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	<title>Agência Social de Notícias &#187; CampinasCulturalNaoPara</title>
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		<title>SELO EDITORIAL DE CAMPINAS REALIZA LANÇAMENTO COLETIVO NA LIVRARIA LEITURA</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
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		<description><![CDATA[Evento reúne lançamento das primeiras autoras do selo, com roda de conversa e coquetel na Leitura do Shopping Parque Dom Pedro &#160; O Selo Editorial Capitolinas realiza neste sábado, 15 de agosto, das 16h às 19h, o lançamento coletivo de suas sete primeiras autoras, em um encontro que celebra a literatura produzida por mulheres e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Evento reúne lançamento das primeiras autoras do selo, com roda de conversa e coquetel na Leitura do Shopping Parque Dom Pedro</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Selo Editorial Capitolinas realiza neste sábado, 15 de agosto, das 16h às 19h, o lançamento coletivo de suas sete primeiras autoras, em um encontro que celebra a literatura produzida por mulheres e a diversidade de vozes que integram o catálogo da editora. O evento acontece na Livraria Leitura do Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas, e apresentará os livros das escritoras Sofia Finguermann, Maria Emanuelle Osório Prates, Célia Fujii, Mila Nascimento, Alexandra Chaves, Alessandra Collaço e Salete Fernandes.</p>
<p>Com a proposta “Escrever para permanecer”, o Selo Editorial Capitolinas foi criado pelo Clube Literário Capitolinas no início de 2026 com o propósito de que mulheres sejam lidas e conquistem seu espaço dentro do mercado literário, facilitando a publicação e a circulação de obras de autoria feminina. Os primeiros livros que integram o catálogo do Selo transitam pelos gêneros da poesia e da prosa, evidenciando a diversidade de vozes presentes na literatura produzida por mulheres.</p>
<p>Durante a programação, as autoras participarão de uma roda de conversa sobre suas experiências no processo de publicação dos livros, compartilhando com o público os caminhos percorridos desde a escrita até a chegada das obras aos leitores. O encontro será também uma oportunidade para conhecer de perto as diferentes perspectivas, histórias e processos criativos que estão por trás dos livros publicados pelo Selo Editorial Capitolinas.</p>
<p>Integram o lançamento as obras <i>Tantas se não todas</i>, de Sofia Finguermann; <i>Pugilismo, segundo Lauren L.</i>, de Maria Emanuelle Osório Prates; <i>Química Íntima</i>, de Célia Fujii; <i>Doutores não sabem dançar</i>, de Mila Nascimento; <i>Versos de uma garota de salto</i>, de Alexandra Chaves; <i>No caminho encontro a coragem</i>, de Alessandra Collaço; e <i>Entre silêncios</i>, de Salete Fernandes.</p>
<p>Ao optar pelo lançamento coletivo, o Selo Capitolinas propõe um encontro entre autoras, leitoras e leitores e pessoas interessadas na produção literária contemporânea, valorizando não apenas os livros, mas também as trajetórias e experiências que dão origem a cada publicação. A roda de conversa permitirá ao público conhecer os desafios, as descobertas e os momentos marcantes vivenciados pelas escritoras ao longo desse percurso.</p>
<p>Após a conversa, será servido um coquetel e as autoras autografarão seus livros. O evento é aberto ao público e representa uma oportunidade para conhecer as primeiras publicações do Selo Editorial Capitolinas, prestigiar mulheres que escrevem e celebrar a literatura como espaço de expressão e construção de novas narrativas.</p>
<div id="attachment_21829" style="width: 1610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-17.53.56.jpeg"><img class="size-full wp-image-21829" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-17.53.56.jpeg" alt="O Clube Capitolinas na FLIP 2026 (Foto Capitolinas/Divulgação)" width="1600" height="900" /></a><p class="wp-caption-text">O Clube Capitolinas na FLIP 2026 (Foto Capitolinas/Divulgação)</p></div>
<p><strong>Clube Literário Capitolinas levou a escrita das mulheres para a FLIP 2026</strong></p>
<p>O Clube Literário Capitolinas participou da 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), realizada de 22 a 26 de julho em Paraty/RJ, consolidando sua atuação como um importante coletivo de incentivo à literatura como ferramenta de fortalecimento feminino. Integrando a Casa Parceira Tyiwaras-Tikunas + Neomarginais<b> + Capitolinas</b>, o grupo levou à programação oficial do evento um expressivo time de 16 escritoras, que participaram em todas as mesas de conversa da Casa e de diversos saraus ao longo do festival.</p>
<p>Representaram o coletivo as escritoras Mila Nascimento, Mariela Mei, Daniela Camargo, Ana Castro, Sofia Finguermann, Luana Dalmolin, Alessandra Collaço, Célia Fujii, Salete Fernandes, Talita Olivieri, Vanessa Corrêa, Marli Angélica, Anelena, Renata Liberta, Rafa Vero e Letícia Gomes. Ao longo da programação, as autoras compartilharam suas trajetórias, processos criativos e reflexões sobre literatura, identidade, memória, território e protagonismo feminino, fortalecendo o diálogo entre escritoras, leitoras e leitores, artistas e representantes do mercado editorial.</p>
<p>As Capitolinas integraram quase todas as atividades na programação da Casa Parceira, compondo mesas que abordaram diferentes perspectivas da produção literária contemporânea, com temas como poesia, ancestralidade, educação, gênero, erotismo, inovação narrativa e o papel da literatura como instrumento de resistência e construção de memória.</p>
<p>Além da participação nas atividades da casa, o Clube Capitolinas pode também apresentar oficialmente na FLIP o Selo Editorial Capitolinas, iniciativa criada pelo coletivo para estimular e ampliar a produção e a circulação da literatura contemporânea feita por mulheres. Sob o tema “Escrever para permanecer”, o selo estreou no festival apresentando suas seis primeiras escritoras publicadas, com quatro delas presentes no evento e compondo da programação literária da Casa.</p>
<p>Desta forma, o Selo Capitolinas nasce como um projeto de permanência e visibilidade para escritoras, reafirmando o compromisso do coletivo de criar caminhos para que mais mulheres escrevam, publiquem suas obras, ocupem espaços historicamente menos acessíveis e, através de suas histórias, permaneçam.</p>
<p><b>LITERATURA COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO</b></p>
<p>Fundado em 2024 pela médica e escritora Mila Nascimento, o Clube Literário Capitolinas é um coletivo de fortalecimento feminino formado por leitoras e escritoras e destinado a transformar as estruturas sociais por meio da literatura.</p>
<p>Com o slogan &#8220;Ninguém pode parar uma mulher que lê&#8221;, o Capitolinas reúne mais de 70 mulheres em diferentes regiões do Brasil e também no exterior. Além dos encontros literários, o coletivo promove saraus, oficinas de escrita, rodas de conversa e intervenções poéticas em territórios de vulnerabilidade social, criando espaços de escuta, formação, acolhimento e colaboração entre mulheres.</p>
<p>Em 2026, o coletivo expandiu sua atuação com a criação do Selo Editorial Capitolinas, iniciativa que reforça seu objetivo de fortalecer a presença feminina no universo literário. Sob tema &#8220;Escrever para permanecer&#8221;, o selo surge para possibilitar que mulheres não só leiam, como também sejam lidas, publicadas e reconhecidas por suas produções.</p>
<p>A participação na 24ª FLIP reafirma o papel do Clube Literário Capitolinas como um espaço de formação, produção e difusão da cultura feita por mulheres. Ao reunir escritoras de diferentes trajetórias em uma programação intensa de debates, lançamentos e saraus, o coletivo fortalece sua missão de democratizar o acesso à literatura e incentivar e ampliar as vozes femininas no cenário literário brasileiro.</p>
<p><b><i>_________________</i></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><b><i>“Para nós, MULHERES, ocupar o maior festival literário do país vendendo livros, participando de mesas, autografando, mostrando nosso trabalho é, sem dúvida, algo revolucionário. Estamos combatendo o silenciamento por meio do registro escrito de nossas próprias histórias”</i></b></p></blockquote>
<p><b>Mila Nascimento, fundadora do Clube Capitolinas</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>_________________</i></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Paraty, as Capitolinas celebraram não apenas a palavra escrita, mas também a construção de uma rede que transforma a literatura em instrumento de pertencimento, ocupando e transformando espaços de direito e possibilitando que mulheres escrevam suas próprias histórias e, através delas, permaneçam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><b>__________________________</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><b>LANÇAMENTO COLETIVO DO SELO EDITORIAL CAPITOLINAS</b></p>
<p><b>Data</b>: 15 de agosto</p>
<p><b>Horário</b>: das 16h às 19h</p>
<p><b>Local</b>: Livraria Leitura – Shopping Parque Dom Pedro (Av. Guilherme Campos, 500 &#8211; Jardim Santa Genebra, Campinas).</p>
<p><b>Programação</b>: lançamento dos livros, roda de conversa com as autoras e coquetel – aberto ao público, entrada gratuita.</p>
<p><b>Autoras</b>: Sofia Finguermann, Maria Emanuelle Osório Prates, Célia Fujii, Mila Nascimento, Alexandra Chaves, Alessandra Collaço e Salete Fernandes.</p>
