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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Cinema</title>
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		<title>Produzido em Campinas e com elenco local, ‘Corte Seco’ abre festival de cinema independente no Castro Mendes</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 23:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo começa em 31 de agosto de 1969, quando cinco militantes da esquerda armada passam a viver uma semana de tortura e terror – com sessões de espancamentos, choques elétricos e pau de arara. A história real, vivida pelo diretor Renato Tapajós, é contada no filme ‘Corte Seco’, com elenco local e totalmente produzido em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começa em 31 de agosto de 1969, quando cinco militantes da esquerda armada passam a viver uma semana de tortura e terror – com sessões de espancamentos, choques elétricos e pau de arara. A história real, vivida pelo diretor Renato Tapajós, é contada no filme ‘Corte Seco’, com elenco local e totalmente produzido em Campinas. O longa será exibido pela primeira vez na cidade nesta terça-feira (5/07), no Teatro Castro Mendes, às 19h, com a presença do diretor, que ao final conversará com o público.</p>
<p><em>​</em>O longa-metragem é atração do primeiro dia do Festival Cena Cine Campinas, uma mostra gratuita de cinema independente itinerante que acontece dias 5, 7 e 8 de julho, e tem o objetivo de dar voz às produções que estão fora do grande circuito. O festival coordenado e idealizado por Camila Guinatti acontece no Teatro Castro Mendes, com a exibição de curtas, médias e longas, especialmente realizados por produtores locais (<a href="https://www.facebook.com/guinatticamila?fref=ts">https://www.facebook.com/guinatticamila?fref=ts</a>).</p>
<div id="attachment_7845" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Corte-Seco-Marcelo-Lazzaratto-Sergio-Kieling-Donna-Meirelles-Dirceu-de-Carvalho.jpg"><img class="wp-image-7845 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Corte-Seco-Marcelo-Lazzaratto-Sergio-Kieling-Donna-Meirelles-Dirceu-de-Carvalho.jpg" alt="Corte Seco Marcelo Lazzaratto, Sergio Kieling, Donna Meirelles Dirceu de Carvalho" width="720" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Lazzarotto, Sergio Kieling, Donna Meirelles e Dirceu de Carvalho em gravação de &#8216;Corte Seco&#8217;, que teve elenco e produção de Campinas Foto: Coraci Ruiz</p></div>
<p>Em ‘Corte Seco’, os Grupos teatrais Boa Companhia e Lume compõem o elenco. Além de Gabriel Miziara, como Rodrigo (que na vida real seria Renato Tapajós), participam também do longa-metragem os atores Alexandre Caetano (Aldo), Daves Otani (Pablo), Gustavo Valezi (Jorge), Eduardo Ozório (Capitão Guimarães), Ivens Cacilhas (Guimarães 4), Dirceu de Carvalho (Guimarães 3), Ton Crivelaro (Guimarães 2), Moacir Ferraz (Careca) e Darko Magalhães (Cabo). De acordo com o diretor, Campinas é um importante polo teatral e a participação dos atores da cidade no filme é uma forma de reconhecimento.</p>
<p>O paraense Tapajós &#8211; parceiro da produtora Laboratório Cisco, localizada em Barão Gerado, Campinas &#8211; assina também o roteiro de ‘Corte Seco’, onde conta sua própria história, vivida pelo ator Gabriel Miziara. O corte no filme é, de fato, marcadamente seco, como foi o período retratado. A opção de Tapajós por mostrar cenas de violência de forma crua e explícita tem o propósito de não glorificar ou “espetacularizar” a tortura o que, segundo ele, é um recurso usado com frequência pelo cinema e muitas vezes acaba dando razão ao torturador.</p>
<div id="attachment_7846" style="width: 521px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Corte-Seco-tortura.jpg"><img class="wp-image-7846 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Corte-Seco-tortura.jpg" alt="Corte Seco tortura" width="511" height="512" /></a><p class="wp-caption-text">O ator Gabriel Miziara interpreta Rodrigo, personagem que na vida real seria o diretor Renato Tapajós Foto: Coraci Ruiz</p></div>
