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	<title>Agência Social de Notícias &#187; café</title>
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		<title>No Dia Internacional do Café, brindamos ao café brasileiro e seu pequeno produtor</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2016 13:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Economia]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura orgânica]]></category>
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		<category><![CDATA[Coffee of the Year]]></category>
		<category><![CDATA[Pequeno produtor]]></category>
		<category><![CDATA[Vida rural]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes “Quando meu pai vê o consumidor vir até a fazenda para comprar direto conosco o café que nós produzimos, ele não acredita no que está acontecendo. Há 50 anos, isso era impossível para o pequeno produtor.” Quem fala é Clayton Barrossa Monteiro da Fazenda Ninho da Águia localizada em Alto Caparaó (MG), ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>“Quando meu pai vê o consumidor vir até a fazenda para comprar direto conosco o café que nós produzimos, ele não acredita no que está acontecendo. Há 50 anos, isso era impossível para o pequeno produtor.” Quem fala é Clayton Barrossa Monteiro da Fazenda Ninho da Águia localizada em Alto Caparaó (MG), que venceu pela segunda vez consecutiva o prêmio Coffee of the Year, detendo agora os títulos de 2014 e de 2015. No Dia Internacional do Café, celebrado hoje, vale a pena conhecer o atual melhor café do Brasil.</p>
<p>Em entrevista por telefone, Clayton descreve rapidamente o cenário recente da produção de café no Brasil, o maior produtor do grão no mundo. Para a grande maioria dos pequenos agricultores que cultivam café em suas terras, a situação é muito difícil, diz ele, porque pouca coisa mudou no campo desde a Independência do Brasil. “É quase o mesmo de um século atrás.” As políticas agrícolas nunca atenderam devidamente os pequenos e médios produtores.</p>
<div id="attachment_6758" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cafeninhodaaguia2.jpg"><img class="size-large wp-image-6758" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cafeninhodaaguia2-684x1024.jpg" alt="Clayton mostra o prêmio Coffee of the Year 2014, que ele recebeu também em 2015" width="618" height="925" /></a><p class="wp-caption-text">Clayton mostra o prêmio Coffee of the Year 2014, que ele recebeu também em 2015</p></div>
<p>Para conseguir sobreviver, Clayton explica que achou um caminho que surgiu há pouco tempo: o dos cafés especiais, ou gourmets. “A oscilação do mercado mundial do café é muito grande, só os grandes acompanham, mas agora eu deixei de ficar de olho na Bolsa de Nova York.” Ele entrou no mercado de cafés especiais e saiu dos commodities.</p>
<p><strong>Persistência</strong></p>
<p>Clayton é a terceira geração de produtor de café na família Gomes Monteiro, que há cerca de 100 anos mantém a produção na Fazenda Ninho da Águia. Aos 18 anos, o pai de Clayton, Aídes Gomes Monteiro, saiu de Minas e foi para São Paulo, porque as geadas e a umidade estavam prejudicando a cultivo do grão na década de 1960.</p>
<p>O filho fez o caminho contrário quase três décadas depois. Clayton saiu de São Paulo para Minas e deu continuidade à produção de café na fazenda. “Hoje o cara vem na sua casa para comprar um produto já com valor agregado”, comemora o produtor premiado, que adotou medidas especiais para qualificar seu produto: produção orgânica, colheita seletiva, terreiro suspenso, estufa para finalizar e torra clara. Quando perguntado sobre a descrição do café, ele prefere passar para o barista, porque diz que o que ele entende melhor é do processo de produção.</p>
<div id="attachment_6759" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cafeninhodaaguia4.jpg"><img class="size-large wp-image-6759" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cafeninhodaaguia4-1024x684.jpg" alt="O consumidor pode comprar direto do produtor, pessoalmente na fazenda, no Alto  Caparaó (MG) ou pelo site cafefazendaninhodaaguia.com.br" width="618" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">O consumidor pode comprar direto do produtor, pessoalmente na fazenda, no Alto Caparaó (MG) ou pelo site cafefazendaninhodaaguia.com.br</p></div>
<p><strong>O melhor do Brasil</strong></p>
<p>O Coffee of The Year Brasil 2015, Café Fazenda Ninho da Águia, é frutado, com notas de caramelo, mel e garapa, de acordo com a avaliação técnica do júri. Mas o leigo que experimentar vai concordar facilmente.  Em uma descrição menos técnica, é um café com gostinho de fazenda.</p>
<p>Quem quiser comprar direto do produtor pode ir até a cidade mineira Alto Caparaó, na fazenda da família Monteiro, ou pode também comprar pelo site  (fazendaninhodaaguia.com.br) que envia ao consumidor já com o valor do frete.</p>
<p>A Fazenda Ninho da Águia fica a 1.300 metros de altitude e divide cerca com o Parque Nacional do Caparaó, onde está localizado o Pico das Bandeiras. Toda a região é favorável para o café graças ao clima, à altitude e ao terroir.</p>
<p>Monteiro exporta para Austrália, Alemanha, França e Estados Unidos. No Brasil, fornece para algumas cafeterias especializadas em São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná. Na capital paulista, a cafeteria Isso é Café – localizada no Mirante, atrás do Museu de Arte de São Paulo (Masp) &#8211; trabalha com o café premiado, além de outros cafés especiais.</p>