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		<title>Festival Hercule Florence 2026: reflexões sobre memória e crise climática</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 21:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Com exposições, debates, experiências imersivas e grandes nomes da fotografia, evento será realizado de 5 a 23 de agosto e inaugura as ações rumo ao Bicentenário da Fotografia no Brasil Campinas recebe, de 5 a 23 de agosto, a 16ª edição do Festival Hercule Florence, um dos principais eventos dedicados à fotografia no país. Com ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com exposições, debates, experiências imersivas e grandes nomes da fotografia, evento será realizado de 5 a 23 de agosto e inaugura as ações rumo ao Bicentenário da Fotografia no Brasil</em></p>
<p>Campinas recebe, de 5 a 23 de agosto, a 16ª edição do Festival Hercule Florence, um dos principais eventos dedicados à fotografia no país. Com o tema &#8220;Territórios em Transformação – Da Expedição Langsdorff à Crise Climática&#8221;, a programação propõe uma reflexão sobre as mudanças na relação entre sociedade, natureza e memória, utilizando a fotografia como ferramenta de registro, investigação e transformação. O evento conta com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.</p>
<p>Inspirado pelo legado de Hercule Florence, inventor radicado em Campinas e pioneiro da fotografia, o festival convida o público a pensar sobre quais paisagens, histórias e modos de vida merecem ser preservados diante dos desafios impostos pela emergência climática. Se as expedições científicas do século XIX buscavam compreender e documentar o território, a fotografia contemporânea amplia esse olhar para os impactos ambientais e sociais do presente.</p>
<p>A edição de 2026 marca o início de um ciclo de ações em direção ao Bicentenário da Fotografia no Brasil, que será celebrado em 2033. Durante quase três semanas, diferentes espaços da cidade receberão atividades que aproximam arte, ciência e educação, consolidando Campinas como um importante polo de produção e difusão da fotografia.</p>
<div id="attachment_21782" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-13.53.18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-21782" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-13.53.18-300x225.jpeg" alt="A Sala dos Toninhos, na Estação Cultura, figura entre os espaços que receberão as atividades da 16ª edição do Festival Hercule Florence Crédito: Firmino Piton/PMC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A Sala dos Toninhos, na Estação Cultura, figura entre os espaços que receberão as atividades da 16ª edição do Festival Hercule Florence Crédito: Firmino Piton/PMC</p></div>
<p>A programação ocupará museus, universidades, o Sesc Campinas, o Senac Campinas, a Galeria Foto Ponto e espaços públicos da cidade, reunindo exposições, debates, oficinas, experiências imersivas, encontros internacionais e leituras de portfólio. Entre os destaques estão a participação de importantes nomes do fotojornalismo brasileiro, como Lalo de Almeida e Rogério Assis, além de mostras a céu aberto promovidas pela Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo (ARFOC-SP).</p>
<p>Ao reunir profissionais, pesquisadores, estudantes e amantes da fotografia, o Festival Hercule Florence reafirma o papel da imagem como instrumento de memória, documentação e sensibilização, promovendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e estimulando novas formas de compreender as transformações do território e do meio ambiente.</p>
<p>PROGRAMAÇÃO OFICIAL – 16º FESTIVAL HERCULE FLORENCE</p>
<p>Quando: 5 a 23 de agosto de 2026<br />
Onde: Diversos espaços culturais de Campinas<br />
Informações: www.festivalherculeflorence.com.br  | Instagram: @festivalherculeflorence</p>
<p>5 de agosto (Quarta-feira)</p>
<p>Centro de Convivência Cultural (Galeria Lygia Testa): Abertura da exposição A Oitava Arte – Fotografia, Arte Essencial II.</p>
<p>7 de agosto (Sexta-feira)</p>
<p>18h | Galeria Foto Ponto: Abertura da exposição internacional Broken Forests Group (Brasil-Canadá).</p>
<p>8 de agosto (Sábado)</p>
<p>10h às 13h | Ozipa Cultura: Abertura da exposição Ela Ficava Muda Debaixo do seu Cinza, de Carolina Engler, com roda de conversa.</p>
<p>A partir das 14h | TOTE Espaço Cultural: Abertura de exposição (14h), Performance Journey of the Unseen (16h), Performance WALA (18h) e Apresentação da Brokenz Band (19h).</p>
<p>15h às 17h | Sesc Campinas: Bate-papo Territórios em Transformação, com Lalo de Almeida e Rogério Assis. Mediação: Suzana Barreto.</p>
<p>11 de agosto (Terça-feira)</p>
<p>17h30 às 21h | Sesc Campinas: Experiência Imersiva com Alessandro Celante. Um set fotográfico performático em uma banheira transforma o retrato em arte aberta ao público.</p>
<p>13 de agosto (Quinta-feira)</p>
<p>11h às 13h e 14h às 16h | Sesc Campinas: Oficina Câmera Caixote Lambe-Lambe, com Marcos Zaniboni.</p>
<p>19h &#8211; MIS Campinas: Abertura da exposição O Que os Olhos Não Veem, da fotógrafa francesa Alexia Brunet. Realizada em parceria com a Aliança Francesa .</p>
<p>14 de agosto (Sexta-feira)</p>
<p>10h às 13h | Sesc Campinas: Oficina Princípios da Fotografia, com Ricardo Hantzschel.</p>
<p>14h às 17h e 18h às 21h | Sesc Campinas: Experiência Imersiva (Turmas 1 e 2), com Alessandro Celante. Mergulho prático em fotografia expandida.</p>
<p>15 de agosto (Sábado)</p>
<p>Praça Imprensa Fluminense: Abertura da 20ª Mostra Anual de Fotojornalismo da ARFOC-SP, exibindo 50 cavaletes expositivos a céu aberto.</p>
<p>18 de agosto (Terça-feira)</p>
<p>19h30 | Câmara Municipal de Campinas: Sessão Solene de entrega da Medalha Hercule Florence.</p>
<p>19 de agosto (Quarta-feira)</p>
<p>Unicamp (BORA): Abertura oficial do Festival e inauguração da exposição Langsdorff 200 em Campinas.</p>
<p>20 de agosto (Quinta-feira)</p>
<p>20h | Galeria Foto Ponto: Palestra com o fotógrafo cubano Yasmany, integrando a programação do Festival Hercule Florence, junto à reunião mensal do Nufca.</p>
<p>21 de agosto (Sexta-feira)</p>
<p>09h30 | Senac Campinas: Abertura dos portões para as atividades especiais do Festival.</p>
<p>10h | Senac Campinas: Palestra Fotografia Contemporânea, Híbrida ou Expandida com a Dra. Yara Schreiber Dines.</p>
<p>14h às 17h | Senac Campinas: Leitura de Portfólios. Consolidando a parceria com o Senac, 12 profissionais da imagem (fotógrafos de Campinas e professores da instituição) conduzem as leituras, além de debates focados na crise climática.</p>
<p>17h às 22h | Praça Bento Quirino: Projeto A Cidade Revelada (videomapping, intervenções visuais e DJs no Centro Histórico).</p>
<p>22 de agosto (Sábado)</p>
<p>09h | Centro Histórico: Caminhada Fotográfica Haja / Festival Hercule Florence.</p>
<p>11h às 20h | Galeria Foto Ponto: 2ª Feira de Autores de Fotografia (artistas, editoras independentes, lançamentos, varal de trocas e mini palestras).</p>
<p>14h às 16h | Sesc Campinas: Oficina Gambiarra em Família – Construindo uma Pinhole, com Roger Hama Sassaki.</p>
<p>23 de agosto (Domingo)</p>
<p>11h às 16h | Galeria Foto Ponto: Continuação da Feira de Autores e encerramento coletivo dos lambe-lambes.</p>
<p>14h às 16h | Sesc Campinas: Oficina Gambiarra em Família – Construindo uma Pinhole, com Roger Hama Sassaki.</p>
<p>A partir das 15h | Estação Cultura (Sala dos Toninhos): Encerramento oficial do Festival com Batalha de MCs.</p>
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		<title>Exposição “A Oitava Arte&#8221; reúne 22 artistas fotógrafos no Centro de Convivência Cultural</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 20:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra com curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi integra a programação do XVI Festival Hercule Florence e fica em cartaz de 5 a 29 de agosto O Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe, de 5 a 29 de agosto, a exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, mostra que reúne obras de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Mostra com curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi integra a programação do XVI Festival Hercule Florence e fica em cartaz de 5 a 29 de agosto</i></p>
<p>O Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe, de 5 a 29 de agosto, a exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, mostra que reúne obras de 22 artistas fotógrafos e integra a programação oficial do XVI Festival Hercule Florence. O vernissage acontece no dia 5 de agosto, às 19h, no saguão principal do espaço.</p>
<p>Em sua segunda edição, a exposição apresenta duas obras de cada artista participante, reunindo diferentes olhares, linguagens e abordagens sobre a fotografia como expressão artística. A mostra tem curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi e conta com apoio da Prefeitura de Campinas e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Por integrar a programação do XVI Festival Hercule Florence, a iniciativa também conta com apoio da Unicamp, Senac e Sesc.</p>
<p>Além de marcar a abertura da 16ª edição do Festival Hercule Florence, a exposição fará parte do encerramento da programação, com uma visita guiada pela mostra. Ao todo, serão apresentadas 44 fotos de 22 artistas. Aos sábados, o público também poderá visitar a tradicional feira hippie do centro cultural, que acontece em frente à entrada do espaço onde estarão as obras.</p>
<p>Para Ligia Testa, a proposta da mostra é reforçar a fotografia como uma linguagem central na arte contemporânea, capaz de transitar entre o registro, a interpretação e a construção poética da imagem.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-17.40.36.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21768" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-17.40.36.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-07-17 at 17.40.36" width="1080" height="1350" /></a></p>
