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	<title>Agência Social de Notícias &#187; 1° Encontro de Choro de Campinas</title>
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	<description>Notícias</description>
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		<title>Colóquio na Unicamp debate sobre o espaço da leitura e da escrita no mundo conectado</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2016 21:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[1° Encontro de Choro de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Professor]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira edição do ano dos Colóquios Unicamp Ano 50 acontece amanhã, dia 12 de março, das 8h30 às 13h, no Centro de Convenções da universidade. “Os espaços da leitura e da escrita: Desafios de um mundo conectado” será o tema da palestra da professora Maria Bernadete Abaurre. As inscrições gratuitas podem ser feitas amanhã ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira edição do ano dos Colóquios Unicamp Ano 50 acontece amanhã, dia 12 de março, das 8h30 às 13h, no Centro de Convenções da universidade. “Os espaços da leitura e da escrita: Desafios de um mundo conectado” será o tema da palestra da professora Maria Bernadete Abaurre. As inscrições gratuitas podem ser feitas amanhã no local ou pelo site <a href="http://www.50anos.unicamp.br/congressista">Unicamp ano 50</a>, ou ainda <a href="http://www.50anos.unicamp.br/congressista">deste endereço eletrônico</a>.</p>
<p>Voltado para professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, o Colóquio de amanhã abordará o relacionamento entre gerações diferentes em sala de aula. O primeiro colóquio aconteceu no dia 24 de outubro de 2015; e o segundo da série, dia 28 de novembro de 2015.</p>
<p>A série promove ao todo sete palestras, realizadas sempre aos sábados e proferidas por docentes da Unicamp, que discutirão de forma coloquial com professores do Ensino Fundamental e Médio. Programação inclui temas contemporâneos como “desafios de um mundo conectado”, “segurança alimentar”, “agricultura familiar”, “vírus e bactérias”, “cidades” e “origens do Brasil”.</p>
<p>Para Maria Bernadete, responsável pelo tema do terceiro colóquio, as pessoas não leem nem escrevem menos que antes. “As pessoas estão lendo e escrevendo coisas diferentes, como nas redes sociais.” Mas ela acha que há muitos estudantes hoje com dificuldades de elaborar um texto argumentativo. “E é aí que entra a figura do professor, para estimular outras práticas de leitura e escrita.”</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>12 de março, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos/15/os-espacos-da-leitura-e-da-escrita-desafios-de-um-mundo-conectado-profa-maria-bernadete-marques-abaurre"><em>Os espaços da leitura e da escrita: desafios de um mundo conectado</em></a> Palestrante: Professora Maria Bernadete Marques Abaurre Departamento de Linguística · Instituto de Estudos da Linguagem · IEL</p>
<p><strong>9 de abril, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos/16/politicas-publicas-e-seguranca-alimentar-prof-walter-belik"><em>Políticas Públicas e Segurança Alimentar</em></a> Palestrante: Professor Walter Belik Departamento de Política e História Econômica · Instituto de Economia · IE</p>
<p><strong>14 de maio, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F17%2Fpolitica-agr%25C3%25A1ria-e-agricultura-familiar-brasileira-prof%25C2%25AA-sonia-maria-pessoa-pereira-bergamasco&amp;h=eAQEh0I_O&amp;s=1">P<em>olítica agrária e agricultura familiar brasileira</em></a> Palestrante: Professora Sônia Maria Pessoa Pereira Bergamasco Faculdade de Engenharia Agrícola · FEAGRI</p>
<p><strong>18 de junho, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos/18/virus-e-bacterias-surpresas-no-nosso-cotidiano-profa-maria-silvia-viccari-gatti"><em>Vírus e bactérias: surpresas no nosso cotidiano</em></a> Palestrante: Professora Maria Silvia Viccari Gatti Departamento de Genética, Evolução e Bioagentes · Instituto de Biologia · IB</p>
<p><strong>13 de agosto, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F19%2Fa-%25C3%25A1gua-na-cidade-saud%25C3%25A1vel-salubre-e-sustent%25C3%25A1vel-profa-emilia-wanda-rutkowski&amp;h=oAQHQZs2A&amp;s=1"><em>A água na cidade saudável, salubre e sustentável</em></a> Palestrante: Professora Emilia Wanda Rutkowski Departamento de Saneamentto e Ambientes · Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo · FEC</p>
<p><strong>17 de setembro, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F20%2Fuma-avaliacao-critica-sobre-as-origens-do-brasil-profa-maria-stella-martins-bresciani&amp;h=vAQGSRgII&amp;s=1"><em>Uma avaliação crítica sobre as origens do Brasil</em></a> Palestrante: Professora Maria Stella Martins Bresciani Departamento de História · Instituto de Filosofia e Ciências Humanas · IFCH</p>
<p><strong>1 de outubro, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F21%2Funiversidade-e-sociedade-prof-alvaro-penteado-crosta&amp;h=BAQFUqlSf&amp;s=1"><em>Universidade e Sociedade</em></a> Palestrante: Professor Alvaro Penteado Crósta Departamento de Geologia e Recursos Naturais · Instituto de Geociências · IG</p>
<p><strong>Outros eventos</strong></p>
