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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Campinas</title>
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		<title>Vocação republicana de Campinas inspira livro de jornalistas da ASN que será lançado na quinta</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 04:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois caminhos diferentes, que seguiam como trilhos paralelos, se encontraram em um mesmo propósito: evocar a memória afetiva e política de Campinas, trazendo à tona a vocação republicana da cidade. O encontro entre o texto do jornalista José Pedro Soares Martins e as fotos de Martinho Caires, ambos da Agência Social de Notícias (ASN), resultou no livro “República de Campinas – Cenas da memória afetiva e política da cidade”, que será lançado no dia 17 de setembro, quinta-feira, no A Cabrita Café, distrito de Joaquim Egídio. No mesmo evento acontecem outros encontros de diferentes caminhos no Sarau Multissensorial, entre eles a exposição “Caminhos de Joaquim”, da artista plástica Lygia Eluf (leia ainda hoje aqui na Agência Social de Notícias).</p>
<p>&#8220;Campinas foi um dos berços da República, em um movimento iluminista que, com todas as contradições, propunha o direito do ser humano à liberdade, à felicidade e à beleza depois de tanto tempo de opressão e iniquidade, como no caso da escravatura”, diz o jornalista José Pedro Soares Martins. “Agora, no início do século 21, nós estamos precisando de um novo iluminismo, pois as trevas da intolerância e do horror continuam se manifestando”, contextualiza.</p>
<p><strong>Estímulo ao novo</strong></p>
<p>“Que a Campinas republicana, aquela que ousa e cria, seja um estímulo a pensar e a lutar por um novo tempo. Esta é um pouco a minha inspiração para este novo livro&#8221;, diz José Pedro, que chega agora ao 70º livro publicado, de autoria própria ou em parceria. De acordo com os autores, a intenção do livro não é apenas a lembrança do passado, mas também destacar a vocação republicana como inspiração para as demandas da sociedade contemporânea.</p>
<p>“Afinal, a República ainda não foi conquistada na integridade. Campinas é uma cidade com vocação republicana, República esta que contém suas contradições, configurada como território de busca do bem comum, dos direitos fundamentais do ser humano e, ao mesmo tempo, pontilhada por ilhas de privilégio e manchas de arbítrio e exclusão”, afirmam os autores, logo na introdução do livro.</p>
<div id="attachment_4570" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_4_republica_de_campinas_2015.jpg"><img class="size-large wp-image-4570" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_4_republica_de_campinas_2015-1024x1024.jpg" alt="(Foto: Martinho Caires)" width="618" height="618" /></a><p class="wp-caption-text">O Largo do Rosário, no Centro; as palmeiras imperiais plantadas na Praça Carlos Gomes e as janelas da antiga fábrica Lindenwood (Fotos: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Olhar poético</strong></p>
<p>A ideia do livro surgiu em fevereiro de 2014, a partir da exposição fotográfica de Martinho Caires, “Campinas, Província e/ou Metrópole”, no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC). “Eu já tinha um texto por trás destas fotos, que era o do contraponto entre as duas Campinas, a província e a metrópole, mas sob um olhar mais poético. Eu buscava lugares que eu gostava de fotografar, usando o critério do encantamento”, lembra Martinho sobre a exposição.</p>
<p>“Cheguei a pensar em fazer um livro com as fotos da exposição, mas o José Pedro (Soares Martins) propôs este novo ângulo e passei a procurar em uma mesma imagem este contraponto de ontem e hoje, mostrando a exuberância econômica de dois momentos da cidade; a dos casarões, das fazendas de café, das palmeiras, e a Campinas dos prédios modernos. Fomos agregando as imagens que representavam a transformação”, descreve o fotógrafo. Entre os prédios fotografados estão o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e o Colégio Culto à Ciência &#8211; “O próprio nome do colégio, construído por vlta de 1870, já mostra o quanto a cidade era revolucionária para a época e nós não dos damos conta disso hoje”, diz Martinho.</p>
<p><strong>Projeto do FICC</strong></p>