<p>Finalizado em 2014, às vésperas dos 50 anos do golpe militar, ‘Corte Seco’ já foi exibido exibido no Festival de Cinema Latinoamericano de São Paulo, (2014) e no Cine Direitos Humanos &#8211; Ciclo Memória, Verdade e Justiça &#8211; Espaço Itaú de Cinema do Shopping Frei Caneca (2014). O longa é a primeira ficção de Tapajós, que dirigiu 30 filmes de curta, média e longa metragens e mais de 200 vídeos, já premiado em festivais internacionais, como Leipzig, Oberhausen e Havana, e nacionais, como Jornadas de Cinema e Vídeo de Salvador.</p>
<p>O diretor paraense radicado em São Paulo é autor de filmes como ‘Linha de Montagem’, que mostra o período das greves sindicais em 1970 e o surgimento do então líder sindical Luis Inácio Lula da Silva. Um dos principais documentaristas ligados ao sindicalismo operário dos anos 1970, ele iniciou sua carreira como jornalista e, já em São Paulo, começou a trabalhar com cinema até se envolver na luta armada. Seu primeiro romance, ‘Em Câmara Lenta’, nasceu em 1973, enquanto estava preso. Atuando entre a literatura e o cinema, seu primeiro longa ficcional ‘Corte Seco’ foi viabilizado pela Ancine, com patrocínio da Petrobras.</p>
<div id="attachment_7847" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Corte-Seco-filmagem.jpg"><img class="wp-image-7847 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Corte-Seco-filmagem.jpg" alt="Corte Seco filmagem" width="800" height="474" /></a><p class="wp-caption-text">Finalizado em 2014, &#8216;Corte Seco&#8217; será exibido pela primeira vez em Campinas nesta terça-feira (5/07) na abertura do Festival Cena Cine Campinas     Foto: Coraci Ruiz</p></div>
<p>Tapajós também dirige o documentário longa ‘Esquerda em Transe’, outra produção em parceria com o Laboratório Cisco (<a href="http://www.laboratoriocisco.org/">http://www.laboratoriocisco.org/</a>), produtora de conteúdo audiovisual de Campinas dos cineastas Coraci Ruiz (formada em Dança), Julio Matos (sociólogo) e Hidalgo Romero (arquiteto), que há 13 anos dedicam-se à produção de cinema autoral, documentário e televisão. Entre as principais premiações da produtora estão o longa ‘Cartas para Angola’ (2010), premiado no Brasil, Angola, Portugal e Bélgica, e na grade de programação do Canal Curta; ‘Saudade’, vídeo-cartas para Cuba (2005), Melhor Documentário Independente Brasileiro no 14º Gramado Cine Vídeo; ‘Rotas Recriadas’ (2004), Melhor Vídeo Social, Melhor Vídeo Independente Brasileiro pelo Júri e Público no 13º Gramado Cine Vídeo; ‘Olhos Negros: compartilhando imagens’ (2003), Prêmio Especial do Júri no 4º Catarina Festival de Documentários; ‘Acontecências’<strong>,</strong> selecionado no International Documentary Film Festival Amsterdam (IDFA) em 2009; e ‘É Tudo Verdade’ em 2010, com menção honrosa na 37ª Jornada da Bahia, em 2010.  Atualmente produz a Série ‘Chão de Fábrica’ e o documentário ‘Esquerda em Transe’, que parte da seguinte questão: o que é ser de esquerda, hoje, no Brasil?</p>
<p>Trailer ‘Corte ‘Seco’:</p>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/f-83zoe6SEw?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Corte Seco (2014)</p>
<p>DIREÇÃO E ROTEIRO: Renato Tapajós</p>
<p>DIRETORA ASSISTENTE: Marema Valadão<br />
PRODUÇÃO EXECUTIVA FILMAGEM: Sérgio Kieling<br />
PRODUÇÃO EXECUTIVA FINALIZAÇÃO: Hidalgo Romero<br />
PREPARAÇÃO DE ATORES: Marcelo Lazzarato<br />
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Julio Matos<br />
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: Rodolfo Figueiredo<br />
SOM DIRETO: Paulo Seabra e Pedro Sá Earp<br />
DIREÇÃO DE ARTE: Juliana Pfeifer<br />
PRODUÇÃO DE ARTE / CENOGRAFIA: Carolina Bassi<br />
FIGURINO: Edison Staffocker e Fernanda Canabarra<br />
MAQUIAGEM: Donna Meirelles e Simone Souza<br />
