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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Comunidade Jongo Dito Ribeiro</title>
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		<title>Com feira e exposição, Campinas se abre para defender povos indígenas</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2016 12:03:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coletivo Nina]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma feira neste sábado, dia 21 de maio, na sede do SINPRO, e uma exposição no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) &#8220;José Pancetti&#8221;, a cidade se abre para defender os povos indígenas do Brasil, cada vez mais ameaçados por uma série de interesses de ordem política e econômica. Os dois eventos acontecem em um momento de forte discussão nacional sobre a demarcação das terras indígenas e quilombolas.</p>
<p>Neste sábado, entre 9 e 20 horas, a sede do Sindicato dos Professores de Campinas e Região (SINPRO), que está completando 75 anos, recebe a Feira de Cultura Indígena, uma iniciativa do Coletivo NINA e que marca o encerramento do Encontro de Cultura e Educação, que acontece desde o dia 14. A Feira traz a Campinas mais de 15 etnias que integram o Programa &#8220;Índios na Cidade&#8221;, da ONG Opção Brasil, cuja missão é promover a autonomia de povos e etnias indígenas que vivem no contexto urbano, por meio da organização de feiras e de geração de renda, além de atuação em políticas públicas, empoderamento, afirmação e valorização de suas culturas.</p>
<p>Serão muitas atrações na Feira de Cultura Indígena, como exposição e venda de artesanato, apresentações de canto e dança, sessão de contação de hsitórias, pintura corporal e rodas de conversa. A gastronomia estará por conta das barracas que comercializarão iguarias como sucos naturais, milho, tapioca e açaí.</p>
<p>O início do Feira terá uma toré, momento de dança e celebração, seguido de uma roda de conversa sobre as culturas indígenas e afro-brasileiras nas escolas. Oportunidade especial para a discussão das leis 11.645e 10.639, que estipulam o ensino destas culturas em salas de aula mas que ainda são pouco debatidas e incorporadas nos currículos e atividades escolares.</p>
<p>Nesta roda de conversa, representantes dos Pontos de Cultua Comunidade Jongo Dito Ribeiro e Ponto de Cultura e Memória Ibaô e representantes indígenas da ONG Opção Brasil conversarão com o público sobre a implementação dessa legislação a partir de suas práticas e conceitos. O SINPRO Campinas fica na avenida  Professora Ana Maria Silvestre Adade, 100, Parque das Universidades. Telefone (19) 3256-5022. A entrada na feira é gratuita.</p>
<div id="attachment_7176" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence2.jpg"><img class="size-large wp-image-7176" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence2-1024x680.jpg" alt="Exposição permanece até o dia 12 de junho no MACC (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição permanece até o dia 12 de junho no MACC (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Exposição no MACC</strong> &#8211;  Até o dia 12 de junho, o MACC sedia a exposição &#8220;O Olhar de Hercule Florence sobre os índios brasileiros&#8221;. Com curadoria, pesquisa e textos de Glória Kok (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP), Francis Melvin Lee (Instituto Hercule Florence) e Marília Xavier Cury (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP), a exposição reúne cerca de 150 itens, entre desenhos, pinturas, objetos, fotografias, vídeos, livros e mídias digitais que apresentam um panorama histórico e social dos povos Apiaká, Munduruku, Bororo, Guaikuru (atualmente Kadiwéu), Kayapó (hoje Panará), Coroado (Kaingang), Xavante Paulista, Guaná e Guató, e documentam as dinâmicas destes grupos.</p>
<p>A realização é do Instituto Hercule Florence (IHF), com apoio do Programa Incentivo à Cultura do Estado de São Paulo (ProacSP), Governo de São Paulo, MACC e Prefeitura de Campinas. Os organizadores esperam que o resgate histórico dos 190 anos que separam os registros oitocentistas de Hercule Florence e a situação atual possa contribuir para uma perspectiva futura sobre a situação indígena no Brasil. Para Campinas, é o momento de resgatar a trajetória de uma figura fundamental, o próprio Hercule Florence, apontado como o &#8220;Pai da Fotografia&#8221;, para se entender a construção da cidade, e particularmente sua estruturação como polo de pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p>A exposição reúne trabalhos que Hercule Florence produziu como um dos desenhistas da Expedição Langsdorff, que percorreu o Brasil entre 1825 e 1829 e teve contato com várias etnias indígenas. Junto com a Feira de Cultura Indígena, a exposição representa, portanto, ocasião mais do que propícia para uma reflexão sobre o que aconteceu com os povos indígenas e também sobre o estado atual e perspectivas para esses grupos.</p>
