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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Centro de Campinas</title>
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		<title>Centro de Campinas tem histórico de manifestações políticas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 23:20:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestações de 15 de março de 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestações de junho de 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[O centro de Campinas voltará a ser espaço de manifestação no domingo, dia 15 de março, com os atos relacionados à crise na Petrobrás, à Operação Lava-Jato e aos pedidos, por alguns setores sociais e partidários, de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Por outro lado, também estão previstas manifestações em defesa da Petrobrás e dos direitos humanos e pela ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O centro de Campinas voltará a ser espaço de manifestação no domingo, dia 15 de março, com os atos relacionados à crise na Petrobrás, à Operação Lava-Jato e aos pedidos, por alguns setores sociais e partidários, de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Por outro lado, também estão previstas manifestações em defesa da Petrobrás e dos direitos humanos e pela reforma política.</p>
<p>Independente da coloração partidária, da posição ideológica ou da bandeira empunhada por este ou aquele grupo, o centro campineiro &#8211; e em particular o Largo do Rosário &#8211; é o grande palco para a expressão política na cidade. Com ensaio fotográfico de Adriano Rosa e Martinho Caires, sobre as manifestações de junho de 2013, especial para a <strong>Agência Social de Notícias</strong>.</p>
<p><strong>História em ebulição</strong> – O Centro tem sido palco de eventos históricos, em sintonia com os momentos mais críticos da vida brasileira. A primeira eleição da Câmara da Vila de São Carlos (nome oficial, porque o local já era conhecido de todos como Campinas, desde a fundação, em 1774, da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso), a 15 de dezembro de 1797, foi o eixo central do primeiro terremoto politico acontecido na cidade e que já demarcou a vocação oposicionista.</p>
<p>A primeira Câmara, com cinco vereadores, que funcionava em prédio situado onde hoje está o monumento-túmulo de Carlos Gomes, se recusou a incluir Raimundo Álvares dos Santos Prado entre os nomes de uma lista tríplice que seria entregue ao capitão-geral (equivalente a governador na época), com os mais votados para capitão-mor, que detinha o poder militar.</p>
<p>A primeira Câmara foi deposta, sendo eleita uma nova, empossada a 26 de abril de 1798, mas a disputa com o governador continuou. Em junho de 1801, o governador Antônio Manuel de Melo Castro Mendonça ordenou a prisão das principais lideranças da política campineira, que ficaram detidas em Santos: José Barbosa da Cunha, Francisco de Paula Camargo, Felipe Néri Teixeira, Joaquim José Teixeira e Manuel Teixeira Vilela. Em períodos alternados, as prisões ocorreram de 24 de junho a 4 de outubro de 1801.</p>
<div id="attachment_2769" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_289PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2769" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_289PB_1800-1024x680.jpg" alt="O povo foi às ruas e praças em junho de 2013 (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O povo foi às ruas e praças em junho de 2013 (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Os confrontos só foram encerrados com a posse do novo governador, Antônio José de Franca e Horta, a 10 de novembro de 1802. No dia 4 de março de 1804 foi finalmente empossado, pela Câmara da Vila de São Carlos, com capitão-mor, João Francisco de Andrade, escolhido pelos vereadores e aprovado pelo novo governador. O crescimento local ainda se devia substancialmente à cana-de-açúcar.</p>
<div id="attachment_2758" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto04xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-2758" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto04xxxx-1024x698.jpg" alt="Junho de 2013: por um novo Brasil (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Junho de 2013: por um novo Brasil (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Proclamação da República – </strong>O movimento de 15 de novembro de 1889 teve importante participação de líderes políticos campineiros, como o general Francisco Glicério, nomeado ministro no primeiro governo republicano. O segundo presidente civil brasileiro, Campos Salles, nasceu em Campinas.</p>