MONTAGEM: Pedro Pinho e Renato Tapajós<br />
COORDENAÇÃO DE PÓS-PRODUÇÃO: Julio Matos<br />
DESENHO DE SOM E MIXAGEM: Edson Secco<br />
MÚSICA ORIGINAL: Marcelo Onofri<br />
PRODUÇÃO DE FINALIZAÇÃO: Rebeca de Paula<br />
PROGRAMAÇÃO VISUAL / ARTE GRÁFICA: Arthur Amaral</p>
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		<title>Blogs ASN: O desfecho mais que inesperado de Memórias Secretas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2016 12:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
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		<category><![CDATA[Christopher Plummer]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Landau]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias Secretas]]></category>
		<category><![CDATA[Remember]]></category>

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		<description><![CDATA[Daniela Prandi comenta o filme &#8220;Memórias Secretas&#8221; em seu novo post no Blog de cinema da ASN. O desfecho de “Memórias Secretas” (Remember) é tão inesperado que foi preciso alguns minutos para digerir a revelação. O novo longa do diretor egípcio radicado no Canadá Atom Egoyan, do brilhante “O Doce Amanhã”, é um suspense daqueles ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://asn.blog.br/2016/05/17/o-desfecho-mais-que-inesperado-de-memorias-secretas/">Daniela Prandi comenta o filme &#8220;Memórias Secretas&#8221; em seu novo post no Blog de cinema da ASN.</a></p>
<p><a href="http://asn.blog.br/2016/05/17/o-desfecho-mais-que-inesperado-de-memorias-secretas/">O desfecho de “Memórias Secretas” (Remember) é tão inesperado que foi preciso alguns minutos para digerir a revelação. O novo longa do diretor egípcio radicado no Canadá Atom Egoyan, do brilhante “O Doce Amanhã”, é um suspense daqueles que te faz remexer na cadeira. </a></p>
<p><a href="http://asn.blog.br/2016/05/17/o-desfecho-mais-que-inesperado-de-memorias-secretas/">Leia texto completo aqui. </a></p>
<div id="attachment_6522" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://asn.blog.br/2016/05/17/o-desfecho-mais-que-inesperado-de-memorias-secretas/"><img class="size-large wp-image-6522" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/DaniPrandi_0278-1024x683.jpg" alt="A partir de amanhã, Daniela Prandi escreve na plataforma de blogs da ASN sobre Cinema, ingressando no 'menu' de colaboradores convidados da Agência Social de Notícias        Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Daniela Prandi escreve na plataforma de blogs da ASN sobre Cinema           Foto: Adriano Rosa</p></div>
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		<title>&#8216;Spotlight&#039;: quando o jornalismo investigativo vale ouro</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Daniela Prandi*, especial para ASN O jornalista Mike Rezendes mal poderia imaginar que anos depois de se dedicar obsessivamente em desvendar os mandos e desmandos da Igreja Católica nos casos de pedofilia em Boston (EUA), para o jornal The Boston Globe, estaria no palco do Oscar, celebrando a consagração de Spotlight. Eleito o melhor ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Daniela Prandi*, especial para ASN</strong></p>
<p>O jornalista Mike Rezendes mal poderia imaginar que anos depois de se dedicar obsessivamente em desvendar os mandos e desmandos da Igreja Católica nos casos de pedofilia em Boston (EUA), para o jornal The Boston Globe, estaria no palco do Oscar, celebrando a consagração de Spotlight.<br />
Eleito o melhor filme da safra 2016, a produção, modesta para os padrões de Hollywood, é de uma coragem tão intensa quanto a reportagem que deu início a um dos maiores casos de mea culpa do Vaticano. Um escândalo que, das páginas dos jornais, repercutiu nas igrejas mundo afora e provocou uma inesperada dança das cadeiras na casa de Pedro.<br />
