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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Coletivo Nina</title>
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		<title>Com feira e exposição, Campinas se abre para defender povos indígenas</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2016 12:03:03 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Nina]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Jongo Dito Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de Cultura Indígena]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma feira neste sábado, dia 21 de maio, na sede do SINPRO, e uma exposição no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) &#8220;José Pancetti&#8221;, a cidade se abre para defender os povos indígenas do Brasil, cada vez mais ameaçados por uma série de interesses de ordem política e econômica. Os dois eventos acontecem em um momento de forte discussão nacional sobre a demarcação das terras indígenas e quilombolas.</p>
<p>Neste sábado, entre 9 e 20 horas, a sede do Sindicato dos Professores de Campinas e Região (SINPRO), que está completando 75 anos, recebe a Feira de Cultura Indígena, uma iniciativa do Coletivo NINA e que marca o encerramento do Encontro de Cultura e Educação, que acontece desde o dia 14. A Feira traz a Campinas mais de 15 etnias que integram o Programa &#8220;Índios na Cidade&#8221;, da ONG Opção Brasil, cuja missão é promover a autonomia de povos e etnias indígenas que vivem no contexto urbano, por meio da organização de feiras e de geração de renda, além de atuação em políticas públicas, empoderamento, afirmação e valorização de suas culturas.</p>
<p>Serão muitas atrações na Feira de Cultura Indígena, como exposição e venda de artesanato, apresentações de canto e dança, sessão de contação de hsitórias, pintura corporal e rodas de conversa. A gastronomia estará por conta das barracas que comercializarão iguarias como sucos naturais, milho, tapioca e açaí.</p>
<p>O início do Feira terá uma toré, momento de dança e celebração, seguido de uma roda de conversa sobre as culturas indígenas e afro-brasileiras nas escolas. Oportunidade especial para a discussão das leis 11.645e 10.639, que estipulam o ensino destas culturas em salas de aula mas que ainda são pouco debatidas e incorporadas nos currículos e atividades escolares.</p>
<p>Nesta roda de conversa, representantes dos Pontos de Cultua Comunidade Jongo Dito Ribeiro e Ponto de Cultura e Memória Ibaô e representantes indígenas da ONG Opção Brasil conversarão com o público sobre a implementação dessa legislação a partir de suas práticas e conceitos. O SINPRO Campinas fica na avenida  Professora Ana Maria Silvestre Adade, 100, Parque das Universidades. Telefone (19) 3256-5022. A entrada na feira é gratuita.</p>
<div id="attachment_7176" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence2.jpg"><img class="size-large wp-image-7176" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence2-1024x680.jpg" alt="Exposição permanece até o dia 12 de junho no MACC (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição permanece até o dia 12 de junho no MACC (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Exposição no MACC</strong> &#8211;  Até o dia 12 de junho, o MACC sedia a exposição &#8220;O Olhar de Hercule Florence sobre os índios brasileiros&#8221;. Com curadoria, pesquisa e textos de Glória Kok (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP), Francis Melvin Lee (Instituto Hercule Florence) e Marília Xavier Cury (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP), a exposição reúne cerca de 150 itens, entre desenhos, pinturas, objetos, fotografias, vídeos, livros e mídias digitais que apresentam um panorama histórico e social dos povos Apiaká, Munduruku, Bororo, Guaikuru (atualmente Kadiwéu), Kayapó (hoje Panará), Coroado (Kaingang), Xavante Paulista, Guaná e Guató, e documentam as dinâmicas destes grupos.</p>
<p>A realização é do Instituto Hercule Florence (IHF), com apoio do Programa Incentivo à Cultura do Estado de São Paulo (ProacSP), Governo de São Paulo, MACC e Prefeitura de Campinas. Os organizadores esperam que o resgate histórico dos 190 anos que separam os registros oitocentistas de Hercule Florence e a situação atual possa contribuir para uma perspectiva futura sobre a situação indígena no Brasil. Para Campinas, é o momento de resgatar a trajetória de uma figura fundamental, o próprio Hercule Florence, apontado como o &#8220;Pai da Fotografia&#8221;, para se entender a construção da cidade, e particularmente sua estruturação como polo de pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p>A exposição reúne trabalhos que Hercule Florence produziu como um dos desenhistas da Expedição Langsdorff, que percorreu o Brasil entre 1825 e 1829 e teve contato com várias etnias indígenas. Junto com a Feira de Cultura Indígena, a exposição representa, portanto, ocasião mais do que propícia para uma reflexão sobre o que aconteceu com os povos indígenas e também sobre o estado atual e perspectivas para esses grupos.</p>
<p>Depois de séculos de massacre e opressão, os povos indígenas brasileiros passaram a ter esperança com a Constituição de 1988, que reconheceu &#8220;sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam&#8221;. Cabe à União, pela Constituição, o papel de &#8220;demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens&#8221;.</p>
