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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Cultura Viva</title>
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		<title>Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes reúne mais de 90 expositores em Campinas</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento acontece no dia 12 de setembro, na Biblioteca Zink, com entrada gratuita, reunindo artistas, editoras e coletivos de diferentes regiões do Brasil e do exterior, com trabalhos que transitam entre a literatura, as artes visuais e o design. A Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes chega à sua oitava edição no dia ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento acontece no dia 12 de setembro, na Biblioteca Zink, com entrada gratuita, reunindo artistas, editoras e coletivos de diferentes regiões do Brasil e do exterior, </em><em>com trabalhos que transitam entre a literatura, as artes visuais e o design.</em></p>
<p>A <strong>Feira </strong>[SUB]<strong> de Arte Impressa e Publicações Independentes</strong> chega à sua oitava edição no dia<strong> <strong>12 de setembro de 2026</strong></strong>, em Campinas, na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, das 11h às 20h com entrada gratuita. Este ano a Feira reúne mais de 90 expositores, entre editoras independentes, coletivos e artistas de diferentes regiões do Brasil e do exterior, com trabalhos que transitam entre as artes visuais, a literatura e o design, em formatos como zines, revistas, livros, fotolivros, ilustrações, xilogravuras, serigrafias e outras formas de publicação e experimentação gráfica. Criada em 2016, a Feira apresenta trabalhos que têm em comum a produção artística independente e autoral, <strong>a liberdade de criação e a experimentação</strong>, muitas vezes revelando processos e linguagens que encontram pouco espaço nos circuitos tradicionais de circulação de arte e literatura.</p>
<div id="attachment_21850" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x08.jpg"><img class="size-full wp-image-21850" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x08.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="600" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>Ao longo do dia, a [SUB] acontecem também atividades gratuitas que ampliam a experiência dos visitantes. Entre elas estão a mesa de <em>Stencil</em> com Mirs Monstrengo, que propõe a criação de lambe-lambes ao vivo convidando o público a acompanhar e experimentar o processos e, também, as ‘Câmeras de Vestir’, de Ana Angélica Costa, uma experiência com câmaras obscuras em formato de capacete que permite ao visitante vivenciar, de maneira direta e lúdica, princípios básicos da formação da imagem. Haverá ainda uma ação de colagem de lambes do Festival Hercule Florence de Fotografia. A partir das 15h, a programação musical fica por conta da discotecagem de Riva Rock. (<em>Confira a programação completa das ações abaixo.)</em></p>
<p>“Este ano a SUB completa 10 anos desde sua primeira edição. Nesse período, vimos crescer não apenas a feira, mas toda uma produção independente que encontra na publicação, na impressão e na circulação de trabalhos autorais uma forma potente de expressão. A SUB nasceu para criar espaço para essa produção existir, circular e encontrar público. Ao longo desses dez anos, vimos crescer, também, o público que vem à feira para descobrir novos artistas, conhecer os trabalhos e fazer parte desse circuito. Para nós, a SUB é também uma afirmação de que a produção independente precisa de espaços próprios de circulação, encontro e visibilidade”, afirma Marcela Pacola, uma das idealizadoras e produtora da [SUB]. A gente segue com a proposta de trazer expositores que nunca participaram de edições anteriores da SUB, mantendo o ineditismo dos trabalhos. Este ano, cerca de 40% participam da SUB pela 1ª. vez”, complementa.</p>
<div id="attachment_21854" style="width: 343px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x01.jpg"><img class="size-full wp-image-21854" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x01.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>“Estamos na oitava edição e algo que sempre nos chama a atenção é o interesse genuíno do público pelos trabalhos e pela possibilidade de conhecer de perto quem está por trás deles.</p>
<p>Na [SUB], a oportunidade de conversar com o artista ou editor sobre o caminho pensado pra chegar no resultado final e sobre as técnicas, muitas vezes artesanais, dos processos de impressão gráfica é algo que amplia o conhecimento e o pensamento crítico. São trabalhos nos quais forma e conteúdo se complementam e, na maioria das vezes, de maneira bastante surpreendente”, garante Fabiana Pacola, co-produtora da [SUB]. “A aproximação entre arte, literatura e design também cria um campo fértil de ideias e de trocas. E tudo acontece dentro de uma Biblioteca pública que nesse dia troca o silêncio por um burburinho bom”, completa.</p>
<p>A <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.feirasub.com.br">Feira SUB</a></span> (@feirasub) é uma realização do Mix Estudio Criativo e conta com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas, da Biblioteca Pública Municipal ‘Prof. Ernesto Manoel Zink’, da Extecamp por meio do Curso de Especialização em Design Gráfico, IA-Instituto de Artes/Unicamp e parcerias.  Saiba mais no site <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.feirasub.com.br">feirasub.com.br</a>.</span></p>
<p>­</p>
<div id="attachment_21855" style="width: 312px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x03.jpg"><img class="size-full wp-image-21855" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_V500x03.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="302" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p>@Jhow.ara (Londrina &#8211; PR); 2 no Telhado (São Paulo &#8211; SP); 53porni (Campinas &#8211; SP); 82dazai (Peruíbe &#8211; SP); Alexandre Braga (São José dos Campos &#8211; SP); Aline Zouvi (São Paulo &#8211; SP); AMO Tipo (Bauru -SP); Ana Scornaienchi (Campinas &#8211; SP) Anansi Lab (Campinas &#8211; SP); Are You a Cop or What? / acontecimiento_s (Buenos Aires e São Paulo &#8211; SP); Ateliê Nômade (Leme &#8211; SP); Atelier Aquastre (Hortolândia &#8211; SP); BANCA TATUÍ (São Paulo &#8211; SP); Bebel Books (São Paulo &#8211; SP); Bicha Papão (Curitiba &#8211; PR); Borboleta Azul (São Paulo &#8211; SP); Borogodó Editora (São Paulo &#8211; SP); Campelo (Campinas &#8211; SP); Carriero (Campinas &#8211; SP); CartoArte (Campinas &#8211; SP);  Catapoesia Editora Cartonera (Piracicaba &#8211; SP); Cecerelê (Campinas &#8211; SP);  coletivo exocetídeos (Campinas &#8211; SP);  Coletivo Maria – Ana Pinto, Laura Almeida, Max Souza (Campinas &#8211; SP); Coletivo Relva (Itapira -SP); CORALVIAJANTE (Glajun) ( Pernambuco); CorpoDissidenteColetivo (São Paulo &#8211; SP); Costuradus – Experimentos gráficos (Mauá &#8211; SP); Deriva dos Livros Errantes (Rio de Janeiro &#8211; RJ); Dinelli (Campinas &#8211; SP); Edições Barbatana (São Paulo- SP); Editora Barbante (Curitiba &#8211; PR); Editora Incompleta (Serra Negra e São Paulo &#8211; SP); Especialização Design Gráfico Unicamp (Campinas &#8211; SP); Estudio Ceda el paso (São Paulo &#8211; SP); Estúdio Preto (Campinas &#8211; SP); Experimentos Impressos (Canoas &#8211; RS); Fernando Mariano (São Paulo &#8211; SP); Festival Hercule Florence (Campinas &#8211; SP); Fotolab Linaibah (São Paulo &#8211; SP); Gambiarra genérica (Campinas &#8211; SP); Gato de Franja (Campinas &#8211; SP); Gráfica Ordinária Maringelli (São Paulo &#8211; SP); grassa edições (Campinas &#8211; SP) Helena Ariano (São Paulo &#8211; SP); Impressões de minas (Belo Horizonte &#8211; MG); Isadora Ferraz (São Paulo &#8211; SP); Jabuticaba (São Paulo- SP); João Amorim/ Gabriel Balbino (São Paulo &#8211; SP); Joões Estúdio Editorial (Campinas &#8211; SP); Juliana Sá (Campinas &#8211; SP);  Kaio Fialho (Belo Horizonte &#8211; MG); Keila Okubo (São Paulo &#8211; SP); Kinoruss edições (São Paulo &#8211; SP); Lau Mazzo  (São Paulo &#8211; SP); lauaual (Campinas &#8211; SP); LOTE 42 (São Paulo &#8211; SP); Lu Kunde papéis artesanais (Rio Claro &#8211; SP); Malha Fina Cartonera (São Paulo &#8211; SP); Marina Schenkel (Campinas &#8211; SP); Mateus Faria (Bauru &#8211; SP); Mirs Monstrengo (Campinas &#8211; SP); miscelânea transitória (Palhoça -SC); Motim dos Mutuns encontra Libélula (São Paulo &#8211; SP); Movimento da Luta Antimanicomial de Campinas + Casa das Oficinas (Campinas &#8211; SP); OBRIGADO VIDA (Americana &#8211; SP); OPA Oficina de papéis artesanais (Campinas &#8211; SP); ÔZé editora (São Paulo &#8211; SP); Pavoa (Volta Redonda – RJ); Pedro Banzeiro (Campinas &#8211; SP); Phonte88 (Campinas &#8211; SP); Piruá Gravuras (Araraquara &#8211; SP); Pompom Grená (Campinas &#8211; SP); Poupée Rouge Publicações (Santos &#8211; SP); Preá, com TRA.PO; (Rio de Janeiro &#8211; RJ); Priscila Bellotti – Projeto RUA (São Paulo &#8211; SP); Procópio Patavino (São Paulo &#8211; SP); Projeto mOsca (São Paulo &#8211; SP); Pulso Impreso (Argentina); Quelônio (São Paulo &#8211; SP); RAONI REDNI (Paraty &#8211; RJ);  Rogerin (Americana &#8211; SP); Sebastião G. Branco (Palhoça &#8211; SC); Sem Geração (São Paulo &#8211; SP); Soffione (São Paulo &#8211; SP); Stickerpointcampinas (Campinas &#8211; SP); [SUB] Edições (Campinas &#8211; SP); teia orbicular (Itupeva e Campinas &#8211; SP); TERRENO ESTRANHO (Guarulhos &#8211; SP); Urban Sketchers Campinas (Campinas &#8211; SP); Veio de lá (Bragança Paulista &#8211; SP); Verbo Frontal (São Paulo &#8211; SP); Victor Honda (São Paulo &#8211; SP); Vienno (Limeira &#8211; SP); VIR edições/ Élcio Miazaki (São Paulo &#8211; SP); Zarabatana Books (Campinas &#8211; SP).</p>
<div id="attachment_21853" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x11.jpg"><img class="size-full wp-image-21853" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x11.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="600" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p><strong> Sobre a Feira SUB</strong></p>
<p>O Projeto Cultural [SUB] é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas, visuais, da literatura, assim como de outras áreas que se cruzam, se encontram ou se relacionam, e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes &#8211; o pilar do projeto &#8211; além de exposições, bate-papos, encontros literários, palestras e workshops que acontecem em diversos espaços culturais da cidade e que fazem parte da programação paralela nos meses que antecedem a feira.</p>
<p><strong>Sobre o MIX Estúdio Criativo</strong></p>
