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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Carnaval no SESC Campinas</title>
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		<title>Perpetuação da magia do Maracatu, no Carnaval 2016 do SESC-Campinas</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2016 17:40:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com um brilhante vestidinho azul, Ana Clara, 4 anos, era conduzida pela tia, Amanda, nos passos envolventes e convidativos à dança. Assim a magia do Maracatu, o ritmo nascido em Pernambuco da miscigenação e da resistência da população afro-brasileira, era perpetuada em uma ensolarada manhã de domingo, 7 de fevereiro, na oficina promovida no âmbito do multicultural Carnaval 2016 do SESC-Campinas. Até a terça-feira, dia 9, serão vários shows, oficinas e outras iniciativas, apresentando e valorizando a pluralidade da cultura brasileira. Hoje foi a vez do Maracatu, com oficina de manhã e cortejo à tarde com o Grupo Cangarussu, de São Paulo.</p>
<div id="attachment_5875" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu6.jpg"><img class="size-large wp-image-5875" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu6-1024x682.jpg" alt="Ana Clara e a tia Amanda: primeiros passos no Maracatu (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Clara e a tia Amanda: primeiros passos no Maracatu (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>Pedro Ogata foi o coordenador da oficina, animada ainda por vários percussionistas e dançarinos do Cangarussu, um grupo nascido na Lapa paulistana e que tem bebido na fonte das diferentes vertentes de matriz afro-latina. O grupo já tem sete anos e há quatro abre a comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra, em São Paulo, com um cortejo no Minhocão. A força da cultura afro, no asfalto de um dos maiores ícones da urbanização intensiva no país.</p>
<div id="attachment_5876" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu9.jpg"><img class="size-large wp-image-5876" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu9-1024x682.jpg" alt="Pedro Ogata conduziu a oficina no Quiosque do Galpão (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Ogata conduziu a oficina no Quiosque do Galpão (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>Uma amostra robusta do compromisso do Cangarussu com a divulgação dos ritmos e valores afro-brasileiros foi compartilhada nos dois momentos no SESC-Campinas. Aos poucos, o quiosque do Galpão ficou pequeno para tantas pessoas que foram saber um pouco mais sobre o Maracatu, a manifestação que evoluiu a partir dos reizados e congadas durante os períodos pré e pós-escravatura. Como explicou Pedro Ogata, a coroação dos reis sempre foi um ponto alto do Maracatu. &#8220;Com a Abolição e a República, cada vez mais as rainhas adquiriram um protagonismo importante no Maracatu&#8221;, observou.</p>
<div id="attachment_5877" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu12.jpg"><img class="size-large wp-image-5877" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu12-1024x682.jpg" alt="O ritmo intenso contagiou os participantes da oficina (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">O ritmo intenso contagiou os participantes da oficina (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>A palavra Maracatu era a denominação da animada reunião de negros e mulatos, nos arredores de Recife, que obviamente tinha uma conotação pejorativa entre a minoria branca. Aos poucos o Maracatu passou a nomear a manifestação que mesclou elementos dos reizados e congados com ingredientes do Candomblé e, também, de expressões xamânicas de origem indígena. O próprio nome Cangarussu deriva de uma entidade do Candomblé, o Cangaruçu, igualmente associado à Jurema, um culto afro-brasileiro com componentes indígenas.</p>
<p>O Recife, mas também o seu entorno, tornou-se a capital nacional do Maracatu. São várias nações do Maracatu sediadas na capital pernambucana. O Grupo Cangarussu mantém diálogo permanente com algumas dessas nações, como a Estrela Brilhante, de Recife e de Igarassu, no interior pernambucano.</p>
<div id="attachment_5878" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu15.jpg"><img class="size-large wp-image-5878" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu15-1024x682.jpg" alt="Cangarussu também trouxe um grupo de dançarinos e dançarinas, como Kelly Santos (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Cangarussu também trouxe um grupo de dançarinos e dançarinas, como Kelly Santos (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>&#8220;O grupo faz pesquisas permanentes, sobre o Maracatu e outros ritmos e expressões da cultura afro, como o Sabar, do Senegal, onde o Cangarussu já esteve representando o Brasil&#8221;, informou Kelly Cristina Santos, que é dançarina no Cangarussu. Ela mesma esteve recentemente durante um mês em Salvador, pesquisando danças afro muito fortes na capital baiana.</p>
