/virecampinas"><span style="font-weight: 400;">#VireCampinas</span></a></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8212;</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Virada Sustentável é apresentada pelo Governo do Estado de SP, Secretaria de Cultura e WestRock por meio do ProAC e também conta com o patrocínio da MARS e Leo Madeiras e apoio da Pedigree, Instituto Leo e Prefeitura de Campinas, por meio das Secretarias de Cultura, Esportes e Lazer, Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo e dos Direitos da Pessoa Com Deficiência e Cidadania. O projeto é realizado por meio do ProAC com produção de 3 Apitos Cultura e Instituto Virada Sustentável.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Documentário &#8216;Um Dia Eu Voltaria&#8217; traz a Campinas o relato de uma jovem sobre seu projeto pessoal e social</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Oct 2017 01:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Social]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[novas ideias]]></category>
		<category><![CDATA[novo]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de vida]]></category>
		<category><![CDATA[projeto social]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho voluntário]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo sempre vem. E quando vem é preciso lhe dar passagem. Letícia Mello traz o novo com o documentário &#8220;Um Dia Eu Voltaria&#8221;, que será exibido neste domingo (29/10), no Cineflix Galleria Shopping, em Campinas, às 19h30. Baseado em seu livro &#8220;DoForLove&#8221;, que também dá nome ao que Letícia tomou como projeto de vida, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>O novo sempre vem. E quando vem é preciso lhe dar passagem.</div>
<div>Letícia Mello traz o novo com o documentário &#8220;Um Dia Eu Voltaria&#8221;, que será exibido neste domingo (29/10), no Cineflix Galleria Shopping, em Campinas, às 19h30. Baseado em seu livro &#8220;DoForLove&#8221;, que também dá nome ao que Letícia tomou como projeto de vida, o filme mostra o percurso que ela fez pelo Sudeste Asiático com trabalhos voluntários e projetos sociais, desde 2013. Hoje com 29 anos, ela quer espalhar sua proposta de promover o amor, ajudar o próximo e contribuir para um mundo melhor, sem pressão ou motivação religiosa nem político-partidária. &#8220;Somente fazendo por amor podemos impactar o mundo&#8221;, diz Letícia na narrativa do trailer do documentário.</div>
<div>Como não se encantar com uma ideia tão simples e tão nova (paradoxalmente, ao mesmo tempo antiga) trazida por uma jovem cheia de experiências e vivências?</div>
<div><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/10/22050231_1246087835502807_2334130998645729836_n.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-12020" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/10/22050231_1246087835502807_2334130998645729836_n.jpg" alt="22050231_1246087835502807_2334130998645729836_n" width="743" height="743" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Ela é &#8220;de lugar nenhum e de todos os lugares&#8221;, como se auto define. Nasceu no Rio Grande do Sul, cresceu no Paraná (Curitiba), fez faculdade de Hotelaria em Santa Catarina, viveu em Nova York, trabalhou em países do Sudeste Asiático, seus pais moram em Brasília, e há dois anos não tem endereço fixo. &#8220;Vivo com o mochilão, nas casas de amigos e de seguidores.&#8221;</div>
<div>O gosto pela vida nômade Letícia atribui aos pais. &#8220;Sempre fui um pouco viajante, porque logo que meus pais se casaram eles se mudavam de acordo com a oferta de trabalho. Aos 10 anos eu tinha estudado em oito escolas e morado em dez casas diferentes. Então a vida já me foi apresentada desta forma&#8221;, conta a escritora, que saiu de casa aos 17 anos.</div>
<div></div>
<div><strong>Projeto de vida</strong></div>
<div>Depois de viajar por diversos países como turista, no período da faculdade, Letícia sentiu que precisava dar um propósito maior às suas viagens. Em 2013, começou a fazer trabalho voluntário. &#8220;Eu queria me conectar com as pessoas, aprender sobre suas vidas e não apenas ser alguém de passagem.&#8221;</div>
