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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Música</title>
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		<title>Live com Sérgio Britto, dos Titãs, abre programação pelos 21 anos do Instituto Anelo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2021 19:18:13 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
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		<description><![CDATA[Músico participa de bate-papo com Luccas Soares, fundador do Anelo, sobre processo de composição. Evento será dia 25 de maio, às 20 horas, no Instagram O cantor e compositor Sérgio Britto, integrante da banda de rock Titãs, será o convidado especial da live que dará início à programação que comemora os 21 anos do Instituto ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Músico participa de bate-papo com Luccas Soares, fundador do Anelo, sobre processo de composição. Evento será dia 25 de maio, às 20 horas, no Instagram</em></p>
<p dir="ltr">O cantor e compositor Sérgio Britto, integrante da banda de rock Titãs, será o convidado especial da live que dará início à programação que comemora os 21 anos do Instituto Anelo, uma associação sem fins lucrativos que oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande, em Campinas (SP). O evento, 100% online e gratuito, será realizado nos dias 25, 27, 28, 29 e 30 de maio, com apresentações (ao vivo e gravadas) e lançamentos de vídeos de músicos e grupos artísticos do Anelo. No dia 26, o Instituto Anelo participa da Live do Bem, projeto dos músicos Diego Figueiredo e Derico Sciotti (leia mais abaixo).</p>
<p>Na live que abre as comemorações, no dia 25, Sérgio Britto conversa com Luccas Soares, fundador e coordenador geral do Instituto Anelo, sobre o processo de composição e sobre a carreira solo que desenvolve em paralelo ao trabalho com os Titãs, e que resultou nos discos A Minha Cara (2000), Eu Sou 300 (2006), SP55 (2010) e Purabossanova (2013), mais a série de singles digitais iniciada em novembro do ano passado com a canção Epifania. Será às 20h, no Instagram.</p>
<div id="attachment_18451" style="width: 1783px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_sergio_britto_titãs_credito_divulgacao.jpg"><img class="size-full wp-image-18451" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_sergio_britto_titãs_credito_divulgacao.jpg" alt="Sérgio Britto, dos Titãs, e também em carreira solo (Foto Divulgação)" width="1773" height="1773" /></a><p class="wp-caption-text">Sérgio Britto, dos Titãs, e também em carreira solo (Foto Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">Vale lembrar que o Instituto Anelo iniciou uma parceria com os Titãs em 29 de dezembro de 2018, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo de Televisão. Na ocasião, o grupo cedeu à instituição os direitos autorais da versão remix de Epitáfio, feita juntamente com o DJ Alok. Desde então, essa parceria já rendeu bons frutos, como a participação de cinco músicos do Anelo na live Titãs Trio Acústico, em 26 de junho de 2020, e a regravação de Comida com a Orquestra Anelo .</p>
<p><strong>Outras atrações</strong></p>
<p>Além da live com Sérgio Britto, a programação terá outros 18 eventos, todos no YouTube. Um deles é o show gravado em estúdio pelo Anelo 6teto, que ainda estreia um vídeo produzido a distância com participação da cantora italiana Susanna Stivali. O sexteto e a artista, que já se apresentaram juntos em Campinas em 2019, gravaram C’è Piú Samba, versão em italiano de Tem Mais Samba, de Chico Buarque, faixa do disco Caro Chico, lançado por Susanna em 2015.</p>
<div id="attachment_18452" style="width: 6730px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_21_anos_Anelo6teto_credito_Edis_Cruz.jpg"><img class="size-full wp-image-18452" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_21_anos_Anelo6teto_credito_Edis_Cruz.jpg" alt="O Anelo 6teto também participa da programação (Foto Edis Cruz/Instituto Anelo)" width="6720" height="4480" /></a><p class="wp-caption-text">O Anelo 6teto também participa da programação (Foto Edis Cruz/Instituto Anelo)</p></div>
<p dir="ltr">Outro destaque é a estreia do mais recente vídeo produzido pela Orquestra Anelo, maior grupo instrumental pertencente à instituição. Trata-se do nono vídeo gravado de forma remota pela Orquestra desde o início da pandemia da Covid-19. Desta vez, trata-se de um arranjo para Sambo Sim, composição do maestro Guilherme Ribeiro, com edição de imagens de Julia Mazzotti Toledo e mixagem de Henrique Manchuria, ambos integrantes do grupo.</p>
<p>Luccas Soares, que é pianista, acordeonista, cantor e compositor, fará uma apresentação ao vivo, tendo como convidado o guitarrista, produtor e arranjador Vinadhara Wassuprem, integrante do Grupo Ungambikkula e parceiro de longa data do Instituto Anelo. No repertório, uma série de canções autorais. Outras apresentações ao vivo incluem a da cantora e compositora Marisa Molchansky, conhecida como Brisa e do multi-instrumentista Romulo Oliveira. Todos os eventos, ao vivo ou gravados, serão apresentados pelo jornalista Flávio Botelho &#8211; a programação completa pode ser conferida abaixo.</p>
<p><strong>O Instituto Anelo</strong></p>
<p>Fundado em 10 de maio de 2000, o Instituto Anelo já atendeu 5 mil alunos ao longo desses 21 anos de atividade. Atualmente, trabalha com os seguintes projetos: Brincando com os Sons (musicalização infantil), Instrumento e Canto, Sanfônica (aulas de acordeon) e Prática de Banda (música em grupo). No início, atuava somente com o público infanto-juvenil, porém, hoje leva a música a pessoas de todas as gerações a partir dos 5 anos de idade.</p>
<p>Com sede no Jardim Florence I, o Instituto Anelo tornou-se uma importante referência cultural não só na periferia, mas em toda a cidade de Campinas. Por cinco anos consecutivos, de 2015 a 2019, músicos ligados à instituição participaram do Arcevia Jazz Feast, seminário de jazz e improvisação realizado na Itália. Em 2019, o Anelo viajou pela primeira vez à África do Sul, quando Luccas Soares e o Anelo 6teto participaram do Standard Bank National Youth Jazz Festival.</p>
<div id="attachment_18453" style="width: 4490px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_Luccas_Soares_credito_Edis_Cruz_1.jpg"><img class="size-full wp-image-18453" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_Luccas_Soares_credito_Edis_Cruz_1.jpg" alt="Luccas Soares, fundador do Instituto Anelo, que já atendeu a 5 mil alunos (Foto Edis Cruz/Instituto Anelo)" width="4480" height="6720" /></a><p class="wp-caption-text">Luccas Soares, fundador do Instituto Anelo, que já atendeu a 5 mil alunos (Foto Edis Cruz/Instituto Anelo)</p></div>
<p>“Meu sonho com o Instituto Anelo, com a música, não era ir para a Itália por cinco anos consecutivos, não era ir para a África do Sul, não era tocar em grandes palcos ou atender mais de 5 mil alunos. Meu sonho era apenas existir. E a música me ajudou a existir e a resistir vivendo em um país com tanta desigualdade, onde o negro já nasce com um rótulo, principalmente se mora na favela ou numa invasão”, diz Luccas Soares, que começou a aprender a tocar e a dar aulas de música quando morava na viela da Rua 149, uma antiga invasão do Jardim Florence I. “Agradeço a todos os que acreditaram nesse sonho e que nos ajudaram a vencer os preconceitos da vida”, completa.</p>
<p><strong>Patrocínio</strong></p>
<p>O projeto Instituto Anelo: Música e Cidadania – Plano Anual 2021 tem como patrocinadora master a CPFL Energia, por meio de parceria com o Instituto CPFL, e também conta com patrocínio da Unimed Campinas, Amphenol e Stoller, via Lei Federal de Incentivo à Cultura e Programa de Ação Cultural – ProAC/ICMS. O Instituto Anelo também conta com o apoio da Associação Beneficente Maria e Tsu Hung Sieh e do Instituto Robert Bosch.</p>
<p><strong>Live do Bem</strong></p>
<p>Além da programação especial pelo aniversário de 21 anos, o Instituto Anelo participa, no dia 26 de maio (quarta-feira), às 19h, da Live do Bem, projeto do violonista Diego Figueiredo, considerado um dos melhores do Brasil, e do saxofonista Derico Sciotti, que por anos integrou o Sexteto do Jô, do talk show comandado pelo humorista e apresentador Jô Soares.</p>
<p dir="ltr">A live, que terá como convidados especiais três músicos do Instituto Anelo (Josias Teles no contrabaixo, Léo Pelegrin na percussão e Julia Toledo no piano) e um quinteto de cordas da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (OSMC), será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube Cultura Abraça Campinas, da Secretaria Municipal de Cultura, direto do Teatro Castro Mendes. O evento vai arrecadar alimentos a serem doados aos atendidos do Anelo e suas famílias.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>O quê: Série de lives e shows em comemoração aos 21 Anos do Instituto Anelo</p>
<p dir="ltr">Quando: Dias 25, 27, 28, 29 e 30 de maio de 2021 (de QUINTA-FEIRA a DOMINGO)</p>
<p dir="ltr">Onde: Instagram (@institutoanelo) e YouTube (<a href="http://youtube.com/institutoanelooficial" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/institutoanelooficial&amp;source=gmail&amp;ust=1621528101339000&amp;usg=AFQjCNFVAAs5aU30-6NMFTPvRIz0DScAXw">youtube.com/<wbr />institutoanelooficial</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Programação no Instagram:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">DIA 25/5/2021 (TERÇA-FEIRA)</p>
<p>&nbsp;</p>
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<li dir="ltr">
<p dir="ltr">20h &#8211; Luccas Soares e Sérgio Britto (live)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Fundador e coordenador geral do Instituto Anelo, Luccas Soares bate-papo com o cantor e compositor Sérgio Britto, um dos fundadores da banda de rock Titãs, sobre composição e também sobre a carreira solo do artista.</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Programação no YouTube:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">DIA 27/5/2021 (QUINTA-FEIRA)</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">17h &#8211; Arranjando a composição, com Luccas Soares &amp; Vinadhara Wassuprem (apresentação ao vivo)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Pianista, acordeonista, cantor e compositor, Luccas Soares se apresenta ao vivo com a participação especial do músico Vinadhara Wassuprem. Luccas Soares é fundador e coordenador do Instituto Anelo. Natural de Campinas, estudou música no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí, e no Conservatório Souza Lima, em São Paulo. É responsável pelo intercâmbio entre o Instituto Anelo com os festivais Arcevia Jazz Feast, na Itália, e Standard Bank Jazz Festival, na África do Sul, onde também se apresentou. Foi palestrante do TEDx Campinas em 2019. Vinadhara Wassuprem começou a estudar violão aos 9 anos, no Conservatório de Viçosa (MG). Logo ganhou uma guitarra e se juntou às bandas de rock da cidade. Paralelamente, fazia aulas também de Bossa Nova. É graduado em Música Popular pela Unicamp. Junto com os pianistas Guilherme Ribeiro e Bebeto Von Buettner inaugurou o movimento de música instrumental do extinto bar Estação Santa Fé, no distrito de Barão Geraldo, com grande impacto sobre a cena musical de Campinas e região. Desde lá vem priorizando o trabalho como produtor musical e arranjador, e hoje é integrante do Grupo Ungambikkula, com o qual também desenvolve um trabalho musical voltado para a evolução da consciência humana.