<p>“A ideia de chamar a fotografia de ‘oitava arte’ é sedutora, ainda que não seja exatamente consensual do ponto de vista histórico. Por isso, é importante reconhecê-la como essencial: a fotografia deixou de ser apenas um registro técnico para se firmar como uma das linguagens centrais da arte e da cultura visual contemporânea. Sem fotografia, não há cultura imagética como a conhecemos hoje”, afirma Ligia.</p>
<p>Para Rosita Cavenaghi, a fotografia deve ser compreendida também por sua dimensão coletiva e social. “Chamar a fotografia de essencial não é exagero. A fotografia molda a nossa memória coletiva, redefine a forma como percebemos o real e democratiza a produção de imagens. Hoje, além de sustentar grande parte da cultura visual contemporânea, ocupa um papel central na maneira como registramos, interpretamos e compartilhamos o mundo”, afirma.</p>
<p>Participam da exposição os fotógrafos Bel Young, Cadu Carmignani Verdade, Cati Alionis, Claudio Colavolpe, Daniel Gallo, Daniel Von, Elisabeth Wortsman, Fabiana Yazbek, Germano, Heloisa Tannuri, Huguette Gallo, JR Hofling, Marcio Murilo Pilot, Piergiorgio Castrucci, Pierre Piton, Renata Grangeiro, R. Kovacs, Ricardo Lima, Sayuri Assanuma, Sergio Poroger, Tania Martins e Thelma Gátuzzô.</p>
<p>“É com grande alegria que a exposição ‘A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II’ integra a programação oficial da 16ª edição do Festival Hercule Florence, em agosto. Esta é uma belíssima ação idealizada e realizada por Ligia Testa e Rosita Cavenaghi, que agora se une ao Festival para somar forças e dar ainda mais visibilidade à nossa paixão em comum. É uma excelente oportunidade para apresentar o seu olhar, compartilhar a sua linguagem e fazer parte de uma mostra que valoriza a fotografia como expressão artística essencial”, comenta Ricardo Lima, idealizador e presidente do Festival Hercule Florence.</p>
<p>A presença da mostra na programação do Festival Hercule Florence amplia a visibilidade da iniciativa e reforça o diálogo entre artistas, instituições culturais e público em torno da fotografia como linguagem artística, documental e contemporânea.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
<b>Exposição:</b> A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II<br />
<b>Período:</b> de 5 a 29 de agosto de 2026<br />
<b>Vernissage:</b> 5 de agosto, às 19h<br />
<b>Local:</b> Centro de Convivência Cultural de Campinas — saguão principal<br />
<b>ENTRADA GRATUITA</b></p>
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		<title>Pelo 10º ano, Anelo é convidado para representar o Brasil em festival italiano</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Instituto busca patrocínio para custear a participação no Ancona Jazz 2026, consolidando uma parceria iniciada em 2015, com impacto no projeto em Campinas e também na Europa  O Anelo, instituto sem fins lucrativos que oferece aulas de música no distrito de Campo Grande, periferia de Campinas (SP), se mobiliza com o objetivo de levar músicos até ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Instituto busca patrocínio para custear a participação no Ancona Jazz 2026, consolidando uma parceria iniciada em 2015, com impacto no projeto em Campinas e também na Europa </b></p>
<div>O <span class="il">Anelo</span>, instituto sem fins lucrativos que oferece aulas de música no distrito de Campo Grande, periferia de Campinas (SP), se mobiliza com o objetivo de levar músicos até a Itália pela décima vez no final deste mês de julho, para participação como convidado do Ancona Jazz Summer. Com três representantes, a associação espera dar início à segunda década de  parceria  musical em solo italiano &#8211; um feito com marcas importantes no desenvolvimento dos alunos atendidos e professores. Para viabilizar a viagem, porém, está em busca de um patrocínio para complementar os recursos necessários.</div>
<div></div>
<div>Com um convite recebido em 2015, então para o Arcevia Jazz Feast, por intermédio do músico Guilherme Ribeiro, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> iniciou uma jornada de parceria que  trouxe para a organização inúmeras possibilidades de aprendizado e trocas pedagógicas e de performance. “O que nunca havia se desenhado como uma possibilidade para os meninos e meninas da periferia de Campinas, tornou-se uma fonte de inspiração e possibilidade e, hoje, representa mais do que um marco, mas uma vitória da comunidade que pode se mostrar para o mundo de forma lúdica, para além dos estereótipos de vulnerabilidade que toda periferia carrega”, aponta Luccas Soares, fundador e coordenador geral do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>.</div>
<div></div>
<div>Soares enfatiza que a experiência “surreal vivida em 2015”, para as realidades dos músicos do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> &#8211; pessoas nascidas e criadas em um contexto de privações de acesso à cultura e a condições ideais de vida -, mudou a perspectiva de atuação e de possibilidades dos músicos, que passaram a enxergar menos barreiras para alcançar o mundo por meio da música.</div>
<div></div>
<div>“A empreitada, ao ser revisitada, parece à primeira vista que foi vivida de forma sem obstáculos, mas é aí que a realidade se impõe novamente. Em todas as ocasiões em que cumpria o propósito de levar músicos à Itália, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> enfrentou desafios financeiros, que foram vencidos com muito esforço, ajuda de apoiadores, iniciativas de arrecadação, como venda de pizza, bazares, venda de apresentações musicais solidárias, pedido de doações e muita vontade de fazer a viagem acontecer, sem nunca termos conseguido um patrocínio direto de fato”, explica. Nesta edição, além da busca de um patrocínio, o instituto também está recebendo doações de qualquer valor via conta bancária (confira os dados ao fim do texto).</div>
<div></div>
<div>Ao longo dos anos, e até este momento, a parceria já garantiu a ida de 44 músicos da instituição para o festival da pequena cidade italiana de Acervia, que nesta edição se funde ao Ancona Jazz Summer, formando um importante polo de cultura de música improvisada na Itália. “A experiência também abriu o nosso horizonte de possibilidades. Só de passar a enxergar o mundo afora como um lugar que também é da periferia, fomos à China, Alemanha e África do Sul, sempre levando música brasileira e dividindo com a comunidade o que aprendemos. Fruto disso, é o Festival Transforma (criado no instituto), que já chegou a sua sétima edição e é inspirado no Arcevia Jazz Feast”, complementa Soares.</div>
<div></div>
<div>No festival internacional Ancona Jazz Summer 2026, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> representará o Brasil com apresentações e uma oficina de baião, ritmo que encantou os italianos desde a primeira participação do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> na Itália. Serão seis dias de atividades &#8211; de 26 de julho a 1º de agosto.</div>
<div></div>
<div><b>Edição 2026 </b></div>
<div></div>
<div>Neste ano, a associação levará à Europa um trio, composto pelo fundador e coordenador geral do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, Luccas Soares, pela percussionista e professora Adriana Laranjeira e pela aluna de prática de banda Vanessa de Jesus. Além de divulgar a música brasileira na Itália, os músicos do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, além de um grupo sueco, também convidado, participarão de ações em sala de aula, trocando e difundindo conhecimento com os europeus. O festival bancará parcialmente os custos de hospedagem e alimentação, mas, para garantir presença na Itália , o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> precisa arrecadar R$ 35 mil. O valor estimado é o necessário para conseguir arcar com os custos da viagem e demais gastos previstos durante a estadia.</div>
<div></div>
<div>Soares conta que a parceria com o Arcevia Fest começou em 2015, quando o pianista e acordeonista Guilherme Ribeiro, hoje é maestro da Orquestra <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, que já participava  do festival nos anos anteriores. Ele fez a ponte entre o evento e o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, apresentando o trabalho do instituto e viabilizando a participação, à época, de um grupo de cinco representantes. Desde então, a instituição conseguiu enviar outros grupos, consecutivamente até Arcevia, consolidando uma parceria que também rendeu visitas de estudantes de música italianos a Campinas e uma relação de amizade com a cantora italiana Suzanna Stivali, que chegou a ministrar aulas na associação. A única exceção foi 2020, auge da pandemia de Covid-19.</div>
<div></div>
<div>“Nossa parte didática foi impactada diretamente pela parceria. Isso fora o contexto social. Para os jovens da periferia, a Itália é algo muito longe ou desconhecido. Minha mãe, por exemplo, até me perguntou se a gente iria de ônibus. Então, ter essa oportunidade é muito relevante, não é ostentação ou um luxo, e sim mostrar que os músicos daqui podem alcançar esse palco”, afirma Soares. Segundo ele, a escolha pelo gênero baião nas apresentações atende a um interesse dos organizadores do festival, repetindo uma opção feita na primeira participação, em 2015, com grande aceitação.</div>
<div></div>
<div><b>Oportunidade </b></div>
<div></div>
<div>Estudante no <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, Vanessa de Jesus Silva Sarmento, seguirá, aos 30 anos de idade, para sua primeira viagem internacional. Mineira de Belo Horizonte, ela começou na música na igreja, e se mudou para a região de Campinas ainda criança, devido a uma necessidade dos pais. Fascinada por ritmos e influenciada principalmente pela black music, se dedica à formação em bateria e contrabaixo e está há três anos no <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>.</div>
<div></div>
