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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Arte</title>
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		<title>Montagem teatral de &#8216;O Sonho&#8217; faz um retrato poético sobre as nossas vidas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 21:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Vidas cheias de lástimas foi o que Inês, filha do deus hindu Indra, encontrou ao descer à Terra para ver como vivem os homens. As questões poéticas e filosóficas dessa jornada compõem o texto &#8220;O Sonho&#8221;, do dramaturgo August Strindberg, que será apresentado em curta temporada no Cis-Guanabara, em Campinas, em montagem teatral da turma do 4º ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Vidas cheias de lástimas foi o que Inês, filha do deus hindu Indra, encontrou ao descer à Terra para ver como vivem os homens. As questões poéticas e filosóficas dessa jornada compõem o texto &#8220;O Sonho&#8221;, do dramaturgo August Strindberg, que será apresentado em curta temporada no Cis-Guanabara, em Campinas, em montagem teatral da turma do 4º ano de Artes Cênicas da Unicamp. O espetáculo tem direção de Verônica Fabrini e fica em cartaz neste fim de semana, de sexta a domingo (29 a 31/03), e na próxima semana quarta e quinta (3 e 4/04), sempre às 20h (ingresso no chapéu).</div>
<div>
<div id="attachment_15509" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Foto-1-O-Sonho.jpeg"><img class="size-large wp-image-15509" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Foto-1-O-Sonho-1024x682.jpeg" alt="O elenco realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro, no dia 30/03, às 9h" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">O elenco realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro, no dia 30/03, às 9h</p></div>
</div>
<div>De acordo com a equipe envolvida na montagem, composta por 11 integrantes, o espetáculo faz um retrato poético das nossas vidas. Após trabalharem as linguagens de vanguarda européia e o teatro épico, o grupo fez a escolha do texto no qual identificaram semelhanças com o contexto histórico que vivemos hoje no que diz respeito à existência. A equipe também oferece oficinas e debates neste período em que se apresentam no Cis-Guanabara.</div>
<div dir="ltr"></div>
<div><b>Oficina e debate</b></div>
<div></div>
<div>Após as apresentações dos dias 31/03 e 04/04, o elenco e a direção promoverão debates com a plateia. O grupo realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro no dia 30/03, às 9h, com exercícios que dialogam com a imaginação e a criação. Também no dia 30, haverá mesa de conversa, às 15h, sobre a temática da peça, psicologia e sociedade.</div>
<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Curta temporada</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;"><b>O Sonho</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Local:</b> Cis-Guanabara (rua Mario Siqueira, 829).</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Data e horário:</b> dias 29, 30, 31/03, 03 e 04/04, às 20h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Oficina:</b> dia 30/03, às 9h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Mesa de conversa:</b> dia 30/03, às 15h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Debate:</b> dias 31/03 e 04/04 após apresentações.</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Ingressos no chapéu</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Cartaz-O-Sonho.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-15510" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Cartaz-O-Sonho.jpeg" alt="Cartaz O Sonho" width="750" height="1017" /></a></div>
<div style="text-align: right;"></div>