</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">18h30 &#8211;  Lucas Bohn ao vivo, de casa (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Apresentação solo com composições que fazem parte do disco Pauliceia, além de premiére de uma nova música. Um dos coordenadores do Instituto Anelo, Lucas Bohn é compositor e pianista. Graduado em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em composição pela University of South Carolina (USC), tem dois álbuns de música instrumental lançados: As Time Went By, gravado nos Estados Unidos, e Pauliceia, uma homenagem ao bairro de Campinas onde cresceu.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">19h20 &#8211; Henrique Simas, Josimar Prince &amp; Filipe Lapa (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">O trio formado por Henrique Simas (contrabaixo), Josimar Prince (violão, guitarra e voz) e Filipe Lapa (bateria) apresenta um repertório que abrange desde os clássicos do cancioneiro nacional como Eu e a Brisa (Johnny Alf) e Garota de Ipanema (Tom Jobim), até standards do jazz norte-americano, como Take the A Train (Duke Ellington/Billy Strayhorn) e So What (Miles Davis). Henrique Simas atua como contrabaixista na cena de jazz e de música instrumental em Campinas. Porém, deu seus primeiros passos na música como baterista e percussionista da extinta Orquestra Sinfônica Infantojuvenil do Projeto GURI de São Bernardo do Campo, sua cidade natal. Aos 15 anos, migrou para o contrabaixo. Mudou-se para Campinas para cursar Música Popular na Unicamp. Josimar Prince tem 42 anos e é um nome reconhecido na noite campineira. Cursou MPB e jazz no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí (SP), e estudou na Faculdade Souza Lima, em São Paulo. Participou, como instrumentista, de gravações de CDs e de apresentações ao lado de nomes como Clube do Balanço, Marcu Ribas e Leci Brandão, entre outros. Filipe Lapa estudou no Instituto Anelo de 2007 a 2012 e depois no Conservatório Souza Lima, de 2013 a 2014. Em 2013, fez parte da banda do musical O Despertar da Primavera. Em 2017, participou do Arcevia Jazz Feast, na Itália, festival que ocorre anualmente no verão europeu. Em 2019, como integrante do Anelo 6teto, participou do Standard Bank National Youth Jazz Festival, na África do Sul. É professor no Instituto Anelo e integra a Orquestra Anelo.</p>
<p dir="ltr">Duração: 40 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">DIA 28/5/2021 (SEXTA-FEIRA)</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">18h30 &#8211; Duo Julia &amp; Luca (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Os músicos Julia Mazzotti Toledo (piano) e Luca Alves (guitarra) apresentam um repertório autoral inspirado pela sonoridade da música instrumental brasileira. Julia Mazzotti Toledo é pianista, compositora, produtora audiovisual e educadora. Desde 2017 cursa Bacharelado em Piano Popular pelo Instituto de Artes da Unicamp, e ingressou em 2021 no curso de formação em piano popular da EMESP Tom Jobim. É professora de piano e, no Instituto Anelo, dá aulas de Prática de Banda, além de fazer parte da Orquestra Anelo. Luca Alves é músico, produtor, compositor e educador. Atualmente é guitarrista da Orquestra Jazz Sinfônica de Valinhos e do cantor Rodrigo José. É especializado na área de arranjo para pequenas e grandes formações. Durante a graduação em Música pela Unicamp, conduziu a própria big band, a Cabareto Early Jazz Band.</p>
<p dir="ltr">Duração: 35 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">19h15 &#8211; Prince Canções Autorais, com Josimar Prince (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">O cantor, compositor e instrumentista Josimar Prince, professor de Prática de Banda e integrante da Orquestra Anelo, apresenta um repertório autoral calcado na MPB e samba ijexá.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18456" style="width: 6397px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_grupo_Mistura_de_Tempero_foto_Edis_Cruz.jpg"><img class="size-full wp-image-18456" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_grupo_Mistura_de_Tempero_foto_Edis_Cruz.jpg" alt="Grupo Mistura de Tempero, também na programação especial dos 21 anos do Anelo (Foto Edis Cruz/Instituto Anelo)" width="6387" height="4480" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Mistura de Tempero, também na programação especial dos 21 anos do Anelo (Foto Edis Cruz/Instituto Anelo)</p></div>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">20h &#8211; Chorando de Alegria, com Mistura de Tempero (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Formado por Eduardo Henrique (cavaquinho), Edmilson Santos (flauta, saxofone e clarinete), Renato Frederico (pandeiro) e Daniel Machado (violão de 7 cordas), o grupo Mistura de Tempero resgata a sonoridade do choro, gênero brasileiro que constitui, ao lado do samba e do maxixe, as bases da nossa música popular instrumental. O quarteto surgiu em 2010 a partir do encontro de amigos estudantes de música do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí (SP), que tinham em comum o desejo de tocar e pesquisar o choro. Desde então, o Mistura de Tempero vem se apresentando em bares e centros culturais da cidade de Campinas e região, além de fazer parte dos grupos artísticos do Instituto Anelo. No repertório da apresentação, obras de compositores consagrados como Altamiro Carrilho, Ratinho, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Zequinha de Abreu.</p>
<p dir="ltr">Duração: 40 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">DIA 29/5/2021 (SÁBADO)</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">10h &#8211; Momentos &amp; Movimentos, com Deivyson Fernandez (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Masterclass sobre criação de arranjos e produção musical. Deivyson Fernandez é músico profissional, tendo se apresentado com artistas nacionais e internacionais. Atua como produtor musical de Zeca Lima, pai e criador do grupo Família Lima, além de fazer parte do Anelo 6teto como pianista e arranjador. Com o grupo, participou do Standard Bank National Youth Jazz Festival na África do Sul, em 2019, e acompanhou a renomada cantora italiana Susanna Stivali. Também dedica-se a produções e à assessoria musical de artistas diversos em seu estúdio, Break Music.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">10h50 &#8211; Baiá de Casa, com Baiá Fagundes (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">O acordeonista Baiá Fagundes apresenta obras de grandes mestres da música brasileira, tais como Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Luiz Gonzaga, Sivuca, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim e Pixinguinha. Baiá nasceu em Campinas, em 1977, e começou a aprender o instrumento somente aos 27 anos, em 2004. Chegou ao Instituto Anelo em 2016, como aluno, e hoje é professor de acordeon na instituição. Em 2019, foi um dos músicos do Anelo a participar do Arcevia Jazz Feast, seminário de jazz e improvisação que ocorre anualmente na cidade de Arcevia, na Itália.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">13h30 &#8211; Transcrição: por trás dos estudos (vídeo colaborativo)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">A instrumentista Jéssica Rodrigues comanda aula sobre transcrições jazzísticas voltadas para o trompete. Natural de São Paulo (SP), Jéssica Rodrigues é trompetista e cursa Bacharelado em Trompete Popular pela Faculdade de Música Souza Lima (FMSL). Com foco na música instrumental, frequentou instituições de ensino como EMESP Tom Jobim e Guri Santa Marcelina, tendo participado de formações instrumentais variadas como o regional de choro, orquestra e big band. Atualmente é trompetista da Orquestra Anelo.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">15h &#8211;  Cores e texturas brasileiras, com Regina Lima (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">A saxofonista Regina Lima apresenta músicas de compositores brasileiros de diferentes ritmos e estilos, passando por choros, samba, coco e frevo. Musicista e professora de educação musical, Regina transita pela música erudita e pela música popular brasileira. Começou seus estudos na Escola de Música Municipal de Hortolândia, e logo em seguida estudou no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí (SP). Participou de festivais como o Panorama Musical Brasileiro e o Festival do Conservatório de Tatuí. Formada em Licenciatura pelo Centro Universitário e graduanda em sopros pela Unicamp, toca em grupos de saxofone e percussão como Vibrasax e Banda Sinfônica Municipal de Hortolândia. É professora de musicalização infantil do Instituto Anelo e integrante da Orquestra Anelo.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">15h50 &#8211; Palavra Solta, com Marisa Molchansky (apresentação ao vivo)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Direto de sua casa, Marisa Molchansky apresenta o show com músicas autorais, incluindo criações feitas com alunos em sala de aula. Conhecida no meio musical como Brisa, tem formação em Música Popular pela Unicamp e, ao longo de 20 anos, vem trabalhando como professora de canto popular. Nos últimos anos, seus trabalhos em Campinas concentram-se nas escolas Chorus, School of Rock e no Instituto Anelo. Brisa é compositora, tendo lançado seu primeiro trabalho autoral em 2011. Em maio de 2020 lançou o EP Marisa Molchansky, disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube. Participou de gravação do disco Sal e Açúcar, de de Beto Kobayashi, de Coletâneas de Natal da gravadora MZA Music, da trilha sonora da novela Bela a Feia, da Rede Record, entre outros trabalhos.</p>
<p dir="ltr">Duração: 40 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">17h &#8211; Duo Alline &amp; Júlia. Por Elas, um Passeio (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">O duo formado por Alline Ribeiro (violino) e Júlia Toledo (voz e violão) apresenta canções de sucesso de grandes nomes femininos da música popular brasileira. Alline Ribeiro é violinista e educadora musical. Natural de Campinas, é licenciada em Música pela Faculdade Nazarena do Brasil. Atuou na Orquestra Jovem de Paulínia, na Orquestra Filarmônica de Valinhos e na Orquestra Jovem do Interior, entre outras. É professora de violino no Instituto Anelo. Também natural de Campinas, Júlia Toledo é cantora popular e regente coral. Técnica em Canto Popular pelo Conservatório Carlos Gomes, é aluna de graduação em Licenciatura em Música e Bacharelado em Regência na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha no Projeto Canarinhos da Terra (no qual se iniciou como coralista aos 6 anos) e é regente dos coros Adulto, Juvenil e Infantil do Instituto Anelo.