<p>O Mix Estúdio Criativo (MIX) é o organizador da Feira SUB. É um estúdio de design e assessoria de imprensa que desenvolve identidade visual, projeto gráfico de publicações, arte impressa, artes gráficas e projetos culturais que envolvem exposições, performances, cursos e workshops.</p>
<div id="attachment_21849" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x06.jpg"><img class="size-medium wp-image-21849" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/FeiraSUB_foto-Ricardo-Lima_H600x06-300x218.jpg" alt="Marcela e Fabiana Pacola, idealizadoras da FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="300" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">Marcela e Fabiana Pacola, idealizadoras da FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Feira SUB 2026<br />
Data da Feira: 12 de setembro de 2026<br />
Horário: 11 às 20 horas<br />
Local: Biblioteca Pública Municipal &#8216;Professor Ernesto Manoel Zink&#8217; (Avenida Benjamim Constant, 1633, Centro, Campinas, SP).</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong></p>
<div id="attachment_21846" style="width: 379px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cartaz_sub26_web_V500x.jpg"><img class="size-full wp-image-21846" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cartaz_sub26_web_V500x.jpg" alt="Cartaz FeiraSUB" width="369" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz FeiraSUB</p></div>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>&gt; na Bilbioteca Zink, dia 12/9</strong></p>
<p><strong>13h às 18h |</strong> <strong>MESA DE STENCIL / LAMBE-LAMBES.</strong> Com Mirs Monstrengo<strong>. </strong>O artista traz sua experiência com a arte de rua em uma mesa de <em>stencil</em>, com criação ao vivo de lambe-lambes a partir de camadas de <em>stencil art</em>, formando composições diversas e únicas. O público poderá acompanhar e experimentar o processo, conhecer a técnica, trocar ideias e participar da construção das imagens. Gratuita. Classificação livre (menores de 16 anos acompanhados dos responsáveis).</p>
<p><strong>14h às 17h |</strong> <strong>CÂMERAS DE VESTIR E OUTRAS IMAGINAÇÕES</strong>. Com Ana Angélica Costa. Câmeras de vestir são câmaras obscuras em formato de capacetes que permitem experimentar, de maneira direta e lúdica, os princípios básicos da formação da imagem. Ao ‘vestir’ as câmaras, os participantes entram em contato com o que há de mais simples na formação da imagem: a trajetória da luz e a intervenção do espaço, superfícies e objetos na construção de uma imagem. Gratuita. Classificação Livre (menores de 16 anos acompanhados dos responsáveis).</p>
<p><strong>15h às 20h |</strong> <strong>DISCOTECAGEM.</strong> Com Riva Rock Discos</p>
<p>Ele cria a atmosfera sonora da Feira [SUB] com seus vinis desde a primeira edição.</p>
<p><strong>16h |</strong> <strong>‘COLAGEM DE LAMBES- FESTIVAL HERCULE FLORENCE’</strong>. Com Ricardo Lima.</p>
<p>Colagem coletiva de lambe-lambe. Arte urbana nas ruas de Campinas numa ação do Festival Hercule Florence de Fotografia. Na frente da Biblioteca Zink, nos muros da E.E. Carlos Gomes. Todos convidados para participar! Gratuita. Classificação livre (crianças menores de 16 anos acompanhadas dos responsáveis)</p>
<p><strong>03.09 a 30.09 |</strong> Exposição da artista Marina Schenkel, autora do Cartaz da [SUB] 2026. A artista apresenta trabalhos com referências de HQ, que falam sobre afeto, desejo e violência. Visitação: de segunda à sexta, das 9h às 17h. Gratuita. Classificação livre.</p>
<p><strong>&gt; Na Biblioteca de Obras Raras &#8211; BORA/Unicamp</strong></p>
<p><strong>até 26.10 |</strong> Exposição <strong>‘Estado de Edição’, </strong>do artista visual Élcio Miazaki.</p>
<p>A mostra reúne estudos, documentos, fotografias, publicações, registros e outros materiais que revelam os processos de criação de grande parte das obras apresentadas pelo artista no Memorial de Direitos Humanos Ocupado (antigo DOPS/MG) em Belo Horizonte, para onde foram levadas após o episódio de censura que impediu sua abertura em Ouro Preto (MG), em 2026.</p>
<p>Visitação: segunda à sexta-feira das 9h às 17h. Gratuita.  Classificação 14 anos.</p>
<p><strong>Local |</strong> BORA &#8211; Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho | Unicamp | Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441 &#8211; Cidade Universitária, Campinas, SP</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>SELO EDITORIAL DE CAMPINAS REALIZA LANÇAMENTO COLETIVO NA LIVRARIA LEITURA</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento reúne lançamento das primeiras autoras do selo, com roda de conversa e coquetel na Leitura do Shopping Parque Dom Pedro &#160; O Selo Editorial Capitolinas realiza neste sábado, 15 de agosto, das 16h às 19h, o lançamento coletivo de suas sete primeiras autoras, em um encontro que celebra a literatura produzida por mulheres e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Evento reúne lançamento das primeiras autoras do selo, com roda de conversa e coquetel na Leitura do Shopping Parque Dom Pedro</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Selo Editorial Capitolinas realiza neste sábado, 15 de agosto, das 16h às 19h, o lançamento coletivo de suas sete primeiras autoras, em um encontro que celebra a literatura produzida por mulheres e a diversidade de vozes que integram o catálogo da editora. O evento acontece na Livraria Leitura do Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas, e apresentará os livros das escritoras Sofia Finguermann, Maria Emanuelle Osório Prates, Célia Fujii, Mila Nascimento, Alexandra Chaves, Alessandra Collaço e Salete Fernandes.</p>
<p>Com a proposta “Escrever para permanecer”, o Selo Editorial Capitolinas foi criado pelo Clube Literário Capitolinas no início de 2026 com o propósito de que mulheres sejam lidas e conquistem seu espaço dentro do mercado literário, facilitando a publicação e a circulação de obras de autoria feminina. Os primeiros livros que integram o catálogo do Selo transitam pelos gêneros da poesia e da prosa, evidenciando a diversidade de vozes presentes na literatura produzida por mulheres.</p>
<p>Durante a programação, as autoras participarão de uma roda de conversa sobre suas experiências no processo de publicação dos livros, compartilhando com o público os caminhos percorridos desde a escrita até a chegada das obras aos leitores. O encontro será também uma oportunidade para conhecer de perto as diferentes perspectivas, histórias e processos criativos que estão por trás dos livros publicados pelo Selo Editorial Capitolinas.</p>
<p>Integram o lançamento as obras <i>Tantas se não todas</i>, de Sofia Finguermann; <i>Pugilismo, segundo Lauren L.</i>, de Maria Emanuelle Osório Prates; <i>Química Íntima</i>, de Célia Fujii; <i>Doutores não sabem dançar</i>, de Mila Nascimento; <i>Versos de uma garota de salto</i>, de Alexandra Chaves; <i>No caminho encontro a coragem</i>, de Alessandra Collaço; e <i>Entre silêncios</i>, de Salete Fernandes.</p>
<p>Ao optar pelo lançamento coletivo, o Selo Capitolinas propõe um encontro entre autoras, leitoras e leitores e pessoas interessadas na produção literária contemporânea, valorizando não apenas os livros, mas também as trajetórias e experiências que dão origem a cada publicação. A roda de conversa permitirá ao público conhecer os desafios, as descobertas e os momentos marcantes vivenciados pelas escritoras ao longo desse percurso.</p>
<p>Após a conversa, será servido um coquetel e as autoras autografarão seus livros. O evento é aberto ao público e representa uma oportunidade para conhecer as primeiras publicações do Selo Editorial Capitolinas, prestigiar mulheres que escrevem e celebrar a literatura como espaço de expressão e construção de novas narrativas.</p>
<div id="attachment_21829" style="width: 1610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-17.53.56.jpeg"><img class="size-full wp-image-21829" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-07-29-at-17.53.56.jpeg" alt="O Clube Capitolinas na FLIP 2026 (Foto Capitolinas/Divulgação)" width="1600" height="900" /></a><p class="wp-caption-text">O Clube Capitolinas na FLIP 2026 (Foto Capitolinas/Divulgação)</p></div>
<p><strong>Clube Literário Capitolinas levou a escrita das mulheres para a FLIP 2026</strong></p>
<p>O Clube Literário Capitolinas participou da 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), realizada de 22 a 26 de julho em Paraty/RJ, consolidando sua atuação como um importante coletivo de incentivo à literatura como ferramenta de fortalecimento feminino. Integrando a Casa Parceira Tyiwaras-Tikunas + Neomarginais<b> + Capitolinas</b>, o grupo levou à programação oficial do evento um expressivo time de 16 escritoras, que participaram em todas as mesas de conversa da Casa e de diversos saraus ao longo do festival.</p>
<p>Representaram o coletivo as escritoras Mila Nascimento, Mariela Mei, Daniela Camargo, Ana Castro, Sofia Finguermann, Luana Dalmolin, Alessandra Collaço, Célia Fujii, Salete Fernandes, Talita Olivieri, Vanessa Corrêa, Marli Angélica, Anelena, Renata Liberta, Rafa Vero e Letícia Gomes. Ao longo da programação, as autoras compartilharam suas trajetórias, processos criativos e reflexões sobre literatura, identidade, memória, território e protagonismo feminino, fortalecendo o diálogo entre escritoras, leitoras e leitores, artistas e representantes do mercado editorial.</p>
<p>As Capitolinas integraram quase todas as atividades na programação da Casa Parceira, compondo mesas que abordaram diferentes perspectivas da produção literária contemporânea, com temas como poesia, ancestralidade, educação, gênero, erotismo, inovação narrativa e o papel da literatura como instrumento de resistência e construção de memória.</p>
<p>Além da participação nas atividades da casa, o Clube Capitolinas pode também apresentar oficialmente na FLIP o Selo Editorial Capitolinas, iniciativa criada pelo coletivo para estimular e ampliar a produção e a circulação da literatura contemporânea feita por mulheres. Sob o tema “Escrever para permanecer”, o selo estreou no festival apresentando suas seis primeiras escritoras publicadas, com quatro delas presentes no evento e compondo da programação literária da Casa.</p>
<p>Desta forma, o Selo Capitolinas nasce como um projeto de permanência e visibilidade para escritoras, reafirmando o compromisso do coletivo de criar caminhos para que mais mulheres escrevam, publiquem suas obras, ocupem espaços historicamente menos acessíveis e, através de suas histórias, permaneçam.</p>
<p><b>LITERATURA COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO</b></p>