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		<title>É Preciso Entender De Arte Para Senti-La?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 13:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lígia Testa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Lígia Testa]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia li sobre uma classificação dos diversos tipos de arte e tive a impressão que o tempo teria sido um dos fatores para o processo de numeração delas. Música (som), em primeiro lugar, seguida de Artes Cênicas &#8211; Teatro e Dança (movimento), Pintura (cor) e Escultura (volume), em terceiro e quarto lugares; e é ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia li sobre uma classificação dos diversos tipos de arte e tive a impressão que o tempo teria sido um dos fatores para o processo de numeração delas. Música (som), em primeiro lugar, seguida de Artes Cênicas &#8211; Teatro e Dança (movimento), Pintura (cor) e Escultura (volume), em terceiro e quarto lugares; e é sobre elas que quero falar mais adiante.</p>
<p>A seguir, em quinto e sexto, Arquitetura (espaço) e Literatura (palavra). Mais que sabido, a sétima arte contempla o Cinema (integrando elementos das anteriores e das próximas). Com o tempo, algumas expressões artísticas passaram a integrar “a galeria”, como: Fotografia (imagem), História em Quadrinhos, Jogos de Vídeo e Arte Digital, completando, assim, as 11 artes atualmente classificadas. Há várias outras classificações e novas artes surgirão.</p>
<p>O que me vem instigando há tempos está relacionado às Artes Visuais (pinturas e esculturas). Ouço quase todos os dias pessoas olhando admiradas para alguma tela e afirmando, após um tempo: ‘não entendo, mas gosto (ou não) do que vejo’. Às vezes, até se desculpam por ‘não entender de Arte’. Nunca ouvi, porém, alguém dizer que não emitiria opinião por não entender de Música, de Teatro, de Dança. Não vi uma única pessoa olhar maravilhada para uma casa e dizer: ‘não entendo de Arquitetura’! Frequento muitas salas de cinema e nunca presenciei alguém, nas saídas tumultuadas, comentar que não opinaria sobre o filme, por não entender de Cinema. Opinam livremente, o que é ótimo, estão expressando a emoção.</p>
<div id="attachment_12790" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Ligia_tumblr_ldx1v8FrP11qa1uqpo1_500.jpg"><img class="size-full wp-image-12790" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Ligia_tumblr_ldx1v8FrP11qa1uqpo1_500.jpg" alt="É Preciso Entender De Arte Para Senti-La?" width="500" height="666" /></a><p class="wp-caption-text">É Preciso Entender De Arte Para Senti-La?</p></div>
<p>A Música, o Teatro e a Dança, especialmente na Grécia antiga (nas festas dionisíacas urbanas), igualavam nobres e plebeus que, no palco, tinham &#8211; de fato &#8211; a mesma importância. Em muitas peças, o nobre interpretava o plebeu e vice-versa (<em>ali nasceu a democracia</em>?). As Artes Visuais, porém, pertenciam apenas aos nobres e aos museus, onde apenas a elite tinha acesso e por um período muito longo, por séculos. Isso parece fazer com que a admiração concorra com o constrangimento em admitir o gosto pelas obras.</p>
<p>E a Arte é emoção para quem a contempla, com as mais diversas sensações brotando em diferentes pessoas: beleza, tristeza, alegria, indignação. E a Arte é absolutamente necessária, cada vez mais. E o que fazer para que as pessoas se sintam à vontade diante das Artes Visuais, apenas como contempladoras, assim como agem em relação à Música, à Dança, ao Teatro, ao Cinema?</p>
<p>Pessoalmente, não vejo outra forma além de expor de forma contínua e ostensiva as obras de artistas talentosos em vários locais: além de museus e galerias, em todos os espaços nos quais possa haver a convivência de pessoas, trocando ideias entre si e frente a elas, pinturas e esculturas. Expondo nos metrôs, nas feiras livres, nos vãos livres, facilitando a mobilidade e o acesso gratuitos, em alguns dias, para receber o maior número de gente possível. Promover e investir necessariamente na presença de crianças de todos os tipos de escolas, criando hábito, usos e costumes. Quanto mais conviver com a Arte, maior chance de a pessoa respeitar o patrimônio público, entendendo-se como também dona daquela obra, e melhor será sua relação com a estética e, a seguir, com a ética.</p>
<p>Victor Pinchuk, grande empresário ucraniano e fundador do PinchukArtCentre, um dos maiores centros de Arte Contemporânea na Europa Oriental, afirmou com sapiência: “arte, liberdade e criatividade mudarão a sociedade mais rapidamente que a política”.</p>
