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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Blog Cultura Viva</title>
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		<title>Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes reúne mais de 90 expositores em Campinas</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:53:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Evento acontece no dia 12 de setembro, na Biblioteca Zink, com entrada gratuita, reunindo artistas, editoras e coletivos de diferentes regiões do Brasil e do exterior, com trabalhos que transitam entre a literatura, as artes visuais e o design. A Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes chega à sua oitava edição no dia ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento acontece no dia 12 de setembro, na Biblioteca Zink, com entrada gratuita, reunindo artistas, editoras e coletivos de diferentes regiões do Brasil e do exterior, </em><em>com trabalhos que transitam entre a literatura, as artes visuais e o design.</em></p>
<p>A <strong>Feira </strong>[SUB]<strong> de Arte Impressa e Publicações Independentes</strong> chega à sua oitava edição no dia<strong> <strong>12 de setembro de 2026</strong></strong>, em Campinas, na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, das 11h às 20h com entrada gratuita. Este ano a Feira reúne mais de 90 expositores, entre editoras independentes, coletivos e artistas de diferentes regiões do Brasil e do exterior, com trabalhos que transitam entre as artes visuais, a literatura e o design, em formatos como zines, revistas, livros, fotolivros, ilustrações, xilogravuras, serigrafias e outras formas de publicação e experimentação gráfica. Criada em 2016, a Feira apresenta trabalhos que têm em comum a produção artística independente e autoral, <strong>a liberdade de criação e a experimentação</strong>, muitas vezes revelando processos e linguagens que encontram pouco espaço nos circuitos tradicionais de circulação de arte e literatura.</p>
<div id="attachment_21850" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x08.jpg"><img class="size-full wp-image-21850" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x08.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="600" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>Ao longo do dia, a [SUB] acontecem também atividades gratuitas que ampliam a experiência dos visitantes. Entre elas estão a mesa de <em>Stencil</em> com Mirs Monstrengo, que propõe a criação de lambe-lambes ao vivo convidando o público a acompanhar e experimentar o processos e, também, as ‘Câmeras de Vestir’, de Ana Angélica Costa, uma experiência com câmaras obscuras em formato de capacete que permite ao visitante vivenciar, de maneira direta e lúdica, princípios básicos da formação da imagem. Haverá ainda uma ação de colagem de lambes do Festival Hercule Florence de Fotografia. A partir das 15h, a programação musical fica por conta da discotecagem de Riva Rock. (<em>Confira a programação completa das ações abaixo.)</em></p>
<p>“Este ano a SUB completa 10 anos desde sua primeira edição. Nesse período, vimos crescer não apenas a feira, mas toda uma produção independente que encontra na publicação, na impressão e na circulação de trabalhos autorais uma forma potente de expressão. A SUB nasceu para criar espaço para essa produção existir, circular e encontrar público. Ao longo desses dez anos, vimos crescer, também, o público que vem à feira para descobrir novos artistas, conhecer os trabalhos e fazer parte desse circuito. Para nós, a SUB é também uma afirmação de que a produção independente precisa de espaços próprios de circulação, encontro e visibilidade”, afirma Marcela Pacola, uma das idealizadoras e produtora da [SUB]. A gente segue com a proposta de trazer expositores que nunca participaram de edições anteriores da SUB, mantendo o ineditismo dos trabalhos. Este ano, cerca de 40% participam da SUB pela 1ª. vez”, complementa.</p>
<div id="attachment_21854" style="width: 343px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x01.jpg"><img class="size-full wp-image-21854" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x01.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>“Estamos na oitava edição e algo que sempre nos chama a atenção é o interesse genuíno do público pelos trabalhos e pela possibilidade de conhecer de perto quem está por trás deles.</p>
<p>Na [SUB], a oportunidade de conversar com o artista ou editor sobre o caminho pensado pra chegar no resultado final e sobre as técnicas, muitas vezes artesanais, dos processos de impressão gráfica é algo que amplia o conhecimento e o pensamento crítico. São trabalhos nos quais forma e conteúdo se complementam e, na maioria das vezes, de maneira bastante surpreendente”, garante Fabiana Pacola, co-produtora da [SUB]. “A aproximação entre arte, literatura e design também cria um campo fértil de ideias e de trocas. E tudo acontece dentro de uma Biblioteca pública que nesse dia troca o silêncio por um burburinho bom”, completa.</p>
<p>A <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.feirasub.com.br">Feira SUB</a></span> (@feirasub) é uma realização do Mix Estudio Criativo e conta com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas, da Biblioteca Pública Municipal ‘Prof. Ernesto Manoel Zink’, da Extecamp por meio do Curso de Especialização em Design Gráfico, IA-Instituto de Artes/Unicamp e parcerias.  Saiba mais no site <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.feirasub.com.br">feirasub.com.br</a>.</span></p>
<p>­</p>
<div id="attachment_21855" style="width: 312px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x03.jpg"><img class="size-full wp-image-21855" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x03.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="302" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p>@Jhow.ara (Londrina &#8211; PR); 2 no Telhado (São Paulo &#8211; SP); 53porni (Campinas &#8211; SP); 82dazai (Peruíbe &#8211; SP); Alexandre Braga (São José dos Campos &#8211; SP); Aline Zouvi (São Paulo &#8211; SP); AMO Tipo (Bauru -SP); Ana Scornaienchi (Campinas &#8211; SP) Anansi Lab (Campinas &#8211; SP); Are You a Cop or What? / acontecimiento_s (Buenos Aires e São Paulo &#8211; SP); Ateliê Nômade (Leme &#8211; SP); Atelier Aquastre (Hortolândia &#8211; SP); BANCA TATUÍ (São Paulo &#8211; SP); Bebel Books (São Paulo &#8211; SP); Bicha Papão (Curitiba &#8211; PR); Borboleta Azul (São Paulo &#8211; SP); Borogodó Editora (São Paulo &#8211; SP); Campelo (Campinas &#8211; SP); Carriero (Campinas &#8211; SP); CartoArte (Campinas &#8211; SP);  Catapoesia Editora Cartonera (Piracicaba &#8211; SP); Cecerelê (Campinas &#8211; SP);  coletivo exocetídeos (Campinas &#8211; SP);  Coletivo Maria – Ana Pinto, Laura Almeida, Max Souza (Campinas &#8211; SP); Coletivo Relva (Itapira -SP); CORALVIAJANTE (Glajun) ( Pernambuco); CorpoDissidenteColetivo (São Paulo &#8211; SP); Costuradus – Experimentos gráficos (Mauá &#8211; SP); Deriva dos Livros Errantes (Rio de Janeiro &#8211; RJ); Dinelli (Campinas &#8211; SP); Edições Barbatana (São Paulo- SP); Editora Barbante (Curitiba &#8211; PR); Editora Incompleta (Serra Negra e São Paulo &#8211; SP); Especialização Design Gráfico Unicamp (Campinas &#8211; SP); Estudio Ceda el paso (São Paulo &#8211; SP); Estúdio Preto (Campinas &#8211; SP); Experimentos Impressos (Canoas &#8211; RS); Fernando Mariano (São Paulo &#8211; SP); Festival Hercule Florence (Campinas &#8211; SP); Fotolab Linaibah (São Paulo &#8211; SP); Gambiarra genérica (Campinas &#8211; SP); Gato de Franja (Campinas &#8211; SP); Gráfica Ordinária Maringelli (São Paulo &#8211; SP); grassa edições (Campinas &#8211; SP) Helena Ariano (São Paulo &#8211; SP); Impressões de minas (Belo Horizonte &#8211; MG); Isadora Ferraz (São Paulo &#8211; SP); Jabuticaba (São Paulo- SP); João Amorim/ Gabriel Balbino (São Paulo &#8211; SP); Joões Estúdio Editorial (Campinas &#8211; SP); Juliana Sá (Campinas &#8211; SP);  Kaio Fialho (Belo Horizonte &#8211; MG); Keila Okubo (São Paulo &#8211; SP); Kinoruss edições (São Paulo &#8211; SP); Lau Mazzo  (São Paulo &#8211; SP); lauaual (Campinas &#8211; SP); LOTE 42 (São Paulo &#8211; SP); Lu Kunde papéis artesanais (Rio Claro &#8211; SP); Malha Fina Cartonera (São Paulo &#8211; SP); Marina Schenkel (Campinas &#8211; SP); Mateus Faria (Bauru &#8211; SP); Mirs Monstrengo (Campinas &#8211; SP); miscelânea transitória (Palhoça -SC); Motim dos Mutuns encontra Libélula (São Paulo &#8211; SP); Movimento da Luta Antimanicomial de Campinas + Casa das Oficinas (Campinas &#8211; SP); OBRIGADO VIDA (Americana &#8211; SP); OPA Oficina de papéis artesanais (Campinas &#8211; SP); ÔZé editora (São Paulo &#8211; SP); Pavoa (Volta Redonda – RJ); Pedro Banzeiro (Campinas &#8211; SP); Phonte88 (Campinas &#8211; SP); Piruá Gravuras (Araraquara &#8211; SP); Pompom Grená (Campinas &#8211; SP); Poupée Rouge Publicações (Santos &#8211; SP); Preá, com TRA.PO; (Rio de Janeiro &#8211; RJ); Priscila Bellotti – Projeto RUA (São Paulo &#8211; SP); Procópio Patavino (São Paulo &#8211; SP); Projeto mOsca (São Paulo &#8211; SP); Pulso Impreso (Argentina); Quelônio (São Paulo &#8211; SP); RAONI REDNI (Paraty &#8211; RJ);  Rogerin (Americana &#8211; SP); Sebastião G. Branco (Palhoça &#8211; SC); Sem Geração (São Paulo &#8211; SP); Soffione (São Paulo &#8211; SP); Stickerpointcampinas (Campinas &#8211; SP); [SUB] Edições (Campinas &#8211; SP); teia orbicular (Itupeva e Campinas &#8211; SP); TERRENO ESTRANHO (Guarulhos &#8211; SP); Urban Sketchers Campinas (Campinas &#8211; SP); Veio de lá (Bragança Paulista &#8211; SP); Verbo Frontal (São Paulo &#8211; SP); Victor Honda (São Paulo &#8211; SP); Vienno (Limeira &#8211; SP); VIR edições/ Élcio Miazaki (São Paulo &#8211; SP); Zarabatana Books (Campinas &#8211; SP).</p>
