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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Blog Nova Economia</title>
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		<title>Mini roteiro de Feiras e Bazares para ressignificar o Natal e fazer girar a economia criativa.</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 14:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Nova Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[No circuito da economia criativa e do consumo consciente, entram em cena os pequenos empreendedores, que produzem em pequena escala, elaboram um a um cada produto, que chega ao consumidor carregado de valor afetivo. Por trás desses produtos, uma rede de pessoas que vivem do empreendedorismo e alimentam a economia criativa. E cá entre nós, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No circuito da economia criativa e do consumo consciente, entram em cena os pequenos empreendedores, que produzem em pequena escala, elaboram um a um cada produto, que chega ao consumidor carregado de valor afetivo.</p>
<p>Por trás desses produtos, uma rede de pessoas que vivem do empreendedorismo e alimentam a economia criativa. E cá entre nós, todos sabemos que no Brasil não é nada fácil empreender.</p>
<p>Grupos de pessoas que se unem para produzir de forma mais humana conectando novas ideias para aqueles que querem consumir de forma diferente.</p>
<p>Feira e bazares são lugares perfeitos para nos conectarmos com os artistas, designers e artesãos. Desacelerar um pouco, conversar com quem produz, conhecer o processo criativo de cada um e com isso reparar no tanto de significado que carrega uma produção autoral que escolheu comprar para si ou presentear.</p>
<p>Artesanato é um ofício ancestral feito de forma manual utilizando a matéria-prima natural e é, também o produto final feito por um artesão (de <em>artesão + ato</em>).  Originários do ‘fazer artesanal’, para além do artesanato, vários produtos carregam atualmente elementos artísticos ou designer super elaborados. E justamente por serem feitos em pequena escala, se diferenciam dos massificados, produzidos em grande escala, que por isso perdem o sentido de exclusividade e afeto.</p>
<p>Conheça algumas das feiras e bazares que acontecem no mês de dezembro em Campinas:</p>
<div id="attachment_19756" style="width: 628px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-4-Mercado-Alameda_Marcio-Galzerani.jpg"><img class="size-large wp-image-19756" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-4-Mercado-Alameda_Marcio-Galzerani-1024x683.jpg" alt="Mercado Alameda - foto Marcio Galzerani" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Mercado Alameda &#8211; foto Marcio Galzerani</p></div>
<p><strong>09 e 10/12/2023 – MERCADO ALAMEDA – Edição de Natal – 11h às 20h – Casa Angá – Rua José Antônio Feltrin, 53 – Sousas</strong></p>
<p>Criados por Raquel Amim e Tici Andrade, designers e artistas, é um mercado de marcas independentes, com foco em arte, decor, design, joalheria, moda, sustentabilidade, bem-estar, gastronomia e jazz. Tem como propósito valorizar o pequeno empreendedor e enaltecer e fomentar a criatividade autoral, além de proporcionar uma experiência de compra acolhedora, ao estabelecer o contato direto entre expositores e consumidor final em um ambiente agradável para toda família.</p>
<p>Em sua 4ª. edição, apresenta expositores de vários segmentos que trarão presentes criativos para o Natal, além de gastronomia com comidinha autêntica mexicana, finger foods, cafés especiais e bebidinhas como cerveja, gin e vinhos. O mercado tem o apoio da Artzzi (@artzzi) e faz parte do circuito #LikeaMOM (@tamojuntasmulher) – uma iniciativa que visa incentivar prestigiarem mulheres que têm seu próprio negócio.</p>
<p>Siga no Instagram: @mercadoalameda</p>