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		<title>Blog ASN: Palavra Roubada</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 21:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O que vem primeiro: palavra ou pensamento? Diadorim era minha neblina, diz Riobaldo em Grandes Sertões Veredas. Neblina? Diadorim enevoado em Riobaldo. A palavra neblina se desterritorializa, se desgarra de seu habitual&#8230;. LEIA TEXTO COMPLETO NA PLATAFORMA DE BLOGS ASN &#8211; (CLIQUE AQUI)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://asn.blog.br/2016/06/17/palavra-roubada/" target="_blank">O que vem primeiro: palavra ou pensamento? Diadorim era minha neblina, diz Riobaldo em Grandes Sertões Veredas. Neblina? Diadorim enevoado em Riobaldo. A palavra neblina se desterritorializa, se desgarra de seu habitual&#8230;.</a></p>
<p><span style="color: #333399;"><a style="color: #333399;" href="http://asn.blog.br/2016/06/17/palavra-roubada/" target="_blank">LEIA TEXTO COMPLETO NA PLATAFORMA DE BLOGS ASN &#8211; (CLIQUE AQUI)</a></span></p>
<div id="attachment_7646" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://asn.blog.br/2016/06/17/palavra-roubada/"><img class="wp-image-7646 size-large" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Jaqueline-Fernandes_Destacada-1024x512.jpg" alt="Jaqueline Fernandes, que estreia na plataforma de blogs da ASN (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Jaqueline Fernandes, que estreia hoje na plataforma de blogs da ASN (Foto Adriano Rosa)</p></div>
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		<title>Quarta edição da Feira de Discos de Campinas acontece amanhã na Estação Cultura com raridades em vinil</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2015 20:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Quando o Long Play (LP) perdeu o mercado para o Compact Disc (CD) na década de 1990, uma legião de apreciadores de música se sentiu órfã da qualidade sonora do antigo formato, mais conhecido como disco vinil ou “bolachões”. Boa parte destes aficionados resolveu não abandonar a velha tecnologia de armazenamento de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Quando o Long Play (LP) perdeu o mercado para o Compact Disc (CD) na década de 1990, uma legião de apreciadores de música se sentiu órfã da qualidade sonora do antigo formato, mais conhecido como disco vinil ou “bolachões”. Boa parte destes aficionados resolveu não abandonar a velha tecnologia de armazenamento de música e continua mantendo aquecido o mercado do produto, ainda que a indústria tenha deixado de produzir.</p>
<p>Para quem nunca abandonou o vinil, amanhã acontece em Campinas, na Estação Cultura, das 12h às 20h, a quarta edição da Feira de Discos de Campinas produzida pela Chopsuey Discos, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura. É possível encontrar desde promoções até raridades, além de aparelhos de LPs que podem ser o começo de uma nova paixão para quem ainda não aderiu à mania.</p>
<p>Segundo o organizador e proprietário da Chopsuey Discos, Daniel Ete, de 44 anos, esta paixão por LPs é viciante. “É como um vício. Você sempre ouve alguém falando coisas como: ‘Comecei com uma fita cassete e hoje não cabe mais discos na minha casa’”, fala bem-humorado. “Geralmente, quem gosta de vinil é o aficionado por música”, completa.</p>
<p>O LP mais caro que existe hoje no mercado brasileiro de vinil é o “Louco por você”, o primeiro LP de Roberto Carlos, que teve apenas 800 cópias produzidas e vale hoje cerca de R$ 4 mil.</p>
<p><strong>Evento que cresce</strong></p>
<p>Pela primeira vez, a Feira de Discos acontece de forma independente, conta o organizador. Ela sempre foi parte da programação do Festival de Rock que ele também promove. Em 2011, quando o festival ocupou o Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas, a Feira de Discos começou pequena com apenas cinco expositores.</p>
<p>Em 2014 e no primeiro semestre de 2015, o evento já aconteceu na Estação Cultura, mas ainda dentro do Festival de Rock. A feira de amanhã volta a ocupar a Estação Cultura e desta vez será um evento independente, com 12 expositores da região de Campinas e de outras cidades como Santos, São Paulo e Bragança Paulista. O evento também terá equipamentos, arte, brechó, chope artesanal e opções de comida. Às 18h, haverá show de Pedroluts. A próxima edição já está prevista para 2016, garante Daniel.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Feira-Vinil.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-5408" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Feira-Vinil-1024x682.jpg" alt="Feira Vinil" width="618" height="412" /></a></p>