<p>Um dos resultados desse preceito constitucional é a que a população indígena voltou a crescer no Brasil, chegando a 817.963 pessoas em 2010, segundo o Censo do IBGE, das quais 502.783 na zona rural e 315.180 nas cidades &#8211; ou seja, são muitos indígenas no cenário urbano, como procura demonstrar a Feira de Cultura Indígena desde dia 21 de maio no SINPRO Campinas. No total, o Brasil tem mais de 230 povos indígenas, o que torna o país um dos mais ricos no mundo em diversidade cultural e linguística.</p>
<p>Ocorre que, em função de vários fatores, os povos indígenas continuam muito ameaçados no Brasil. Há forte resistência à demarcação de todas as terras indígenas, sendo grande a pressão para que essa decisão passe para a esfera do Congresso Nacional, e não mais sobre determinação do governo federal. Grandes projetos de hidrelétricas na Amazônia são outro grande risco para a integridade das terras e cultura indígenas, como já ocorreu com as usinas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM) e, recentemente, com Belo Monte (PA). Interesses de mineração também ameaçam as comunidades indígenas, como têm denunciado organizações como Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Instituto Sócio Ambiental (ISA).</p>
<p>A exposição no MACC traz informações especiais sobre os povos Bororo e Coroados e Kaingang. Apesar das guerras, crises de fome e epidemias, os Bororo voltaram a crescer, após séculos de redução da população. Atualmente são 1.682 pessoas, vivendo em seis terras indígenas demarcadas, em território descontínuo no Mato Grosso.</p>
<p>Os Coroados ou Kaingang se distribuíam por amplo território entre São Paulo e Rio Grande do Sul e foram igualmente massacrados. A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil e a expansão da cafeicultura paulista foram alguns dos elementos que contribuíram para sua diminuição populacional. Calcula-se que 80% da população Kaingang tenha sido exterminada.</p>
<p>A Feira de Cultura Indígena e a exposição  &#8220;O Olhar de Hercule Florence sobre os índios brasileiros&#8221; não deixam de ser motivo para esperança. O Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”  fica na rua Benjamin Constant 1633, Centro. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_7178" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence.jpg"><img class="size-large wp-image-7178" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence-1024x680.jpg" alt="Exposição reúne trabalhos de Hercule Florence e também fotos e muitos objetos (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição reúne trabalhos de Hercule Florence e também fotos e muitos objetos (Foto Martinho Caires)</p></div>
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		<title>Arte pela Democracia reúne teatro, dança e circo no centro de Campinas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 16:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Arte pela Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Barracão Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Caixeiras da Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Nina]]></category>
		<category><![CDATA[Damião e Cia de Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Manhã ensolarada de quarta-feira, 30 de março de 2016, centro de Campinas. Grupos de teatro, dança, circo e outras expressões estão participando, desde as 10 horas, no Largo da Catedral, do ato Arte pela Democracia. Haverá  programação durante o dia todo, culminando com a Dança pela Democracia, por volta das 17 horas. Os artistas desceram inicialmente em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Manhã ensolarada de quarta-feira, 30 de março de 2016, centro de Campinas. Grupos de teatro, dança, circo e outras expressões estão participando, desde as 10 horas, no Largo da Catedral, do ato Arte pela Democracia. Haverá  programação durante o dia todo, culminando com a Dança pela Democracia, por volta das 17 horas.</p>
<p>Os artistas desceram inicialmente em cortejo pela rua Treze de Maio, com faixas, cartazes e palavras pela democracia. Depois se concentraram no Largo da Catedral, um dos mais tradicionais espaços de manifestações políticas e culturais da cidade, ao lado do Largo do Rosário e Centro de Convivência Cultural.</p>
<div id="attachment_6530" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-585.jpg"><img class="size-large wp-image-6530" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-585-1024x768.jpg" alt="Tiche Vianna, do Barracão Teatro: &quot;contra o golpe&quot; (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Tiche Vianna, do Barracão Teatro: &#8220;contra o golpe&#8221; (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>&#8220;Estamos nos manifestando em defesa da democracia e do Estado de Direito e contra o golpe que está sendo articulado contra um governo eleito legitimamente&#8221;, afirmou Tiche Vianna, coordenadora do Núcleo de Atores Pesquisadores do Barracão Teatro, um dos grupos que participam do evento. Ela se refere ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que está tramitando na Câmara dos Deputados.</p>
<p>&#8220;Os dois lados precisam ser ouvidos e não estão sendo pela mídia que apoia o golpe&#8221;, disse Tiche Vianna, assinalando que o ato &#8220;também é em defesa da alegria, da liberdade de expressão, que foi arduamente conquistada no país&#8221;. Ela defende a continuidade da Operação Lava Jato, &#8220;para pegar todos que devem&#8221;.</p>
<div id="attachment_6531" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-563.jpg"><img class="size-large wp-image-6531" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-563-1024x768.jpg" alt="Lara Prado, atriz da Damião e Cia de Teatro: &quot;A arte é política e tem muito em jogo&quot; (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Lara Prado, atriz da Damião e Cia de Teatro: &#8220;A arte é política e tem muito em jogo&#8221; (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Coletivo Nina, Damião e Cia de Teatro e Caxeiras da Guia são outros dos grupos que participam da manifestação. &#8220;A arte é política. Os artistas se manifestaram contra a ditadura e agora devem se expressar pela democracia. Há muito em jogo&#8221;, destacou  Lara Prado, atriz da Damião e Cia de Teatro.</p>