<p>Fundado em 2024 pela médica e escritora Mila Nascimento, o Clube Literário Capitolinas é um coletivo de fortalecimento feminino formado por leitoras e escritoras e destinado a transformar as estruturas sociais por meio da literatura.</p>
<p>Com o slogan &#8220;Ninguém pode parar uma mulher que lê&#8221;, o Capitolinas reúne mais de 70 mulheres em diferentes regiões do Brasil e também no exterior. Além dos encontros literários, o coletivo promove saraus, oficinas de escrita, rodas de conversa e intervenções poéticas em territórios de vulnerabilidade social, criando espaços de escuta, formação, acolhimento e colaboração entre mulheres.</p>
<p>Em 2026, o coletivo expandiu sua atuação com a criação do Selo Editorial Capitolinas, iniciativa que reforça seu objetivo de fortalecer a presença feminina no universo literário. Sob tema &#8220;Escrever para permanecer&#8221;, o selo surge para possibilitar que mulheres não só leiam, como também sejam lidas, publicadas e reconhecidas por suas produções.</p>
<p>A participação na 24ª FLIP reafirma o papel do Clube Literário Capitolinas como um espaço de formação, produção e difusão da cultura feita por mulheres. Ao reunir escritoras de diferentes trajetórias em uma programação intensa de debates, lançamentos e saraus, o coletivo fortalece sua missão de democratizar o acesso à literatura e incentivar e ampliar as vozes femininas no cenário literário brasileiro.</p>
<p><b><i>_________________</i></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><b><i>“Para nós, MULHERES, ocupar o maior festival literário do país vendendo livros, participando de mesas, autografando, mostrando nosso trabalho é, sem dúvida, algo revolucionário. Estamos combatendo o silenciamento por meio do registro escrito de nossas próprias histórias”</i></b></p></blockquote>
<p><b>Mila Nascimento, fundadora do Clube Capitolinas</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>_________________</i></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Paraty, as Capitolinas celebraram não apenas a palavra escrita, mas também a construção de uma rede que transforma a literatura em instrumento de pertencimento, ocupando e transformando espaços de direito e possibilitando que mulheres escrevam suas próprias histórias e, através delas, permaneçam.</p>
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<p><b>__________________________</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><b>LANÇAMENTO COLETIVO DO SELO EDITORIAL CAPITOLINAS</b></p>
<p><b>Data</b>: 15 de agosto</p>
<p><b>Horário</b>: das 16h às 19h</p>
<p><b>Local</b>: Livraria Leitura – Shopping Parque Dom Pedro (Av. Guilherme Campos, 500 &#8211; Jardim Santa Genebra, Campinas).</p>
<p><b>Programação</b>: lançamento dos livros, roda de conversa com as autoras e coquetel – aberto ao público, entrada gratuita.</p>
<p><b>Autoras</b>: Sofia Finguermann, Maria Emanuelle Osório Prates, Célia Fujii, Mila Nascimento, Alexandra Chaves, Alessandra Collaço e Salete Fernandes.</p>
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		<title>Exposição ‘Estado de Edição’, de Élcio Miazaki, ocupa a BORA/Unicamp com processos criativos de obras marcadas por recente episódio de censura</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra faz parte da programação paralela da oitava edição da Feira [SUB] e integra projeto ampliado para outros espaços. A entrada é gratuita e terá conversa com o artista na abertura A BORA – Biblioteca de Obras Raras ‘Fausto Castilho’, da Unicamp, em parceria com a Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes, recebe, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mostra faz parte da programação paralela da oitava edição da Feira [SUB]</em> <em>e integra projeto ampliado para outros espaços. A entrada é gratuita e terá conversa com o artista na abertura</em></p>
<p>A BORA – Biblioteca de Obras Raras ‘Fausto Castilho’, da Unicamp, em parceria com a Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes, recebe, entre 13 de agosto e 26 de outubro de 2026, a exposição <em>‘Estado de Edição’</em>, do artista visual Élcio Miazaki. Com entrada gratuita, a mostra reúne estudos, documentos, fotografias, publicações, registros e outros materiais que revelam os processos de criação de grande parte das obras apresentadas pelo artista no Memorial de Direitos Humanos Ocupado (antigo DOPS/MG), para onde foram levadas após o episódio de censura que impediu sua abertura em Ouro Preto (MG), em 2026. A abertura da exposição será no dia 13 de agosto, às 12h. Nesse mesmo dia, o artista recebe o público para uma conversa, às 13h, no auditório da BORA.</p>
<p>A exposição<em> ‘Estado de Edição’</em> convida o público a percorrer os caminhos que lhes dão origem. Na BORA, biblioteca dedicada à preservação de acervos raros e especiais, o foco recai sobre os processos artísticos: anotações, estudos, documentos, publicações e outros vestígios da pesquisa tornam visíveis as etapas de elaboração, circulação e transformação que constituem o trabalho do artista. “Procuro tratar esse projeto como partes que na verdade se complementam. Interessa-me compreender como imagens, documentos, objetos, publicações e ações podem assumir novos formatos e sentidos aos circularem por diferentes contextos. É desejo do projeto investigar os estados de transformação das obras, elaborando questões relacionadas à censura, à violência, aos processos de edição e às formas de permanência e resistência por meio da arte,” afirma Miazaki.</p>
<div id="attachment_21792" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/exposição-Estado-de-Edição_01_credito-Divulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-21792" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/exposição-Estado-de-Edição_01_credito-Divulgação.jpg" alt="Exposição Estado de Edição - foto divulgação" width="602" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Estado de Edição &#8211; foto divulgação</p></div>
<p>A exposição apresentada na Unicamp integra um projeto expositivo mais amplo, o ‘<em>Corpo de Prova’</em>, concebido por Élcio Miazaki como uma exposição expandida. Diferentemente de uma única mostra itinerante, o projeto se desdobra concomitantemente em diferentes instituições e espaços independentes, cada qual acolhendo um recorte específico da mesma investigação. Juntas, essas ocupações formam um único corpo expositivo distribuído por diferentes territórios, ampliando a circulação da obra e propondo novas formas de relação entre arquivo, memória, espaço e público.</p>
<p>O ‘<em>Corpo de Prova</em>´ é um projeto expandido que articula exposições, ações públicas, encontros e publicações em diferentes espaços, propondo reflexões sobre arte, circulação, presença e as múltiplas formas de atravessamento que incidem sobre a produção artística contemporânea. Como parte desse programa, <em>‘Arde Outra Vez’</em> configura-se como uma ação concentrada na cidade de São Paulo, reunindo a exposição coletiva no espaço Fonte, uma sessão de produções audiovisuais de alguns dos artistas participantes seguida de roda de conversa com artistas e público no Canteiro, e uma tarde dedicada ao lançamento e relançamento de títulos de publicações independentes na Banca dos Bichos. Ao conectar exposição, audiovisual, debate e edição independente, o projeto amplia as possibilidades de encontro entre artistas, obras e público, distribuindo-se pela cidade por meio de diferentes linguagens e formas de presença.</p>
<p><strong>Parcerias ampliam diálogos</strong></p>
<p><strong> </strong>A realização de <em>‘Estado de Edição’</em> na BORA integra a programação paralela da oitava edição da Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes, fortalecendo o diálogo entre arte contemporânea, publicações, arquivo e pensamento crítico.</p>
<p>&#8220;A parceria da Feira [SUB] com a BORA amplia a circulação do conhecimento, da produção artística e do pensamento crítico. Trazer a público os processos de uma exposição como essa do Élcio que sofreu censura é abrir espaço para o diálogo, preservar a memória e reafirmar o papel da arte como lugar de reflexão. ‘<em>Estado de Edição</em>’ é também uma forma de resistência. Como organizadoras da Feira [SUB], entendemos que nosso papel é, também, ampliar territórios, propiciar encontros, expandir a circulação e o acesso à arte contemporânea da cena independente&#8221;, afirma Marcela Pacola.</p>
<div id="attachment_21790" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraB_500x.jpg"><img class="size-full wp-image-21790" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraB_500x.jpg" alt="Exposição Estado de Edição - foto divulgação" width="400" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Estado de Edição &#8211; foto divulgação</p></div>
<p><strong>Parcerias ampliam territórios de circulação</strong></p>
<p><strong> </strong>Para Danielle Thiago Ferreira, Coordenadora Técnica da BORA, “A união entre a BORA e a Feira [SUB] é muito importante para a biblioteca e vem se consolidando ao longo dos últimos anos através de diversas ações vinculadas ao compromisso institucional de preservação da memória e o fomento ao pensamento crítico, a partir das ações propostas pelas organizadoras. Ao integrar a programação paralela da Feira [SUB], a BORA conecta seu acervo e o seu espaço dentro da universidade à pulsação da arte contemporânea e das produções independentes, ampliando territórios de circulação e garantindo o acesso público aos debates fundamentais promovidos por esses diálogos”.</p>
<p>A Coordenadora completa que, neste ano, a parceria ganha uma dimensão ainda mais significativa com a exposição ‘<em>Estado de Edição</em><em>’,</em> do artista Elcio Miazaki, que, ao fazer parte do calendário comemorativo dos 60 anos da Unicamp dialoga diretamente com a história política e cultural do País e da própria universidade. “Conectamos a arte como forma de resistência, ao colocar em pauta episódios de censura e as lutas pela redemocratização, em consonância com a exposição do mês de outubro que lança luz sobre o período de fundação da Unicamp, resgatando os episódios de resistência, das lutas contra a repressão ditatorial e o papel ativo da comunidade universitária no processo de redemocratização da instituição e do país”, pontua.</p>