<p>O livro “República de Campinas”, de José Pedro Martins e Martinho Caires foi editado pela PCN Comunicação, como um projeto aprovado em 2014 pelo Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC), ligado à Secretaria Municipal de Cultura. A publicação reúne 16 espaços e joias arquitetônicas que lembram a vocação republicana de Campinas. A cidade é um dos berços do movimento republicano, cuja vitória em 1889 representou o início de uma nova era para a política, a economia, a sociedade e a cultura no Brasil.</p>
<p>José Pedro Martins é jornalista e escritor. Tem 70 livros publicados em história, meio ambiente, cultura e cidadania. Martinho Caires é fotógrafo, fotojornalista, artista de imagens, produtor cultural e profissional de marketing. Participou em mais de 60 exposições individuais e coletivas. Venceu os concursos Fotografe Campinas e Painel Fotográfico Hércules Florence.</p>
<div id="attachment_4571" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_2_republica_de_campinas_2015.jpg"><img class="size-large wp-image-4571" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_2_republica_de_campinas_2015-1024x1024.jpg" alt="Um flagrante no teatro de arena do Centro de Convivência Cultural, construção moderna da cidade; um outro ângulo da Estação Ferroviária e a Catedral Metropolitana de Campinas (Fotos: Martinho Caires)" width="618" height="618" /></a><p class="wp-caption-text">Um flagrante no teatro de arena do Centro de Convivência Cultural, construção moderna da cidade; um outro ângulo da Estação Ferroviária e a Catedral Metropolitana de Campinas (Fotos: Martinho Caires)</p></div>
<p>Para o livro “República de Campinas”, Martinho fotografou edifícios, espaços públicos e episódios que estabelecem uma relação de pertencimento com quem nasceu na cidade ou optou por viver nela. “Uma comunhão de sonhos e afetos”, como definem os autores.</p>
<p><strong>Sarau Multissensorial</strong></p>
<p>Além lançamento do livro “República de Campinas”, o Sarau Multissensorial terá outras atrações como a vernissage “Caminhos de Joaquim”, a leitura de poemas de Manoel de Barros, a apresentação do duo Katia Kato no oboé e Zuza Rodrigues no violão. Katia Kato é doutora em Música na pós da Unicamp, onde concluiu mestrado e bacharelado em Música. Foi oboísta da Orquestra Sinfônica da Unicamp por 16 anos. É docente do curso de licenciatura em música da Faculdade Nazarena do Brasil e desenvolve atividade camerística como oboísta. Zuza Rodrigues é violonista com uma longa trajetória. O duo apresentará obras populares e eruditas, de jazz a bossa nova. O evento foi organizado pelas curadoras Ligia Testa, Flávia Pupo Nogueira e Heloisa Cavaleri. <strong>(Por Adriana Menezes)</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro “República de Campinas – Cenas da memória afetiva e política da cidade”; vernissage de “Caminhos de Joaquim” (de Lygia Eluf) e Sarau Multissensorial</strong></p>
<p><strong>Data: 17/09/2015 – quinta-feira</strong></p>
<p><strong>Horas : das 17h às 23h</strong></p>
<p><strong>Local: A Cabrita Café &#8211; Rua Heitor Penteado, 1085 – Joaquim Egídio – Campinas &#8211; SP</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Começam obras na Glicério: o novo centro de Campinas</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2015 17:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Francisco Glicério em obras]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Campinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Começaram na manhã deste sábado, 28 de fevereiro, as obras de requalificação da avenida Francisco Glicério, rumo a um novo centro de Campinas. Na primeira etapa as obras estarão concentradas no trecho da Glicério entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal de Deodoro. A intenção da Prefeitura é que as reformas na Glicério, principal via pública ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Começaram na manhã deste sábado, 28 de fevereiro, as obras de requalificação da avenida Francisco Glicério, rumo a um novo centro de Campinas. Na primeira etapa as obras estarão concentradas no trecho da Glicério entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal de Deodoro. A intenção da Prefeitura é que as reformas na Glicério, principal via pública da cidade, sejam um modelo para toda a região central. Esta pode ser a maior intervenção urbana em Campinas desde a década de 1950, quando foi concluído o Plano Prestes Maia.</p>
