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	<title>Agência Social de Notícias &#187; AEESSP</title>
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		<title>A atuação das educadoras e dos educadores comunitários em uma &#8220;sociedade hostil&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2015 14:22:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[I Encontro Latino Americano de Educadoras e Educadores Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Elas e eles atuam na promoção dos direitos dos moradores de rua, idosos, portadores de deficiência, mulheres, crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade. São as educadoras e educadores sociais, ou comunitários, que enfrentam às vezes condições inadequadas de trabalho, e até o não reconhecimento da profissão, mas que persistem na busca de uma sociedade justa ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Elas e eles atuam na promoção dos direitos dos moradores de rua, idosos, portadores de deficiência, mulheres, crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade. São as educadoras e educadores sociais, ou comunitários, que enfrentam às vezes condições inadequadas de trabalho, e até o não reconhecimento da profissão, mas que persistem na busca de uma sociedade justa e fraterna. Representantes dessa rede de profissionais, de oito países, estiveram reunidos em Campinas nos últimos três dias, no I Encontro Latino Americano de Educadoras e Educadores Sociais. A crônica do compromisso ético com os setores mais vulneráveis da população.</p>
<p>A educação social está em construção e busca o reconhecimento na América Latina. Este foi o panorama geral entre os participantes do Encontro, realizado no Centro de Convenções da Unicamp e que termina neste sábado, com visita a espaços e organizações de atuação de educadores sociais em Campinas.</p>
<div id="attachment_3804" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-022.jpg"><img class="size-large wp-image-3804" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-022-1024x768.jpg" alt="Estefânia Crespo: o valor do trabalho da educação social frente &quot;a uma sociedade hostil&quot;" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Estefânia Crespo: o valor do trabalho da educação social frente &#8220;a uma sociedade hostil&#8221;</p></div>
<p>Uma das participantes foi Estefânia Crespo. Ela é espanhola, mas vive e trabalha em Cusco, no Peru. A trajetória de Estefânia é uma síntese das potencialidades e desafios da educação social.</p>
<p>Ela se formou em educação social pela Universidade de Barcelona, o que já indica o estágio mais consolidado da profissão em alguns &#8211; não todos &#8211; países europeus. Em função de sua vida acadêmica, teve então oportunidade de ir trabalhar no Peru, junto a comunidades vulneráveis.</p>
<p>Estefânia atua especificamente na capacitação de educadores, em cursos de &#8220;desenvolvimento de habilidades e formação para incidência social e política&#8221;.  Para a espanhola, as educadoras e os educadores sociais latino-americanos lutam por &#8220;maior visibilidade e reconhecimento de seu trabalho, fundamental na promoção de direitos em uma sociedade hostil e muito complexa&#8221;.</p>
<p>Em Campinas, Estefânia esteve acompanhada de Juvenal Zamalloa, da Associação Civil &#8220;Pasa la Voz&#8221;. É uma organização constituída em 2005 e criada com o propósito de promover os direitos de &#8220;um grupo invisível e esquecido, o da infância e adolescência em situação de risco social&#8221;.</p>
<p>Estefânia e Juvenal participaram da organização do I Encontro de Educação Comunitária no Âmbito da Infância, da Adolescência e da Juventude, realizado em Cusco, dias 1 e 2 de outubro de 2014, com a participação de 200 pessoas, representando a educação social praticada no Peru.</p>
<div id="attachment_3805" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-017.jpg"><img class="size-large wp-image-3805" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-017-1024x768.jpg" alt="Encontro em Campinas teve representantes de oito países" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro em Campinas teve representantes de oito países</p></div>
<p>O Encontro em Cusco resultou em oito propostas, que resumem um pouco os desafios para as educadores e os educadores sociais no continente, como foi reafirmado no Encontro Latino Americano em Campinas: Criar um coletivo de educadores comunitários; Atualizar a legislação vigente em matéria de Educação Comunitária; Gerar uma oferta formativa especializada para educadores comunitários. Promover o desenvolvimento de condições de trabalho dignas; Realizar atividades para difundir o trabalho dos educadores comunitários; Fortalecer os mecanismos e habilidades para o trabalho em equipe; Gerar e buscar mais recursos humanos e econômicos; e Melhorar o trabalho intersetorial no que se refere à atenção às crianças, aos adolescentes e jovens.</p>
<p>&#8220;Os educadores e as educadoras sociais exercem um trabalho de muito valor, e devem ser reconhecidos pela sociedade e o Estado. Este é um desafio&#8221;, sintetiza Estefânia Crespo.</p>
<div id="attachment_3806" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-026.jpg"><img class="size-large wp-image-3806" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-026-1024x768.jpg" alt="Os uruguaios Claudio De Santi e Federico Garrido: educação social como luta política e coletiva" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Os uruguaios Claudio De Santi e Federico Garrido: educação social como luta política e coletiva</p></div>
