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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Cidadania</title>
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		<title>Formada por músicos autistas, banda TEAfonia do Instituto Anelo faz show no próximo dia 26</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:35:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[Gratuito e aberto ao público, o evento acontece na sede da entidade e é dedicado ao Abril Azul A banda TEAfonia, formada por sete músicos autistas atendidos pelo Anelo — organização que oferece formação musical gratuita há 25 anos no distrito do Campo Grande, em Campinas (SP) — se apresentará no próximo dia 26, às ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Gratuito e aberto ao público, o evento acontece na sede da entidade e é dedicado ao Abril Azul</em></strong></p>
<p>A banda TEAfonia, formada por sete músicos autistas atendidos pelo Anelo — organização que oferece formação musical gratuita há 25 anos no distrito do Campo Grande, em Campinas (SP) — se apresentará no próximo dia 26, às 9h30, na sede da entidade. O show contará também com apresentações de cantores, cantoras e músicos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou que possuam vínculos familiares com pessoas neuroatípicas.</p>
<p>Além da apresentação, os alunos estão em estúdio gravando uma composição de nome “TEAfonia”, uma obra autoral que estará disponível em breve  no YouTube do Anelo. A canção é em alusão ao Abril Azul, movimento voltado à conscientização sobre o autismo.</p>
<p>A ideia de uma formação com músicos atípicos surgiu no início de 2026, depois de que Marcelo Louback, que é saxofonista, flautista, compositor, arranjador e produtor musical, recebeu aos 48 anos o diagnóstico tardio de TEA, suporte 1. É dele a autoria da composição “TEAfonia”.</p>
<p><strong>Louback, o professor</strong></p>
<p>A chegada de Louback ao Anelo deu-se em 2018, quando veio para integrar a Orquestra Anelo. Hoje ele também faz parte do  Anelo 6teto, ambos grupos artísticos ligados ao Instituto, e ainda faz parte da Banda Sinfônica de Nova Odessa “Professor Gunars Tiss” e da Banda Municipal de Americana “Monsenhor Nazareno Maggi”.</p>
<p>Com o Anelo 6teto, em 2022, Louback foi premiado na categoria Melhor Música com a composição “Baionado” no 1º Festival de Música de Jundiaí e vencedor da categoria Música Instrumental, com o frevo instrumental moderno “Sem Perder Tempo”, no Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil, realizado pela Rádio MEC e Rádio Nacional, emissoras geridas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), do governo federal. Com a TEAfonia, buscou criar algo que fosse mais sonoro e harmonicamente rico. “Pensei em uma peça que transitasse entre o erudito e o popular, com elementos jazzísticos”, explica.</p>
<p>Isolado na adolescência e sentindo-se deslocado, Louback recebeu o alerta sobre seu diagnóstico em 2024, vindo do renomado saxofonista Ademir Junior — também autista nível 1. A busca por atendimento especializado, porém, só ocorreu um ano mais tarde. “Quando recebi o laudo, não foi libertador; não está sendo fácil”, confessa. Louback conta que agora compreende o termo &#8216;notas Loubackianas&#8217;, usado por colegas para descrever seu estilo: “Eram notas diferentes, que fugiam da mesmice.”</p>
<p>Hoje, conta com a ajuda da esposa Denise Ribeiro, que é psicanalista. “Ela faz o trabalho que ninguém vê, porque ela é terapeuta e me ajuda muito na lapidação da alma, no contexto social e ainda me confronta e me motiva”, diz Louback.</p>
<p><strong>Cinco músicos e uma musicista, os aprendizes</strong></p>
<p>Formada por Boris Wilson (violino), Murilo José Teixeira (piano), Matheus Cuelbas (contrabaixo), Ygor Melo  (bateria), Ygor Pereira (percussão) e Eduarda Santos (piano), a TEAfonia é composta por jovens entre 14 e 26 anos que têm em comum, além da paixão pela música, o diagnóstico de autismo, com diferentes níveis de suporte – 1, 2 e 3. Hoje, o Anelo tem 21 alunos laudados e outros ainda em investigação médica.</p>
<p>Murilo, de 17 anos, recebeu o diagnóstico de autismo em 2015, mas só tomou conhecimento dele quando tinha 13 anos. “Meus pais me deram todo o suporte e foi meu pai que me levou até o Anelo, quando eu tinha 10 anos.” Começou fazendo aulas de teclado, por recomendação de uma terapeuta ocupacional, e agora participa das aulas de práticas musicais.</p>
<p>“A TEAfonia é muito legal porque o Louback é muito experiente, é um grande instrumentista, um professor que admiro”, conta Murilo.  “Ele nos dá muitas dicas, especialmente sobre improvisação.” Acrescenta que, mesmo que todo mundo esteja “um pouquinho em páginas diferentes de um mesmo livro”, sendo uns mais adiantados e outros iniciantes, considerando-se no nível intermediário, os ensaios são alegres e inspiradores. “A gente consegue se organizar mesmo tendo nossas diferenças e, ao mesmo tempo, sendo tão parecidos.”</p>
<p>A agente de saúde Neiva Santos, de 48 anos, é mãe de Eduarda, a Duda, de 17 anos, autista nível 2 de suporte. “A música sempre foi o hiperfoco dela. Ela expressa os seus sentimentos através da música”, conta. Por isso, Neiva lembra da felicidade sentida quando Duda teve a sua inscrição selecionada pelo Anelo em 2022. “O Instituto foi um divisor de águas, porque a equipe é muito inclusiva e empática e isso a ajudou muito na socialização, no desenvolvimento de confiança e no aprendizado musical, que é de excelência.”</p>
<p>Para Neiva, a criação da banda é desafiadora e esplêndida. “Cada um tem o seu jeitinho e as suas dificuldades. O lindo é que, quando entram na música, eles vencem todos esses desafios, dificuldades e tocam muito, com excelência, e mostram que eles são capazes! Ali, eles dão apoio um ao outro, sendo um ombro amigo”, diz.</p>
<p>Mas, acrescenta, que é preciso deixar de romantizar o TEA. “Algumas pessoas tratam os autistas como inteligentes e anjos azuis, mas gostaria que a sociedade tivesse um olhar mais amplo, porque cada um deles, independentemente do nível de suporte, sofre muito lutando seja pelas dificuldades de interação social até pelas comorbidades em alguns casos”, fala Neiva.</p>
<p><strong>Convidados</strong></p>
<p>Além de alguns integrantes da TEAfonia que farão apresentações solo, em duo ou em trio, o show do dia 26 contará com a participação de musicistas, músicos, cantoras e cantores com TEA ou que possuam vínculos familiares com pessoas com desenvolvimento atípico. Dois deles são a violinista Alline Ribeiro, de 32 anos, e o fundador do Instituto, Luccas Soares, de 46 anos.</p>
<p>“A ideia central é dar protagonismo aos alunos/músicos no espectro, mostrando suas potências no campo da música e abrindo espaço para que se expressem através da arte, que muitas vezes pode ser também uma poderosa forma de comunicação, até mais acessível do que a linguagem verbal”, explica Alline, responsável pela produção do show e autista de nível 1 de suporte. Segundo ela, apesar das dificuldades, o autoconhecimento tem proporcionado mais suporte, a possibilidade de ter mais qualidade de vida e relações mais saudáveis.</p>