<div id="attachment_21791" style="width: 386px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Élcio-Miazaki_credito-arquivo-pessoal_500x.jpg"><img class="size-full wp-image-21791" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Élcio-Miazaki_credito-arquivo-pessoal_500x.jpg" alt="Élcio Miazaki - fotoarquivo pessoal" width="376" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Élcio Miazaki &#8211; fotoarquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p>Artista visual, Élcio Miazaki (São Paulo, 1974) desenvolve uma produção que articula fotografia, vídeo, instalação, performance e publicações para investigar as relações entre imagem, poder, violência e os legados da ditadura civil-militar brasileira. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, vive e trabalha em São Paulo. Participou de exposições e projetos em instituições brasileiras e internacionais, como Palácio das Artes (Belo Horizonte), Espaço Força e Luz (Porto Alegre), Fotoativa (Belém), Solar (Fortaleza), USP Ribeirão Preto e Experimental Loop (Nova York). Recebeu, entre outros, o Prêmio Branco de Melo (Belém/PA) e participa regularmente de feiras de arte impressa e publicações independentes, entre elas Motim (Brasília), Tijuana e Delícia (Rio de Janeiro), Dobra (Londrina), Feira [SUB] (Campinas), Publica (São Paulo) e Canastra (Belo Horizonte).</p>
<div id="attachment_21789" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraA_500x.jpg"><img class="wp-image-21789 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/élcio-miazaki_BoraA_500x.jpg" alt="Exposição Estado de Edição - foto divulgação" width="400" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Estado de Edição &#8211; imagem divulgação</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Em Campinas</span></strong></p>
<p><strong><em>‘Estado de Edição’</em></strong></p>
<p><strong>Élcio Miazaki</strong></p>
<p><strong>13 de agosto de 2026</strong></p>
<p><strong>12h</strong> – Abertura</p>
<p><strong>13h </strong>- Conversa com o artista  | Auditório da BORA</p>
<p><strong>Visitação</strong><br />
13 de agosto a 26 de outubro de 2026<br />
Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h</p>
<p><strong>Local</strong><br />
BORA – Biblioteca de Obras Raras &#8220;Fausto Castilho&#8221; – Unicamp<br />
Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441 – Cidade Universitária – Campinas/SP</p>
<p><strong>Entrada –</strong> gratuita</p>
<p><strong>Classificação -</strong> 14 anos</p>
<p><strong>O projeto em expansão</strong></p>
<p>Concomitantemente à exposição <em>‘Estado de Edição’</em>, na BORA, o projeto se desdobra em outras instituições e espaços independentes, que apresentam diferentes recortes da mesma investigação artística.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Em São Paulo</span></strong><span style="text-decoration: underline;"> (SP)</span></p>
<p><em>‘Arde outra vez’ </em>reúne artistas cujas obras dialogam com experiências de censura, autocensura, impedimento e outras formas de violência que atravessam a criação artística. Produzido em parceria com os espaços Fonte (plataforma independente dedicada ao fomento da arte contemporânea por meio de exposições, residência, ateliês e cursos) e Canteiro (um espaço voltado para o campo de pesquisa e produção em arte contemporânea para fortalecer inciativas autônomas de produção e circulação artística), o ciclo articula uma exposição coletiva e uma sessão de vídeos seguida de debate, propondo reflexões sobre os mecanismos que restringem a liberdade de criação e as estratégias de permanência, transformação e circulação das obras.</p>
<p><strong><em>‘Arde Outra Vez´</em></strong></p>
<p><strong>FONTE</strong></p>
<p><strong>Abertura:</strong> 1 de agosto de 2026</p>
<p><strong>Visitação</strong>: até 15 de agosto (quintas, sextas e sábados das 14h às 19h)</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Rua Mourato Coelho, 751 – Vila Madalena – São Paulo – SP</p>
<p><strong>Entrada –</strong> gratuita</p>
<p><strong>Canteiro</strong></p>
<p><strong>Abertura:</strong> 4 de agosto de 2026</p>
<p><strong>19h</strong><strong> -</strong> Abertura</p>
<p><strong>20h </strong><strong>-</strong> Sessão de vídeo + Bate-papo com Marcelo Amorim e Élcio Miazaki</p>
<p>Endereço: Rua Purpurina, 434 – Vila Madalena – São Paulo – SP</p>
<p><strong>Entrada –</strong> gratuita</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Em Ribeirão Preto</span></strong><span style="text-decoration: underline;"> (SP)</span></p>
<p>Programado para ocorrer em outubro a partir das experiências ocorridas em Belo Horizonte, São Paulo e Campinas, o projeto estará em dois espaços independentes de Ribeirão Preto: <strong>Escada</strong>, espaço que se constitui como um ambiente de intercâmbio, discussão, e pensamento crítico e <strong>Central Contemporânea</strong>, um casarão da década de 1950 ocupado por coletivo de ateliês de artistas visuais, além de sala expositiva e programação permanente de eventos formativos.</p>
<p><strong>Escada </strong>(<em>data a confirmar</em>)</p>
<p>Endereço: Rua Campos Salles, 315 &#8211; Centro</p>
<p><strong>Central Contemporânea</strong> (<em>datas a confirmar</em>)</p>
<p>Endereço: Rua General Osório, 983 – Centro</p>
<p><strong>Sobre a BORA </strong></p>
<p>A Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA), inaugurada em 2020, foi originada da antiga Diretoria de Coleções Especiais e Obras Raras, que por mais de 30 anos esteve sediada no terceiro andar da Biblioteca Central Cesar Lattes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Seu acervo é composto por mais de 100 mil itens de coleções especiais e obras raras, adquiridas por compra ou doação e compostas por livros, folhetos, mapas, revistas, partituras e outros documentos, que datam do século XV ao século XX. São itens de importante valor histórico e, na sua maioria, pertenceram a personalidades de destacada atuação na vida pública. Atualmente, a BORA conta com mais de 20 coleções em diferentes estágios de tratamento e sempre recebe novas intenções de doação para processo de análise.</p>
<p><strong>Sobre a Feira [SUB]</strong></p>
<p>O Projeto Cultural [SUB] é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas e visuais, assim como de outras áreas que se cruzam, se encontram ou se relacionam e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes &#8211; o pilar do projeto que acontece em meados de setembro &#8211; além de exposições, bate-papos, encontros literários, palestras e workshops que acontecem em diversos espaços culturais da cidade e que fazem parte da programação paralela nos meses que antecedem a feira.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Hercule Florence 2026: reflexões sobre memória e crise climática</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 21:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Com exposições, debates, experiências imersivas e grandes nomes da fotografia, evento será realizado de 5 a 23 de agosto e inaugura as ações rumo ao Bicentenário da Fotografia no Brasil Campinas recebe, de 5 a 23 de agosto, a 16ª edição do Festival Hercule Florence, um dos principais eventos dedicados à fotografia no país. Com ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com exposições, debates, experiências imersivas e grandes nomes da fotografia, evento será realizado de 5 a 23 de agosto e inaugura as ações rumo ao Bicentenário da Fotografia no Brasil</em></p>
<p>Campinas recebe, de 5 a 23 de agosto, a 16ª edição do Festival Hercule Florence, um dos principais eventos dedicados à fotografia no país. Com o tema &#8220;Territórios em Transformação – Da Expedição Langsdorff à Crise Climática&#8221;, a programação propõe uma reflexão sobre as mudanças na relação entre sociedade, natureza e memória, utilizando a fotografia como ferramenta de registro, investigação e transformação. O evento conta com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.</p>
<p>Inspirado pelo legado de Hercule Florence, inventor radicado em Campinas e pioneiro da fotografia, o festival convida o público a pensar sobre quais paisagens, histórias e modos de vida merecem ser preservados diante dos desafios impostos pela emergência climática. Se as expedições científicas do século XIX buscavam compreender e documentar o território, a fotografia contemporânea amplia esse olhar para os impactos ambientais e sociais do presente.</p>
<p>A edição de 2026 marca o início de um ciclo de ações em direção ao Bicentenário da Fotografia no Brasil, que será celebrado em 2033. Durante quase três semanas, diferentes espaços da cidade receberão atividades que aproximam arte, ciência e educação, consolidando Campinas como um importante polo de produção e difusão da fotografia.</p>
<div id="attachment_21782" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-13.53.18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-21782" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-03-at-13.53.18-300x225.jpeg" alt="A Sala dos Toninhos, na Estação Cultura, figura entre os espaços que receberão as atividades da 16ª edição do Festival Hercule Florence Crédito: Firmino Piton/PMC" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A Sala dos Toninhos, na Estação Cultura, figura entre os espaços que receberão as atividades da 16ª edição do Festival Hercule Florence Crédito: Firmino Piton/PMC</p></div>
<p>A programação ocupará museus, universidades, o Sesc Campinas, o Senac Campinas, a Galeria Foto Ponto e espaços públicos da cidade, reunindo exposições, debates, oficinas, experiências imersivas, encontros internacionais e leituras de portfólio. Entre os destaques estão a participação de importantes nomes do fotojornalismo brasileiro, como Lalo de Almeida e Rogério Assis, além de mostras a céu aberto promovidas pela Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo (ARFOC-SP).</p>
<p>Ao reunir profissionais, pesquisadores, estudantes e amantes da fotografia, o Festival Hercule Florence reafirma o papel da imagem como instrumento de memória, documentação e sensibilização, promovendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e estimulando novas formas de compreender as transformações do território e do meio ambiente.</p>
<p>PROGRAMAÇÃO OFICIAL – 16º FESTIVAL HERCULE FLORENCE</p>
<p>Quando: 5 a 23 de agosto de 2026<br />
Onde: Diversos espaços culturais de Campinas<br />
Informações: www.festivalherculeflorence.com.br  | Instagram: @festivalherculeflorence</p>
<p>5 de agosto (Quarta-feira)</p>
<p>Centro de Convivência Cultural (Galeria Lygia Testa): Abertura da exposição A Oitava Arte – Fotografia, Arte Essencial II.</p>
<p>7 de agosto (Sexta-feira)</p>
<p>18h | Galeria Foto Ponto: Abertura da exposição internacional Broken Forests Group (Brasil-Canadá).</p>
<p>8 de agosto (Sábado)</p>
<p>10h às 13h | Ozipa Cultura: Abertura da exposição Ela Ficava Muda Debaixo do seu Cinza, de Carolina Engler, com roda de conversa.</p>