<p><strong>Colecionadores</strong></p>
<p>“Eu sempre gostei de LP, por causa da qualidade do som e pela questão histórica, porque quando você pega um LP dos anos 60, ele te transporta para aquela época”, explica Daniel. Segundo ele, não são apenas os mais velhos que têm essa preferência. “Muita gente nova começou a gostar de música pelo MP3, e quando ouviu em vinil é que viu a diferença.”</p>
<p>Segundo o proprietário da loja de discos Chopsuey, há muitos apreciadores de vinil que preferem os gêneros Soul, Rock Heavy Metal e MPB. “O mercado de música popular brasileira é violento, muito forte e com muitas raridades”</p>
<p>O fotógrafo Adriano Rosa, editor de Fotografia da Agência Social de Notícias (ASN), tem hoje cerca de 3 mil discos de vinil em sua coleção. “É pouco se comparado a outros colecionadores que chegam a ter 10 mil discos e até mais”, diz Adriano, que começou a escolher e comprar seus discos em 1981, quando ainda estudava em Ribeirão Preto. “O primeiro LP que escolhi por vontade própria foi Orós, do Fagner. Creio que na minha coleção a maioria dos discos é de MPB, seguido de música regional e caipira de raiz. Depois vem Jazz, Rock e Blues e instrumental brasileiro.”</p>
<p>Segundo Adriano, os encontros de discos fazem com que outros colecionadores tenham acesso a todos os estilos musicais num só lugar, a preços acessíveis. “Além das vendas também rolam trocas e pechinchas. E também é bom ver os mais jovens interessados nos bolachões, como são conhecidos os vinis.”</p>
<p><strong>FEIRA DE DISCOS DE CAMPINAS</strong></p>
<p><strong> Data 20/12/2015<br />
&#8211; Venda de LPs , CDs, DVDs, LIVROS , ARTE<br />
&#8211; BAZAR E BRECHÓ<br />
-COMIDA BOA E CERVEJA GELADA<br />
&#8211; SHOW às 18h com Pedroluts (<a href="https://youtu.be/r3kV0pA0ac4">https://youtu.be/r3kV0pA0ac4</a>)</strong></p>
<p>Horário – das 12h as 20h<br />
Local &#8211; Estação Cultura &#8211; Praça marechal Floriano Peixoto s/n centro Campinas SP<br />
Estacionamento gratuito com entrada pela Vila Industrial &#8211; Rua Francisco Teodoro, 1050<br />
Apoio: Secretaria Municipal de Cultura<br />
Contatos<br />
feiradediscoscampinas@gmail.com<br />
Produção &#8211; Chopsuey Discos</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/DanielPacettaGiometti_2.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-5407" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/DanielPacettaGiometti_2-1024x682.jpg" alt="DanielPacettaGiometti_2" width="618" height="412" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Lygia Eluf pinta chão e céu dos “Caminhos de Joaquim” e abre exposição com poesia, música e dança</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 00:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Egídeo]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes A ideia começou com uma caminhada. “Eu saía para caminhar todos os dias na trilha”, narra a artista plástica Lygia Eluf, professora da Unicamp que mora há quatro anos em Joaquim Egídeo, Área de Proteção Ambiental (APA) e distrito de Campinas. “Percebi que o chão de terra era cor-de-rosa, depois notei que ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>A ideia começou com uma caminhada. “Eu saía para caminhar todos os dias na trilha”, narra a artista plástica Lygia Eluf, professora da Unicamp que mora há quatro anos em Joaquim Egídeo, Área de Proteção Ambiental (APA) e distrito de Campinas. “Percebi que o chão de terra era cor-de-rosa, depois notei que havia variações e comecei a desenhar o chão.” Durante uma viagem, quando estava fora do seu habitat cercado pela natureza, a artista desviou o olhar para o céu e encontrou o caminho que procurava, produzindo 180 desenhos em pastel, de chão e céu, dos quais 30 foram expostos em São Paulo na Galeria Gravura Brasileira, e onze compõem a exposição “Caminhos de Joaquim”, que será aberta ao público em megaevento no dia 17 de setembro, quinta-feira, a partir das 17h, no A Cabrita Café de Joaquim Egídeo.</p>