<div id="attachment_19759" style="width: 628px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-3-Mercado-Alameda_Marcio-Galzerani.jpg"><img class="size-large wp-image-19759" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-3-Mercado-Alameda_Marcio-Galzerani-1024x683.jpg" alt="Mercado Alameda - foto Marcio Galzerani" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Mercado Alameda &#8211; foto Marcio Galzerani</p></div>
<p><strong>12, 13 e 14/12/2023 – BORBOLETÁ – Edição de Natal – 10h às 21h – Av. José Bonifácio, 2339, Campinas.</strong></p>
<p>Organizado em parceria com o #LikeaMOM, uma comunidade de mulheres, mães e empreendedores, está em sua 5ª. edição e oferece várias opções criativas de compras para o Natal.</p>
<p>A ideia é que os clientes realizem suas compras escolhendo prestigiar mulheres que têm seu próprio negócio.</p>
<p>Além de expositores com produtos diferenciados, oferece oficinas para crianças, rodas de conversas, comidinhas e muita diversão para a família toda.</p>
<p>Siga no Instagram: @tamojuntasmulher / @quintalborboleta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>15, 16 e 17/12/2023  – BAZAR DAS BIAS – Edição de Natal – sexta e sábado 11h às 20h, domingo das 11h às 18h – Tênis Clube de Campinas – Cel. Quirino, 1346 – Campinas (manobrista no local)</strong></p>
<p>Realizado pelas produtoras Bia Milani e Bia Traldi, este tradicional bazar na cidade de Campinas apresenta expositores do segmento de moda, papelaria, acessórios, gastronomia, saboaria artesanal e decoração.</p>
<p>Siga no Instagram: @bazardasbias_</p>
<p><strong>De 02 à 16/12/2023 – FEIRA PAVÊ /FEIRA CRIATIVA DO AMOR /MOSTRA JAZZ CAMPINAS- Circuito Barão Geraldo</strong></p>
<p>Com criação e curadoria de Milena Carlström, a agenda de dezembro das feiras Pavê e Do Amor é para quem gosta de fazer compras e se divertir com amigos. E ainda uma boa oportunidade para conhecer e visitar a programação da 9ª. edição da Mostra Jazz Campinas que tem a produção da Zumbido Cultural.</p>
<p>A Pavê é uma feira de Brechós, vinil e outros produtos autorais que surgiu dentro do circuito de Barão Geraldo.</p>
<p>A Feira Criativa do Amor tem brechó e expositores autorais de moda, artesanato, acessórios, jóias, crochê, floricultura, além de docinhos artesanais e produtos aromaterapêuticos.</p>
<p>A Mostra Jazz Campinas é uma Mostra anual dedicada ao jazz e vertentes da música instrumental, realizada desde 2015.</p>
<p>Se liga na agenda:</p>
<p><strong>02/12 –  a partir das 12h &#8211; Circulando + Feira Pavê no Terracota em Barão Geraldo </strong>- R. Luverci Pereira de Souza, 545.</p>
<p><strong>03/12 – 14h às 20h – Feira Criativa DO AMOR + Abertura Mostra Jazz na Praça Durval Pattaro em Barão Geraldo</strong>. Mais de 30 expositores autorais, entre eles muita arte acessível, brechós, moda autoral, discos, cosméticos naturais, confeitaria e tudo mais que faz encher os olhos.</p>
<p><strong>09/12 – a partir das 12h &#8211; FEIRA PAVÊ – 3ª. edição, especial Natal – Casinha em frente à praça do coco em Barão Geraldo</strong> &#8211; Serão mais de 20 stands de produtos autorais, entre eles: brechós selecionados, floricultura, moda, acessórios, cosméticos naturais e um pequeno espaço holístico, com leitura de tarô e massagem. Não esqueça o maiô para dar aquele mergulho, e a ecobag.</p>
<p><strong>10/12 – 15h &#8211; DO AMOR + Encerramento Mostra Jazz – Concha Acústica Taquaral</strong></p>
<p><strong>16/12 – 15h às 21h &#8211;  DO AMOR – no Goma Arte e Cultura – Av. Santa Isabel, 518 – Barão Geraldo</strong></p>