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18459" style="width: 1657px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_Susanna_Stivali_credito_foto_jessica_guidi.jpg"><img class="size-full wp-image-18459" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/instituto_anelo_Susanna_Stivali_credito_foto_jessica_guidi.jpg" alt="A cantora italiana Susanna Stivali (Foto Jessica Guidi)" width="1647" height="1468" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora italiana Susanna Stivali (Foto Jessica Guidi)</p></div>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">17h50 &#8211; Anelo 6Teto, com participação de Susanna Stivali (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Formado por Deivyson Fernandez (piano), Filipe Lapa (bateria), Josias Teles (contrabaixo), Marcelo Louback (saxofones e flautas), Léo Pelegrin (percussão) e Vinicius Corilow (saxofones, flautas e clarinete, o Anelo 6teto foi criado em 2019 para representar o Instituto Anelo no Standard Bank National Youth Jazz Festival, festival sul-africano de música, como parte da programação dedicada à música brasileira. Foi uma das atrações com maior público do evento e ainda realizou workshops para os alunos do festival. Desde então o grupo tem se apresentado em shows e festivais e investido em repertório próprio de música instrumental. Além de apresentar parte desse repertório, o Anelo 6teto lança o vídeo de C’è Piú Samba, que gravou em parceria com a cantora Susanna Stivali, considerada um dos novos nomes do jazz italiano.</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">DIA 30/5/2021 (DOMINGO)</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">10h &#8211; Experimentações, com Leonardo Pelegrin (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Apresentação solo do percussionista Leonardo Pelegrin, que irá mesclar o universo da percussão com a música eletrônica. Técnico em música pelo Conservatório André da Silva Gomes, de São Bernardo do Campo (SP) e bacharel em Música Popular, na especialidade Percussão Popular e Bateria pela Unicamp, participou, com o Instituto Anelo, do Arcevia Jazz Feast, na Itália. Atua como baterista em diversas formações e estilos musicais, desde música brasileira, jazz a música de câmara, com criatividade, versatilidade e expressão. É professor de bateria e percussão do Instituto Anelo e integrante do Anelo 6teto.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">10h50 &#8211; Josias Teles Solo (apresentação gravada)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">O contrabaixista Josias Teles apresenta músicas com playback, executando tanto a melodia quanto solos. Músico desde 2005, participou do Standard Bank Jazz Festival, na África do Sul, como integrante do Anelo 6teto. Participou do VII MB &amp; Jazz 2019, Curso de Música Brasileira e Jazz – Faculdade Souza Lima; e do curso livre de música da Unicamp, no projeto Unibanda. Suas referências musicais vão da black music à música instrumental brasileira, passando pelo jazz e fusion. Atualmente, trabalha como professor de contrabaixo no Instituto Anelo e participa do Anelo 6Teto e da Orquestra Anelo.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">13h30 &#8211; Duo Vinicius Corilow e Levi Macedo – Jazz e Música Instrumental Brasileira (vídeo colaborativo)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Série de vídeos do duo formado pelo saxofonista, flautista e clarinetista Vinicius Corilow e pelo guitarrista Levi Macedo. São execuções de músicas do repertório do jazz e da música brasileira, procurando manter a vivacidade e interação desses gêneros, no formato colaborativo a distância. No repertório, Vestido Longo (Arismar do Espírito Santo), Estamos Aí (Maurício Einhorn e Durval Ferreira), Recorda Me (Joe Henderson) e There Is No Greater Love (Isham Jones e Marty Simes). Levi Macedo foi aluno de violão no Instituto Anelo e estudou na Chorus Music School e com o guitarrista Fernando Baeta. Desde 2007 tem aulas com o guitarrista Michel Leme. Estudou no Souza Lima &#8211; Conservatório e Faculdade de Música e cursou Música Sacra na FTBC &#8211; Faculdade Teológica Batista de Campinas. Participou do Arcevia Jazz Feast, na Itália, em 2018. É professor no Instituto Anelo e no Instituto Padre Haroldo em Campinas, além de cursar MPB e Jazz no Conservatório de Tatuí. Vinicius Corilow é saxofonista, flautista, clarinetista, arranjador e professor. É graduado em Música Popular pela Unicamp. Atua tanto na área artística como na área pedagógica. Atualmente, é diretor musical do Combo Anelo. É integrante do Anelo 6teto e da Orquestra Anelo. Trabalhou com músicos e grupos importantes como o percussionista e baterista Airto Moreira, o baterista Nenê, Arrigo Barnabé, Lukas Pfeil (Alemanha), Allison Crocket (EUA), Lupa Santiago, Bocato, Fawzi Berger (França) e Orquestra Sinfônica de Campinas, entre outros.</p>
<p dir="ltr">Duração: 25 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">15h50 &#8211; O Som e Seus Sons, com Romulo Oliveira (apresentação ao vivo)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Saxofonista, flautista, cantor, percussionista e violonista, Romulo Oliveira traz, nessa apresentação, um pouco da experiência de tocar com instrumentos diferentes algumas das músicas de sucesso no Brasil e no mundo. Músico profissional desde 2004, integra atualmente a banda do cantor Dudu Nobre. Participou, com o Quinteto Anelo, do aniversário de cinco anos do programa Como Será?, da Rede Globo. Também participou do processo de gravação da versão remix da música Epitáfio, com Titãs e DJ Alok, lançada no programa Caldeirão do Huck. Criou e dirigiu o pocket show musical The Lion King BR África, apresentado no Cinemark do Shopping Iguatemi Campinas no lançamento do filme O Rei Leão, em 2019. Atua como arte educador.</p>
<p dir="ltr">Duração: 30 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">18h20 &#8211; Lançamento do vídeo Sambo Sim, da Orquestra Anelo (live + estreia do vídeo)</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Live com a participação do regente Guilherme Ribeiro, solistas e convidados, para marcar a estreia do vídeo Sambo Sim, da Orquestra Anelo. A música é uma composição do próprio Ribeiro e, segundo ele, por ser um samba em 5 por 4, trouxe muitos desafios técnico-musicais para todo o grupo. Logo na introdução, há um duelo de contrabaixos entre os músicos Josias Teles e Henrique Simas. Outro destaque é o solo com as mulheres instrumentistas da Orquestra: Regina Lima (sax alto), Julia Mazzotti Toledo (piano) e Jéssica Rodrigues (trompete), mais a violinista convidada Alline Ribeiro. Além dela, outro convidado especial é o percussionista Léo Pelegrim.</p>
<p dir="ltr">Duração: 20 minutos (15 minutos de live e 5 minutos do vídeo)</p>
<p dir="ltr">SAIBA MAIS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mais informações sobre o Instituto Anelo: <a href="http://anelo.org.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://anelo.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1621528101339000&amp;usg=AFQjCNE54OuzIJwDX5SOs1GrA2QRWnRVnw">anelo.org.br</a></p>
<p dir="ltr">Redes sociais: <a href="http://facebook.com/institutoanelo" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://facebook.com/institutoanelo&amp;source=gmail&amp;ust=1621528101339000&amp;usg=AFQjCNHgIfURdaazso6Jk9_hXhOiLv2W5Q">facebook.com/institutoanelo</a> | instagram: @instagram | YouTube: Instituto Anelo Oficial | Twitter: @AneloInstituto | Linkedin: Instituto Anelo</p>
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		<title>Marília Corrêa lança o videoclipe &#8220;Quem diria&#8221; neste dia 30 de outubro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 22:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[Marília Corrêa, cantora, compositora e instrumentista campineira, lança seu mais novo videoclipe nessa sexta-feira dia, 30 de outubro. A música também inédita, &#8220;Quem Diria?&#8221;, é mais uma de suas composições autorais. A música e a voz de Marília Corrêa se destacam no cenário musical de Campinas por apresentar um repertório autoral e independente com letras ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="gmail-MsoNoSpacing">Marília Corrêa, cantora, compositora e instrumentista campineira, lança seu mais novo videoclipe nessa sexta-feira dia, 30 de outubro. A música também inédita, &#8220;Quem Diria?&#8221;, é mais uma de suas composições autorais.</p>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">A música e a voz de Marília Corrêa se destacam no cenário musical de Campinas por apresentar um repertório autoral e independente com letras fortes e conteúdo crítico social, além de interpretações marcantes de clássicos da MPB e da black music nacional.</p>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">Participando sempre de eventos ou em espaços culturais, Marília também é destaque nos bares onde a música ao vivo está presente, aliando qualidade vocal e um timbre de voz único a uma seleção de músicas impecável, conquistando o publico em apresentações calorosas.</p>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">Nesse novo videoclipe, todo produzido durante os meses de confinamento em função da Covid 19, mas tomando todos os cuidados de acordo com os protocolos de segurança, Marília apresenta a música &#8220;Quem Diria?&#8221;, onde o tema é o empoderamento, falando sobre o amor entre mulheres negras e relata tudo isso de uma forma leve, delicada e afetiva. Uma história que mostra o amor em vários aspectos, pelo toque, pelo olhar, onde o carinho e o sorriso estão presentes em todas as cenas.</p>
<div id="attachment_17952" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Marilia2020ClipeII_0106.jpg"><img class="size-large wp-image-17952" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Marilia2020ClipeII_0106-1024x682.jpg" alt="Marília Corrêa e a atriz Carol Viana (Foto Adriano Rosa/Divulgação)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Marília Corrêa e a atriz Carol Viana (Foto Adriano Rosa/Divulgação)</p></div>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">&#8220;Quando falamos de corpos negros e buscamos referências encontramos a hipersexualização. Vou na contramão disso, mostrando possibilidades&#8221; diz Marília. A produção do videoclipe de &#8220;Quem Dia?&#8221; também contou com a participação especial da atriz Carol Viana.</p>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">A direção e roteiro do videoclipe de &#8220;Quem Dia?&#8221; é de Daniel de Almeida e da própria Marília Corrêa, Produção e Edição de Leandro Jardim, Arte de Gabriel Lima, fotografia still e vídeo de making of de Adriano Rosa e Imagens aéreas de Junior Paixão. Além da produção do clipe, a banda que participou da gravação da música inédita em estúdio também está presente, com os músicos Marcelo Cruz no contrabaixo,</p>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">Maurício Cajueiro nas guitarras, Cleberson Abade nos teclados, Lazinho Batuck na bateria e Gê Ribeiro no trompete.</p>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">A produção também contou com o apoio técnico de Estúdio Cajueiro Áudio, Terraço Garatuja, Engenhosa Acessórios Retrô, CinePreto CenaPreta.</p>
<p class="gmail-MsoNoSpacing">O videoclipe de &#8220;Quem Diria?&#8221; será lançado no dia 30 de outubro nas redes sociais da cantora ,, no Facebook: <a href="https://www.facebook.com/mariliacorreaLive" target="_blank">https://www.facebook.com/mariliacorreaLive</a>  e no instagram @mariliacorrealive; e também em seu canal no Youtube, no <a href="https://www.youtube.com/user/mariliacorrea21" target="_blank">https://www.youtube.com/user/mariliacorrea21</a>.</p>
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		<title>Dica do Instituto Anelo: Lives no Instagram com Josimar Prince e Michel Leme</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 18:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[#CampinasCulturalNaoPara O cantor, compositor, guitarrista e violonista Josimar Prince dá início neste sábado (18/4/2020), às 17 horas, a uma série de lives, no Instagram, com professores e músicos parceiros do Instituto Anelo, uma associação sem fins lucrativos que oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande. Um dos nomes mais ativos da cena ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>#CampinasCulturalNaoPara</p>
