<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agência Social de Notícias &#187; Cepal</title>
	<atom:link href="http://agenciasn.com.br/arquivos/tag/cepal/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://agenciasn.com.br</link>
	<description>Notícias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 12:11:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Brasil ainda é campeão de concentração de renda segundo Cepal</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/2105</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/2105#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2015 16:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Cepal]]></category>
		<category><![CDATA[Concentração de renda no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade no Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=2105</guid>
		<description><![CDATA[O Brasil continua sendo o campeão de concentração de renda na América Latina, apesar dos avanços na luta contra a pobreza. A informação está no &#8220;Panorama Social de América Latina 2014&#8243;, que a Comissão Econômica para América Latina (Cepal), das Nações Unidas, lançou nesta segunda-feira, 26 de janeiro. A publicação comprova uma estagnação dos índices de pobreza no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil continua sendo o campeão de concentração de renda na América Latina, apesar dos avanços na luta contra a pobreza. A informação está no &#8220;Panorama Social de América Latina 2014&#8243;, que a Comissão Econômica para América Latina (Cepal), das Nações Unidas, lançou nesta segunda-feira, 26 de janeiro. A publicação comprova uma estagnação dos índices de pobreza no continente, depois de um período de queda acentuada na maioria dos países.</p>
<p>No Capítulo I, que trata de &#8220;A pobreza na América Latina, avanços alcançados e novos desafios&#8221;, o relatório da Cepal publica um quadro sobre a distribuição de renda nos lares do continente, segundo os quintis (grupos de 20%) mais pobres e mais ricos da população. O quadro apresenta dados de 2008 e 2013.</p>
<p>De acordo com este quadro, o Brasil era líder absoluto de concentração de renda em 2008, com os 20% mais ricos somando 58% da renda nacional. Os 20% mais pobres somavam somente 4,1% da renda brasileira. Em segundo lugar no ranking de concentração aparecia o Chile, com 20% dos mais ricos ganhando 53,5% da renda nacional, e os 20% mais pobres, 5,3%. Em terceiro, República Dominicana, com os 20% mais ricos concentrando 53,0% da riqueza, e os 20% mais pobres, 3,5%. O quarto lugar era da Colômbia, com 52,1% da renda nas mãos dos 20% mais ricos, e 4,1% com os 20% mais pobres.</p>
<p>Em 2013, o Brasil continuou líder do ranking da concentração, com os 20% mais ricos ganhando 53,6% da renda e os 20% mais pobres, 4,6%. O segundo lugar era da República Dominicana, com 53,5% da renda com os 20% mais ricos, e 3,8% com os mais pobres. Em terceiro lugar, Chile, com 52,1% com os mais ricos e 5,7% com os mais pobres. Em quarto, Costa Rica, com 50,9% da renda para os mais ricos e 4,5% para os mais pobres.</p>
<p>Segundo o relatório da Cepal, em 2014 (ainda estimativas) a pobreza alcançou 28,0% da população da América Latina, praticamente a mesma proporção de 2013 (28,1%) e 2012 (28,1%), e um pouco abaixo da de 2011 (29,6%), o que equivaleria dizer que está havendo uma estagnação da redução da pobreza. A proporção de extrema pobreza em 2014 foi de 12,%, maior do que a dos três anos anteriores: 11,7% em 2013, 11,3% em 2012 e 11,6% em 2011.</p>
<p>Em números absolutos, 167 milhões de latino-americanos estavam em situação de pobreza em 2014, e 71 milhões em situação de indigência, de acordo ainda com estimativas para esse ano. Em 2013 eram 165 milhões na pobreza e 69% em extrema pobreza. Em 2012, 164 milhões e 66 milhões, respectivamente. E em 2011, 171 milhões na condição de pobreza e 67 milhões na condição de indigência. Ou seja, aumentou em quatro milhões a população em extrema pobreza em quatro anos no continente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/2105/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os impactos das mudanças climáticas na América Latina: fome e risco para saúde e biodiversidade</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/1221</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/1221#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2014 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Cepal]]></category>
		<category><![CDATA[IPCC]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias Aliadas]]></category>
		<category><![CDATA[PNUD]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=1221</guid>
		<description><![CDATA[Em 2014, 2,8 milhões de pessoas estão em risco de fome por grave seca que destrói cultivos em El Salvador, Guatemala e Honduras. As mudanças climáticas já provocam grandes impactos na América Latina e Caribe, como mostra um infográfico produzido por Noticias Aliadas, agência de notícias sediada em Lima, no Peru, a partir de informações de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2014, 2,8 milhões de pessoas estão em risco de fome por grave seca que destrói cultivos em El Salvador, Guatemala e Honduras. As mudanças climáticas já provocam grandes impactos na América Latina e Caribe, como mostra um infográfico produzido por Noticias Aliadas, agência de notícias sediada em Lima, no Peru, a partir de informações de fontes como o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Noticias Aliadas é parceira estratégica da Agência Social de Notícias, que reproduz o seu noticiário no Brasil. Lima vai sediar, em dezembro, mais uma Conferência do Clima (COP-20), da Convenção das Mudanças Climáticas das Nações Unidas.</p>
<p>Segundo o infográfico, as mudanças climáticas também podem provocar aumento da aridez e escassez de recursos hídricos em áreas como o Nordeste brasileiro, processos severos de desertificação e degradação no Chile e Norte da Argentina, manguezais em risco de extinção no Caribe e Guianas, aumento de vulnerabilidade a eventos extremos no Caribe e México.</p>
<p>Outros impactos prováveis na América Latina, se permanecer o agravamento das mudanças climáticas, são a maior extinção de mamíferos, répteis, borboletas e pássaros, desaparecimento de recifes de coral e aumento de câncer de pele pela redução da camada de ozônio. Os impactos já estão sendo sentidos no continente, observa Noticias Aliadas, que cita a destruição pela seca, em 2011, de 1 milhão de hectares de cultivos do povo Rarámuri no México.</p>
<p>Na Colômbia, chuvas intensas, em dezembro de 2010, deixaram mais de 300 mortos e milhares de hectares de cultivos perdidos. Do mesmo modo, 17% do PIB de San Vicente e Ilhas Granadinas foram perdidos por chuvas e inundações em dezembro de 2013. Em 2012, os furacões Sandy e Isaac, mais uma forte seca, levaram a uma enorme destruição de cultivos no Haiti, agravando a situação econômica e social do país.</p>
<p>No Equador, 30% das geleiras foram pedidos em 30 anos e, se o aquecimento global continuar no ritmo atual, em 70 anos desaparecerão. No Peru, 30% das geleiras na Cordilheira Blanca também foram perdidos nas últimas três décadas. Situação pior na geleira Chacaltaya, na Bolívia, a 5.300 metros de altura, que derreteu totalmente em 2009, seis anos antes do que os cientistas previam.</p>
<p>Outras fontes de Noticias Aliadas para a produção do infográfico são o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Comissão Econômica para América Latina (Cepal) e Banco Central de Reserva do Peru. O infográfico foi executado por Milagros Anaya Robles.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/1221/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
