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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Compromisso Campinas pela Educação</title>
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		<title>Renato Janine defende o fim da desigualdade pela Educação e faz 1ª palestra da FEAC em 2016</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2016 23:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[FEAC]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Janine Ribeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Praticamente sem dissociar educação de política, Renato Janine Ribeiro fala do papel libertador da educação. “Educar é libertar. É dar à pessoa a chance de encontrar seu próprio caminho.” É a Educação, portanto, que expande as possibilidades da pessoa quando ela conhece o diferente e vai além do universo familiar. “Esse é ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Praticamente sem dissociar educação de política, Renato Janine Ribeiro fala do papel libertador da educação. “Educar é libertar. É dar à pessoa a chance de encontrar seu próprio caminho.” É a Educação, portanto, que expande as possibilidades da pessoa quando ela conhece o diferente e vai além do universo familiar. “Esse é o papel da escola.” O filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro abriu ontem, quinta feira (31/03), a série de encontros mensais de 2016 do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), promovido pela Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (FEAC).</p>
<p>“Assim como a Educação, a política é laboriosa. Não se mudam as coisas rapidamente”, disse Janine ao final da entrevista que ele concedeu antes da palestra “Os Direitos Humanos e a Educação”. Foram cerca de 50 minutos com a imprensa local, atendida logo depois que ele chegou de São Paulo, às 17h50. Nenhum sinal de cansaço e muita disposição para falar de direitos humanos, educação e política, que em sua interlocução estão profundamente imbricados. A Educação, tanto quanto a participação política, é também um dos direitos humanos da sociedade.</p>
<div id="attachment_6573" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-3.jpg"><img class="size-large wp-image-6573" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-3-1024x680.jpg" alt="Renato Janine Ribeiro abriu ontem a série de encontros mensais de 2016 do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), promovido pela Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (FEAC)       Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Renato Janine Ribeiro abriu ontem a série de encontros mensais de 2016 do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), promovido pela Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (FEAC)        Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>País das desigualdades</strong></p>
<p>“A primeira coisa que precisamos ensinar é a igualdade. Este é um dos pontos essenciais nos direitos humanos: somos iguais”, disse Janine. Para o professor, vivemos 500 anos de história no Brasil em que “se trabalhou com afinco pela injustiça” e houve grande empenho na “exclusão de pobres e negros”.</p>
<p>O filósofo cita como exemplo uma situação de um brasileiro que viaja para a Europa e trata a todos com igualdade lá, mas quando está no Brasil trata diferente o atendente, ou o carregador de mala, por exemplo. “Como se fizesse questão de mostrar uma diferença, ou que ele vale mais que o outro.”</p>
<p>Janine acredita que as políticas públicas e os programas de educação voltados para o fim da desigualdade podem mudar esse cenário. “Tivemos avanços significativos nos últimos anos com programas como Pronatec, Prouni e Ciência sem Fronteira.” Questionado sobre a suspensão do Ciência sem Fronteira, ele é direto na resposta: “O que aconteceu com os programas? Foram afetados pela crise econômica. O dinheiro do MEC (Ministério da Educação) deixou de existir”, disse Janine, que foi Ministro de Estado da Educação, de 6 de abril a 5 de outubro de 2015.</p>
<p><strong>‘Educar é libertar’</strong></p>
<p>O professor defende que a sociedade tenha o retorno do profissional formado pelo ensino público. “Quem estudou no ensino público precisa ser grato à sociedade pelas vantagens que ela lhe proporcionou, porque os benefícios não caem do céu e uma pessoa que se forma numa universidade pública não consegue só por mérito próprio.” Segundo Janine, o estudante que privatiza o seu diploma, ou seja, que não retorna à sociedade o que recebeu, pode estar sendo antiético, sem ter noção disso.</p>
<div id="attachment_6574" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-2.jpg"><img class="size-large wp-image-6574" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-2-1024x680.jpg" alt="Este ano, os Encontros Mensais da FEAC, no Compromisso Campinas pela Educação (CCE), irão abordar assuntos que estejam em consonância com o Planoos: Martinho Caires Municipal de Educação de Campinas (PME)    Fot" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os Encontros Mensais da FEAC, no Compromisso Campinas pela Educação (CCE) irão abordar assuntos que estejam em consonância com o Plano Municipal de Educação de Campinas      Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Ética</strong></p>
<p>Quando o assunto é ética, tema sobre o qual é autor de livros e professor na USP, Janine avisa que não é possível simplificar. “Saber o certo e o errado não é o mesmo que saber sobre ética. Isso é apenas lei. Se você faz o certo só porque é lei, você não é necessariamente ético. Para ser ético é preciso ter consciência. Assim como temos exemplos na história em que deixar de cumprir a lei, como ajudar a libertar os escravos, foi uma atitude ética.” Antígona, a tragédia grega de Sófocles, também costuma ser usada pelo professor como exemplo de ética sem o cumprimento da lei.</p>
<p>Renato Janine elaborou para a Unesco uma proposta de inclusão do estudo de ética nas escolas. “Há alunos que chegam ao ensino médio sem saber ou ouvir falar de ética.” Renato Janine consegue, por fim, relacionar ao tema central da educação todas as questões abordadas – direitos humanos, política, ética.</p>
<p><strong>Campinas</strong></p>
<p>Este ano, os Encontros Mensais da FEAC, no Compromisso Campinas pela Educação (CCE), irão abordar assuntos que estejam em consonância com o Plano Municipal de Educação de Campinas (PME). Os Planos de Educação constituem um marco fundamental que visa consolidar um sistema educacional capaz de concretizar o direito à educação em sua integralidade.</p>
<p>De acordo com o vice-presidente da FEAC, Luís Norberto Paschoal, em 2016 o desafio do CCE é ainda maior. &#8220;Queremos chegar mais perto do cidadão, para que haja mudança de fato na sociedade&#8221;, disse Paschoal.</p>
<p><strong>Encontro Mensal</strong></p>
<p>Com o objetivo de evidenciar e promover debates e reflexões sobre temas atuais e relevantes da área educacional, os Encontros Mensais do CCE já se tornaram referência para o público que prestigia o calendário de palestras voltadas ao tema e causa Educação. Educadores e demais interessados são presenças constantes nos Encontros, que são realizados geralmente na última quinta-feira de cada mês, a não ser em casos específicos. O evento é gratuito e aberto ao público.</p>
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		<title>Encontro na FEAC discute importância da escola para convivência ética</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 16:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A 8ª edição do Encontro Mensal do Compromisso Campinas pela Educação (CCE) de 2015 acontece nesta quinta-feira, dia 15 de outubro, às 19 horas, no auditório da Fundação FEAC (Rua Odila Santos de Souza Camargo, 34, Jardim Brandina, Campinas/SP). O último evento da série de Encontros Mensais 2015, iniciativa da Fundação FEAC no âmbito do CCE, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 8ª edição do Encontro Mensal do Compromisso Campinas pela Educação (CCE) de 2015 acontece nesta quinta-feira, dia 15 de outubro, às 19 horas, no auditório da Fundação FEAC (Rua Odila Santos de Souza Camargo, 34, Jardim Brandina, Campinas/SP). O último evento da série de Encontros Mensais 2015, iniciativa da Fundação FEAC no âmbito do CCE, será comemorativo em homenagem ao Dia do Professor, celebrado na mesma data. O tema da palestra será “O valor da escola para que a convivência seja ética”, a ser ministrada pela professora. Dra. Luciene Tognetta.</p>
