<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agência Social de Notícias &#187; Alberto Dines</title>
	<atom:link href="http://agenciasn.com.br/arquivos/tag/alberto-dines/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://agenciasn.com.br</link>
	<description>Notícias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 12:11:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>O terror como estratégia, segundo Alberto Dines</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/1931</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/1931#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 17:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Dines]]></category>
		<category><![CDATA[Atentado contra Charlie Hebdo]]></category>
		<category><![CDATA[Atentado na França]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Hebdo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=1931</guid>
		<description><![CDATA[Um dos mais consagrados e respeitados jornalistas brasileiros, Alberto Dines naturalmente ficou chocado com o atentado à revista &#8220;Charlie Hebdo&#8221; que matou 12 pessoas, inclusive quatro cartunistas, na quarta-feira, dia 7 de janeiro, em Paris. E Dines considera que o atentado não é fortuito e nem está vinculado somente ao contexto de recrudescimento da intolerância em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos mais consagrados e respeitados jornalistas brasileiros, Alberto Dines naturalmente ficou chocado com o atentado à revista &#8220;Charlie Hebdo&#8221; que matou 12 pessoas, inclusive quatro cartunistas, na quarta-feira, dia 7 de janeiro, em Paris. E Dines considera que o atentado não é fortuito e nem está vinculado somente ao contexto de recrudescimento da intolerância em várias partes do mundo. Pelo contrário. Para o fundador e editor do Observatório da Imprensa, o fato obedece a uma estratégia clara, com objetivos políticos muito bem definidos, conforme destacou em entrevista exclusiva à Agência Social de Notícias.</p>
<p>&#8220;A intolerância sempre existiu, nunca cessou. A questão é que é preciso considerar o terrorismo como uma estratégia política&#8221;, afirma o jornalista. &#8220;O objetivo do terror é aterrorizar, é disseminar o terror, criar medo, com ganhos políticos&#8221;, destaca Dines, que cita o exemplo dos atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York.</p>
<p>Para ele, os atentados que inauguraram uma nova era nas relações internacionais &#8220;foram planejados para ter a maior repercussão possível do ponto de vista de marketing, atraindo a atenção de todos&#8221;. E não foi diferente desta vez, em que o alvo foi uma publicação conhecida, símbolo da liberdade de expressão na França.</p>
<p>Nesse sentido, Alberto Dines considera que o atentado não tem, efetivamente, uma conotação religiosa, mas sim um significado político, como parte das estratégias usadas pelo terror. O jornalista nota que a questão anti-islâmica, particularmente, está &#8220;muito quente, incandescente mesmo&#8221; na Europa. E um fato desse tipo contribui para a exacerbação dos ânimos.</p>
<p>&#8220;O terror trabalha com a dialética, com a possibilidade de multiplicação dos problemas, gerando uma situação em que possa ganhar o maior número de corações e mentes&#8221;, assinala. Ele se refere à provável reação islamofóbica após um episódio desses, o que de fato aconteceu em algumas partes da França e de outros países europeus.</p>
<p>Mas Alberto Dines ressalta a impressionante reação da opinião pública mundial, de repúdio ao atentado, de condenação do terror e de reafirmação da importância da liberdade de imprensa e expressão. &#8220;Houve uma mobilização admirável, com pessoas de lápis na mão, compartilhando mensagens tipo <em>Je suis Charlie</em>, e isso pode ter efeitos positivos em termos de combate à intolerância&#8221;, avalia o jornalista. Igualmente positiva, acrescenta Dines, foi a reação de organizações muçulmanas, condenando o episódio.</p>
<p>De qualquer modo, o mundo já é outro depois de quarta-feira, 7 de janeiro de 2015. A liberdade de imprensa e expressão está novamente na agenda global.</p>
<p>O carioca Alberto Dines foi editor do &#8220;Jornal do Brasil&#8221;, dirigiu o Grupo Abril em Portugal e a sucursal da &#8220;Folha de S.Paulo&#8221; no Rio de Janeiro, entre outras publicações. É autor de vários livros, como &#8220;Morte no Paraíso, a tragédia de Stefan Zweig&#8221;, levado ao cinema por Sylvio Back. É co-fundador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e criador do Observatório da Imprensa, do qual é editor. <strong>(Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/1931/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
