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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Cepagri</title>
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		<title>Com chuvas, rio Atibaia sobe 7 mil litros por segundo em um dia</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 23:37:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cepagri]]></category>
		<category><![CDATA[Vazão do rio Atibaia]]></category>

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		<description><![CDATA[As chuvas dos últimos dias elevaram a vazão do rio Atibaia para altos patamares. Em apenas um dia, a vazão subiu 7 metros cúbicos, ou sete mil litros de água por segundo. O índice era de 24 m3/s e subiu para 31,6 m3s no início da noite desta terça-feira, 10 de março. O panorama é completamente diferente ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As chuvas dos últimos dias elevaram a vazão do rio Atibaia para altos patamares. Em apenas um dia, a vazão subiu 7 metros cúbicos, ou sete mil litros de água por segundo. O índice era de 24 m3/s e subiu para 31,6 m3s no início da noite desta terça-feira, 10 de março. O panorama é completamente diferente daquele de um ano atrás, quando o Atibaia estava com vazão muito baixa neste período.</p>
<p>De acordo com o Cepagri/Unicamp, choveu 21,3 milímetros nas últimas 72 horas. Segundo o Cepagri, a nebulosidade deve diminuir nesta quarta-feira, com o retorno do sol por maiores períodos, embora possam ocorrer pancadas de chuva. Essas condições permanecerão até a sexta-feira, pelo menos. As temperaturas estarão amenas, com máxima de 25C à tarde e mínima de 19C nesta próxima madrugada.</p>
<div id="attachment_2747" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Sousasnovo4.jpg"><img class="size-large wp-image-2747" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Sousasnovo4-1024x682.jpg" alt="Na altura do Clube de Remo de Sousas, o Atibaia com muita água nesta terça-feira" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Na altura do Clube de Remo de Sousas, o Atibaia com muita água nesta terça-feira</p></div>
<p>Em outras regiões do estado de São Paulo, conforme o Cepagri, o tempo estará nublado com chuvas e chuviscos ocasionais no litoral e nordeste do Estado. Na região central em sentido oeste, a nebulosidade diminui gradualmente e à tarde podem ocorrer pancadas de chuvas. São menores as chances no sudoeste paulista.</p>
<p>A partir de quinta-feira, o tempo variará entre parcialmente nublado e nublado com pancadas de chuvas à tarde. Temperaturas amenas com tendência de elevação na quinta-feira.</p>
<div id="attachment_2745" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/SrRubens5.jpg"><img class="size-large wp-image-2745" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/SrRubens5-1024x683.jpg" alt="No início de 2014 o panorama era desolador no Atibaia" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">No início de 2014 o panorama era desolador no Atibaia</p></div>
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		<title>Temperatura chega a 34.3°C em Campinas e estiagem volta a preocupar</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2014 23:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cepagri]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>

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		<description><![CDATA[A temperatura máxima em Campinas chegou a 34.3°C neste sábado, 27 de dezembro, às 17h20, segundo o Cepagri/Unicamp. Depois de três dias seguidos com chuvas intensas no início do verão, já faz 72 horas que não chove no município. Mesma situação em todo estado de São Paulo, que depois das chuvas intensas volta a atenção ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A temperatura máxima em Campinas chegou a <span style="color: #150091; font-family: Arial; font-size: small;">34.3°C</span> neste sábado, 27 de dezembro, às 17h20, segundo o Cepagri/Unicamp. Depois de três dias seguidos com chuvas intensas no início do verão, já faz 72 horas que não chove no município. Mesma situação em todo estado de São Paulo, que depois das chuvas intensas volta a atenção para a estiagem que continua afetando as condições de abastecimento. Os reservatórios do Cantareira, depois de dois dias de elevação &#8211; após oito meses de queda &#8211; voltaram a ficar estacionados, em 7,4%, índice muito baixo para a época. Se não houver uma importante recuperação até janeiro, a crise hídrica em 2015 será ainda maior na região mais populosa do país.</p>
