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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Campignólia</title>
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		<title>Comédia fantasmagórica volta a ocupar MIS Campinas neste final de semana</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 13:42:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após a bem-sucedida temporada de estreia em junho, com direito a filas de espera e a espectadores desconsolados por não conseguirem um senha, a comédia fantasmagórica Campignólia retorna ao MIS Campinas, abrigado no Palácio dos Azulejos. Por sinal, o Barão Despenteado e a sua ‘família desajeitada’ contavam os segundos para um novo reencontro com o público campineiro. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após a bem-sucedida temporada de estreia em junho, com direito a filas de espera e a espectadores desconsolados por não conseguirem um senha, a comédia fantasmagórica <em>Campignólia</em> retorna ao MIS Campinas, abrigado no Palácio dos Azulejos. Por sinal, o Barão Despenteado e a sua ‘família desajeitada’ contavam os segundos para um novo reencontro com o público campineiro. Com limite de 50 espectadores por apresentação, a montagem será encenada quinta-feira (30/7), às 20h; sexta-feira (31/7), às 20h e à 0h (meia-noite); e sábado (1º/8), às 20h. A entrada é franca.</p>
<p>“A temporada de estreia foi uma oportunidade única. Tivemos a sorte de personificar histórias de Campinas que ficaram encobertas pelo tempo e pela persistência rude do progresso. Foi a chance de perceber o quanto essa memória reverbera no olhar atento de nosso espectador e quão viva está no Palácio. As paredes de lá respiram sons e uivos frios, transpiram risos calorosos e comemorações festivas de personagens que o tempo não levou, pois seus desejos insistem em permanecer ali impregnados em cada cômodo. Sentimos grande satisfação em abrir essas portas e janelas do palacete ‘assombrado’ para convidar a comunidade a entrar e a descobrir com seus próprios olhos a vida que pulsa em nosso patrimônio”, destaca a atriz Joana Piza.</p>
<p>A cena será composta pelos artistas da Família Burg (Guga Burg Cacilhas, Ivens Burg Cacilhas e Joana Piza), da Dupla Companhia (Aline Olmos e Fernanda Jannuzzelli) e pelo músico Lucas Uriarte. Quem está à frente da direção é o aclamado Palhaço Tubinho, descendente de família tradicional de circo-teatro e referência no Brasil em tal estética teatral. Por sinal, o multiartista circense também assina a dramaturgia inédita de <em>Campignólia</em>. A montagem foi contemplada pela edição 2014 do FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas) na categoria Artes Cênicas.</p>
<p>A ocupação do prédio do MIS Campinas foi proposital. O despertar se deu quando Guga Cacilhas, um dos artistas envolvidos, assistiu a um espetáculo naquele local. Dito e feito: resolveu produzir algo novo, unindo na mesma partitura artística o cenário daquele espaço centenário, o percurso itinerante pelo prédio e a estética do circo-teatro. “Para nós, a ocupação do MIS Campinas contribui para que esse museu se torne cada vez mais conhecido e valorizado pelo público. A partir desse estímulo, conseguimos fazer algo original, trazendo a linguagem da encenação circense para um lugar que ela ainda não tinha visitado”, destaca Guga.</p>
<p>Apesar de ter escrito as peripécias do Barão Despenteado bastante influenciado por visitas ao Palácio dos Azulejos, bem como por uma pesquisa desenvolvida pelos atores a partir de figuras históricas e lendas campineiras, Tubinho soltou as rédeas da imaginação para recriar personagens e situações. Cômicas, na maioria das vezes. “Trata-se de um espetáculo que tem cenas de suspense, de terror e de drama, mas que estão exclusivamente a favor da graça, da comédia. Da mesma forma, há uma inspiração histórica da cidade, mas bem livre e com certa licença poética, até porque não procuramos contar as origens de Campinas ou ser didáticos”, descreve Pereira França Neto, o Palhaço Tubinho.</p>
