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	<title>Agência Social de Notícias &#187; 13ª Bienal Naïfis do Brasil</title>
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		<title>Começa amanhã a Bienal Naïfs: Piracicaba atenta à cultura popular</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2016 12:45:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[13ª Bienal Naïfis do Brasil]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Começa nesta sexta-feira, dia 19 de agosto, a 13ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no SESC-Piracicaba, com 185 obras de 111 artistas de todo país. É mais uma comprovação de como Piracicaba tem estado atenta à valorização da cultura popular, no contexto de alta tecnologia da sociedade contemporânea. São vários motivos para não perder a Bienal, que fica até o dia 27 de novembro no SESC-Piracicaba (rua Ipiranga, 155).</p>
<p>Um motivo é que a arte naïf, ou naive, é aquela de matriz na cultura popular, e que representa a expressão espontânea, ingênua, instintiva, de artistas geralmente autodidatas, sobre vários aspectos da vida. Entre 1986 e 1991 o SESC-Piracicaba realizou mostras anuais, que representaram o fortalecimento do olhar mais atento para esse importante recorte da cultura brasileira. As bienais deram um passo à frente, representam um salto de qualidade na valorização e visibilidade dessa vertente artística e filosófica.</p>
<p>Outra razão para não perder é que a 13ª edição da Bienal Naïfs do Brasil mais uma vez não se limitará à pintura. São vários suportes para a expressão dos artistas, como com técnica mista.</p>
<p>Neste ano, a Bienal Naïfis do Brasil não se limitará à mostra. Haverá várias atividades formativas e complementares, relacionadas abaixo.</p>
<p><strong>Programação complementar | Bienal Naïfs do Brasil</strong></p>
<p><em>Bate-papo &#8211; </em><strong>Curadoria &#8211; </strong>Nesta atividade <em>Clarissa Diniz, Claudinei Roberto da Silva</em> e <em>Sandra Leibovici</em> falam sobre o processo de curadoria da Bienal Naïfs do Brasil, desde a escolha das obras inscritas até a definição do conceito curatorial desta edição, passando pelas motivações que os levaram a convidar outros artistas. Os curadores falam também sobre o status atual da produção naïf/popular e respondem perguntas do público. <strong>Dia 20, sábado, 11h. </strong><em>Teatro. Grátis. Não recomendado para menores de 14 anos. </em><em>Retirada de ingressos com 1h de antecedência.</em></p>
<p><strong>Encontro de Formação &#8211; </strong><em>Claudinei Roberto</em>, integrante da comissão de curadoria da Bienal Naïfs e responsável pelo projeto educativo da exposição, compartilha reflexões teóricas sobre a arte popular brasileira e desenvolve atividades práticas, de fácil aplicação em diferentes contextos escolares. <strong>Dia 30, terça, 13h. </strong><em>Teatro. Grátis. Não recomendado para menores de 18 anos. </em><em>Inscrições: sescsp.org.br/piracicaba</em></p>
<p><strong>Ateliê Aberto e Oficina Intergeracional &#8211; </strong>Entalhe em madeira é o trabalho artesanal com o propósito de dar vida a um determinado desenho transformando-o em alto relevo. As mais usadas são as madeiras moles, isto é de mais fácil manuseio com ferramentas encontradas no mercado, como goivas, formões, ferra canto e outras peças que o artesão fabrica conforme sua necessidade. Com <em>Aldo Pernambuco</em>, artesão piracicabano selecionado nesta edição da Bienal Naïfs. <strong>Dia 28, domingo, 13h. </strong><em>Varanda. Grátis. Livre para todos os públicos.</em></p>
<p><strong>Vivência de Musicalização &#8211; </strong><em>Com Grupo Batucaia. </em>Atividade que promove a expansão dos conhecimentos em relação à música com o intuito de valorizar e preservar a cultura regional. O grupo compartilha seus conhecimentos de ritmos tradicionais da nossa cultura e também o estudo da percussão contemporânea como forma de liberdade da composição e intelecto musical. <strong>Dia 20, sábado, 11h. </strong><em>Praça. Grátis. Não recomendado para menores de 14 anos.</em></p>
<p><strong>2º Encontro de Maracatu de Baque Virado &#8211; </strong>Reunião para fortalecer e divulgar o ritmo e suas raízes africanas em Piracicaba e região, além de promover o intercâmbio e troca de experiência entre os grupos locais e de outros estados. <em>Roda de conversa </em><strong>Fortalecendo as raízes afro-brasileiras em Piracicaba. </strong>Com as participações de <em>Tony Azevedo</em>, do Porto Maracatu, <em>Mestre Marquinho</em> e <em>Elaine Teotônio,</em> do Afropira e representantes dos grupos participantes. <strong>Dia 27, sábado, 9h30-  </strong><em>Comedoria. Grátis. Livre para todos os públicos.</em></p>
<p><strong>Maracatu de Baque Virado &#8211; </strong>Em comemoração aos 10 anos do grupo Porto Maracatu de Piracicaba, cortejo com todos os grupos participantes até o Casarão do Turismo. <strong>Dia 28, domingo, 10h.  </strong><em>Ginásio. Grátis. Livre para todos os públicos.</em></p>