<p>Segundo o Cepagri, o total de chuva registrado entre 23 e 24 de dezembro na estação meteorológica da Unicamp está entre os cinco maiores volumes diários já registrados: 18 de fevereiro de 2003, 104,8 milímetros (mm); 02 de outubro de 2001, 110,4 mm; 11 de março de 1999 = 107,6mm e 25 de dezembro de 1997 = 126,5 mm. O total acumulado até agora no mês é de 230,2 mm superando a média histórica, que é de 204mm.</p>
<p>Entretanto, há 72 horas não chove, em Campinas e outras regiões de São Paulo, o que volta a preocupar em termos das condições de abastecimento no estado. O mesmo em outras regiões do país. Até a sexta-feira, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foram registradas 181.798 queimadas no Brasil desde primeiro de janeiro, ou 58% a mais do que no mesmo período de 2013.</p>
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		<title>Chuvas em Campinas começam a se aproximar da média histórica de dezembro</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 00:45:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cepagri]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Atibaia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas 72 horas, até as 22:30 horas de segunda-feira, 22 de dezembro, choveu 91,4 milímetros na estação meteorológica da Unicamp. Mantido esse volume de precipitações até o final do mês, poderá ser mantida a média histórica de chuvas em dezembro em Campinas, que é de 203,9 mm, segundo o Cepagri. De qualquer modo, deverá continuar bem ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas 72 horas, até as 22:30 horas de segunda-feira, 22 de dezembro, choveu 91,4 milímetros na estação meteorológica da Unicamp. Mantido esse volume de precipitações até o final do mês, poderá ser mantida a média histórica de chuvas em dezembro em Campinas, que é de 203,9 mm, segundo o Cepagri. De qualquer modo, deverá continuar bem abaixo da média histórica o volume de chuvas em 2014, que foi de 645 milímetros, ou 45% da média anual, de 1479 milímetros. Até o momento, trata-se do menor volume anual de chuvas desde a instalação da estação, em 1989. De qualquer modo, o rio Atibaia, responsável por mais de 95% do abastecimento de Campinas, volta a sua vazão normal.</p>
<p>Pelo quarto dia consecutivo, manteve-se estável até o início desta segunda-feira o nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, em 6,7%. O Cantareira é formado por águas da bacia do rio Piracicaba e abastece cerca de metade da Grande São Paulo. Desde o dia 16 de maio a Sabesp utiliza o Volume Morto do Cantareira para continuar o abastecimento de cerca de 9 milhões de paulistanos e outros moradores da Grande São Paulo.</p>
<p>No último dia 14 de dezembro, a Sabesp adicionou mais 39,46 milhões de metros cúbicos ao Sistema Alto Tietê, originários da represa Ponte Nova. Com isso, foi elevado em 6,6% o volume útil do sistema, para 10,7%, contra o nível anterior, de perigosos 4,1%. O Alto Tietê abastece cerca de 4,5 milhões de pessoas na Grande São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fortes chuvas não aumentam Cantareira e Campinas tem pior ano desde 1989</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2014 20:33:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ANA]]></category>
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		<description><![CDATA[As fortes chuvas que caíram nos últimos dias nas regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas não foram suficientes para amenizar a crise hídrica. Campinas, aliás, tem em 2014 o menor volume de chuvas desde 1989, segundo o Cepagri &#8211; Unicamp. Em todo o país o nível dos reservatórios continua caindo, o que prenuncia o agravamento da ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As fortes chuvas que caíram nos últimos dias nas regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas não foram suficientes para amenizar a crise hídrica. Campinas, aliás, tem em 2014 o menor volume de chuvas desde 1989, segundo o Cepagri &#8211; Unicamp. Em todo o país o nível dos reservatórios continua caindo, o que prenuncia o agravamento da crise hídrica em 2015, a menos que ocorram chuvas intensas entre o final de dezembro e fevereiro. A possibilidade de apagão de energia também não está descartada, se não foram registradas precipitações suficientes para o funcionamento normal dos reservatórios das hidrelétricas.</p>