<p>“Para mim, o diagnóstico tardio tem muitos lados. Há o sentimento de finalmente compreender e dar nome às coisas. Permitiu que eu me respeite e me ame como sou.”, conta Alline. “Episódios da infância e da adolescência, assim como medos, confusões e dores, passam a fazer sentido. Também sinto gratidão por pessoas que, mesmo sem saber, tornaram minha vida mais leve — especialmente minha mãe e minha avó Cida, que me acolheram com carinho e paciência muitas demandas da minha infância, e o Anelo, que sempre foi um ambiente acolhedor e me ajudou a desenvolver habilidades que eu não tinha.”</p>
<p>Soares aponta que o Anelo, desde sempre, leva a inclusão muito a sério.  “Não posso negar que depois do nascimento dos meus filhos, sendo um deles autista, aumentou muito a minha responsabilidade e o olhar mais apurado com a inclusão”, conta. Por isso, sempre busca uma inclusão real, sem romantização, mas com muito amor, respeito e cuidado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira os integrantes da Banda TEAfonia do Anelo</strong></p>
<p>Boris Wilson (violino)</p>
<p>Eduarda Gonçalves Sena dos Santos (piano)</p>
<p>Marcelo Louback (flauta)</p>
<p>Matheus Cuelbas de Moura (contrabaixo)</p>
<p>Murilo José Teixeira (teclado)</p>
<p>Ygor Daniel da Conceição Pereira (percussão)</p>
<p>Ygor Daniel da Conceição Pereira (percussão)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço Show<em> da Banda TEAfonia</em></strong></p>
<p><strong>Dia: </strong>26 de abril</p>
<p><strong>Horário:</strong> 9h30 às 11h</p>
<p><strong>Local:</strong> Instituto Anelo</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Rua Vicente de Marchi, 718, no Jardim Florence, em Campinas</p>
<p><strong>Entrada:</strong> Gratuita e aberta ao público</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Fotos: <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1wO44UaJ0K6yIevNV442U1swzYOhO4ZOP" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://drive.google.com/drive/folders/1wO44UaJ0K6yIevNV442U1swzYOhO4ZOP&amp;source=gmail&amp;ust=1776612759872000&amp;usg=AOvVaw3zNRabwMf28s5WzJDBBSlM">https://drive.google.com/drive/folders/1wO44UaJ0K6yIevNV442U1swzYOhO4ZOP</a></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Mais informações sobre o Instituto Anelo: </em></strong><a href="http://www.anelo.org.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.anelo.org.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1776612759872000&amp;usg=AOvVaw26pTPeyOz_cybP8lYCcSmj"><strong><em>www.anelo.org.br</em></strong></a><strong><em>. </em></strong></p>
<p><strong><em>Siga o Anelo nas redes sociais: Facebook (</em></strong><a href="http://facebook.com/institutoanelo" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://facebook.com/institutoanelo&amp;source=gmail&amp;ust=1776612759872000&amp;usg=AOvVaw3UES6KLG1vUODq59KxMJEn"><strong><em>facebook.com/institutoanelo</em></strong></a><strong><em>), Instagram (@institutoanelo), YouTube (Instituto Anelo Oficial), e Linkedin (Instituto Anelo)</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desinformação, desafio coletivo urgente</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 22:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Soares Martins &#160; A desinformação é um dos maiores desafios coletivos para a sociedade contemporânea e deve ser combatida em múltiplas frentes. A desinformação é um risco porque ameaça a democracia, os pilares de uma sociedade civilizada. E a desinformação mata, motivo pelo qual seu enfrentamento é urgente, sobretudo no âmbito das ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A desinformação é um dos maiores desafios coletivos para a sociedade contemporânea e deve ser combatida em múltiplas frentes. A desinformação é um risco porque ameaça a democracia, os pilares de uma sociedade civilizada. E a desinformação mata, motivo pelo qual seu enfrentamento é urgente, sobretudo no âmbito das redes sociais e em especial para os jornalistas profissionais.</p>
<p>Estas foram algumas das mensagens centrais do Seminário “Jornalismo digital em tempos de desinformação”, realizado no último dia 9 de abril, na Câmara Municipal de Campinas. O evento encerrou a programação de celebração de cinco anos do portal Hora Campinas, com o qual tenho a honra de contribuir com os artigos da Hora da Sustentabilidade.</p>
<p>Foi uma oportunidade única ter participado do seminário, ao lado de amigos e profissionais por quem tenho o maior respeito. Como no de Marcelo Pereira, o chefe do Hora Campinas, que mediou os debates. Aprendi muito e com certeza as pessoas que assistiram pela TV Câmara também se enriqueceram muito com o conhecimento transmitido por especialistas renomados em suas áreas (menos no meu caso, é claro). A gravação está disponível no canal da Câmara Municipal de Campinas no Youtube: <a href="https://youtu.be/-zE5nX0Ln10">https://youtu.be/-zE5nX0Ln10</a></p>
<p>Um alerta especial foi dado pelo médico hematologista Carmino de Souza, que falou sobre “Hesitação Vacinal: Desafios e perspectivas em 2026”. O Dr.Carmino tem uma trajetória de enorme contribuição na área da ciência médica, sendo professor há décadas na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e tendo exercido dois importantíssimos cargos de gestão pública, o de secretário estadual da Saúde na década de 1990 e o de secretário municipal da Saúde de Campinas entre 2013 e 2020.</p>
<p>Falando com a experiência de quem, como médico, cientista e gestor, enfrentou várias epidemias, inclusive a pandemia de Covid-19, o Dr.Carmino evidenciou que o programa de vacinação do Brasil já foi referência mundial. Os índices de vacinação eram muito altos há alguns anos, em bebês, crianças, adultos e pessoas idosas. Os dias especiais de vacinação, lembrou, eram atos cívicos da maior relevância, mobilizando mais brasileiros do que nas datas cívicas como o Sete de Setembro.</p>
<p>E essa vacinação foi fundamental, acentuou o médico, porque vacinas salvam vidas ou evitam sequelas importantes de muitas doenças. A varíola foi erradicada no planeta e a poliomielite foi erradicada nas Américas, em função da vacinação exitosa, disse o Dr.Carmino. Existe uma estimativa, completou, de que 154 milhões de mortes foram evitadas no planeta nos últimos 50 anos, em função da aplicação de diferentes vacinas.</p>
<p>Nos últimos tempos, infelizmente, os índices de vacinação caíram muito e o Brasil também está nesta situação, lamentou o médico hematologista. Entre 2024 e 2025, exemplificou, 84% das crianças no mundo receberam a primeira dose da vacina contra sarampo, mas apenas 76% completaram a segunda dose.</p>
<p>O médico advertiu que a desinformação tem sido um fator importante para a queda assustadora nos índices de vacinação, no Brasil e em escala internacional. “As redes sociais criam bolhas de medo e teorias conspiratórias que se propagam rapidamente, especialmente sobre tecnologias novas como mRNA”, destacou.</p>