<p><strong>Luta política</strong> &#8211; A educação social como luta política é ressaltada por Claudio De Santi, do Uruguai. Ele trabalha no Instituto das Crianças e Adolescentes, em Montevidéu, e observa que a educação &#8220;é um exercício político por excelência, pois trata da construção da consciência cidadã&#8221;. Na América Latina, os educadores sociais atuam em um contexto instável e de muitos desafios, nota o uruguaio.</p>
<p>Outro uruguaio participante do Encontro em Campinas foi Federico Garrido. Ele trabalha junto a moradores de rua em Montevidéu. Federico diz que as estimativas sobre a população de rua na capital uruguaia são subvalorizadas. Mas um indicador da gravidade da situação é o fato de que os abrigos já estavam lotados em pleno verão, quando o fato ocorre geralmente no inverno. &#8220;A educação apenas tem sentido de for coletiva, e a educação social é basicamente comunitária, é voltada para o fortalecimento da comunidade&#8221;, diz Federico.</p>
<p><strong>Globalização</strong> &#8211; Os desafios comuns para os educadores e educadoras sociais, com as diferenças características de cada realidade, foram destacados pelo dinamarquês Benny Anderson, presidente da Associação Internacional de Educadores Sociais (AIEJI). É uma  organização nascida na Alemanha, em 1951, do trabalho socioeducativo junto a jovens e crianças em situação de risco social.</p>
<p>Para a AIEJI, os educadores sociais são profissionais que trabalham com crianças, adolescentes e adultos, pessoal ou coletivamente, e que demandam ações socioeducativas. Estes educadores atuam em diferentes contextos através de ações individuais, comunitárias ou em instituições residenciais, respeitando a ética profissional. Exercem diferentes funções na prática educativa, na direção de programas, na formação, na pesquisa e na realização de ações como especialistas, no âmbito socioeducativo.</p>
<p>Benny Anderson reiterou que o reconhecimento do trabalho do educador social é um dos grandes desafios. &#8220;O trabalho às vezes é invisível para o público, mas tem grande impacto junto aos mais vulneráveis&#8221;, lembra o presidente da AIEJI. A organização se dedica agora à preparação do Décimo Novo Congresso Mundial dos Educadores Sociais, que acontecerá em 2017 no Brasil, na Região Metropolitana de Campinas (RMC) ou na Grande São Paulo.</p>
<p>O presidente da AIEJI nota que a globalização trouxe novos desafios para o trabalho dos educadores e educadoras sociais, na medida em que &#8220;colocou o mercado como prioridade e levou à privatização de muitos serviços, diminuindo o acesso dos setores mais vulneráveis a recursos que devem ser comunitários&#8221;.</p>
<div id="attachment_3807" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-035.jpg"><img class="size-large wp-image-3807" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-035-1024x768.jpg" alt="Benny Andersen: globalização gerou impactos para educação social" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Benny Andersen: globalização gerou impactos para educação social</p></div>
<p><strong>No Brasil</strong> &#8211;  Além dos aspectos derivados da globalização, os educadores e educadoras sociais têm um desafio enorme adicional no Brasil: a crise política em curso e um certo &#8220;esfriamento&#8221; dos movimentos sociais. A posição é de Ângela Maria Aparecida de Oliveira, educadora social em Campinas, atuando em serviço de média complexidade, voltado para atender vítimas de violação de direitos.</p>
<p>Pra ela, o Encontro em Campinas foi fundamental para o fortalecimento do trabalho dos educadores e educadoras sociais no continente. &#8220;A troca de experiências e informações é muito importante. Ela abre horizontes, e reafirma os nossos compromissos com os educandos e diante da sociedade civil&#8221;, assinala.</p>
<p>Coordenador geral do Encontro, Ney Moraes Filho, da AEESSP e AIEJI, diz que em Campinas, especificamente, existem muitos desafios para o trabalho do educador social. São desafios, resume, resultantes &#8220;da interpretação peculiar da legislação e de concepções de prática social tradicional&#8221;.</p>
<p>Um mosaico de opiniões, de visões e concepções. O I Encontro Latino Americano de Educadoras e Educadores Sociais, em Campinas, já é histórico. Um marco no fortalecimento da educação social no continente rico de dramas e potencialidades. <strong>(Por José Pedro Martins)   </strong></p>
<div id="attachment_3808" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-057.jpg"><img class="size-large wp-image-3808" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-057-1024x768.jpg" alt="Celebração da união e do trabalho pela sociedade mais justa" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Celebração da união e do trabalho pela sociedade mais justa</p></div>
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		<title>Encontro em Campinas fortalece educação social na América Latina</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2015 12:51:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma animada roda no jardim do Centro de Convenções da Unicamp, com canções da cultura popular de vários países do continente, marcou o encerramento na tarde desta sexta-feira, 26 de junho, do I Encontro Latino Americano de Educadoras e Educadores Sociais. Representantes de oito países, reunidos em Campinas, celebravam o fortalecimento da educação social, um campo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma animada roda no jardim do Centro de Convenções da Unicamp, com canções da cultura popular de vários países do continente, marcou o encerramento na tarde desta sexta-feira, 26 de junho, do I Encontro Latino Americano de Educadoras e Educadores Sociais. Representantes de oito países, reunidos em Campinas, celebravam o fortalecimento da educação social, um campo de ação voltado para a defesa de direitos e a busca de uma sociedade mais justa.</p>