<div><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/10/20616808_1200363366741921_8731181356749926596_o.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-12019" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/10/20616808_1200363366741921_8731181356749926596_o.jpg" alt="20616808_1200363366741921_8731181356749926596_o" width="1080" height="759" /></a></div>
<div></div>
<div>Nos trabalhos voluntários, ela dava aula de inglês. Começou na Tailândia, em uma comunidade com menos de 200 pessoas. Depois, foi para o Camboja, em outro trabalho social. Em seguida, para o Vietnã. Em sua página no Facebook, contava aos amigos sobre suas experiências. Logo sugeriram que ela escrevesse um livro. No final de 2015, Letícia começou o &#8220;DoForLove&#8221;.</div>
<div>Em 2016, voltou para o Brasil e decidiu transformar o Projeto DoForLove em seu projeto de vida. Começou uma campanha de financiamento coletivo, na qual 400 pessoas contribuíram e ela arrecadou R$ 35 mil (R$ 10 mil a mais que sua meta). O livro foi publicado em junho de 2016. Com o diretor Lucas Bogo surgiu a ideia do documentário, quando ele topou retornar com ela a todos os lugares por onde Letícia havia passado para recontar a sua trajetória. &#8220;Foram 40 dias, quando pude rever as pessoas e ter mais uma experiência incrível.&#8221;</div>
<div>Desde que finalizou o documentário, em junho de 2017, Letícia já exibiu em São Paulo e Rio de Janeiro, onde fez lançamentos simultâneos, em seguida em Curitiba, Florianópolis, Camboriú, Porto Alegre, Belo Horizonte, Campinas, Santos, e novas cidades na espera. O documentário foi pago com o dinheiro das vendas de camisetas e livros do projeto DoForLove. &#8220;Isso vai se multiplicando. E tudo acontece pela ajuda das pessoas&#8221;, diz Letícia.</div>
<div><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/10/20663607_1524042090990890_8950709778556932588_n.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-12017" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/10/20663607_1524042090990890_8950709778556932588_n.jpg" alt="20663607_1524042090990890_8950709778556932588_n" width="674" height="960" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>&#8220;Sinto as pessoas muito curiosas sobre como fazer de forma independente, sem muito dinheiro. Também querem saber sobre minha relação com a família. E perguntam sobre personagens do livro&#8221;, responde Letícia quando perguntada sobre o que mais querem saber após a exibição do documentário.</div>
<div>Data para acabar? Não existe, ela garante. &#8220;Vai continuar enquanto houver viagens, histórias, livros&#8230; Não é um projeto para acabar.&#8221;</div>
<div>O ingresso para a exibição do documentário custa R$ 34,00 e pode ser comprado pelo site (https://www.sympla.com.br/doforlove). <strong>(Por Adriana Menezes)</strong></div>
<div></div>
<div><strong>DoForLove nas redes sociais</strong></div>
<div></div>
<div>
<div><span style="color: #3f4752; font-family: proxima-nova, sans-serif;"><b>Instagram:</b> @doforloveproject</span></div>
<div><span style="color: #3f4752; font-family: proxima-nova, sans-serif;"><b>Facebook:</b> <a href="http://www.facebook.com/doforloveproject" target="_blank">www.facebook.com/doforloveproject</a><br />
<b>Website:</b> <a href="http://www.doforloveproject.com.br/" target="_blank">www.doforloveproject.com.br</a><br />
<b>TEDx: </b><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lfRcP3SdxMg&amp;t=1s" target="_blank">Pratique a Lei do Viajante</a></span></div>
<div></div>
<div>TRAILER</div>
<div>https://www.youtube.com/watch?v=9GacTcppbeY</div>
<div></div>
</div>
<div></div>