<p>Para o Dr.Carmino, uma das formas de enfrentamento desse cenário é que “profissionais de saúde devem ser treinados para identificar e responder mitos com evidências científicas de forma clara e empática”. Ele entende que no caso do Brasil, especificamente, a retomada dos índices positivos de vacinação do passado passa por algumas estratégicas importantes.</p>
<p>Ele entende por exemplo que  é preciso “levar a imunização diretamente onde as crianças estão, facilitando o acesso para famílias”. Vacinação em escolas, entre outros locais. As campanhas de vacinação, do mesmo modo, devem “estender horários e levar postos para locais de grande circulação”, como praças e comunidades em geral. E o Dr.Carmino entende que o profissional de saúde deve ser “acolhedor e não julgador”, ouvindo as preocupações e respondendo com empatia, como postura a ser tomada para a ampliação dos índices de vacinação.</p>
<p>É fundamental, acrescentou o especialista,  que haja um engajamento comunitário para o resgate da vacinação no Brasil, com a retomada dos chamados Dias D de vacinação, o envolvimento das escolas no processo, a capacitação de agentes comunitários para diálogo com as famílias hesitantes e o trabalho com parcerias locais (com lideranças políticas, comunitárias, religiosas e outras).</p>
<p>O Dr.Carmino de Souza, enfim, entende que é  fundamental o monitoramento das fake news na área da saúde, como no caso do negacionismo em relação às vacinas, com respostas rápidas e fundamentadas na ciência. “Não vacinar crianças é um crime”, disse o médico, deixando claro sua posição sobre a importância da imunização desde os momentos iniciais da vida do bebê.</p>
<p>O combate à desinformação, é claro, foi o foco central da exposição dos profissionais de comunicação que participaram do seminário. Caso de Graça Caldas, que já trabalhou em diferentes veículos de comunicação, entre eles Diário de Notícias, Editora Bloch, TV Globo, Jornal do Brasil e Folha de S. Paulo. Ela é Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA/USP e tem Pós-Doutorado em Políticas Científicas pela Unicamp, onde atualmente é docente do Programa de Pós-Graduação em Divulgação Científica e Cultural do Labjor-Unicamp.</p>
<p>Graça descreveu uma trajetória da evolução da mídia, no caso das publicações impressas, rádio, televisão e, atualmente, com um verdadeiro ecossistema multimídia, com o papel cada vez mais relevante das redes sociais na formação da opinião pública. Também comentou sobre a crescente influência das novas tecnologias na comunicação, como no caso da inteligência artificial.</p>
<p>Apesar de todas as mudanças, defendeu que o jornalismo continua sendo “um ato político” e que o profissional da área deve atuar na identificação de problemas e na indicação de caminhos (com base em fontes confiáveis e em observações in loco, ou seja, fora das redações). O jornalista deve continuar exercendo a profissão como “um ato de coragem” e realizar a “leitura crítica do mundo”, nos âmbitos local, regional, nacional e internacional.</p>
<p>Graça listou alguns desafios para o jornalismo digital, como o financiamento, a sua sustentabilidade financeira. Ela entende que alguns caminhos podem ser seguidos, como as parcerias, assinaturas assinaturas comunitárias, o financiamento coletivo (crowfunding) e o financiamento público, como é feito por exemplo no caso da BBC, da Inglaterra, principal referência em comunicação pública do planeta. Ela entende que este tema deve ser aprofundado em esfera local, como no caso da própria Câmara Municipal de Campinas.</p>
<p>Entre outros aspectos, a professora do Labjor-Unicamp lamentou a existência dos “desertos de notícias” no Brasil, em plena era multimídia. Ela citou uma pesquisa indicando que, dos 5.569 municípios brasileiros, em 2.712 não existem veículos locais de comunicações, o que os caracteriza então como “desertos de notícias”.</p>
<p>Por sua vez, Fabiano Ormaneze, que também já atuou em redações de veículos de comunicação e desde 2008 tem experiência docente, sendo professor em várias faculdades e universidades, abordou o tema específico das fake news. Fabiano é Doutor em Linguística pela Unicamp e Mestre em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor-Unicamp, onde atualmente é professor permanente do programa de Mestrado nessa área.</p>
<p>“Fake news mata”, avisou Fabiano, que citou vários casos de notícias falsas que levaram à morte de algumas pessoas, em diferentes locais do território brasileiro. “Compartilhar notícia falsa não é brincadeira. É perigoso e as consequências podem ser fatais”, completou.</p>
<p>Ele citou o desafio do enfrentamento da desinformação, como no caso das fake news, no contexto da crise da imprensa e das instituições públicas em geral. É um ambiente em que “a verdade é cada vez mais questionada”, alertou. Para ele, a disseminação de notícias falsas e outras formas de desinformação ocorre, entre outros motivos, porque  existe uma identificação entre o leitor e o que está sendo divulgado, o que leva à formação das “bolhas informativas”.</p>
<p>Fabiano defendeu, entre as estratégias de enfrentamento das fake news, a implementação do letramento midiático, nas escolas e em outras instâncias. O letramento midiático ocorre, ele acredita, quando ocorre um questionamento e o treinamento da capacidade de curadoria, de seleção da notícia. Mas ele apontou como um grande desafio as desigualdades existentes no Brasil, como na esfera da educação. Destacou por exemplo o alto índice de analfabetismo e de analfabetismo funcional, o que dificulta o enfrentamento da desinformação. Este, então, concluiu, é um problema “social e político” muito sério, disse Fabiano.</p>
<p>De minha parte, falei sobre o combate à desinformação no campo do jornalismo socioambiental, área em que atuo há 45 anos. Eu apontei esse desafio no contexto de uma crise de fato geral das instituições, inclusive da imprensa que, na minha opinião, tem sido enfraquecida por vários fatores. Um deles é o caso do fim da exigência do diploma para o exercício do jornalismo, o que na minha opinião foi muito grave para a profissão.</p>
<p>Destaquei, com base na minha experiência, que a ascenção do jornalismo digital e das mídias de sociais efetivamente levou a uma dimensão cada vez maior da desinformação, pela rapidez com que as notícias falsas são hoje disseminadas. Entretanto, destaquei que a desinformação não é um desafio novo para a profissão. Citei então o caso da manipulação da verdade em uma situação que vivenciei como repórter, no início de 1989, no I Encontro dos Povos Indígenas do Xingu, em Altamira (PA).</p>
<p>Naquela ocasião, havia uma grande discussão sobre uma usina que seria construída naquela região da Amazônia e seus impactos nas comunidades locais, como dos povos indígenas.  Em Altamira, a União Democrática Ruralista (UDR) promoveu uma grande mobilização, em defesa da construção da usina. Os indígenas conseguiram que ela não fosse batizada de “Kararaô”, mas a usina acabou sendo construída, curiosamente nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, com o nome de Belo Monte.</p>