<p><strong> </strong><strong>CINECLUBE &#8211; </strong><strong>Ciclo Naïf &#8211; </strong>Filmes que abordam o universo naïf e a cultura popular brasileira. <strong>  </strong></p>
<p><strong>O Fim e o Princípio &#8211; </strong><em>BRA, 2005, 110’ &#8211; </em><em>Dir: Eduardo Coutinho &#8211; </em>Sem pesquisa prévia, sem personagens, locações nem temas definidos, uma equipe de cinema chega ao sertão da Paraíba em busca de pessoas que tenham histórias para contar. No município de São João do Rio do Peixe a equipe descobre o Sítio Araçás, uma comunidade rural onde vivem 86 famílias, a maioria ligada por laços de parentesco. <strong>Dia 16, terça, 20h. </strong><em>Teatro. Grátis. Livre para todos os públicos. </em><em>Retirada de ingressos com 1h de antecedência.</em></p>
<p><strong>Girimunho &#8211; </strong><em>BRA/ESP/DEU, 2011, 90’ &#8211; </em><em>Dir: Clarissa Campolina, Helvécio Marins Jr. </em><em>Elenco: Maria Sebastiana, Luciane Soares e Wanderson Soares. </em>No sertão mineiro, onde o tempo parece andar ao ritmo do rio, duas senhoras acompanham o girar do redemoinho. Bastú acaba de perder o marido Feliciano. Maria carrega em seu tambor a alegria e força de seu povo. Neste universo onde a tradição é surpreendida pela novidade e a realidade pela invenção, pequenos movimentos podem fantasiar o correr da vida. <strong>Dia 23, terça, 20h. </strong><em>Teatro. Grátis. Não recomendado para menores de 10 anos. </em><em>Retirada de ingressos com 1h de antecedência.</em></p>
<p><strong>A pessoa é para o que nasce &#8211; </strong><em>BRA, 2005, 85’ &#8211; </em><em>Dir: Roberto Berliner &#8211; </em><em>Elenco: Gilberto Gil, Fafá de Belém e Naná Vasconcelos. </em>Três irmãs cegas. Unidas por esta incomum peripécia do destino, Regina, Maria e Conceição viveram toda sua vida cantando e tocando ganzá em troca de esmolas nas cidades e feiras do Nordeste do Brasil. O filme acompanha os afazeres cotidianos destas mulheres e revela suas curiosas estratégias de sobrevivência, das quais participam parentes e vizinhos. <strong>Dia 30, terça, 20h.  </strong><em>Teatro. Grátis. Livre para todos os públicos. </em><em>Retirada de ingressos com 1h de antecedência.</em></p>
<p><strong>8º. Fórum das Tradições Populares &#8211; </strong>Fazedores e produtores de cultura se reúnem para um balanço sobre as perspectivas da área rumo aos 250 anos de Piracicaba, comemorados ano que vem. No centro do debate, as tradições populares. <strong>Dia 20, sábado, 14h30. </strong><em>Comedoria. Grátis. Livre para todos os públicos. </em></p>
<p><strong>Encontro de Mestres dos Saberes &#8211; </strong>Uma conversa sobre as pontes possíveis e existentes entre a sabedoria popular e a ciência acadêmica. Com <em>Pedro Soledade</em>, mestre de batuque de umbigada, realizador da tradicional Festa de São João, que reúne batuqueiros de umbigada de Tietê e Capivari e pratica a agricultura familiar e <em>José Jorge de Carvalho</em>, Ph.D em Antropologia Social pela The Queen&#8217;s University Of Belfast, pós-doutorado pela Rice University e pela University of Florida, professor da UnB, pesquisador e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia e Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa, do MCT/CNPq. Em parceria com a <em>UNIMEP</em> e <em>Centro Cultural Martha Watts</em>. <strong>Dia 30, terça, 19h20. </strong><em>Campus Taquaral &#8211; Km 156 da Rodovia do Açúcar. Grátis. Não recomendado para menores de 14 anos. </em><em>Inscrições: sescsp.org.br/piracicaba</em><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></strong></p>
<p><strong>Bienal Naïfs do Brasil</strong> <strong>Abertura: </strong>19/8, sexta, às 20h.</p>
<p><strong>Visitação: </strong>até 27/11.</p>
<p>De terça a sexta, 13h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, 9h30 às 18h.</p>
<p><em>Agendamento de grupos pelo e-mail </em><a href="http://mail.uol.com.br/compose?to=agendamento@piracicaba.sescsp.org.br"><em>agendamento@piracicaba.sescsp.org.br</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>13ª Bienal Naïfs do Brasil começa dia 19 de agosto em Piracicaba</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 19:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema &#8220;Todo mundo é, exceto quem não é&#8221;, começa no dia 19 de agosto a 13ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no SESC-Piracicaba. A mostra trará 126 obras de 86 artistas de todas as regiões do país, retratando cenas da vida cotidiana com sofisticada simplicidade. A comissão de curadoria composta por Clarissa Diniz, Claudinei da Silva e Sandra Leibovici analisou 948 trabalhos de 474 inscritos, originários de 25 estados brasileiros.</p>