<p>Depois de séculos de massacre e opressão, os povos indígenas brasileiros passaram a ter esperança com a Constituição de 1988, que reconheceu &#8220;sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam&#8221;. Cabe à União, pela Constituição, o papel de &#8220;demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens&#8221;.</p>
<p>Um dos resultados desse preceito constitucional é a que a população indígena voltou a crescer no Brasil, chegando a 817.963 pessoas em 2010, segundo o Censo do IBGE, das quais 502.783 na zona rural e 315.180 nas cidades &#8211; ou seja, são muitos indígenas no cenário urbano, como procura demonstrar a Feira de Cultura Indígena desde dia 21 de maio no SINPRO Campinas. No total, o Brasil tem mais de 230 povos indígenas, o que torna o país um dos mais ricos no mundo em diversidade cultural e linguística.</p>
<p>Ocorre que, em função de vários fatores, os povos indígenas continuam muito ameaçados no Brasil. Há forte resistência à demarcação de todas as terras indígenas, sendo grande a pressão para que essa decisão passe para a esfera do Congresso Nacional, e não mais sobre determinação do governo federal. Grandes projetos de hidrelétricas na Amazônia são outro grande risco para a integridade das terras e cultura indígenas, como já ocorreu com as usinas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM) e, recentemente, com Belo Monte (PA). Interesses de mineração também ameaçam as comunidades indígenas, como têm denunciado organizações como Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Instituto Sócio Ambiental (ISA).</p>
<p>A exposição no MACC traz informações especiais sobre os povos Bororo e Coroados e Kaingang. Apesar das guerras, crises de fome e epidemias, os Bororo voltaram a crescer, após séculos de redução da população. Atualmente são 1.682 pessoas, vivendo em seis terras indígenas demarcadas, em território descontínuo no Mato Grosso.</p>
<p>Os Coroados ou Kaingang se distribuíam por amplo território entre São Paulo e Rio Grande do Sul e foram igualmente massacrados. A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil e a expansão da cafeicultura paulista foram alguns dos elementos que contribuíram para sua diminuição populacional. Calcula-se que 80% da população Kaingang tenha sido exterminada.</p>
<p>A Feira de Cultura Indígena e a exposição  &#8220;O Olhar de Hercule Florence sobre os índios brasileiros&#8221; não deixam de ser motivo para esperança. O Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”  fica na rua Benjamin Constant 1633, Centro. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_7178" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence.jpg"><img class="size-large wp-image-7178" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Florence-1024x680.jpg" alt="Exposição reúne trabalhos de Hercule Florence e também fotos e muitos objetos (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição reúne trabalhos de Hercule Florence e também fotos e muitos objetos (Foto Martinho Caires)</p></div>
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		<title>Emoção e arte na assinatura da permissão de uso para Casa de Cultura Fazenda Roseira</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 22:30:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Arraial Afro-Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>&#8220;À benção os mais velhos e mais novos aqui presentes, aos deuses e orixás. Gostaria de expressar tudo o que está no meu coração neste momento, são tantas narrativas presentes, da cultura afro-ancestral, marcada pela dor e sofrimento, mas com muita fé e de mãos dadas nós conseguimos fazer o que fazemos porque acreditamos&#8221;. Com estas palavras, em um ambiente de muita emoção, Alessandra Ribeiro agradeceu na tarde desta quarta-feira, 8 de julho, o gesto do prefeito de Campinas, Jonas Donizette, que assinou o termo de permissão de uso da Casa de Cultura Fazenda Roseira para a Comunidade Jongo Dito Ribeiro.</p>