<p>Eu destaquei na minha apresentação que sempre procurei utilizar a Ciência como aliada, desde o início de meu exercício profissional, em Piracicaba, no começo da década de 1980. Naquele momento, a cidade estava mobilizada em defesa de seu rio e eu, no exercício do jornalismo, procurei ampliar meus conhecimentos em recursos hídricos e meio ambiente em geral com professores e pesquisadores da Esalq-USP e CENA-USP.</p>
<p>Na minha opinião, afirmei que o combate à desinformação exige uma postura proativa do jornalismo, sempre em parceria com a Ciência. A questão também deve ser enfrentada com a educação socioambiental e, igualmente, com a educação midiática, em todos os níveis da educação básica. Os estudantes devem ser capacitados, no meu entender, em como ler uma notícia, identificar suas fontes, buscar a origem da informação e a quem ela interessa, entre outros  pontos.</p>
<p>Também defendo o fortalecimento da comunicação pública, independente, sem interferência de governos. E que os jornalistas que atuam na área ambiental se organizem como por exemplo já fizeram os jornalistas em educação, através da Jeduca (Associação de Jornalistas de Educação).</p>
<p>Enfim, acho que o jornalista que atua na área socioambiental tem muito a contribuir no enfrentamento da desinformação. Mas esta batalha apenas será ganha com ações em muitas frentes, envolvendo toda a sociedade.</p>
<p>(<a href="https://horacampinas.com.br/desinformacao-desafio-coletivo-urgente-por-jose-pedro-martins/">Publicado originalmente no Portal Hora Campinas</a>)</p>
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		<title>Coral de Libras do CEI Campinas celebra três anos sob regência de Keyla Ferrari Lopes</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 16:42:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Comemoração marca também o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e os 24 anos da Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que reconhece e regulamenta o uso da língua como meio legal de comunicação e expressão no Brasil  No ritmo das mãos e do coração, o Coral de Libras do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Comemoração marca também o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e os 24 anos da Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que reconhece e regulamenta o uso da língua como meio legal de comunicação e expressão no Brasil </em></strong></p>
<p>No ritmo das mãos e do coração, o Coral de Libras do Centro Educacional Integrado (CEI) “Padre Santi Capriotti”, em Campinas, completa três anos de história no dia 24 de abril. Idealizado e dirigido pela pedagoga e bailarina Keyla Ferrari Lopes, o projeto pioneiro une música, dança e inclusão no repertório de MPB e ritmos regionais, reafirmando o compromisso da instituição — que completa 45 anos em setembro próximo — com uma percepção de arte inclusiva, criatividade, acessibilidade linguística e respeito à diversidade.</p>
<p>A celebração coincide com o Dia Nacional da Libras e com os 24 anos da Lei nº 10.436, que reconhece a linguagem de sinais como segunda língua oficial de comunicação e expressão no Brasil. “Nossa proposta é atrair profissionais de diversas áreas do conhecimento, comunidades, parentes de pessoas surdas, servidores públicos e quem se interessar. O intuito não é ocupar o lugar de falantes de Libras, mas sim despertar o interesse de falantes de língua portuguesa”, explica Keyla. “Nesses três anos, buscamos fazer com que o encontro das linguagens da arte e da Libras abra caminhos para a valorização da cultura surda.”</p>
<p>Segundo a regente, o coro de mãos só nasceu pela convicção e confiança do superintendente do CEI, Leonardo Duart Bastos, sobre a importância da iniciativa que une arte e inclusão. “O conhecimento da Libras está sendo cada vez mais necessário na educação e na sociedade brasileira, e o Coral de Libras do CEI vem ao encontro dessa realidade”, fala Bastos. A instituição, que atende a mais de 1.600 pessoas por mês em diferentes serviços, tanto de caráter educacional, como socioassistencial, também oferece curso de Libras, aprendizado sobre cultura surda e discussões na área da inclusão.</p>
<p><strong>O coral</strong></p>
<p>“O Coral de Libras do CEI é composto por colaboradoras do Centro e profissionais da comunidade, contando com participações de pessoas surdas com deficiência visual/surdocegas e cadeirantes que cantam e dançam com as mãos, com a voz, com o corpo e com o coração, transformando a música em uma ponte de comunicação e aprendizado para todos”, explica Keyla. Os ensaios acontecem sempre às terças-feiras, das 17h às 18h, no CEI Campinas, na Vila Itapura.</p>
<p>Keyla lembra que, segundo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 10 milhões de pessoas têm algum nível de surdez, o que representa 5% da população total do país. “O projeto busca difundir a Libras através de espetáculos que são apresentados em diferentes locais, uma vez que o conhecimento dessa linguagem está sendo cada vez mais necessário na educação e sociedade brasileira.”</p>
<p>Para comemorar o Dia Nacional da linguagem de sinais, o Coral de Libras do CEI participa da programação “Movimento Surdo Valinhos (MSV)” da Associação de Familiares e Amigos Bilingues (AFAB), que conta com o apoio da Secretaria da Família e da Mulher de Valinhos. O evento está marcado para o próximo dia 26, às 8h30, na Avenida Dr. Altínio Gouvêia, 878, no Jardim Pinheiros, em Valinhos, antigo CLT.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="707"><strong>Ensaios do Coral de Libras do CEI Campinas </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="707"><strong>Local/Horário: </strong>·         Os ensaios acontecem todas às terças-feiras*, das 17h às 18h30, no CEI, localizado na Rua Dr. Quirino, 1856, na Vila Itapura, em Campinas. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (19) 3233-6560 ou (19) 3241-0629 ou ainda pelo e-mail <a href="mailto:contato@ceicampinas.org.br">contato@ceicampinas.org.br</a>.</p>
<p>Em função do feriado de 21 de abril, o próximo ensaio será dia 22, às 17 horas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Unimed Campinas é contemplada com o Selo Empresa Amiga da Mulher</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:02:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conferido pela Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, o reconhecimento se deve ao conjunto de ações desenvolvidas pela cooperativa junto ao seu público feminino interno que representa 77% do quadro de colaboradores e 72% das lideranças Com 1.573 mulheres entre os 2.031 colaboradores, o que representa 77% do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conferido pela Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, o reconhecimento se deve ao conjunto de ações desenvolvidas pela cooperativa junto ao seu público feminino interno que representa 77% do quadro de colaboradores e 72% das lideranças</em></p>