<p>Siga: @feiracriativa.doamor / @feirapave/ @mostrajazzcampinas / @zumbidocultural / @terracota.co / @casahacker / @colaemgoma</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>LISBOICES: As damas da estrada</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 19:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Gregori]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Nova Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Gregori]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eduardo Gregori O verão chegou a Lisboa, ainda não tão firme, mas chegou. Bem, depois de meses de frio e chuva, o que a gente quer mesmo é se jogar numa boa praia. Neste quase um ano e meio que estou em Portugal tenho trabalhado muito e me sobra pouco tempo para desfrutar a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Eduardo Gregori</strong></p>
<p>O verão chegou a Lisboa, ainda não tão firme, mas chegou. Bem, depois de meses de frio e chuva, o que a gente quer mesmo é se jogar numa boa praia. Neste quase um ano e meio que estou em Portugal tenho trabalhado muito e me sobra pouco tempo para desfrutar a vida. Mas nas minhas folgas, quando não vou malhar ou tratar da casa, me obrigo a sair, ver gente e curtir.</p>
<p>Na semana passada o dia amanheceu incrivelmente lindo e com muito sol e calor. Decidi conhecer uma das praias mais faladas da grande Lisboa: O Meco. Falam de tudo, que é praia nudista, que é no meio do nada, mas que é linda.</p>
<p>Decidi ir, mas conto essa história em outra coluna porque o que vou contar agora foi para mim uma grande surpresa. Em Lisboa a prostituição não está tão à mostra. Talvez pelo conservadorismo do país. O certo quem quer ter encontros sexuais encontra prostitutas perto do Parque Eduardo VI, próximo a praça Marquês de Pombal, enquanto que as travestis ficam no Conde Redondo.</p>
<p>Um parêntesis neste texto: A imprensa portuguesa tem cada vez mais noticiado a chegada de brasileiras para a prostituição, principalmente no Porto e em Lisboa. Verdade ou fake news, a comunidade de brasileiros, nos grupos das redes sociais, têm ficado cada dia mais apreensivo com a situação, com medo que os portugueses associem prostituição à mulher brasileira. Vamos torcer para que isso não avance, afinal muitas mulheres de fato estão chegando, mas não apenas pra prostituir-se.</p>
<p>Sigo para Sesimbra, concelho na Margem Sul onde fica o Meco. Na estrada, percebo uma cena inusitada. O sol a pino e mulheres sentadas em cadeiras de praia na beira da estrada. Uma a seguir da outra, uma verdadeira multidão delas. Acho aquilo estranho. O que essas mulheres estariam fazendo no meio do nada, bem vestidas e a tomar sol?</p>
<p>Ligo para um amigo português e o indago. Logo descubro que a zona é de prostituição. Sinto pena delas, o sol está rachando a terra e o calor é sufocante. Encosto o carro e observo. Um carro para, ela negocia o preço, cerca de 20 euros e seguem para um motel, o único da região.</p>
<p>Tomo coragem, ligo o carro e paro bem ao lado se uma senhora, com uns 40 anos. Digo que gostaria de passar um tempo com ela. Me cobra 25 euros e lhe digo que, na verdade gostaria que ela me contasse um pouco de sua vida por ali. Ela, creio que aliviada por não ter que se submeter a mais um cliente, abre seus segredos.</p>
<p>Chama-se Mariza, tem na verdade 45 anos e chegou da Venezuela há poucos meses. Ainda está a tratar de sua legalização e como não consegue trabalhar formalmente, decidiu partir para este trabalho. Diz que ganha o suficiente para se manter, pagar o aluguel e comprar sua comida e ainda roupas para ficar atraente.</p>
<p>Fugiu do caos de Maduro e mesmo trabalhando com o corpo se sente segura. Lhe indago se não tem medo de vender o corpo em um país machista e com muitos casos de feminicídio, alardeados pela imprensa todos os dias. Ela diz-me que não. Lembra que a violência era muito maior na América do Sul e que o português, busca mais um bom momento a dois do que algo bizarro e repugnante.</p>
<p>Vamos até o Meco e voltamos para o ponto que a encontrei. Desejo-lhe sorte e agradeço lhe dizendo que estou torcendo para que sua documentação saia e ela possa trabalhar em algo menos perigoso. Ela abre a porta, dá-me um beijo no rosto e diz adeus. Logo um carro para na frente do meu e ela entra e parte, levantando a poeira. Volto para a estrada rumo a praia, mas no caminho vejo alguns rapazes na pista… bem isso é tema para um próximo Lisboices</p>
