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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Bienal Naifs</title>
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		<title>Inscrições para Bienal Naïfs do Brasil, em Piracicaba, vão até 22 de março</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2016 14:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal Naifs]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal Naifs do Brasil em Piracicaba]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Continuam abertas até o dia 22 de março as inscrições para a décima terceira edição da Bienal Naïfs do Brasil, que acontece no segundo semestre em Piracicaba, interior de São Paulo, na unidade local do Serviço Social do Comércio (Sesc). A Bienal Naïfs reúne os trabalhos representativos da arte ingênua, espontânea, primitiva e popular de todas as regiões do Brasil. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas observando o regulamento que pode ser obtido no SESC-Piracicaba.</p>
<p>A 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no SESC-Piracicaba, em 2014, apresentou 106 obras de 81 artistas de todos os cantos do país. Desses cantos vem o encanto com o lirismo, a visão crítica e a esperança de dias melhores.</p>
<div id="attachment_679" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056.jpg"><img class="size-large wp-image-679" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056-1024x768.jpg" alt="O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP), na edição de 2014 (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP), na edição de 2014 (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>A arte naïf, ou naive, é aquela de matriz na cultura popular, e que representa a expressão espontânea, ingênua, instintiva, de artistas geralmente autodidatas, sobre vários aspectos da vida. Entre 1986 e 1991 o SESC-Piracicaba realizou mostras anuais, que representaram o fortalecimento do olhar mais atento para esse importante recorte da cultura brasileira. As bienais deram um passo à frente, representam um salto de qualidade na valorização e visibilidade dessa vertente artística e filosófica.</p>
<p>A 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil não se limitou à pintura. Eram vários suportes para a expressão dos artistas, como na técnica mista usada pelo Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP), para mostrar “O Baile das Caveiras”.</p>
<div id="attachment_680" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-064.jpg"><img class="size-large wp-image-680" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-064-1024x768.jpg" alt="Obras de Milene de Oliveira, de Socorro (SP), na última edição da Bienal Naïfs do Brasil: o meio é a mensagem (Foto José Pedro Martins) " width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Obras de Milene de Oliveira, de Socorro (SP), na última edição da Bienal Naïfs do Brasil: o meio é a mensagem (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Diógenes Moura assinou a curadoria da 12ª Bienal Naïfs do Brasil. Há décadas o pesquisador mergulha na alma da cultura popular brasileira. Nascido em Recife, viveu em Salvador e há anos está em São Paulo, onde atua na Pinacoteca do Estado. É jornalista, escritor e roteirista. É autor, entre outros, de “Elásticos Chineses”, editado pela Fundação Casa de Jorge Amado.</p>
<p>A festa, a alegria, a comunhão de afetos é uma das fortes vertentes da arte naïf. A celebração da vida em comunidade. Como em “Festa Junina”, de Edgard D´Oliveira, de São José do Rio Preto (SP), ou Dança Pau de Fitas, de Salvatori, de Porto Alegre (RS), presentes na 12ª Bienal.</p>
<p>Outro tema valorizado no mundo naïf é a nostalgia da vida rural, seu contato direto com a natureza, o cotidiano duro e livre, como em “Refúgio dos Pescadores” e “A Vida na Roça”, de Milene de Oliveira (Socorro, SP), tendo como suporte duas enxadas, também na última edição. Na arte naïf o meio também é a mensagem.</p>
<div id="attachment_681" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040.jpg"><img class="size-large wp-image-681" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040-1024x768.jpg" alt="A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG), em 2014 (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG), em 2014 (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Não por acaso, o êxodo rural e suas consequências, tanto para a roça como para a cidade, também está presente no universo naïf e na bienal de Piracicaba. Na edição de 2014, o par de óleos sobre tela “Antes do êxodo rural” e “Depois do êxodo rural”, de Miguel S.S.S., de Marília (SP), foi mais do que explícito nesse sentido.</p>
<p>Um dos efeitos da urbanização intensiva é a medicalização da vida. Esta foi a denúncia de Cor Jesus, de Ouro Preto (MG), em sua assemblagem sem título, na qual utiliza caixas de remédio para montar a maquete de uma cidade densamente urbanizada.</p>
<p>Enfim, a Bienal Naïfs do Brasil é um espelho da alma brasileira, em toda sua diversidade. Os interessados em participar da edição de 2016 por ter mais informações nos números 0800-771-6243 e 3437-9286 ou  pelo email bienalnaifs@piracicaba.sescsp.org.br. O Sesc de Piracicaba fica na Rua Ipiranga, 155, região central da cidade.<strong> (Por José Pedro Martins)</strong></p>
<div id="attachment_678" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-015.jpg"><img class="size-large wp-image-678" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-015-1024x768.jpg" alt="Obras de 81 artistas estiveram expostas na última Bienal Naifs de Piracicaba (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Obras de 81 artistas estiveram expostas na última Bienal Naifs de Piracicaba (Foto José Pedro Martins)</p></div>
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		<title>Dez motivos para não perder a Bienal Naifs de Piracicaba</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 20:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal Naifs]]></category>
		<category><![CDATA[SESC-Piracicaba]]></category>