<p>A palestrante possui graduação em Licenciatura em Pedagogia pelo Centro Universitário Salesiano, mestrado em Educação pela Unicamp e doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP/SP e doutorado pela Universidade de Genebra. Possui ainda pós doutorado pela Universidade do Minho de Portugal.</p>
<p>Luciene Tognetta é professora do departamento de psicologia da educação da faculdade de Ciências e Letras da Unesp-Araraquara e pesquisadora líder do Gepem (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da Unicamp/Unesp). Tem experiência na área de psicologia, com ênfase em desenvolvimento social e da personalidade, atuando principalmente com temas como moralidade, ética, desenvolvimento afetivo, convivência escolar e bullying. É ainda autora de vários livros infantis.</p>
<p><strong>Encontros Mensais</strong></p>
<p>Com o objetivo de evidenciar e promover debates e reflexões sobre temas atuais e relevantes da área educacional, os Encontros Mensais do CCE já se tornaram referência para o público que prestigia o calendário de palestras voltadas ao tema e causa Educação. Educadores e demais interessados são presenças constantes nos Encontros, que são realizados geralmente na última quinta-feira de cada mês, a não ser em casos específicos, como a edição de outubro que vai acontecer no dia 15 em celebração ao Dia do Professor.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público. As vagas são limitadas e preenchidas por ordem de chegada. Os certificados serão emitidos posteriormente pela FEAC a quem solicitá-los. Informações: (19) 3794 3512 ou <a href="http://mail.uol.com.br/compose?to=compromissocampinas@feac.org.br">compromissocampinas@feac.org.br</a></p>
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		<title>Atitude Educação: prêmios para parcerias entre escolas e comunidades de Campinas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 20:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Atitude Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A parceria com a comunidade é fundamental para a escola cumprir sua missão de exercício do ensino e aprendizagem e se firmar como espaço privilegiado para o fortalecimento da cidadania. Este conceito foi enfatizado na noite desta quinta-feira, 24 de setembro, na cerimônia em que foram conhecidas as escolas vencedoras do 2º Prêmio Atitude Educação, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A parceria com a comunidade é fundamental para a escola cumprir sua missão de exercício do ensino e aprendizagem e se firmar como espaço privilegiado para o fortalecimento da cidadania. Este conceito foi enfatizado na noite desta quinta-feira, 24 de setembro, na cerimônia em que foram conhecidas as escolas vencedoras do 2º Prêmio Atitude Educação, iniciativa da Fundação FEAC, no âmbito do Compromisso Campinas pela Educação (CCE).</p>
<p>Mais de 300 educadores, gestores, famílias e membros das comunidades onde estão localizadas as nove escolas vencedoras participaram do evento, no Teatro Brasil Kirin do Shopping Iguatemi Campinas. A cerimônia de premiação, aberta pelo presidente da Diretoria Executiva da FEAC, Paulo Tilkian, correspondeu ao Encontro Mensal de setembro do CCE, em versão especial. O clima descontraído e de alto astral foi garantido pela presença de dezenas de crianças e pelo show à parte proporcionado pela mestre de cerimônias, Kiara Terra, contadora de histórias e atriz que encantou o público.</p>
<p><strong>Três categorias</strong> – Valorizar, reconhecer e dar destaque para ações e iniciativas que vem sendo desenvolvidas em prol da melhoria da qualidade da educação pública no município de Campinas é o propósito do Prêmio Atitude Educação. Em sua segunda edição, alinhado ao tema-chave ‘Valorização da Escola’, o Prêmio teve como objetivo premiar projetos escolares que tenham buscado o fortalecimento da relação entre a escola e a comunidade. Estas são as escolas vencedoras da edição de 2015 do Prêmio Atitude Educação, nas três categorias em disputa:</p>
<p><strong>Categoria 1 – Rede Pública Municipal de Ensino de Campinas</strong></p>
<p>1º lugar – CEI Nair Valente da Cunha – Projeto Família na Escola</p>
<p>2º lugar – EMEF Ângela Cury Zakia – Projeto Olhar que Trans-forma – Sousas e Joaquim Egídio: histórias, características, diversidades e contradições</p>
<p>3º lugar – EMEI João Vialta – Projeto Bonecos Étnicos</p>
<p><strong>Categoria 2 – Rede Pública Estadual de Ensino – Diretoria Regional de Ensino Campinas Oeste</strong></p>
<p>1º lugar &#8211;  EE Conjunto Vida Nova III – Projeto Flagrantes de uma comunidade de leitores</p>
<p>2º lugar – EE Dr.Eneas Cezar Ferreira – Projeto Xadrez</p>
<p>3º lugar – EE Dr.Manoel Alexandre Marcondes Machado – Projeto Ateliê</p>
<p><strong>Categoria 3 – Rede Pública Estadual de Ensino – Diretoria Regional de Ensino Campinas Leste</strong></p>
<p>1º lugar – EE Prof.Ary Monteiro Galvão – Projeto Pipas na escola</p>
<p>2º lugar – EE Profa.Castinauta B.M.Albuquerque – Projeto A diversidade na escola</p>
<p>3º lugar – EE Barão de Ataliba Nogueira – Projeto Fique ligado na dengue</p>
<p>As escolas vencedoras, em primeiro, segundo e terceiro lugares, ganharam valores de R$ 6 mil, R$ 4 mil e R$ 3 mil, respectivamente. No total, R$ 39 mil em prêmios. Os prêmios foram entregues pelo presidente da Mesa Diretora do Conselho Curador da FEAC, Antônio Carlos de Moraes Salles Filho, o Tuti; o vice-presidente da Área Social da FEAC, Marcos de Figueiredo Ebert; e o superintendente executivo da FEAC, Arnaldo Rezende.</p>
<p><strong>Reação dos vencedores e do público</strong> – As escolas vencedoras em primeiro lugar em cada categoria destacaram a oportunidade que o Prêmio Atitude Educação possibilitou para a visibilidade dos respectivos projetos e, sobretudo, para a consolidação da importância da parceria entre escola e comunidade.</p>
<p>“É muito bom ter o trabalho reconhecido para todos os envolvidos, a equipe da escola e a comunidade”, comentou Edilene Maria Varuzza Pinto, diretora do CEI Nair Valente da Cunha, vencedora da categoria Rede Pública Municipal de Ensino de Campinas, com o Projeto Família na Escola. A gestora salientou que a escola “sempre valorizou a relação com a comunidade e a equipe está sempre planejando estratégias para que isso aconteça, pois o suporte comunitário é essencial”.</p>
<p>A diretora da EE Conjunto Vida Nova III, Guacira Vitoriano Alves, ressaltou por sua vez que a divulgação de projetos de parceria entre escola e comunidade, por meio do Prêmio Atitude Educação, vai estimular a multiplicação de ações semelhantes. A escola venceu na categoria Rede Pública Estadual de Ensino – Diretoria Regional de Ensino Campinas Oeste, com o Projeto Flagrantes de uma comunidade de leitores.</p>
<p>Já a diretora da EE Prof. Ary Monteiro Galvão, Olivia da Silva Martins, evidenciou um dos resultados da postura da escola em sempre estar “de portas abertas para a comunidade”. Entre outros impactos positivos dessa parceria, disse, está o fato de que “a escola não tem nenhuma pichação, nenhum vidro quebrado, a comunidade respeita o patrimônio público”. Outro efeito positivo, complementou, é que “todo ano a escola cumpre a meta estabelecida pelo Idesp”, referindo-se ao Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo.</p>
<p>Muitos gestores da educação participaram da cerimônia do 2º Prêmio Atitude Educação e também enfatizaram a relevância da parceria entre escola e comunidade. &#8220;Tudo flui melhor quando a escola está inserida na comunidade e a comunidade abraça a escola”, afirmou a secretária municipal de Educação de Campinas, Solange Villon Kohn Pelicer. Para ela, a iniciativa da FEAC, no âmbito do CCE, de reconhecer essa parceria escola e comunidade “é um grande incentivo para que esses laços sejam cada vez mais fortes”.</p>
<p>Dirigente da Diretoria Regional de Ensino Campinas Oeste, o professor Antonio Admir Schiavo salientou que “a parceria é muito boa para a escola e a comunidade, ambos aprendem e crescem”. Ele considera que o Projeto Atitude Educação é “um estímulo para que a cooperação continue acontecendo”.</p>