<div id="attachment_4587" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_048.jpg"><img class="size-large wp-image-4587" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_048-1024x680.jpg" alt="A artista plástica Lygia Eluf produziu a série de desenhos abstratos em pastel a partir da observação que fez em suas caminhadas na trilha de Joaquim Egídeo, onde mora há quatro anos: &quot;Eles não reproduzem a imagem, mas a sensação”   (Foto: Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A artista plástica Lygia Eluf produziu a série de desenhos abstratos em pastel a partir da observação da trilha em suas caminhadas em Joaquim Egídeo, onde mora: &#8220;Eles não reproduzem a imagem, mas a sensação” (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p>Organizado pelas curadoras Ligia Testa, Flávia Pupo Nogueira e Heloisa Cavaleri, o evento reunirá música, dança, poesia e literatura numa só noite. Um verdadeiro Sarau Multissensorial, como definem as curadoras. O projeto foi concebido por Flávia Pupo Nogueira, filha da curadora Lígia Testa e amiga e vizinha da artista Lygia Eluf.</p>
<p>Além da vernissage, acontece no A Cabrita Café o lançamento do livro “República de Campinas”, de José Pedro Soares Martins e Martinho Caires (leia matéria no site da Agência Social de Notícias-ASN); a declamação de poemas de Manoel de Barros por Lisa França, artista e professora de Artes; e a apresentação do duo Katia Kato (oboé) e Zuza Rodrigues (violão), entre outras atrações.</p>
<div id="attachment_4588" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_041.jpg"><img class="size-large wp-image-4588" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_041-1024x680.jpg" alt="A advogada, curadora e idealizadora da exposição &quot;Caminhos de Joaquim - Toda criança é um artista&quot;, Flávia Pupo Nogueira, acredita que para amar e cuidar é preciso estabelecer uma relação com o ambiente  (Foto: Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A advogada, curadora e idealizadora da exposição &#8220;Caminhos de Joaquim &#8211; Toda criança é um artista&#8221;, Flávia Pupo Nogueira, acredita que para amar e cuidar é preciso estabelecer uma relação com o ambiente (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Para a comunidade</strong></p>
<p>“Eu queria que o pessoal (do distrito) também visse, e comecei a chamar o verdureiro, o jardineiro, os vizinhos”, lembra Lygia sobre suas primeiras pinturas dos caminhos que percorria. Quando mostrou à comunidade, pretendia saber se eles reconheceriam o chão das trilhas de Joaquim. As reações foram diversas, porque os desenhos são abstratos, “não reproduzem a imagem, mas a sensação”, descreve a artista. Foi também juntando os olhares que produziu a série de desenhos. A exposição, aberta até 17 de outubro, reúne nove desenhos de chão e dois com a trilha inteira, céu e chão.</p>
<p>Conversando com a vizinha e amiga Flávia Pupo Nogueira, Lygia Eluf também foi despertada para um trabalho com as crianças, muitas delas já frequentadoras de sua casa, como os seus netos e os filhos da amiga Flávia. “Toda criança é um artista”, dispara Lygia, que é também vencedora de um Prêmio Jabuti de 2009. “Fazia muito tempo que eu não trabalhava com crianças. Na universidade a tendência é ficar mais racional ou mental, porque você precisa explicar e analisar tudo”, afirma Lygia, professora da Unicamp há 35 anos.</p>
<p><strong>O olhar da criança</strong></p>
<p>Assim começou o projeto de educação ambiental com o mesmo nome, “Caminhos de Joaquim – Toda criança é um artista”. “De algum modo, isso transforma o olhar dessas crianças. Elas podem não ter contato permanente com a arte, mas com certeza vão olhar de forma diferente no futuro, porque vão lembrar. Se conseguirmos despertar essa sensibilidade da pessoa, já valeu”, diz Lygia.</p>