<div id="attachment_21853" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x11.jpg"><img class="size-full wp-image-21853" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x11.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="600" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p><strong> Sobre a Feira SUB</strong></p>
<p>O Projeto Cultural [SUB] é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas, visuais, da literatura, assim como de outras áreas que se cruzam, se encontram ou se relacionam, e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes &#8211; o pilar do projeto &#8211; além de exposições, bate-papos, encontros literários, palestras e workshops que acontecem em diversos espaços culturais da cidade e que fazem parte da programação paralela nos meses que antecedem a feira.</p>
<p><strong>Sobre o MIX Estúdio Criativo</strong></p>
<p>O Mix Estúdio Criativo (MIX) é o organizador da Feira SUB. É um estúdio de design e assessoria de imprensa que desenvolve identidade visual, projeto gráfico de publicações, arte impressa, artes gráficas e projetos culturais que envolvem exposições, performances, cursos e workshops.</p>
<div id="attachment_21849" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x06.jpg"><img class="size-medium wp-image-21849" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x06-300x218.jpg" alt="Marcela e Fabiana Pacola, idealizadoras da FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="300" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">Marcela e Fabiana Pacola, idealizadoras da FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Feira SUB 2026<br />
Data da Feira: 12 de setembro de 2026<br />
Horário: 11 às 20 horas<br />
Local: Biblioteca Pública Municipal &#8216;Professor Ernesto Manoel Zink&#8217; (Avenida Benjamim Constant, 1633, Centro, Campinas, SP).</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong></p>
<div id="attachment_21846" style="width: 379px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cartaz_sub26_web_V500x.jpg"><img class="size-full wp-image-21846" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cartaz_sub26_web_V500x.jpg" alt="Cartaz FeiraSUB" width="369" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz FeiraSUB</p></div>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>&gt; na Bilbioteca Zink, dia 12/9</strong></p>
<p><strong>13h às 18h |</strong> <strong>MESA DE STENCIL / LAMBE-LAMBES.</strong> Com Mirs Monstrengo<strong>. </strong>O artista traz sua experiência com a arte de rua em uma mesa de <em>stencil</em>, com criação ao vivo de lambe-lambes a partir de camadas de <em>stencil art</em>, formando composições diversas e únicas. O público poderá acompanhar e experimentar o processo, conhecer a técnica, trocar ideias e participar da construção das imagens. Gratuita. Classificação livre (menores de 16 anos acompanhados dos responsáveis).</p>
<p><strong>14h às 17h |</strong> <strong>CÂMERAS DE VESTIR E OUTRAS IMAGINAÇÕES</strong>. Com Ana Angélica Costa. Câmeras de vestir são câmaras obscuras em formato de capacetes que permitem experimentar, de maneira direta e lúdica, os princípios básicos da formação da imagem. Ao ‘vestir’ as câmaras, os participantes entram em contato com o que há de mais simples na formação da imagem: a trajetória da luz e a intervenção do espaço, superfícies e objetos na construção de uma imagem. Gratuita. Classificação Livre (menores de 16 anos acompanhados dos responsáveis).</p>
<p><strong>15h às 20h |</strong> <strong>DISCOTECAGEM.</strong> Com Riva Rock Discos</p>
<p>Ele cria a atmosfera sonora da Feira [SUB] com seus vinis desde a primeira edição.</p>
<p><strong>16h |</strong> <strong>‘COLAGEM DE LAMBES- FESTIVAL HERCULE FLORENCE’</strong>. Com Ricardo Lima.</p>
<p>Colagem coletiva de lambe-lambe. Arte urbana nas ruas de Campinas numa ação do Festival Hercule Florence de Fotografia. Na frente da Biblioteca Zink, nos muros da E.E. Carlos Gomes. Todos convidados para participar! Gratuita. Classificação livre (crianças menores de 16 anos acompanhadas dos responsáveis)</p>
<p><strong>03.09 a 30.09 |</strong> Exposição da artista Marina Schenkel, autora do Cartaz da [SUB] 2026. A artista apresenta trabalhos com referências de HQ, que falam sobre afeto, desejo e violência. Visitação: de segunda à sexta, das 9h às 17h. Gratuita. Classificação livre.</p>
<p><strong>&gt; Na Biblioteca de Obras Raras &#8211; BORA/Unicamp</strong></p>
<p><strong>até 26.10 |</strong> Exposição <strong>‘Estado de Edição’, </strong>do artista visual Élcio Miazaki.</p>
<p>A mostra reúne estudos, documentos, fotografias, publicações, registros e outros materiais que revelam os processos de criação de grande parte das obras apresentadas pelo artista no Memorial de Direitos Humanos Ocupado (antigo DOPS/MG) em Belo Horizonte, para onde foram levadas após o episódio de censura que impediu sua abertura em Ouro Preto (MG), em 2026.</p>
<p>Visitação: segunda à sexta-feira das 9h às 17h. Gratuita.  Classificação 14 anos.</p>
<p><strong>Local |</strong> BORA &#8211; Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho | Unicamp | Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441 &#8211; Cidade Universitária, Campinas, SP</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Exposição ‘Estado de Edição’, de Élcio Miazaki, ocupa a BORA/Unicamp com processos criativos de obras marcadas por recente episódio de censura</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra faz parte da programação paralela da oitava edição da Feira [SUB] e integra projeto ampliado para outros espaços. A entrada é gratuita e terá conversa com o artista na abertura A BORA – Biblioteca de Obras Raras ‘Fausto Castilho’, da Unicamp, em parceria com a Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes, recebe, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mostra faz parte da programação paralela da oitava edição da Feira [SUB]</em> <em>e integra projeto ampliado para outros espaços. A entrada é gratuita e terá conversa com o artista na abertura</em></p>
<p>A BORA – Biblioteca de Obras Raras ‘Fausto Castilho’, da Unicamp, em parceria com a Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes, recebe, entre 13 de agosto e 26 de outubro de 2026, a exposição <em>‘Estado de Edição’</em>, do artista visual Élcio Miazaki. Com entrada gratuita, a mostra reúne estudos, documentos, fotografias, publicações, registros e outros materiais que revelam os processos de criação de grande parte das obras apresentadas pelo artista no Memorial de Direitos Humanos Ocupado (antigo DOPS/MG), para onde foram levadas após o episódio de censura que impediu sua abertura em Ouro Preto (MG), em 2026. A abertura da exposição será no dia 13 de agosto, às 12h. Nesse mesmo dia, o artista recebe o público para uma conversa, às 13h, no auditório da BORA.</p>
<p>A exposição<em> ‘Estado de Edição’</em> convida o público a percorrer os caminhos que lhes dão origem. Na BORA, biblioteca dedicada à preservação de acervos raros e especiais, o foco recai sobre os processos artísticos: anotações, estudos, documentos, publicações e outros vestígios da pesquisa tornam visíveis as etapas de elaboração, circulação e transformação que constituem o trabalho do artista. “Procuro tratar esse projeto como partes que na verdade se complementam. Interessa-me compreender como imagens, documentos, objetos, publicações e ações podem assumir novos formatos e sentidos aos circularem por diferentes contextos. É desejo do projeto investigar os estados de transformação das obras, elaborando questões relacionadas à censura, à violência, aos processos de edição e às formas de permanência e resistência por meio da arte,” afirma Miazaki.</p>
<div id="attachment_21792" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/exposição-Estado-de-Edição_01_credito-Divulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-21792" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/exposição-Estado-de-Edição_01_credito-Divulgação.jpg" alt="Exposição Estado de Edição - foto divulgação" width="602" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Estado de Edição &#8211; foto divulgação</p></div>
<p>A exposição apresentada na Unicamp integra um projeto expositivo mais amplo, o ‘<em>Corpo de Prova’</em>, concebido por Élcio Miazaki como uma exposição expandida. Diferentemente de uma única mostra itinerante, o projeto se desdobra concomitantemente em diferentes instituições e espaços independentes, cada qual acolhendo um recorte específico da mesma investigação. Juntas, essas ocupações formam um único corpo expositivo distribuído por diferentes territórios, ampliando a circulação da obra e propondo novas formas de relação entre arquivo, memória, espaço e público.</p>
<p>O ‘<em>Corpo de Prova</em>´ é um projeto expandido que articula exposições, ações públicas, encontros e publicações em diferentes espaços, propondo reflexões sobre arte, circulação, presença e as múltiplas formas de atravessamento que incidem sobre a produção artística contemporânea. Como parte desse programa, <em>‘Arde Outra Vez’</em> configura-se como uma ação concentrada na cidade de São Paulo, reunindo a exposição coletiva no espaço Fonte, uma sessão de produções audiovisuais de alguns dos artistas participantes seguida de roda de conversa com artistas e público no Canteiro, e uma tarde dedicada ao lançamento e relançamento de títulos de publicações independentes na Banca dos Bichos. Ao conectar exposição, audiovisual, debate e edição independente, o projeto amplia as possibilidades de encontro entre artistas, obras e público, distribuindo-se pela cidade por meio de diferentes linguagens e formas de presença.</p>
