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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Adaptação a mudanças climáticas</title>
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		<title>Segurança hídrica é principal preocupação dos países em relação a mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2015 16:58:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise hídrica não representa uma preocupação apenas para os moradores do Nordeste brasileiro, que passa por uma das mais severas secas da história, ou para os habitantes das regiões de São Paulo ou Campinas. A  segurança hídrica é a principal preocupação do conjunto de países em termos de suas ações de adaptação às mudanças climáticas. Esta é uma das conclusões do relatório divulgado na sexta-feira, 30 de outubro, pelo Secretaria da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O documento inquietante indica – ou admite – que as metas e ações apontadas pelos países que participarão da Conferência do Clima (COP-21) em Paris no final do ano não serão suficientes para evitar que a temperatura média global atinja no máximo 2 graus centígrados até 2100.</p>
<p>O relatório fez uma síntese dos documentos referentes às chamadas Contribuições Pretendida Nacionalmente Determinadas (INDCs), na prática o que 147 países pretendem fazer para a redução de suas emissões atmosféricas nas próximas décadas. Esses 147 países representam 75% dos países que aderiram à Convenção das Mudanças Climáticas e a 86% das emissões globais de gases-estufa em 2010. Portanto, trata-se de um universo mais do que representativo do que o conjunto da comunidade internacional pretende fazer para cortar as suas emissões.</p>
<p>Entre esse conjunto de países, 89 apontaram a segurança hídrica como área prioritária em suas ações de adaptação às mudanças climáticas. Em segundo lugar no ranking ficou a agricultura, citada por 82 países como área prioritária. Em terceiro, a área da saúde, apontada por 67 países. E em quarto, a proteção dos ecossistemas, indicada por 64 países.</p>
<p>O documento assinala que, entre as medidas de adaptação às mudanças climáticas apontadas pelos países, relacionadas à garantia do abastecimento de água, estão a dessalinização da água do mar, a construção de barragens para armazenamento de água e lagos artificiais, edificação de reservatório para a água derivada do derretimento de geleiras e, de forma mais ampla, a estruturação de uma sociedade baseada na economia da água.</p>
<p>Outros países citaram ações como perfuração de poços para obtenção de água subterrânea, instalações para coleta de água da chuva ou a substituição de retirada de água de aquíferos pela captação em fontes superficiais. Cada país, naturalmente, indicou ações conforme a sua realidade geográfica, de solos, de disponibilidade hídrica e provável impacto das mudanças climáticas.</p>
<p>Em resumo, as projeções a partir do que os governos sinalizaram indicam que a temperatura média global pode subir até 2,7 graus centígrados até o final do século 21. O Secretariado afirma que se trata de uma média muito melhor do que os 4 ou 5 graus de aumento de temperatura que eram projetados antes da adoção do sistema das INDCs. O relatório das Nações Unidas é divulgado cerca de um mês antes do início da Conferências das Partes (COP-21) da Convenção das Mudanças Climáticas, que será realizada em Paris. <strong>(Por José Pedro Martins) </strong></p>
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		<title>Região de Campinas coloca Brasil na liderança de campanha da ONU por redução de riscos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 19:41:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil finalizou 2014 na liderança de municípios que aderiram à Campanha Mundial para Redução de Desastres &#8220;Construindo Cidades mais Resilientes&#8221; e o impulso fundamental para  este feito foi dado pela Região Metropolitana de Campinas (RMC) e, em escala mais ampla, pela Região Administrativa de Campinas. A Campanha é uma iniciativa da Agência das Nações Unidas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil finalizou 2014 na liderança de municípios que aderiram à Campanha Mundial para Redução de Desastres &#8220;Construindo Cidades mais Resilientes&#8221; e o impulso fundamental para  este feito foi dado pela Região Metropolitana de Campinas (RMC) e, em escala mais ampla, pela Região Administrativa de Campinas. A Campanha é uma iniciativa da Agência das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres (UNISDR).</p>