<div id="attachment_4589" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_019.jpg"><img class="size-large wp-image-4589" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_019-1024x680.jpg" alt="A artista e professora Lygia Eluf percorreu a trilha de Joaquim com as crianças, chamando a atenção para as nuances das cores no chão, os raios de luz nas árvores, os reflexos no Ribeirão das Cabras; depois cada uma fez seu desenho (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A artista e professora Lygia Eluf percorreu a trilha de Joaquim com as crianças, destacando as nuances das cores no chão, os raios de luz nas árvores, os reflexos no Ribeirão das Cabras; depois cada uma fez seu desenho (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p>Além da curadora Flávia e da artista Lygia, também participou da concepção do projeto com as crianças a proprietária do A Cabrita Café, Ana Beatriz Ogg, que inaugurou o café e restaurante recentemente, com uma proposta de consciência ambiental, integrando alimentação saudável com sustentabilidade e arte. Ela trabalha com alimento orgânico, a maior parte dele produzido no próprio distrito, uma das propostas Assuma (Associação para Sustentabilidade e Meio Ambiente de Joaquim Egídeo), com a qual o Café tem parceria. Sandra Marques também participou da execução do projeto “Caminhos de Joaquim” e de outros realizados pela Assuma na comunidade, onde ela nasceu e cresceu e onde vive toda a sua família.</p>
<div id="attachment_4590" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_003.jpg"><img class="size-large wp-image-4590" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_003-1024x680.jpg" alt="Ana Beatriz Ogg, do A Cabrita Café, também participou da execução do projeto e promove em seu espaço as exposições; café e restaurante utiliza alimento orgânico, a maior parte produzido no distrito  (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Beatriz Ogg, do A Cabrita Café, também participou da execução do projeto e promove em seu espaço as exposições; café e restaurante utiliza alimento orgânico, a maior parte produzido no distrito (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Educação ambiental</strong></p>
<p>“O objetivo do projeto é motivar as crianças a se relacionarem melhor com o ambiente em que vivem, passando a amar e cuidar do lugar”, explica Flávia. Todas as crianças da comunidade local foram convidadas a percorrer os caminhos de Joaquim numa caminhada ao lado da artista Lygia Eluf, onde também ouviram a educadora ambiental e agrônoma Claudia Esmeriz Gusmão, que falou sobre a importância histórica e ambiental da região. “A trilha que conhecemos hoje foi a antiga linha do trem que depois virou a linha do bonde”, destaca Claudia.</p>
<p>No percurso, Lygia analisava o cenário com as crianças, nos detalhes das nuances de cores no chão, dos raios de luz através das copas das árvores, dos reflexos no Ribeirão das Cabras e das sementes e folhagens espalhadas pelo chão. Depois, de volta ao Café, cada uma produziu seus desenhos, que foram expostos no mesmo espaço A Cabrita Café (nome que faz homenagem à antiga Maria Fumaça que percorria o Ramal Férreo Campineiro, no início do século passado).</p>
<p><strong>Noite de apresentações</strong></p>
<p>Versos de Manoel de Barros, lançamento de livro, projeção de filmes, dança e música também vão preencher a noite da vernissage “Caminhos de Joaquim”. A música fica por conta do duo formado por Katia Kato (oboé) e Zuza Rodrigues (violão). Doutora em Música na pós da Unicamp, onde concluiu mestrado e bacharelado em Música, Katia Kato foi oboísta da Orquestra Sinfônica da Unicamp por 16 anos. É docente do curso de licenciatura em música da Faculdade Nazarena do Brasil e desenvolve atividade camerística como oboísta. Zuza Rodrigues é violonista com uma longa trajetória. O duo apresentará obras populares e eruditas, de jazz a bossa nova.</p>
<p><strong>                                                                      </strong></p>
<p><strong>Evento: Sarau Multissensorial &#8211; Vernissage “Caminhos de Joaquim” &#8211; Lançamento do livro “República de Campinas – Cenas da memória afetiva e política da cidade”</strong></p>
<p><strong>Data: 17.09.2015 – quinta-feira</strong></p>
<p><strong>Horas : das 17h às 23h</strong></p>
<p><strong>Local: A Cabrita Café &#8211; Rua Heitor Penteado, 1085 (rua principal de Joaquim Egídio) – Campinas &#8211; SP</strong></p>
<div id="attachment_4591" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_029.jpg"><img class="size-large wp-image-4591" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_029-1024x680.jpg" alt="Foto: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Martinho Caires</p></div>