<p>O cantor, compositor, guitarrista e violonista Josimar Prince dá início neste sábado (18/4/2020), às 17 horas, a uma série de lives, no Instagram, com professores e músicos parceiros do Instituto Anelo, uma associação sem fins lucrativos que oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande. Um dos nomes mais ativos da cena musical de Campinas, Prince é professor do Anelo no projeto Prática de Banda.</p>
<p>Josimar Prince tem 42 anos e começou na música aos 10 anos, quando ganhou o primeiro violão, e aos 15 formou um grupo de pagode com irmãos e amigos e que durou 20 anos. Cursou MPB e jazz no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí, e estudou na Faculdade Souza Lima, em São Paulo. Também teve aulas com músicos renomados como Daniel Alcântara, Jarbas Barbosa e Cizão Machado. Atua como professor de violão, guitarra e contrabaixo.</p>
<p>Participou, como instrumentista, de gravações de CDs e de apresentações ao lado de nomes como Clube do Balanço, Marcu Ribas, Leci Brandão, Guilherme Ribeiro, Ilcéi Mirian, Ieda Cruz, Seu Nereu do Trio Mocotó, Sandália de Prata, Grupo Partido Alto e Rappin’ Hood, entre outros. Na live deste sábado, Josimar Prince deve apresentar um repertório que mistura standards da música brasileira (que integram o set de seus shows na noite) e composições próprias.</p>
<div id="attachment_17205" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/04/michel_leme_credito_gomessfotografia.jpg"><img class="size-large wp-image-17205" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/04/michel_leme_credito_gomessfotografia-1024x682.jpg" alt="Michel Leme estará na segunda rodada das lives Instituto Anelo (Foto Gomes Fotografia)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Michel Leme estará na segunda rodada das lives Instituto Anelo (Foto Gomes Fotografia)</p></div>
<p><strong>MICHEL LEME</strong> &#8211; Além da live com Josimar Prince, o Instituto Anelo já tem agendada uma segunda com o guitarrista paulistano Michel Leme – será na próxima terça-feira, dia 21 de abril, também às 17 horas. Nome de destaque na música instrumental, com 30 anos de carreira e 20 trabalhos autorais lançados, entre CDs, DVDs e álbuns digitais, Michel é parceiro de longa data do Anelo na realização de workshops, shows e bate-papos com alunos, professores e público em geral.</p>
<p>Com uma proposta de levar a música instrumental aos mais diferentes espaços, sem distinção, o guitarrista já foi destaque em programas de TV como o Programa do Jô (Globo) e Metrópolis (TV Cultura), em jornais de grande circulação como Folha de S. Paulo e O Globo, e em publicações especializadas como as revistas Guitar Player, Guitarload, Cover Guitarra, Guitar Class e Guitarristas Y Bajistas (Argentina), além de blogs e fanzines de apreciadores de música.</p>
<p>SERVIÇO</p>
<p>As lives com Josimar Prince e Michel Leme serão transmitidas no perfil do Instituto Anelo no Instagram (<strong>@institutoanelo).</strong></p>
<div>
<div><strong>Quem deu a dica: Localizado no Jardim Florence I, no distrito do Campo Grande, em Campinas, o Instituto Anelo completa 20 anos em 2020. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos que oferece aulas gratuitas de música nos projetos Brincando com os Sons (musicalização infantil), Instrumentos e Canto, Prática de Banda (de música em grupo) e Sanfônica (aulas de acordeon). Outro projeto de destaque no Instituto é a Orquestra Anelo, grupo de música instrumental com regência de Guilherme Ribeiro.</strong></div>
<p><strong>Site: <a href="http://anelo.org/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://anelo.org&amp;source=gmail&amp;ust=1587147699130000&amp;usg=AFQjCNGpBblhF0YhtkJNv3mDyXjf28d4xA">anelo.org</a>.</strong><strong>b</strong><strong>r</strong></p>
<p><strong>Facebook: <a href="http://www.facebook.com/institutoanelo/" target="_blank" rel="nofollow" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.facebook.com/institutoanelo/&amp;source=gmail&amp;ust=1587147699130000&amp;usg=AFQjCNFt3L7pUKoR51eS3j0I5Khd4J0HRw">www.facebook.com/</a></strong><a href="http://www.facebook.com/institutoanelo/" target="_blank" rel="nofollow" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.facebook.com/institutoanelo/&amp;source=gmail&amp;ust=1587147699130000&amp;usg=AFQjCNFt3L7pUKoR51eS3j0I5Khd4J0HRw"><strong>ins<wbr />titutoane</strong><strong>l</strong><strong>o</strong><strong>/</strong></a></p>
<div dir="ltr">
<div><strong>Instagram: @institutoanelo</strong></div>
<div></div>
<div>Josimar Prince interpreta Velho Violão, de Danilo Teodoro:</div>
<div>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/oC9TUmjRk98?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
</div>
<div></div>
<div>Orquestra Anelo toca Um Samba Pra Laís, de Josimar Prince (essa música foi feita para a filha de Prince):</div>
<div></div>
<div>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/bi7Jr2JkQS0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
</div>
<div></div>
<div>Michel Leme, Richard Metairon e Jônatas Sansão tocam Round Midnight:</div>
<div></div>
<div>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/087AWkXNAcc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
</div>
<div></div>
</div>
<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr"></div>
</div>
<div dir="ltr"></div>
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		<title>Moraes Moreira Que Nos Deixa. Por Synnöve Hilkner</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 20:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Synnöve Hilkner]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Synnöve Hilkner]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem fomos surpreendidos com a triste notícia da morte de Moraes Moreira, aos 72 anos, vítima de enfarte. O cantor, um dos mais influentes da nossa MPB, marcou a vida de muita gente. A lembrança mais forte que me veio foi a da menina, recém chegada a um Brasil do início dos anos 70, morando ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Ontem fomos surpreendidos com a triste notícia da morte de Moraes Moreira, aos 72 anos, vítima de enfarte.</div>
<div>O cantor, um dos mais influentes da nossa MPB, marcou a vida de muita gente.</div>
<div>A lembrança mais forte que me veio foi a da menina, recém chegada a um Brasil do início dos anos 70, morando em uma cidade pequena, dançando solta, no meio das laranjeiras do pomar, debaixo da chuva. Não sabia ela de onde vinha a música, mas a marcou profundamente, num transbordamento de alegria, desejando a menina que a preta, preta, pretinha, fosse ela.</div>
<div></div>
<div>
<div id="attachment_17183" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Moraes.jpeg"><img class="size-large wp-image-17183" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Moraes-1024x512.jpeg" alt="Moraes Moreira, por Synnöve Hilkner" width="618" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Moraes Moreira, por Synnöve Hilkner</p></div>
</div>
<div></div>
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		<title>A MÚSICA COMO EXPERIÊNCIA DE PIRATARIA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 20:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafa Carvalho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rafa Carvalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rafa Carvalho Acabo de fazer uma apresentação no Carmo, centro de São Paulo. Decidimos rumar para um bar palestino, comer, comemorar. Na rua com Sabrina, à espera de um táxi com o violão na mão, os outros já vão indo&#8230; e um mendigo, morador na situação do entorno, figura da Sé, vem até mim ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Rafa Carvalho</strong></p>
<p align="justify">Acabo de fazer uma apresentação no Carmo, centro de São Paulo. Decidimos rumar para um bar palestino, comer, comemorar. Na rua com Sabrina, à espera de um táxi com o violão na mão, os outros já vão indo&#8230; e um mendigo, morador na situação do entorno, figura da Sé, vem até mim e me dá um abraço. Apertado. Deixo o violão com Sa, pra melhorar meu retorno. E quando terminamos, ele me diz: ainda vou navegar com você, meu capitão.</p>
<p align="justify">Sabrina e eu seguimos em fascínio e silêncio até o bar, querendo alcançar a compreensão. Não sei se conseguimos.</p>
<p align="justify">Algumas pessoas sabem que o mar tem sido meu grande tema. Foi o chão de meu primeiro livro de poemas, o ambiente ao meu primeiro título de contos. O país do primeiro romance terminado ainda inédito. A essência e o fundamento de Nau Frágil, uma ação ampla, artística, também nome de meu primeiro disco. Que já estaria no ar, não fosse a pandemia do Corona Vírus.</p>
<p align="justify">Foram cinco, seis anos, entre o projeto começar e virar disco. Sei lá quantas composições passaram. Umas estiveram sempre, outras se foram, voltaram. Algumas que foram de vez. E aquelas que vieram no fim.</p>
<p align="justify">No fundo a arte é vida. E a vida&#8230; é mar.</p>
<p align="justify">Não há nenhuma canção chamada Nau Frágil no disco. Nunca houve. E eu me pergunto se vale usar o termo, já tão gasto entre 2014 e aqui. A imagem poética é uma barca linda, mas que já navegou bastante como outros textos, outras canções, peças de teatro, quadros, tatuagens. Então, por que usar? Se é tão fácil pra mim achar um outro nome?</p>
<p align="justify">Acontece que a vida é uma roda&#8230; que não precisamos inventar.</p>
<p align="justify">Somos barcas muito frágeis. Madeira crua. Estamos todas no mesmo barco e este barco é delicado. Nossas diversidades são quebradiças. O que nos faz comuns, também. Tudo o que podemos fazer de igual ou diferente reside no fato de estarmos humanos. Disto nascerá nossa maior força. Nisto outrossim, fica irrefutável a nossa ignorância. Somos débeis, hipersensíveis e minúsculos. Não há originalidade no mundo. O que há, ou não há: é alma.</p>
<p align="justify">Ainda agora eu escrevia sobre o Japão, bebendo um chá de hibiscos. E lembrei-me de que lá não se fazia propaganda do seu próprio sashimi. O motivo eu conto neste livro futuro, mas, o triste&#8230; foi dar-me conta do quanto é preciso vender o peixe por aqui. E o pior: não é o peixe em si que se vende na arte, mas a idéia de peixe.</p>
<p align="justify">Quando a sobrevivência é tão urgente, quando a demanda de vasão à arte é tão cortante, e não há nada na dispensa, quando é iminente cortarem sua água, ou a luz, esta venda fica ainda mais espessa. Toma o tempo da fruição, do estudo, da cadência. É cruel crescer artista pobre, longe dos centros dos círculos. Quando o marginal é alvo, já não é mais marginal. Vender a idéia do peixe na beira da praia é demais exaustivo. Pra quem nasceu pra se cansar com eles, bem fundo no mar.</p>
<p align="justify">Naquele dia em São Paulo, não tinha feito um show de Nau Frágil. Show&#8230; eu não me acostumo com a palavra. Naquele dia, tínhamos apresentado canções latino-americanas de luta. E aquele mendigo não entrou, não ouviu. Afinal, mendigos não são bem-vindos em quase todo o mundo. Mas então, o que ele teria visto em mim pra dizer aquilo?</p>