<div id="attachment_6760" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cafeninhodaaguia3.jpg"><img class="size-large wp-image-6760" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cafeninhodaaguia3-1024x681.jpg" alt="Fazenda Ninho da Águia é vizinha ao Parque Nacional do Caparaó, a 1.300m de altitude, onde está localizado o Pico das Bandeiras" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Fazenda Ninho da Águia é vizinha ao Parque Nacional do Caparaó, a 1.300m de altitude, onde está localizado o Pico das Bandeiras</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filme de animação sobre café chega às telas após seis anos de pesquisa e captação de recursos</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2015 23:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Após seis anos de elaboração e muita persistência, o filme de animação “Café – Um dedo de prosa”, de Maurício Squarisi, com narração de Vera Holtz e Wandi Doratiotto, foi lançado oficialmente no Brasil em sua versão final no dia 26 de março, na Casa do Lago da Unicamp. Realizado com verbas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Após seis anos de elaboração e muita persistência, o filme de animação “Café – Um dedo de prosa”, de Maurício Squarisi, com narração de Vera Holtz e Wandi Doratiotto, foi lançado oficialmente no Brasil em sua versão final no dia 26 de março, na Casa do Lago da Unicamp. Realizado com verbas da iniciativa privada por meio do ProAC (Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura do Estado), o filme multidisciplinar e didático sobre o café também será levado às escolas para cumprir seu papel educativo. No dia 21 de maio, às 14h, haverá uma sessão na Estação Cultura, em Campinas, e a distribuição nos cinemas fica agora por conta da Polifilmes.</p>
<p>A obra é mais um exemplo de que, no Brasil, ainda é preciso um esforço pessoal e heroico de alto risco para realizar projetos culturais e artísticos. Autor de 16 filmes de animação, Maurício Squarisi começou sua pesquisa em 2009, quando leu o livro “História do Café”, de Ana Luiza Martins. “Há muito tempo eu queria fazer um filme sobre esse tema, porque tudo tem relação com o café. Isso me estimulou a curiosidade”, diz o diretor, que já produziu curtas sobre brincadeiras de rua, Carlos Gomes, cartas de Pero Vaz Caminha e inúmeros temas nacionais, desde 1979.</p>
<p>“Fiquei dois anos lendo, relendo e rabiscando o livro, até procurar a historiadora Ana Luiza, que aceitou ser a assessora histórica do projeto.” Os desenhos e o roteiro desde o início já estavam sendo produzidos por Squarisi.</p>
<p><strong>Persistência</strong></p>
<p>Depois de ter aprovação do ProAC, em setembro de 2013, começou a batalha para conseguir a verba. “Para aprovar já é difícil, mas depois é ainda mais complicado chegar às empresas. Tem de ser persistente e paciente, como em tudo na animação. O meu prazo no ProAC quase expirou, cheguei ao desespero e apelei até a São Benedito. Precisei de uma agência para fazer dar certo”, desabafa Squarisi, que finalizou o filme em outubro de 2014. A agência responsável pela captação de recursos foi a AN7.</p>
<p>Com custo de R$ 800 mil, o filme teve a participação de 15 profissionais. “Foi preciso refazer o orçamento desde a aprovação do projeto no ProAC. Precisamos alterar os cachês de muitos que trabalhavam para conseguirmos chegar até o fim, porque de acordo com o processo as empresas não depositam tudo de uma vez”, explica Squarisi, que comemora a finalização do projeto e torce para que produzir um filme seja um processo mais simples para quem se propõe a fazer.</p>
<div id="attachment_2959" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/150326_044_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2959" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/150326_044_1800-1024x680.jpg" alt="O lançamento nacional do filme foi na Casa do Lago, na Unicamp; nova sessão acontece dia 21 de maio na Estação Cultura e distribuição para os cinemas será feita pela Polifilmes" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O lançamento nacional do filme foi na Casa do Lago, na Unicamp; nova sessão acontece dia 21 de maio na Estação Cultura e distribuição para os cinemas será feita pela Polifilmes</p></div>
<p><strong>Investindo em arte</strong></p>
<p>Metade dos custos do filme foi assumida pela empresa Sapa, o restante ficou por conta das empresas Tuberfil e Simeira. Para o produtor e diretor de cinema Wilson Lazaretti, um dos fundadores do Núcleo de Cinema de Animação do Museu da Imagem e do Som (MIS) Campinas, o filme “Café – Um dedo de prosa”, além de ser um registro da histórica do café, é também um produto artístico, pelo traço do desenho carregado de personalidade. “A criação está sempre relacionada ao contexto cultural em que você vive. Este é um filme com o estilo próprio do Squarisi, não tem nada de Disney e está bem dosado com relação às informações”, avalia Lazaretti.</p>
<p>Camila Arcanjo, do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo, pretende transformar o filme em um instrumento de trabalho. “Tenho dificuldade de contar a história do café no Brasil, porque só há material dessa trajetória em outros países. O desenho tem todas as informações sociais, culturais e históricas sobre o café, desde a sua entrada no Brasil até a industrialização, de forma didática”, resume.</p>
<p><strong>O café</strong></p>
<p>Logo no início da narrativa, a atriz Vera Holtz, que está sentada à mesa de um Café com Wandi Doratiotto para “um dedo de prosa”, fala de sua preferência: “Eu gosto mesmo é do café puro”. E assim segue o texto, também de autoria de Squarisi, sobre o café e a relação que ele tem com a política, a sociedade e a cultura. “Tomar café é viver o vai e vem da História do Brasil”, diz a narrativa que tem duração de 72 minutos.</p>
<p>Segundo Squarisi, a versão para as escolas será reduzida para meia hora. “Levamos este formato a nove escolas de Portugal quando participamos do Festival de Lisboa de Animação, e as crianças gostaram muito. Por ser outro país, a música chamou muito a atenção”, diz o diretor, lembrando que a produção musical é de Wandi Doratiotto. Durante o festival, em 14 de março, ele também fez o lançamento internacional na versão completa de “Café – Um dedo de prosa”</p>
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