<p>A partir das 14h | TOTE Espaço Cultural: Abertura de exposição (14h), Performance Journey of the Unseen (16h), Performance WALA (18h) e Apresentação da Brokenz Band (19h).</p>
<p>15h às 17h | Sesc Campinas: Bate-papo Territórios em Transformação, com Lalo de Almeida e Rogério Assis. Mediação: Suzana Barreto.</p>
<p>11 de agosto (Terça-feira)</p>
<p>17h30 às 21h | Sesc Campinas: Experiência Imersiva com Alessandro Celante. Um set fotográfico performático em uma banheira transforma o retrato em arte aberta ao público.</p>
<p>13 de agosto (Quinta-feira)</p>
<p>11h às 13h e 14h às 16h | Sesc Campinas: Oficina Câmera Caixote Lambe-Lambe, com Marcos Zaniboni.</p>
<p>19h &#8211; MIS Campinas: Abertura da exposição O Que os Olhos Não Veem, da fotógrafa francesa Alexia Brunet. Realizada em parceria com a Aliança Francesa .</p>
<p>14 de agosto (Sexta-feira)</p>
<p>10h às 13h | Sesc Campinas: Oficina Princípios da Fotografia, com Ricardo Hantzschel.</p>
<p>14h às 17h e 18h às 21h | Sesc Campinas: Experiência Imersiva (Turmas 1 e 2), com Alessandro Celante. Mergulho prático em fotografia expandida.</p>
<p>15 de agosto (Sábado)</p>
<p>Praça Imprensa Fluminense: Abertura da 20ª Mostra Anual de Fotojornalismo da ARFOC-SP, exibindo 50 cavaletes expositivos a céu aberto.</p>
<p>18 de agosto (Terça-feira)</p>
<p>19h30 | Câmara Municipal de Campinas: Sessão Solene de entrega da Medalha Hercule Florence.</p>
<p>19 de agosto (Quarta-feira)</p>
<p>Unicamp (BORA): Abertura oficial do Festival e inauguração da exposição Langsdorff 200 em Campinas.</p>
<p>20 de agosto (Quinta-feira)</p>
<p>20h | Galeria Foto Ponto: Palestra com o fotógrafo cubano Yasmany, integrando a programação do Festival Hercule Florence, junto à reunião mensal do Nufca.</p>
<p>21 de agosto (Sexta-feira)</p>
<p>09h30 | Senac Campinas: Abertura dos portões para as atividades especiais do Festival.</p>
<p>10h | Senac Campinas: Palestra Fotografia Contemporânea, Híbrida ou Expandida com a Dra. Yara Schreiber Dines.</p>
<p>14h às 17h | Senac Campinas: Leitura de Portfólios. Consolidando a parceria com o Senac, 12 profissionais da imagem (fotógrafos de Campinas e professores da instituição) conduzem as leituras, além de debates focados na crise climática.</p>
<p>17h às 22h | Praça Bento Quirino: Projeto A Cidade Revelada (videomapping, intervenções visuais e DJs no Centro Histórico).</p>
<p>22 de agosto (Sábado)</p>
<p>09h | Centro Histórico: Caminhada Fotográfica Haja / Festival Hercule Florence.</p>
<p>11h às 20h | Galeria Foto Ponto: 2ª Feira de Autores de Fotografia (artistas, editoras independentes, lançamentos, varal de trocas e mini palestras).</p>
<p>14h às 16h | Sesc Campinas: Oficina Gambiarra em Família – Construindo uma Pinhole, com Roger Hama Sassaki.</p>
<p>23 de agosto (Domingo)</p>
<p>11h às 16h | Galeria Foto Ponto: Continuação da Feira de Autores e encerramento coletivo dos lambe-lambes.</p>
<p>14h às 16h | Sesc Campinas: Oficina Gambiarra em Família – Construindo uma Pinhole, com Roger Hama Sassaki.</p>
<p>A partir das 15h | Estação Cultura (Sala dos Toninhos): Encerramento oficial do Festival com Batalha de MCs.</p>
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		<title>Exposição “A Oitava Arte&#8221; reúne 22 artistas fotógrafos no Centro de Convivência Cultural</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 20:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra com curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi integra a programação do XVI Festival Hercule Florence e fica em cartaz de 5 a 29 de agosto O Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe, de 5 a 29 de agosto, a exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, mostra que reúne obras de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Mostra com curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi integra a programação do XVI Festival Hercule Florence e fica em cartaz de 5 a 29 de agosto</i></p>
<p>O Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe, de 5 a 29 de agosto, a exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, mostra que reúne obras de 22 artistas fotógrafos e integra a programação oficial do XVI Festival Hercule Florence. O vernissage acontece no dia 5 de agosto, às 19h, no saguão principal do espaço.</p>
<p>Em sua segunda edição, a exposição apresenta duas obras de cada artista participante, reunindo diferentes olhares, linguagens e abordagens sobre a fotografia como expressão artística. A mostra tem curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi e conta com apoio da Prefeitura de Campinas e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Por integrar a programação do XVI Festival Hercule Florence, a iniciativa também conta com apoio da Unicamp, Senac e Sesc.</p>
<p>Além de marcar a abertura da 16ª edição do Festival Hercule Florence, a exposição fará parte do encerramento da programação, com uma visita guiada pela mostra. Ao todo, serão apresentadas 44 fotos de 22 artistas. Aos sábados, o público também poderá visitar a tradicional feira hippie do centro cultural, que acontece em frente à entrada do espaço onde estarão as obras.</p>
<p>Para Ligia Testa, a proposta da mostra é reforçar a fotografia como uma linguagem central na arte contemporânea, capaz de transitar entre o registro, a interpretação e a construção poética da imagem.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-17.40.36.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21768" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-17.40.36.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-07-17 at 17.40.36" width="1080" height="1350" /></a></p>
<p>“A ideia de chamar a fotografia de ‘oitava arte’ é sedutora, ainda que não seja exatamente consensual do ponto de vista histórico. Por isso, é importante reconhecê-la como essencial: a fotografia deixou de ser apenas um registro técnico para se firmar como uma das linguagens centrais da arte e da cultura visual contemporânea. Sem fotografia, não há cultura imagética como a conhecemos hoje”, afirma Ligia.</p>
<p>Para Rosita Cavenaghi, a fotografia deve ser compreendida também por sua dimensão coletiva e social. “Chamar a fotografia de essencial não é exagero. A fotografia molda a nossa memória coletiva, redefine a forma como percebemos o real e democratiza a produção de imagens. Hoje, além de sustentar grande parte da cultura visual contemporânea, ocupa um papel central na maneira como registramos, interpretamos e compartilhamos o mundo”, afirma.</p>
<p>Participam da exposição os fotógrafos Bel Young, Cadu Carmignani Verdade, Cati Alionis, Claudio Colavolpe, Daniel Gallo, Daniel Von, Elisabeth Wortsman, Fabiana Yazbek, Germano, Heloisa Tannuri, Huguette Gallo, JR Hofling, Marcio Murilo Pilot, Piergiorgio Castrucci, Pierre Piton, Renata Grangeiro, R. Kovacs, Ricardo Lima, Sayuri Assanuma, Sergio Poroger, Tania Martins e Thelma Gátuzzô.</p>
<p>“É com grande alegria que a exposição ‘A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II’ integra a programação oficial da 16ª edição do Festival Hercule Florence, em agosto. Esta é uma belíssima ação idealizada e realizada por Ligia Testa e Rosita Cavenaghi, que agora se une ao Festival para somar forças e dar ainda mais visibilidade à nossa paixão em comum. É uma excelente oportunidade para apresentar o seu olhar, compartilhar a sua linguagem e fazer parte de uma mostra que valoriza a fotografia como expressão artística essencial”, comenta Ricardo Lima, idealizador e presidente do Festival Hercule Florence.</p>
<p>A presença da mostra na programação do Festival Hercule Florence amplia a visibilidade da iniciativa e reforça o diálogo entre artistas, instituições culturais e público em torno da fotografia como linguagem artística, documental e contemporânea.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
<b>Exposição:</b> A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II<br />
<b>Período:</b> de 5 a 29 de agosto de 2026<br />
<b>Vernissage:</b> 5 de agosto, às 19h<br />
<b>Local:</b> Centro de Convivência Cultural de Campinas — saguão principal<br />
<b>ENTRADA GRATUITA</b></p>
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		<title>Inquietante, angustiante, a queda da cobertura na imprensa sobre mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 18:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Soares Martins O Hemisfério Norte tem experimentado seguidas ondas de calor no Verão de 2026, com número de mortes ainda não totalmente contabilizado, mas que pode superar as anteriores. Outros indicadores são de agravamento crescente do aquecimento global, como no caso do virtual desaparecimento, ainda este ano ou em 2027, da última ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p>O Hemisfério Norte tem experimentado seguidas ondas de calor no Verão de 2026, com número de mortes ainda não totalmente contabilizado, mas que pode superar as anteriores. Outros indicadores são de agravamento crescente do aquecimento global, como no caso do virtual desaparecimento, ainda este ano ou em 2027, da última geleira da Indonésia (conhecida como Pirâmide Carstensz, situada na ilha indonésia de Papua), como demonstrou recente relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM). O mesmo relatório alertou que entre 2005 e 2023 foi de 42% a redução das geleiras da Nova Zelândia, no contexto do incremento das temperaturas do Pacífico Sudoeste, com recordes sucessivos.</p>
<p>O desaparecimento de geleiras por todo planeta é um dos mais graves sinais do agravamento do aquecimento global. Além disso, trata-se de uma perda irreparável, irrecuperável, de referência espiritual para milhões de pessoas, que há séculos têm na cobertura de neve em suas montanhas a sua inspiração, e mesmo a sua diretriz cultural e de vida.</p>
<p>Enquanto isso, têm sido frustrantes as negociações relacionadas ao enfrentamento das mudanças do clima, como se viu no <strong><span style="font-weight: 400;">encontro realizado há poucos dias em Bonn, Alemanha, preparatório à COP 31, que acontece em novembro no charmoso balneário de Antália, na Turquia. A COP 31 terá presidência dupla, do país anfitrião e da Austrália, que queria levar a conferência para Adelaide e não conseguiu.</span></strong> Mais um sinal do labirinto em que se encontram as negociações multilaterais, cada vez mais afetadas pela posição unilateral do governo de Donald Trump, que vem inspirando governos de direita e extrema-direita por todo planeta a se afastarem de tudo que diz respeito a proteção da natureza e, claro, a qualquer entrave ao lucro a qualquer preço, sobretudo das grandes corporações dos combustíveis fósseis e da indústria bélica.</p>