<p>É todo esse conhecimento e envolvimento que o Grupo Cangarussu levou para as atividades de Carnaval no SESC Campinas. Ao som do tarol, do ganzá, da alfaia e do xequerê, entre outros instrumentos, os participantes da oficina iam se encantando com a intensa coreografia do Maracatu. De vez em quando, a voz potente da cantora Lurdes Miranda, uma paranaense que há muito tempo mora em São Paulo e há 20 anos está envolvida diretamente com o cancioneiro e a musicalidade afro. &#8220;É celebração, é encontro, é respeito e alegria&#8221;, disse a cantora, descrevendo o que significa o Maracatu para ela.</p>
<div id="attachment_5879" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu13.jpg"><img class="size-large wp-image-5879" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu13-1024x682.jpg" alt="Xequerê, feito de cabaça, um dos instrumentos incorporados ao Maracatu (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Xequerê, feito de cabaça, um dos instrumentos incorporados ao Maracatu (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>O Grupo Cangarussu participa de outras atividades no SESC-Campinas (como oficina de samba-reggae às 11 horas desta segunda, dia 8, com Kelly Cristina Santos), antes de fechar o Carnaval de 2016 na unidade de Campo Limpo. A missão de divulgar e preservar elementos essenciais da diversidade cultural brasileira continua sendo cumprida. Os passinhos comoventes de Ana Clara, sob o olhar atento da tia Amanda, que mora em Paulínia e se interessou pela programação especial no SESC-Campinas, mostraram que o futuro plural e biodiverso do Brasil está garantido e desperta muita esperança. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_5880" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu8.jpg"><img class="size-large wp-image-5880" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Maracatu8-1024x682.jpg" alt="A voz forte da paranaense Lurdes Miranda, há 20 anos atuando com a cultura afro (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">A voz forte da paranaense Lurdes Miranda, há 20 anos atuando com a cultura afro (Foto Adriano Rosa)</p></div>
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		<title>Agogô, Xequerê, Maracatu, Cortejo Afro, Carimbó: o Carnaval de 2016 no SESC-Campinas</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2016 17:13:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2016 em Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval no SESC Campinas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Construção de instrumentos como xequerê e agogô, apresentações de Cortejo Afro e Maracatu, confecção de adereços para crianças, apresentação do Bloco Insólito, oficina de samba reggae e shows vários, incluindo um com o raro folguedo Baianá, típico de Coqueiro Seco (AL). A riqueza da diversidade cultural e musical brasileira, com fortes componentes afros e indígenas, estará presente na recheada programação de Carnaval do SESC-Campinas, com atividades grátis em muitos espaços da unidade, entre os dias 6 e 9 de fevereiro.</p>
<p>No dia 6, sábado, entre 10h30 e 12 horas, Christian Felix conduz brincadeiras e experimentações sonoras no ritmo de Carnaval, para crianças, no Jardim do Galpão. Às 11 horas, na Área de Convivência, o pesquisador e percussionista Afonsinho Menino coordena oficina de confecção de Xequerê, um instrumento de origem africana feito a partir da cabaça seca e cortada, e em seguida envolta por uma rede de contas.</p>
<p>Também no dia 6, das 13 horas às 14h30, a Sala de Atividades 2 recebe a oficina de produção de adereços de Carnaval para crianças, com a participação de instrutores de atividades infanto-juvenis. Às 15 horas, será a vez da Área de Convivência sediar a apresentação do Bloco Insólito, com a Cia. Mevitevendo e o Coletivo de Ventiladores. Extraordinárias marionetes se juntam a músicos e artistas e fundam o Bloco Insólito que vai às ruas, brincar e confundir o imaginário do público, que é convidado a bailar a mesma música desses seres fantásticos.</p>
<p>A programação do sábado de Carnaval termina com o show Rádio Itinerante, às 16h30, no Jardim do Galpão. Com a Cia. Pé no Canto, cinco personagens reconstroem o ambiente de um programa de rádio antigo. Por meio de diversos instrumentos, o grupo leva ao público uma programação divertida e variada, com boletins informativos, desafio musical, instante poético, desfile da Rainha do Rádio e jingles.</p>
<div id="attachment_5695" style="width: 487px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/01/CortejoAfro.jpg"><img class="size-full wp-image-5695" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/01/CortejoAfro.jpg" alt="Cortejo Afro, uma das atrações do domingo de Carnaval no SESC-Campinas (Foto Divulgação)" width="477" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejo Afro, uma das atrações do domingo de Carnaval no SESC-Campinas (Foto Divulgação)</p></div>
<p><strong>Dia 7</strong> &#8211; No dia 7 de fevereiro, domingo, o Carnaval no SESC-Campinas prossegue às 11 horas, no Quiosque do Galpão, com a oficina sobre Maracatu, com Pedro Ogata do Grupo Cangarussu. A oficina propõe introduzir aos participantes o vocabulário gestual da linguagem do maracatu de baque virado, enfatizando seus aspectos ligados ao Carnaval. Os movimentos remontam a tradição das cortes e reizados, bem como remetem também aos movimentos dos orixás que circulam em alguns terreiros de candomblé.</p>