Após os créditos finais, uma imensa lista de cidades nas quais o mesmo padrão de padres pedófilos foi identificado, enche a tela para reforçar a repulsa. Para os mais atentos, aliás, é possível identificar alguns municípios brasileiros ali, inclusive do interior paulista, como Franca.<br />
Spotlight é o nome de uma equipe do respeitado jornal de Boston que toca reportagens investigativas independentes da pauta do dia. Algumas chegam a levar meses até a publicação, algo impensável agora, quando a velocidade da informação ganhou importância sobre a sua própria veracidade e as redes sociais substituem os jornalistas pelos boateiros. Mas até hoje a equipe resiste, acumula prêmios, credibilidade e, com o Oscar na estante, deve ganhar alguma sobrevida em tempos de xeque-mate para o jornalismo impresso.<br />
Na telona, Rezendes ganhou o rosto de Mark Ruffalo, não por acaso um dos atores mais descolados de sua geração. No filme, seu personagem segue o clichê do jornalista mal-ajambrado, obsessivo, que come mal, não dorme, troca a vida real pela busca da notícia. É ele quem dá o &#8220;texto final&#8221; na reportagem, que acabou ganhanho o prêmio Pulitzer em 2003, mais importante que o Oscar, vale lembrar, pelo menos no mundo do jornalismo.<br />
Outros da equipe de Spotlight também são retratados, Sacha Pfeiffer, interpretada por Rachel McAdams. É ela, aliás, que passa por um dos momentos mais chocantes da investigação quando bate à porta de um dos padres pedófilos sob investigação. O próprio atende e ela resolve ir direto ao assunto, sem rodeios. Coragem para perguntar. É disso que estamos falando.<br />
Coragem de sobra também para o restante da equipe, como o editor Walter “Robby” Robinson, vivido no filme por Michael Keaton. O ator, que vem de duas boas temporadas no Oscar (sua interpretação em Birdman, no ano passado, é inesquecível), deixou para trás a canastrice da época em que envergou o uniforme do Batman e trouxe veracidade ao personagem, um editor obrigado a tomar posição em favor da notícia, mesmo que isso atinja seu poderoso círculo de amigos.<br />
O Oscar de Spotlight foi recebido com surpresa. O azarão venceu, emocionou, muitos viram como uma vitória do jornalismo, mesmo que seja um jornalismo passadista, quando a internet não estava assim tão dominante. Mas, passada a euforia inicial, as redes sociais logo nos lembraram da má fase dos jornais, do ocaso do meio impresso, da utopia que hoje representa uma equipe como a do Boston Globe. Entre a frustração e os memes de Gloria Pires, que preferiu &#8220;não opinar&#8221;, fica a lição de que reportagem investigativa, que custa caro e demora, pode render uma estatueta. Dourada.</p>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/I7TYGRwZbE4?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>*Daniela Prandi é jornalista, cinéfila, apaixonada por livros e gibis, turista profissional e fanática pelas cerimônias do Oscar; ainda lê jornal impresso, mas não resiste ao (bom) jornalismo on-line. Formada em Comunicação Social na Universidade Estadual de Londrina (UEL), foi repórter e editora nos jornais Diário do Povo, Correio Popular, Gazeta Mercantil, produtora na EPTV Campinas e colaboradora em revistas como Set e Terra da Gente, entre outras.</strong></p>
<div id="attachment_6179" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/spotlight2.jpg"><img class="size-full wp-image-6179" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/spotlight2.jpg" alt="Atores do filme &quot;Spotlight&quot; com a equipe real que fez a investigação sobre os casos de pedofilia praticado por padres, em foto para reportagem do New York Times   " width="960" height="880" /></a><p class="wp-caption-text">Atores do filme &#8220;Spotlight&#8221; com a equipe real que fez a investigação sobre os casos de pedofilia praticado por padres, em foto para reportagem do New York Times</p></div>