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		<title>Expedição multidisciplinar à Reserva Sustentável do Tupé começa dia 4/07 e ainda tem vaga</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jun 2017 17:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os anos, no mês de julho, um grupo de pesquisadores, estudantes e brasileiros preocupados com a questão socioambiental e a proteção dos recursos humanos e naturais brasileiros viajam de Campinas à Amazônia, mais precisamente à Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, para realizar um trabalho multidisciplinar. O objetivo não é meramente fazer um passeio. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Todos os anos, no mês de julho, um grupo de pesquisadores, estudantes e brasileiros preocupados com a questão socioambiental e a proteção dos recursos humanos e naturais brasileiros viajam de Campinas à Amazônia, mais precisamente à Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, para realizar um trabalho multidisciplinar. O objetivo não é meramente fazer um passeio. A viagem faz parte do projeto Biotupé, que se propõe a conhecer, divulgar e contribuir para a melhoria das condições de vida da população local. Ainda há vagas disponíveis para a expedição de 4 a 9 de julho deste ano.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>O viajante vai percorrer o Rio Negro de Barco-leito, participar das atividades e costumes da comunidade e conviver com a população, ainda hoje vista com os olhos do &#8216;estrangeiro&#8217;, quase o mesmo olhar dos portugueses quando aqui chegaram. O Brasil continua, portanto, não conhecendo o Brasil.</div>
<div></div>
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<div><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/10/fotoexposicao.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-9038" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/10/fotoexposicao-1024x683.jpg" alt="fotoexposicao" width="618" height="412" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>O projeto Biotupé tem a responsabilidade do sociólogo e professor da PUC-Campinas Duarcides Ferreira Mariosa, que há mais de 12 anos acredita ser preciso conhecer o Brasil de fato para conseguir mudar este olhar de &#8216;estrangeiro&#8217;. A expedição oferece esta oportunidade, além do aprendizado, a vivência e o verdadeiro mergulho no Brasil, sua cultura e seu povo.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Interessados</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Os interessados devem enviar e-mail para <a href="mailto:viagemaoprojetobiotupe@gmail.com" target="_blank">viagemaoprojetobiotupe@gmail.c<wbr />om</a> , por onde serão informados a respeito dos valores, dos documentos necessários, e de como efetivar a inscrição. Há vários vídeos disponíveis no Youtube que mostram um pouco do que estes viajantes realizam por intermédio do projeto Biotupé.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D5NCYGeAA8R0%26t%3D124s&amp;h=ATNqPYwXI79VSOn0PVmn66YiNo7uXeg4YqtzY3NSVLKtXFFJsVZrToV1fWlNXKAqNxy4voNKE7rOMqIHHtnH_crrr3zFaDhKYdQrAT3dq0S8xilKQ7hHk7uW08JPyEELIWm4M6QKeRK2gf7DMcMAAddoIw" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=en&amp;q=https://l.facebook.com/l.php?u%3Dhttps%253A%252F%252Fwww.youtube.com%252Fwatch%253Fv%253D5NCYGeAA8R0%2526t%253D124s%26h%3DATNqPYwXI79VSOn0PVmn66YiNo7uXeg4YqtzY3NSVLKtXFFJsVZrToV1fWlNXKAqNxy4voNKE7rOMqIHHtnH_crrr3zFaDhKYdQrAT3dq0S8xilKQ7hHk7uW08JPyEELIWm4M6QKeRK2gf7DMcMAAddoIw&amp;source=gmail&amp;ust=1496940281460000&amp;usg=AFQjCNGZyf5cb1ZdYGczM5uHP9Z2tHJ_Lw">https://www.youtube.com/watch?<wbr />v=5NCYGeAA8R0&amp;t=124s</a><span style="color: #000000; font-family: 'helvetica neue', 'segoe ui', helvetica, arial, sans-serif;"><br />
</span></div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/06/biotupe.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10992" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/06/biotupe.jpg" alt="biotupe" width="950" height="205" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>De acordo com o professor Mariosa, os primeiros anos do <span class="m_7211188437348272049gmail-m_3667470562426170448gmail-il">Biotupé</span> foram dedicados ao meio físico e diversidade biológica, mas desde 2004 suas atividades estão voltadas particularmente para aspectos da organização comunitária e geração de renda a partir do uso dos recursos naturais existentes. Neste período foram realizados estudos de atividades alternativas de geração de renda, organização comunitária, popularização científica e outros que propiciaram a caracterização socioeconômica, demográfica e ambiental da região da Reserva do Tupé.