<p>De acordo com o relatório anual da UNISDR, o Brasil terminou 2014 com 323 municípios aderindo à Campanha Mundial, seguido da Áustria (280), Líbano (256), Índia (133), Itália (130), Filipinas (115) e República da Coreia (110). Houve uma grande evolução nos últimos anos de municípios brasileiros aderindo à Campanha. Eram somente 6 em 2011, 17 em 2012, 140 em 2013 e 323 em 2014.</p>
<p>&#8220;Está havendo uma consciência cada vez maior por parte dos municípios de que eles precisam se preparar efetivamente para dar respostas imediatas e eficazes a questões como os impactos das mudanças climáticas&#8221;, afirma Sidnei Furtado Fernandes, o promotor da Campanha da UNISDR no Brasil. Fernandes é diretor da Defesa Civil de Campinas e também diretor regional.</p>
<div id="attachment_1971" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084.jpg"><img class="size-large wp-image-1971" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084-1024x682.jpg" alt="Sidnei Fernandes, promotor da Campanha no Brasil: cidades resilientes para reduzir riscos e enfrentar mudanças climáticas " width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Sidnei Fernandes, promotor da Campanha no Brasil: cidades resilientes para reduzir riscos e enfrentar mudanças climáticas</p></div>
<p><strong>O papel da RMC</strong> &#8211; A RMC foi a primeira região metropolitana do Brasil a ter todos os seus integrantes aderindo à Campanha Mundial. Em escala ampliada, 64 dos 90 municípios da Região Administrativa de Campinas também já aderiram, o que foi determinante para o avanço do Brasil, até a sua liderança no ranking global.</p>
<p>A diretora executiva da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp), Ester Viana, nota que a atuação da Câmara Temática de Defesa Civil da RMC tem sido fundamental para a integração de ações e, neste sentido, foi decisiva para que todos os municípios aderissem à Campanha Mundial para Redução de Desastres. &#8220;A Câmara tem esse papel, de integração&#8221;, diz Ester. A própria Agemcamp  contribuiu com a estruturação dos órgãos locais de Defesa Civil da RMC, com o apoio financeiro a projetos encaminhados pelos municípios.</p>
<p>Uma das medidas tomadas na Região Metropolitana de Campinas, decorrente da integração proporcionada pela Câmara Temática, foi a instalação de uma rede de estações meteorológicas em todos os 20 municípios, em parceria com o Instituto Agronômico (IAC).</p>
<p>O diretor Sidnei Fernandes nota que outras regiões do estado de São Paulo depois aderiram em massa, como a Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Região Metropolitana da Baixada Santista e Aglomerados Urbanos de Jundiaí e Bragança Paulista. O estado de São Paulo, inclusive, encerrou 2014 como estado modelo pela UNISDR.</p>
<p>Da mesma forma, Campinas é município modelo no Brasil, ao lado de Belo Horizonte. &#8220;Isto porque esses municípios já atenderam a todos os indicadores estabelecidos pelas Nações Unidas&#8221;, nota Fernandes. Uma ação de destaque de Campinas, entre outras tomadas, assinala Sidnei, foi a remoção de milhares de moradores de áreas de risco, como os da rua Moscou, localizada no Parque São Quirino, ao lado do ribeirão Anhumas e que todo ano sofria com as enchentes nos períodos chuvosos.</p>
<p>Em 2005 foi estabelecido o Marco de Ação de Hyogo (Japão), pelo qual 168 países se comprometeram a adotar medidas para reduzir o risco de desastres até 2015. Neste ano será então realizada a Conferência Mundial de Redução de Desastres, entre 14 e 18 de março, em Sendai, no Japão. Será o momento de balanço do que já foi alcançado e de definição de novas medidas para avançar na redução de riscos de desastres em escala mundial, sob a bandeira do Desenvolvimento Sustentável, combate às Mudanças Climáticas e Resiliência. Sendai foi escolhida porque é uma das cidades japonesas mais atingidas pelo tsunami de março de 2011 e que já está praticamente reconstruída.</p>
<p>A construção de Cidades Resilientes envolve 10 providências obrigatórias e cinco delas estão relacionadas a pontos do Marco de Ação de Hyogo: Garantir que a redução do risco de desastres seja uma prioridade; Alerta precoce aos eventos extremos; Desenvolver a compreensão e conscientização; Compreender e reduzir os fatores de risco; e Fortalecer a efetividade da resposta.</p>
<div id="attachment_1972" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/141210_062s1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1972" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/141210_062s1800-1024x680.jpg" alt="Ester Viana: Câmara Temática de Defesa Civil da RMC integra as ações regionais (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ester Viana: Câmara Temática de Defesa Civil da RMC integra as ações regionais (Foto Martinho Caires)</p></div>
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