<p>Em meio a todo esse cenário estarrecedor, é inquietante, angustiante, a queda da cobertura da imprensa sobre as mudanças climáticas. O mais recente estudo do Observatório Mídia e Mudanças Climáticas, da Universidade do Colorado, informou que a cobertura da mídia em 2026 permanece inferior à de 2025. &#8220;Comparando o primeiro semestre de 2026 com o primeiro semestre de 2025, a cobertura caiu pouco menos de 32%. Enquanto isso, a frequência de cobertura em junho de 2026 foi 13% menor do que em junho de 2025&#8243;, afirma a pesquisa, que é feita com o monitoramento do noticiário dos principais veículos de comunicação do planeta.</p>
<p>Houve alguns aumentos pontuais, como no caso de mídias europeias, em função das ondas de calor no continente, mas de forma geral há um arrefecimento na cobertura, talvez reflexo de uma tendência de atenuação das políticas de proteção socioambiental, como a que tem sido verificada na própria Comunidade Europeia. Está em curso, por exemplo, a flexibilização da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade e da Diretiva de Due Diligence sobre Sustentabilidade Corporativa. Com isso, diminuem ou desaparecem obrigações empresariais e em suas cadeias de fornecedores, em termos de respeito aos direitos humanos ou proteção ambiental.</p>
<p>O mesmo retrocesso já havia sido verificado com a suspensão das atividades da Net-Zero Banking Alliance (NZBA), a aliança de bancos que tinha sido criada para promover a descarbonização no âmbito das maiores instituições financeiras do planeta. Está em curso, enfim, um evidente andar-para-trás em termos de proteção ambiental, justamente no momento em que o planeta sente cada vez mais os impactos de um crescimento contínuo de emissões de gases derivados de combustíveis fósseis, apesar do avanço, ainda insuficiente, do uso de energias renováveis. Nem precisamos falar dos retrocessos que têm ocorrido no Brasil, como na absoluta flexibilização do sistema de licenciamento ambiental, aprovado pelo Congresso Nacional, por iniciativa de seus setores mais retrógrados.</p>
<p>Em um panorama absolutamente negativo, a esperança continuava na ação da imprensa, mas o que tem sido observado não é nada animador, pelo contrário. Continuam na trincheira de defesa dos direitos de cidadania os sites e mídias chamados alternativos, independentes ou populares, que sobrevivem com muita luta e esforço de seus profissionais e alguns patrocinadores benevolentes. Mas até quando vão suportar?</p>
<p>No fundo, no fundo, está a questão do esvaziamento da influência da mídia como um dos pilares da democracia. Aqui dizemos democracia política, social, econômica e ambiental. Nesta rota, todos saem perdendo, inclusive os podres poderes que têm a ilusão de vitória. Quando não sobrar mais geleira, nem água, nem solo, nem floresta, nem nada, nem eles terão o que comemorar, a não ser a sua própria estupidez, arrogância e ignorância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pelo 10º ano, Anelo é convidado para representar o Brasil em festival italiano</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Instituto busca patrocínio para custear a participação no Ancona Jazz 2026, consolidando uma parceria iniciada em 2015, com impacto no projeto em Campinas e também na Europa  O Anelo, instituto sem fins lucrativos que oferece aulas de música no distrito de Campo Grande, periferia de Campinas (SP), se mobiliza com o objetivo de levar músicos até ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Instituto busca patrocínio para custear a participação no Ancona Jazz 2026, consolidando uma parceria iniciada em 2015, com impacto no projeto em Campinas e também na Europa </b></p>
<div>O <span class="il">Anelo</span>, instituto sem fins lucrativos que oferece aulas de música no distrito de Campo Grande, periferia de Campinas (SP), se mobiliza com o objetivo de levar músicos até a Itália pela décima vez no final deste mês de julho, para participação como convidado do Ancona Jazz Summer. Com três representantes, a associação espera dar início à segunda década de  parceria  musical em solo italiano &#8211; um feito com marcas importantes no desenvolvimento dos alunos atendidos e professores. Para viabilizar a viagem, porém, está em busca de um patrocínio para complementar os recursos necessários.</div>
<div></div>
<div>Com um convite recebido em 2015, então para o Arcevia Jazz Feast, por intermédio do músico Guilherme Ribeiro, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> iniciou uma jornada de parceria que  trouxe para a organização inúmeras possibilidades de aprendizado e trocas pedagógicas e de performance. “O que nunca havia se desenhado como uma possibilidade para os meninos e meninas da periferia de Campinas, tornou-se uma fonte de inspiração e possibilidade e, hoje, representa mais do que um marco, mas uma vitória da comunidade que pode se mostrar para o mundo de forma lúdica, para além dos estereótipos de vulnerabilidade que toda periferia carrega”, aponta Luccas Soares, fundador e coordenador geral do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>.</div>
<div></div>
<div>Soares enfatiza que a experiência “surreal vivida em 2015”, para as realidades dos músicos do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> &#8211; pessoas nascidas e criadas em um contexto de privações de acesso à cultura e a condições ideais de vida -, mudou a perspectiva de atuação e de possibilidades dos músicos, que passaram a enxergar menos barreiras para alcançar o mundo por meio da música.</div>
<div></div>
<div>“A empreitada, ao ser revisitada, parece à primeira vista que foi vivida de forma sem obstáculos, mas é aí que a realidade se impõe novamente. Em todas as ocasiões em que cumpria o propósito de levar músicos à Itália, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> enfrentou desafios financeiros, que foram vencidos com muito esforço, ajuda de apoiadores, iniciativas de arrecadação, como venda de pizza, bazares, venda de apresentações musicais solidárias, pedido de doações e muita vontade de fazer a viagem acontecer, sem nunca termos conseguido um patrocínio direto de fato”, explica. Nesta edição, além da busca de um patrocínio, o instituto também está recebendo doações de qualquer valor via conta bancária (confira os dados ao fim do texto).</div>
<div></div>
<div>Ao longo dos anos, e até este momento, a parceria já garantiu a ida de 44 músicos da instituição para o festival da pequena cidade italiana de Acervia, que nesta edição se funde ao Ancona Jazz Summer, formando um importante polo de cultura de música improvisada na Itália. “A experiência também abriu o nosso horizonte de possibilidades. Só de passar a enxergar o mundo afora como um lugar que também é da periferia, fomos à China, Alemanha e África do Sul, sempre levando música brasileira e dividindo com a comunidade o que aprendemos. Fruto disso, é o Festival Transforma (criado no instituto), que já chegou a sua sétima edição e é inspirado no Arcevia Jazz Feast”, complementa Soares.</div>
<div></div>
<div>No festival internacional Ancona Jazz Summer 2026, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> representará o Brasil com apresentações e uma oficina de baião, ritmo que encantou os italianos desde a primeira participação do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> na Itália. Serão seis dias de atividades &#8211; de 26 de julho a 1º de agosto.</div>
<div></div>
<div><b>Edição 2026 </b></div>
<div></div>
<div>Neste ano, a associação levará à Europa um trio, composto pelo fundador e coordenador geral do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, Luccas Soares, pela percussionista e professora Adriana Laranjeira e pela aluna de prática de banda Vanessa de Jesus. Além de divulgar a música brasileira na Itália, os músicos do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, além de um grupo sueco, também convidado, participarão de ações em sala de aula, trocando e difundindo conhecimento com os europeus. O festival bancará parcialmente os custos de hospedagem e alimentação, mas, para garantir presença na Itália , o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> precisa arrecadar R$ 35 mil. O valor estimado é o necessário para conseguir arcar com os custos da viagem e demais gastos previstos durante a estadia.</div>
<div></div>
<div>Soares conta que a parceria com o Arcevia Fest começou em 2015, quando o pianista e acordeonista Guilherme Ribeiro, hoje é maestro da Orquestra <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, que já participava  do festival nos anos anteriores. Ele fez a ponte entre o evento e o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, apresentando o trabalho do instituto e viabilizando a participação, à época, de um grupo de cinco representantes. Desde então, a instituição conseguiu enviar outros grupos, consecutivamente até Arcevia, consolidando uma parceria que também rendeu visitas de estudantes de música italianos a Campinas e uma relação de amizade com a cantora italiana Suzanna Stivali, que chegou a ministrar aulas na associação. A única exceção foi 2020, auge da pandemia de Covid-19.</div>
<div></div>
<div>“Nossa parte didática foi impactada diretamente pela parceria. Isso fora o contexto social. Para os jovens da periferia, a Itália é algo muito longe ou desconhecido. Minha mãe, por exemplo, até me perguntou se a gente iria de ônibus. Então, ter essa oportunidade é muito relevante, não é ostentação ou um luxo, e sim mostrar que os músicos daqui podem alcançar esse palco”, afirma Soares. Segundo ele, a escolha pelo gênero baião nas apresentações atende a um interesse dos organizadores do festival, repetindo uma opção feita na primeira participação, em 2015, com grande aceitação.</div>
<div></div>
<div><b>Oportunidade </b></div>
<div></div>
<div>Estudante no <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, Vanessa de Jesus Silva Sarmento, seguirá, aos 30 anos de idade, para sua primeira viagem internacional. Mineira de Belo Horizonte, ela começou na música na igreja, e se mudou para a região de Campinas ainda criança, devido a uma necessidade dos pais. Fascinada por ritmos e influenciada principalmente pela black music, se dedica à formação em bateria e contrabaixo e está há três anos no <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>.</div>
<div></div>
<div>“Em busca de oportunidades, estava fazendo testes para entrar no conservatório de Tatuí, mas acabei desistindo pela distância e necessidade de locomoção constante, que seria muito custosa. Então acessei o Google à procura de lugares para aprender música na região, e o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> veio como primeira opção. Me interessei pelos projetos que existiam nele, a relevância, e a quantidade de alunos talentosos”, conta.</div>