<p>Era a força dos cafeicultores, que estiveram à frente da mobilização que levou à República. Os líderes republicanos iam e vinham pelos trilhos da Companhia Paulista e Companhia Mogiana, que tornaram Campinas um dos principais polos ferroviários do país.</p>
<p><strong>Massacre da Porteira da Capivara</strong> –   Em 16 de julho de 1917, a cidade ficou atônita com o Massacre da Porteira da Capivara. Era uma barreira localizada na altura do atual Viaduto Miguel Vicente Cury, na saída da antiga estação da Companhia Ferroviária Paulista.</p>
<div id="attachment_2770" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_201PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2770" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_201PB_1800-1024x680.jpg" alt="Diversidade ideológica nas ruas de Campinas em 2013 (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Diversidade ideológica nas ruas de Campinas em 2013 (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Para impedir os trens de circular durante uma greve, um grupo de ferroviários, de inspiração anarquista, se instalou nas proximidades da porteira, fato que motivou a repressão de forças policiais, levando a vários feridos e três operários mortos.</p>
<div id="attachment_2759" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto02xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-2759" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto02xxxx-1024x731.jpg" alt="20 de junho de 2013: o Brasil se vê na tela (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">20 de junho de 2013: o Brasil se vê na tela (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Revolução Constitucionalista</strong> –  18 de setembro de 1932, no meio da Revolução Constitucionalista contra Vargas, Campinas se tornou uma das únicas cidades brasileiras bombardeadas por avião até o momento.</p>
<p>Quatro bombas foram lançadas contra o parque ferroviário de Campinas, na região central, e uma delas feriu quatro pessoas e matou o menino Aldo Chiorato, de 9 anos. A infância vitimada por conflitos.</p>
<div id="attachment_2771" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_176PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2771" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_176PB_1800-1024x680.jpg" alt="Muitas bandeiras reunidas na região central em 2013 (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Muitas bandeiras reunidas na região central em 2013 (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Ditadura militar</strong> – O mundo acadêmico foi uma das trincheiras locais contra a ditadura militar instalada em 1964 e que inaugurou novo período de instabilidade política. Professores da Unicamp estiveram na lista dos “marcados para morrer” por grupos paramilitares.</p>
<p>Vários confrontos aconteceram nas ruas centrais de Campinas, com a repressão de policiais a estudantes, professores e cidadãos que apoiavam a luta contra o governo dos generais. Estudantes da PUC-Campinas apanharam da polícia.</p>
<p><strong>Diretas-já </strong>-  O Largo do Rosário foi o cenário de uma das primeiras grandes manifestações da campanha das Diretas-Já, a 21 de janeiro de 1984. No ano anterior, o Centro Acadêmico de Direito da PUC-Campinas já havia convidado o então Senador da República Teotônio Vilela, um dos ícones da redemocratização e da redemocratização, para participar de uma Semana Jurídica do curso. Teotônio morreria logo depois à visita a Campinas.</p>
<div id="attachment_2760" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto01xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-2760" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto01xxxx-1024x699.jpg" alt="Manifestação em 2013 reuniu várias bandeiras, ideias e perspectivas (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestação em 2013 reuniu várias bandeiras, ideias e perspectivas (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>No comecinho de 1984, nas janelas do Palácio dos Jequitibás, vértice dos conflitos de ontem, ficou estampado um painel com os dizeres: “Eleições Diretas-Já”. Foi uma ideia do arquiteto Paulo de Tarso, e que teve apoio do prefeito José Roberto Magalhães Teixeira. A 19 de janeiro, dois dias antes da grande manifestação, o mesmo Largo do Rosário sediou um jogo de futebol, em que o time das Diretas ganhou de 10 a 4 da equipe das Indiretas.</p>
<p>A Orquestra Sinfônica de Campinas, regida pelo maestro Benito Juarez, participou de várias manifestações, em Campinas e pelo Brasil, durante a campanha das Diretas-Já. Sempre o espírito pacífico e a alegria de lutar por um país melhor.</p>