<p><strong>Mestre de cerimônias</strong> – Ela cantou, brincou, contou histórias e, acima de tudo, inspirou o público, com suas afirmações ousadas e criativas sobre o papel da escola e da educação. A mestre de cerimônias Kiara Terra contribuiu para o clima especial na premiação do 2º Prêmio Atitude Educação. Forte estímulo para os educadores continuarem pensando e agindo por uma educação “que transforma, que torna o mundo melhor”, como ela sublinhou. Atriz, contadora de histórias e escritora, Kiara Terra criou um método que denominou história aberta, narrativas construídas com a participação do público. Foi o que fez no palco do Teatro Brasil Kirin.</p>
<p>No dia 15 de outubro, acontecerá o último Encontro Mensal de 2015 do Compromisso Campinas pela Educação. A pedagoga Luciene Tognetta comandará a palestra sobre a relação professor-aluno. Entre 09 e 13 de novembro, acontece a 6ª Semana da Educação de Campinas, ponto alto das atividades do CCE no ano, com mais de uma dúzia de eventos, todos gratuitos, em diversos espaços e para diferentes públicos.</p>
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		<title>Observatório da Educação lança publicações sobre aprendizado em Português e Matemática na FEAC</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 19:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Campinas é conhecida como polo científico e tecnológico, mas o desempenho dos alunos do ensino fundamental e médio em Português e Matemática ainda está longe do ideal. Em 2013, a proporção de alunos dos nonos anos com nível adequado de Matemática, de acordo com a Prova Brasil, era de 12%, e em Língua Portuguesa a proporção ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Campinas é conhecida como polo científico e tecnológico, mas o desempenho dos alunos do ensino fundamental e médio em Português e Matemática ainda está longe do ideal. Em 2013, a proporção de alunos dos nonos anos com nível adequado de Matemática, de acordo com a Prova Brasil, era de 12%, e em Língua Portuguesa a proporção era de 28%. Pois considerações detalhadas e com a indicação de sugestões sobre o ensino e aprendizagem nessas disciplinas, com base na avaliação da Prova Brasil realizada por alunos de Campinas, são o foco de duas publicações que o Observatório da Educação lança nesta quarta-feira, 12 de agosto, em evento a partir das 19 horas, no auditório da Fundação FEAC (rua Odila Santos de Souza Camargo, 34, Jardim Brandina, Campinas/SP), quando os autores das mesmas participarão de bate-papo com os presentes.</p>
<p>O Observatório é vinculado ao Compromisso Campinas pela Educação (CCE) e tem como objetivo divulgar e disponibilizar estudos diversos. Os materiais até então produzidos estão em  <a href="http://compromissocampinas.org.br/observatorio-da-educacao/"> http://compromissocampinas.org.br/observatorio-da-educacao/</a></p>
<p>Com muitos números, tabelas e outros recursos gráficos, as publicações são assinadas por renomados especialistas, que tecem comentários sobre o ensino e a aprendizagem das duas disciplinas fundamentais para a compreensão de mundo e para a formação da consciência crítica e reflexiva dos alunos do ensino fundamental.</p>
<p>“Pontos e contrapontos do ensino e da aprendizagem de Matemática na perspectiva da avaliação da Prova Brasil” é de autoria de Ruy César Pietropaolo. “Pontos e contrapontos do ensino e da aprendizagem de Língua Portuguesa/Leitura na perspectiva da avaliação da Prova Brasil” tem a assinatura de Zuleika de Felice Murrie.</p>
<p>Os dois autores participarão, no evento de lançamento, de bate papo com a mediação da Profa. Dra. Maria Inês Fini, coordenadora do Observatório da Educação. Entre os assuntos que serão abordados no bate papo, com a esperada especial participação de professores das disciplinas, coordenadores pedagógicos e diretores de escolas, estão a importância das estruturas lógico matemática e científica no desenvolvimento das crianças e adolescentes; a estratégia do desenvolvimento das estruturas sócio linguísticas e culturais na construção da identidade e da cidadania; obstáculos que alunos encontram para aprender matemática e português; e como consolidar as primeiras estruturas cognitivas por meio do ensino das duas disciplinas.</p>
<p>Ruy César Pietropaolo é licenciado em Matemática e em Pedagogia, com mestrado em Educação e doutorado em Educação Matemática pela PUC/SP. É docente do corpo permanente do programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, stricto sensu, da Universidade Anhanguera de São Paulo. Recebeu o Prêmio CAPES de Teses 2006 em razão da melhor tese de 2005 na área de Ensino de Ciências e de Matemática. A outra autora, Zuleika de Felice Murrie, é professora universitária aposentada, bacharel/licenciada em Língua Portuguesa (FFLCH-USP/FE-USP) e mestre/doutora na área de Didática: Linguagem e Educação (FE-USP). Atuou como professora nos ensinos fundamental, médio e superior em escolas públicas e privadas. Participou da elaboração de matrizes curriculares para a avaliação do Enem, Encceja, Saresp, prova São Paulo dentre outras. Produz como coautora os relatórios do Saresp – Língua Portuguesa desde 2006 até o presente editado em 2015. É autora de vários livros, como “Língua Portuguesa” (livro didático para ensino médio aprovado no PNLD); “Livro do educador” (organizadora e coautora). Projeto Escola e Cidadania para o ensino médio. São Paulo: Editora do Brasil, 2000; “Livro do professor: venda proibida?” (coautora), São Paulo: Plêiade, 1997;e “O ensino de português” (organizadora e coautora), São Paulo: Contexto, 1993.</p>
<p>O Observatório da Educação foi criado em 2013, no âmbito do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), e é voltado para a produção de estudos e pesquisas sobre a educação no município. O CCE é uma iniciativa liderada desde 2007 pela Fundação FEAC e que objetiva mobilizar a sociedade civil para chamar a atenção para a causa e o tema Educação, evidenciando dados, promovendo estudos, discussões e debates em torno da qualificação da Educação, especialmente no município de Campinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Luis Norberto Pascoal pede &#8220;sociedade indignada&#8221; e colocando educação como prioridade absoluta</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 23:21:27 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação FEAC]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1995, como presidente da Fundação FEAC, Luis Norberto Pascoal coordenou a Aliança de Campinas pela Educação, um movimento que visava articular a comunidade pela questão educacional e que resultou em várias iniciativas. Duas décadas depois, o empresário continua envolvido com o tema, como diretor da FEAC e membro do Compromisso Campinas pela Educação (CCE). ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1995, como presidente da Fundação FEAC, Luis Norberto Pascoal coordenou a Aliança de Campinas pela Educação, um movimento que visava articular a comunidade pela questão educacional e que resultou em várias iniciativas. Duas décadas depois, o empresário continua envolvido com o tema, como diretor da FEAC e membro do Compromisso Campinas pela Educação (CCE). Na manhã desta quinta-feira, 30 de julho, durante encontro do CCE, Pascoal pediu que a sociedade brasileira em geral, e a campineira em particular, &#8220;fique indignada com a qualidade da educação e coloque esta questão no centro de suas prioridades&#8221;. Ele fez o apelo logo depois da divulgação de estudo do Observatório da Educação, apontando vários desafios educacionais para a cidade (ver http://agenciasn.com.br/arquivos/4138).</p>
<p>&#8220;Será nossa responsabilidade, da sociedade de hoje, se não melhorarmos a educação para os nossos filhos e netos&#8221;, disse Pascoal. &#8220;Essa deveria ser a nossa maior motivação, pois a crise educacional é muito mais grave do que a crise econômica&#8221;, completou o empresário, encerrando mais um Encontro Mensal do Compromisso Campinas pela Educação, iniciativa coordenada pela Fundação FEAC e criada em 2007.</p>
<p>Durante o evento, Pascoal advertiu que &#8220;a melhoria da educação não acontece de uma hora para outra&#8221;, o que para ele justifica uma reação imediata por parte da sociedade em geral, junto com empresariado e poderes púbicos. O empresário lembrou que, desde o lançamento da Aliança de Campinas pela Educação, já são 20 anos com muita discussão e ações sobre a temática na cidade, e como os desafios ainda são muito expressivos é fundamental incrementar os esforços. &#8220;Agora temos o Compromisso Campinas pela Educação e um Plano Municipal de Educação. O momento é agora de ampliar a mobilização&#8221;, concluiu, lembrando a participação &#8220;de três grandes educadores&#8221; na Aliança de Campinas pela Educação, o colombiano Bernardo Toro, o escritor Rubem Alves e Antônio Carlos Gomes da Costa.</p>