<p>Com 1.573 mulheres entre os 2.031 colaboradores, o que representa 77% do quadro funcional, a Unimed Campinas se destaca como uma das instituições que mais empregam mulheres na RMC. Com essa expressiva representatividade feminina, a cooperativa mantém políticas estruturadas voltadas à diversidade, inclusão, equidade e ao enfrentamento da violência de gênero. Esse compromisso acaba de ser reconhecido pela Prefeitura de Campinas, que concedeu à Unimed Campinas, nesta quinta-feira, 12 de março, o Selo Empresa Amiga da Mulher. A solenidade foi realizada às 15h, no Salão Azul.</p>
<p>“O Selo Empresa Amiga da Mulher é uma conquista que muito nos honra, especialmente por representar uma parte essencial do nosso Programa de Diversidade e Inclusão, que vem sendo construído e fortalecido continuamente”, afirma o presidente da Unimed Campinas, Dr. Gerson Muraro Laurito. Para ele, o reconhecimento reflete a evolução interna da cooperativa, que tem se posicionado de forma consistente, sempre guiada pelo olhar da diversidade e da inclusão.</p>
<p>Entre as práticas que integram a cultura organizacional da cooperativa estão planos de ação para proteção à integridade, com foco na prevenção e no combate à violência de gênero no ambiente de trabalho; campanhas permanentes sobre direitos das mulheres; iniciativas de valorização profissional que asseguram igualdade de oportunidades; e a promoção de um ambiente seguro, acolhedor e comprometido com a saúde física e mental das colaboradoras.</p>
<p>Além dessas ações, a Unimed Campinas reforça seu compromisso com o público interno, por meio de iniciativas, como o direito ao afastamento de mulheres em situação de risco, sem prejuízo do vínculo empregatício, e a oportunidade de vagas para mulheres que estejam rompendo o ciclo de violência doméstica e de gênero, bem como para mães de crianças na primeira infância, medidas que favorecem a autonomia financeira e o desenvolvimento profissional. Somam-se a isso ações de apoio e proteção às colaboradoras em situação de violência doméstica, incluindo canais de denúncia, acolhimento psicológico próprio, oferecido pela medicina do trabalho da Unimed Campinas e orientação sobre serviços especializados disponíveis no município.</p>
<p><strong>Lideranças femininas</strong></p>
<p>Com um quadro majoritariamente feminino, a Unimed Campinas também se destaca pela presença de mulheres em posições estratégicas: 72% dos cargos de supervisão, coordenação, gerência e superintendência são ocupados por elas.</p>
<p>Não podemos falar de mulheres líderes sem falar do Programa interno <strong>“Lidera: um momento só nosso</strong>”, que nasceu para ampliar ainda mais a cultura de Diversidade, Equidade e Inclusão da cooperativa.  “Esse programa é um espaço muito especial para descompressão, para que as lideranças femininas tenham um lugar de escuta e de fala em um ambiente seguro, onde elas possam compartilhar histórias, experiências e realidades”, explica a Superintende Geral da Unimed Campinas Elem Serafim Martins, anfitriã do Lidera.</p>
<p>Além de todas as práticas voltadas para as mulheres da cooperativa, as ações de diversidade, equidade e inclusão da Unimed Campinas contemplam ainda outros pilares, como questão racial, inclusão de pessoas com deficiência, pertencimento e inclusão de pessoas LGBTQIA+ e a convivência entre diferentes gerações no ambiente de trabalho.</p>
<p>A Prefeitura de Campinas concedeu o Selo Empresa Amiga da Mulher a estas organizações:  Associação Atlética Ponte Preta, Grupo Sabin, Hospital Santa Tereza, Shopping Parque das Bandeiras, Shopping Prado Boulevard, Supermercados Dalben e Unimed Campinas. Já NCR Atleos Brasil e Samsung renovaram o selo após dois anos de participação no programa.</p>
<table style="height: 247px;" width="479">
<tbody>
<tr>
<td width="46"></td>
<td width="417"></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Unidos do Candinho dá show debaixo de chuva em Sousas, Campinas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 20:11:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A forte chuva que caiu sobre o distrito de Sousas, em Campinas, na tarde do último sábado, 7 de fevereiro, acabou se tornando parte da cena e do sentido do desfile do Bloco Unidos do Candinho. O temporal acompanhou o cortejo e dialogou diretamente com o samba-enredo deste ano, transformando a apresentação em um momento de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A forte chuva que caiu sobre o distrito de Sousas, em Campinas, na tarde do último sábado, 7 de fevereiro, acabou se tornando parte da cena e do sentido do desfile do <strong>Bloco Unidos do Candinho</strong>. O temporal acompanhou o cortejo e dialogou diretamente com o samba-enredo deste ano, transformando a apresentação em um momento de grande emoção e afeto coletivo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por volta das 13 horas, usuários e profissionais do Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, referência nacional em saúde mental, atuando como integrantes da bateria, começaram a se concentrar no Casarão da instituição. Aos poucos, outros trabalhadores e pessoas da comunidade foram se juntando ao grupo, em clima de animação e expectativa.</p>
<p style="font-weight: 400;">Às 15 horas, o bloco iniciou o desfile pela estradinha que dá acesso às ruas do distrito. A chuva começou antes que o bloco chegasse ao portão do Cândido. Mas a bateria seguiu firme, com os integrantes usando fitas pretas amarradas nos braços, em referência ao samba-enredo <em>“O meu luto é lutar”</em>. O volume da chuva aumentou e o canto ganhou ainda mais força, especialmente no refrão:<br />
<em>“Sou Candinho, não vou retroceder / Nosso afeto é instrumento pra acessar você.”</em></p>
<p style="font-weight: 400;">Encharcados e animados, os integrantes seguiram em frente, em meio a muitos abraços. Os moradores das Residências Terapêuticas do Cândido Ferreira também participaram do desfile, acompanhando o bloco no trenzinho. O desfile foi realizado com recursos de uma emenda parlamentar da vereadora Paolla Miguel, que também integrou a bateria.</p>
<div id="attachment_21255" style="width: 628px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Candinho8.jpg"><img class="size-large wp-image-21255" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Candinho8-1024x768.jpg" alt="Encharcados mas animados: Candinho é resiliência (Foto Divulgação)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Encharcados mas animados: Candinho é resiliência (Foto Divulgação)</p></div>