<div>“Em busca de oportunidades, estava fazendo testes para entrar no conservatório de Tatuí, mas acabei desistindo pela distância e necessidade de locomoção constante, que seria muito custosa. Então acessei o Google à procura de lugares para aprender música na região, e o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> veio como primeira opção. Me interessei pelos projetos que existiam nele, a relevância, e a quantidade de alunos talentosos”, conta.</div>
<div></div>
<div>“O <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> exerce um papel fundamental no meu processo de formação musical, proporcionando acesso ao estudo da música de qualidade e a vivências que talvez eu não tivesse em outros contextos. Receber a notícia de que faria parte do trio que irá para a Itália foi uma grande alegria e uma surpresa muito especial. Senti orgulho, satisfação e honra. Demorou um tempo para eu compreender a dimensão dessa oportunidade para minha trajetória musical. Ter uma experiência internacional como essa e poder incluí-la em meu portfólio é algo que considero extremamente significativo.”</div>
<div></div>
<div>Já Adriana Laranjeira, outra representante do trio, e que atua há 20 anos como baterista, percussionista e professora,  afirma que participar do festival na Itália representa a realização de um sonho pessoal e profissional.</div>
<div></div>
<div>“É a minha primeira vez no país e poder representar o Instituto <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> e a música brasileira em um festival internacional é motivo de muita honra e alegria. O repertório que estamos preparando busca valorizar a riqueza rítmica e a diversidade da música brasileira, levando um pouco da nossa identidade cultural para o público internacional. Adriana considera que o contato com músicos de diferentes culturas servirá para ampliar a visão artística dos representantes do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, incorporar conhecimentos e inspirar novas possibilidades de ensino. “Tenho certeza de que voltarei ainda mais motivada para compartilhar essas vivências com meus alunos e continuar construindo caminhos através da música“, aponta.</div>
<div></div>
<div>“No <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, além de professora, tenho a alegria de acompanhar de perto o impacto transformador da música na vida dos alunos.”</div>
<div></div>
<div><b>Música sem barreiras </b></div>
<div><b> </b></div>
<div><img class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=1eab71f109&amp;attid=0.2&amp;permmsgid=msg-f:1869421132518211767&amp;th=19f1849d8b5b40b7&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1869421132518211767&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ8vO2NyTJ0QWXUl2s-QtYkv16Q60djneJSlyab0xN7ssq3cnVoVT2QiQVs4OBAH6w4TRoN9FOZMm_oXi7uOVphyZYL0j7MgK_5xiG-XWuAdoRsleN269gZM1SQ&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mqzzdiql1&amp;zw" alt="Ancona Divulgação.jpeg" width="467" height="334" data-image-whitelisted="" data-bit="iit" /></div>
<div>Ancona, cidade que receberá o festival   Foto: Divulgação</div>
<div></div>
<div>Segundo o diretor do Arcevia Feast e professor de trompete Samuele Garofoli, o festival, que ocorre há 28 anos, busca o desenvolvimento do pensamento musical por meio de uma didática e de uma metodologia já comprovadas. Ele ressalta como grande diferencial do evento a possibilidade aberta para unir pessoas e compartilhar diferentes experiências. “No festival tocamos o dia inteiro, levantamos temas, mas há também momentos de partilha. À mesa, enquanto todos comem juntos, nas jam sessions, desde o café da manhã até tarde da noite, sem nenhuma barreira geracional ou de gênero.”</div>
<div></div>
<div>Garofoli revela que as participações musicais de Brasil e Suécia ganham atenção especial dos organizadores nesta edição. “Muitos desses artistas que tocarão à noite estarão em sala de aula no dia seguinte”, conta. Afirma ainda que a união com o Ancona Jazz preencherá uma demanda de aumento das atividades. “Sentíamos falta de shows e precisamos disso, porque fazer música não é apenas estudar, mas também ouvir, inspirar-se e conhecer músicos. A união com o Ancona Jazz dá origem a um polo cultural dedicado ao jazz e à música improvisada de grande importância na Itália. Não esquecemos nossas raízes, mas desenvolveremos outras atividades, dedicadas a residências de música, gravações e documentários.”</div>
<div></div>
<div>Sobre a relação com o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, ele define como parte de um processo de escolhas e de transformação do polo de formação italiano. “O trabalho realizado no Brasil é para nós uma grande fonte de inspiração. A atenção aos jovens, a construção de comunidades, o diálogo com o território e com diferentes culturas, a adaptação contínua dos espaços e da didática para responder aos desafios é uma abordagem que nos une. Os caminhos que seguimos são, em grande parte, fruto da experiência do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>. Arcevia Jazz Feast, Ancona e Instituto <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> são amigos para sempre.”</div>
<div></div>
<div><b>DOAÇÕES</b></div>
<div>Quem quiser contribuir com o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> para viabilizar a viagem dos músicos pode enviar qualquer valor para a conta bancária do instituto ou via PIX.</div>
<div>
Banco do Brasil<br />
Agência: 3551-3<br />
Conta Corrente: 11.379-4<br />
PIX (CNPJ): 05.896.161/0001-29</p>
<p>O <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> pede, por gentileza, que, após a doação seja enviado o comprovante para: <a href="mailto:contato@anelo.org.br" target="_blank">contato@<span class="il"><span class="il">anelo</span></span>.org.br</a></div>
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		<title>Cia Tugudum apresenta espetáculo de dança para bebês dias 4 e 5 de julho em Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:25:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[“Dança uma História?” será apresentado nos dias 04 e 05 de julho na sede do grupo às 11h Cia Tugudum apresenta neste sábado (04) e domingo (05), primeiro final de semana de julho de 2026, às 11h o espetáculo “Dança Uma História?” &#8211;  produção concebida para bebês e crianças até seis anos de idade, em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Dança uma História?” será apresentado nos dias 04 e 05 de julho na sede do grupo às 11h</em></p>
<p dir="ltr">Cia Tugudum apresenta neste sábado (04) e domingo (05), primeiro final de semana de julho de 2026, às 11h o espetáculo “Dança Uma História?” &#8211;  produção concebida para bebês e crianças até seis anos de idade, em sua sede (R. Maestro Francisco Manoel da Silva, 690 &#8211; Jd. Santa Genebra &#8211; Campinas). Em cena, as dançarinas Cecília Gomes, Olívia Blanc e Valéria Franco contam com o corpo, música e movimento pequenas histórias que surgem e se transformam como as brincadeiras infantis. As crianças, pais, mães, cuidadores e cuidadoras são convidadas a apreciar o espetáculo, que tem duração de 35 minutos, bem de perto, praticamente imersos na cenografia e embarcando no universo lúdico e delicado. Como é uma produção de ambientação intimista, são pouco lugares disponíveis. Os ingressos podem ser comprados antecipadamente pelo WhatsApp: 19 98109-5020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Pioneira nas pesquisas e produções de espetáculo para a primeira infância, a Cia Tugudum concebeu este espetáculo em 2013, na época com patrocínio do FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas). Ao longo destes 13 anos de sua estreia, a produção circulou com sucesso por creches municipais de Campinas, unidades do SESC-SP e Festival de Dança de Curitiba (PR).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“O corpo e o movimento das dançarinas são o alicerce do roteiro coreográfico, ora compondo paisagens, ora transformando-se em elementos e personagens que compõem as pequenas histórias.  A interação entre as linguagens da dança e da música e a improvisação – principais focos de pesquisa da Cia. Tugudum &#8211;  estão presentes em algumas das cenas em que as dançarinas brincam com a sonoridade de instrumentos percussivos e de sopro.”, explica a diretora Valéria Franco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O interesse dos bebês pelo movimento, pela interação e musicalidade nortearam as escolhas estéticas da diretora, que ministrou durante alguns anos atividades artísticas para bebês em uma creche próxima à sede do grupo, no Jardim Santa Genebra. Esta experiência e observação foram fundamentais no processo criativo e também para a consolidação de seu método de  para ensino-aprendizagem em dança como ferramenta de desenvolvimento integral do ser humano desde a 1ª infância, registrado em seu livro Diálogo Corpóreo &#8211; Pura Potência do Corpo Sujeito, lançado em 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Recomendações aos adultos</p>
<p dir="ltr">A Cia. Tugudum recomenda aos adultos que permitam aos bebês uma apreciação natural. Ou seja, não é necessário direcionar seu olhar durante as cenas. Caso haja algum desconforto do pequeno espectador, recomenda-se que os adultos acalmem os bebês no espaço externo e depois retornem ao espetáculo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Sobre a Cia. Tugudum</p>
<p dir="ltr">A Cia. Tugudum foi fundada em 1999. Ao longo dos anos criou espetáculos tanto para o público infantil como para o público adulto. Em reconhecimento às atividades de criação artística, a Cia. Tugudum foi contemplada em quatro edições do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas para a produção e circulação dos seguintes espetáculos: Corpo Fora (2008), Cuidado que Pega! (2009), Dança uma História (2013) e Apitaí (2023). O Ministério da Cultura também premiou a Companhia com os prêmios Klauss Vianna (2008-2009) e Procultura (2010) para o desenvolvimento de programações de dança contemporânea em sua sede. Atualmente, a Cia tem mais três espetáculos para bebês no seu repertório Psiu, vem brincar?!!(2016), Bichos (2022), Som na caixa (2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dança Uma História?</p>