<p><strong>Parcerias ampliam diálogos</strong></p>
<p><strong> </strong>A realização de <em>‘Estado de Edição’</em> na BORA integra a programação paralela da oitava edição da Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes, fortalecendo o diálogo entre arte contemporânea, publicações, arquivo e pensamento crítico.</p>
<p>&#8220;A parceria da Feira [SUB] com a BORA amplia a circulação do conhecimento, da produção artística e do pensamento crítico. Trazer a público os processos de uma exposição como essa do Élcio que sofreu censura é abrir espaço para o diálogo, preservar a memória e reafirmar o papel da arte como lugar de reflexão. ‘<em>Estado de Edição</em>’ é também uma forma de resistência. Como organizadoras da Feira [SUB], entendemos que nosso papel é, também, ampliar territórios, propiciar encontros, expandir a circulação e o acesso à arte contemporânea da cena independente&#8221;, afirma Marcela Pacola.</p>
<div id="attachment_21790" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraB_500x.jpg"><img class="size-full wp-image-21790" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraB_500x.jpg" alt="Exposição Estado de Edição - foto divulgação" width="400" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Estado de Edição &#8211; foto divulgação</p></div>
<p><strong>Parcerias ampliam territórios de circulação</strong></p>
<p><strong> </strong>Para Danielle Thiago Ferreira, Coordenadora Técnica da BORA, “A união entre a BORA e a Feira [SUB] é muito importante para a biblioteca e vem se consolidando ao longo dos últimos anos através de diversas ações vinculadas ao compromisso institucional de preservação da memória e o fomento ao pensamento crítico, a partir das ações propostas pelas organizadoras. Ao integrar a programação paralela da Feira [SUB], a BORA conecta seu acervo e o seu espaço dentro da universidade à pulsação da arte contemporânea e das produções independentes, ampliando territórios de circulação e garantindo o acesso público aos debates fundamentais promovidos por esses diálogos”.</p>
<p>A Coordenadora completa que, neste ano, a parceria ganha uma dimensão ainda mais significativa com a exposição ‘<em>Estado de Edição</em><em>’,</em> do artista Elcio Miazaki, que, ao fazer parte do calendário comemorativo dos 60 anos da Unicamp dialoga diretamente com a história política e cultural do País e da própria universidade. “Conectamos a arte como forma de resistência, ao colocar em pauta episódios de censura e as lutas pela redemocratização, em consonância com a exposição do mês de outubro que lança luz sobre o período de fundação da Unicamp, resgatando os episódios de resistência, das lutas contra a repressão ditatorial e o papel ativo da comunidade universitária no processo de redemocratização da instituição e do país”, pontua.</p>
<div id="attachment_21791" style="width: 386px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Élcio-Miazaki_credito-arquivo-pessoal_500x.jpg"><img class="size-full wp-image-21791" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Élcio-Miazaki_credito-arquivo-pessoal_500x.jpg" alt="Élcio Miazaki - fotoarquivo pessoal" width="376" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Élcio Miazaki &#8211; fotoarquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p>Artista visual, Élcio Miazaki (São Paulo, 1974) desenvolve uma produção que articula fotografia, vídeo, instalação, performance e publicações para investigar as relações entre imagem, poder, violência e os legados da ditadura civil-militar brasileira. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, vive e trabalha em São Paulo. Participou de exposições e projetos em instituições brasileiras e internacionais, como Palácio das Artes (Belo Horizonte), Espaço Força e Luz (Porto Alegre), Fotoativa (Belém), Solar (Fortaleza), USP Ribeirão Preto e Experimental Loop (Nova York). Recebeu, entre outros, o Prêmio Branco de Melo (Belém/PA) e participa regularmente de feiras de arte impressa e publicações independentes, entre elas Motim (Brasília), Tijuana e Delícia (Rio de Janeiro), Dobra (Londrina), Feira [SUB] (Campinas), Publica (São Paulo) e Canastra (Belo Horizonte).</p>
<div id="attachment_21789" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraA_500x.jpg"><img class="wp-image-21789 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraA_500x.jpg" alt="Exposição Estado de Edição - foto divulgação" width="400" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Estado de Edição &#8211; imagem divulgação</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Em Campinas</span></strong></p>
<p><strong><em>‘Estado de Edição’</em></strong></p>
<p><strong>Élcio Miazaki</strong></p>
<p><strong>13 de agosto de 2026</strong></p>
<p><strong>12h</strong> – Abertura</p>
<p><strong>13h </strong>- Conversa com o artista  | Auditório da BORA</p>
<p><strong>Visitação</strong><br />
13 de agosto a 26 de outubro de 2026<br />
Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h</p>
<p><strong>Local</strong><br />
BORA – Biblioteca de Obras Raras &#8220;Fausto Castilho&#8221; – Unicamp<br />
Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441 – Cidade Universitária – Campinas/SP</p>
<p><strong>Entrada –</strong> gratuita</p>
<p><strong>Classificação -</strong> 14 anos</p>
<p><strong>O projeto em expansão</strong></p>
<p>Concomitantemente à exposição <em>‘Estado de Edição’</em>, na BORA, o projeto se desdobra em outras instituições e espaços independentes, que apresentam diferentes recortes da mesma investigação artística.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Em São Paulo</span></strong><span style="text-decoration: underline;"> (SP)</span></p>
<p><em>‘Arde outra vez’ </em>reúne artistas cujas obras dialogam com experiências de censura, autocensura, impedimento e outras formas de violência que atravessam a criação artística. Produzido em parceria com os espaços Fonte (plataforma independente dedicada ao fomento da arte contemporânea por meio de exposições, residência, ateliês e cursos) e Canteiro (um espaço voltado para o campo de pesquisa e produção em arte contemporânea para fortalecer inciativas autônomas de produção e circulação artística), o ciclo articula uma exposição coletiva e uma sessão de vídeos seguida de debate, propondo reflexões sobre os mecanismos que restringem a liberdade de criação e as estratégias de permanência, transformação e circulação das obras.</p>
<p><strong><em>‘Arde Outra Vez´</em></strong></p>
<p><strong>FONTE</strong></p>
<p><strong>Abertura:</strong> 1 de agosto de 2026</p>
<p><strong>Visitação</strong>: até 15 de agosto (quintas, sextas e sábados das 14h às 19h)</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Rua Mourato Coelho, 751 – Vila Madalena – São Paulo – SP</p>
<p><strong>Entrada –</strong> gratuita</p>
<p><strong>Canteiro</strong></p>
<p><strong>Abertura:</strong> 4 de agosto de 2026</p>
<p><strong>19h</strong><strong> -</strong> Abertura</p>
<p><strong>20h </strong><strong>-</strong> Sessão de vídeo + Bate-papo com Marcelo Amorim e Élcio Miazaki</p>
<p>Endereço: Rua Purpurina, 434 – Vila Madalena – São Paulo – SP</p>
<p><strong>Entrada –</strong> gratuita</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Em Ribeirão Preto</span></strong><span style="text-decoration: underline;"> (SP)</span></p>
<p>Programado para ocorrer em outubro a partir das experiências ocorridas em Belo Horizonte, São Paulo e Campinas, o projeto estará em dois espaços independentes de Ribeirão Preto: <strong>Escada</strong>, espaço que se constitui como um ambiente de intercâmbio, discussão, e pensamento crítico e <strong>Central Contemporânea</strong>, um casarão da década de 1950 ocupado por coletivo de ateliês de artistas visuais, além de sala expositiva e programação permanente de eventos formativos.</p>
<p><strong>Escada </strong>(<em>data a confirmar</em>)</p>
<p>Endereço: Rua Campos Salles, 315 &#8211; Centro</p>
<p><strong>Central Contemporânea</strong> (<em>datas a confirmar</em>)</p>
<p>Endereço: Rua General Osório, 983 – Centro</p>
<p><strong>Sobre a BORA </strong></p>
<p>A Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA), inaugurada em 2020, foi originada da antiga Diretoria de Coleções Especiais e Obras Raras, que por mais de 30 anos esteve sediada no terceiro andar da Biblioteca Central Cesar Lattes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Seu acervo é composto por mais de 100 mil itens de coleções especiais e obras raras, adquiridas por compra ou doação e compostas por livros, folhetos, mapas, revistas, partituras e outros documentos, que datam do século XV ao século XX. São itens de importante valor histórico e, na sua maioria, pertenceram a personalidades de destacada atuação na vida pública. Atualmente, a BORA conta com mais de 20 coleções em diferentes estágios de tratamento e sempre recebe novas intenções de doação para processo de análise.</p>
<p><strong>Sobre a Feira [SUB]</strong></p>