<p style="font-weight: 400;">Na chegada do grupo à Praça Beira Rio, no centro de Sousas, a chuva deu uma trégua e outros moradores vieram se juntar ao Candinho. Na praça, a bateria fez mais uma apresentação marcada por energia, alegria e integração com a comunidade local.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Acompanho esse bloco há muito tempo e, mesmo com a chuva, não podia deixar de vir aqui hoje. É muito lindo e muito comovente esse trabalho do Cândido”, afirmou a professora Maria Helena Gomes, que  levou os dois filhos adolescentes para participar.</p>
<p style="font-weight: 400;">Após quatro meses de ensaios, o mestre da bateria, Marcelo Pinta, comemorou: “O dia chegou, e foi maravilhoso”. Já o autor do samba-enredo, Clauber Reis, resumiu: “Essa chuva veio sob medida. Estávamos precisando lavar a alma”.</p>
<p>Mais do que um bloco carnavalesco, o Unidos do Candinho é uma manifestação cultural ligada à história da saúde mental em Campinas. Sua trajetória está firmemente conectada ao cuidado em liberdade e à quebra de estigmas, utilizando a música como ferramenta de expressão, encontro e transformação social.</p>
<p>O bloco começou com a participação de usuários do Serviço de Saúde Cândido Ferreira, referência em saúde mental, um dos pilares da reforma psiquiátrica ocorrida no Brasil. Com o tempo, o bloco passou a ter ampla participação da comunidade. Seus desfiles são cada vez mais um exemplo de alegria, criatividade e quebra de preconceitos.</p>
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		<title>Tudo pronto para mais um desfile do Unidos do Candinho, destaque do Carnaval de Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 20:55:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O bloco Unidos do Candinho confirmou data, horário e trajeto do desfile em Sousas, distrito de Campinas. A concentração começa às 14 horas, o desfile sai às 15 horas, no sábado, 7 de fevereiro, em frente ao Casarão do Cândido Ferreira, com percurso até a Praça Beira Rio,  no centro de Sousas. O desfile é aberto ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O bloco Unidos do Candinho confirmou data, horário e trajeto do desfile em Sousas, distrito de Campinas. A concentração começa às 14 horas, o desfile sai às 15 horas, no sábado, 7 de fevereiro, em frente ao Casarão do Cândido Ferreira, com percurso até a Praça Beira Rio,  no centro de Sousas. O desfile é aberto à comunidade e integra a programação de pré-Carnaval do distrito, reunindo música, convivência e inclusão.</p>
<p style="font-weight: 400;">De fato, mais do que um bloco carnavalesco, o Unidos do Candinho é uma manifestação cultural ligada à história da saúde mental em Campinas. Sua trajetória está firmemente conectada ao cuidado em liberdade e à quebra de estigmas, utilizando a música como ferramenta de expressão, encontro e transformação social.</p>
<p style="font-weight: 400;">O bloco começou com a participação de usuários do Serviço de Saúde Cândido Ferreira, referência em saúde mental, um dos pilares da reforma psiquiátrica ocorrida no Brasil. Com o tempo, o bloco passou a ter ampla participação da comunidade. Seus desfiles são cada vez mais um exemplo de alegria, criatividade e quebra de preconceitos.</p>
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		<title>Semana de sensibilização sobre saúde mental destaca importância do bem-estar emocional e do autocuidado</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 20:24:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ação promovida pela Unimed Campinas acontece de 19 a 23 de janeiro nos serviços próprios da Cooperativa em Campinas, Sumaré e Indaiatuba Campanha brasileira dedicada à promoção da saúde mental e à prevenção de doenças emocionais, o Janeiro Branco tem o propósito sensibilizar as pessoas a voltarem o olhar para seus sentimentos e pensamentos.  Com ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Ação promovida pela Unimed Campinas acontece de 19 a 23 de janeiro nos serviços próprios da Cooperativa em Campinas, Sumaré e Indaiatuba</span></i></p>
<p><strong><span style="font-weight: 400;">Campanha brasileira dedicada à promoção da saúde mental e à prevenção de doenças emocionais, o Janeiro Branco tem o propósito sensibilizar as pessoas a voltarem o olhar para seus sentimentos e pensamentos.  Com o objetivo de reforçar a importância de uma cultura que acolhe e cuida das emoções, a Medicina Preventiva da Unimed Campinas promove, entre os dias 19 e 23 de janeiro, em seus serviços próprios localizados em Campinas, Sumaré e Indaiatuba, uma semana de sensibilização sobre a importância do bem-estar emocional e do autocuidado. </span></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ação será realizada por uma equipe de profissionais, entre os quais três psicólogas, e vai acontecer em espaços como o Hospital Unimed Campinas, o Centro de Quimioterapia Ambulatorial, o Centro de Promoção à Saúde, a Amplia II e sedes administrativas, em Campinas, e envolverá também o Pronto Atendimento de Sumaré e o Centro Clínico de Indaiatuba.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a semana, os clientes que estiverem nas recepções desses locais serão convidados a refletir sobre a importância de cuidar da mente tanto quanto do corpo, reconhecendo que a prevenção e o cuidado emocional são fundamentais para manter o bem-estar e a qualidade de vida. A iniciativa, desta vez, vai propor uma pausa, um respiro e um momento de cuidado, lembrando que a saúde mental deve ser prioridade e que pequenos hábitos podem transformar o cotidiano, prevenindo o adoecimento psicológico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para reforçar essa mensagem, serão distribuídos sachês de chá de camomila que trazem um QR Code na embalagem, por meio do qual os clientes serão direcionados para conteúdos digitais preparados especialmente para orientar, conscientizar e acolher.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A saúde emocional, entendida como a capacidade de sentir, pensar e agir de forma equilibrada no dia a dia, envolve lidar com emoções, enfrentar desafios e construir relações saudáveis. Já o autocuidado se traduz em pequenos gestos diários que fortalecem o equilíbrio emocional, como reconhecer limites, organizar a rotina e cultivar hábitos que nutrem a mente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Medicina Preventiva da Unimed Campinas incentiva essa construção contínua, reforçando que cuidar de si é o primeiro passo para uma saúde integral. </span></p>
<div id="attachment_21221" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Janeiro-Branco2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-21221" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Janeiro-Branco2-300x200.jpeg" alt="A Medicina Preventiva da Unimed Campinas valoriza a saúde mental como parte da saúde integral (Foto Divulgação)" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">A Medicina Preventiva da Unimed Campinas valoriza a saúde mental como parte da saúde integral (Foto Divulgação)</p></div>