<p><strong>Fora Collor</strong> –   Em 25 de agosto de 1992, de novo o Largo do Rosário foi o palco de grande manifestação, com cerca de 10 mil pessoas, durante o Fora Collor, o movimento que levou ao impeachment do presidente Fernando Collor de Mello.</p>
<div id="attachment_2772" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_198c1PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2772" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_198c1PB_1800-1024x680.jpg" alt="A juventude no centro, no junho de 2013, o &quot;maio de 68&quot; atualizado (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A juventude no centro, no junho de 2013, o &#8220;maio de 68&#8243; atualizado (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Foi o último grande ato do povo nas ruas centrais, antes na manifestação gigante de 20 de junho de 2013, mais um dia para a história, para ser lembrado como aquele em que Campinas honrou a caminhada por um Brasil que pode ser muito melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Começam obras na Glicério: o novo centro de Campinas</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2015 17:21:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Começaram na manhã deste sábado, 28 de fevereiro, as obras de requalificação da avenida Francisco Glicério, rumo a um novo centro de Campinas. Na primeira etapa as obras estarão concentradas no trecho da Glicério entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal de Deodoro. A intenção da Prefeitura é que as reformas na Glicério, principal via pública ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Começaram na manhã deste sábado, 28 de fevereiro, as obras de requalificação da avenida Francisco Glicério, rumo a um novo centro de Campinas. Na primeira etapa as obras estarão concentradas no trecho da Glicério entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal de Deodoro. A intenção da Prefeitura é que as reformas na Glicério, principal via pública da cidade, sejam um modelo para toda a região central. Esta pode ser a maior intervenção urbana em Campinas desde a década de 1950, quando foi concluído o Plano Prestes Maia.</p>
<p>As obras que compreendem aterramento da fiação elétrica e de telefonia, entre outras, exigem vários meses de mudanças no tráfego na região central. A Prefeitura recomenda evitar ao máximo a região. Placas e faixas estão avisando os motoristas. Agentes da Emdec estarão auxiliando motoristas e pedestres.</p>
<p>O segundo trecho de obras será entre Marechal Deodoro e avenida Benjamin Constant.  O terceiro, entre Benjamin e General Osório. Depois, entre General Osório e Conceição. E o último trecho, até 30 de novembro, entre Conceição e avenida Moraes Salles. As obras serão então suspensas, em função do final do ano, e serão concluídas em 2016.</p>
<div id="attachment_2608" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-282.jpg"><img class="size-large wp-image-2608" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-282-1024x768.jpg" alt="Faixas avisam sobre as obras na região central" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Faixas avisam sobre as obras na região central</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Duas equipes trabalharão, lado a lado da avenida, entre  7 e 22 horas, com sábados e domingos se necessário. Haverá apenas trânsito local e serão colocados tapumes e passarelas para pedestres. As mudanças na fiação elétrica serão quadra por quadra, e todos moradores e lojistas serão avisados com antecedência.</p>
<p>De forma associada, serão realizadas algumas obras em pontos específicos. Na praça do Joquei Clube, a iluminação de sódio será substituída por vapor metálico. O Largo do Pará e o Viaduto da Aquidaban receberão iluminação ornamental.</p>
<p>Iluminação mais eficiente, despoluição visual, padronização dos quiosques que serão instalados na calçada ampliada, paisagismo como ordenador do espaço, iluminação cênica nova para os monumentos históricos, a cargo da CPFL, e a troca da pichação por grafite, em parceria com artistas locais, são algumas ações propostas. Também há uma proposta de cobertura de bancas e estações de ônibus com células fotovoltaicas.</p>
<div id="attachment_2609" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-297.jpg"><img class="size-large wp-image-2609" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Glicério-297-1024x768.jpg" alt="Primeiro trecho de obras entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal Deodoro" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro trecho de obras entre avenida Orosimbo Maia e rua Marechal Deodoro</p></div>
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