<p align="justify">Passa que quanto mais ficamos formatados pelo sistema, mais imperceptíveis nos ficam as almas. Algumas pessoas vivem o privilégio da margem, nesse caso. Quiçá: os loucos, os velhos gagás, alguns mendigos, uns bêbados, alucinados&#8230; e as crianças.</p>
<p align="justify">E a pirataria nisso tudo?</p>
<p align="justify">Bom, importa dizer que não há uma&#8230; senão várias piratarias. Mas, essencialmente, nunca fui contra. Não fosse aquele cartucho laranja de 64 jogos que meu pai me trouxe do Paraguai, o que seria de minha infância? Não jogaria depois Super Nintendo, não fosse Lobsang Alvites. Não calçaria tênis até meus dezenove anos. Não teria aquela camiseta polo pros rolezinhos no shopping aos sábados, que fazíamos pulando a catraca pra poder comprar uma casquinha mista. Não veria cinema de arte mais tarde, nem teria conhecido o som de Mauricio Pereira – que hoje é um baita amigo e tá no disco – com vinte e poucos anos na perifa de Campinas.</p>
<p align="justify">Essa pirataria me livrou de um tanto a mais de frustração na vida. O que importa se a barrona de Suflair que se vende no terminal é falsificada? Quando as lombrigas lhe comem as tripas por dentro, pois na TV uma criança passou toda feliz e lambuzada com uma daquelas na mão e você só viu, só passou vontade. Não tem conversa. É três por cinco e boa.</p>
<p align="justify">Antes, porém, vem a pirataria do mar.</p>
<p align="justify">Talvez tenham sido em grande maioria homens cruéis, machistas, violentos, quase répteis. Mas também: o que a humanidade deu a eles? Eram exilados, escravizados fugidos, personae non gratae, órfãos pobres, miseráveis e famintos. Ainda assim, havia uma honra, um código, como há na quebrada, nas cadeias. Havia mulheres piratas esplêndidas, homens sensatos, pessoas roubando de quem tinha demais, pra conseguir algum a quem não tinha.</p>
<p align="justify">Lembro-me que quando estive em Angola, barbudo e cabeludo, meus kambas malungos me diziam querer deixar que crescessem-lhe também a barba e os cabelos, mas que não deviam. Cabelos e barba crescidos eram sinal da marginalidade e até denúncia de crime. E numa fala que fiz, num evento pomposo, cheio de pessoas literatas engravatadas, TV e rede nacional, comecei pedindo que não se preocupassem afinal com minha aparência: que no país de onde eu vinha, os piores bandidos usavam mesmo terno. E gravata.</p>
<p align="justify">Sinto um amor quase materno por piratas. Mas detesto profundamente aos corsários. E o que é o nosso mundo hoje, ainda, se não isto? Os homens mais temíveis da Terra passam caros perfumes e usam lã fria italiana. Reúnem-se nos andares altos, saem de helicóptero, sentam nos congressos e fazem pronunciamento oficial em horário nobre. Nossos criminosos de verdade não ficam, nem sequer entram, nas prisões. Suas mãos são covardes demais para agirem de forma direta, mas são frios como uma cobra. Cheios de bodes para a expiação, eles não sabem nada do mar. Mas comandam o mundo através deles.</p>
<p align="justify">Qual era o crime em roubar o ouro espanhol que a Espanha roubava da América Latina? Qual poderoso país vai falar um ah legítimo sobre refugiados chegando nas barcas? Sobre a ética, quando o lastro de seus tesouros nacionais escorre o sangue alheio invadido e massacrado? De justiça, quando julgaram sem lei o destino de milhões de infelizes? Com razão, quando em sua história reina a insanidade?</p>
<p align="justify">Falar mal de um pirata é o mesmo que falar mal do mendigo em situação de rua. Da mãe preta solteira que rouba bagatelas pra dar de comer aos filhos. Do menino negro maltrapilho que brinca descalço na viela. Do desempregado que perambula vagabundo&#8230; Nosso sistema consiste em derrubar o camelô, falir o ambulante. E superfaturar o hospital e a merenda das escolas. Trapos não ameaçam. Fardas, sim.</p>
<p align="justify">Tudo bem. Mas, e a música? O disco?</p>
<p align="justify">Minha ideia aqui, como apresenta o título, é falar da música como uma experiência de pirataria. Falar metaforicamente de como foi esperar seis anos, ou mais, para gravar um disco. Um estúdio, pra mim, era como um palácio a um pirata, que se não vive embarcado, habita uma tenda simples na praia, com areia e chulé entre espinhas de peixe carcomidas, vestígios de rum.</p>
<p align="justify">O primeiro que entrei foi por acaso e justamente para acompanhar, só com os olhos e a escrita, ao estimado Gilberto Gil. De algum modo aquilo deixou os estúdios ainda mais distantes, embora talvez não devesse. Quando finalmente fui pra gravar, cheguei todo bagunçado. Um desengonço. E foi quase invadindo. Não tinha um puto no bolso. Praticamente nem tinha uma banda. A não ser dois fiéis amigos, o Cris Monteiro de todos os ritmos&#8230; e Luiz Spiga, comparsa das cordas, harmonias e os efeitos.</p>
<p align="justify">Naturalmente, muita gente passou por aqui. Músicos são seres errantes. Uns foram morar em outros países, outros seguem vizinhos e tomamos uma pouco antes desta quarentena. Há também as brigas, desentendimentos, sem dúvidas&#8230; a arte é um movimento avançado da alma, onde a luz do farol brilha já bem próxima, mas no entanto, se agiganta o assombro pelos egos e vaidades.</p>
<p align="justify">O barato é que, pensando bem, Cris e Spiga têm mesmo caras de piratas. Como eu. E como o Saggiorato que chegou em prontidão com o contrabaixo. É um jeitão de ser, sabem. Cada um com uma origem, um costume. Cidades natais, histórias de andanças, sangue correndo às artérias. Jabola marcou sua presença. Tahira veio do oriente. Túlio chegou numa missão. Surgiram meus irmãos Kariri-Xocó, os Sabukás. Um quase padrinho Mauricio Pereira. A comparsaria de Rodrigo Campos e Juçara Marçal, com seus rios e caminhos das pedras. Chicão, com o astral e as teclas. O velho e bom Toinho Melodia, bebendo nossa cervejinha na beira do cais, tranquilamente. A Izabel Padovani, com suas tantas viagens nas costas, atracada&#8230; por entre minhas vindas e idas, me aconselhando do mar.</p>
<p align="justify">E assim vi se formar uma tripulação. Do nada. Expedições, parcerias&#8230; um país. E é isto que um disco deveria ser. Não tive na vida nenhum tempo para protocolos, procedimentos padrões. Tanto que, quando entrei nos palácios, o fiz todo mulambento. Sem modos, etiqueta. Muito no prumo do improviso, farejando como um ancestral. Na outra mão, por infinitas vezes, a alma era tudo o que eu tinha. Para me agarrar com força. E não sucumbir&#8230; Naufragar.</p>
<p align="justify">Na batalha naval dessa encarnação, não me restou opção outra do que ser senão pirata. Nem me escolheria outra, na conjuntura em que ainda vivemos, mesmo se pudesse. A pirataria deve acabar quando acabarem seus motivos. Piratas devem sumir, quando desaparecer o outro. Quando restarmos somente nós. Um povo.</p>
<p align="justify">Até lá, sou o que sou. E vou fazendo a arte que posso, tentando que as luzes não se cortem, nem as águas. Pedindo por comida na dispensa. Atrasando condomínio. Pescando com sementes no quintal. Meus filhos estão nascendo e têm meu sangue. Aprendi que discos também são isto.</p>
<p align="justify">No fim, espero que Nau Frágil esteja navegável em breve. Nas infomarés daqui. Ainda tem mais gente pra embarcar, eu sinto. Mas tão logo, passando a tempestade, a pandemia, ele estará nas plataformas, ancorado. Bem dizer, o disco está lançado desde o 2 de fevereiro deste 2020. Mas por enquanto apenas em formato de texto&#8230; terra à vista. Eu sei, vão dizer que é trapaça. Mas eu digo que não: é assim que a gente sobrevive. E a nossa sobrevivência é sonhadora. É digna.</p>
<p align="justify">A arte que me navega só faz sentido, se junto comigo puder navegar aquele mendigo. Junto com todos os outros. A gente da minha quebrada, os vagabundos que me acolheram no abandono da estação de trem na Eslováquia, os tranqueiras que me deram de comer em Paris, as irmãs do Itatinga, da Cracolândia, os imigrantes do subúrbio de Berlim que me salvaram dos bastões dos neonazistas, os loucos, as velhas gagás como minhas avós. E as crianças&#8230; como meu filho.</p>
<p align="justify">Eu tava quase desistindo pela septingentésima vez&#8230; é normal querer desistir quando a missão avassala tanto&#8230; no instante em que meu filho começou a dançar e a extravasar de alegria com as músicas do disco, nos meus testes de escuta no carro, para conferir as vozes, instrumentos e os arranjos. Meu filho que sente e não racionaliza. Que dança mas não anda. Que canta, sem sequer falar. Meu filho que vive&#8230; incondicional.</p>
<p align="justify">Acho que provavelmente pensarei em desistir mais vezes. Mas, querem saber, nunca foi a sério. A dor dói pra valer mesmo, mas o couro engrossa. A gente nasce linda demais pra deixar tanta feiura tomar conta. É preciso seguir. Segui e seguir. Tentar, errar. Não superestimar as organizações&#8230; Que afinal, vi tudo acontecer como um dom do espontâneo. Uma nação se formar organicamente, com gente de todo canto, voluntária.</p>
<p align="justify">Daí, não tem jeito de parar. Não tem jeito de suprimir a arte, de abortar o disco, a viagem. Voltar atrás na travessia, não dá. Pra parar com o trânsito, o transe, e assumir o bar&#8230; ficar ali aprimorando a sinuca, fazendo minha linguiça de frango ao molho com cachaça ouro e laranja na cama de farinha de milho torrada, com outros petiscos. Vendendo cerveja honesta. Não dá pra abandonar o mar&#8230; a pirataria ao menos. E ficar ali, só pescando o almoço do dia, sem mais se ocupar de vender a transcendência dos peixes da cultura humana. Não dá.</p>
<p align="justify">Só vou me aposentar quando o que eu fizer não conter mais alma.</p>
<p align="justify">Até lá&#8230; e que este dia nunca chegue: é tapar o olho do medo, vestir as roupas da utopia, carregar a barca àqueles sonhos todos de sempre, comprar umas barronas de chocolate no terminal pras horas de ansiedade. E sair nu&#8230; seguir avante. Rezar à Madona Negra, são Cristóvão&#8230; e trabalhar a ginga, às negativas. Que eu nasci sem a linha do destino na minha mão, uma andaluza me disse&#8230;</p>
<p align="justify">O coração é bússola e&#8230; quer ver um barqueiro pleno? Dê-lhe remos.</p>
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		<title>Pianista francês faz recital dia 14 de março em Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 13:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aclamado pianista francês com origens libanesas e mexicanas, Simon Ghraichy faz recital dia 14 de março, sábado, em Campinas. O evento será às 20 horas, na Escola de Artes Pró Música, em promoção da Aliança Francesa Campinas e com entrada gratuita. A turnê no Brasil é organizada como parte do programa &#8220;Piano 2020, a nova ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aclamado pianista francês com origens libanesas e mexicanas, Simon Ghraichy faz recital dia 14 de março, sábado, em Campinas. O evento será às 20 horas, na Escola de Artes Pró Música, em promoção da Aliança Francesa Campinas e com entrada gratuita.</p>
<p>A turnê no Brasil é organizada como parte do programa &#8220;Piano 2020, a nova geração francesa&#8221;, uma iniciativa da Embaixada da França no Brasil. Ele toca Bach, Villa-Lobos, Tarrega, Liszt e Albeniz, entre outros compositores.</p>
<p>Simon Ghraichy é renomado pelo seu estilo único, moldado pelas variadas influências culturais. Ele seduz os apreciadores da música clássica pela sua virtuosidade e seu gosto artístico impecável, e os leigos pela sua personalidade extrovertida e seu carisma.</p>