<p><b>Sobre a Unimed Campinas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Compromisso com a saúde é o negócio da Unimed Campinas, a maior Unimed do interior do Brasil, que soma mais de meio século de mercado. O cuidado com o todo está no DNA da Cooperativa, que atualmente possui mais de 3.600 médicos cooperados e uma ampla rede de clínicas, hospitais e laboratórios credenciados, além dos serviços próprios, que são referência na região. A Unimed Campinas é comprometida com a qualidade de vida de mais de 750 mil pessoas em atendimento, cuidando também da comunidade. Além de toda essa estrutura, é patrocinadora de diversos projetos sociais e ambientais, promovendo cuidado integral com o meio ambiente e oferecendo oportunidades de acesso ao esporte, trabalho e cultura a comunidades da Região Metropolitana de Campinas. A confiança estabelecida com seus beneficiários e a solidez alcançada durante seus 55 anos garantem à Unimed Campinas mais de 70% do </span><i><span style="font-weight: 400;">marketshare</span></i><span style="font-weight: 400;"> da região.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Instituto Padre Haroldo celebra 10 anos da Casa da Gestante, Puérperas e Bebês</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 00:30:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda=feira, dia 15 de dezembro, estão sendo celebrados os 10 anos da Casa da Gestante, Puérperas e Bebês (CGPB) do Instituto Padre Haroldo (IPH). É um serviço pioneiro em Campinas voltado ao acolhimento de mulheres grávidas, puérperas em situação de rua e seus filhos. Criada em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Nesta segunda=feira, dia 15 de dezembro, estão sendo celebrados os 10 anos da Casa da Gestante, Puérperas e Bebês (CGPB) do Instituto Padre Haroldo (IPH). É um serviço pioneiro em Campinas voltado ao acolhimento de mulheres grávidas, puérperas em situação de rua e seus filhos. Criada em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, a Casa tornou-se referência na área de assistência social e saúde, oferecendo moradia temporária e apoio integral. Na quinta-feira, 18 de dezembro, haverá uma celebração especial para convidados.</div>
<div>Integrada à rede de 17 serviços mantidos pelo Instituto Padre Haroldo, a CGPB garante a cada pessoa acolhida um Plano de Atendimento Individualizado, que assegura suporte direcionado às suas necessidades específicas. Ao longo de sua trajetória, a Casa da Gestante tem se destacado por oferecer cuidados de saúde completos, incluindo acompanhamento pré-natal e pós-parto para as mães, puericultura e acompanhamento pediátrico para as crianças, controle do calendário vacinal de mães e filhos, além da introdução de métodos contraceptivos. Também desempenha papel essencial no apoio à saúde mental, especialmente para mulheres que enfrentam desafios relacionados ao uso de substâncias psicoativas.</div>
<div>A missão da Casa da Gestante é garantir proteção integral à mãe e ao bebê, fortalecer vínculos familiares e afetivos e contribuir para a superação de situações de vulnerabilidade. Inaugurada em dezembro de 2015 e, ao completar uma década de atividades, reafirma-se como símbolo de esperança e transformação, celebrando uma história marcada por acolhimento, dignidade e compromisso com a vida.</div>
<div>Em dez anos, a Casa da Gestantes, Puérperas e Bebês do Instituto Padre Haroldo atendeu a 158 mulheres, dois homens trans, 54 crianças e 69 bebês recém-nascidos. Um total de 283 atendidos, no serviço aberto a 15 de dezembro de 2015. A inauguração contou, entre outros, com a presença do próprio Padre Haroldo Rahm, do prefeito Jonas Donizette e do secretário municipal da Saúde, Carmino de Souza.</div>
<div>A Casa funciona 24 horas, para mulheres e pessoas de outros perfis que estavam vivendo em situação de risco de saúde ou social grave. Em ambiente protegido, há oferta de moradia transitória, alimentação saudável, cuidados em saúde física e mental, atenção psicossocial e  ampliação do acesso à educação.</div>
<div><span style="font-weight: 400;">Também são realizadas atividades e vivências diversas em arte, cultura, esporte e cidadania, inserção na rede de saúde e socioassistencial, que favorecem a autonomia, a ampliação de repertório social e pessoal, desenvolvimento de habilidades socioemocionais e preparação para o trabalho e inserção social, entre tantas outros aspectos.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></div>
<div>&#8220;A metodologia de trabalho está na criação, com as mulheres atendidas, de um plano de atendimento individual, conduzido em ambiente coletivo a partir da escuta, formação de vínculos, do cuidado, ampliação de repertório, entre outras estratégias, na busca da conquista de direitos fundamentais&#8221; diz Vanessa, coordenadora da Casa da Gestante, puérperas e seus filhos.</div>
<div><strong>Instituto Padre Haroldo</strong></div>
<div>
<p><span style="font-weight: 400;">O Instituto Padre Haroldo foi fundado a 28 de maio de 1978 pelo Padre Haroldo Rahm, ainda com o nome Associação Promocional Oração e Trabalho (APOT), com a missão de recuperar e reinserir socialmente pessoas químio-dependentes. </span>Em 1989 o padre Haroldo começa o Programa Meninos de Rua no terminal central de Campinas. Em 1993 o trabalho começa a atender adolescentes no modelo de comunidade terapêutica. Em 1995 é criado o Programa de Prevenção para adolescentes, jovens e seus familiares, depois denominado Programa Aprender Mais.</p>
<p>Mais um  passo à frente em 1998, com a abertura da clínica e o início do trabalho ambulatorial. Em 2002 é inaugurada a Casa Guadalupana, para atendimento a crianças e adolescentes em situação de rua, em parceria com a Prefeitura de Campinas. Em 2003 é inaugurado o Centro de Eventos Loyola. Em 2004 houve a reabertura do serviço de acolhimento  masculino para adolescentes em situação de rua.</p>
<p>Em 2006, a instituição fundada  pelo Padre Haroldo é reconhecida como uma das três melhores comunidades terapêuticas para recuperação de dependentes químicos do mundo. O religioso recebe em Nova York o prêmio Harry Sholl Award durante a 23ª Conferência da Federação Mundial de Comunidades Terapêuticas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2008, a Comunidade Terapêutica Feminina é reaberta. Em 2009, Luis Roberto, o Beto Sdoia, assume a presidência, quando o Padre Haroldo completa 90 anos e a instituição </span><span style="font-weight: 400;">assume os trabalhos da Casa Verde, na época pernoite protegido, e em 2010 transforma em uma Casa de Passagem com atendimento 24 horas para adolescentes e jovens em situação ou circularidade de rua. Também em 2009 acontece a inauguração do Serviço de Acolhimento especializado para adolescentes do sexo feminino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 21 de junho de 2011, é oficializada a </span><span style="font-weight: 400;">alteração do nome para Instituição Padre Haroldo Rahm e a adoção do nome fantasia Instituto Padre Haroldo &#8211; IPH. Naquele ano também acontece a remodelação e unificação dos serviços de acolhimento de adolescentes para meninos e meninas com a criação do Abrigo Especializado para adolescentes em situação de rua e uso de substâncias psicoativas.</span></p>