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		<title>Traços e movimentos de Tomie Ohtake chegam a Campinas em exposição de gravuras e esculturas; Instituto oferece curso gratuito</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 23:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O conjunto de arcos circulares e tortos de Tomie Ohtake, cujas formas convidam a um balanço espontâneo do olhar e do próprio corpo que nele encosta, foi a primeira instalação da artista plástica japonesa, produzida em 2000 a convite do Paço das Artes. A fluidez de sua pintura – nos traços, movimentos e gestualidade &#8211; foi transposta para um material rígido (tubos de aço-carbono pintados) com a mesma leveza das telas. A peça que faz parte do acervo fixo do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, fica em exposição em Campinas de 28 de agosto a 3 de outubro, com outras esculturas e mais 44 gravuras da artista.</p>
<p>A exposição “Tomie Ohtake: cores gravadas, linhas no espaço” é promovida pela CPFL Energia, que também oferece gratuitamente, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, um curso de formação nos dias 28 e 31 de agosto (veja abaixo como fazer a inscrição).</p>
<div id="attachment_4425" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G-69-09.jpg"><img class="size-large wp-image-4425" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G-69-09-1024x757.jpg" alt="Serigrafia de Tomie Ohtake, sem título, de 1969: artista começou a pintar aos 39 anos  ((Foto: Divulgação)" width="618" height="457" /></a><p class="wp-caption-text">Serigrafia de Tomie Ohtake, sem título, de 1969: artista começou a pintar aos 39 anos ((Foto: Divulgação)</p></div>
<p><strong>Oriente e Ocidente</strong></p>
<p>Tomie Ohtake foi uma espécie de embaixadora das artes e da cultura no Brasil. Nascida em Kyoto (Japão), em 1913, tinha 23 anos quando veio ao Brasil visitar o irmão. Com a iminência da 2ª Guerra Mundial, permaneceu em São Paulo, onde se casou, teve dois filhos e foi naturalizada brasileira. Somente aos 39 anos ela começou a pintar. Tomie morreu aos 101 anos de idade há seis meses, em fevereiro de 2015.</p>
<div id="attachment_4426" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G-87-04.jpg"><img class="size-large wp-image-4426" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G-87-04-749x1024.jpg" alt="Obra sem título, de 1987, em metal; além da exposição, haverá nos dias 28 e 31 de agosto, em Campinas, cursos gratuitos para formação de professores" width="618" height="845" /></a><p class="wp-caption-text">Obra sem título, de 1987; além da exposição, haverá nos dias 28 e 31/08, em Campinas, cursos gratuitos de formação de professores</p></div>
<p><strong>Curso e visitas</strong></p>
<p>Interessados em participar do Curso de Formação de Professores devem fazer contato pelo telefone (19) 37568000 ou por email (<a href="mailto:agendamentocpflcultura@gmail.com">agendamentocpflcultura@gmail.com</a>), escolher o dia e fazer a inscrição. O limite de vagas é de 80 pessoas por dia. No dia 28 de agosto a aula acontece das 14h às 17h30; e no dia 31 de agosto, das 9h às 12h30. Para agendamento de grupos o telefone e o email são os mesmos.</p>
<p>A exposição é gratuita e pode ser visitada de segunda a quarta, das 10h às 18h; quinta a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 18h (até às 20h nos dias de programação de música erudita contemporânea). A Galeria de Arte da CPFL Cultura fica na rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632, Campinas. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<div id="attachment_4427" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G-02-6.jpg"><img class="size-large wp-image-4427" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/G-02-6-726x1024.jpg" alt="Obra de 2002, sem título, metal; Tomie Othake, japonesa naturalizada brasileira, morreu aos 101 anos em fevereiro de 2015, há seis meses" width="618" height="872" /></a><p class="wp-caption-text">Obra de 2002, sem título, metal; Tomie Othake, japonesa naturalizada brasileira, morreu aos 101 anos em fevereiro de 2015, há seis meses</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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