<p>O pianista aprendeu com mestres como Michel Béroff e Dária Hovorra no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, Tuija Hakkila na Academia Sibelius de Helsinki, antes de conquistar diversos prêmios e lançar a sua carreira internacional.</p>
<p>Ghraichy apresentou-se como solista nos cinco continentes, em salas prestigiosas como o Carnegie Hall de Nova York, a Filarmônica de Paris, a Filarmônica de Berlim ou o Teatro Mayor de Bogotá. Ele consegue atrair nos seus concertos um público muito mais jovem do que aquele que costuma gostar da música clássica.</p>
<p>O artista já lançou quatro álbuns e assinou um acordo de exclusividade com a Deutsche Grammophon.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Recital com pianista Simon Ghraichy . </strong></p>
<p>Dia 14/03</p>
<p>Horário: 20h00</p>
<p>Local: Escola de Artes Pró Música, avenida Palmital, 41, Jardim Flamboyant,</p>
<p>Evento Gratuito</p>
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		<title>RAFA CARVALHO APORTA SEU SHOW &#8220;NAU FRÁGIL&#8221; NESTE SÁBADO EM CAMPINAS</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 01:39:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acontece neste sábado, 08 de fevereiro de 2020, o primeiro show do ano de Rafa Carvalho. O evento, gratuito e de classificação livre, será realizado pelo Sesc Campinas, na área de convivência da unidade, a partir das 16h30. Conversamos com o artista e colaborador da Agência Social de Notícias sobre a data, o disco (previsto ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Acontece neste sábado, 08 de fevereiro de 2020, o primeiro show do ano de Rafa Carvalho. O evento, gratuito e de classificação livre, será realizado pelo Sesc Campinas, na área de convivência da unidade, a partir das 16h30.</p>
<p align="justify">Conversamos com o artista e colaborador da Agência Social de Notícias sobre a data, o disco (previsto para breve), o projeto Nau Frágil como um todo, e o ano de 2020. Segue o nosso papo:</p>
<p align="justify"><b>ASN – Rafa, sabendo de sua posição avessa aos rótulos (poeta, escritor, compositor, músico, performer, artista visual etc), como você se percebe dentro do cenário artístico hoje? E como acha possível descrever o seu trabalho?</b></p>
<p align="justify">Eu me percebo sempre perdido. A arte não serviria para outra coisa. E nem sequer a própria vida. A experiência nossa, na Terra, é uma experiência de perdição. Inexoravelmente. Bom, isso pode se dar no melhor ou no pior sentido. E essa variável vem, ao meu ver, da consciência. Precisamos estar perdidos o mais conscientemente possível. Curtir o labirinto. Não consigo conceber minha condição humana, nem a de qualquer outra pessoa, sem estarmos ilhados no mistério. Quando achamos as respostas, mudam-se as perguntas. A arte assim serviria ao mesmo tempo a favor do sonho, da fé e da utopia; e contra a ilusão.</p>
<p align="justify">Sigo por aí me perdendo, cada vez mais. Sempre que preciso escolher, como quando me perguntam minha profissão para a emissão de uma carteirinha nova no SUS, ou à emissão de um passaporte, por exemplo, eu digo: poeta. Para mim a arte inteira é poesia. A vida também. Ser poeta é estar vivo. Graciosamente, isso ainda vale pros poetas mortos.</p>
<p align="justify">Ao me perder, no cenário artístico inclusive, vou achando coisas interessantes. Presentes. E acho que também vão me encontrando, em alguma medida. Sinto-me num passo torto, o tempo todo um caminho esquisito. Mas tenho alcançado grandes graças. Espaços que me alegram muito, partilhas. Muitas vezes detalhes, que poderiam parecer miúdos demais, mas que me mantiveram vivo até aqui.</p>
<p align="justify">E acho que é isso, eu descreveria meu trabalho assim: ele se mantém vivo. Estar vivo é mobilizar energia no espaço-tempo. Isto é trabalho. E isto também pode ser magia. Transformar, com mobilização, a energia no tempo-espaço. Ser poeta é assumir a própria vida, magicamente. Isso pode soar pomposo. E até um privilégio. Mas talvez seja bem mais simples do que parece. E por isso mesmo: difícil. Poesia é o fundamento da experiência humana, na Terra. E nós andamos, em geral, muito longe de algum fundamento. Por isso a poesia foi sempre majoritariamente preterida. Tantas vezes violada. E por isso também é um erro defini-la. Para tanto, seria preciso superá-la. E o que, ou quem, superaria a poesia? Contento-me em ser poeta, sem domínio algum da poesia. Sou seu cavalo. Nunca o contrário. Estou contente de sobreviver assim, artista, neste tempo, neste país. Este afinal é meu trabalho. Viver, conviver. E não é fácil. Manter-se vivo, seja pela grana, as contas que vencem, seja pela ofensa constante ou às dores profundas, em tantos momentos, ficar vivo, não foi fácil.</p>
<p align="justify"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/02/naufrág-ilrafac-arvalho.png"><img class="alignnone size-large wp-image-16785" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/02/naufrág-ilrafac-arvalho-724x1024.png" alt="naufrág ilrafac arvalho" width="618" height="874" /></a></p>
<p align="justify"><b>ASN – Há uma relação de sua resposta com o conceito de “Nau Frágil” trazido em seu lançamento textual do disco? Como foi lançar um disco primeiramente no formato de texto? E a recepção disto pelo público?</b></p>
<p align="justify">Sim, há total relação. Dizem que vivemos hoje um ápice da polarização na humanidade. E eu entendo essa rachadura de algumas símiles maneiras: pessoas que estão a fim opostas a pessoas que não estão a fim; pessoas conscientemente perdidas opostas a pessoas sub- ou inconscientemente perdidas, que por consequência não se sentem nada perdidas, ou antes, completamente plenas e encontradas em suas vidas. Pessoas que estão contentes e alertas de serem humanas, opostas a pessoas que não o estão. “Nau Frágil” toca a uma dessas partes. Aquela com pessoas que sabem dos riscos, da fragilidade, mas querem tentar. Ao mesmo tempo, “Nau Frágil” é uma louvação às águas, o princípio da vida no planeta. Uma viagem ao futuro, que também se dá pelo retorno, às águas uterinas de nossas mães. As águas maternais de toda a vida formada posteriormente, na Terra. Neste sentido, “Nau Frágil” é uma utopia de perder a parte que toca, pra tocar-nos a todas além das segregações correntes. Lá onde tudo é comum. Nossa única ancestralidade.</p>
<p align="justify">Lançar o disco primeiro em texto para mim foi tranquilo. Por mais estranho que eu saiba parecer. Nessa barquinha do disco e do projeto, sim eu sou o capitão. Mas o bom capitão só cumpre as ordens que recebe. E quem determina tudo, mesmo: é o mar. Sinto-me obedecendo apenas, cumprindo o que vem ao peito. Seguindo os meus faróis. E fico satisfeito assim. Sobre a recepção, não sei dizer. Nosso mundo anda confuso. Todos seus sistemas possivelmente corrompidos. Penso que meu trabalho persiga a viagem. Enquanto ela me for possível, sou grato. E quero ser grato ainda ao fim de mais essa jornada, quando for a hora. Não é simples lidar com algorítimos, números, indicadores, indicações, prêmios, editais, seletivas, cifras, análises, estatísticas&#8230; Mas trabalho pelo direito de se estar perdido; e ainda pela possibilidade dos encontros. Volta e meia recebo algum sinal, uma diquinha. De alguém que leu, ouviu. De alguém que sente. Eu leio, ouço e sinto de volta. E assim seguimos. Assim eu consigo prosseguir.</p>
<p align="justify"><b>ASN – Para finalizarmos por hoje, o que esperar de “Nau Frágil”, deste disco? E de você pela música? Deste show no Sesc Campinas? E como Rafa Carvalho vem encarando este ano de 2020, com a carreira e todos os demais projetos?</b></p>
<p align="justify">Venho sentindo as expectativas como âncoras pesadas a quem quer navegar bem. Mas apesar disto, pensando “esperar” como um verbo de esperança, dá pra esperar a viagem. E viajar junto. Tudo em “Nau Frágil” é viagem. E uma viagem solta, livre. Aprendiz com o mar. E dos rumos que ele nos revela e presenteia. Talvez seja um disco um tanto ousado, para alguns padrões atuais. Duração das músicas, suas formas, algumas escolhas de arranjo. Espero que ele se pareça um pouco ao mar mesmo. E viabilize um sem-limite de mergulhos distintos.</p>
<p align="justify">Agora, eu não esperaria muito de mim, pela música. Sou um analfabeto musical. Amo a música desde criancinha, e sou um contador de histórias, que resolveu também: cantá-las. Tenho feito música com muito carinho, desenvolvido o meu jeito pra ela, algumas linguagens. Mas faço isso sem a pretensão de virtuosismo. O palco é um mar bravio pra mim ainda, àquela exposição. E tecnicamente falando, ainda preciso aprender a cantar muito. E a tocar também. Mas é isso: o marinheiro que sente saudade, canta. Tendo voz ou não, afinando ou nem. E se a saudade bate forte, o canto do marujo é bom, é bonito. Só pode ser. A arte é um anzol que só funciona mesmo, se enganchar no coração. É assim que algo na vida se suspende. E a gente eleva. Se enreda.</p>
<p align="justify">E nós estamos felizes demais de fazer este show. Tenho comigo uma tripulação maravilhosa de artistas, com Cris Monteiro, Luiz Spiga e Ronaldo Saggiorato comigo, assim no disco como no palco. Grandes mestres que me ensinam muito. E toda uma equipe, em parte fixa e em parte móvel, que se movimenta junto. Agradeço muito ao Sesc Campinas, que é parte fundamental de minha formação na cidade, assim como à construção de minha carreira. E é maravilhoso poder fazer esta celebração em casa, estar com amigas, pessoas da comunidade, da cena artística local, gente com quem construí muitas coisas juntos, histórias com que aprendo até hoje. Desejo que seja um balanço lindo, que nos embale a todas. Preparamos tudo com muita bem-querência e gratidão.</p>
<p align="justify">Já sobre 2020, eu nos sonho um ano bom em si, e parte importante da lavoura de um futuro, outro, com todas as urgências e delícias a que ainda não nos dedicamos o bastante. Eu comecei este ano com um susto de saúde. Percebi que estou há quase dez anos sem férias. E desejo acompanhar melhor o crescimento do meu filho. Brincar mais com ele e comigo mesmo. Não querer carregar sozinho o que não posso. Desejo parcerias firmes, pra juntos ver mais sendo possível. Seguir com as utopias na comunidade, crescer a Encruzilhada Estrela Dalva, continuar com o samba, o sarau e as novidades que queremos pra este ano. Tem o disco, acho que um livro e meu desejo de seguir organizando minha coluna aqui na ASN. Também algumas temporadas na estrada, das quais falarei logo mais. Coisas bem importantes, pra mim. Como também será ter mais paciência, cuidar das plantas, tirar umas férias. E insistir na alegria, que ela é uma base crucial de nossa resistência.</p>
<p align="justify"><b>ASN – Assim você não nos deixa escolha! Resistir a quê? Ou a quem?</b></p>
<p align="justify">Resistir a nós mesmos. Esses nós que nos atam. O mundo anda imerso em hipocrisia, ganância, vaidade, violência, mentira. E isso tudo começa comigo. Cada qual de nós. Todo dia é preciso se olhar no espelho, pegar a autoestima, o sonho, a fé, mas também pegar toda essa vergonha. Assumirmos com dignidade esses lados que tanto ocultamos. Botar tudo junto na barquinha e sair pra mais um dia de viagem. É arriscado, eu sei, mas é a nossa única chance de realmente chegar nalgum outro lugar. Sem isso não tem aventura. É tudo ilusão. Preciso primeiro me lançar inteiro. Resistir a essa pasteurização de mim. Depois encarar a vizinhança, a rua, o bairro, o trânsito local, a feira, o bar, a praça, a igreja. Assumir as coisas como elas são. Daí amar e mudá-las, como o Belchior cantou. Personificar a mazela, por mais que tenhamos candidatos impressionantes no Brasil, seria só mais iludir. Precisamos de base, de fundamento. E isso se faz apenas com um passo por vez. Resistir é manter-nos vivos, com cada vez mais consciência, ainda que perdidos. Com cada vez mais magia. Com cada vez mais poesia. Este, é o nosso trabalho.</p>
