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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Atlas do Desenvolvimento Humano do PNUD</title>
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		<title>Cambuí, Parque Prado e outros nove bairros de Campinas têm maior índice de renda no país, diz PNUD</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2015 21:34:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cambuí/Centro, Parque Prado e outros nove bairros de Campinas estão entre aqueles com maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal em termos de Renda no Brasil. A informação está no Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas, divulgado hoje em Campinas pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O Atlas foi divulgado hoje com dados das regiões metropolitanas de Campinas (RMC), São Paulo (RMSP), Baixada Santista, Vale do Paraíba e Litoral Norte e Maceió, somando-se às 16 regiões metropolitanas da versão original do Atlas, publicado em 2014.</p>
<p>O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é composto dos Índices relativos a Longevidade, Educação e Renda. O IDH-Renda do Cambuí/Centro, Parque Prado e outros nove bairros de Campinas é de 1,000, o máximo na escala considerada para compor o IDHM. Os outros nove bairros com IDHM-Renda de 1,000 em Campinas são Residencial Paineiras, Alphaville Campinas, Barão do Café/Parque Rio das Pedras, Condomínio Plaza Tower, Paineiras, Estância Paraíso, APA/Campinas/Jardim Botânico/Colinas do Ermitage/Jardim Atibaia, Vila Verde/Madalena/Anhumas/Alphaville D.Pedro e Bairro das Palmeiras/Gramado/Alto da Nova Campinas/Notre Dame.</p>
<p>Em termos do IDHM geral, somando-se as três dimensões, de Longevidade, Educação e Renda, os bairros com maior Índice de Desenvolvimento Humano em Campinas e em toda RMC são  Alphaville Campinas,  Barão do Café/Parque Rio das Pedras, Condomínio Plaza Tower, Paineiras, Estância Paraíso, APA/Campinas/Jardim Botânico/Colinas do Ermitage/Jardim Atibaia, Vila Verde/Madalena/Anhumas/Alphaville D.Pedro, Bairro das Palmeiras/Gramado/Alto da Nova Campinas/Notre Dame e Parque Prado. Todos esses bairros/regiões, denominados Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs) no Atlas, apresentam IDHM de 0,954, um dos mais altos do Brasil.</p>
<p>Por outro lado, as UDHs com menor IDHM na Região Metropolitana de Campinas são  Residencial São Luis, Núcleo Residencial Parque Campinas I, Conjunto Habitacional Olímpia, Núcleo Residencial Jardim Eulina, Núcleo Residencial Chico Amaral, Parque Oziel/Monte Cristo, Núcleo Jardim Boa Esperança, Núcleo Satélite Iris, Núcleo Jardim Maracanã, Jardim São Sebastião, Cidade Satélite Íris, Núcleo Cristo Redentor, Jardim Paulicéia e Núcleo Residencial Jardim Santa Lúcia.  Todas essas UDHs têm IDHM de 0,636.</p>
<p>O Atlas resulta de parceria entre o PNUD, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP). Os dados são calculados com base nos Censos Demográficos de 2000 e 2010, do IBGE.</p>
<p>O Atlas contempla a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano entre 2000 e 2010 em 16 Regiões Metropolitanas Brasileiras. Além disso, faz uma radiografia do IDH de sub-regiões dentro dessas regiões metropolitanas, denominadas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs). Ou é será possível verificar eventuais disparidades no desenvolvimento humano em territórios dentro da Região Metropolitana de Campinas.</p>
<p>Na primeira etapa do projeto foram reunidas informações de 16 RMs: Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória.</p>
<p>Presente no lançamento hoje em Campinas, o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, afirmou que o Atlas representa &#8220;um poderoso recurso para o gestor público, de modo a direcionar os investimentos para obter maior eficácia e melhoria na qualidade de vida&#8221;. O Atlas, observou, possibilita um olhar atento para cada bairro ou região dentro de uma região metropolitana. &#8220;Há diferenças no desenvolvimento entre um e outro bairro, então com o Atlas é possível verificar quais áreas demandam tais serviços&#8221;, completou.</p>
<p>Também estavam presentes no lançamento o vice-prefeito em exercício, Henrique Magalhães Teixeira; a diretora executiva da Agemcamp, Ester Viana; o secretário municipal do Planejamento, Fernando Pupo; a secretária municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Emmanuelle Alkmin Leão; e o diretor regional do CIESP, José Nunes Filho. <strong>(Por José Pedro Martins</strong>)</p>
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		<title>Região Metropolitana de Campinas é a segunda em desenvolvimento humano e tem desigualdades, diz PNUD</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2015 20:36:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Com acentuadas desigualdades em seu território, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é a segunda no Brasil pelos critérios do desenvolvimento humano apurados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), estando atrás somente da região metropolitana de São Paulo e ao lado do Distrito Federal e Entorno. As informações estão ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Com acentuadas desigualdades em seu território, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é a segunda no Brasil pelos critérios do desenvolvimento humano apurados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), estando atrás somente da região metropolitana de São Paulo e ao lado do Distrito Federal e Entorno. As informações estão na nova edição do Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras, divulgado hoje em Campinas pelo PNUD, em evento que contou com a presença do secretário estadual de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro.</p>
<p>De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano, a RMC tem um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,792, estando atrás da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), com 0,794, e ao lado do DF e entorno, também com 0,792. O IDH é tanto maior quanto se aproxima de 1.</p>