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Também foi possível desenvolver uma ferramenta de gestão socioambiental, com informações e parâmetros para a organização de uma metodologia apropriada ao desenvolvimento econômico sustentável para territórios ambientalmente vulneráveis e de proteção, a que se denominou de IQSA (Índice de Qualidade Sócio-Ambiental).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/06/biotupe2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10993" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2017/06/biotupe2.jpg" alt="biotupe2" width="262" height="193" /></a></div>
<div></div>
<div><strong>Exposição</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Em novembro de 2016, as fotos da expedição realizada em julho do ano passado ganharam exposição na Biblioteca Cesár Lattes (Central) da Unicamp. As imagens do trabalho multidisciplinar do Projeto Biotupé foram organizadas em quatro eixos:</div>
<div>
<ol>
<li><strong>“‘O Paiz das Amazonas’”,</strong> com o mesmo título do consagrado documentário de Silvino Santos, “No Paiz das Amazonas” (1921), a seção evidencia as paisagens naturais;</li>
<li><strong>“Entre arquiteturas e paisagens híbridas” </strong>visita Manaus, a mancha urbana entre os rios mais caudalosos do planeta, encravada no coração da maior floresta tropical do mundo;</li>
<li><strong>“Tipos e Mitos” </strong>retoma as histórias dos moradores locais que, entre a permanência da cultura indígena e as demandas de uma modernização constante, evidenciam os conflitos e ritos do cotidiano;</li>
<li><strong>“Ainda o Brasil dos Viajantes” </strong>narra a trajetória do grupo de professores, alunos, jornalistas e pesquisadores conduzidos pelo Prof. Dr. Duarcides Mariosa ao longo da sociabilidade e das paisagens da Reserva do Tupé.</li>
</ol>
<p><strong>Saiba mais sobre o projeto:</strong></p>
</div>
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<div id="m_7211188437348272049gmail-:1z8" class="m_7211188437348272049gmail-ajR"><img class="m_7211188437348272049gmail-ajT CToWUd" src="https://ci6.googleusercontent.com/proxy/RnNZfQn2o2xpggJQqefCOervMbPIci5mujDPJnvl43kv6Rtxjyh5gHN_JKVzeU-aaGz3pePFgxfoAAtZJZNx8mveVTc-11j98EfuAJVcumUenA=s0-d-e1-ft#https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif" alt="" />Viagem à Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé &#8211; Manaus/AM</div>
</div>
<div class="m_7211188437348272049gmail-adL">
<div><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DABvZmPha7fE%26t%3D70s&amp;h=ATNqPYwXI79VSOn0PVmn66YiNo7uXeg4YqtzY3NSVLKtXFFJsVZrToV1fWlNXKAqNxy4voNKE7rOMqIHHtnH_crrr3zFaDhKYdQrAT3dq0S8xilKQ7hHk7uW08JPyEELIWm4M6QKeRK2gf7DMcMAAddoIw" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=en&amp;q=https://l.facebook.com/l.php?u%3Dhttps%253A%252F%252Fwww.youtube.com%252Fwatch%253Fv%253DABvZmPha7fE%2526t%253D70s%26h%3DATNqPYwXI79VSOn0PVmn66YiNo7uXeg4YqtzY3NSVLKtXFFJsVZrToV1fWlNXKAqNxy4voNKE7rOMqIHHtnH_crrr3zFaDhKYdQrAT3dq0S8xilKQ7hHk7uW08JPyEELIWm4M6QKeRK2gf7DMcMAAddoIw&amp;source=gmail&amp;ust=1496940281460000&amp;usg=AFQjCNHDUt31ebyFpxzclRlgdfpBvhc4gQ">https://www.youtube.com/watch?<wbr />v=ABvZmPha7fE&amp;t=70s</a></div>
<div>Biotupe entre tramas e banzeiros<br />
<a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DRNJt86l8xYA%26t%3D1s&amp;h=ATNqPYwXI79VSOn0PVmn66YiNo7uXeg4YqtzY3NSVLKtXFFJsVZrToV1fWlNXKAqNxy4voNKE7rOMqIHHtnH_crrr3zFaDhKYdQrAT3dq0S8xilKQ7hHk7uW08JPyEELIWm4M6QKeRK2gf7DMcMAAddoIw" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=en&amp;q=https://l.facebook.com/l.php?u%3Dhttps%253A%252F%252Fwww.youtube.com%252Fwatch%253Fv%253DRNJt86l8xYA%2526t%253D1s%26h%3DATNqPYwXI79VSOn0PVmn66YiNo7uXeg4YqtzY3NSVLKtXFFJsVZrToV1fWlNXKAqNxy4voNKE7rOMqIHHtnH_crrr3zFaDhKYdQrAT3dq0S8xilKQ7hHk7uW08JPyEELIWm4M6QKeRK2gf7DMcMAAddoIw&amp;source=gmail&amp;ust=1496940281460000&amp;usg=AFQjCNF3Gfmmvb4-v6WuESUkXTHKcClTKQ">https://www.youtube.com/watch?<wbr />v=RNJt86l8xYA&amp;t=1s</a></div>
<div></div>
</div>
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