<div></div>
<div>“O <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> exerce um papel fundamental no meu processo de formação musical, proporcionando acesso ao estudo da música de qualidade e a vivências que talvez eu não tivesse em outros contextos. Receber a notícia de que faria parte do trio que irá para a Itália foi uma grande alegria e uma surpresa muito especial. Senti orgulho, satisfação e honra. Demorou um tempo para eu compreender a dimensão dessa oportunidade para minha trajetória musical. Ter uma experiência internacional como essa e poder incluí-la em meu portfólio é algo que considero extremamente significativo.”</div>
<div></div>
<div>Já Adriana Laranjeira, outra representante do trio, e que atua há 20 anos como baterista, percussionista e professora,  afirma que participar do festival na Itália representa a realização de um sonho pessoal e profissional.</div>
<div></div>
<div>“É a minha primeira vez no país e poder representar o Instituto <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> e a música brasileira em um festival internacional é motivo de muita honra e alegria. O repertório que estamos preparando busca valorizar a riqueza rítmica e a diversidade da música brasileira, levando um pouco da nossa identidade cultural para o público internacional. Adriana considera que o contato com músicos de diferentes culturas servirá para ampliar a visão artística dos representantes do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, incorporar conhecimentos e inspirar novas possibilidades de ensino. “Tenho certeza de que voltarei ainda mais motivada para compartilhar essas vivências com meus alunos e continuar construindo caminhos através da música“, aponta.</div>
<div></div>
<div>“No <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, além de professora, tenho a alegria de acompanhar de perto o impacto transformador da música na vida dos alunos.”</div>
<div></div>
<div><b>Música sem barreiras </b></div>
<div><b> </b></div>
<div><img class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=1eab71f109&amp;attid=0.2&amp;permmsgid=msg-f:1869421132518211767&amp;th=19f1849d8b5b40b7&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1869421132518211767&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ8vO2NyTJ0QWXUl2s-QtYkv16Q60djneJSlyab0xN7ssq3cnVoVT2QiQVs4OBAH6w4TRoN9FOZMm_oXi7uOVphyZYL0j7MgK_5xiG-XWuAdoRsleN269gZM1SQ&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mqzzdiql1&amp;zw" alt="Ancona Divulgação.jpeg" width="467" height="334" data-image-whitelisted="" data-bit="iit" /></div>
<div>Ancona, cidade que receberá o festival   Foto: Divulgação</div>
<div></div>
<div>Segundo o diretor do Arcevia Feast e professor de trompete Samuele Garofoli, o festival, que ocorre há 28 anos, busca o desenvolvimento do pensamento musical por meio de uma didática e de uma metodologia já comprovadas. Ele ressalta como grande diferencial do evento a possibilidade aberta para unir pessoas e compartilhar diferentes experiências. “No festival tocamos o dia inteiro, levantamos temas, mas há também momentos de partilha. À mesa, enquanto todos comem juntos, nas jam sessions, desde o café da manhã até tarde da noite, sem nenhuma barreira geracional ou de gênero.”</div>
<div></div>
<div>Garofoli revela que as participações musicais de Brasil e Suécia ganham atenção especial dos organizadores nesta edição. “Muitos desses artistas que tocarão à noite estarão em sala de aula no dia seguinte”, conta. Afirma ainda que a união com o Ancona Jazz preencherá uma demanda de aumento das atividades. “Sentíamos falta de shows e precisamos disso, porque fazer música não é apenas estudar, mas também ouvir, inspirar-se e conhecer músicos. A união com o Ancona Jazz dá origem a um polo cultural dedicado ao jazz e à música improvisada de grande importância na Itália. Não esquecemos nossas raízes, mas desenvolveremos outras atividades, dedicadas a residências de música, gravações e documentários.”</div>
<div></div>
<div>Sobre a relação com o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, ele define como parte de um processo de escolhas e de transformação do polo de formação italiano. “O trabalho realizado no Brasil é para nós uma grande fonte de inspiração. A atenção aos jovens, a construção de comunidades, o diálogo com o território e com diferentes culturas, a adaptação contínua dos espaços e da didática para responder aos desafios é uma abordagem que nos une. Os caminhos que seguimos são, em grande parte, fruto da experiência do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>. Arcevia Jazz Feast, Ancona e Instituto <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> são amigos para sempre.”</div>
<div></div>
<div><b>DOAÇÕES</b></div>
<div>Quem quiser contribuir com o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> para viabilizar a viagem dos músicos pode enviar qualquer valor para a conta bancária do instituto ou via PIX.</div>
<div>
Banco do Brasil<br />
Agência: 3551-3<br />
Conta Corrente: 11.379-4<br />
PIX (CNPJ): 05.896.161/0001-29</p>
<p>O <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> pede, por gentileza, que, após a doação seja enviado o comprovante para: <a href="mailto:contato@anelo.org.br" target="_blank">contato@<span class="il"><span class="il">anelo</span></span>.org.br</a></div>
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		<title>Cia Tugudum apresenta espetáculo de dança para bebês dias 4 e 5 de julho em Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:25:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[“Dança uma História?” será apresentado nos dias 04 e 05 de julho na sede do grupo às 11h Cia Tugudum apresenta neste sábado (04) e domingo (05), primeiro final de semana de julho de 2026, às 11h o espetáculo “Dança Uma História?” &#8211;  produção concebida para bebês e crianças até seis anos de idade, em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Dança uma História?” será apresentado nos dias 04 e 05 de julho na sede do grupo às 11h</em></p>
<p dir="ltr">Cia Tugudum apresenta neste sábado (04) e domingo (05), primeiro final de semana de julho de 2026, às 11h o espetáculo “Dança Uma História?” &#8211;  produção concebida para bebês e crianças até seis anos de idade, em sua sede (R. Maestro Francisco Manoel da Silva, 690 &#8211; Jd. Santa Genebra &#8211; Campinas). Em cena, as dançarinas Cecília Gomes, Olívia Blanc e Valéria Franco contam com o corpo, música e movimento pequenas histórias que surgem e se transformam como as brincadeiras infantis. As crianças, pais, mães, cuidadores e cuidadoras são convidadas a apreciar o espetáculo, que tem duração de 35 minutos, bem de perto, praticamente imersos na cenografia e embarcando no universo lúdico e delicado. Como é uma produção de ambientação intimista, são pouco lugares disponíveis. Os ingressos podem ser comprados antecipadamente pelo WhatsApp: 19 98109-5020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Pioneira nas pesquisas e produções de espetáculo para a primeira infância, a Cia Tugudum concebeu este espetáculo em 2013, na época com patrocínio do FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas). Ao longo destes 13 anos de sua estreia, a produção circulou com sucesso por creches municipais de Campinas, unidades do SESC-SP e Festival de Dança de Curitiba (PR).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“O corpo e o movimento das dançarinas são o alicerce do roteiro coreográfico, ora compondo paisagens, ora transformando-se em elementos e personagens que compõem as pequenas histórias.  A interação entre as linguagens da dança e da música e a improvisação – principais focos de pesquisa da Cia. Tugudum &#8211;  estão presentes em algumas das cenas em que as dançarinas brincam com a sonoridade de instrumentos percussivos e de sopro.”, explica a diretora Valéria Franco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O interesse dos bebês pelo movimento, pela interação e musicalidade nortearam as escolhas estéticas da diretora, que ministrou durante alguns anos atividades artísticas para bebês em uma creche próxima à sede do grupo, no Jardim Santa Genebra. Esta experiência e observação foram fundamentais no processo criativo e também para a consolidação de seu método de  para ensino-aprendizagem em dança como ferramenta de desenvolvimento integral do ser humano desde a 1ª infância, registrado em seu livro Diálogo Corpóreo &#8211; Pura Potência do Corpo Sujeito, lançado em 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Recomendações aos adultos</p>
<p dir="ltr">A Cia. Tugudum recomenda aos adultos que permitam aos bebês uma apreciação natural. Ou seja, não é necessário direcionar seu olhar durante as cenas. Caso haja algum desconforto do pequeno espectador, recomenda-se que os adultos acalmem os bebês no espaço externo e depois retornem ao espetáculo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Sobre a Cia. Tugudum</p>
<p dir="ltr">A Cia. Tugudum foi fundada em 1999. Ao longo dos anos criou espetáculos tanto para o público infantil como para o público adulto. Em reconhecimento às atividades de criação artística, a Cia. Tugudum foi contemplada em quatro edições do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas para a produção e circulação dos seguintes espetáculos: Corpo Fora (2008), Cuidado que Pega! (2009), Dança uma História (2013) e Apitaí (2023). O Ministério da Cultura também premiou a Companhia com os prêmios Klauss Vianna (2008-2009) e Procultura (2010) para o desenvolvimento de programações de dança contemporânea em sua sede. Atualmente, a Cia tem mais três espetáculos para bebês no seu repertório Psiu, vem brincar?!!(2016), Bichos (2022), Som na caixa (2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dança Uma História?</p>
<p dir="ltr">04 e 05/07  às 11h</p>
<p dir="ltr">Espaço Tugudum &#8211; Rua Maestro Francisco Manoel da Silva, 690 &#8211; Jardim Santa Genebra &#8211; Campinas, SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Ingressos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Venda de ingressos pelo whatsapp: 19 98109-5020</p>
<p dir="ltr">Antecipados até 30/06: R$ 35,00 uma criança + um adulto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na hora:</p>
<p dir="ltr">R$ 50,00 uma criança + um adulto</p>
<p dir="ltr">R$ 40,00 adulto (avulso)</p>
<p dir="ltr">R$ 20,00 criança (avulso)</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dança Uma História?</p>