<p>Um universo plástico muito especial no mundo da arte e com significativa importância simbólica e cultural mostra um Brasil múltiplo e diverso, representado com cenas rurais e urbanas e manifestações próprias de algumas regiões do país. Formas artísticas sem a rigidez e formatação de uma arte acadêmica foram retratadas em diferentes suportes como o uso de tela e tinta, metal, papelão, plástico, tecido e madeira na expressão da xilogravura e na escultura.</p>
<p>“Ao provocar que Todo mundo é, exceto quem não é, o projeto desta Bienal e mais especificamente a exposição, colocam ‘o Naïf’ como condição generalizada com a intenção de deixar de lado a ‘questão de ser ou não ser Naïf’, para constituir tramas de relações entre artistas diversos. Essa convivência permite experiências poéticas, estéticas e políticas que se misturam e se diferenciam incessantemente”, define uma das curadoras da Bienal, Clarissa Diniz.</p>
<p>Por sua vez, o curador Claudinei da Silva assinala que “todo mundo é, exceto quem não é, título proposto pela curadora Clarissa Diniz, tem múltiplos sentidos e leituras. Ele é irônico, provocativo e até perturbador como, aliás, são também muitas das obras de artistas participantes dessa mostra. No entanto, o título contém um desafiador convite à inclusão e à aceitação mais radical desse outro que nos é apresentado a partir dessas manifestações de caráter artístico”.</p>
<p>A 13ª edição da Bienal Naïfs do Brasil do Sesc Piracicaba dá sequência ao conjunto de mostras tradicionalmente realizadas na cidade do interior de São Paulo. Mais uma vez a Bienal apresenta ao público questões que ao longo dos 30 anos da existência do evento têm inquietado críticos, historiadores, educadores, curadores e todos que, por um motivo ou outro, tenham tomado contato com essas exposições.</p>
<div id="attachment_681" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040.jpg"><img class="size-large wp-image-681" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040-1024x768.jpg" alt="A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG), em 2014 (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG), em 2014 (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Em 2016, o Sesc Piracicaba teve um acréscimo de 30% de inscrições em relação a 2014. Das obras inscritas, <strong>28 são da região Norte, 74 do Sul, 92 do Centro-Oeste, 154 do Nordeste e 600 do Sudeste do País</strong>; das selecionadas de 22 estados brasileiros &#8211; Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe &#8211; foram premiadas: quatro de Destaque Aquisição, cinco de Incentivo e 12 receberam Menções Honrosas do júri de premiação formado por Fabrício Lopes, Julieta Machado e Valéria Laena.</p>
<p>Além das obras selecionadas, a exposição conta também com 59 trabalhos de 25 artistas contemporâneos convidados pela curadoria, e ainda prevê a realização de programa de ações educativas, uma biblioteca, oficinas, residência artística e a elaboração de uma série de documentários, sob a curadoria de Clarissa Diniz e Claudinei Roberto.</p>
<p>A Bienal Naïfs do Brasil começou com as exposições anuais realizadas pelo Sesc Piracicaba no período de 1986 a 1991, e tem como iniciativa valorizar e disseminar essa vertente artística fortemente relacionada aos elementos que caracterizam a cultura popular brasileira. Considerada um dos principais eventos do gênero artístico, a Bienal promove a integração entre artistas, pesquisadores, colecionadores e galeristas, além de educadores e estudantes, com o propósito de ampliar conhecimentos e garantir o debate acerca da produção visual no País. Ao longo de suas edições, buscou propagar a diversificação do que é conhecido como estética naïf tradicional, com seleção de obras que enfatizam a variedade da confecção popular, um realinhamento do propósito primitivo moderno que caracteriza a arte ingênua.</p>
<div id="attachment_679" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056.jpg"><img class="size-large wp-image-679" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056-1024x768.jpg" alt="O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP), na edição de 2014 (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP), na edição de 2014 (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p><strong>SERVIÇO</strong> &#8211; <strong>Bienal Naïfs do Brasil 2016</strong></p>
<p><strong>Realização: Sesc</strong></p>
<p><strong>Curadores: Clarissa Diniz, Claudinei da Silva e Sandra Leibovici</strong></p>
<p><strong>Abertura: 19 de agosto, sexta-feira, às 20h</strong></p>
<p>Período: 20 de agosto a 27 de novembro de 2016</p>
<p><strong>Local:</strong> <strong>Sesc Piracicaba</strong></p>
<p>Rua Ipiranga, 155 &#8211; Centro – Piracicaba/SP</p>
<p>Tel. (19) 3437-9292</p>
<p>Horários: Terça a sexta-feira, das 13h15 às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 18h</p>
<p>Número de obras: 185 entre selecionadas e artistas convidados</p>
<p>Técnicas: Acrílica e óleo sobre tela, xilogravura, escultura, bordado livre à mão, entalhe em madeira, mistas, aquarela, entre outras</p>
<p>Dimensões: Variadas</p>
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