<p dir="ltr">04 e 05/07  às 11h</p>
<p dir="ltr">Espaço Tugudum &#8211; Rua Maestro Francisco Manoel da Silva, 690 &#8211; Jardim Santa Genebra &#8211; Campinas, SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Ingressos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Venda de ingressos pelo whatsapp: 19 98109-5020</p>
<p dir="ltr">Antecipados até 30/06: R$ 35,00 uma criança + um adulto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na hora:</p>
<p dir="ltr">R$ 50,00 uma criança + um adulto</p>
<p dir="ltr">R$ 40,00 adulto (avulso)</p>
<p dir="ltr">R$ 20,00 criança (avulso)</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dança Uma História?</p>
<p dir="ltr">Espetáculo de dança contemporânea para bebês com a Cia Tugudum</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Direção: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Elenco: Cecília Gomes, Valéria Franco e Olívia Blanc</p>
<p dir="ltr">Cenografia: Júlio Lemos</p>
<p dir="ltr">Figurinos: Isabel Graciano</p>
<p dir="ltr">Pesquisa Musical: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Desenho de luz: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Operação técnica: João Dalga</p>
<p dir="ltr">Fotos: Suzana Barretto</p>
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		<title>Banda Pretas &amp; Pretos leva reflexão ao Festival Artes Pela Paz neste dia 9 de junho</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação gratuita será realizada no dia 9 de junho, às 20h, no Teatro do Centro de Convivência Cultural A força da música negra brasileira, o orgulho da ancestralidade e o compromisso com a transformação social estarão no palco do Festival Artes Pela Paz nesta terça-feira, dia 9 de junho. Às 20h, a banda Pretas &#38; ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apresentação gratuita será realizada no dia 9 de junho, às 20h, no Teatro do Centro de Convivência Cultural</em></p>
<p>A força da música negra brasileira, o orgulho da ancestralidade e o compromisso com a transformação social estarão no palco do Festival Artes Pela Paz nesta terça-feira, dia 9 de junho. Às 20h, a banda Pretas &amp; Pretos se apresenta gratuitamente no Teatro do Centro de Convivência, em Campinas, em um espetáculo que reúne canções autorais e clássicos da música brasileira marcados pela resistência e pela valorização da cultura afro-brasileira.<br />
Criado em 2021, o grupo integra o Instituto Anelo, organização sem fins lucrativos que oferece ensino gratuito de música no Distrito do Campo Grande, região noroeste de Campinas. Formada por professores e colaboradores da instituição, a banda nasceu com o propósito de dar visibilidade à presença negra dentro do Anelo e ampliar o debate sobre identidade, pertencimento e representatividade por meio da arte.<br />
No repertório, composições autorais como Deixa a Senzala, Carapuça, SambaColá e Queremos Mudar o Mundo dialogam com músicas que se tornaram símbolos da trajetória de artistas negros na música brasileira. Entre elas estão Tributo a Martin Luther King, eternizada por Wilson Simonal, e Olhos Coloridos, sucesso na voz de Sandra de Sá.<br />
Ao longo de sua trajetória, o Pretas &amp; Pretos vem consolidando sua presença na cena musical e cultural da região. Em 2023, o grupo participou do prestigiado projeto Sofar Sounds e lançou o EP Resistência, reunindo músicas que abordam temas como igualdade racial, memória e consciência coletiva. Em 2025, realizou uma extensa circulação por escolas estaduais de Campinas dentro do projeto Trilha Antirracista, promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.<br />
Mais recentemente, a banda lançou uma homenagem a Milton Nascimento com uma releitura de Maria, Maria e viveu um momento marcante durante o Festival Transforma 2026, ao dividir o palco com o cantor Wilson Simoninha, filho de Wilson Simonal. O encontro teve um significado especial para o grupo, já que a música Tributo a Martin Luther King foi uma das inspirações para sua formação.<br />
A apresentação no Festival Artes Pela Paz reforça a proposta do evento de promover o diálogo, a diversidade e a cultura como instrumentos de construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.<br />
Serviço<br />
Festival Artes Pela Paz – Show com a banda Pretas &amp; Pretos<br />
Data: 9 de junho (terça-feira)<br />
Horário: 20h<br />
Local: Teatro do Centro de Convivência – Campinas (SP)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Com Simoninha e versão inédita dos Titãs, Anelo encerra festival neste sábado, 30 de maio</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Show gratuito integra as celebrações dos 26 anos da entidade; na mesma data, será lançada versão de “Enquanto Houver Sol”, produzida por músicos do instituto &#160; O Instituto Anelo encerra neste sábado, dia 30, a programação especial de aniversário de seus 26 anos de fundação e a sétima edição do Festival Transforma. O fechamento do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Show gratuito integra as celebrações dos 26 anos da entidade; na mesma data, será lançada versão de “Enquanto Houver Sol”, produzida por músicos do instituto</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Anelo encerra neste sábado, dia 30, a programação especial de aniversário de seus 26 anos de fundação e a sétima edição do Festival Transforma. O fechamento do evento, que celebra a trajetória da organização voltada ao ensino gratuito de música na periferia de Campinas (SP), será marcado por um show de Wilson Simoninha e pelo lançamento de uma versão inédita produzida por músicos do instituto da canção “Enquanto houver sol”, composta por Sérgio Britto, integrante da banda Titãs. O dia ainda vai contar com apresentação do Coral &amp; Combo Anelo e atividade de Contação de Histórias com Priscila Corilow. Todas as atividades são de classificação livre e entrada gratuita.</p>
<p>A forte ligação entre os cantores Simoninha e Britto com o Instituto Anelo não é de hoje. Há anos, ambos mantêm uma estreita relação de parceria e colaboração com a entidade. O cantor, compositor, produtor e diretor musical Simoninha teve seu primeiro contato com o Anelo intermediado pelo trombonista e integrante da banda Pretas &amp; Pretos, Gláucio Santana, em 2021. Seu show será às 11h, no palco externo do instituto, com entrada gratuita limitada à lotação permitida do espaço, que é de 450 pessoas.</p>
<p>Para Simoninha, o convite do Anelo carrega um significado afetivo e profundo. “Receber esse convite foi muito especial porque minha relação com o Anelo não começou agora. Ela nasceu anos atrás, a partir de encontros com músicos ligados ao projeto, e foi crescendo de uma maneira muito bonita. Primeiro com a homenagem ao meu pai (Wilson Simonal), depois com a participação na música ‘Carapuça’ (canção autoral lançada pelo Instituto). Desde então, acompanho de perto a força desse trabalho”, relembra o músico.</p>
<p>Para o artista, fazer parte deste momento comemorativo é um verdadeiro presente, impulsionado por seu alinhamento com a missão social do projeto. “Estar em um lugar como o Anelo tem um significado enorme para mim porque acredito profundamente na música como ferramenta de transformação. Quando você vê uma instituição usando arte e educação para criar oportunidades e impactar a vida de crianças, jovens e famílias inteiras, percebe que a música vai muito além do palco. É uma alegria enorme fazer parte dessa história e celebrar um projeto tão importante”, conclui.</p>
<p>Fundado em maio de 2000, o Anelo soma 15 mil alunos atendidos, em 26 anos de história, oferecendo gratuitamente aulas de músicas a crianças, adolescentes, jovens e adultos. Com a missão de contribuir para o desenvolvimento humano e social por meio da música, a organização já levou a música brasileira, feita na periferia de Campinas, à Itália, África do Sul e China.</p>
<p><strong>Unidos por uma causa</strong></p>
<p>Segundo o fundador e atual coordenador geral do Anelo, Luccas Soares, o elo com Simoninha começou por meio de uma iniciativa antirracista do projeto social, que em 2021 reuniu vários músicos negros para formar a banda Pretas &amp; Pretos. A intenção era gravar inicialmente uma releitura da música Tributo a Martin Luther King, composição de Ronaldo Bôscoli e Wilson Simonal, pai de Simoninha. Para buscar autorização, Glaucio Santana, músico da recém-formada banda, que já havia tocado com Simoninha em um evento, intermediou o contato de Luccas com o artista.</p>
<p>“Me apresentei, falei do Anelo, da iniciativa do Pretas &amp; Pretos, e ele deu a bênção na hora para a gente gravar. Ficou superfeliz. Fizemos e ficou linda a versão da música. No ano seguinte, nós o convidamos para fazer uma gravação de uma música autoral do Anelo, composta por mim, a ‘Carapuça’. Ele ouviu, gostou e topou gravar com a gente, inclusive no estúdio dele, o S de Samba, em São Paulo, que tem parceria com o Jairzinho (o cantor e compositor Jair Oliveira). A partir de então, a relação foi se fortalecendo, ao ponto que depois a gente gravou com o Jairzinho também”, revela Luccas.</p>
<p>No Transforma, Simoninha será recebido pela primeira vez no Anelo em um show que prevê um repertório dançante, incluindo a releitura de Tributo a Martin Luther King e Carapuça, do Pretas &amp; Pretos, entre outras canções.</p>