<p>O Projeto Cultural [SUB] é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas e visuais, assim como de outras áreas que se cruzam, se encontram ou se relacionam e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes &#8211; o pilar do projeto que acontece em meados de setembro &#8211; além de exposições, bate-papos, encontros literários, palestras e workshops que acontecem em diversos espaços culturais da cidade e que fazem parte da programação paralela nos meses que antecedem a feira.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Feira [SUB] de arte impressa e publicações independentes está com inscrições abertas para a 8ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Feira acontece em Campinas no dia 12 de setembro na Biblioteca Zink. As inscrições para participar como expositor são gratuitas e vão até 26 de junho. Inscritos passam por curadoria. Estão abertas as inscrições para editoras, artistas e coletivos interessados em participar como expositor da 8ª edição da Feira [SUB] de arte impressa e publicações ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Feira acontece em Campinas no dia 12 de setembro na Biblioteca Zink. As inscrições para participar como expositor são gratuitas e vão até 26 de junho. Inscritos passam por curadoria.</em></p>
<p>Estão abertas as inscrições para editoras, artistas e coletivos interessados em participar como expositor da 8ª edição da Feira [SUB] de arte impressa e publicações independentes que acontece em 12 de setembro de 2026, na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, em Campinas (SP), das 11h às 20h.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do formulário neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/12YKjpiBCv9NZzis9EoBqvuCj-reUZP2y8hso8RC9YO8/edit">link</a>, disponibilizado também no site (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://feirasub.com.br/" target="_blank">feirasub.com.br</a></span>) e nas redes sociais (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/feirasub/" target="_blank">instagram</a></span> e<a href="https://www.facebook.com/feirasub" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"> facebook</span></a>) até 23h59 do dia 26 de junho de 2026. A [SUB] é gratuita tanto para os expositores quanto para o público.</p>
<div id="attachment_21499" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_05_credRicardoLima_.jpg"><img class="size-full wp-image-21499" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_05_credRicardoLima_.jpg" alt="feiraSUB - cred. Ricardo Lima" width="600" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred. Ricardo Lima</p></div>
<p>A Feira [SUB] tem como objetivo apresentar a produção independente que circula fora do meio editorial tradicional. Trabalhos que unem as artes gráficas, a literatura e o design. São zines, xilogravuras, serigrafias, prints, ilustrações, livros, fotografias, livros de artistas e uma infinidade de produtos impressos que têm o papel como suporte principal e a produção autoral de pequena tiragem, alto valor artístico e preços acessíveis como características.</p>
<p>As inscrições passam por um trabalho de curadoria para seleção de cerca de 90 expositores, que serão divulgados até o dia 21 de julho de 2026 no site e nas redes sociais da Feira [SUB]. “Nosso interesse é construir uma feira em que diferentes linguagens possam dialogar. Buscamos trabalhos que transitem entre literatura, ilustração, design, gravura e artes gráficas, resultando em publicações que fogem do convencional. A curadoria visa justamente trazer para a cena contemporânea independente de Campinas essa diversidade de trabalhos”, explica Marcela Pacola, idealizadora e produtora do projeto cultural [SUB].</p>
<div id="attachment_21503" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_00_credRicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-21503" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_00_credRicardoLima.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p>A curadoria procura projetos que revelem consistência, pesquisa e singularidade em seus processos criativos. A SUB é um espaço para trabalhos que experimentam, investigam e expandem as possibilidades da publicação como linguagem. Nessa linha, adoramos também trabalhos experimentais e olhamos com muito interesse editoras ou artistas que estão iniciando sua produção nas artes gráficas&#8221;, conta Fabiana Pacola, produtora da [SUB].</p>
<p>A feira acontece em Campinas, mas abrange participação de artistas de outras cidades, estados e até de fora do Brasil. É uma referência para o segmento e está inserida no calendário oficial das feiras independentes do País. A Feira [SUB] é uma realização do Mix Estudio Criativo e conta com o apoio da Secretaria de Cultura de Campinas. Desde a edição de 2017, a feira acontece na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, no Centro de Campinas (SP).</p>
<div id="attachment_21497" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima_.jpg"><img class="size-full wp-image-21497" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima_.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Sobre a Feira [SUB]</strong></p>
<p>O Projeto Cultural [SUB] é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas e visuais, assim como de outras áreas que se cruzam, se encontram ou se relacionam e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes &#8211; o pilar do projeto &#8211; além de exposições, bate-papos, encontros literários, palestras e workshops que acontecem em diversos espaços culturais da cidade e que fazem parte da programação paralela nos meses que antecedem a feira.</p>
<p><strong>Sobre o MIX Estúdio Criativo</strong></p>
<p>O Mix Estúdio Criativo (MIX) é o organizador da Feira [SUB]. É um estúdio de design e assessoria de imprensa que desenvolve identidade visual, projeto gráfico de publicações, arte impressa, artes gráficas e projetos culturais que envolvem exposições, performances, cursos e workshops.</p>
<div id="attachment_21496" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-21496" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Feira [SUB] 2026</strong></p>
<p>Inscrições: até 23h59 do dia 26 de junho de 2026 (gratuito)</p>
<p>Link para o formulário de inscrição &gt;</p>
<p>Divulgação dos selecionados para a Feira: até 21 de julho de 2026</p>
<p>Data da Feira: 12 de setembro de 2026</p>
<p>Horário: 11 às 20 horas</p>
<p>Local: Biblioteca Pública Municipal &#8216;Professor Ernesto Manoel Zink&#8217; (Avenida Benjamim Constant, 1633, Centro, Campinas, SP)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>Informações e dúvidas sobre as inscrições: <a href="mailto:oifeirasub@gmail.com">oifeirasub@gmail.com</a></p>
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		<title>BRINCAR: UM DIREITO HUMANO AMEAÇADO</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:44:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Regina Márcia Moura Tavares No próximo 28 de maio celebra-se o Dia Internacional do Brincar. A data, aparentemente simples, talvez nos conduza a uma das questões mais urgentes do mundo contemporâneo: o que estamos fazendo com a infância? Vivemos uma época de extraordinários avanços tecnológicos. A comunicação tornou-se instantânea, os mercados globalizaram-se, as informações circulam ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>No próximo 28 de maio celebra-se <strong>o Dia Internacional do Brincar</strong>. A data, aparentemente simples, talvez nos conduza a uma das questões mais urgentes do mundo contemporâneo: o que estamos fazendo com a infância?</p>
<p>Vivemos uma época de extraordinários avanços tecnológicos. A comunicação tornou-se instantânea, os mercados globalizaram-se, as informações circulam em velocidade vertiginosa e o cotidiano passou a obedecer a ritmos cada vez mais acelerados. Entretanto, em meio a tantas transformações, algo profundamente humano vem sendo silenciosamente reduzido: a Cultura Lúdica da Infância.</p>
<p>Há mais de três décadas venho pesquisando brinquedos, brincadeiras, cantigas, jogos e manifestações tradicionais infantis em diferentes regiões do Brasil e da América Latina. Ao longo desse percurso, compreendi cada vez mais claramente que brincar não é mero passatempo: trata-se de uma necessidade vital da criança e de um patrimônio cultural da humanidade.</p>
<p>Muito antes das escolas formais, das teorias pedagógicas e até mesmo da escrita organizada, as crianças já brincavam. Brincavam para compreender o mundo, experimentar o corpo, criar vínculos, aprender regras, lidar com perdas e desenvolver a imaginação. Nas brincadeiras de roda, nos jogos de correr, nos brinquedos construídos artesanalmente e nas narrativas inventadas coletivamente, desenvolvem-se simultaneamente inteligência, criatividade, sociabilidade e capacidade simbólica.</p>
<div id="attachment_19078" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Regina-Márcia_131201_1132.jpg"><img class="size-medium wp-image-19078" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Regina-Márcia_131201_1132-300x197.jpg" alt="Foto Martinho Caires" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Martinho Caires</p></div>
<p>O brincar livre constitui uma sofisticada experiência de formação humana.</p>
<p>Em diversas comunidades, observei crianças produzindo brinquedos com pedaços de madeira, sementes, barro, folhas, tecidos e materiais simples do cotidiano. Vi também como inúmeras brincadeiras preservam marcas profundas das matrizes indígenas, africanas e europeias que constituem a identidade cultural brasileira. A memória lúdica transmitida entre crianças carrega modos de sentir, imaginar e conviver que nenhuma tecnologia consegue substituir.</p>
<p>Entretanto, o cenário atual é preocupante.</p>