<p>A Região Metropolitana de São Paulo teve chuvas intensas nos últimos dias, com o registro dos tradicionais alagamentos da época. Entretanto, não choveu na mesma intensidade na área dos reservatórios do Sistema Cantareira, que abastece metade da Grande São Paulo. Neste sábado os reservatórios estavam com 6,7% da capacidade, o mesmo volume do dia anterior. Foi, então, interrompida a sequencia de quedas no volume, mas não houve recomposição significativa.</p>
<p>As chuvas sobre o Cantareira estão muito abaixo da média histórica, de 1.581 milímetros anuais. Em 2012 e 2013 já forem registrados volumes de chuvas abaixo da média histórica, de 1.447 mm e 1.088 mm, respectivamente. Até o momento, choveu menos de 800 mm sobre o Cantareira em 2014.</p>
<p>A queda no volume dos reservatórios está acontecendo em todo país. O conjunto de reservatórios que integra o Sistema Interligado Nacional, gerenciado pela ONS &#8211; Operadora Nacional do Sistema, estava com 24,93% de sua capacidade na sexta-feira, 19 de dezembro.  Os reservatórios de Ilha Solteira e Três Irmãos já tinham 0,0% da capacidade. Os reservatórios de Paraibuna e Santa Branca, na bacia do Paraíba do Sul, tinham 0,49% e 0,98%, respectivamente. Em vários locais, como pontos do Nordeste, já existem regras de restrição de uso da água, determinada pela Agência Nacional de Águas (ANA). Restrições também passarão a vigorar na bacia do rio Piracicaba a partir de janeiro, nos trechos paulista e mineiro.</p>
<p><strong>Campinas</strong> &#8211;  Nas últimas 72 horas choveu 22,3 mm em Campinas, mas o índice de precipitações continua muito abaixo da média histórica de dezembro, de 203,9 mm, segundo o Cepagri-Unicamp. Aliás, de acordo com o Cepagri, o total de chuva registrado em 2014 na estação meteorológica da Unicamp até sexta-feira tinha sido de 645 milímetros (equivalente a 645 litros de água por metro quadrado).</p>
<p>Este volume de chuvas, segundo o Cepagri, representa cerca de 45% da média anual de chuvas nessa estação meteorológica, que é de 1479 milímetros. Este é o menor volume anual de chuvas desde a instalação da estação na Unicamp em 1989, completa o Cepagri. As chuvas de dezembro estão em pouco mais de 10% da média histórica.</p>
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		<title>Defesa Civil e Cepagri alertam para risco de temporais na região de Campinas e Sul de Minas: dengue preocupa</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 20:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Cepagri]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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		<description><![CDATA[A Defesa Civil de Campinas e o Cepagri/Unicamp estão alertando para o alto risco de fortes temporais nas próximas 72 horas na região e também no Sul de Minas. O fenômeno deve-se à chegada de uma frente fria no Sudeste de São Paulo, o que pode provocar fortes pancadas de chuva pelo contato com a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Defesa Civil de Campinas e o Cepagri/Unicamp estão alertando para o alto risco de fortes temporais nas próximas 72 horas na região e também no Sul de Minas. O fenômeno deve-se à chegada de uma frente fria no Sudeste de São Paulo, o que pode provocar fortes pancadas de chuva pelo contato com a umidade vinda da Amazônia. Vários bairros de São Paulo já foram atingidos por fortes chuvas ontem e hoje, dias 10 e 11. Um pequeno exército está nas ruas de Campinas nesta e na próxima semana, em operação para a eliminação de possíveis criadouros do mosquito da dengue e Febre Chikungunya.</p>