<div id="attachment_4154" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_040.jpg"><img class="size-large wp-image-4154" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_040-1024x680.jpg" alt="Encontro Mensal do Compromisso Campinas pela Educação" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro Mensal do Compromisso Campinas pela Educação</p></div>
<p><strong>Como um dos responsáveis pelo ECA colaborou com a Aliança de Campinas pela Educação</strong></p>
<p>Em 1989, Luis Norberto Pascoal criou a Fundação Educar DPaschoal. Ano seguinte à promulgação da Constituição Cidadã, que consolidou muitos direitos fundamentais, pela primeira vez na história brasileira. Entre eles, os direitos da infância e juventude, sedimentados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de 1990, que colocou o Brasil na vanguarda da adoção da Doutrina da Proteção Integral.</p>
<p>Um dos responsáveis pelo ECA foi o educador Antônio Carlos Gomes da Costa (ver artigo &#8220;Bastidores da construção do ECA, que chega aos 25 anos sob sério risco de descaracterização&#8221;, em http://agenciasn.com.br/arquivos/3916). Pois Gomes da Costa seria um dos nomes mais importantes da Aliança de Campinas pela Educação, lançada em 1995. O Compromisso Campinas pela Educação é uma das iniciativas surgidas no contexto das discussões iniciadas pela Aliança, de duas décadas atrás.</p>
<p>A Aliança é resultado de seminário interno em 1995, na FEAC. O seminário reafirmou a educação como uma das prioridades para a instituição nos anos seguintes. No biênio 1995-96 a diretoria executiva da FEAC era integrada por Luis Norberto Pascoal (presidente), Darcy Paz de Pádua (vice-presidente Área Social), José Carlos Vanucchi (vice Área Administrativa), Augusto Fernando Barros Pimentel Filho (vice Patrimonial) e Donald Peter Graber (vice Relações Externas).</p>
<p>Impulso importante foi dado em conversa entre técnicos e dirigentes da FEAC, em Belo Horizonte, com o educador Antônio Carlos Gomes da Costa, que havia sido um dos idealizadores e principais protagonistas do Pacto de Minas pela Educação. Evoluiu então a ideia de iniciativa semelhante em Campinas, visando a garantia de vagas para todas as crianças na escola e uma educação de qualidade.</p>
<p>Como subsídio às discussões internas na FEAC, Gomes da Costa preparou um documento, intitulado <em>Infância, Juventude, Estado e Sociedade no Brasil – na Ante-Sala do ano 2000</em>. O educador situava a importância estratégica do investimento maciço em Educação no Brasil perante o cenário internacional, caracterizando-o pelos impressionantes avanços tecnológicos; novas modalidades de organização do trabalho; emergência da economia do conhecimento; prevalência da qualificação do capital humano sobre outros fatores produtivos de bens e serviços; surgimento de um mercado global de capitais; e emergência e expansão dos blocos econômicos internacionais.</p>
<p>Nesse contexto, Gomes da Costa sublinhava o imperativo do envolvimento integral das comunidades em um projeto de fomento à Educação e de qualidade para todos. O texto concluía com as <em>Dez razões para que a FEAC faça da Educação o eixo estruturador de sua atuação</em>. Seriam essas, em síntese:</p>
<ol>
<li><strong><em>É necessário introduzir mudanças radicais nas estratégias de educação básica, de modo a responder às necessidades do processo de transformação econômica, de equidade social e democratização política em que está imersa nossa sociedade.</em></strong></li>
<li><strong><em>É preciso converter as políticas de Educação em políticas de Estado e, não, em políticas de governo. A experiência das últimas décadas nos ensina que uma das garantias de êxito na política educacional é a continuidade. Para que haja continuidade, é preciso que os compromissos com Educação sejam assumidos não apenas pelo governo, mas pelo conjunto das forças vivas da sociedade;</em></strong></li>
<li><strong><em>É importante reconhecer que o requisito fundamental da nova estratégia educacional é fazer com que o sistema de ensino atenda às demandas da sociedade e, não, do aparato administrativo que o controla;</em></strong></li>
<li><strong><em>A nova estratégia, baseada nos princípios da descentralização, da participação e da mobilização, exige uma nova divisão do trabalho educacional entre a União, os Estados e os Municípios e uma nova postura por parte da sociedade, convocada a participar na formulação das políticas e no controle das ações governamentais nos diversos níveis;</em></strong></li>
<li><strong><em>A responsabilidade de compartilhar com a sociedade não significa diminuir a responsabilidade do Estado em garantir a universalização de um ensino fundamental de boa qualidade.</em></strong></li>
<li><strong><em>As novas estratégias devem enfatizar a autonomia dos estabelecimentos escolares e a maior responsabilidade da família e da comunidade local nos resultados, acompanhados por mecanismos de avaliação externa e de controle social dos resultados.</em></strong></li>
<li><strong><em>É preciso ainda sustentar o princípio de que o importante é que os alunos aprendam e, não, os anos de escolaridade ou os certificados que conseguirem. O objetivo é que os alunos tenham sucesso na sala de aula e na vida. Isso só poderá ocorrer pela satisfação das necessidades básicas de aprendizagem requerida pelos novos tempos:</em></strong></li>
</ol>
<ol>
<li><strong><em>Domínio da lecto-escritura;</em></strong></li>
<li><strong><em>Capacidade de calcular e de resolver problemas;</em></strong></li>
<li><strong><em>Capacidade de descrever, analisar, compreender e sintetizar dados, informações e situações;</em></strong></li>
<li><strong><em>Capacidade de receber criticamente os meios de comunicação;</em></strong></li>
<li><strong><em>Capacidade de compreender e operar o seu entorno social;</em></strong></li>
<li><strong><em>Capacidade de acessar informações;</em></strong></li>
<li><strong><em>Capacidade de trabalhar em grupo.</em></strong>
<ol start="8">
<li><strong><em>Estes objetivos não devem ser perseguidos apenas pela escola. Com base no conceito integrador de educação para a vida, preparar as novas gerações para dominar esse conjunto de conhecimentos e habilidades é responsabilidade da família, da escola e das organizações sociais; </em></strong></li>
<li><strong><em>É como Fundação Social mobilizada pela educação que a FEAC decidiu dizer sim ao desafio de trabalhar e lutar pela melhoria da qualidade do ensino fundamental no Brasil, atuando de forma solidária com o governo e outros atores sociais;</em></strong></li>
<li><strong><em>É importante reconhecer que o futuro coloca ao Brasil o desafio de inovar em termos de educação, implantando tendências irreversíveis na direção pretendida e realizando ações de médio e longo prazos.</em></strong></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><strong>Divisor de águas</strong> &#8211; Com este texto e com presenças constantes na FEAC, Antônio Carlos Gomes da Costa foi um dos pilares da Aliança de Campinas pela Educação, ao lado do empresário Luis Norberto Pascoal.</p>
<p>O seminário <em>Educação para a Vida</em> promovido pela FEAC foi realizado nos dias 6 e 7 de outubro de 1995, no Novotel Campinas-Norte. Com ativa participação de dirigentes e funcionários da FEAC, e voluntários do Grupo Vita, o seminário teve coordenação do próprio Gomes da Costa.</p>
<p>A lista de 54 convidados a participar incluía desde o prefeito José Roberto Magalhães Teixeira, o presidente da Câmara Municipal, Romeu Santini, secretários municipais e autoridades militares, até os reitores da Unicamp, José Martins Filho, e PUC-Campinas, Gilberto de Luiz de Moraes Selber, e representantes dos diversos segmentos da sociedade de Campinas, como centrais sindicais, sistema S, religiosos e representantes de organizações, como dra.Silvia Brandalise, do Centro Boldrini, e dra.Silvia Bellucci, do Centro Corsini.</p>
<p>Os participantes foram divididos em grupos. Em uma folha deveriam colocar suas impressões sobre as perguntas: Por que fazer um pacto pela Educação em Campinas? Quais os problemas que nos levar a fazer um pacto pela Educação em Campinas?</p>