<p align="justify">Assim é o Rafa. Uma ponte constante entre os assuntos. Um artista que nos vai indicando criações ousadas de métodos bastante próprios, ao mesmo tempo em que amplamente partilháveis, onde somos todas pessoas e, por isso também: poetas. Que está prestes a dar este passo inédito, na música, com o lançamento de seu primeiro disco. E que parece seguir neste ano com suas rotas sempre surpreendentes pela arte, na vida e em suas articulações culturais. Nós, aqui, vamos acompanhando felizes. E neste show no Sesc em Campinas, sem dúvidas, uma ótima oportunidade para ver e ouvir de perto. E embarcar junto, na viagem.</p>
<p align="justify"><b>Serviço</b></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Rafa Carvalho &#8211; Nau Frágil</span></p>
<p>Sesc Campinas <i>(Área de Convivência)</i></p>
<p>Rua Dom José I, 270/333 &#8211; Bonfim, Campinas &#8211; SP, 13070-741<br />
Telefone: (19) 3737-1500</p>
<p>Data: Sábado, 8 de fevereiro</p>
<p>Horário: 16h30</p>
<p>Classificação Livre</p>
<p>Entrada Gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>City Banda faz homenagem a Carlos Gomes no Carnaval 2020</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 10:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[O desfile da City Banda no Carnaval de 2020 será aberto com os acordes iniciais da ópera &#8220;O Guarani&#8221; e a apresentação de um boneco gigante do compositor campineiro Antonio Carlos Gomes (1836-1896), assinado pela artista plástica Luciane Kunde Borges. Carlos Gomes será portanto o homenageado neste ano pela City Banda, como forma de marcar ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O desfile da City Banda no Carnaval de 2020 será aberto com os acordes iniciais da ópera &#8220;O Guarani&#8221; e a apresentação de um boneco gigante do compositor campineiro Antonio Carlos Gomes (1836-1896), assinado pela artista plástica Luciane Kunde Borges. Carlos Gomes será portanto o homenageado neste ano pela City Banda, como forma de marcar os 150 anos da apresentação de &#8220;O Guarani&#8221; no teatro Alla Scalla de Milão. Outra atração da &#8220;Confederação de Blocos&#8221;, no desfile do dia 15 de fevereiro, a partir das 14 horas, na Praça da Arautos da Paz, é o trio elétrico comandado por Montone, ao lado de Walbão, Niva e da cantora convidada, Bruna Volpi.</p>
<p>Como lembra o diretor-fundador da City Banda, Paulo Lima, o sucesso da exibição de &#8220;O Guarani&#8221; em Milão foi o impulso definitivo para projetar o nome do maestro, músico e compositor Carlos Gomes em esfera internacional. Com o tributo no desfile de 2020, completa Lima, a City Banda manifesta &#8220;o respeito e simbiose de nossas raízes da música popular com nossa música erudita&#8221;.</p>
<div id="attachment_15166" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/02/CityBanda2019_190223_035.jpg"><img class="size-large wp-image-15166" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/02/CityBanda2019_190223_035-1024x684.jpg" alt="Paulo Lima e José de Oliveira: sempre superando muitos obstáculos para colocar a City Banda na rua (Foto Martinho Caires)" width="618" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Lima e José de Oliveira: sempre superando muitos obstáculos para colocar a City Banda na rua (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Sambista Bruna Volpi</strong> &#8211;  “Eu sempre fui amante do Carnaval. Dos sambas, da festa em si, dos desfiles na avenida, de toda essa alegria. Sempre me encantei com os puxadores de samba-enredo e confesso que demorei a me imaginar neste lugar, geralmente ocupado por homens. Chega a ser uma alegria eufórica. E puxar os sambas pelo terceiro ano consecutivo já me permite sentir como parte da família City Banda. Eu nasci para fazer o povo pular, sambar e se unir e festejar”, afirma Bruna Volpi, convidada pela City para novamente participar do trio elétrico.</p>
<p>Durante o Carnaval, Bruna Volpi também faz shows no Tênis Clube de Campinas (dias 16 e 21 de fevereiro), no Clube Valinhense, em Valinhos (dia 22), e no tradicional Bar Brahma, na capital paulista (dia 24 de fevereiro). Dona de uma voz poderosa, Bruna Volpi precisou derrubar os estereótipos do gênero para conseguir o respeito como sambista e de sambistas. Dona de cabelão longo e liso com luzes douradas e de grandes olhos verdes, ela teve que estudar e se preparar muito para abraçar as mais profundas raízes do ritmo afro-brasileiro para conquistar o respeito e a consagração nessa família musical.</p>
<div id="attachment_15168" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/02/CityBanda2019_190223_060.jpg"><img class="size-large wp-image-15168" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/02/CityBanda2019_190223_060-1024x684.jpg" alt="A banda da City, de novo compartilhando o talento com a multidão  (Foto Martinho Caires)" width="618" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">A banda da City, de novo compartilhando o talento com a multidão (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>26 anos de alegria</strong> &#8211; Em 2020 a City Banda completa 26 anos de desfiles. Tudo começou em uma tarde/noite de 1994, em uma mesa do tradicional City Bar, no festeiro bairro do Cambuí. No primeiro desfile, em 1995, foram não mais que 500 foliões. No ano seguinte já foram mais de 4 mil e o número não parou de crescer. Em 2019, mais de 6o mil foliões participaram da festa no seu novo endereço.</p>
<p>Durante 22 anos o desfile da City Banda aconteceu nas ruas do Cambuí e sempre terminava no Centro de Convivência Cultural. Com o tempo, as ruas do Cambuí ficaram pequenas para receber a multidão de foliões e a partir de 2017 o desfile da City Banda passou a acontecer na Praça Arautos da Paz, no bairro Taquaral, cuja geografia é capaz de receber os milhares de adeptos. Foram 50 mil foliões no Carnaval de 2018.</p>
<p>Ao longo de sua trajetória, a City Banda fez homenagens memoráveis a verdadeiras lendas do samba. Entre outros, a City Banda já rendeu tributo a Jamelão. Mais recentemente, têm sido feitas homenagens a expressões locais do samba, como a cantora Ilcéi Mirian e o bloco Nem Sangue Nem Areia. Existe uma permanente preocupação, portanto, em contribuir para a preservação e valorização das mais legítimas matrizes culturais afro-brasileiras. Em 2019 os homenageados foram os próprios fundadores da City Banda, na mesa 10 do City Bar: os próprios Paulo Lima e José de Oliveira (líderes históricos do bloco, ou Confederação de Blocos) e também Geraldo Jorge, Edmilson Siqueira e Tadeu Costa.</p>
<p>O imenso valor cultural da City Banda vem sendo reconhecido em várias instâncias. O projeto “City Banda 25 anos”, por exemplo, foi aprovado no final de 2018 pelo ProAC – Programa de Ação Cultural, do governo de São Paulo. A viabilização do projeto depende da captação – atualmente em curso – junto a empresas de Campinas, com isenção de ICMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Instituto Anelo tem 290 vagas para aulas de música no primeiro semestre</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 21:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Anelo, associação sem fins lucrativos que há 20 anos oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande, em Campinas (SP), tem 290 vagas para o primeiro semestre de 2020 nos seguintes cursos: Acordeon, Canto Coral, Contrabaixo Elétrico, Flauta Doce, Flauta Transversal, Musicalização Infantil, Percussão, Saxofone, Trombone, Trompete e Violino. Os interessados ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>O Instituto Anelo, associação sem fins lucrativos que há 20 anos oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande, em Campinas (SP), tem 290 vagas para o primeiro semestre de 2020 nos seguintes cursos: Acordeon, Canto Coral, Contrabaixo Elétrico, Flauta Doce, Flauta Transversal, Musicalização Infantil, Percussão, Saxofone, Trombone, Trompete e Violino.</div>
<div></div>
<div>Os interessados têm entre os dias 23 e 25 de Janeiro (de quinta-feira a sábado) para realizar a matrícula, durante o horário de funcionamento da secretaria do Anelo. Entre as novidades oferecidas este ano estão aulas de Musicalização Infantil para crianças de 5 anos e três turmas de Canto Coral (infantil, juvenil e adulto).</div>
<div></div>
<div>Atenção para os documentos necessários (a falta de qualquer um deles impossibilita a matrícula):</div>
<div></div>
<div>- Cópia do RG do aluno e do responsável legal, no caso de ele ser menor de idade;</div>
<div>- Cópia do comprovante de residência;</div>
<div>- Uma foto 3X4 recente.</div>
<div></div>
<div>No ato da matrícula, o aluno deverá comprar a camiseta do Instituto Anelo, a ser usada como uniforme (custa R$ 30). Também durante a matrícula é pedida uma contribuição voluntária, sendo que mensalmente o aluno receberá um envelope para contribuir voluntariamente e anonimamente em prol da manutenção do projeto.</div>
<div></div>
<div>É importante ressaltar que a matrícula de aluno menor de 18 anos somente poderá ser feita pelo responsável legal. Por responsável legal entenda-se pai e mãe &#8211; avós, tios e irmãos só poderão fazer a matrícula se tiveram a guarda da criança ou adolescente.</div>
<div></div>
<div>Confira abaixo as vagas disponíveis:</div>
<div></div>
<div>ACORDEON</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado (CEU)</div>
<div>Horário: 8h</div>
<div>Vagas: 8</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado (CEU)</div>
<div>Horário: 9h</div>
<div>Vagas: 3</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>CANTO CORAL &#8211; TURMA INFANTIL</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado  (CEU)</div>
<div>Horário: 9h30</div>
<div>Vagas: 35</div>
<div>Idade: De 8 a 11 anos</div>
<div></div>
<div>CANTO CORAL &#8211; TURMA JUVENIL</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado (CEU)</div>
<div>Horário: 11h</div>
<div>Vagas: 35</div>
<div>Idade: De 12 a 18 anos</div>
<div></div>
<div>CANTO CORAL &#8211; ADULTO</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado (CEU)</div>
<div>Horário: 8h</div>
<div>Vagas: 40</div>
<div>Idade: A partir de 18 anos</div>
<div></div>
<div>CONTRABAIXO ELÉTRICO</div>
<div></div>
<div>Dia: Quinta-feira</div>
<div>Horário: 8h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Quinta-feira</div>
<div>Horário: 9h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Quinta-feira</div>
<div>Horário: 10h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Quinta-feira</div>
<div>Horário: 13h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Quinta-feira</div>
<div>Horário: 15h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Quinta-feira</div>
<div>Horário: 16h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>FLAUTA DOCE</div>
<div></div>
<div>Dia: Sexta-feira</div>
<div>Horário: 11h</div>
<div>Vagas: 7</div>
<div>Idade: De 8 a 11 anos</div>
<div></div>
<div>FLAUTA TRANSVERSAL</div>