<p>As ruas esvaziaram-se de crianças. Os quintais diminuíram. As praças tornaram-se inseguras. O tempo infantil passou a ser rigidamente organizado por agendas exaustivas. Muitas escolas reduziram o brincar a pequenos intervalos cronometrados, enquanto famílias, pressionadas pela lógica da produtividade ou seduzidas pela hiperestimulação eletrônica, substituem a convivência coletiva por telas e atividades excessivamente dirigidas.</p>
<p>Nunca houve tantos brinquedos industrializados e, paradoxalmente, tão poucas oportunidades de verdadeira experiência lúdica.</p>
<p>Os efeitos desse processo já se tornam visíveis: ansiedade precoce, sedentarismo, empobrecimento da imaginação, dificuldades de convivência, fragilidade emocional e crescente incapacidade de elaboração simbólica.</p>
<p>Uma infância privada do brincar perde parte essencial de sua potência criadora. E sociedades que destroem suas culturas lúdicas comprometem também sua própria capacidade de invenção coletiva.</p>
<p>Os mamulengos, as cantigas, os jogos de mãos, as brincadeiras tradicionais e os brinquedos artesanais constituem uma herança cultural profundamente ligada à criatividade do povo brasileiro. Preservá-los não significa nostalgia romântica, mas compromisso com uma formação humana mais sensível, criativa e solidária.</p>
<p>Pais e avós podem resgatar brincadeiras de sua própria infância e compartilhá-las com filhos e netos. Escolas precisam reconhecer o brincar como dimensão central do processo educativo. Universidades, museus, centros culturais e meios de comunicação também possuem papel decisivo na valorização da Cultura Lúdica da Infância.</p>
<div id="attachment_20978" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-de-maos-dadas-Regina-Marcia_destacada.png"><img class="size-full wp-image-20978" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-de-maos-dadas-Regina-Marcia_destacada.png" alt="Foto divulgação" width="700" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Foto divulgação</p></div>
<p>Talvez uma das maiores contradições de nosso tempo seja esta: quanto mais avançamos tecnologicamente, maior parece tornar-se nossa dificuldade de preservar aquilo que nos humaniza.</p>
<p>Ao observarmos uma criança brincando livremente, vemos muito mais do que entretenimento. Vemos linguagem nascendo, inteligência se organizando, afetividade se constituindo e imaginação produzindo futuro.</p>
<p>Proteger o brincar é proteger a própria humanidade.</p>
<p><em><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a> Regina Marcia Moura Tavares, antropóloga, professora universitária aposentada, escritora e pesquisadora da Cultura Lúdica da Infância. É autora do livro Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade, divulgado internacionalmente com apoio da Organização dos Estados Americanos e da UNESCO.</em></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>tina zani propõe poesia contínua e lança ‘linha de sal’, um livro uncopyright</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[‘Linha de sal’, contemplado pelo ProAC 2024, é um conjunto poético que permite o livre compartilhamento. tina zani é poeta, moradora de Campinas.    A poeta-artista tina zani publica linha de sal (Editora Patuá, 2025), um conjunto poético que repensa as noções tradicionais de autoria e propriedade intelectual ao se registrar como uma obra uncopyright. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘Linha de sal’, contemplado pelo ProAC 2024, é um conjunto poético que permite o livre compartilhamento. tina zani é poeta, moradora de Campinas.  </em><strong> </strong></p>
<p>A poeta-artista tina zani publica <em>linha de sal</em> (Editora Patuá, 2025), um conjunto poético que repensa as noções tradicionais de autoria e propriedade intelectual ao se registrar como uma obra <em>uncopyright.</em> O lançamento acontece no dia 28 de maio (quinta-feira), às 19h, na Livraria Candeeiro, em Campinas, e será acompanhado por uma parceria poética entre tina e o músico Méx Zani, filho da artista.</p>
<div id="attachment_21460" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tina-zani_arquivo-pessoal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21460" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tina-zani_arquivo-pessoal-300x280.jpg" alt="tina zani - arquivo pessoal" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">tina zani &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>A proposta é fazer do livro um campo de presença e de escuta. Para isso, a poeta e o músico apresentam um corpo-som poético construído a partir dos temas que atravessam a obra, combinando poesia, música e improvisação.  O evento terá também participações especiais dos poetas Jamerson Eduardo Reis, Bruno Couto, Gustavo Puppim e Katia Marchese e contará com tradução em Libras.</p>
<div id="attachment_21459" style="width: 179px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Méx-Zani_arquivo-pessoal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21459" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Méx-Zani_arquivo-pessoal-169x300.jpg" alt="Méx Zani - arquivo pessoal" width="169" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Méx Zani &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p><em>linha de sal</em> se oferece ao livre compartilhamento, reprodução e transformação. “Esse gesto torna evidente que a obra não entende a criação como produto de um único corpo, mas como uma organização de experiências, encontros e vozes. O texto não pressupõe pertencimento, ele atravessa”, explica tina zani.</p>
<p>Ao abdicar da propriedade, a obra evidencia a rede de relações que sustenta a criação artística. “Em vez de restringir, o texto se abre: pode ser retomado, desdobrado e multiplicado por outros. O que atravessa o trabalho é um ‘estado líquido’, no qual fronteiras rígidas se tornam porosas”, complementa a poeta.</p>
<div id="attachment_21458" style="width: 250px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ilustração_linha-de-sal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21458" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ilustração_linha-de-sal-240x300.jpg" alt="ilustração linha de sal" width="240" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">ilustração linha de sal</p></div>
<p>O livro integra o projeto “dos pés imersos na água”, que investiga formas de criação baseadas no encontro e na não hierarquia. A poeta comenta que “a imagem dos pés submersos orienta o pensamento da obra: com os pés na água, o chão perde nitidez, o contorno se dilui, o território fica fluido, e o espaço se volta ao que é anterior à forma estável. É nesse ambiente que <em>linha de sal</em> emerge e circula, como um deslocamento no campo”.</p>
<p>Além da publicação, o projeto inclui uma série de ações formativas e de democratização de acesso. Entre elas, os eventos de lançamento com tradução em Libras, a doação de 150 exemplares a bibliotecas públicas (100 já entregues), a veiculação de videopoemas com janela de Libras em plataformas de acesso público, além de versões gratuitas em EPUB acessível e audiolivro.</p>
<p>Também como parte da contrapartida, a artista levou o ‘Ateliê Roda – Processos poéticos em movimento’, para espaços culturais da cidade como o Programa UniversIDADE da Unicamp -Universidade Estadual de Campinas, Ateliê Thomaz Perina – Fundação Síndrome de Down e no próximo mês de junho, é o Coletivo Literário Dandara Somos que receberá a oficina.</p>
<p>De acordo com tina, “são momentos muito potentes. Fica evidente a necessidade de espaços horizontais, não hierárquicos, onde é possível estar sem sustentar papéis e falar a partir de si com mais honestidade. O que se forma nas oficinas é um espaço de confiança em que a escuta não vem para avaliar, corrigir ou interpretar, mas para sustentar. Isso permite a cada um elaborar a própria experiência de presença, sem precisar se defender. Isso atravessa diretamente <em>linha de sal</em>, porque reafirma o que já está no trabalho: a escrita como um lugar de relação, em vez de afirmação individual. As experiências do ateliê deixam mais visível e mais concreto esse modo de estar – coletivo, poroso, mais disponível ao encontro”.</p>
<p>A poeta também fará um lançamento n’A Feira do Livro, em São Paulo, no dia 30 de maio (sábado), às 17hs, na tenda da Editora Patuá.</p>
<p><em>linha de sal – conjunto poético</em> (Patuá, 2025) integra o projeto <em>dos pés imersos na água</em>, contemplado pelo Edital ProAC/2024 – Fomento Cult SP PNAB nº 28/2024, programa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/trecho2_linha-de-sal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-21462" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/trecho2_linha-de-sal-250x300.jpg" alt="trecho2_linha de sal" width="250" height="300" /></a><strong>Sobre a autora</strong></p>
<p>Poeta-artista, bacharela e licenciada em Educação Artística (UNICAMP, 1997), bacharela em Estudos Literários (UNICAMP, 2021) e mestra em Teoria e História Literária (UNICAMP, 2025). É idealizadora do projeto ‘Ponto Poema’ (2017), contemplado com o Programa Aluno Artista da Unicamp, desenvolve pesquisas no campo do encontro – entre desenho e texto, entre corpo e palavra, entre silêncio e som, entre gesto e respiração. É tradutora <em>Caisses</em> (P.O.L, 1998), de Christophe Tarkos, obra ainda inédita em português, disponível para publicação. Escreveu o <em>livropoesia</em> ‘vão’ (Patuá, 2021), contemplado com o ProAC 2020, e o conjunto poético <em>uncopyright</em> ‘linha de sal’ (Patuá, 2025), contemplado com o ProAC 2024.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Lançamento | Campinas</strong><br />
Data: 28 de maio de 2026<br />
Horário: das 19h às 21h30 | entrada gratuita<br />
