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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Circo-Teatro Barão</title>
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		<title>Centro Cultural Casarão recebe o Circo-Teatro do Barão dias 28 e 29 de maio</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 16:45:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Gonçalves Palhaços têm lá vontades bastante peculiares. Não é mesmo, Respeitável Público? Vá entender as paixões desses fanfarrões. A partir dessa premissa, um coletivo de trupes artísticas de Campinas, exclusivamente formado por distintos narizes vermelhos, resolveu tirar do picadeiro duas comédias de circo-teatro brasileiro para levá-las ao Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Tiago Gonçalves</strong></p>
<p>Palhaços têm lá vontades bastante peculiares. Não é mesmo, Respeitável Público? Vá entender as paixões desses fanfarrões. A partir dessa premissa, um coletivo de trupes artísticas de Campinas, exclusivamente formado por distintos narizes vermelhos, resolveu tirar do picadeiro duas comédias de circo-teatro brasileiro para levá-las ao Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo, Campinas. O experimento artístico, batizado de Circo-Teatro do Barão, pode ser apreciado nesta quinta-feira, 28 de maio, com <em>O Morto Que Não Morreu</em>, e sexta, dia 29, com <em>O Machão</em>. Com entrada franca, os espetáculos estão marcados para as 20h.</p>
<p>Sob a direção do aclamado Palhaço Tubinho, descendente de família tradicional de circo-teatro e referência no Brasil em tal estética teatral, a cena será ocupada pelos artistas do Barracão Teatro (Ésio Magalhães e Raíssa Guimarães), do Circo Caramba (Thiago Sales), da Dupla Cia. (Fernanda Jannuzzelli), da Família Burg (Hugo Burg Cacilhas, Ivens Burg Cacilhas e Joana Piza) e da Los Circo Los (Rodrigo Mallet e Vitor Poltronieri). A iniciativa, que ainda contemplará turnê por outras cidades da região (Americana, Cosmópolis e Hortolândia) durante o ano, foi contemplada pelo edital 2014 do ProAc na categoria Montagem e Temporada de Espetáculo de Circo.</p>
<p>Para a atriz Fernanda Jannuzzelli, integrante da trupe Dupla Cia. e Mestre em circo-teatro pela Unicamp, a encenação dessas comédias está estritamente ligada à preservação de tal gênero de teatro popular brasileiro. “Seria o resgate de uma tradição que foi esquecida e que não é contada na história oficial do teatro. Trata-se de um gênero ímpar, com características próprias, com enorme potencialidade artística e que formou grandes atores da nossa cena teatral, entre os quais Benjamim de Oliveira, Oscarito, Mazzaropi”, destaca a atriz.</p>
<p>Da mesma forma, Tubinho enxerga a montagem dos dois espetáculos do coletivo como uma rica oportunidade de, além de oferecer ao público uma maneira peculiar de se fazer circo-teatro, entender o fenômeno de popularidade presente nessa teatralidade sob a lona. “O circo-teatro esteve e continua a estar em locais onde o teatro convencional ou o de elite nunca tinha chegado antes. Por isso, há muitos espectadores que tiveram sua primeira ou única experiência teatral por meio do teatro feito em circo. Essa é a grande questão”, pontua o diretor.</p>
<p><strong>A estética &#8211; </strong>Apesar de não estar abrigada debaixo de uma lona circense, a dobradinha de montagens produzidas pelas trupes de Barão Geraldo mantém a mesma estética do circo-teatro vivenciada pela memória de Tubinho. “Até por opção do grupo, tentei ao máximo manter a vivência que tenho no picadeiro e que me lembro de ter assistido de minha família. Manteremos o tradicional telão pintado ao fundo do cenário, os figurinos e as maquiagens peculiares do circo e, claro, o palhaço de cara pintada como figura central do espetáculo. Toda a trama e as piadas funcionam ao redor dele. Se fosse em uma partida de futebol, ele seria o centroavante que faz o gol. Na cena, esse Palhaço é o responsável por arrematar as piadas”, resume Tubinho. Não à toa, toda a produção (cenário e figurino) está aos cuidados dos artistas do Circo de Teatro Tubinho, trupe itinerante coordenada pelo multiartista desde 2001.</p>