<p>Pela maior cobertura de nuvens, o Cepagri estima que as temperaturas ficarão ligeiramente mais baixas, com máximas de 28C à tarde e 19C pela madrugada. A umidade relativa do ar permanecerá elevada, assim como o Índice Ultravioleta.</p>
<p>A Defesa Civil de Campinas alerta para os riscos de transtornos como deslizamentos de terra e transbordamentos, em consequência da possibilidade de chuvas mais intensas e continuidade das precipitações. O coordenador da Defesa Civil de Campinas e região, Sidnei Furtado Fernandes,  observa que todos os órgãos municipais envolvidos na Operação Verão foram alertados para os efeitos da chegada da frente fria.</p>
<p>A Operação Verão começou em Campinas no dia primeiro de dezembro, por decreto do prefeito Jonas Donizette. Entretanto, os trabalhos preventivos começaram já em outubro, visando minimizar os possíveis impactos de temporais.</p>
<p><strong>Dengue e Chikungunya</strong>- Com o possível início de uma temporada mais forte de chuvas, ao contrário do que foi visto durante o ano, os órgãos de saúde pública de Campinas e região estão aumentado a atenção para a dengue e Febre Chikungunya, transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes Aegypti. Em Campinas já existe uma ofensiva para evitar a proliferação de criadouros. A cidade passou por uma epidemia histórica de dengue no início do ano. Foram mais de 40 mil casos.</p>
<p>Uma megaoperação contra a dengue está sendo implementada nas regiões Sudoeste e Norte de Campinas nesta semana, em bairros próximos ao Aeroporto de Viracopos e região dos Amarais. <span style="face: 'Verdana,;';">Na região Sudoeste, onde desde agosto foram registrados 23 casos da doença, nos dias 9 e 10 de dezembro houve bloqueio químico veicular, com aplicação de inseticida para matar o mosquito adulto da dengue. As próximas aplicações estão programadas para os dias 15 e 19 de dezembro.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> A Prefeitura informou que, a<span style="face: 'Verdana,;';">lém disso, as equipes, com cerca de 200 profissionais, estão atuando em 181 quarteirões, a maioria na abrangência do Centro de Saúde (CS) Aeroporto. Também estão sendo trabalhadas áreas do DIC I e DIC III, com remoção e inviabilização de criadouros, limpeza de áreas públicas e de córregos, remoção de entulhos, busca ativa de pacientes com sintomas da doença e ações de educação em saúde, comunicação e mobilização social. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">A previsão é abranger aproximadamente 7,2 mil imóveis dos bairros Vila Aeroporto, Aero Aeroporto, Filadélfia, Vila Borghi, DIC V de Março, Carlos Marighela, DIC VI, DIC II, Jociara e Jardim Rosalina. Não será necessariamente trabalhado o bairro todo, mas somente as áreas com transmissão. As ações serão realizadas também na próxima semana, informa a Prefeitura.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">Nestes dias 11 e 12 de dezembro, um mutirão de limpeza está em curso na região Norte da cidade, nos bairros Vila Olímpia, Parque Cidade, San Martin, Campo Florido, Mirassol, CDHU, Jardim Campineiro, São Marcos e Santa Mônica. Mais de 100 mil moradores serão atingidos pela ação.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> <span style="face: 'Verdana,;';">Um contingente de 515 homens – sendo 255 reeducandos &#8211; será mobilizado para trabalhos que incluem remoção de resíduos, roçada de córrego e mato, arborização, corte de grama, poda, capinação e varrição. Seis equipes vão atuar em atividades de cata-treco e limpeza de bocas de lobo. </span><span style="face: 'Verdana,;';">Na mesma região aconteceu bloqueio químico nesta quinta-feira, dia 11, no Jardim São Marcos. E, na sexta-feira, 12, remoção de criadouros e cata-bagulhos na Vila Padre Anchieta.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> <span style="face: 'Verdana,;';">O biólogo Ovando Provatti, coordenador do Programa de Controle da Dengue da Vigilância em Saúde (Visa) Norte, destacou que as áreas que estão sendo trabalhadas apresentam desafios ambientais relevantes, como muitos pontos de descarte de resíduos.</span></p>