<p>&#8220;Grupos que não eram ouvidos, como de mulheres, gays, negros e outros, passaram a se manifestar, a se expressar, e isso gera uma reação conservadora e o ódio. É uma disputa ideológica e é esse direito de manifestação que está em jogo e ameaçado&#8221;, completou a atriz.</p>
<div id="attachment_6532" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-566.jpg"><img class="size-large wp-image-6532" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-566-1024x768.jpg" alt="Cristina Bueno, das Caixeiras da Guia: &quot;Na arte não há rancor, mas reflexão&quot; (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Cristina Bueno, das Caixeiras da Guia: &#8220;Na arte não há rancor, mas reflexão&#8221; (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Uma das fundadoras do grupo Caixeiras da Guia,  Cristina Bueno também participou da abertura do ato Arte pela Democracia. &#8220;A arte não é fonte de ódio, de rancor, mas de reflexão, de diálogo. A arte sempre é democrática e neste momento a arte deve estar com a democracia, com a liberdade de pensamento e expressão&#8221;, ressaltou Cristina Bueno.</p>
<p>Os populares que frequentam um dos pontos mais movimentados de Campinas iam chegando e perguntando. &#8220;Você sabe dizer o que é isso? O que significa isso?&#8221; Aos poucos, pelos próprios artistas e pelo que viam, percebiam os propósitos do ato, mais um dos que estão acontecendo em todo país contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, assim como têm ocorrido os eventos pelo impeachment e críticos ao governo do PT (ver <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/3072">aqui</a>). (<strong>Por José Pedro Martins)</strong></p>
<div id="attachment_6533" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-549.jpg"><img class="size-large wp-image-6533" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Democracia-549-1024x768.jpg" alt="No Largo da Catedral de Campinas, Arte pela Democracia até o início da noite (foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">No Largo da Catedral de Campinas, Arte pela Democracia até o início da noite (foto José Pedro Martins)</p></div>
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		<title>Oficina de Mamulengos e Teatro de Bonecos na Estação Cultura ainda tem inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 14:12:53 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Nina]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda estão abertas as inscrições para a Oficina de Mamulengos e Teatro de Bonecos, que será ministrada por Sebastian Marques a partir do dia 22 de julho, quarta-feira,  no Vagão de Bonecos da Estação Cultura, em Campinas. Serão duas turmas, às quartas e  sábados, na iniciativa do Laboratório de Produção Cultural da Estação Cultura, a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="id_55a90af7e6fa71f90405138" class="text_exposed_root text_exposed">
<p>Ainda estão abertas as inscrições para a Oficina de Mamulengos e Teatro de Bonecos, que será ministrada por Sebastian Marques a partir do dia 22 de julho, quarta-feira,  no Vagão de Bonecos da Estação Cultura, em Campinas. Serão duas turmas, às quartas e  sábados, na iniciativa do Laboratório de Produção Cultural da Estação Cultura, a EMCeA, a Rede Usina Geradora de Cultura, o Ponto de Cultura Inventor de Sonhos e a Universidade das Culturas (UNICULT).</p>
<p>A oficina de Mamulengos e Teatro de Bonecos é um processo pedagógico-social não formal baseado na pesquisa, recriação e conteúdos do folclore e cultura popular tradicional, cujo objetivo é incentivar o aluno/ator ao trabalho coletivo, possibilitando sempre formas diferentes para a criação espontânea e oferecendo aos participantes um primeiro contato com a prática teatral através de jogos e exercícios de integração, sensibilização corp<span class="text_exposed_show">oral e improvisação por meio da construção e elaboração de bonecos/mamulengos.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>A oficina se destina a professores, atores, atrizes, arte-educadores(as), associações comunitárias e demais interessados a partir de 12 anos. Serão duas turmas, uma às quartas, outra aos sábados. Os conteúdos abordados envolverão o conhecimento teórico referente à tradição do teatro de bonecos, serão apresentadas as ferramentas básicas de manipulação e técnicas de interpretação, tendo como base uma apostila e vídeos com referências ao teatro de bonecos. A oficina proporcionará ensaios com roteiro, música e dança, ensaios abertos ao público e apresentações.</p>
<p>As inscrições estão abertas até 19/ de julho. O link para inscrições é: <a href="http://goo.gl/forms/yjSalmvbQM" target="_blank" rel="nofollow">http://goo.gl/forms/yjSalmvbQM</a><br />
A proposta, segundo os realizadores, é a formação da cidadania a partir do conhecimento da vivência social e pedagógica de um contexto cultural que leve em conta a memória das culturas regionais.<br />
O mamulengo é uma expressão da arte popular nordestina que se guarda elementos das tradições do folclore ibérico, sendo remanescente dos espetáculos da “Commédia Dell Arte”. A expressão lúdica do mamulengueiro consiste em manipular com as mãos como quem articula a própria vida.</p>
</div>
</div>
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