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		<title>Sesc-Campinas coloca em evidência a genuína cultura popular que sobrevive no Nordeste brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 17:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cultura Popular é destaque na programação de março no Sesc-Campinas, com cordel, ciranda, repente, xilogravura, teatro, mamulengo e cantorias. Preservada bravamente pelo povo que dela vive, essa é a cultura que faz parte do cotidiano do brasileiro, mas não está inserida na indústria cultural nem é produto massivo da mídia. Para quem nunca viu ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cultura Popular é destaque na programação de março no Sesc-Campinas, com cordel, ciranda, repente, xilogravura, teatro, mamulengo e cantorias. Preservada bravamente pelo povo que dela vive, essa é a cultura que faz parte do cotidiano do brasileiro, mas não está inserida na indústria cultural nem é produto massivo da mídia.</p>
<p>Para quem nunca viu de perto – nos bairros, nas ruas ou nas viagens turísticas -, essa é a hora. Um recorte sobre as manifestações culturais mais genuínas do Nordeste coloca em evidência importantes referências da região.</p>
<p>No teatro, o grupo Companhia do Tijolo mostra a vida do poeta cearense Patativa do Assaré sob a ótica do educador pernambucano Paulo Freire (dia 15/03). No cinema, o filme “Boi Neon” – do cineasta pernambucano Gabriel Mascaro &#8211; mostra as vaquejadas do interior (dia 2/03). E, nas artes, o próprio artista J.Borges, mestre da xilogravura (um dos preferidos de Ariano Suassuna), participa de um bate-papo com o público (dia 17/03).</p>
<div id="attachment_6164" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/boi-neon-2.jpg"><img class="size-large wp-image-6164" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/boi-neon-2-1024x683.jpg" alt="Cena do filme &quot;Boi Neon&quot;, que será exibido dia 2/03 (quarta-feira), no Sesc-Campinas; na foto, o ator Juliano Cazarré, que interpreta Iremar, sob direção do pernambucano Gabriel Mascaro " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme &#8220;Boi Neon&#8221;, que será exibido dia 2/03 (quarta-feira), no Sesc-Campinas; na foto, o ator Juliano Cazarré, que interpreta Iremar, sob direção do pernambucano Gabriel Mascaro</p></div>
<p><strong>CINEMA</strong></p>
<p>Uma árvore enfeitada de cordel – instalação poética Pé de Cordel &#8211; faz a ambientação apropriada à programação do mês, a partir do dia 1º de março. No dia seguinte, quarta-feira (2/03), às 19h30, será exibido o filme “Boi Neon” (Brasil, 2015), que conta a história do vaqueiro Iremar, que sonha em ser estilista enquanto viaja pelas vaquejadas do Nordeste.</p>
<p>No dia 24/03, às 19h30, será exibido o documentário “O Entalhe do Sertão”, dirigido por Helen Quintas Gondim, em parceria com o documentarista paraibano Asley Ravel. No final da exibição, os diretores falam sobre o trabalho realizado com artistas e produtores do sertão nordestino.</p>
<p><strong>INFANTIL</strong></p>
<p>A oficina de Cordel para crianças acontece todos os sábados do mês de março, das 10h às 11h, com o grupo Parampará, que também fará Contação de Histórias baseadas na literatura de cordel e cultura nordestina, também aos sábados, das 14h às 15h.</p>
<p><strong>DANÇA</strong></p>
<p>As cirandas pernambucanas e os cocos de Alagoas, para os adultos, acontecem aos sábados, a partir das 14h, com a bailarina Renata de Oliveira, que pretende aproximar as pessoas das manifestações populares dançadas.</p>
<p>O espetáculo “Cordel Encorpado” será apresentado no dia 19/03, às 18h, pela Companhia Repentistas do Corpo, com direção de Sérgio Rocha. O universo lúdico e poético do cordel é explorado pela dança contemporânea, com ritmo, rima, percussão corporal, voz e cenas teatrais.</p>
<p>No dia 27/03, às 14h, Magno Camilo comanda o espetáculo interativo “Cirandar”, que reúne dança, música e literatura.</p>
<p><strong>CURSO</strong></p>