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		<title>FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty. Por Synnöve Hilkner</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 19:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Synnöve Hilkner]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Nova Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi realizada entre os dias 10 e 14 de julho a 17ª Festa Literária em Paraty, que recentemente foi reconhecida como patrimônio natural e cultural da humanidade, pela UNESCO. Foram cinco dias de debates e literatura. Viva a cultura, que resiste, independente das tentativas de sabotagem.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizada entre os dias 10 e 14 de julho a 17ª Festa Literária em Paraty, que recentemente foi reconhecida como patrimônio natural e cultural da humanidade, pela UNESCO. Foram cinco dias de debates e literatura. Viva a cultura, que resiste, independente das tentativas de sabotagem.</p>
<div id="attachment_16034" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/07/FlipSynnöve.jpeg"><img class="size-large wp-image-16034" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/07/FlipSynnöve-1024x512.jpeg" alt="FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty, por Synnöve Hilkner" width="618" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">FLIP &#8211; Festa Literária Internacional de Paraty, por Synnöve Hilkner</p></div>
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		<title>A sutil relação entre os brechós e a sensação de ser um consumidor consciente</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 14:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fabiana &#38; Marcela Pacola]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Nova Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa parte do trabalho dos brechós nos últimos tempos tem sido atender ligações de pessoas perguntando se estão comprando peças. Sim, estamos. Mas não a todo o momento. Pois não estamos dando conta de tanta oferta. Mesmo com o &#8216;boom&#8217; de abertura de brechós que presenciamos nos últimos anos, a demanda do &#8216;vou vender minhas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/FabianaMarcela_500.jpg"><img class=" size-thumbnail wp-image-12825 alignleft" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/FabianaMarcela_500-150x150.jpg" alt="Fabiana&amp;Marcela_500" width="150" height="150" /></a>Boa parte do trabalho dos brechós nos últimos tempos tem sido atender ligações de pessoas perguntando se estão comprando peças. Sim, estamos. Mas não a todo o momento. Pois não estamos dando conta de tanta oferta. Mesmo com o &#8216;boom&#8217; de abertura de brechós que presenciamos nos últimos anos, a demanda do &#8216;vou vender minhas peças no brechó&#8217; está infinitamente maior do que a procura por peças de segunda mão.</p>
<p>O que infelizmente temos percebido é que os brechós têm sido um lugar para depósito do consumo desenfreado, um alento e um alívio para a consciência de quem muito consumiu sem pestanejar.  &#8216;Compro hoje, se eu me arrepender desovo amanhã num brechó, sou remunerada por isso e ainda abro espaço no guarda-roupa para as peças da coleção da próxima semana&#8217; ainda é o modelo mental da maioria.</p>