<p>Em junho, a Unicamp também inaugurará uma exposição documental sobre sua história, na Biblioteca Central Cesar Lattes (BC-CL). Ela tem caráter itinerante e será montada também em Piracicaba e em outros espaços.</p>
<p>Entre os dias 11 e 19, será aberta à visitação a exposição a Mostra de Ciência, Tecnologia e Inovação da Unicamp. Todas as unidades de ensino e pesquisa, além dos centros e núcleos interdisciplinares da universidade, apresentarão os seus principais estudos produzidos nas últimas cinco décadas. A programação completa pode ser conferida no site dos 50 anos da universidade.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Colóquios Unicamp Ano 50 &#8211; de professor para professor<br />
<strong>de 12 de março a 1 de outubro de 2016</strong><br />
Entrada franca, inscrições pelo site ou no dia do evento<br />
<strong>Centro de Convenções da Unicamp</strong><br />
Rua Elis Regina, 131 &#8211; Cidade Universitária “Zeferino Vaz” · Campinas · SP · 13083-854<br />
<a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos">www.50anos.unicamp.br/eventos</a></p>
<p><strong>#EquipeUA50</strong></p>
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		<title>Encontro de Choro eleva a Cultura da continuidade e do pertencimento</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2015 01:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[1° Encontro de Choro de Campinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes  Fotos Martinho Caires Foram nove dias de muito choro em Campinas. Um choro canção embalado predominantemente por vozes femininas e ouvido por um público de todos os gêneros, credos, cores e origens. O 1º Encontro de Choro de Campinas, que aconteceu de 16 a 24 de abril, terminou nesta sexta-feira à noite ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes  Fotos Martinho Caires</strong></p>
<p>Foram nove dias de muito choro em Campinas. Um choro canção embalado predominantemente por vozes femininas e ouvido por um público de todos os gêneros, credos, cores e origens. O 1º Encontro de Choro de Campinas, que aconteceu de 16 a 24 de abril, terminou nesta sexta-feira à noite no Coreto da Praça Carlos Gomes, Centro, com a Orquestra de Choro Campineira. A estimativa do 1º encontro foi de um público de 2 mil pessoas nos nove shows realizados em diferentes pontos da cidade, além de 95 alunos de música que participaram de oito atividades normativas.</p>
<p>A avaliação dos organizadores, ainda em “êxtase” com o sucesso, foi de que atingiram o objetivo: realizaram um verdadeiro encontro entre músicos, alunos, professores e público em torno do choro. Em 2016, prometem novidades. “Tivemos um almoço de confraternização onde a equipe estava em êxtase, porque estes encontros trazem vida e perspectiva para as pessoas. Nós acreditamos na Cultura e na Arte como continuidade, como processo, e não como produto. A Cultura que cria o sentimento de pertencimento, de uma maneira que se contrapõe ao que existe de dominante hoje”, define Franco Galvão, um dos organizadores e idealizadores do evento que deriva do Encontro de Choro da Unicamp, criado em 2004 no Instituto de Artes.</p>
<p>Com a ideia de expandir e levar o choro à população fora da universidade, um grupo de três pessoas, que ganhou mais dois integrantes em 2014 e hoje é composto por cinco, resolveu empreender na produção cultural. “Nós somos de uma escola crítica de produção cultural. Não somos produtores padrão de entretenimento”, diz Franco, que é mestre em Economia e profissional e aluno de música. O grupo de organizadores é formado por alunos e ex-alunos de música, dança e artes cênicas da Unicamp, entre eles a atriz e produtora Cassiane Tomilhero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3208" style="width: 767px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/conchaacusticapublico.jpg"><img class="wp-image-3208 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/conchaacusticapublico.jpg" alt="Cerca de mil pessoas foram à Concha Acústica do Taquaral para ouvir choro tocado por professores da Escola Portátil do Rio de Janeiro e a cantora Mônica Salmaso" width="757" height="503" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de mil pessoas foram à Concha Acústica do Taquaral, debaixo de chuva, para ouvir o bom choro tocado por professores da Escola Portátil do Rio de Janeiro e interpretado pela cantora Mônica Salmaso</p></div>
<p><strong>Em primeiro lugar, um encontro</strong></p>
<p>“Nós evitamos chamar de festival porque queríamos dar esta ideia de encontro. A ordem das palavras hierarquiza o que aconteceu: Encontro de Choro de Campinas. Em primeiro lugar, um encontro, em torno do choro, e em Campinas”, explica Franco. Que em seguida discorre sobre a pergunta óbvia sobre o subtítulo ‘A mulher no choro’: Por que lembrar da mulher desta vez? Ou melhor, por que só agora?</p>
<p>A resposta não foi tão óbvia assim: “Foi uma avaliação geral de que nas rodas de música, samba e choro, a música brasileira é predominantemente masculina, apesar da contribuição e participação históricas das mulheres. Em 2014, no encontro da Unicamp, o público feminino foi muito baixo. Decidimos incentivar a presença da mulher, trazer o público feminino, mas sem a pretensão de processar o que é o feminino. Isso está além de nosso controle. Não queremos cair no debate raso de tratar como igual, porque tem de ser igual respeitando as diferenças.”</p>