<p>Dias 12 e 13 (sábado e domingo), das 14h às 18h, Beth Ziani e Joanna Sales ensinam a montar o “Cordel em Linha” e orientam na criação de um painel coletivo com as ilustrações do cordelista e xilografista J. Borges. Paralelamente, uma exposição com 20 xilogravuras de J. Borges estará aberta de 15 a 27 de março. Além do curso, Beth Ziani e Joanna Sales também realizam “Vivência em Bordado” nos dias 5 e 6/03, das 14h às 17h</p>
<p>De 16/03 a 6/04, Eduardo Ver dará o curso “Introdução à Ilustração de Cordel”, que apresenta a história da xilogravura e sua importância para os cordéis, com conhecimentos básicos para gravação em matriz de madeira e a técnica de impressão manual.</p>
<p>Ministrado pelo artista J.Borges, o curso “A arte da xilogravura” ensina as técnicas desta arte, da escultura à impressão, nos dias 17 e 18/03, às 18h.</p>
<p>Outro curso que acontece em março é a “Experimentação com Foto Pintura”, sob orientação de Maurício Sapata. A técnica de aplicar cor manualmente sobre uma foto pode ser aprendida nos dias 19 e 26, das 14h às 18h.</p>
<div id="attachment_6165" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/concerto-ispinho-e-fulo.jpeg"><img class="size-full wp-image-6165" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/concerto-ispinho-e-fulo.jpeg" alt="Cena da peça &quot;Concerto Ispinho e Fulô&quot;, que mostra vida e obra de Patativa do Assaré, pela Companhia do Tijolo, dia 15/03" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Cena da peça &#8220;Concerto Ispinho e Fulô&#8221;, que mostra vida e obra de Patativa do Assaré, pela Companhia do Tijolo, dia 15/03</p></div>
<p><strong>TEATRO </strong></p>
<p>Vencedor do Prêmio Shell de Teatro de Melhor Música, o grupo Companhia do Tijolo apresenta o espetáculo “Concerto de Ispinho e Fulô”, que mostra vida e obra do poeta cearense Patativa do Assaré, sob a ótica do educador pernambucano Paulo Freire, dia 15/03, às 19h30.</p>
<p>No dia 18/03, às 20h, a Cia do Tijolo também apresenta “Ledores no Breu”, inspirado nas obras do poeta Zé da Luz, do ficcionista Guimarães Rosa, também com pensamento e prática de Paulo Freire. O espetáculo mostra relações do homem com a leitura e com o mundo à sua volta.</p>
<p>“O Segredo de Catirina ou o Drama de Doutor Frango de Galinha”, com o mestre mamulengueiro Sebastian Marques, reúne personagens da tradição do mamulengo, dia 26/03, às 15h.</p>
<div id="attachment_6166" style="width: 797px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/JBorges-iemaja.jpg"><img class="size-full wp-image-6166" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/JBorges-iemaja.jpg" alt="Além de exposição e bate-papo, o artista J. Borges também dará curso de xilogravura no Sesc-Campinas" width="787" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposição e bate-papo, o artista J. Borges também dará curso de xilogravura no Sesc-Campinas</p></div>
<p><strong>BATE-PAPO</strong></p>
<p>O cordelista e poeta paraibano Samuel Quintas, mais conhecido como Samuel de Monteiro, conversa com o público sobre xilogravura, cordel e cantorias no dia 16/03, às 19h30. Samuel também realizará o Cordel de Feira, das 10h às 15h, aos sábados. Na Intervenção, ele fará leitura, troca e distribuição de cordéis.</p>
<p>No dia seguinte (17/03, quinta-feira), é a vez do mestre de cordel J.Borges. No bate-papo ele vai contar sua história e falar do seu ofício, junto com o artista Paulo Cheida.</p>
<p><strong>MÚSICA</strong></p>
<p>Os repentistas Asa Branca do Ceará e Zé Cardoso apresentam a “Cantoria de Pé-de-Parede”, com variados estilos de cantorias. Tudo improvisado. Dia 22/03, às 20h. O repentista Asa Branca do Ceará se junta ao poeta e cordelista Chico Pedrosa, no dia 23/03, para um Sarau: “No meu sertão tem cordel”. Eles farão declamação de seus principais trabalhos e contarão causos pitorescos do sertão. <strong>(Adriana Menezes, com informações da Programação do Sesc-Campinas)</strong></p>
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