<p>A decisão principal do seminário foi pelo empenho de todos segmentos na criação da Aliança de Campinas pela Educação, visando mobilizar a comunidade em várias ações para a conquista da educação para todos e de qualidade. E foi constituída uma Comissão Executiva para coordenar a Aliança. O lema escolhido foi: Campinas pela Educação – Todo mundo na escola. As palavras chave: Ingresso, Regresso, Permanência e Sucesso (IRPS) da Criança na Escola.</p>
<p>O lançamento oficial aconteceu no dia 7 de dezembro de 1995, na sede da FEAC, onde os representantes dos diversos segmentos assinaram um termo de compromisso. No mesmo dia foram apresentadas duas pesquisas encomendadas pela FEAC à Fundação Getúlio Vargas: <em>Um estudo sobre jovens de cinco núcleos residenciais da periferia pobre de Campinas</em> e <em>Estratégias de vida e aspirações da população de baixa renda de Campinas</em>.</p>
<div id="attachment_4156" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_006.jpg"><img class="size-large wp-image-4156" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_006-1024x680.jpg" alt="Encontro do CCE reuniu gestores, educadores e estudantes na FEAC" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro do CCE reuniu gestores, educadores e estudantes na FEAC</p></div>
<p><strong>Impactos da Aliança</strong> &#8211; A Escola 31 de Março, no Jardim Santa Mônica, um dos bairros de maior índice de vulnerabilidade social em Campinas, foi escolhida para ser sede de um projeto piloto da Aliança de Campinas pela Educação. Durante um final de semana de abril de 1996, jovens voluntários entrevistaram 2.238 pessoas, morando em 554 residências, basicamente em núcleos de favela. Foram identificados 501 crianças e adolescentes, e 29 deles estavam fora da escola. Os jovens e técnicos da FEAC, União Cristã Feminina e Escola 31 de Março trabalharam então pelo retorno das crianças à escola, e somente em um caso houve necessidade de se recorrer ao Conselho Tutelar.</p>
<p>Várias ações foram realizadas. Os jovens do Santa Mônica criaram uma entidade, a Agentes em Busca de Alunos Evadidos (ABAE), para garantir a presença de todas crianças na escola. Como reforço escolar, foi criado no bairro o projeto <em>Lição de Casa</em>, que teve o apoio de uma mini-biblioteca. A escola recebeu um Plantão de Dúvidas.</p>
<p>Uma pesquisa também foi realizada no Parque Itajaí, um dos bairros mais distantes do centro de Campinas na época. Foram identificados 24 crianças e adolescentes fora da escola. Inspiradas pela Aliança, outras ações movimentaram outros bairros. No Distrito de Barão Geraldo, nasceu um movimento local. Na Vila Lafayette Álvaro, houve mobilização semelhante à do Jardim Santa Mônica pela presença de todas crianças na escola, e o resultado foi o retorno de 31 das 39 que estavam fora. No Novo Flamboyant, houve intensa participação do Serviço Social Nova Jerusalém e Creche Semente da Vida. Nos bairros da Conquista e Vitória, atuaram o Centro Assistencial Romília Maria, a Associação São João Vianney e o Núcleo de Crianças da Vila Ipê.</p>
<p>Várias empresas e organizações empresariais se mobilizaram e se envolveram em ações da Aliança. A Fundação Educar DPaschoal lançou em 1998 o Selo Educação.</p>
<p><strong>Censo Escolar</strong> <strong>no Campo Grande</strong> &#8211;  Uma das ações mais importantes foi o estabelecimento de ampla coalizão pelo avanço da educação de qualidade na região do Campo Grande, uma das mais populosas de Campinas. Foram estabelecidas várias parcerias, com empresas e organizações como o Sindicato dos Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo (Udemo) e o Conselho Regional das Associações Comunitárias da Região Campo Grande (Coregran).</p>
<p>O propósito era realizar um Censo Escolar na Região do Campo Grande, para identificar quantas crianças estavam fora da escola e quais as causas da ausência. Foram formados grupos de trabalho, houve um detalhado planejamento e processo de captação de recursos.</p>
<p>O Censo começou no dia 25 de maio de 1998 e foi realizado aos sábados e domingos, terminando a 6 de dezembro. Houve muito envolvimento comunitário e de empresas situadas ou atuando na região Campo Grande.</p>
<p>A Aliança continuou gerando frutos nos anos seguintes. Em 2007, a Fundação FEAC passou a coordenar o Compromisso Campinas pela Educação (CCE), lançado como uma célula local do movimento nacional Todos pela Educação, de 2006. O CCE tem promovido várias ações, com grande apoio na comunidade, e prepara a 6ª edição da Semana da Educação de Campinas, para o início de novembro, no momento em que estarão sendo lembradas as duas décadas da Aliança, que teve em Antônio Carlos Gomes da Costa um de seus principais protagonistas. Mas Luis Norberto Pascoal também cita o educador colombiano Bernardo Toro, como um dos inspiradores dos conceitos que levaram à criação da Aliança, e o escritor Rubem Alves, &#8220;por ajudar a pensar diferente os rumos da educação&#8221;. A educação ideal ainda em construção no Brasil, com uma importante contribuição de Campinas. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_4158" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Toro-045.jpg"><img class="size-large wp-image-4158" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Toro-045-1024x768.jpg" alt="Bernardo Toro, que ajudou a inspirar a Aliança, esteve na 5a Semana da Educação de Campinas, do Compromisso Campinas pela Educação, em novembro de 2014: história continua sendo escrita (Foto José Pedro Martins) " width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Bernardo Toro, que ajudou a inspirar a Aliança, esteve na 5a Semana da Educação de Campinas, do Compromisso Campinas pela Educação, em novembro de 2014: história continua sendo escrita (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dados do Observatório da Educação mostram ensino e aprendizagem de Campinas em xeque</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 21:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A qualidade do ensino e da aprendizagem em Campinas foi colocada em xeque pelos números divulgados na manhã desta quinta-feira, 30 de julho, pelo Observatório da Educação, vinculado ao Compromisso Campinas pela Educação (CCE). As informações apontando enormes desafios estão no estudo “Dados sobre a educação de Campinas – Um panorama social, econômico e educacional”, divulgado ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade do ensino e da aprendizagem em Campinas foi colocada em xeque pelos números divulgados na manhã desta quinta-feira, 30 de julho, pelo Observatório da Educação, vinculado ao Compromisso Campinas pela Educação (CCE). As informações apontando enormes desafios estão no estudo “Dados sobre a educação de Campinas – Um panorama social, econômico e educacional”, divulgado no Encontro Mensal do CCE, realizado no auditório da Fundação FEAC e que também marcou o lançamento em Campinas do relatório “De olho nas metas 2013-14”, do Movimento Nacional Todos pela Educação.</p>
<p>O documento “Dados sobre a educação de Campinas – Um panorama social, econômico e educacional” tem a assinatura de Stella Silva Telles, doutora em Demografia pela Unicamp e pesquisadora do Núcleo de Estudos em Políticas Públicas (Nepp) da mesma universidade. A especialista também integra o Comitê Deliberativo do Observatório da Educação do Compromisso Campinas pela Educação.</p>

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		<div class="post-tabs">
		<ul class="tabs-nav"><li><strong>Matemática inadequada</strong> </li></ul>
		<div class="pane">
		<strong><span style="color: #ff0000;">Proporção de alunos de nonos anos com nível adequado em Matemática em 2013 era de 12%</span></strong> 
		</div>
	
		</div>
	
<p>Na forma de dados, tabelas e gráficos, o estudo foi produzido para a melhor compreensão do estado atual e dos muitos desafios nos campos social e da educação em Campinas, no momento em que acaba de ser promulgado o Plano Municipal de Educação (PME). Os resultados do estudo foram apresentados na manhã desta quinta-feira pela professora Dra.Maria Inês Fini, coordenadora do Observatório da Educação, no evento que contou com muitos educadores, gestores e estudantes.</p>
