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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Campinas 250 Anos Meio Ambiente</title>
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		<title>Passado, presente e futuro de Campinas na área ambiental: breves considerações</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 18:50:07 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Andréa Struchel e  Ângela Cruz Guirao Campinas tem uma posição estratégica no cenário regional e nacional como polo tecnológico e econômico no Brasil, cujo progresso dissociado da proteção ambiental acabou por gerar alguns passivos ambientais desafiadores para os gestores públicos, privados, sociedade civil organizada e para comunidade. Adotando-se como recorte temporal a última década, presenciamos uma forma ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Andréa Struchel e  Ângela Cruz Guirao</strong></p>
<p>Campinas tem uma posição estratégica no cenário regional e nacional como polo tecnológico e econômico no Brasil, cujo progresso dissociado da proteção ambiental acabou por gerar alguns passivos ambientais desafiadores para os gestores públicos, privados, sociedade civil organizada e para comunidade.</p>
<p>Adotando-se como recorte temporal a última década, presenciamos uma forma consistente na condução de suas políticas destinadas à área ambiental, com a municipalização do licenciamento ambiental, a efetivação de fato da fiscalização e educação ambiental, conhecimento dos elementos ambientais, instituição de um planejamento ambiental geoespacialização, bem como a internalização da fauna das políticas públicas locais, acompanhada da criação de uma estrutura administrativa de gestão, cuja principal meta é atingir melhores índices de qualidade ambiental local e regional.</p>
<p>Em uma breve linha do tempo, serão apresentados alguns marcos desse avanço. Em 2010, o licenciamento ambiental foi municipalizado, cuja compensação ambiental agregou ao banco de áreas verdes, otimizando a recuperação e qualificação de áreas verdes e ambientalmente protegidas.</p>
<p>Em 2011, foram criadas 03 novas Unidades de Conservação na região do Campo Grande: Parque Natural Municipal do Campo Grande, Parque Natural Municipal dos Jatobás (que protege um remanescente de cerrado) e a Área de Proteção Ambiental do Campo Grande.</p>
<p>Em 2013, o Plano de Saneamento Básico trouxe segurança aos investimentos e diretrizes em resíduos, tratamento e abastecimento de água, de esgoto e de drenagem, sendo que em 2020, com a construção da ETE Boa Vista, a capacidade instalada de tratamento de esgoto na cidade atingiu o histórico marco de 100%, um dos passos fundamentais para a universalização do saneamento básico na cidade.</p>
<div id="attachment_1163" style="width: 5194px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Campinas6.jpg"><img class="size-full wp-image-1163" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Campinas6.jpg" alt="Campinas enfrenta desafios derivados de passivos ambientais (Foto Adriano Rosa)" width="5184" height="3456" /></a><p class="wp-caption-text">Campinas enfrenta desafios derivados de passivos ambientais (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>Em 2014, foram ampliadas as áreas protegidas do município com a criação do Parque Natural Municipal da Mata e Refúgio de Vida Silvestre Quilombo, totalizando 09 Unidades de Conservação municipais.</p>
<p>Em 2015 a Política de Educação Ambiental e, em 2016, os Planos de Recursos Hídricos e do Verde foram instituídos por Decreto Municipal. No ano de 2017, a Lei do Plano Municipal de Educação Ambiental foi sancionada.</p>
<p>Os Planos Municipais estratégicos para o meio ambiente contribuíram para a significativa interface na repactuação do ordenamento territorial, por meio da revisão do Plano Diretor (Lei Complementar nº 189/2018) apresentando um Capítulo de Meio Ambiente robusto, a instituição de uma Macrozona de Relevância Ambiental que internalizou todas as Unidades de Conservação (09) e outras áreas de relevância como as fazendas do Exército e Santa Elisa, Parque Ecológico e área de inundação do Rio Atibaia ao norte da cidade, Permeabilidade do solo de 70% de grandes áreas, além de instituir o sistema de áreas verdes como eixo estruturador do plano diretor.</p>
<p>Em 2019, o Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental de Campinas, unidade de conservação de uso sustentável que ocupa um terço do território, foi aprovado pelo seu Conselho Gestor e instituído por Portaria.</p>
<p>Em 2020 tivemos a aprovação das Políticas Municipais de Enfrentamento aos Impactos das Mudanças do Clima e da Poluição Atmosférica e de Meio Ambiente que consolidou todo o sistema de gestão local, otimizando seus instrumentos balizadores.</p>
<p>Por fim, em 2020, essa forma de gestão foi consolidada pela Política Ambiental Municipal, por meio da instituição da Lei Complementar nº 263/2020, assegurando a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. A Política contempla em seu conteúdo a estrutura administrativa, os valores envolvidos, os objetivos e os instrumentos pertinentes de forma a permitir que o poder público tenha condições de estabelecer ações ordenadas e práticas para atingir os objetivos definidos para os vários aspectos da questão ambiental.</p>
<p>Neste ano, Campinas reforçou o seu compromisso com a Região Metropolitana de Campinas, com o lançamento do Plano de Implementação da Área de Conectividade da RMC (Programa Reconecta RMC) e com a restauração florestal no âmbito da América Latina e Caribe (Iniciativa 20&#215;20) aceitou participar do Comitê Consultivo de Governos Subnacionais para a Biodiversidade da Convenção da Diversidade Biológica (CDB), reforçando o papel da gestão local com a biodiversidade. Também foram iniciados os Planos de Manejo de outras duas Unidades de Conservação de Proteção Integral.</p>
<p>Os próximos passos seguem pautados no alicerce construído e viabilizado, por meio de diferentes instrumentos de gestão ambiental, como o Banco de Áreas Verdes (que já gerenciou o plantio de mais 400 mil mudas), Termos de Ajustamento de Conduta e pelo Fundo Ambiental &#8211; PROAMB, cujas intervenções positivas no território podem ser observadas por meio da a instalação de fossas sépticas biodigestoras, recuperação das áreas de preservação permanente, formação de corredores ecológicos e passagens de fauna, revitalização de praças e implantação de parques lineares. Campinas segue firme no seu compromisso com o meio ambiente e com a melhora na qualidade de vida da população!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Andréa Struchel é Diretora de Licenciamento Ambiental da Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Campinas, Ângela Cruz Guirao é Diretora do Verde e do Desenvolvimento Sustentável da mesma Secretaria.</em></p>
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