<p>O Atlas confirmou que há grandes disparidades de desenvolvimento no interior das regiões metropolitanas, e na de Campinas não é diferente.  A esperança de vida ao nascer, por exemplo, varia de 69,79 a 81,71 anos na RMC, dependendo do bairro/região, denominado no Atlas como Unidade de Desenvolvimento Humano (UDH).</p>
<p>Do mesmo modo, o percentual de pessoas de 18 anos ou mais com ensino fundamental completa varia de 37,91% a 95,73%, dependendo do bairro/região, ou UDH, dentro da RMC. Da mesma forma, a renda per capita média varia de R$ 401,13 a R$ 4.536,72, nos dois extremos de desenvolvimento dentro da RMC.</p>
<p>A primeira versão do Atlas foi lançada em novembro de 2014, com 16 regiões metropolitanas. A RMC e outras três regiões metropolitanas, as da Baixada Santista e Vale do Paraíba, em São Paulo, e Maceió (AL) foram agora incluídas no Atlas, como anunciou o PNUD.</p>
<p>Segundo o Atlas, a região metropolitana da Baixada Santista teve um avanço de 11% entre 2000 e 2010 em seu IDH, enquanto a RMC e a Região do Vale do Paraíba e Litoral Norte avançaram 11,5%.</p>
<p>Na RMC, houve evolução em todos os índices, embora as desigualdades permaneçam. A esperança de vida ao nascer aumentou de 73,04 para 76,46 anos entre 2000 e 2010. A mortalidade de crianças de até um ano caiu de 17,8 para 12,6 por mil nascidos vivos. A renda per capita aumentou de R$ 955,99 para R$ 1.148,94 no período. A proporção dos considerados pobres caiu de 6,49 para 2,74%, e entre os extremamente pobres, de 1,46 para 0,.73%.</p>
<p>Evolução também nos índices educacionais, mas com desafios. A proporção de crianças de 5 a 6 anos frequentando a escola aumentou de 71,98 para 95,64%. A proporção entre jovens 18 a 20 anos com ensino médio completo aumentou de 39,85% para 53,63%. Ou seja, quase metade da população nessa faixa etária não tinha o ensino médio completo.</p>
<p>O Atlas resulta de parceria entre o PNUD, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP). Os dados são calculados com base nos Censos Demográficos de 2000 e 2010, do IBGE.</p>
<p>O Atlas contempla a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano entre 2000 e 2010 em 16 Regiões Metropolitanas Brasileiras. Além disso, faz uma radiografia do IDH de sub-regiões dentro dessas regiões metropolitanas, denominadas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs). Ou é será possível verificar eventuais disparidades no desenvolvimento humano em territórios dentro da Região Metropolitana de Campinas.</p>
<p>Na primeira etapa do projeto foram reunidas informações de 16 RMs: Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória.</p>
<p><strong>Política para idosos</strong> &#8211; O secretário estadual de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, destacou que a longevidade tem aumentado em todas as regiões. O gestor entende como muito positiva esta evolução, mas observa que por outro lado esse avanço gera a necessidade de aprimoramento das políticas públicas para idosos, com a estruturação de centros de convivência e outros serviços para atender a população nessa faixa etária, que é crescente. &#8220;Teremos que olhar cada vez mais para essa população, como já olhamos para as crianças com idade de frequentar a creche&#8221;, acentuou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Região Metropolitana de Campinas estará no Atlas do Desenvolvimento Humano do PNUD</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 10:43:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Região Metropolitana de Campinas (RMC) vai passar a integrar o Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A primeira versão do Atlas foi lançada em novembro de 2014, com 16 regiões metropolitanas. A RMC e outras três regiões metropolitanas, as da Baixada Santista e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Região Metropolitana de Campinas (RMC) vai passar a integrar o Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A primeira versão do Atlas foi lançada em novembro de 2014, com 16 regiões metropolitanas. A RMC e outras três regiões metropolitanas, as da Baixada Santista e Vale do Paraíba, em São Paulo, e Maceió (AL) também serão incluídas no Atlas, como anunciou o PNUD.</p>
<p>O Atlas resulta de parceria entre o PNUD, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP). Os dados são calculados com base nos Censos Demográficos de 2000 e 2010, do IBGE.</p>
<p>O Atlas contempla a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano entre 2000 e 2010 em 16 Regiões Metropolitanas Brasileiras. Além disso, faz uma radiografia do IDH de sub-regiões dentro dessas regiões metropolitanas, denominadas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs). Ou seja, será possível verificar eventuais disparidades no desenvolvimento humano em territórios dentro da Região Metropolitana de Campinas.</p>
<p>Na primeira etapa do projeto foram reunidas informações de 16 RMs: Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória.</p>
<p>“Para além de evidenciar o fato de que o país ainda tem um caminho a percorrer na redução das desigualdades em suas cidades, a intenção do Atlas é justamente ajudar no estabelecimento de políticas inclusivas que tenham como fim a melhoria das condições de vida das pessoas”, afirmou o representante residente do PNUD no Brasil, Jorge Chediek.</p>
<p align="LEFT">O conceito de desenvolvimento humano, bem como sua medida, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), foram apresentados em 1990, no primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), idealizado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, com a colaboração do economista Amartya Sen.</p>
<p align="LEFT">O IDH é composto por três indicadores, a expectativa de vida ao nascer, o acesso à educação e o padrão de vida, incluindo renda. Quanto mais próximo de 1, maior o IDH. Em 2012, o PNUD Brasil, o Ipea e a Fundação João Pinheiro começaram parceria para adaptar a metodologia do IDH Global para calcular o IDH Municipal (IDHM) dos 5.565 municípios brasileiros. Esse cálculo foi realizado a partir das informações dos três últimos Censos Demográficos do IBGE – 1991, 2000 e 2010. Agora foi calculado o IDH, inicialmente, de 16 das regiões metropolitanas brasileiras. Novas regiões metropolitanas serão agregadas, começando pela RMC e regiões da Baixada Santista, Vale do Paraíba e Maceió.</p>
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