<div id="attachment_21486" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Enquantohouver.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-21486" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Enquantohouver-150x150.jpg" alt="Verso da canção “Enquanto houver sol”, de Sérgio Britto (Titãs), traduz a essência e a trajetória do Instituto Anelo (Foto Caio Santos/Divulgação)" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Verso da canção “Enquanto houver sol”, de Sérgio Britto (Titãs), traduz a essência e a trajetória do Instituto Anelo (Foto Caio Santos/Divulgação)</p></div>
<p><b>“Enquanto houver sol”</b></p>
<p>O verso “Ainda há de haver esperança”, da canção “Enquanto houver sol”, de Sérgio Britto (Titãs), traduz a essência e a trajetória do Instituto Anelo. Essa vocação para transformar vidas por meio da música começou em 1996, em uma viela do Jardim Florence I, em Campinas, quando o então adolescente Luccas se apaixonou pela arte e decidiu seguir a carreira musical, mesmo sem imaginar onde aquele caminho o levaria. Hoje, a instituição mantém vivo o mesmo ideal, persistindo no trabalho social mesmo diante dos desafios atuais na captação de recursos financeiros. “O que mais o Anelo tem é esperança e fé”, declara Luccas. “Somos uma organização sem viés político-partidário e religioso, que acredita na diversidade, inclusão e na justiça social”, completa Luccas.</p>
<p>O coordenador geral lembra ainda que o cantor e compositor Britto foi quem o incentivou a compor músicas. “Britto foi muito generoso, me deu apoio nas minhas primeiras composições e isto fez total diferença no meu trabalho e no Anelo”, completa.</p>
<p>A versão feita no Anelo, que teve aval do compositor Sérgio Britto, conta com a participação de diversos músicos do Anelo nas vozes e instrumentação, além de crianças do coral. O lançamento da faixa ocorrerá em todas as plataformas digitais no dia 30.</p>
<p>“É uma alegria ter uma música minha gravada pelo Anelo, ainda mais pra celebrar essa data tão importante de 26 anos de existência do Instituto”, conta Britto. “Acho que a gravação deles é muito interessante porque ela ressalta um pouco esse lado esperançoso que tem na canção, ou seja, esses metais, a coisa mais swingada que o arranjo tem, diferentemente da original.”</p>
<p>Britto lembra que tanto ele quanto os Titãs têm uma relação já longa com o Anelo. “Já fizemos vários tipos de parcerias, de trocas, e, pra gente, não só pra mim, é uma honra, é um privilégio poder trabalhar com uma instituição que atua com integração social através da música.” E acrescenta: “É uma iniciativa muito brilhante e devia ser replicada Brasil afora. Essa ênfase na cultura e na música tão importante para o povo brasileiro e acho que tem tido resultados incríveis. Enfim, temos muito orgulho do que fizemos juntos com o Anelo.”</p>
<p><strong>Transforma</strong></p>
<p>O Transforma 2026 conta com apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, e foi contemplado pelo Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura. O festival segue com atividades formativas e apresentações ao longo da semana até o encerramento no sábado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_______________________________________________________________</p>
<p><strong><em>Programação – Festival Transforma – Anelo 2026</em></strong></p>
<p>Instituto Anelo: Rua Vicente de Marchi, 718 – Jardim Florence – Campinas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 26/05/2026 (terça-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 15h | Sede Anelo &#8211; Auditório</em></p>
<p>Oficina de Regência, com Marcos Ribeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 18h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação Orquestra Anelo recebe Sintia Piccin</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 27/05/2026 (quarta-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 18h | Sede Anelo &#8211; Auditório</em></p>
<p>Workshow &#8211; Anelo6teto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 29/05/2026 (sexta-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 8h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Oficina de Composição e Poesia, com Punka</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 9h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação Coletivo Mulheres</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 15h | Sede Anelo &#8211; Auditório</p>
<p>Workshow &#8211; Guilherme Lamas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 30/05/2026 (sábado)</strong></p>
<p>HORA: 8h | Sede Anelo &#8211; Sala 1</p>
<p>Oficina Processo de Criação e Contação de Histórias com Priscila Corilow</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 9h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</p>
<p>Apresentação: Combo e Coral Anelo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 10h | Sede Anelo &#8211; Sala 1</p>
<p>Oficina Processo de Criação e Contação de Histórias com Priscila Corilow</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 11h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</p>
<p>Apresentação Pretas&amp;Pretos recebe Wilson Simoninha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA DE “ENQUANTO HOUVER SOL”</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Compositor </span>- Sérgio Britto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Arranjo -</span> Fernando Baeta</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Vozes -</span> Julia Toledo</p>
<p>Levi Macedo</p>
<p>Luccas Soares</p>
<p>Simone Janita</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Guitarra -</span> Renan Augusto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Baixo -</span> Josias Teles</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bateria -</span> Filipe Lapa</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Teclado -</span> Cleberson Abade</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Percussão -</span>Leonardo Pelegrin</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Saxofone -</span> Romulo Oliveira</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trombone -</span> Marlon Risatto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trompete -</span> Gê Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Violoncelo -</span> Eduarda de Souza</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Violino -</span> Alline Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Áudio: Engenheiro de gravação, mixagem e</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">masterização -</span> Marcelo de Souza Cecchi</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Arte da Capa -</span> Luccas Soares</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Prod. Exec. -</span> Alline Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Direção Geral -</span> Guilherme Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Realização -</span> Instituto Anelo</p>
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		<title>Anelo celebra 26 anos com shows de  Dudu Nobre e Wilson Simoninha</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 20:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[O cantor Dudu Nobre abre o evento no dia 17, e Simoninha encerra a programação especial de aniversário no dia 30 de maio O Anelo, organização que oferece aulas gratuitas de música na periferia de Campinas, celebra seus 26 anos com a realização da sétima edição do Festival Transforma, com programação de 17 a 30 ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>O cantor Dudu Nobre abre o evento no dia 17, e Simoninha encerra a programação especial de aniversário no dia 30 de maio</i></p>
<p>O Anelo, organização que oferece aulas gratuitas de música na periferia de Campinas, celebra seus 26 anos com a realização da sétima edição do Festival Transforma, com programação de 17 a 30 de maio. Neste ano, a comemoração contará com as participações especiais de Dudu Nobre e Wilson Simoninha, que conheceram o trabalho do Anelo por meio de músicos ligados à organização. Com suas apresentações no palco externo, os artistas consolidam o elo deles com a entidade, além de conceder um presente a todos envolvidos com o projeto.</p>
<p>Fundado em maio de 2000, o Anelo soma 15 mil alunos atendidos, em 26 anos de história, oferecendo gratuitamente aulas de músicas a crianças, adolescentes, jovens e adultos. Com a missão de contribuir para o desenvolvimento humano e social por meio da música, a organização já levou a música brasileira, feita na periferia de Campinas, à Itália, África do Sul e China.</p>
<p>Pela primeira vez, o aniversário do Anelo recebe o Festival Transforma, ambas atividades tradicionalmente marcadas pela promoção de oficinas e shows.</p>
<p>Na abertura, às 9h do domingo, dia 17 de maio, a atração principal será o cantor e compositor Dudu Nobre, convidado pelo multi-instrumentista Romulo Felipe de Oliveira, primeiro aluno de saxofone do Anelo e que hoje integra a banda oficial do sambista em São Paulo. O show será aberto pelo grupo Mistura de Tempero, formado por músicos do Anelo, com repertório de choro.</p>
<p>O show é de classificação livre e entrada gratuita, mediante a retirada de ingresso na secretaria do Anelo (Rua Vicente de Marchi, 718, Jardim Florence), até o dia 15 de maio, ou enquanto houver disponibilidade de ingressos.</p>
<p>Já o cantor, compositor, produtor e diretor musical Wilson Simoninha &#8211; cujo primeiro contato com o Anelo foi intermediado em 2021 pelo trombonista e integrante da banda Pretas&amp;Pretos, Gláucio Santana -, se apresenta durante o encerramento do festival, marcado para o dia 30 às 10h30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Transformação na prática</strong></p>