Local: Livraria Candeeiro (Rua Dr. Vieira Bueno, 170, Cambuí, Campinas)</p>
<p><strong>Lançamento | São Paulo</strong></p>
<p>A Feira do Livro</p>
<p>Data:  30 de maio de 2026</p>
<p>Horário: 17h | entrada gratuita</p>
<p>Local: Praça Charles Miller (em frente ao Pacaembu) na Editora Patuá (tenda 30).</p>
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		<title>O CABRITO DO NATAL</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 12:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[Regina Marcia Moura Tavares &#8211; “Filhinho, já estamos em outubro! Está na hora de procurar o cabrito para a ceia do Natal. Um cabritiii&#8230;nho, hein! No ano passado tive de lutar com a carne dura de um bode!” E assim acontecia todos os anos. Um mês e meio antes das festas natalinas meu pai começava ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Marcia Moura Tavares</strong></p>
<p>&#8211; “Filhinho, já estamos em outubro! Está na hora de procurar o cabrito para a ceia do Natal. Um cabritiii&#8230;nho, hein! No ano passado tive de lutar com a carne dura de um bode!”</p>
<p>E assim acontecia todos os anos. Um mês e meio antes das festas natalinas meu pai começava a percorrer os sítios e a inquirir amigos à procura do “cappreto” para que, assado ao forno, fosse servido como prato principal no Natal, seguindo a tradição da família de minha mãe. Sempre penso que meu pai preferisse uma leitoinha com tutu, couve refogada e arroz branco para a data festiva. Entretanto, o apreço que tinha por meu avô do Vêneto fazia-o declinar, se bem que temporariamente, dos sabores da culinária mineira com que fora criado.</p>
<p>E a azáfama começava!</p>
<p>Era a carta para os tios de São Paulo, perguntando quantos viriam passar o fim do ano em nossa casa. O cabrito todo daria ou seriam necessários mais dois “quartinhos” de outro?!  Se assim fosse, deveria ser da parte traseira!</p>
<p>Era o bilhete, mandado através do chefe da estação ferroviária à Dindinha, consultando quando ela viria da fazenda para a cidade, a fim de temperar o cabrito, pois a especialista no assunto era minha tia-avó.</p>
<p>Eram as longas conversas com as primas e amigas, nas modorrentas tardes de domingo da pequena Altinópolis, sobre as providências tomadas, as dificuldades havidas e a esperança de dias alegres.</p>
<p>Chegava, finalmente, o dia em que o cabrito vinha para nossa casa e que, amarrado ao pé da jabuticabeira ou no cano que levava água para o tanque, esperava seu triste fim. Nós, crianças, com os vizinhos amigos adorávamos vê-lo berrando e saltitando quando lhe dávamos folhas de goiabeira para comer ou o provocávamos com uma vara. Sua sina num futuro próximo não nos tirava o prazer de observar e brincar com algo tão vivo e gracioso perto de nós.</p>
<p>E os dias iam passando&#8230; Meu avô fazia aceiros ao redor dos muitos pés de jabuticaba de nosso quintal para reter a água que corria o dia inteiro, de modo a permitir a chegada de frutos grandes e saborosos. E quando estes chegavam negros e suculentos, pontilhando os galhos das frondosas jabuticabeiras, ele reservava uma das árvores, a mais bonita, para seus filhos que chegariam em breve da capital. O italiano de comedidas falas amorosas sabia, com seus gestos, comunicar afeto e carinho!</p>
<p>&#8211; “A Dindinha chegou, Filhinho, e avisou que na 6ª. feira de manhã virá preparar o cabrito! &#8211; Quando irá matá-lo? ”</p>
<p>Oh! Triste dia! A morte do animalzinho pequeno e desprotegido era o fim de nossa alegria despreocupada. Quanta ingenuidade e doçura naquele momento em que aprendíamos que a vida é luta permanente pela sobrevivência de uns em detrimento de outros, tanto entre animais quanto entre humanos. (Haverá algum dia chance de sobrevivermos todos, com dignidade, sem o sacrifício de muitos por poucos?)</p>
<p>Dindinha tal qual um “chef” atuando sob a admiração da plateia, permitia que lhe pusessem o avental limpo e engomado, enquanto estendia os braços em frente à mesa de granito onde, numa enorme bacia, jazia nosso amigo brincalhão já dividido em partes e sem a “glândula do cheiro”, extraída sob a axila.</p>
<p>-“A faca e o toucinho! &#8211; É de barriga? &#8211; Pique, por favor! &#8211; A cebola está pronta? &#8211; E o alho? &#8211; O cheiro-verde tem de ser bem miuuu&#8230;dinho!- A quantidade do sal é a alma do tempero!- O vinho pode ser o branco! -Água!”</p>
<p>E assim ia pontificando minha tia-avó enquanto preparava a vinha d’alho, com sua gorda mão de unhas curtas, onde o cabrito recheado com toucinho &#8211; “para amaciar a carne”, deveria permanecer por umas 12 horas, “descansando”.  Os olhares atentos e extasiados de minha mãe e de sua ajudante de cozinha, a postos para fornecerem prontamente os ingredientes requisitados, traduziam o respeito e a admiração dos jovens diante da experiência dos mais velhos. Vez por outra, meu avô, meu pai e eu acompanhávamos parte da delicada operação.</p>
<p>Percebi, mais tarde, que o preparo do cabrito no Natal era um ritual, um acontecimento social bem estruturado capaz de estreitar laços no interior da casa, da família extensa e entre amigos.</p>
<p>Infelizmente, este Natal não volta mais!</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a>Regina Marcia Moura Tavares é antropóloga, professora universitária aposentada, escritora, palestrante e autora, entre outros, do livro “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”, divulgado internacionalmente com o apoio da OEA e UNESCO.</p>
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		<title>CULTURA LÚDICA DA INFÂNCIA: FUNDAMENTO DE UM DESENVOLVIMENTO AUTOREFERIDO</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Regina Marcia Moura Tavares  “A Infância é o chão sobre o qual caminharemos o resto de nossas vidas.” Lya Luft Ao longo de mais de três décadas, desenvolvi o projeto de Ação Cultural “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”, uma iniciativa voltada para a preservação, valorização e reativação da cultura lúdica da infância em diferentes regiões do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Marcia Moura Tavares</strong></p>
<p><em> </em>“A Infância é o chão sobre o qual caminharemos o resto de nossas vidas.”</p>
<p>Lya Luft</p>
<p>Ao longo de mais de três décadas, desenvolvi o projeto de Ação Cultural <strong>“Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”,</strong> uma iniciativa voltada para a preservação, valorização e reativação da cultura lúdica da infância em diferentes regiões do Brasil. Essa trajetória, que articulou pesquisa antropológica, ação educativa e mobilização comunitária, nasceu da convicção profunda de que as práticas lúdicas tradicionais são portadoras de saberes, valores e modos de ser que constituem a base viva da identidade cultural dos povos.</p>
<p>Desde os anos 1980, o projeto vem sendo implementado em escolas, museus, espaços públicos e comunidades, envolvendo educadores, crianças, famílias e gestores culturais. A proposta foi — e continua sendo — documentar e revitalizar brincadeiras e brinquedos tradicionais, muitos dos quais ameaçados de desaparecer diante da homogeneização cultural imposta pela globalização e pelas novas formas de entretenimento padronizado. Com o apoio de instituições nacionais e internacionais, como a UNESCO, essa ação resultou em publicações, exposições itinerantes, palestras, congressos e atividades culturais que alcançaram milhares de pessoas.</p>
<p><strong>No cerne dessa proposta está a compreensão de que brincar é um ato cultural</strong>. Ao brincar, a criança não apenas reproduz modelos: ela cria, transforma, interpreta e transmite cultura, tornando-se agente ativa na teia social que a forma e que ela, simultaneamente, transforma. <strong>Cada brincadeira tradicional carrega camadas de memória coletiva, técnicas corporais, relações sociais e modos de imaginar o mundo</strong>. Recuperá-las e valorizá-las significa reconhecer a criança como sujeito histórico e cultural, e não apenas como um futuro adulto em formação.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-21119" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira3-267x300.jpg" alt="Regina Marcia-brincadeira3" width="267" height="300" /></a></p>
<p>Em contextos contemporâneos marcados pelo avanço acelerado da tecnologia há uma tendência generalizada de importar e incorporar inovações concebidas em outros contextos socioculturais, como se o simples transplante de tecnologias fosse suficiente para garantir o progresso. Tal movimento, porém, ignora as especificidades da Herança Cultural de cada povo, elemento indispensável para um Desenvolvimento Autorreferido, isto é, um desenvolvimento enraizado na própria realidade histórica, simbólica e social de um país.</p>
<p>No caso brasileiro<strong>, a preservação, valorização e reativação contínua da cultura lúdica da infância não deve ser vista como um gesto nostálgico ou folclórico, mas como um ato político e estratégico de afirmação identitária.</strong> É por meio dessas práticas que as novas gerações se reconhecem como produtoras de cultura, fortalecem vínculos comunitários e constroem referências próprias de pertencimento e de ação no mundo.</p>
<p>Com esta visão concebi o projeto “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade” no fim dos anos 80. A minha intenção central foi dupla:</p>
<ol>
<li><strong>Mostrar ao ser humano, já na infância, que ele é criador de CULTURA, revelando-lhe seu papel ativo, inventivo e transformador no tecido social, o que lhe dará autoestima permanentemente;</strong></li>