<p>As obras que compreendem aterramento da fiação elétrica e de telefonia, entre outras, exigem vários meses de mudanças no tráfego na região central. A Prefeitura recomenda evitar ao máximo a região. Placas e faixas estão avisando os motoristas. Agentes da Emdec estarão auxiliando motoristas e pedestres.</p>
<p>O segundo trecho de obras será entre Marechal Deodoro e avenida Benjamin Constant.  O terceiro, entre Benjamin e General Osório. Depois, entre General Osório e Conceição. E o último trecho, até 30 de novembro, entre Conceição e avenida Moraes Salles. As obras serão então suspensas, em função do final do ano, e serão concluídas em 2016.</p>
<div id="attachment_2608" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-282.jpg"><img class="size-large wp-image-2608" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-282-1024x768.jpg" alt="Faixas avisam sobre as obras na região central" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Faixas avisam sobre as obras na região central</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Duas equipes trabalharão, lado a lado da avenida, entre  7 e 22 horas, com sábados e domingos se necessário. Haverá apenas trânsito local e serão colocados tapumes e passarelas para pedestres. As mudanças na fiação elétrica serão quadra por quadra, e todos moradores e lojistas serão avisados com antecedência.</p>
<p>De forma associada, serão realizadas algumas obras em pontos específicos. Na praça do Joquei Clube, a iluminação de sódio será substituída por vapor metálico. O Largo do Pará e o Viaduto da Aquidaban receberão iluminação ornamental.</p>
<p>Iluminação mais eficiente, despoluição visual, padronização dos quiosques que serão instalados na calçada ampliada, paisagismo como ordenador do espaço, iluminação cênica nova para os monumentos históricos, a cargo da CPFL, e a troca da pichação por grafite, em parceria com artistas locais, são algumas ações propostas. Também há uma proposta de cobertura de bancas e estações de ônibus com células fotovoltaicas.</p>
<div id="attachment_2609" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-297.jpg"><img class="size-large wp-image-2609" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-297-1024x768.jpg" alt="Primeiro trecho de obras entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal Deodoro" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro trecho de obras entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal Deodoro</p></div>
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		<title>Chuvas em Campinas em 2014 ainda estão longe das médias históricas</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 11:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltou a chover em Campinas, melhorando a qualidade do ar e diminuindo as temperaturas, mas as precipitações ainda estão muito longe das médias históricas no mês de novembro e anual. Nas últimas 72 horas, até as 8 horas desta quarta-feira, 26 de novembro, choveu 44,1 milímetros, segundo o Cepagri/Unicamp. A média histórica de novembro é de 155,6 ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Voltou a chover em Campinas, melhorando a qualidade do ar e diminuindo as temperaturas, mas as precipitações ainda estão muito longe das médias históricas no mês de novembro e anual. Nas últimas 72 horas, até as 8 horas desta quarta-feira, 26 de novembro, choveu 44,1 milímetros, segundo o Cepagri/Unicamp. A média histórica de novembro é de 155,6 mm. A média histórica anual é de 1479 milímetros. Até as 8 horas de hoje choveu pouco mais de 600 milímetros, cerca de 40% do total esperado.</p>
<p>A temperatura máxima nas últimas 24 horas foi de 28,5<span style="font-family: Arial; font-size: medium;">°C</span> às 14h40 de terça-feira, dia 24. O vento alcançou 49,5 km/h às 15h40 de ontem. A umidade relativa do às 8 horas de hoje era de 99,7%.</p>
<p>Segundo o Cepagri/Unicamp, o tempo deve continuar variando entre parcialmente nublado e nublado com pancadas isoladas de chuva à tarde, incluindo o sul de Minas. Há possibilidade de temporais localizados Temperatura máxima de 30C à tarde e mínima de 20C na madrugada. Índice Ultravioleta com o máximo oscilando entre 11 e 12 em condições de céu claro em torno do meio-dia, sendo considerado muito alto. Umidade Relativa do ar elevada. Ventos fracos a moderados de norte.</p>