<p>&#8216;Ah, mas mandando as peças para um brechó ou bazar eu estou praticando o consumo consciente&#8217;. Então, mais ou menos. O consumo consciente vai além de mandar peças para longe dos seus olhos, o que pode ser um alento, mas é também uma falsa sensação de que você é sustentável.  O começo da atitude sustentável vem antes disso, se encontra no ato da compra ou no impulso dela. Sabemos que onde tem consumismo, tem impacto em algum lugar. No planeta ou bem aqui, do nosso ladinho. Esse desequilíbrio demonstra que ainda estamos longe de práticas sustentáveis quando o quesito é roupa e afins. A moda é a segunda indústria que mais polui na hora de produzir suas peças e a que tem mais dificuldade em descartar, uma vez que a maioria dos tecidos não são biodegradáveis ou recicláveis. Ainda que você mande suas coisas para o bazar da igreja, troque entre as amigas, doe para um morador de rua ou venda para um brechó, é preciso reduzir o consumo, a única maneira de reduzir esse impacto ambiental.</p>
<p>A responsabilidade está em consumir de forma consciente, sabendo escolher a peça que realmente precisa antes de levar para casa, evitando que ela seja usada uma única vez, ou pior, que fique esquecida no armário e acabe sendo desovada em um brechó ou num bazar sem sequer ter sido usada. Comprar menos, escolher peças com boa qualidade e que tenham durabilidade, conhecer seu corpo, valorizar seu estilo independente de modismos são pequenas dicas que podem contribuir muito para um planeta melhor.</p>
<p>O Portal Ecoera<a href="https://www.portalecoera.com.br/"> (www.portalecoera) </a>que tem a missão de mostrar como podemos impactar de forma positiva o meio ambiente e a sociedade com atitudes práticas do dia a dia sugere 5 passos para se tornar um consumidor consciente. Veja que não é preciso muito esforço:</p>
<p>#1<br />
Primeiro de tudo pergunte se realmente você precisa daquele produto. Aproveite para organizar seu guarda roupa. Veja se a peça que deseja comprar pode ser coordenada com outras que você já tem.</p>
<p>#2<br />
Sempre experimente a peça antes de adquirir. Assim, não leva para casa uma roupa que não lhe cai bem e que vai ficar parada sem uso.</p>
<p>#3<br />
Pesquise, seja curioso e busque o máximo possível de informações sobre a marca que fabricou a peça que está levando. Faça sempre as seguintes perguntas antes de finalizar uma compra: quem, como e onde foi feita a peça que vou vestir. Promova marcas que são transparentes, valorizam seus colaboradores e usam matérias primas mais limpas e de menor impacto ambiental.</p>
<p>#4<br />
Pense a longo prazo e prefira peças de qualidade, que possam durar muito tempo. O barato sai caro. Desconfie quando o preço é muito baixo, pois o material provavelmente também é de baixíssima qualidade e a mão de obra não foi paga de forma justa.</p>
<p>#5<br />
Leia etiqueta e promova o feito no Brasil. Quando compramos peças nacionais, estamos fomentando a economia local e valorizando a nossa cultura.</p>
<p>E a gente ainda acrescentaria: inclua os brechós na sua vida. A longo prazo, é uma atitude que pode contribuir para inibir a produção desenfreada das ‘<em>fastfashions</em>’. A roupa de segunda mão é aquela que já foi produzida, os recursos naturais já foram gastos e ela está aí dando sopa.</p>
<p>Já falamos <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://asn.blog.br/2016/05/17/sobre-brechos-mitos-e-novos-habitos/">aqui</a> </span> sobre isso, mas vale lembrar: brechós são espaços para você garimpar peças bacanas, únicas, com uma boa história, a preços mais atrativos do que uma peça nova. São espaços que te ajudam a encontrar seu estilo &#8211; e isso vai te tirar da zona de conforto, é importante ressaltar &#8211; mas vai te ajudar a encontrar a roupa que mais combina com você, independente se está na moda ou não. Até porque estilo não é algo passageiro, portanto muito mais assertivo. Parar e pensar antes de comprar, levar apenas o que realmente precisa, buscar algo que já está produzido são, sem dúvida, formas de praticar um consumo mais consciente.</p>
<p>(Leia todos os posts do Blog Desacomoda, de Fabiana Pacola e Marcela Pacola, <a href="http://asn.blog.br/category/fabiana-marcela/">aqui</a>)</p>
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