<li><strong>Evidenciar que, ao exercer esse papel desde cedo, a Criança prepara-se integralmente para viver em uma sociedade concreta, particular, dotada de história, valores e modos de vida próprios — e não em um modelo genérico ou imposto de fora.</strong></li>
</ol>
<p>Em suma, a Cultura Lúdica da Infância constitui-se como um dos alicerces mais sólidos para a superação dos resquícios coloniais que ainda permeiam nosso imaginário e nossas práticas. Integrá-la às reflexões sobre ciência e tecnologia significa afirmar que o verdadeiro desenvolvimento não se constrói apenas com laboratórios e dispositivos de ponta, mas também com raízes culturais firmes, capazes de sustentar e orientar os rumos das inovações. <strong>E será sempre nesse encontro entre tradição e invenção que poderemos projetar um futuro genuinamente nosso</strong>.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21121" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira7.jpg" alt="Regina Marcia-brincadeira7" width="500" height="286" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a>Regina Marcia Moura Tavares é antropóloga, professora universitária aposentada, escritora, palestrante e autora, entre outros, do livro “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”, divulgado internacionalmente com o apoio da OEA e UNESCO.</p>
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		<title>Bate-papo neste sábado no MACC integra a programação paralela da Feira [SUB]</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 10:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos sobre os trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’, em cartaz no MACC. Atividade é gratuita.   A curadora Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos neste sábado (23), às 11h, no MACC &#8211; Museu de Arte Contemporânea de Campinas ‘José Pancetti’ sobre o processo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos sobre os trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’, em cartaz no MACC. Atividade é gratuita</em>. <strong> </strong></p>
<p>A curadora Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos neste sábado (23), às 11h, no MACC &#8211; Museu de Arte Contemporânea de Campinas ‘José Pancetti’ sobre o processo de criação das obras e as questões que reuniram o conjunto de trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’ que está em cartaz até dia 20 de setembro de 2025. O bate-papo integra as atividades da programação paralela da sétima edição da Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes. A entrada é gratuita.</p>
<p>A exposição do artista Marcio Elias Santos apresenta obras em papel como xilogravuras coloridas de grande formato, estêncil, serigrafia e monotipia, além de um vídeo e uma foto instalação. São mais de 40 trabalhos que investigam o corpo, sua presença, sua materialidade, sua identidade e sua integração sensível com o ambiente. Separadas ou combinadas entre si, essas técnicas foram usadas pelo artista para explorar a imagem do corpo através de fluxos cromáticos, de texturas e de recortes entre figura e fundo. São trabalhos produzidos entre 2024 e 2025, focados tanto na representação do corpo e sua materialidade, mas também na consciência de sua importância na construção do conhecimento, desde a sua relação com o mundo até a própria identidade.</p>
<div id="attachment_21000" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/marcio-elias_4_divulgação_600x.jpg"><img class="wp-image-21000 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/marcio-elias_4_divulgação_600x.jpg" alt="marcio elias_4_divulgação_600x" width="600" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Márcio Elias &#8211; divulgação</p></div>
<p><strong>Sobre o artista</strong></p>
<div id="attachment_21006" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-elias_arquivo-pessoal_320x.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-21006" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-elias_arquivo-pessoal_320x-150x150.jpg" alt="Márcio Elias - arquivo pessoal" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Márcio Elias &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>Márcio Elias Santos é artista visual, educador e doutor em artes visuais pela Unicamp, investiga os processos de construção da cor e sua manipulação pelo corte da xilogravura e de outras linguagens gráficas. É artista do projeto Xilomóvel desde 2009. Das exposições que participou destaca-se Despertar (individual, AtAl Campinas, 2023) e Xilo: Corpo e Paisagem, coletiva de xilogravuras, Sesc Guarulhos e Sesc Pinheiros, 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a curadora</strong></p>
<div id="attachment_20996" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Luciana-bertarelli_arquivo-pessoal_500x.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-20996" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Luciana-bertarelli_arquivo-pessoal_500x-150x150.jpg" alt="Luciana Bertarelli - arquivo pessoal" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Luciana Bertarelli &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>Luciana Bertarelli É artista visual e educadora, doutoranda em Artes Visuais na Unicamp. Em sua pesquisa visual, vem investigando as materialidades sutis da gravura, tecendo relações com o corpo e as memórias que nele se encontram gravadas. É artista do projeto Xilomóvel desde 2009. Em 2025 participou da imersão artística Habitar os Vínculos, na Terra Saúva (Botucatu SP) e em 2024 integrou a exposição coletiva Cartograhies Utopiques, na Biennale DAK’ART OFF (Dakar, Senegal).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Feira SUB</strong></p>
<p>O Projeto Cultural SUB é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas, artes visuais e literatura e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes que acontece uma vez ao ano e oficinas, bate-papos, exposições, palestras e encontros literários que acontecem em diversos espaços culturais de Campinas ao longo do ano como parte da programação paralela da feira, além de ações em parceria com fundações e entidades assistenciais. Saiba mais:  <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" title="feirasub.com.br/" href="https://feirasub.com.br/" target="_blank">feirasub.com.br</a></span></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Bate-papo| EXPOSIÇÃO DA RAIZ À PELE | </strong><strong>Marcio Elias Santos </strong></p>
<p><strong>Curadoria: Luciana Bertarelli </strong></p>
<p><strong>Dia/horário:</strong> 23.08.25, às 11h</p>
<p><strong>Visitação:</strong>  Segunda a sexta-feira das 9h às 18h | Sábado das 10h às 16h</p>
<p><strong>Local:</strong>  MACC &#8211; Avenida Benjamin Constant, 1633, Centro, Campinas, SP (ao lado da Prefeitura)</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong><strong>. </strong><strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Acessibilidade: </strong>Esse encontro contará com apresentação em Libras e o prédio (MACC) possui acessibilidade arquitetônica</p>
<p><strong>Feira [SUB]  </strong></p>
<p><strong>Data: </strong>13 de setembro de 2025, das 11h às 20h</p>
<p><strong>Local: </strong>Biblioteca Pública Municipal ‘Prof. Ernesto Manoel Zink’ &#8211; Av. Benjamin Constant, 1633, Centro</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong><strong>. </strong><strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Mais informações no site feirasub.com.br </strong></p>
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		<title>A Cultura Lúdica Da Infância À Luz Dos 35 Anos Do Estatuto da Criança e do Adolescente</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 10:55:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Regina Márcia Moura Tavares O ano de 2025 marca o trigésimo quinto aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente, marco jurídico que reconhece crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, incluindo o acesso ao lazer, à cultura e à dignidade. Essa legislação, inspirada no artigo 227 da Constituição Federal de 1988, legitima a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>O ano de 2025 marca o trigésimo quinto aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente, marco jurídico que reconhece crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, incluindo o acesso ao lazer, à cultura e à dignidade. Essa legislação, inspirada no artigo 227 da Constituição Federal de 1988, legitima a infância como um período de vivências próprias, em que o BRINCAR não é apenas recreação, mas o elemento constitutivo mais importante do desenvolvimento humano.</p>
<p>Nesse contexto, a obra “BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS: PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE” da antropóloga Regina Márcia Moura Tavares dialoga diretamente com os pressupostos do ECA ao apresentar documentadas, sistematizadas e valorizadas as práticas lúdicas tradicionais compreendendo-as como Patrimônio Cultural Imaterial da mais alta importância, e mesmo imprescindível, para o real desenvolvimento biológico, psicológico e social da espécie Homo Sapiens sapiens.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/brinquedos-e-brincadeiras_capa_01_400x.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20982" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/brinquedos-e-brincadeiras_capa_01_400x.png" alt="brinquedos-e-brincadeiras_capa_01_400x" width="299" height="400" /></a></p>