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		<title>Ventos de 118,9 km/h assustam mas chuva fraca alivia calor em Campinas</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 12:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cepagri]]></category>

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		<description><![CDATA[Os ventos de 118,9 km/h, registrados às 20h10 pelo Cepagri da Unicamp, assustaram e provocaram estragos, como a queda de árvores, mas a chuva fraca, de 6 mm em 70 minutos na noite de domingo, 19 de outubro, trouxe alívio para os moradores de Campinas e região, que sofriam com calor recorde nos últimos dias. Todas as condições ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os ventos de 118,9 km/h, registrados às 20h10 pelo Cepagri da Unicamp, assustaram e provocaram estragos, como a queda de árvores, mas a chuva fraca, de 6 mm em 70 minutos na noite de domingo, 19 de outubro, trouxe alívio para os moradores de Campinas e região, que sofriam com calor recorde nos últimos dias.</p>
<p>Todas as condições climáticas mudaram. A umidade relativa do ar, que chegou a menos de 12% em 13 de outubro, levando à decretação de estado de emergência, atingiu 82,9% na manhã desta segunda-feira, dia 20. O vento chegou a 40,6 km/h.</p>
<p>A sensação térmica é de 20.6°C. Bem diferente das altas temperaturas dos últimos dias, que causaram desconforto, muita procura pela água escassa e casos de problemas de saúde. Campinas teve um recorde de temperatura, registrado na sexta-feira, dia 17, com 38,1ºC, às 14h50, e segundo a Defesa Civil a umidade relativa do ar atingiu 15,2%, por volta das 15h.</p>
<p>Segundo o Cepagri, da Unicamp, a temperatura mais alta verificada na Primavera em Campinas era de 37,8ºCem setembro de 1961 e novembro de 1985.  A previsão do Cepagri é de ocorrência na segunda-feira, dia 20, de nebulosidade elevada, com pancadas de chuva. Há possibilidade de temporais, alerta o Cepagri.</p>
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		<title>São Paulo tem número recorde de queimadas do século 21 em outubro</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2014 20:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cepagri]]></category>
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		<description><![CDATA[Com somente 19 dias, outubro de 2014 já registra o maior número de queimadas para o mês durante o século 21, segundo o monitoramento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Já foram detectados 755 focos no mês, superando os recordes anteriores, de 647 pontos, em 2000, e de 619, em 2002. Os 755 focos de outubro ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com somente 19 dias, outubro de 2014 já registra o maior número de queimadas para o mês durante o século 21, segundo o monitoramento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Já foram detectados 755 focos no mês, superando os recordes anteriores, de 647 pontos, em 2000, e de 619, em 2002. Os 755 focos de outubro de 2014 já são seis vezes o total de queimadas no mesmo mês em 2013, de 127.</p>
<p>Em 2014, já foram identificadas 4472 queimadas no estado de São Paulo, número maior do que todos os anos de 2013 (2055), 2012 (2159) e 2011 (3573). O total de queimadas no estado até 19 de outubro só é superado, no século 21, pelo ano de 2010, com 5194 focos, contando todos os meses. Com a forte estiagem em curso, é muito provável que 2014 seja o ano com maior número de queimadas no século em São Paulo.</p>
<p>As temperaturas também têm batido recordes no estado de São Paulo. Na sexta-feira, dia 17, a cidade de São Paulo teve o recorde de  37,8ºC, verificado na estação no Mirante de Santana do Instituto Nacional e Meteorologia (Inmet). Em Campinas, também foi registrado na sexta-feira, dia 17, com 38,1ºC, às 14h50, e segundo a Defesa Civil a umidade relativa do ar atingiu 15,2%, por volta das 15h.</p>
<p>Segundo o Cepagri, da Unicamp, a temperatura mais alta verificada na Primavera em Campinas era de 37,8ºCem setembro de 1961 e novembro de 1985.  A previsão do Cepagri é de ocorrência na segunda-feira, dia 20, de nebulosidade elevada, com pancadas de chuva. Há possibilidade de temporais, alerta o Cepagri.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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