<div></div>
<div>Dia: Sexta-feira</div>
<div>Horário: 14h</div>
<div>Vagas: 7</div>
<div>Idade: A partir de 12 anos</div>
<div></div>
<div>MUSICALIZAÇÃO INFANTIL</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado</div>
<div>Horário: 8h</div>
<div>Vagas: 18</div>
<div>Idade: 7 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado</div>
<div>Horário: 9h</div>
<div>Vagas: 18</div>
<div>Idade: 6 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado</div>
<div>Horário: 10h</div>
<div>Vagas: 15</div>
<div>Idade: 5 anos</div>
<div></div>
<div>PERCUSSÃO</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado</div>
<div>Horário: 8h</div>
<div>Vagas: 8</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Sábado</div>
<div>Horário: 11h</div>
<div>Vagas: 8</div>
<div>Idade: A partir de 8 anos</div>
<div></div>
<div>SAXOFONE</div>
<div></div>
<div>Dia: Sexta-feira</div>
<div>Horário: 15h</div>
<div>Vagas: 7</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>TROMBONE</div>
<div></div>
<div>Dia: Sexta-feira</div>
<div>Horário: 14h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Sexta-feira</div>
<div>Horário: 15h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Sexta-feira</div>
<div>Horario: 16h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>TROMPETE</div>
<div></div>
<div>Dia: Segunda-feira</div>
<div>Horário: 13h</div>
<div>Vagas: 4</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Segunda-feira</div>
<div>Horário: 14h</div>
<div>Vagas: 4</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Segunda-feira</div>
<div>Horário: 15h</div>
<div>Vagas: 4</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Segunda-feira</div>
<div>Horário: 16h</div>
<div>Vagas: 4</div>
<div>Idade: A partir 12 anos</div>
<div></div>
<div>VIOLINO</div>
<div></div>
<div>Dia: Terça-feira</div>
<div>Horário: 10h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: De 8 a 11 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Terça-feira</div>
<div>Horário: 11h</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: De 12 a 18 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Terça-feira</div>
<div>Horário: 13h30</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: De 12 a 18 anos</div>
<div></div>
<div>Dia: Terça-feira</div>
<div>Horário: 14h30</div>
<div>Vagas: 5</div>
<div>Idade: De 8 a 11 anos</div>
<div></div>
<div>SERVIÇO</div>
<div></div>
<div>O atendimento ao público na secretaria do Instituto Anelo durante o período de matrículas será realizado nos seguintes horários: quinta e sexta-feira (23 e 24/1), das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30; no sábado (25/1), das 8h às 11h30.</div>
<div></div>
<div>As aulas são gratuitas, mas ao longo do ano letivo o Instituto Anelo realiza a Campanha das Urnas, na qual pais e alunos são incentivados a contribuir anonimamente, com qualquer quantia, para ajudar na manutenção do trabalho.</div>
<div></div>
<div>Lembrando que a secretaria funciona na sede antiga do Anelo, localizada à Rua Professora Elizabeth Serafim de Oliveira Leite, 78, Jardim Florence I. Mais informações: (19) 3227-6778.</div>
<div></div>
<div>VEJA O VÍDEO:</div>
<div></div>
<div>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/C892zmNApOs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
</div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Orquestra Anelo avança na internacionalização com temporada de regente nos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 18:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Regente da Orquestra Anelo, grupo instrumental do Instituto Anelo, de Campinas, Guilherme Ribeiro vai passar uma temporada nos Estados Unidos como professor convidado na Jacobs School of Music da Universidade de Indiana, na cidade de Bloomington, estado de Indiana. Ele viaja nesta quinta-feira, dia 9 de Janeiro, e retorna ao Brasil em 5 de Maio. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Regente da Orquestra Anelo, grupo instrumental do Instituto Anelo, de Campinas, Guilherme Ribeiro vai passar uma temporada nos Estados Unidos como professor convidado na Jacobs School of Music da Universidade de Indiana, na cidade de Bloomington, estado de Indiana. Ele viaja nesta quinta-feira, dia 9 de Janeiro, e retorna ao Brasil em 5 de Maio. Durante sua ausência, a Orquestra Anelo será dirigida pelo coordenador musical e pedagógico do Instituto Anelo, Vinicius Corilow. É mais um passo no processo de internacionalização do Instituto e da Orquestra Anelo.</div>
<div></div>
<div>Guilherme conta que foi selecionado para a vaga a partir de um edital. “É uma bolsa oferecida pela Fullbright, uma instituição americana que concede bolsas para doutorado, para mestrado, para pesquisa em geral. Eles têm esse programa junto às universidades, que é o que eles chamam de ‘chair’, uma cátedra, ou seja, uma posição na universidade, temporária, para um professor convidado”, explica.</div>
<div></div>
<div>A Jacobs School of Music possui um departamento de música latina, e todos os anos, por meio da Fullbright, a universidade oferece uma bolsa para um professor latino-americano trabalhar lá durante um semestre. “Eu tive que me submeter ao processo de inscrição, enviar documentos, portfólio, discos, enfim, e fui aprovado. É um programa aberto, e qualquer músico, qualquer artista, com esse perfil de professor, pode participar.”</div>
<div></div>
<div>Guilherme conta que suas atividades lá começam no dia 13 de Janeiro e que fica nos Estados Unidos até o final de Abril. “Na primeira semana de Maio já estou de volta com todas as minhas atividades, dando aulas nas escolas, na Emesp principalmente, e na Orquestra Anelo. O semestre lá é diferente. Começa e Janeiro e vai até Maio. Em Maio tem as provas e exames finais, mas eu não preciso ficar lá”, explica.</div>
<div></div>
<div>Entre as atividades que desenvolverá na universidade, está a preparação de ao menos três workshops voltados para a música brasileira. Serão workshops sobre aspectos da música brasileira ou um pouco mais temáticos, sobre samba-jazz e ritmos do Nordeste. “Em um deles também vou falar sobre o meu processo de composição e as técnicas que utilizo para fazer as minhas músicas.”</div>
<div></div>
<div>Ele também terá a oportunidade de trabalhar com uma das big bands da escola e ainda dirigirá uma ou duas turmas de alunos de graduação, com as quais vai desenvolver um repertório. “Vou levar desde músicas minhas até músicas mais tradicionais do repertório brasileiro”, conta Guilherme, que completa: “Também vou levar repertório com o qual já lido nas escolas aqui, coisas que eu sei que funcionam bem, sobretudo para alunos não brasileiros”.</div>
<div></div>
<div>Guilherme conta que terá livre circulação no curso, então, parte desse período nos Estados Unidos será utilizado para estudar. “Eu vou me ausentar, sair um pouco da minha realidade de professor de música de São Paulo com o intuito também de estudar. Essas atribuições todas que eu tenho vão ocupar uma parte pequena da semana. O restante do tempo, posso assistir às aulas que quiser. Pretendo estudar bastante acordeon, piano, voltar com novos arranjos e com novas composições”.</div>
<div></div>
<div><b>EXPECTATIVAS</b></div>
<div></div>
<div>Diante desse cenário, as expectativas com a viagem são bastante positivas. “A primeira, como já disse, é em relação ao estudo. Aqui no Brasil, como estou muito envolvido com diferentes instituições como a Emesp, a Faculdade Souza Lima e o próprio Anelo, mais as atividades de gravações e de apresentações, em muitos momentos não consigo ter uma regularidade de estudos, e isso é algo que estou esperando bastante”, diz.</div>
<div></div>
<div>Outro aspecto diz respeito a morar fora do país. “Apesar de ter viajado muito ao longo de quase 15 anos &#8211; viajo pelo menos duas vezes por ano profissionalmente &#8211; eu nunca fiquei mais do que 20, 30 dias fora, eu nunca vivi fora do país, então isso é uma experiência nova pra mim”, afirma. “Por último, a experiência de trabalhar em outro ambiente, numa universidade americana. Estou muito curioso para conhecer a estrutura que eles oferecem, como é a didática, como é a pedagogia. Apesar de conhecer sobre o estudo do jazz através dos livros, da literatura, nada como experimentar in loco.”</div>
<div></div>
<div>
<div id="attachment_16631" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Guilherme_Ribeiro_regente_da_Orquestra_Anelo_credito_foto_Edis_Cruz.jpg"><img class="size-large wp-image-16631" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Guilherme_Ribeiro_regente_da_Orquestra_Anelo_credito_foto_Edis_Cruz-1024x683.jpg" alt="Guilherme Ribeiro é pianista, acordeonista, tecladista, compositor e arranjador (Foto Edis Cruz/Divulgação)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Guilherme Ribeiro é pianista, acordeonista, tecladista, compositor e arranjador (Foto Edis Cruz/Divulgação)</p></div>
</div>
<div></div>
<div><b>CARREIRA</b></div>
<div></div>
<div>Pianista, acordeonista, tecladista, compositor e arranjador, Guilherme Ribeiro é natural de Santos (SP), mestre em Performance Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e bacharel em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</div>
<div></div>
<div>Atuou ao lado de Paulo Moura, Raul de Souza, Maurício Einhorn, Gabriel Grossi, Jamil Maluf/OER, Isaac Karabtchevsky (Osesp), Fabiana Cozza, Dominguinhos, João Donato, Mariana Aydar, Céu, Luiz Tatit, O Teatro Mágico, Zizi Possi e Virgínia Rosa, entre outros.</div>
<div></div>
<div>Tocou em festivais internacionais como Montreal Jazz Festival no Canadá, NorthSea Jazz Festival na Holanda, JVC Jazz Festival na França, Sfinks na Bélgica, Coachella nos Estados Unidos, Standard Bank Youth Jazz Festival Makhanda e South Africa Association for Jazz Education na África do Sul.</div>
<div></div>
<div>Possui sete discos de carreira: Calmaria (2010), Que se Deseja Rever (2012), A Deep Surface (2013, lançado na Europa), Tempo (2015), Facing South (2019, lançado na África do Sul) e NUUU! (2019, com trio Marés, lançado na Europa).</div>
<div></div>
<div>Na área da educação musical leciona piano, acordeon, contraponto e prática de bandas junto à Faculdade Souza Lima e à EMESP Tom Jobim, em São Paulo. Desde 2012 trabalha como professor convidado no Arcevia Jazz Feast na Itália. Em 2018 passou a dirigir a Orquestra Anelo, grupo instrumental do Instituto Anelo, associação sem fins lucrativos que oferece aulas gratuitas de música na cidade de Campinas (SP), atuando como regente e arranjador.</div>
<div></div>
<div><strong>INTERNACIONALIZAÇÃO</strong></div>
<div></div>
<div>O Instituto e a Orquestra Anelo já deram grandes passos no processo de internacionalização. Professores e alunos da organização sem fins lucrativos que oferece aulas gratuitas de música no Jardim Florence, bairro da região do Campo Grande, na periferia de Campinas, já participaram em várias edições do Arcevia Jazz Feast, na Itália. O evento é um seminário de jazz e improvisação realizado durante o verão europeu na cidade italiana de Arcevia, a 240 quilômetros da capital, Roma.</div>
<div>O intercâmbio do Anelo com músicos de outros países tem crescido. Em maio de 2019, o Instituto recebeu, pela segunda vez, a visita da cantora italiana Susanna Stivali. Ela é considerada um dos nomes mais importantes do jazz italiano e é uma das professoras do Arcevia Jazz Feast.</div>
<p>&nbsp;</p>
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