<p>A fim de apaziguar a curiosidade da plateia, que ficará extasiada em adivinhar as verdades históricas e as recriações fantásticas das trupes, a atriz Joana Piza pontua referências importantes no texto. Detalhes sutis, faz questão de reforçar. “Por exemplo, há menção à filha albina do Barão Geraldo de Rezende, que não podia tomar sol por conta da pele; da tão conhecida Lenda do Boi Falô e, claro, da trajetória do Barão de Itatiba, que construiu e morou no Palácio dos Azulejos. Ali, ele promovia um evento chamado Copo de Água, momento em que recebia a população com uma farta mesa de doces”, destaca a atriz.</p>
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		<title>Os fantasmas vão ocupar o MIS Campinas entre os dias 25 e 27 de junho</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 17:38:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Gonçalves Sentem-se, por favor. Afinal, a espera continua longa e vagarosa. Além disso, o Barão Despenteado, figura notória, invejosa e polêmica do fim do período da escravidão, tem uma história em tom de causo de tio avô para desvendar ao respeitável público. O palco itinerante dessa viagem fantástica será o MIS Campinas, abrigado ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Tiago Gonçalves</strong></p>
<p>Sentem-se, por favor. Afinal, a espera continua longa e vagarosa. Além disso, o Barão Despenteado, figura notória, invejosa e polêmica do fim do período da escravidão, tem uma história em tom de causo de tio avô para desvendar ao respeitável público. O palco itinerante dessa viagem fantástica será o MIS Campinas, abrigado no Palácio dos Azulejos. Com limite de 60 espectadores por apresentação, a comédia fantasmagórica <em>Campignólia</em> será encenada quinta-feira (25/6), às 20h, bem como sexta-feira (26/6) e sábado (27/6), às 20h e à 0h (meia-noite). A entrada é franca.</p>
<p>A cena será composta pelos artistas da Família Burg (Guga Burg Cacilhas, Ivens Burg Cacilhas e Joana Piza), da Dupla Companhia (Aline Olmos e Fernanda Jannuzzelli) e pelo músico Lucas Uriarte. Quem está à frente da direção é o aclamado Palhaço Tubinho, descendente de família tradicional de circo-teatro e referência no Brasil em tal estética teatral. Por sinal, o multiartista circense também assina a dramaturgia inédita de <em>Campignólia</em>. A montagem foi contemplada pela edição 2014 do FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas) na categoria Artes Cênicas.</p>
<p>A ocupação do prédio do MIS Campinas foi proposital. O despertar se deu quando Guga Cacilhas, um dos artistas envolvidos, assistiu a um espetáculo naquele local. Dito e feito: resolveu produzir algo novo, unindo na mesma partitura artística o cenário daquele espaço centenário, o percurso itinerante pelo prédio e a estética do circo-teatro. “Para nós, a ocupação do MIS Campinas contribui para que esse museu se torne cada vez mais conhecido e valorizado pelo público. A partir desse estímulo, conseguimos fazer algo original, trazendo a linguagem da encenação circense para um lugar que ela ainda não tinha visitado”, destaca Guga.</p>
<p>Apesar de ter escrito as peripécias do Barão Despenteado bastante influenciado por visitas ao Palácio dos Azulejos, bem como por uma pesquisa desenvolvida pelos atores a partir de figuras históricas e lendas campineiras, Tubinho soltou as rédeas da imaginação para recriar personagens e situações. Cômicas, na maioria das vezes. “Trata-se de um espetáculo que tem cenas de suspense, de terror e de drama, mas que estão exclusivamente a favor da graça, da comédia. Da mesma forma, há uma inspiração histórica da cidade, mas bem livre e com certa licença poética, até porque não procuramos contar as origens de Campinas ou ser didáticos”, descreve Pereira França Neto, o Palhaço Tubinho.</p>
<p>A fim de apaziguar a curiosidade da plateia, que ficará extasiada em adivinhar as verdades históricas e as recriações fantásticas das trupes, a atriz Joana Piza pontua referências importantes no texto. Detalhes sutis, faz questão de reforçar. “Por exemplo, há menção à filha albina do Barão Geraldo de Rezende, que não podia tomar sol por conta da pele; da tão conhecida Lenda do Boi Falô e, claro, da trajetória do Barão de Itatiba, que construiu e morou no Palácio dos Azulejos. Ali, ele promovia um evento chamado Copo de Água, momento em que recebia a população com uma farta mesa de doces”, destaca a atriz.</p>