<p>O aniversário de 26 anos traz para a organização uma oportunidade de demonstrar na prática como a música pode impactar positivamente na comunidade e na vida dos moradores da periferia.  Um dos exemplos mais emblemáticos desse impacto é o do próprio Romulo, de 40 anos. Sua história com o Anelo começou no ano 2000, quando ainda adolescente ingressou como aluno pelas mãos de seu primo Tony Santiago.</p>
<p>Pouco tempo depois, já atendia estudantes iniciantes de saxofone e, ao longo dos anos, conduziu aulas de violão, flauta transversal, flauta doce, percussão, escaleta e prática de banda. “Fui um dos responsáveis pelo projeto e construção do estúdio que temos hoje no Anelo. Atualmente atendo aos alunos avançados de flauta transversal e a turma de prática de banda funk”, conta Romulo.</p>
<p>A trajetória do músico sintetiza o DNA do festival e da entidade: a capacidade de &#8220;transformar&#8221; vidas através da educação musical e da profissionalização. Em 2019, a banda de Dudu Nobre em São Paulo, que conta com muitos instrumentistas do interior paulista, precisou de um flautista/saxofonista para um trabalho e Romulo foi indicado. “Fiz dois trabalhos no mesmo dia com a banda, e duas semanas depois me chamaram novamente para me dar uma camisa da equipe. Foi aí que entendi estar no time”, conta.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Anelo-comunidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21389" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Anelo-comunidade.jpg" alt="Anelo comunidade" width="7781" height="4114" /></a></p>
<p><strong>Unidos por uma causa</strong></p>
<p>Segundo o fundador e atual coordenador geral do Anelo, Luccas Soares, o elo com Simoninha começou por meio de uma iniciativa antirracista do projeto social, que em 2021 reuniu vários músicos negros para formar a banda Pretas &amp; Pretos. A intenção era gravar inicialmente uma releitura da música Tributo a Martin Luther King, composição de Wilson Simonal, pai de Simoninha. Para buscar autorização, Glaucio Santana, músico da recém-formada banda, que já havia tocado com Simoninha em um evento, intermediou o contato de Luccas com o artista.</p>
<p>“Me apresentei, falei do Anelo, da iniciativa do Pretas &amp; Pretos, e ele deu a bênção na hora para a gente gravar. Ficou super feliz. Fizemos e ficou linda a versão da música. No ano seguinte, nós o convidamos para fazer uma gravação de uma música autoral do Anelo, composta por mim, a Carapuça. Ele ouviu, gostou e topou gravar com a gente, inclusive no estúdio dele, o S de Samba, em São Paulo, que tem parceria com o Jairzinho (o cantor e compositor Jair Oliveira). A partir de então a relação foi se fortalecendo, ao ponto que depois a gente gravou com o Jairzinho também”, revela.</p>
<p>No Transforma, Simoninha será recebido pela primeira vez no Anelo em um show que prevê um repertório dançante, incluindo a releitura de Tributo a Martin Luther King e Carapuça, do Pretas &amp; Pretos, entre outras canções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Festival e metas</strong></p>
<p>Após a abertura neste dia 17, o Festival Transforma seguirá com apresentações de grupos artísticos do Anelo abertos ao público, e com oficinas formativas, preferencialmente voltadas aos estudantes, a partir do dia 23, um sábado, e durante a semana seguinte, até o encerramento no dia 30.</p>
<p>Marca também o primeiro evento após a posse de uma nova diretoria da instituição. Tomaram posse, no final de fevereiro, nove integrantes, em uma composição diversa, que reúne pessoas da comunidade e de fora, sendo sete mulheres. A presidente, por um período de três anos, é Cecília Helena Bomfim, que levará ao Anelo a experiência de 30 anos como superintendente da Caixa Econômica Federal nas regiões de Poços de Caldas (MG), Piracicaba (SP) e Campinas (SP), onde se aposentou em 2020.</p>
<p>&#8220;A Caixa é uma instituição que tem por hábito levar para discussão o apoio a causas sociais, com vínculos locais. E numa dessas reuniões nos foi sugerido o trabalho do Anelo. O Luccas nos apresentou o projeto, falou dos programas e da transformação promovida com a comunidade do Jardim Florence. Me apaixonei pelo projeto, por sua ação irretocável, de uma transparência enorme e a missão clara de transformar vidas&#8221;, conta ela, sobre o primeiro contato, há seis anos.</p>
<p>O envolvimento de Cecília com a instituição seguiu como voluntária, até se estreitar agora com um cargo de direção, e o atual desafio de trazer sua experiência no mundo corporativo para buscar parcerias. &#8220;Há uma luta grande no Anelo por manutenção, pois nem sempre há recursos, apesar do envolvimento de tanta gente, que atua de forma discreta junto ao projeto. O desafio atual é manter o trabalho já feito e propiciar melhorias, levantando recursos monetários e humanos, por meio de parcerias. Temos um propósito de ampliar a estrutura das salas de aula, modernizar equipamentos, providenciar maior acessibilidade, um espaço de espera para os pais, ampliar o estacionamento. Também tentar conceder alguma verba para transporte a quem mora mais longe, por exemplo. &#8221;</p>
<div id="attachment_21388" style="width: 577px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Anelo-Dudu.png"><img class="size-full wp-image-21388" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Anelo-Dudu.png" alt="Anelo comemora 26 anos em alto estilo (Foto Divulgação)" width="567" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Anelo comemora 26 anos em alto estilo (Foto Divulgação)</p></div>
<p>Ainda segundo Cecília, o festival ajuda a dar visibilidade ao trabalho e revela a potência do projeto, que tem encaminhado inclusive profissionalmente jovens talentos descobertos no distrito campineiro do Campo Grande, como Romulo, hoje professor do Anelo e integrante da banda de Dudu Nobre.</p>
<p>O Transforma 2026 conta com apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, e foi contemplado pelo Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Programação – Festival Transforma – Anelo 2026</em></strong></p>
<p>Instituto Anelo: Rua Vicente de Marchi, 718 – Jardim Florence – Campinas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 17/05/2026 (domingo)</strong><br />
HORA: 9h<br />
Apresentação  – Dudu Nobre no Anelo (Abertura: Mistura de Tempero)<br />
Palco Externo<br />
*Evento é gratuito, mas é necessário retirar ingresso na secretaria do Anelo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 23/05/2026 (sábado)</strong></p>
<p><em>HORA: 9h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação – Hermera Guitar Quartet</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 10h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação – Prática de Banda Pop&amp;Groove</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 25/05/2026 (segunda-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 16h | Sede Anelo &#8211; Auditório</em></p>
<p>Oficina de Voz e Ritmo, com Renata Alves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 19h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação – Anelo6teto com Piapara e Bzoro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 26/05/2026 (terça-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 15h | Sede Anelo &#8211; Auditório</em></p>
<p>Oficina de Regência, com Marcos Ribeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 18h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação Orquestra Anelo recebe Sintia Piccin</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 27/05/2026 (quarta-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 18h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Workshow &#8211; Anelo6teto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 29/05/2026 (sexta-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 8h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Oficina de Composição e Poesia, com Punka</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 9h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação Coletivo Mulheres</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 15h | Sede Anelo &#8211; Auditório</p>
<p>Workshow &#8211; Guilherme Lamas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 30/05/2026 (sábado)</strong></p>
<p>HORA: 9h30 | Sede Anelo &#8211; Auditório</p>
<p>Oficina Processo de Criação e Contação de Histórias com Priscila Corilow</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 10h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</p>
<p>Apresentação: Pretas&amp;Pretos recebe Wilson Simoninha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 11h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</p>
<p>Apresentação: Combo e Coral Anelo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Mais informações sobre o Instituto Anelo: </em></strong><a href="http://www.anelo.org.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.anelo.org.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1778611299413000&amp;usg=AOvVaw2-6ZdWjf6KtfTT6fqQHy18"><strong><em>www.anelo.org.br</em></strong></a><strong><em>. </em></strong></p>
<p><strong><em>Siga o Anelo nas redes sociais: Facebook (</em></strong><a href="http://facebook.com/institutoanelo" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://facebook.com/institutoanelo&amp;source=gmail&amp;ust=1778611299413000&amp;usg=AOvVaw3V4EurxF-qC_vcPXd_HdjH"><strong><em>facebook.com/institutoanelo</em></strong></a><strong><em>), Instagram (@institutoanelo), YouTube (Instituto Anelo Oficial), e Linkedin (Instituto Anelo)</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Inscrições no Instituto Anelo para práticas de Banda estão abertas até dia 8 de maio</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 02:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Anelo, associação sem fins lucrativos que há 25 anos oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande, em Campinas (SP), está com inscrições abertas para interessados em compor formações de prática de banda, grupos destinados a músicos que já possuem domínio intermediário ou avançado de instrumentos. As inscrições vão até  08 ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Instituto Anelo, associação sem fins lucrativos que há 25 anos oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande, em Campinas (SP), está com inscrições abertas para interessados em compor formações de prática de banda, grupos destinados a músicos que já possuem domínio intermediário ou avançado de instrumentos. As inscrições vão até  08 de maio (sexta-feira), às 23h59.</p>
