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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Barragens de rejeitos no Brasil</title>
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		<title>Brasil tem 116 barragens com alto risco, diz relatório preliminar da ANA</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 10:34:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil tem 116 barragens classificadas simultaneamente na Categoria de Alto Risco (CRI Alto) e com Dano Potencial Alto (DPA Alto), segundo o &#8220;Relatório de Segurança de Barragens 2014&#8243;, ainda em versão preliminar, da Agência Nacional de Águas (ANA). O próprio relatório nota que &#8220;85% das barragens ainda não foram classificadas quanto ao Risco e ao Dano ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem 116 barragens classificadas simultaneamente na Categoria de Alto Risco (CRI Alto) e com Dano Potencial Alto (DPA Alto), segundo o &#8220;Relatório de Segurança de Barragens 2014&#8243;, ainda em versão preliminar, da Agência Nacional de Águas (ANA). O próprio relatório nota que &#8220;85% das barragens ainda não foram classificadas quanto ao Risco e ao Dano Potencial Associado&#8221;. Com isso, &#8220;não é possível caracterizar a situação das barragens no país quanto a esses quesitos&#8221;.</p>
<p>O &#8220;Relatório de Segurança de Barragens&#8221; vem sendo produzido pela ANA desde 2011, em função da Política Nacional de Segurança de Barragens, estabelecida pela Lei Federal 12.334, de 20 de setembro de 2010. Até então o Brasil não tinha uma política nacional no setor, crítico em um país que depende em mais de 60% de energia elétrica produzida em barragens.</p>
<p>De acordo com o Relatório da ANA, o Brasil tem 14.966 represas, registradas até 30 de setembro de 2014. A imensa maioria, 13.366, ou 89% do total, é de barragens com usos múltiplos de água, e 642 (4%) são de barragens para geração de energia elétrica. Outras 295 (2%) são barragens de contenção de resíduos industriais.</p>
<p>Ainda segundo a ANA, em seu &#8220;Relatório de Segurança de Barragens 2014&#8243;, os três estados com maior número de barragens no país são: São Paulo (7.353 barragens, sendo 7.200 para usos múltiplos de água, 80 de rejeitos de mineração), Rio Grande do Sul (3.070 barragens, das quais 3.004 para usos múltiplos de água) e Minas Gerais (1.601 barragens, sendo 859 de usos múltiplos de água, 317 de contenção de resíduos de mineração, 289 de geração de energia elétrica e 136 de contenção de resíduos industriais).</p>
<p>São 116 barragens classificadas ao mesmo tempo como de Alto Risco e com Dano Potencial Associado. A ANA destaca que a avaliação conjunta das barragens com Categoria de Risco Alto e Dano Potencial Associado &#8220;permite concluir para quais barragens as ações de acompanhamento, fiscalização e recuperação devem ser priorizadas, pois a categoria de risco alto significa maior número de ameaças à segurança da barragem e, por sua vez, o dano potencial alto indica que, em caso de um acidente, as consequências seriam graves&#8221;.</p>
<p>Conforme o relatório, a maioria das barragens nas duas categorias está na Região Nordeste, sendo 30 na Paraíba, 24 na Bahia, 13 em Pernambuco e 12 no Rio Grande do Norte. Amazonas e Mato Grosso do Sul têm dez barragens na mesma situação.</p>
<p>Em seu site na Internet, a ANA esclarece que o Relatório sobre 2014 compreende o período de 1º de outubro de 2013 a 30 de setembro de 2014. &#8220;O documento sintetiza as informações prestadas por entidades fiscalizadoras de barragens sobre as cerca de 15 mil barragens cadastradas no Sistema Nacional de Informações sobre Barragens (SNISB). Das barragens cadastradas, apenas 2.097 foram classificadas por categoria de risco e 1.681 quanto ao dano potencial associado&#8221;, diz a ANA, acrescentando que a versão disponibilizada no site é preliminar, sem editoração final.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Minas Gerais concentra metade das barragens de rejeitos de mineração no Brasil, inclusive na área nuclear</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2015 14:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Barragens de rejeitos em Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Barragens de rejeitos no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[O rompimento no dia 5 de novembro, quinta-feira, de duas barragens de rejeitos de uma mineradora em Mariana, provocando a devastação do distrito de Bento Rodrigues, despertou a atenção nacional e internacional para uma realidade até então &#8220;invisível&#8221;. Entretanto, a existência de estruturas semelhantes não é rara, principalmente em Minas Gerais, que concentra quase 50% das barragens ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O rompimento no dia 5 de novembro, quinta-feira, de duas barragens de rejeitos de uma mineradora em Mariana, provocando a devastação do distrito de Bento Rodrigues, despertou a atenção nacional e internacional para uma realidade até então &#8220;invisível&#8221;. Entretanto, a existência de estruturas semelhantes não é rara, principalmente em Minas Gerais, que concentra quase 50% das barragens de rejeitos no país. São 317 barragens dessa modalidade no estado, quase a metade das 663 represas de rejeitos de mineração no país, segundo um levantamento da Agência Nacional de Águas (ANA). Até resíduos de atividades ligadas à energia nuclear são encontrados em barragens mineiras.</p>
<p>De acordo com o levantamento da ANA, as 663 barragens de rejeitos de mineração representam 5% das 14.966 represas existentes no Brasil, registradas até 30 de setembro de 2014. A imensa maioria, 13.366, ou 89% do total, é de barragens com usos múltiplos de água, e 642 (4%) são de barragens para geração de energia elétrica. Outras 295 (2%) são barragens de contenção de resíduos industriais.</p>
<p>Ainda segundo a ANA, em seu Relatório de Segurança de Barragens 2014, os três estados com maior número de barragens no país são: São Paulo (7.353 barragens, sendo 7.200 para usos múltiplos de água, 80 de rejeitos de mineração), Rio Grande do Sul (3.070 barragens, das quais 3.004 para usos múltiplos de água) e Minas Gerais (1.601 barragens, sendo 859 de usos múltiplos de água, 317 de contenção de resíduos de mineração, 289 de geração de energia elétrica e 136 de contenção de resíduos industriais).</p>
<p><strong>O mapa das barragens de rejeitos em Minas Gerais</strong> &#8211; As bacias do rio São Francisco e rio Doce concentram a imensa maioria das barragens de contenção de rejeitos de mineração em Minas Gerais, segundo levantamento da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM).</p>
<p>Os municípios com maior número de barragens de rejeitos, de mineração, industriais ou de destilarias de álcool, segundo a FEAM, são Uberaba (43 barragens), Itatiaiuçu (40), Ouro Preto (36), Nova Lima (35), Itabira (34), Brumadinho (28), Congonhas (27), Conceição das Alagoas (25), Mariana (24) e João Pinheiro (23).</p>
<p>São duas barragens de rejeitos de atividades ligadas à energia nuclear. Elas estão localizadas no município de Caldas, próximo a Poços de Caldas, e pertencem às Indústrias Nucleares do Brasil S.A (INB). São resíduos da atividade de extração e processamento de urânio.</p>
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