<div id="attachment_4147" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_024.jpg"><img class="size-large wp-image-4147" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_024-1024x680.jpg" alt="Maria Inês Fini: &quot;dor maior&quot; nos índices de qualidade da educação " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Inês Fini: &#8220;dor maior&#8221; nos índices de qualidade da educação</p></div>
<p><strong>Elenco de desafios</strong> – São muitos desafios apontados no documento, a começar pela infraestrutura das escolas públicas de Campinas. O documento cita, por exemplo, estudo dos professores Dalton Andrade e Joaquim Soares Neto, para o mesmo Observatório da Educação, indicando que somente 12,8% de um conjunto de 727 escolas avaliadas em Campinas apresentavam infraestrutura adequada em 2011, enquanto 56,1% tinham infraestrutura básica e 31,1% somente um nível apenas elementar de infraestrutura.</p>

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		<div class="post-tabs">
		<ul class="tabs-nav"><li><strong>Abandono escolar</strong></li></ul>
		<div class="pane">
		<span style="color: #ff0000;"><strong>Taxa de abandono escolar no Ensino Médio era inferior a 5% em 2007 e subiu para 7% em 2013</strong> </span>
		</div>
	
		</div>
	
<p>O estudo divulgado hoje na FEAC mostra que houve uma melhoria na taxa de atendimento escolar dos menores de 3 anos, que passou de 20% em 2007 para 39,2% em 2013. Entretanto, ainda há que se incluir 6.514 (estimativa com base em 2013) menores de 3 anos em creches para que se alcance a meta prevista no Plano Nacional de Educação de 50% das crianças nesta faixa etária com acesso a creches. &#8220;É fundamental esse acesso a creches, pois elas permitem a inserção das crianças na educação infantil e permitem que as mães trabalhadoras possam atuar em suas profissões&#8221;, disse a professora Maria Inês Fini. Do mesmo modo, outros 3.121 jovens de 15 a 17 anos devem ser incluídos no Ensino Médio.</p>
<div id="attachment_4148" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_013.jpg"><img class="size-large wp-image-4148" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_013-1024x680.jpg" alt="Maria Lucia Meirelles Reis representou o Todos pela Educação" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Lucia Meirelles Reis representou o Todos pela Educação</p></div>
<p>São vários desafios relacionados ao Ensino Médio, que representa, por exemplo, a etapa mais preocupante em termos de abandono escolar, com uma tendência de crescimento. Em 2007 a taxa de abandono escolar no Ensino Médio era inferior a 5% e, em 2013 atingiu quase 7% do total de alunos matriculados. &#8220;Esse abandono mostra que as escolas não são atraentes para os jovens&#8221;, observou a professora Maria Inês Fini.</p>

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		<div class="post-tabs">
		<ul class="tabs-nav"><li><strong>Infraestrutura longe do ideal</strong></li></ul>
		<div class="pane">
		<strong><span style="color: #ff0000;">12,8% de um conjunto de 727 escolas públicas com infraestrutura adequada em 2011</span></strong>
		</div>
	
		</div>
	
<p>No Ensino Fundamental, o acesso à escola está praticamente universalizado em Campinas. Entretanto, a qualidade da educação gera muita preocupação. &#8220;É a dor maior&#8221;, sintetizou Maria Inês Fini. Os dados da Prova Brasil da edição de 2013 evidenciaram que apenas a metade dos estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental em Campinas estava no nível adequado de aprendizagem em português. Em matemática esse percentual era de 46%.</p>
<p>Com relação à proficiência dos alunos dos nonos anos, a situação é particularmente crítica. A proporção de alunos que obtiveram nível adequado em matemática é baixa e ficou praticamente estagnada em torno de 12%. Também em português a proporção de alunos com proficiência adequada ficou em um nível baixo (28%) e estagnado no período analisado. Assim, além de não ter havido melhoria desde 2009, os patamares alcançados em 2013 pelos alunos dos nonos anos das escolas públicas ficaram muito longe da meta proposta.</p>

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		<div class="post-tabs">
		<ul class="tabs-nav"><li><strong>Vagas em creches</strong></li></ul>
		<div class="pane">
		<strong><span style="color: #ff0000;">Atendimento escolar de menores de 3 anos passou de 20% em 2007 para 39,2% em 2013: faltam vagas</span></strong>
		</div>
	
		</div>
	
<p>Desafios também para erradicar o analfabetismo, que atinge 3,2% da população (mais de 20 mil pessoas em 2010), e diminuir o analfabetismo funcional, abrangendo 30% da população entre 15 e 64 anos. No ensino profissionalizante, o maior desafio é ampliar as ofertas de ensino profissionalizante integrado ao ensino médio. Apenas 3% das matrículas no ensino profissionalizante em 2013 em Campinas estavam nessa modalidade. O estudo completo está no site www.compromissocampinas.org.br</p>
<p><strong>De olho nas metas</strong> &#8211; No evento desta quinta-feira, 30 de julho, no auditório da Fundação FEAC, o Movimento Nacional Todos pela Educação também apresentou, por meio de sua diretora administrativo-financeira, Maria Lucia Meirelles Reis, o seu relatório “De olho nas metas – 2013-14”. Esta é a sexta edição do relatório, que faz um balanço, a cada dois anos, de como estão as cinco metas perseguidas desde 2006 pelo Todos Pela Educação (TPE), um movimento da sociedade civil brasileira que tem como missão contribuir para que até 2022, ano do bicentenário da independência do Brasil, o país assegure a todas as crianças e jovens educação básica de qualidade. E os desafios apontados no relatório para a educação nacional também são imensos.</p>
<div id="attachment_4149" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_018.jpg"><img class="size-large wp-image-4149" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/150730_018-1024x680.jpg" alt="Relatório De Olho nas Metas apresenta vários desafios para o Brasil " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Relatório De Olho nas Metas apresenta vários desafios para o Brasil</p></div>
<p>O relatório mostra, por exemplo, que o Brasil ainda precisa incluir 2,8 milhões de crianças, adolescentes e jovens de 4 a 17 anos no sistema educacional e aprimorar muito a qualidade da educação, considerando fatos como o de que, em 2013, somente 9,3% dos alunos do 3º ano do ensino médio aprenderam o considerado adequado em matemática, e 27,2% em português. São números muito abaixo das metas intermediárias do TPE esse ano, que eram de aprendizado adequado de 28,3% em Matemática e 39% em Português, respectivamente. A meta para 2022, ainda muito distante de ser atingida, é que 70% ou mais dos alunos tenham aprendido o que é adequado para seu ano.</p>
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		<title>Compromisso Campinas pela Educação lança  6ª edição do Minha Família na Escola</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 13:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Cultural de Redação Minha Família na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação FEAC]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegou a hora dos alunos dos 5º e 9º anos do ensino fundamental das escolas públicas das redes municipal e estadual de Campinas/SP começarem a se preparar para a 6ª edição do Concurso Cultural de Redação Minha Família na Escola, que em 2015 terá como questão norteadora: “Segundo minha família, por que a escola é ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou a hora dos alunos dos 5º e 9º anos do ensino fundamental das escolas públicas das redes municipal e estadual de Campinas/SP começarem a se preparar para a 6ª edição do Concurso Cultural de Redação Minha Família na Escola, que em 2015 terá como questão norteadora: “Segundo minha família, por que a escola é importante para mim?”.</p>
<p>Anualmente aguardada pelas escolas públicas, a iniciativa da Fundação FEAC, no âmbito do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), tem como objetivo estimular alunos das redes municipal e estadual para se expressarem, via redação, sobre assuntos referentes à participação da família na vida escolar.</p>
<p>Na edição de 2015, a pergunta norteadora da redação está alinhada ao tema “Valorização da Escola”, bandeira do movimento para o ano vigente. A expectativa é estimular os estudantes a conversarem com pais e familiares sobre a importância da escola na vida e cotidiano de todos. Nesse sentido, a temática do concurso valoriza a importância do vínculo entre família, escola, aluno e professor como uma das formas de promover maior eficácia no aprendizado.</p>