<p dir="ltr">O chamado é uma oportunidade para músicos interessados fazerem parte das bandas de alunos da organização.</p>
<p dir="ltr">O processo de seleção, cuja inscrição pode ser feita pelo link <a href="http://anelo.org.br/ombo2026" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://anelo.org.br/ombo2026&amp;source=gmail&amp;ust=1777949256527000&amp;usg=AOvVaw1xIwYDdjd03A5N9xLKOLI1">anelo.org.br/pb2026</a>,  é composto por duas etapas. A primeira é a avaliação de uma música de livre escolha, que o interessado  deverá encaminhar  em um vídeo tocando  o instrumento em que vai se inscrever, e a segunda fase é a chamada para uma audição presencial no Instituto Anelo.</p>
<p dir="ltr">As inscrições visam preencher  vagas  da formação que é composta por: baixo, clarinete, sax alto, sax tenor, violino, bateria, guitarra, piano, percussão, trompete, violoncelo,  voz e acordeon.</p>
<p dir="ltr">Os inscritos serão acionados, por whatsapp, para realização de agendamentos para audições presenciais. Na audição presencial, o selecionado deve executar, com seu instrumento de inscrição, o clássico Trem das 11, de Adoniran Barbosa. O link para  a guia dos áudios e a partitura do Trem das 11, no arranjo produzido para o Combo, está disponível em  <a href="http://bit.ly/anelo-pb2026" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/anelo-pb2026&amp;source=gmail&amp;ust=1777949256527000&amp;usg=AOvVaw3TkV2m3rBseo0rDIMS2njo">bit.ly/anelo-pb2026</a>.</p>
<p dir="ltr">Práticas de Banda</p>
<p dir="ltr">As práticas de banda do Anelo integram a rotina semanal dos estudantes e funcionam com<span style="font-family: arial, sans-serif;">o um espaço de aplicação coletiva do conteúdo aprendido nas aulas d<span class="gmail_default">e instrumentos e canto</span>. Sob orientação de educadores, os grupos trabalham repertórios variados e exercitam aspectos essenciais da performance e</span>m conjunto, como escuta, precisão rítmica e organização de arranjos. Os ensaios reúnem alunos de diferentes níveis e idades, o que cria um ambiente de troca e de adaptação constante entre os participantes.</p>
<p dir="ltr">Além do desenvolvimento musical, as atividades cumprem uma função formativa importante ao introduzir os estudantes à dinâmica de ensaios, ao compromisso com horários e à construção de um resultado artístico coletivo. Ao longo do ano, os grupos participam de apresentações internas e externas</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p dir="ltr">Inscrições – Práticas de Banda</p>
<p dir="ltr">Período:  até 8 de maio (sexta-feira), às 23h59.</p>
<p dir="ltr">Link para Inscrição: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://anelo.org.br/pb2026" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://anelo.org.br/pb2026&amp;source=gmail&amp;ust=1777949256527000&amp;usg=AOvVaw2X1el7qV0sYwvLONHT8ZN4">anelo.org.br/pb2026</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Bate-papo neste sábado no MACC integra a programação paralela da Feira [SUB]</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/20994</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/20994#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 10:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos sobre os trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’, em cartaz no MACC. Atividade é gratuita.   A curadora Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos neste sábado (23), às 11h, no MACC &#8211; Museu de Arte Contemporânea de Campinas ‘José Pancetti’ sobre o processo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos sobre os trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’, em cartaz no MACC. Atividade é gratuita</em>. <strong> </strong></p>
<p>A curadora Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos neste sábado (23), às 11h, no MACC &#8211; Museu de Arte Contemporânea de Campinas ‘José Pancetti’ sobre o processo de criação das obras e as questões que reuniram o conjunto de trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’ que está em cartaz até dia 20 de setembro de 2025. O bate-papo integra as atividades da programação paralela da sétima edição da Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes. A entrada é gratuita.</p>
<p>A exposição do artista Marcio Elias Santos apresenta obras em papel como xilogravuras coloridas de grande formato, estêncil, serigrafia e monotipia, além de um vídeo e uma foto instalação. São mais de 40 trabalhos que investigam o corpo, sua presença, sua materialidade, sua identidade e sua integração sensível com o ambiente. Separadas ou combinadas entre si, essas técnicas foram usadas pelo artista para explorar a imagem do corpo através de fluxos cromáticos, de texturas e de recortes entre figura e fundo. São trabalhos produzidos entre 2024 e 2025, focados tanto na representação do corpo e sua materialidade, mas também na consciência de sua importância na construção do conhecimento, desde a sua relação com o mundo até a própria identidade.</p>
<div id="attachment_21000" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/marcio-elias_4_divulgação_600x.jpg"><img class="wp-image-21000 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/marcio-elias_4_divulgação_600x.jpg" alt="marcio elias_4_divulgação_600x" width="600" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Márcio Elias &#8211; divulgação</p></div>
<p><strong>Sobre o artista</strong></p>
<div id="attachment_21006" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-elias_arquivo-pessoal_320x.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-21006" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-elias_arquivo-pessoal_320x-150x150.jpg" alt="Márcio Elias - arquivo pessoal" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Márcio Elias &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>Márcio Elias Santos é artista visual, educador e doutor em artes visuais pela Unicamp, investiga os processos de construção da cor e sua manipulação pelo corte da xilogravura e de outras linguagens gráficas. É artista do projeto Xilomóvel desde 2009. Das exposições que participou destaca-se Despertar (individual, AtAl Campinas, 2023) e Xilo: Corpo e Paisagem, coletiva de xilogravuras, Sesc Guarulhos e Sesc Pinheiros, 2019.</p>
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<p><strong>Sobre a curadora</strong></p>
<div id="attachment_20996" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Luciana-bertarelli_arquivo-pessoal_500x.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-20996" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Luciana-bertarelli_arquivo-pessoal_500x-150x150.jpg" alt="Luciana Bertarelli - arquivo pessoal" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Luciana Bertarelli &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>Luciana Bertarelli É artista visual e educadora, doutoranda em Artes Visuais na Unicamp. Em sua pesquisa visual, vem investigando as materialidades sutis da gravura, tecendo relações com o corpo e as memórias que nele se encontram gravadas. É artista do projeto Xilomóvel desde 2009. Em 2025 participou da imersão artística Habitar os Vínculos, na Terra Saúva (Botucatu SP) e em 2024 integrou a exposição coletiva Cartograhies Utopiques, na Biennale DAK’ART OFF (Dakar, Senegal).</p>
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<p><strong>Sobre a Feira SUB</strong></p>
<p>O Projeto Cultural SUB é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas, artes visuais e literatura e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes que acontece uma vez ao ano e oficinas, bate-papos, exposições, palestras e encontros literários que acontecem em diversos espaços culturais de Campinas ao longo do ano como parte da programação paralela da feira, além de ações em parceria com fundações e entidades assistenciais. Saiba mais:  <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" title="feirasub.com.br/" href="https://feirasub.com.br/" target="_blank">feirasub.com.br</a></span></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Bate-papo| EXPOSIÇÃO DA RAIZ À PELE | </strong><strong>Marcio Elias Santos </strong></p>
<p><strong>Curadoria: Luciana Bertarelli </strong></p>
<p><strong>Dia/horário:</strong> 23.08.25, às 11h</p>
<p><strong>Visitação:</strong>  Segunda a sexta-feira das 9h às 18h | Sábado das 10h às 16h</p>
<p><strong>Local:</strong>  MACC &#8211; Avenida Benjamin Constant, 1633, Centro, Campinas, SP (ao lado da Prefeitura)</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong><strong>. </strong><strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Acessibilidade: </strong>Esse encontro contará com apresentação em Libras e o prédio (MACC) possui acessibilidade arquitetônica</p>
<p><strong>Feira [SUB]  </strong></p>
<p><strong>Data: </strong>13 de setembro de 2025, das 11h às 20h</p>
<p><strong>Local: </strong>Biblioteca Pública Municipal ‘Prof. Ernesto Manoel Zink’ &#8211; Av. Benjamin Constant, 1633, Centro</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong><strong>. </strong><strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Mais informações no site feirasub.com.br </strong></p>
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