<p>Entre 13 horas e 14h30, nova oficina de produção de adereços de Carnaval para crianças, na Sala de Atividades 2. Às 15 horas, a Área de Convivência será o palco para o Cortejo Afro, com o Grupo Cangarussu. O cortejo é uma intervenção de música e dança composto por elementos musicais africanos, onde são tocados e dançados os mais diferentes ritmos. O grupo, fundado em 2008 e idealizado pelo músico baiano Gilberto Jet Santana, tem um trabalho baseado em pesquisas no Brasil e na África, além de se valer da experiência e diversidade cultural de seus integrantes.</p>
<p>Às 16h30, o Jardim do Galpão recebe o espetáculo Prá Todo Mundo Dançar, com o grupo Babado de Chita. O espetáculo desfila pelo universo das manifestações populares do Brasil, por meio da dança, música e da presença de bonecos, e convida o público a tomar parte da brincadeira. Em seu repertório, ritmos característicos de diversas regiões como o coco e a ciranda de Pernambuco, o cacuriá do Maranhão, o jongo de Guaratinguetá e Piquete e o carimbó do Pará.</p>
<div id="attachment_5696" style="width: 487px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/01/CabelodeMaria.jpg"><img class="size-full wp-image-5696" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/01/CabelodeMaria.jpg" alt="Cia. Cabelo de Maria, que apresentará o repertório de seu CD “Baianá - Parece Cinema” (Foto Jefferson Coppola/Divulgação)" width="477" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Cia. Cabelo de Maria, que apresentará o repertório de seu CD “Baianá &#8211; Parece Cinema” (Foto Jefferson Coppola/Divulgação)</p></div>
<p><strong>Dia 8</strong> &#8211; No dia 8, segunda-feira, às 11 horas, o Quiosque do Galpão vai sediar a oficina Samba-Reggae, com Kelly Cristina Santos do Grupo Cangarussu. Introdução ao samba-reggae, um dos ritmos mais populares da dança afro-baiana, decorrente da mistura do samba duro com a divisão rítmica do reggae, além de carregar influências do funk, merengue, salsa e candomblé. Entre 13 horas e 14h30, mais uma oficina de adereços de Carnaval para crianças.</p>
<p>Entre 14 e 15 horas, no Espaço Arena, a Cia. Megamini apresentará o espetáculo Tem Gato na Tuba, que relembra as canções do compositor João de Barro, o Braguinha. No palco, uma trupe conta as histórias que faziam sucesso na coleção Disquinho, além de interpretar, cantar e narrar as histórias: A Festa no Céu, Chapeuzinho Vermelho e História da Baratinha, valendo-se de técnicas como teatro de máscaras, mímica e teatro de animação, entrecortadas por marchinhas de carnaval.</p>
<p>Às 15 horas, show com o Grupo Ôncalo. Composto por jovens, ex-alunos das escolas da Zona Leste de São Paulo, o grupo difunde o conceito de ‘street band’ com instrumentos de metais e bateria desmembrada. Neste show, o grupo toca músicas do Tim Maia em ritmo de marchas de carnaval. Haverá c<span class="italic">ortejo em diversos espaços da unidade com início na Área de Convivência.</span></p>
<p>Logo em seguida, às 16h30, o grupo Cia. Cabelo de Maria apresentará, no Jardim do Galpão, o repertório de seu CD “Baianá &#8211; Parece Cinema”. Com uma sonoridade ritmada por ganzá e zabumba (instrumentos de percussão) o Baianá tem coreografia simples. O projeto é fruto da pesquisa realizada por Renata Mattar na cidade de Coqueiro Seco (AL), onde se deparou com o folguedo baianá. No palco nove músicos com formação de voz, percussão, trombone, trompete, violão e baixo, levam ao público esta tradição nordestina.</p>
<div id="attachment_5697" style="width: 487px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/01/BandodaFarra.jpg"><img class="size-full wp-image-5697" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/01/BandodaFarra.jpg" alt="Show com o Bando da Farra encerra a programação (Foto Divulgação)" width="477" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Show com o Bando da Farra encerra a programação (Foto Divulgação)</p></div>
<p><strong>Dia 9</strong> &#8211; A terça-feira de Carnaval, no dia 9 de fevereiro, continuará com muitas atrações no SESC-Campinas. Às 11 horas, na Área de Convivência, Afonsinho Menino ministra mais uma oficina, desta vez de confecção de agogô, instrumento de origem africana, composto por um ou múltiplos sinos, sendo utilizada uma baqueta para tirar seu som. Na oficina, além de aprenderem a confeccionar o instrumento, os participantes recebem orientações de percussão para participarem a atividade ‘Cortejo Zabumbando’. Material incluso.</p>
<p>Das 13 horas às 14h30, a última oficina de adereços de Carnaval para crianças. Às 15 horas, o Cortejo Zabumbando sairá da Área de Convivência, com os participantes da oficina de produção do agogô. A última atividade do Carnaval no SESC-Campinas será às 16h30, com apresentação do Bando da Farra, no Jardim do Galpão. O grupo bebeu da fonte dos frevos de Recife e das marchinhas de carnaval dos anos 40, 50 e 60, para trazer as músicas de carnaval que estão na nossa memória e que fazem parte da história cultural do Brasil. Conta com a formação das tradicionais bandinhas de rua que inclui trompete, sax, trombone e duas percussões.</p>
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