<p>Hoje o IPH tem 17 serviços abertos, em várias regiões de Campinas. Mais de 30 mil pessoas <span style="font-weight: 400;">são impactadas anualmente pelas ações do Instituto Padre Haroldo com os atuais serviços oferecidos. </span>Mais de 67 mil refeições <span style="font-weight: 400;">são servidas mensalmente para os atendidos, garantindo a sua segurança alimentar. </span>Mais de 700 <span style="font-weight: 400;">é o número de pessoas atendidas diariamente nas 17 unidades de serviços mantidas pelo Instituto Padre Haroldo. O Padre Haroldo faleceu<strong> </strong>aos 100 anos no dia 30 de novembro de 2019, deixando um enorme legado para a ação social em Campinas e o Brasil.</span></p>
<p><strong>Palavra da presidente</strong></p>
<p>Palavras da presidente do Instituto Padre Haroldo, Lúcia Decot Sdoia, sobre os dez anos da Casa da Gestante, Puérperas e Bebês (CGPB):</p>
<p>&#8220;A Casa da Gestante, Puérperas e Bebês (CGPB) abriu suas portas às vésperas do Natal, acolhendo uma gestante e logo após o parto, seu bebê. Comemorar 10 anos desta política pública da cidade de Campinas demonstra um olhar para algumas das populações mais vulneráveis da sociedade.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relevância do serviço reside em preencher uma lacuna crítica no sistema de acolhimento. Antes da sua criação, havia um preocupante aumento no número de bebês de mães em situação de rua ou usuárias de substâncias psicoativas que eram encaminhados diretamente para a Vara da Infância, sem a busca por soluções que mantivessem a família unida. A CGPB surge como uma alternativa humanizada a essa prática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Casa tem um impacto direto na proteção e no fortalecimento dos vínculos familiares. Ao oferecer um espaço de acolhimento conjunto para mulheres mães e suas filhas e filhos, ela garante que os recém-nascidos possam iniciar a vida ao lado de suas mães. Isso é crucial para interromper ciclos de violência e exclusão, proporcionando um novo começo para essas famílias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a CGPB é um projeto pioneiro e um modelo de atenção à saúde e psicossocial de mulheres e crianças em fase de especial necessidade de proteção. Ela não apenas oferece um teto e cuidados básicos, acolhe mulheres que enfrentam realidades sociais complexas, como pobreza, marginalização, invisibilidade, violência e exclusão. A Casa é um lugar onde essas pessoas são &#8220;escutadas&#8221;, um elemento fundamental para a recuperação e a ressignificação de suas histórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente, a iniciativa reflete um compromisso profundo com a dignidade humana e o afeto, promovendo o cuidado e esperança a quem mais precisa, promovendo a certeza de que todos têm o direito inalienável de construir uma nova história&#8221;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Natal do Cândido tem brechó, comida boa e música ao vivo neste sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 13:48:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira realiza, neste sábado, 13 de dezembro, mais um dia de programação especial do Natal do Cândido, evento que movimenta a sede da instituição, em Sousas, com atividades para toda a família. Das 10h às 14h30, o público encontra o tradicional brechó da Casa das Oficinas, com peças selecionadas e preços acessíveis, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira realiza, neste sábado, 13 de dezembro, mais um dia de programação especial do <strong>Natal do Cândido</strong>, evento que movimenta a sede da instituição, em Sousas, com atividades para toda a família.</p>
<p>Das <strong>10h às 14h30</strong>, o público encontra o tradicional <strong>brechó da Casa das Oficinas</strong>, com peças selecionadas e preços acessíveis, além do <strong>pastel artesanal feito na hora</strong>, uma das atrações gastronômicas mais esperadas da temporada.</p>
<p>Já das <strong>11h30 às 14h30</strong>, o restaurante do Cândido Ferreira serve a sua famosa <strong>feijoada</strong>, preparada aos sábados, e que, nesta edição, ganha um clima ainda mais especial: haverá <strong>música ao vivo com @sandalooficial</strong>, trazendo sucessos do Pop Rock e da MPB para embalar o almoço em meio à natureza da instituição.</p>
<p>O <strong>Natal do Cândido</strong> segue até o dia 20 de dezembro, com diferentes atrações sempre na sede do Cândido Ferreira, em Sousas, incluindo atividades culturais, gastronomia, artesanato e opções de compra na loja do Armazém das Oficinas.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Natal do Cândido – Programação de sábado, 13/12</strong><br />
Local: Sede do Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira – Sousas<br />
Brechó + pastel artesanal: 10h às 14h30<br />
Feijoada com música ao vivo (Pop Rock e MPB – @sandalooficial): 11h30 às 14h30</p>
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		<title>Brechó Sylvia Paschoal da Casa de Jesus entre hoje e sábado</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 20:49:10 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Começou hoje, quinta-feira, 4 de dezembro, e vai até sábado dia 6 o tradicional Brechó Sylvia Paschoal, da Casa de Jesus-Os Seareiros, de Campinas. O Brechó funciona de 9 às 16h30 na sede da Casa de Jesus, na rua João Alves dos Santos, 860, no Jardim das Paineiras. Toda a renda é revertida para as obras sociais mantidas pela instituição espírita e que atende a dezenas de famílias em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>“Além de adquirir itens de primeira qualidade a preços acessíveis, esta é uma excelente oportunidade de colaborar com nossas ações assistenciais, como a entrega mensal de cestas básicas a aproximadamente 200 famílias cadastradas, todas em situação de vulnerabilidade social”, afirmou Suly Coimbra, coordenadora do Brechó, um dos mais tradicionais eventos da modalidade no final do ano em Campinas. O bazar contempla diversos itens, de alta qualidade.</p>
<p>Sylvia Paschoal é o nome de uma das fundadoras da Casa de Jesus, ao lado do marido Orlando e outras pessoas em 1975. Começou a funcionar na rua Barão de Jaguara e em 1987 passou a operar em uma pequena casa na rua João Alves dos Santos, depois muito ampliada, incluindo um salão de festas que se tornou um dos mais importantes da cidade.</p>
<p>A Casa de Jesus mantém um Bazar na Avenida das Amoreiras, o Núcleo Mãe Maria, na Vila Brandina, e o Núcleo José Esteves, na Ponte Preta, onde são atendidas famílias em situação de vulnerabilidade. A instituição promove várias campanhas ao longo do ano. Em sua sede própria, em prédio moderno e com um belo jardim, mantém uma biblioteca, livraria, cantina e várias salas para cursos, além das oficinas de artesanato e o local para recepção dos muitos itens doados pela comunidade.</p>
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