<p>A autora desenvolveu, durante 2 anos, rigorosa pesquisa de campo no final dos anos 80, documentando cerca de 100, entre brincadeiras e brinquedos ainda existentes nos espaços públicos, ou seja, na rua, o local mais adequado para a socialização dos sujeitos, infelizmente hoje ocupados por meliantes e por carros. De lá para cá, organizou dois simpósios internacionais e um nacional, criou oficinas e exposições, fez e continua fazendo palestras, dá entrevistas e escreveu inúmeros artigos num esforço permanente para a manutenção da Cultura Lúdica da Infância na contemporaneidade.</p>
<p>O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura, em seu artigo 16, inciso IV, o direito à brincadeira, ao esporte e às diversões, incorporando-o à categoria de direitos fundamentais. Esse dispositivo reconhece que o brincar não é um luxo ou mero passatempo, mas um direito humano básico, com implicações para a saúde física, emocional, intelectual e relacional do novo ser humano. Assim sendo, a obra em pauta atua como instrumento pedagógico e político, evidenciando a necessidade de políticas públicas que fomentem o resgate e a prática das brincadeiras tradicionais, bem como a integração dessas atividades aos contextos escolares e comunitários.</p>
<p>O livro “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade” apresenta contribuições que transcendem o registro histórico, à medida que descreve detalhadamente os modos de execução, as variações regionais e os materiais utilizados. Por outro lado, realiza educação patrimonial promovendo resistência à mercantilização do brincar e salvaguardando manifestações que expressam identidades locais e regionais.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-jogando-cabo-de-guerra-Regina-Marcia_destacada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20979" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-jogando-cabo-de-guerra-Regina-Marcia_destacada.jpg" alt="criancas-jogando-cabo-de-guerra-Regina Marcia_destacada" width="808" height="404" /></a></p>
<p>É importante assinalar que, do ponto de vista antropológico, a preservação da Cultura Lúdica da Infância é essencial à sobrevivência da espécie biológica que somos. O Brincar é imprescindível para o desenvolvimento de habilidades motoras, pensamento criativo, empatia, resolução de problemas e interiorização da Cultura da sociedade a que o indivíduo pertence. A perda dessas práticas acarreta, sensivelmente, redução das capacidades físicas, sociais e psicológicas, empobrecendo os sujeitos para a vida social plena.</p>
<p>Ao completar 35 anos, o ECA reafirma a importância do BRINCAR como direito inalienável. Nesse cenário, a obra e o projeto de Ação Cultural permanente da antropóloga assumem relevância singular ao unirem documentação etnográfica, valorização cultural e defesa de um direito fundamental. Trata-se, indubitavelmente, de um contributo, que para além de preservar memórias, convoca à ação: garantir que as crianças de hoje e do futuro possam viver plenamente sua Cultura Lúdica, usando o potencial criativo de que são dotadas, fortalecendo com alegria a base humana e social que garante a própria existência de nossa espécie.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/depositphotos_Regina-Marcia_400x.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-20985" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/depositphotos_Regina-Marcia_400x-300x257.jpg" alt="depositphotos_Regina Marcia_400x" width="300" height="257" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a>Regina Márcia Moura Tavares é Antropóloga, professora universitária aposentada, ex-consultora do CNPq, ex-conselheira dos CONDEPHAAT e CONDEPACC, escritora, palestrante e consultora.</p>
<p><strong>www.reginamarciacultura.com.br</strong></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
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		<title>CELEBRANDO O POETA-MOR DA LÍNGUA PORTUGUESA</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 16:11:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Regina Márcia Moura Tavares O ano em curso marca uma efeméride significativa: os 500 anos de nascimento de Luís Vaz de Camões, o grande poeta português. A data de seu nascimento ainda é uma das zonas nebulosas em sua trajetória. Isabel Rio Novo, escritora portuguesa e autora da recente obra” Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>O ano em curso marca uma efeméride significativa: os 500 anos de nascimento de Luís Vaz de Camões, o grande poeta português. A data de seu nascimento ainda é uma das zonas nebulosas em sua trajetória. Isabel Rio Novo, escritora portuguesa e autora da recente obra” <em>Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: Biografia de Luís Vaz de Camões” </em>diz que num documento de 1550 o poeta tinha 25 anos; assim sendo, terá nascido entre 1524 e 1525.</p>
<p>Em Portugal, eventos, palestras, exposições e leituras de “Os Lusíadas” e de suas poesias líricas vêm acontecendo ao longo do ano e irão até 2026. Universidades, bibliotecas e academias literárias do mundo todo têm se engajado em reavivar a obra e a vida de Camões, buscando não só rememorar seu impacto, mas também estimular novos olhares e interpretações sobre seu legado.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o Real Gabinete Português de Leitura promove o evento “<em>Quinhentos Camões – o Poeta Reverberado</em>”, que prevê a cada mês uma mesa-redonda com convidados do Brasil e exterior até junho de 2025. Já a Biblioteca Nacional sediou até outubro a exposição “<em>A língua que se escreve sobre o mar &#8211; Camões 500 anos</em>”.</p>
<p>Em outros países lusófonos, com Angola, Moçambique e Timor – Leste, também ocorrem eventos em homenagem ao poeta, destacando a herança cultural partilhada por esses povos através do uso da mesma língua.</p>
<p>“<em>Os Lusíadas</em>”, poema épico de 8.816 versos, narra a viagem marítima de Portugal até a Índia, entre 1497 e 1499, liderada pelo navegador Vasco da Gama. Esta obra é considerada um dos maiores feitos da literatura renascentista europeia, ao lado da “<em>Divina Comédia</em>” de Dante e a<em> “Eneida” </em>de Virgílio<em>;</em> nela, não apenas estão relatadas as aventuras marítimas dos portugueses, mas temas universais como a coragem, a fé, o amor, os desafios e as glórias de uma nação em expansão.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Lusíadas_600x.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20753" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Lusíadas_600x.jpg" alt="Lusíadas_600x" width="600" height="404" /></a></p>
<p>Em todo o mundo não faltam elogios à esta obra de Camões que em versos imortais sintetizou a identidade e a alma do povo português, ao mesmo tempo que projetou a língua e a cultura lusitana para além das fronteiras de Portugal. O prof. aposentado da FFLCH-USP, João Adolfo Hansen, o considera um dos maiores poetas que já existiram pela síntese que sua poesia faz de uma experiência aristocrática, de elementos da filosofia cristã elaborada, da cultura greco-romana, dentre outros.</p>
<p>Ao associar história e literatura o livro ganhou versões em outros idiomas, sendo traduzido para o inglês em 1655 e lido na Alemanha onde, segundo alguns autores, influenciou o surgimento do Romantismo no final do século XVIII. Na Rússia a primeira tradução foi feita do francês no fim do século XIX.</p>
<p>Além da epopeia, Camões escreveu poesias líricas e sonetos, onde aborda temas filosóficos e amorosos os quais refletem, muitas vezes, sua percepção da fugacidade da vida. As peças de teatro <em>“Auto de Filodemo</em>” e “<em>Auto dos Anfitriões” </em>são, também, atribuídas ao poeta e foram exibidas no final do século XVI.</p>
<p>Apesar da escassez de fontes, a pesquisadora portuguesa Isabel Rio Novo, autora da recém-lançada “<em>Fortuna, caso, tempo e sorte: Biografia de Luís Vaz de Camões”</em> (Contraponto, 2024), conta que Camões teve várias experiências no campo militar na Índia e na África, tendo servido o Império português por 17 anos. Após sobreviver a um naufrágio no delta do Rio Mekong, no Sudeste Asiático, Camões embarcou para Moçambique em 1567, onde viveu em condições precárias. Embora de origem nobre e bem relacionado, precisava trabalhar para sobreviver e foi numa missão na África que perdeu um de seus olhos num acidente com arma de fogo.</p>
<p>Com a ajuda de amigos o grande poeta voltou a Portugal em 1570 e finalizou “<em>Os Lusíadas</em>”, o qual foi publicado em 1572. Tal publicação rendeu-lhe uma pensão vitalícia pelos serviços prestados à pátria, mas principalmente em virtude de a epopeia ter sido dedicada ao então rei Dom Sebastião.</p>
<p>Luiz Vaz de Camões conheceu boa parte do Império português, mas nunca visitou o Brasil. Entretanto, segundo o professor da UFRJ, Marco Lucchesi, a presença de Camões entre os bons escritores brasileiros como Machado de Assis e Manuel Bandeira já estava consolidada no séc. XIX.</p>
<p>Não resta dúvida de que a Literatura é uma das áreas das múltiplas Culturas das sociedades humanas capaz de partilhar a multiplicidade, a originalidade e a grandeza das criações do Homo Sapiens com todos os seus semelhantes, sem preconceitos e com beleza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Regina-Marcia_500X500.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-17864" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Regina-Marcia_500X500-150x150.jpg" alt="Regina Marcia_500X500" width="150" height="150" /></a>Regina Márcia é antropóloga, profa. universitária aposentada, escritora, conferencista, membro da ACL, do IHGGC e demais entidades culturais</strong></p>
<p><strong>www.reginamarciacultura.com.br</strong></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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