<p>O Minha Família na Escola é voltado aos alunos matriculados, em 2015, no 5º e 9º anos do ensino fundamental de qualquer escola pública, municipal ou estadual, situada em Campinas/SP, além de escolas públicas vinculadas à Diretoria de Ensino de Campinas Leste e Oeste, situadas em Jaguariúna, Valinhos e Vinhedo.</p>
<p>A intenção do CCE, por meio do concurso, é que cada escola participante seja responsável por organizar ações que permitam a elaboração das redações pelos alunos interessados em participar da iniciativa, de acordo com seus respectivos calendários escolares.</p>
<p>Dentre todas as redações elaboradas pelos alunos, cada escola deverá selecionar até 20 textos, de acordo com os critérios que julgarem pertinentes. Cada unidade escolar será responsável pelas inscrições dos alunos interessados em participar do concurso.</p>
<p>Em 2014, o Minha Família na Escola teve um número recorde de participantes, com 1.400 mil inscrições. Segundo a supervisora do Compromisso Campinas pela Educação, Júlia Murtinho, a expectativa para 2015 é ainda melhor.</p>
<p>“O concurso tem tido, a cada ano que passa, mais alunos e escolas participando. No ano que estamos defendendo a bandeira da valorização da escola, temos grandes expectativas em relação a participação do público, já que o concurso é uma ótima oportunidade para tratar diretamente com pais e alunos sobre a valorização”, avaliou Júlia Murtinho.</p>
<p><strong> </strong><strong>Premiação &#8211; </strong>Os vencedores do concurso serão premiados da seguinte forma: o 1º Colocado de cada categoria ganhará um notebook (modelo a ser definido) e publicação da redação em coletânea dos vencedores. Família, escola e professor dos 1ºs colocados também ganham: o prêmio para a família será um (01) vale-compras de hipermercados no valor de R$ 300,00; prêmio para o professor orientador, um (01) vale-presente de livraria no valor de R$ 400,00 e prêmio para escola, um kit multimídia: computador, impressora multifuncional, projetor multimídia e tela retrátil.</p>
<p>Para o 2º e 3º colocados, o prêmio para o aluno será um <em>tablet </em>e a publicação da redação em coletânea dos vencedores. A coletânea reunirá 18 redações vencedoras e será lançada durante a solenidade de premiação  dos alunos, suas famílias, professores orientadores e respectivas escolas. Informações: (19) 3794 3512 ou <a href="http://mail.uol.com.br/compose?to=compromissocampinas@feac.org.br">compromissocampinas@feac.org.br</a></p>
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		<title>Encontro na FEAC discute os desafios da escola no século XXI</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 16:57:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Os desafios da escola no século XXI. Este é o tema da segunda edição do Encontro Mensal do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), que será realizada nesta quinta-feira, 23 de abril, no auditório da Fundação FEAC (rua Odila Santos de Souza Camargo, 34, Jardim Brandina, Campinas/SP). O evento ocorre às 19h e terá como conferencista o professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos. O encontro é grátis, com entrada por ordem de chegada, com vagas limitadas.</p>
<p>O assunto do Segundo Encontro Mensal está alinhado com a bandeira “Valorização da Escola”, que norteia as ações do CCE ao longo de 2015. Excepcionalmente em abril, o Encontro Mensal CCE será realizado no dia 23. Porém, os próximos eventos que ocorrem até outubro são planejados para acontecer sempre nas últimas quintas-feiras do mês.</p>
<p>Os Encontros Mensais CCE são gratuitos e abertos ao público e sempre contam com palestras de renomados profissionais com o objetivo de evidenciar temas importantes para a área educacional. Certificados são posteriormente emitidos pela Fundação FEAC a quem solicitá-los.</p>
<p><strong>Palestrante</strong></p>
<p>Eleito uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil pela revista Época em 2008 e reconhecido com diversos títulos internacionais na área educacional, o professore da UFPE, Mozart Neves Ramos atualmente é diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. Doutor em química pela UNICAMP e pós doutorado em química pela Politécnica de Milão na Itália, o educador foi reitor da UFPE e já fez parte do Conselho Nacional de Educação e outros órgãos nacionais ligados ao setor educacional.</p>
<p>Entre 2007 e 2010, Mozart foi presidente executivo do Movimento Todos Pela Educação e é autor do livro Educação Sustentável (2006) e coautor do livro A urgência da Educação (2011).</p>
<p><strong>Compromisso pela Educação</strong></p>
<p>A Fundação FEAC vem liderando desde 2007 o Compromisso Campinas pela Educação (CCE), uma célula local do Movimento Nacional Todos pela Educação.  Muitas ações vêm sendo realizadas, na busca de uma educação cada vez mais de qualidade, sobretudo no município de Campinas.</p>
<p>Os Encontros Mensais do CCE e a Semana da Educação, realizada sempre na primeira semana de novembro, já trouxeram a Campinas nomes que serão referência nacional e internacional em educação, como o educador colombiano Bernardo Toro, o filósofo Mario Sergio Cortella, o educador Moacir Gadotti, os professores Luiz Carlos Menezes e Flávia Vivaldi, o filósofo Cipriano Luckesi e muitos outros. O primeiro Encontro Mensal do CCE de 2015 teve a participação do professor da USP Nilson José Machado.</p>
<p>Outra ação da FEAC, no âmbito do CCE, foi a criação do Observatório da Educação, voltado a promover estudos e pesquisas, sempre visando a qualificação educacional. Os estudos do Observatório são discutidos e demandados por um Comitê Deliberativo, formado por alguns dos especialistas mais conhecidos e reconhecidos na área educacional de importantes instituições. Maiores informações sobre o segundo Encontro Mensal do CCE em 2015: (19) 3794.3512 ou compromissocampinas@feac.org.br</p>
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		<title>Campinas na sala de aula: para pensar a Educação de qualidade</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2015 16:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas na sala de aula]]></category>
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		<description><![CDATA[O Compromisso Campinas pela Educação (CCE), iniciativa liderada pela Fundação FEAC, lançou nesta semana a série de depoimentos em vídeo &#8220;Campinas na sala de aula&#8221;. Uma reflexão profunda sobre a Educação em Campinas e no Brasil, seus desafios, os atores envolvidos, por parte de algumas personalidades locais, como o reitor da Unicamp, professor Dr.José Tadeu ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Compromisso Campinas pela Educação (CCE), iniciativa liderada pela Fundação FEAC, lançou nesta semana a série de depoimentos em vídeo &#8220;Campinas na sala de aula&#8221;. Uma reflexão profunda sobre a Educação em Campinas e no Brasil, seus desafios, os atores envolvidos, por parte de algumas personalidades locais, como o reitor da Unicamp, professor Dr.José Tadeu Jorge, que abriu a série. São educadores, gestores de organizações não-governamentais e outros, que dão sua opinião sobre um dos maiores desafios coletivos para o país.</p>
<p>O reitor da Unicamp observa em seu depoimento que a Educação deve ser vista como um sistema, começando pela Educação Infantil e indo até o Ensino Superior. Em todas as etapas, desafios específicos.</p>
<p>A Educação como prática da liberdade, a escola como lugar de incentivo à criação, são destacados por sua vez pela presidente do Centro Boldrini, Dra. Silvia Brandalise. &#8220;Ensinar a criança a pensar, a não se arrepender com os erros&#8221; é um dos grandes desafios da escola público, segundo a Dra.Silvia.</p>
<p>O diretor da Escola Estadual &#8220;Dr. Manoel Alexandre Marcondes Machado&#8221;, Adriano Rolindo, acentua a importância da valorização do professor, como ponto fundamental para o fortalecimento da escola pública. Ele ressalta ainda o grande desafio de maior qualidade na Educação.</p>