<p>Em todo estado de São Paulo, de acordo com o boletim do Cepagri, permanecem as condições de tempo variando entre parcialmente nublado e nublado com pancadas de chuva à tarde, devido à influência de áreas de instabilidade, pelo menos até a quinta-feira. As chuvas ocorrerão de forma irregular e mal distribuída, e há possibilidade de temporais localizados. Sensação de abafamento com temperaturas máximas acima de 30C com tendência de leve declínio na quinta-feira. Umidade relativa do ar elevada. Índice Ultravioleta atingindo valores entre 11 e 12 nos horários em torno do meio-dia, sendo considerado muito alto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em plena crise hídrica, Campinas terá novos investimentos em abastecimento de água</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 20:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Tietê]]></category>
		<category><![CDATA[Bacias PCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira, dia 30 de outubro, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, anuncia novos investimentos no abastecimento de água na cidade, que tem sido fortemente atingida pela estiagem prolongada. Campinas e várias cidades da região metropolitana dependem para abastecimento da bacia do rio Piracicaba, de onde também são exportadas águas para a Grande São Paulo, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, dia 30 de outubro, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, anuncia novos investimentos no abastecimento de água na cidade, que tem sido fortemente atingida pela estiagem prolongada. Campinas e várias cidades da região metropolitana dependem para abastecimento da bacia do rio Piracicaba, de onde também são exportadas águas para a Grande São Paulo, por intermédio do Sistema Cantareira, que já está utilizando a segunda parte do seu Volume Morto.</p>
<p>Campinas consome 4 metros cúbicos, ou 4 mil litros de água por segundo, e mais de 95% das águas são retiradas do rio Atibaia, que tem sido particularmente afetado pela estiagem e pela operação do Sistema Cantareira. A região do PCJ sempre protestou contra os impactos negativos do Cantareira.  O estudo “Análise de séries temporais de vazão e de precipitação na Bacia do Rio Piracicaba) realizado por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear da Agricultura (CENA), órgão da USP localizado em Piracicaba, comprovou que as vazões médias do rio Atibaia, um dos principais formadores da bacia do rio Piracicaba, foram reduzidas após a entrada em operação do Cantareira, em 1974.</p>
<p>Os pesquisadores (Juliano Daniel Groppo, Luiz Carlos Eduardo Milde, Manuel Enrique Guamero, Jorge Marcos de Moraes e Luiz Antonio Martinelli) compararam as vazões de 1975 a 1996  com as de 1947-1974, em três pontos de medição, e concluíram que elas caíram entre 14,5 e 18,5% após 1974.</p>
<p>Os sinais da crise hídrica estão presentes em todo território paulista, afetando agricultura, abastecimento, transporte e outras áreas. Vários municípios já convivem com o racionamento de água, ação que até o momento vem sendo adiada por exemplo na Grande São Paulo. Até a Hidrovia Tietê-Paraná está paralisada em alguns pontos, o que tem ocasionado enormes prejuízos para agricultores. A pesca também está sendo muito afetada. Duas regiões, em particular, estão próximas de uma forte crise no abastecimento, justamente a Grande São Paulo, na bacia do Alto Tietê, e a Região Metropolitana de Campinas, na bacia do rio Piracicaba. São as áreas mais ricas e populosas do estado e do país e a sua paralisação, por interrupções importantes no abastecimento, teria repercussão nacional.</p>
<p>A Grande São Paulo, que tem mais de 20 milhões de moradores, vivendo em 39 municípios, tem cerca de metade de sua população abastecida com águas do Sistema Cantareira, conjunto de reservatórios formados por águas da bacia do rio Piracicaba. O déficit hídrico na Grande São Paulo é antigo e, atualmente, a região consome 400% a mais de água do que tem de disponibilidade natural. Esse déficit apenas é superado pelas águas exportadas desde 1974 da bacia do rio Piracicaba, que também já está no limite de sua capacidade. O conjunto das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), formado por 62 municípios, já consome quase 100%  de sua disponibilidade.</p>
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