<p dir="ltr">Espetáculo de dança contemporânea para bebês com a Cia Tugudum</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Direção: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Elenco: Cecília Gomes, Valéria Franco e Olívia Blanc</p>
<p dir="ltr">Cenografia: Júlio Lemos</p>
<p dir="ltr">Figurinos: Isabel Graciano</p>
<p dir="ltr">Pesquisa Musical: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Desenho de luz: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Operação técnica: João Dalga</p>
<p dir="ltr">Fotos: Suzana Barretto</p>
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		<title>Flotilha Cênica Campinas-Gaza, no Festival Artes pela Paz</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 20:53:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todo mundo acompanhou, em tempo real, a missão da Global Sumud Flotilla (GSF) de 2025, uma ação humanitária em direção a Gaza, na Palestina, composta por ativistas de vários países, inclusive do Brasil, e que tentou furar o bloqueio e entregar alimentos e, sobretudo, solidariedade às vítimas do genocídio. A Flotilla viajou entre agosto e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo acompanhou, em tempo real, a missão da Global Sumud Flotilla (GSF) de 2025, uma ação humanitária em direção a Gaza, na Palestina, composta por ativistas de vários países, inclusive do Brasil, e que tentou furar o bloqueio e entregar alimentos e, sobretudo, solidariedade às vítimas do genocídio. A Flotilla viajou entre agosto e outubro de 2025, não conseguindo chegar a Gaza. Muitos ativistas foram detidos e depois deportados, inclusive a vereadora de Campinas Mariana Conti.</p>
<p>A missão humanitária despertou manifestações de solidariedade em todo o planeta e uma delas se materializou no videoarte &#8220;Flotilha Cênica Campinas-Gaza&#8221;, concebido por e com direção geral de Â<strong><span style="font-weight: 400;">ngela Mayumi Nagai e direção do vídeo por Murilo Ferrari. O videoarte é resultado de uma filmagem com várias pessoas, muitas delas estreantes em iniciativas do tipo. A filmagem aconteceu no CIS-Guanabara, em Campinas, e o videoarte foi convidado pelo Instituto Casa Comum para integrar a programação do Festival Artes pela Paz. &#8220;Flotilha Cênica Campinas-Gaza&#8221; será exibido nesta sexta-feira, 26 de junho, a partir das 20 horas, como parte do encerramento da programação do Festival.</span></strong></p>
<div id="attachment_21648" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Flotilha.jpg"><img class="size-full wp-image-21648" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Flotilha.jpg" alt="Cartaz do vídeoarte (Design Gráfico: Roberto Galian)" width="1024" height="1280" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz do vídeoarte (Design Gráfico: Roberto Galian)</p></div>
<p>Multiartista, formada pela primeira turma de dança do Instituto de Artes da Unicamp, onde fez mestrado e doutorado, com especialização em Teatro Nô japonês, Ângela Mayumi evidencia a ação voluntária das pessoas que participaram do videoarte. &#8220;Ninguém ganhou nada, foi apenas solidariedade a Gaza&#8221;, diz ela.</p>
<p>A idealizadora da obra assinala que o videoarte mostra basicamente a força de uma linguagem artística de matriz multicultural como expressão de solidariedade, uma ação humanitária através da arte, da beleza, para mostrar o drama vivenciado pela população de Gaza, na Palestina. &#8220;É  possível movimentar muitas energias positivas para furar este e outros bloqueios&#8221;, sintetiza Ângela, que destaca o apoio ao projeto por parte do CIS-Guanabara, Diretoria de Cultura e Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura da Unicamp, nos 60 anos da Universidade. É mais uma manifestação de solidariedade internacional de Campinas, por um mundo mais justo, humano e pacífico.</p>
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		<title>A Sintonia do Silêncio, no Festival Artes pela Paz</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 19:54:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Em meio ao ritmo mecânico da metrópole, um evento artístico altera a percepção do tempo e produz uma breve experiência de convivência e de paz. A documentação em vídeo e arte de todas as camadas que formataram esse evento, realizado no coração do Cambuí, constitui o núcleo central do documentário “A ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio ao ritmo mecânico da metrópole, um evento artístico altera a percepção do tempo e produz uma breve experiência de convivência e de paz. A documentação em vídeo e arte de todas as camadas que formataram esse evento, realizado no coração do Cambuí, constitui o núcleo central do documentário “A Sintonia do Silêncio”, que será exibido a partir de 20 horas desta sexta-feira, no Centro de Convivência Cultural de Campinas, como parte da programação de encerramento do Festival Artes pela Paz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na realidade, “A sintonia do silêncio” será um dos três trabalhos audiovisuais com apresentação neste dia 26 de junho, no teatro interno do Centro de Convivência,  que foi resgatado como o principal espaço das artes na cidade. Também serão exibidos:</span></p>
<ul>
<li><i>Flotilha Cênica Campinas-Gaza</i> (videoarte)</li>
<li><i>Câmeras para a Paz</i> (produção da Oficina de Audiovisual para a Paz)</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos, de diferentes perspectivas e com diversidade de vozes, reafirmando a urgência da mensagem da paz, neste momento tão atribulado do planeta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O evento artístico que fornece o fio condutor de “A sintonia do silêncio” é o próprio Festival Artes pela Paz, aberto com um concerto no último dia 5 de abril de 2026. O Concerto </span>Sinfônico pela Paz, no Teatro de Arena do Centro de Convivência, teve a Orquestra Sinfônica de Campinas regida pelo maestro Nelson Ayres. O Concerto contemplou a participação especial das Caixeiras das Nascentes, a revoada de poemas (distribuída ao público no final do evento) e dança com Diane Ichimaru e Confraria da Dança, em um mosaico de linguagens artísticas ratificando a importância da paz, em todas as suas nuances.</p>
<div id="attachment_21635" style="width: 3610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/asintoniadosilencio453.jpg"><img class="size-full wp-image-21635" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/asintoniadosilencio453.jpg" alt="Equipe de A Sintonia do Silêncio (Foto Ana Laura Cintra/Divulgação)" width="3600" height="2400" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe de A Sintonia do Silêncio (Foto Ana Laura Cintra/Divulgação)</p></div>
<p>O Festival Artes pela Paz (veja &#8220;<a href="https://agenciasn.com.br/arquivos/21593">A descoberta de um mundo novo (de paz), no coração do Cambuí</a>&#8220;, aqui na Agência Social de Notícias) é uma iniciativa de Célio Turino e Silvana Bragatto, companheira de vida e de sonhos de Turino, ela, como presidente do Instituto Casa Comum, realizador do evento, com apoio do Ministério da Cultura e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campinas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mostrar que é possível celebrar e cultivar a paz, em meio ao frenesi de uma metrópole como Campinas, por meio de múltiplas linguagens artísticas, o documentário “investiga algo que parece cada vez mais raro, a possibilidade de criar espaços de encontro, de escuta e de paz em meio ao ritmo acelerado da cidade”, nas palavras da diretora geral e roteirista do filme, Gabi Perissinotto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diretora artística e produtora do documentário, Mariana Atauri explica como foi o processo de criação: &#8220;Quando o Célio (Turino)  nos procurou, com este convite muito especial de registrar em um documentário a experiência do Festival Artes pela Paz, entendemos que o desafio não era de documentar uma programação ou reunir depoimentos, mas capturar algo mais delicado, que são os encontros,  os instantes de convivência que surgem quando é um projeto de arte e a arte ocupa a cidade, aproximando as pessoas”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, ao acompanhar o Festival,  prossegue Mariana, a equipe do documentário entendeu que o principal era de fato registrar &#8220;a criação de espaços de paz no ritmo acelerado da cidade, em meio aos conflitos, ao excesso de ruídos, a tudo o que faz parte dessa vida mais mecânica&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir dessa inquietação é que surgiu “ A sintonia do silêncio”. O filme registra todo o processo de construção do Festival, começando com o vazio nos espaços das galerias e no teatro de arena e acompanha a montagem,  a ação dos trabalhadores, refletindo sobre o papel da cultura na construção de relações mais humanas e sensíveis. Mariana a</span>gradece, enfim, a Turino, Silvana e o Instituto Casa Comum pelo convite e &#8220;a todas as pessoas que compartilharam suas histórias,  seu tempo e tudo o que tornou o filme possível&#8221;.</p>
<div id="attachment_21637" style="width: 2490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sintonia-do-Silencio_poster_01_logos.jpg"><img class="size-full wp-image-21637" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sintonia-do-Silencio_poster_01_logos.jpg" alt="Cartaz do documentário" width="2480" height="3508" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz do documentário</p></div>
<p>A sintonia do silêncio<br />
19 minutos (doc. Campinas/SP)</p>
<p>Sinopse: Em meio ao ritmo mecânico da metrópole, um evento artístico altera a percepção do tempo e produz uma breve experiência de convivência e de paz.</p>
<p>Créditos do doc:</p>
<p>Diretora geral e roteirista: Gabi Perissinotto<br />
Diretora executiva e artística: Mariana Atauri<br />
Roteiro e Assistente de set: Diego Ruiz<br />
Diretor de fotografia: Marcel Vecchia<br />
Técnica de som: Maitê Ramos<br />
Produção: Luara Gonzalez<br />
Assistente de produção: João Neves<br />
Cinegrafistas: Dalton Yatabe, Karina Couto, Marcel Vecchia, Raphael Valverde<br />
Assistente Câmera: Raphael Valverde<br />
Vídeo Mobile: Rodrigo Cordeiro, Leo Nucci e Valentin Abraham<br />
Operador de Drone: Jean Marcel<br />
Edição: Gama Produção Visual<br />
Finalização: Laboratório Cisco<br />
Administrativo: Roberto Limberger</p>
<p>Serviço:<br />
A Sintonia do Silêncio</p>
<p>Exibição 26 de junho, 20 horas</p>
<p>Centro de Convivência Cultural de Campinas</p>
<p>Festival Artes pela Paz</p>
<p>Entrada gratuita, no teatro interno do Centro de Convivência</p>
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