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		<description><![CDATA[Sob o tema “O Santuário Refletido no Espelho”, a 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no SESC-Piracicaba, apresenta 106 obras de 81 artistas de todos os cantos do país. Desses cantos vem o encanto com o lirismo, a visão crítica e a esperança de dias melhores. A Bienal fica até o dia 30 de novembro ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sob o tema “O Santuário Refletido no Espelho”, a 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no SESC-Piracicaba, apresenta 106 obras de 81 artistas de todos os cantos do país. Desses cantos vem o encanto com o lirismo, a visão crítica e a esperança de dias melhores. A Bienal fica até o dia 30 de novembro no SESC-Piracicaba (rua Ipiranga, 155).</p>
<ol>
<li>A arte naïf, ou naive, é aquela de matriz na cultura popular, e que representa a expressão espontânea, ingênua, instintiva, de artistas geralmente autodidatas, sobre vários aspectos da vida. Entre 1986 e 1991 o SESC-Piracicaba realizou mostras anuais, que representaram o fortalecimento do olhar mais atento para esse importante recorte da cultura brasileira. As bienais deram um passo à frente, representam um salto de qualidade na valorização e visibilidade dessa vertente artística e filosófica.</li>
<li>A 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil não se limite à pintura. São vários suportes para a expressão dos artistas, como na técnica mista usada pelo Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP), para mostrar “O Baile das Caveiras”.</li>
</ol>
<div id="attachment_679" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056.jpg"><img class="size-large wp-image-679" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056-1024x768.jpg" alt="O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP)</p></div>
<p>3. A curadoria da 12ª Bienal Naïfs do Brasil é de Diógenes Moura, que há décadas mergulha na alma da cultura popular brasileira. Nascido em Recife, viveu em Salvador e há anos está em São Paulo, onde atua na Pinacoteca do Estado. É jornalista, escritor e roteirista. É autor, entre outros, de “Elásticos Chineses”, editado pela Fundação Casa de Jorge Amado. Entre outros, recebeu o Prêmio APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte de melhor livro de contos/crônica de 2010 com <em>Ficção Interrompida – Uma Caixa de Curtas </em>(Ateliê Editorial). Também é pesquisador em fotografia, tendo atuado como curador em várias mostras. “Liberto em sua expressão popular, o artista se livra do medo para entregar-se à descoberta de si mesmo”, escreve Diógenes, no texto de apresentação da Bienal.</p>
<p>4. A festa, a alegria, a comunhão de afetos é uma das fortes vertentes da arte naïf. A celebração da vida em comunidade. Como em “Festa Junina”, de Edgard D´Oliveira, de São José do Rio Preto (SP), ou Dança Pau de Fitas, de Salvatori, de Porto Alegre (RS).</p>
<p>5. A nostalgia da vida rural, seu contato direto com a natureza, o cotidiano duro e livre, é frequentemente valorizado no mundo naïf, como em “Refúgio dos Pescadores” e “A Vida na Roça”, de Milene de Oliveira (Socorro, SP), tendo como suporte duas enxadas. Na arte naïf o meio também é a mensagem.</p>
<div id="attachment_680" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-064.jpg"><img class="size-large wp-image-680" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-064-1024x768.jpg" alt="Obras de Milene de Oliveira, de Socorro (SP)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Obras de Milene de Oliveira, de Socorro (SP)</p></div>
<p>6. Não por acaso, o êxodo rural e suas consequências, tanto para a roça como para a cidade, também está presente no universo naïf e na bienal de Piracicaba. O par de óleos sobre tela “Antes do êxodo rural” e “Depois do êxodo rural”, de Miguel S.S.S., de Marília (SP), é mais do que explícito nesse sentido.</p>
<p>7. Um dos efeitos da urbanização intensiva é a medicalização da vida. Esta é a denúncia de Cor Jesus, de Ouro Preto (MG), em sua assemblagem sem título, na qual utiliza caixas de remédio para montar a maquete de uma cidade densamente urbanizada.</p>
<div id="attachment_681" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040.jpg"><img class="size-large wp-image-681" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040-1024x768.jpg" alt="A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG)</p></div>
<p>8. A 12ª Bienal Naïfs apresenta duas importantes coleções de fotopintura, expressão popular muito tradicional. Segundo o curador Diógenes Moura, suas origens podem estar nos retratos de Fayum, região da Península Itálica e do Mediterrâneo, datados do século IV a II a.C. No Brasil a técnica começa a ser usada intensivamente primeiro no Nordeste, no início do século XX, com o uso inovador de pastel e a óleo transparente. A bienal tem duas coleções importantes, a do pesquisador alemão Titus Riedl (que vive no Crato desde 1999) e a do Mestre Júlio Santos, que recolheu trabalhos de vários estúdios durante cinco décadas.</p>
<p>9. Até o final da bienal, em 30 de novembro, o SESC-Piracicaba promove várias atividades paralelas, como oficinas, minicursos, ateliês abertos, visitas monitoradas com artista e apresentações de música, teatro, dança e cinema. Mais informações no SESC-Piracicaba (19.3437.9292) ou sescsp.org.br.</p>
<p>10. Tem muita coisa boa para ver. Uma delas é a obra “Brasileiras e Brasileiros”, de Augusto Japiá, de Paulista (PE), que usou acrílica sobre caixa de fósforo e ganhou o Prêmio Destaque Aquisição. A cultura popular brasileira é fogo que não se apaga.</p>
<div id="attachment_682" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-074.jpg"><img class="size-large wp-image-682" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-074-1024x768.jpg" alt="Prêmio Destaque Aquisição, para Augusto Japiá, de Paulista (PE)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Prêmio Destaque Aquisição, para Augusto Japiá, de Paulista (PE)</p></div>
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