<div id="attachment_3766" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Campignólia2.jpg"><img class="size-large wp-image-3766" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Campignólia2-1024x683.jpg" alt="O convite é para percorrer as salas e outros espaços do MIS" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">O convite é para percorrer as salas e outros espaços do MIS</p></div>
<p><strong>Comédia itinerante</strong></p>
<p>Itinerante pelo Palácio dos Azulejos, percorrendo as principais salas, escadarias e o jardim, o público perseguirá os passos do ainda Comendador Despenteado, que traz no peito um sonho reprimido: receber o título de Barão. Para aumentar a perturbação, figuras ambiciosas e desajeitadas cruzarão o caminho deste fanfarrão, entre as quais os criados Bento e Benta, Bina, a filha aflita por conta de um casamento arranjado pelos pais; e Magnólia, a esposa controladora e megera. “Vem daí o Campignólia, um louco desejo do Despenteado em mudar o nome de Campinas para agradar e homenagear a mulher”, completa Tubinho.</p>
<p>Contudo, como pontua o ator Ivens Burg Cacilhas, o intérprete de Despenteado, o figurão necessita cumprir alguns requisitos para receber o título de barão das mãos de Dom Pedro. Para tanto, promove de forma interesseira a benemerência, tanto por meio do Copo de Água quanto pela construção de escolas, e ainda busca casar a filha com um bom partido. “Tudo o que o Despenteado faz tem como referência a vida de um antigo barão, que ele passa a tomar como exemplo. Ele não vive mais a vida dele, mas busca ser uma cópia do outro, o que acaba o colocando em algumas situações embaraçosas”, completa Ivens.</p>
<p><strong>A estética</strong></p>
<p>Apesar de não ser uma comédia da tradição do picadeiro ou escrita para o circo, <em>Campignólia</em> carrega alguns traços da vivência do Palhaço Tubinho sob a lona circense. Para começar, a plateia identificará com facilidade alguns tipos clássicos do circo-teatro, como a megera, a ingênua e, claro, o cômico. “Não existe a figura do palhaço de cara pintada, mas a graça está toda voltada ao Despenteado”, explica Tubinho. Da mesma forma, tal qual o que encontrou no berço artístico, a comédia escrita pelo circense também está baseada em quiproquós, desajustes familiares e até mesmo em algumas gags clássicas da palhaçaria de picadeiro.</p>
<p>Outro detalhe precioso: o tom sobrenatural de <em>Campignólia</em> está intimamente ligado à herança do circo-teatro. Não por acaso, várias comédias de lona retratam mistérios ocultos, fantasmas e seres fantásticos. Tubinho cita algumas: <em>Tubinho e As Almas do Outro Mundo</em>, <em>Tubinho Contra o Lobisomem</em>, <em>Tubinho e a Noiva do Defunto,</em> e <em>Ghost ou Não Goste: Tubinho do Outro Lado da Vida</em>. “O sobrenatural funciona bastante, a plateia se identifica. O palhaço já é desajeitado e atrapalhado por natureza, imagine só quando ele se depara e enfrenta esses seres, a graça e as trapalhadas tendem ainda a ser maiores e mais espontâneas”, avalia Tubinho.</p>
<p><strong>O diretor</strong></p>
<p>Por ter nascido dentro de uma família circense tradicional, Pereira França Neto, o popular Palhaço Tubinho, carrega no sangue a polivalência dos artistas de picadeiro. Além de palhaço, acumula as habilidades de ator, diretor, dramaturgo, produtor cultural e empresário circense. Desde 2001, está à frente do Circo de Teatro Tubinho – uma trupe circense itinerante –, que traz no repertório mais de 90 espetáculos teatrais, entre comédias, infantis e dramas, como <em>Tubinho, O Rei do Gatilho</em>; <em>Tubinho e a Sua Família na Capital</em>; <em>Tubinho e a Mulher Nota 1.000; Pinocchio</em>; <em>Meu Filho, Minha Vida</em> e <em>Tubinho e as Almas de Outro Mundo</em>.</p>
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