<div id="attachment_3482" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/O-Machão2.jpg"><img class="size-large wp-image-3482" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/O-Machão2-768x1024.jpg" alt="Comédia no circo-teatro: resgate de uma tradição" width="618" height="824" /></a><p class="wp-caption-text">Comédia no circo-teatro: resgate de uma tradição</p></div>
<p><strong>As comédias &#8211; </strong>Uma questão é lançada ao diretor: quais os elementos que não podem faltar em uma legítima comédia de circo-teatro? Tubinho responde sem pestanejar: o cômico central (palhaço), o galã, o escada (segundo cômico), a ingênua, o vilão, a megera&#8230; Por sinal, todas essas figuras ocupam a cena de <em>O Morto Que Não Morreu</em> e de <em>O Machão</em>. “Outro detalhe bastante presente nessas encenações, e que me agradam muito, são os quiproquós. São sempre histórias familiares em que essas personagens vão se entrelaçando por meio de confusões”, destaca o diretor.</p>
<p>A temporada começa com <em>O Morto Que Não Morreu</em>, chanchada tradicional dos picadeiros. Na trama, a plateia acompanha os desesperos de uma palhaça que se vê obrigada a compactuar com a morte ‘de mentirinha’ do patrão. Detalhe: ao contrário do comumente encontrado na cena do picadeiro – o masculino como protagonista –, a releitura do coletivo traz a figura feminina para o centro da lona. “É uma renovação da tradição. Ao mesmo tempo em que bebemos na fonte tradicional, estamos nos reinventando. É justamente na tensão entre o velho e o novo que consiste uma tradição. Ela necessita sofrer transformações para continuar sendo contemporânea, para continuar dialogando com a plateia de cada nova geração”, explica Fernanda Jannuzzelli, que revezará a figura central da Palhaça com a atriz Joana Piza, da Família Burg.</p>
<p>Em compensação, <em>O Machão</em> conduz a plateia às desventuras de um Palhaço obrigado a viver na barra da saia da mulher, que faz questão de controlar todos os passos do marido. “Ele é todo submisso e ela é uma megera. Para piorar a situação, chega o amigo do Palhaço, que é todo ‘baladeiro’, apesar de também ser casado. Juntos, os dois arquitetam um plano para cair na gandaia. A partir disso, cria-se todo um quiproquó”, resume Ivens Burg Cacilhas, da Família Burg, que alternará o papel de protagonista com Ésio Magalhães, do Barracão Teatro. Ao contrário de <em>O Morto Que não Morreu</em>, basicamente pautado pelo improviso dos atores em cena, <em>O Machão</em> tem como norte para a encenação o antigo texto teatral da comédia <em>Ah, se o Anacleto Soubesse</em>.</p>
<p><strong>O diretor &#8211; </strong>Por ter nascido dentro de uma família circense tradicional, José Amilton França Pereira Júnior, o popular Palhaço Tubinho, carrega no sangue a polivalência dos artistas de picadeiro. Além de palhaço, acumula as habilidades de ator, diretor, dramaturgo, produtor cultural e empresário circense. Desde 2001, está à frente do Circo de Teatro Tubinho – uma trupe circense itinerante –, que traz no repertório mais de 90 espetáculos teatrais, entre comédias, infantis e dramas, como <em>Tubinho, O Rei do Gatilho</em>; <em>Tubinho e a Sua Família na Capital</em>; <em>Tubinho e a Mulher Nota 1.000; Pinocchio</em>; <em>Meu Filho, Minha Vida</em> e <em>Tubinho e as Almas de Outro Mundo</em>.</p>
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