<div id="attachment_3231" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/150421_028_1800.jpg"><img class="wp-image-3231 size-large" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/150421_028_1800-1024x680.jpg" alt="150421_028_1800" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Martinho Caires</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Atrações gratuitas</strong></p>
<p>Todos os nove shows e as oito rodas de choro foram gratuitos para o público e aconteceram em espaços diversos como o Boteco da Estação Cultura de Campinas, a Concha Acústica do Taquaral e o Coreto da Praça Carlos Gomes, além dos espaços do Instituto de Artes da Unicamp. As atividades normativas, que tiveram 95 alunos em grupos de no máximo 15, aconteceram na Unicamp. Para as aulas eram cobradas uma taxa de R$ 40,00, que dava direito ao aluno a uma camiseta e uma apostila. “O valor era para garantir a presença e evitar que alguém fizesse a inscrição e não comparecesse, tirando a oportunidade de outra pessoa”, diz Franco.</p>
<p>A programação também abriu espaço para grupos já formados, que puderam se apresentar aos professores, sempre no período da manhã. Ao final, os cinco grupos fizeram uma apresentação aberta. No período da tarde, aconteciam as aulas conceituais sobre o universo do choro.</p>
<div id="attachment_3214" style="width: 681px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Cassiane-com-rodo-concha-acustica.jpg"><img class="size-full wp-image-3214" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Cassiane-com-rodo-concha-acustica.jpg" alt="A produtora Cassiane Tomilhero utilizou rodo para diminuir a água da chuva que acumulou na Concha Acústica, mas não impediu a realização do show na última terça-feira (Foto de Danilo Fernandes) " width="671" height="503" /></a><p class="wp-caption-text">A produtora Cassiane Tomilhero utilizou rodo para diminuir a água da chuva que acumulou na Concha Acústica, mas não impediu a realização do show na última terça-feira (Foto de Danilo Fernandes)</p></div>
<p>Segundo Franco, o envolvimento da equipe, que há mais de dez meses trabalha na organização do encontro, foi fundamental para o sucesso da programação. A apresentação de Mônica Salmaso, na Concha Acústica do Taquaral, no dia 21/04, estava prestes a ser cancelada por causa da forte chuva que durou cerca de uma hora minutos antes do horário marcado, mas a mobilização da equipe garantiu que o show fosse realizado. “Nosso núcleo é de cinco pessoas, mas convocamos um pessoal muito bom, de coração inclusive, para nos ajudar. Na terça, queríamos muito que o show acontecesse, daí caiu muita água. Ficamos impressionados de ver que o pessoal continuava lá. Então nos mobilizamos. Surgiram rodos nem sei de onde, foi uma coisa muito espontânea”, conta o organizador.</p>
<div id="attachment_3209" style="width: 767px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/conchaacustica.jpg"><img class="size-full wp-image-3209" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/conchaacustica.jpg" alt="Os organizadores do 1o Encontro de Choro de Campinas estimam que cerca de 2 mil pessoas assistiram aos nove shows da programação em diferentes espaços da cidade" width="757" height="503" /></a><p class="wp-caption-text">Os organizadores do 1o Encontro de Choro de Campinas estimam que cerca de 2 mil pessoas assistiram aos nove shows da programação em diferentes espaços da cidade (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><b>Novas ideias</b></p>
<p>O 1º Encontro de Choro de Campinas é um projeto contemplado pelo edital “Festivais de Artes” do Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (PROAC) e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, Pró Reitoria de Extensão da Unicamp, Instituto de Artes da Unicamp, Empório do Nono e Almanaque Café, além de diversos apoiadores que tornaram possível o evento. “Já tivemos muitas ideias para 2016. “O choro, para muitos, é uma coisa de velho. Então pensamos em levar às escolas”, sinaliza Franco.</p>
<p>A programação incluiu apresentações de Mônica Salmaso, dos professores da Escola Portátil do Rio de Janeiro, dos grupos Choro das 3, Duo Sheila Zagury e Dani Spielmann, Corta Jaca, Praça Onze (composto exclusivamente por mulheres), Subindo a ladeira, Grupo de Choro da UFMT e Orquestra de Choro Campineira. As aulas foram ministradas por professores e pelas artistas Monica Salmaso e Sheila Zagury No repertório, um leque enorme de compositores brasileiros, entre eles Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, K-Ximbinho, Abel Ferreira sem deixar de visitar novos compositores como Maurício Carrilho, Proveta, Pedro Amorim, Paulinho da Viola, Leroy Amêndoa e muitos outros.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/150421_022_1800.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-3232" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/04/150421_022_1800-1024x680.jpg" alt="150421_022_1800" width="618" height="410" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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