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	<title>Agência Social de Notícias &#187; 31ª Bienal de Artes de São Paulo em Campinas</title>
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		<title>Obras da 31ª Bienal de Artes de São Paulo no SESC Campinas no dia 24</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2015 13:02:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um painel mundial sobre conflito, coletividade e transformação, sob a  perspectiva sempre instigante da imaginação. No próximo dia 24 de março, terça-feira, a partir das 20 horas, o galpão do SESC Campinas abre exposição com 30 das melhores obras da 31ª Bienal de Artes de São Paulo. Sob o título Como (&#8230;) coisas que não existem, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um painel mundial sobre conflito, coletividade e transformação, sob a  perspectiva sempre instigante da imaginação. No próximo dia 24 de março, terça-feira, a partir das 20 horas, o galpão do SESC Campinas abre exposição com 30 das melhores obras da 31ª Bienal de Artes de São Paulo. Sob o título <strong>Como (&#8230;) coisas que não existem</strong>, a exposição é gratuita e acontece até 07 de junho, de terça a domingo.</p>
<p>A interatividade do público com as obras será potencializada por um conjunto de ações educativas e debates relacionados aos temas da proposta curatorial da exposição. Um grupo de 18 profissionais, entre artistas, ativistas e pesquisadores, irá recepcionar os grupos previamente agendados ou formados no momento do percurso. O agendamento de visitas em grupos, a partir de 11 anos e no máximo de 40 pessoas, com mediação dos educadores da Bienal, pode ser feito pelo e-mail <a href="http://mail.uol.com.br/compose?to=agendamento@campinas.sescsp.org.br">agendamento@campinas.sescsp.org.br</a>, durante todo o período da exposição.</p>
<p>As obras selecionadas para a itinerância em Campinas permitem um olhar crítico sobre o panorama da arte contemporânea em âmbito global. Entre elas, destacam-se duas com referências diretas à ditadura militar no Brasil: o vídeo <strong>Apelo</strong>, filmado por Clara Ianni e Débora Maria da Silva no cemitério Dom Bosco, em São Paulo (construído para receber os cadáveres das vítimas da repressão), e <strong>A Última Aventura</strong>, pesquisa de fotografia documental em que a artista gaúcha Romy Pocztaruk registra os resquícios do projeto da Rodovia Transamazônica, projeto faraônico arquitetado durante a ditadura, no governo Médici. Ainda no campo político brasileiro, destaque para <strong>Não é sobre sapatos, </strong>série de imagens registradas por Gabriel Mascaro durante as manifestações de 2013, mas sob a ótica da polícia.</p>
<p>Entre as atrações internacionais, a colagem <strong>It’s Just the Spin of Inner Life, </strong>da polonesa Agnieszka Piksa, e <strong>Open Phone Booth/ Black Series, </strong>da curda Nilbar Güreş, que registra, por meio de fotos e vídeos, as soluções criativas encontradas pelos moradores de Bingöl, no Curdistão turco, para as discriminações sociais geradas pelo governo central.</p>
<p>Em sua obra, Agnieszka Piksa tece uma rede de imagens sobre a relação do ser humano com o desconhecido. Com esta ótica, utiliza referências à prática do animismo ou aos mais modernos instrumentais da exploração do espaço. Um mergulho na alma e na condição humana, a partir de seu contato com o que não conhece e, eventualmente, teme e/ou respeita.</p>
<p>Por sua vez, a curda  Nilbar Güreş faz uma incursão pela memória, para fotografar a permanência de aparatos e valores repressivos no cotidiano de seu povo. Através de suas lentes, ela procura desvendar o que está escondido pelas aparências e que continua provocando medo e dor. Ao mesmo tempo, apresenta as estratégias que essa população, e particularmente as mulheres, utilizam para reverenciar e praticar o maior bem, a liberdade. A seleção de obras no galpão do SESC Campinas é uma síntese perturbadora do complexo século 21.</p>
<div id="attachment_2876" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Bienal2.jpg"><img class="size-large wp-image-2876" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Bienal2-751x1024.jpg" alt="Agnieszka Piksa compara os códigos de acesso ao desconhecido (Foto Divulgação)" width="618" height="843" /></a><p class="wp-caption-text">Agnieszka Piksa compara os códigos de acesso ao desconhecido (Foto Divulgação)</p></div>
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