<p>O Compromisso Campinas pela Educação (CCE) foi lançado em 2007, sob liderança da Fundação FEAC, visando mobilizar a sociedade civil com o propósito de chamar a atenção para a causa e o tema Educação, evidenciando dados, promovendo estudos, discussões e debates acerca da qualificação da educação, especialmente na cidade de Campinas.</p>
<p>Nesses sete anos, o CCE tem se empenhado em participar de espaços de construção e discussão sobre política pública de Educação e em planejar atividades diversas visando estreitar vínculos com escolas públicas, faculdades e universidades do município, entre outros aliados e movimentos congêneres.</p>
<p>O CCE também publica informações, dados, estudos e pesquisas sobre Educação, prioritariamente sobre o município de Campinas. Grande parte dessa meta é cumprida com os estudos realizados no âmbito do Observatório da Educação, ligado ao Compromisso Campinas.</p>
<p>E o CCE ainda promove e organiza eventos, concursos e premiações que coloquem a causa Educação em máxima evidência. Casos do Concurso Cultural Minha Família na Escola, que teve mais de 1400 inscritos em 2014, e do Prêmio Atitude Educação, lançado no ano passado. No início de novembro, o CCE realiza a Semana de Educação de Campinas, com várias atividades em diferentes espaços. Em 2015, todas as atividades do Compromisso Campinas pela Educação vão girar, prioritariamente, em torno do tema Valorização da Escola, definido em enquete durante a 5a Semana da Educação, em novembro do ano passado. Mais informações no site: http://www.compromissocampinas.org.br/</p>
<p><strong>José Tadeu Jorge, reitor da Unicamp:</strong></p>
<p><iframe width="618" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/9rFkD2VhDxU?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Adriano Rolindo, diretor da EE &#8220;&#8221;Dr. Manoel Alexandre Marcondes Machado&#8221;:</strong></p>
<p><iframe width="618" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/DJAABvp57VU?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Dra.Silvia Brandalise, presidente do Centro Boldrini:</strong></p>
<p><iframe width="618" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/W0LKKYMNxsA?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bernardo Toro defende mudança de paradigmas, na abertura da 5ª Semana da Educação de Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2014 17:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Toro]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>
		<category><![CDATA[FEAC]]></category>

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		<description><![CDATA[A qualificação da educação no Brasil e em toda América Latina depende da mudança de vários paradigmas que têm orientado o setor. A posição foi defendida pelo filósofo e educador colombiano Bernardo Toro na abertura da 5ª Semana da Educação de Campinas, na segunda-feira, 03 de novembro, à noite, no Teatro Brasil Kirin do Shopping ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A qualificação da educação no Brasil e em toda América Latina depende da mudança de vários paradigmas que têm orientado o setor. A posição foi defendida pelo filósofo e educador colombiano Bernardo Toro na abertura da 5ª Semana da Educação de Campinas, na segunda-feira, 03 de novembro, à noite, no Teatro Brasil Kirin do Shopping Iguatemi Campinas. Iniciativa da Fundação FEAC, no âmbito do Compromisso Campinas pela Educação, a 5ª Semana da Educação terá 12 eventos até a sexta-feira, dia 07, em diversos espaços e para diferentes públicos.</p>
<p>Para Bernardo Toro, o Brasil “tem enorme responsabilidade em termos de educação porque ele dá exemplo para toda América Latina”. Ele defendeu mudanças de paradigmas, para que a educação tenha melhor qualidade no país e no continente. “Se não mudamos paradigmas, não mudamos nossas percepções e sentimentos e, com isso, a educação e nada muda”, observou.</p>
<p>São quatro principais paradigmas que, na sua opinião, devem ser modificados na área educacional no cenário latinoamericano. Em primeiro lugar, “não é possível aceitar como normal a existência de dois sistemas educativos de diferente qualidade, um estatal e um privado”. “É preciso mudar o desenho da educação, no sentido de uma verdadeira educação pública, senão os esforços de uma educação de qualidade para todos não serão viáveis”, advertiu o colombiano, para quem a educação deve ser vista, então, como “um bem público”.</p>
<div id="attachment_1025" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Toro-030.jpg"><img class="size-large wp-image-1025" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Toro-030-1024x768.jpg" alt="Grande público esteve no Teatro Brasil Kirin do Shopping Iguatemi Campinas" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Grande público esteve no Teatro Brasil Kirin do Shopping Iguatemi Campinas</p></div>
<p>Um segundo paradigma a ser modificado é o de “definir o educador como docente”. Para Toro, “a educação inclusiva requer uma nova definição de educador, como profissionais da aprendizagem, e que prestem contas à sociedade sobre seu trabalho”. A docência, destacou, é “apenas uma estratégia profissional (como a consulta para o médico), mas não define a profissão”. A profissão do educador, completou, “é garantir que cada geração de crianças e jovens aprendam o que têm para aprender no momento que têm para aprender e que aprendam com felicidade e solidariedade”.</p>
<p>Dar prevalência às abordagens pedagógicas de natureza frontal e magistral é o terceiro paradigma a ser transformado, frisou Bernardo Toro. Para ele, “ a educação inclusiva pede que os enfoques pedagógicos dos sistemas educativos passem dos modelos pedagógicos frontais e magistrais para modelos de aprendizagem colaborativa e cooperativa em grupo”.</p>
<p>E o quarto paradigma a ser superado, acrescentou, é aquele que considera “a valorização da inteligência como um bem privado, individual e que tem supremacia sobre os outros”. O filósofo e educador colombiano, um dos mais respeitados nomes na Educação na América Latina, entende que “uma educação inclusiva supõe renunciar ao princípio guerreiro da inteligência como força intelectual para passar ao altruísmo cognitivo”. E o altruísmo cognitivo, concluiu, “supõe entender o cuidado do intelecto sob condições de aceitação da debilidade e a cooperação humana”.</p>
<p><strong>Convidados</strong> – O presidente da diretoria executiva da FEAC, Antônio Carlos de Moraes Salles Filho, o Tuti, abriu oficialmente a 5ª Semana da Educação de Campinas, destacando o apoio que o Compromisso Campinas pela Educação (CCE) tem alcançado, em sua missão de mobilizar a sociedade pela melhoria da qualidade da educação.</p>
<p>A diretora do movimento Todos pela Educação, Maria Lucia Meirelles Reis, destacou por sua vez que o CCE tem sido um exemplo nacional de mobilização. E o secretário municipal da Educação de Campinas, Julio Moretto, aplaudiu o tema da 5ª Semana da Educação, a Valorização do Professor. “A valorização do professor é fundamental para que sejam criadas as condições de aprendizagem que garantam uma educação de qualidade”, disse.</p>
<p>Entre outros, participaram da abertura da 5ª Semana da Educação de Campinas a secretária municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social, Jane Valente, a secretária municipal do Direito das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Emanuelle Garrido Alkmin, a diretora da FUMEC, Darci da Silva, a deputada estadual Célia Leão e representantes das diretorias de ensino de Campinas e de secretarias de várias cidades da região metropolitana.</p>
<p>São patrocinadores máster da 5ª Semana da Educação de Campinas o Grupo DPaschoal, a Graber e o Iguatemi Campinas. CPFL Energia e Instituto Robert Bosch são patrocinadores especiais, ao lado dos apoiadores Brasil Kirin, Prefeitura Municipal de Campinas, Fundação Educar DPaschoal, Governo do Estado de São Paulo, SESI, Todos Pela Educação e Vitória Hotel.</p>
<div id="attachment_1026" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Toro-029.jpg"><img class="size-large wp-image-1026" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Toro-029-1024x768.jpg" alt="Para Toro, o Brasil “tem enorme responsabilidade em termos de educação porque ele dá exemplo para toda América Latina”. " width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Para Toro, o Brasil “tem enorme responsabilidade em termos de educação porque ele dá exemplo para toda América Latina”.</p></div>
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