<p>“Educação social no contexto latino-americano: perspectivas e desafios”. Este foi o tema geral do Encontro, promovido  Associação dos Educadores Sociais e Educadoras Sociais do Estado de São Paulo (AEESSP), em conjunto com o Escritório Latino Americano da International Association of Social Educators (AIEJI).</p>
<p>Após a abertura oficial na quinta-feira, com várias mesas, o evento prosseguiu hoje com rodas de conversa sobre os diferentes setores de atuação dos educadores e educadoras sociais: Comunidades tradicionais, Trabalhos manuais e artes plásticas, Tecnologias de Informação e comunicação, Práticas corporais, Movimentos Sociais, Ambiente, Estado e Políticas Públicas. Neste sábado acontecem as atividades práticas, com visitas a espaços e organizações de Campinas onde atuam educadores sociais.</p>
<div id="attachment_3798" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-031.jpg"><img class="size-large wp-image-3798" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-031-1024x768.jpg" alt="Ney Moraes Filho: educação social como busca da justiça e equidade" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Ney Moraes Filho: educação social como busca da justiça e equidade</p></div>
<p>O coordenador geral do I Encontro Latino-Americano de Educadoras e Educadores Sociais foi Ney Moraes Filho, da AEESSP e membro da direção internacional da AIEJI. Ney atua há vários anos como educador social em Campinas. Ele explica que a atuação direção da AIEJI tem a missão de preparar o próximo Encontro Mundial de Educadoras e Educadores Sociais, que será realizado no Brasil, em 2017, na Região Metropolitana de Campinas (RMC) ou Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).</p>
<p>O I Encontro Latino-Americano foi convocado, então, como uma preparação para o Encontro Mundial e, também, como momento de avanço para a organização e articulação da educação social no continente. &#8220;Este Encontro foi muito importante para o fortalecimento da identidade dos educadores e educadoras sociais e para a articulação em rede&#8221;, diz Ney.</p>
<div id="attachment_3799" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-012.jpg"><img class="size-large wp-image-3799" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-012-1024x768.jpg" alt="Relato de uma das rodas de conversa durante o Encontro" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Relato de uma das rodas de conversa durante o Encontro</p></div>
<p>O coordenador do Encontro em Campinas nota que na América Latina a educação social, ou comunitária, como mais conhecida em alguns países, é um processo em construção, ao contrário da Europa, onde existe um cenário mais consolidado, em função de fatores como a unificação do mercado de trabalho.  No Peru, por exemplo, o I Encontro de Educação Comunitária aconteceu nos dias 1 e 2 de outubro de 2014, em Cusco. Ney Moraes Filho foi um dos participantes, representando a direção da AIEJI.</p>
<p>No Brasil, a organização e articulação dos educadores e educadoras sociais é recente. Existem associações em cinco estados. A AEESSP é a segunda do país.</p>
<p>Participaram do Encontro em Campinas representantes de oito países: Brasil, Argentina, Colômbia, Bolívia, Peru, Chile, Uruguai e Dinamarca. O país nórdico foi representado pela presença de Benny Andersen, presidente mundial da AIEJI.</p>
<p>Ney Moraes Filho reconhece que existe &#8220;um campo de disputa&#8221; entre concepções distintas da educação social no plano internacional. De um lado, a visão do educador social como agente do Estado, que atua junto aos serviços oferecidos para a população mais vulnerável. Outro olhar, destaca Ney, é o do educador que &#8220;atua buscando relações sociais mais justas e igualitárias&#8221; e, portanto, tem uma postura mais crítica. &#8220;Aceitamos o desafio de realizar esse debate, no qual nós temos um lado&#8221;, observa.</p>
<p>O I Encontro Latino Americano de Educadoras e Educadores Sociais representou, portanto, mais um passo, significativo, para a organização desses trabalhadores no continente. São os profissionais que, segundo Ney Moraes Filho, atuam no sentido de &#8220;buscar estratégias de sobrevivência junto aos setores mais vulneráveis, diante de uma sociedade hostil&#8221;. Os educadores e educadoras sociais, acrescenta, procuram articular redes visando construir &#8220;a justiça social e a equidade&#8221;. <strong>(Por José Pedro Martins)      </strong></p>
<div id="attachment_3800" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-058.jpg"><img class="size-large wp-image-3800" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Educasocial-058-1024x768.jpg" alt="A celebração do fortalecimento da rede de educadoras e educadores sociais no continente" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">A celebração do fortalecimento da rede de educadoras e educadores sociais no continente</p></div>
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