<p>A permissão de uso é concedida sete anos depois da ocupação da sede da Fazenda Roseira pela Comunidade Jongo Dito Ribeiro. O secretário municipal de Cultura, Ney Carrasco, lembrou que logo após a posse da atual gestão municipal, em 2013, a Casa de Cultura Fazenda Roseira já havia sido oficializada como equipamento ligado à Secretaria Municipal de Cultura. &#8220;Este é um reconhecimento da importância do Jongo, tão relevante para a cultura de Campinas&#8221;, disse o secretário, lembrando que o Jongo e a Capoeira são as duas primeiras manifestações consideradas patrimônio cultural imaterial da cidade.</p>
<div id="attachment_3906" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Jongo-038.jpg"><img class="size-large wp-image-3906" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Jongo-038-1024x768.jpg" alt="Alessandra Ribeiro, com o prefeito Jonas" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Alessandra Ribeiro, com o prefeito Jonas</p></div>
<p>O secretário Ney Carrasco também entregou, durante o ato desta tarde, o alvará para o funcionamento do Arraial Afro-Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro, no próximo sábado, 11 de julho, na Casa de Cultura Fazenda Roseira. O vereador Gustavo Petta lembrou, por sua vez, que a oficialização da permissão de uso viabiliza novos investimentos, de órgãos federais e estaduais, na Casa de Cultura Fazenda Roseira.</p>
<p>Para o prefeito Jonas Donizette, a assinatura da permissão de uso representa &#8220;um reconhecimento desta história bonita da Comunidade Jongo Dito Ribeiro, à forma como ela vem ocupando a Fazenda Roseira, com uma grande divulgação e valorização da cultura negra&#8221;. Ele se disse &#8220;muito feliz em ser o prefeito que assinou esta autorização&#8221;.</p>
<p>Muitos representantes da comunidade afro-brasileira de Campinas estavam presentes no ato. Um deles era TC, coordenador da Casa de Cultura Tainã, o primeiro espaço com permissão de uso obtido pela comunidade negra na história recente de Campinas. &#8220;É muito importante o reconhecimento dos espaços da comunidade negra, em uma cidade que foi marcada pela escravidão mas que tem uma história de resistência cultural por parte dos afro-brasileiros, tendo o Jongo como uma de suas manifestações expressivas&#8221;.</p>
<div id="attachment_3907" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Jongo-082.jpg"><img class="size-large wp-image-3907" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Jongo-082-1024x768.jpg" alt="Cerimônia foi acompanhada por muitos representantes da comunidade afro-brasileira de Campinas" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Cerimônia foi acompanhada por muitos representantes da comunidade afro-brasileira de Campinas</p></div>
<p><strong>Dito Ribeiro</strong> &#8211; O mineiro Dito Ribeiro chegou a Campinas na década de 1930 e desde sempre praticou o jongo em sua casa. Era devoto de São Benedito e de Mestre Tito, um ex-escravo cujo túmulo no Cemitério da Saudade atrai milhares todos os anos. Foi de Mestre Tito a ideia inicial de construir a Igreja de São Benedito naquele local. Falecido em 1882, não conseguiu ver o seu sonho realizado – a Igreja foi inaugurada em 1885.</p>
<p>“Para mim é um enorme privilégio contribuir com o resgate e a divulgação dessa tradição”, afirma Alessandra Ribeiro, neta de Dito. Ela admite que apenas na idade adulta teve contato com o jongo, em um processo de construção da própria identidade, como acontece com grande parte da comunidade afro-brasileira.</p>
<p>Alessandra fez a descoberta em meio a muitas pesquisas e a partir de 2002 começou a ser estruturada a Comunidade Jongo Dito Ribeiro, que passou a desenvolver suas atividades na Fazenda Roseira, em 2008. Após agradecer o prefeito pelo gesto, Alessandra convidou a todos a repetirem, de mãos dadas, as palavras ditas na abertura de uma roda de Jongo: &#8220;Seguro sua mão na minha para que juntos possamos fazer aquilo que não posso fazer sozinho&#8221;. E, com uma animada roda de Jongo, terminou o ato histórico no Salão Azul, no quarto andar do Palácio dos Jequitibás, a sede da Prefeitura de Campinas.</p>
<p><iframe width="618" height="464" src="https://www.youtube.com/embed/8R3icUEc-ic?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Aureluce Santos e Jongo Dito Ribeiro: a marca afro-brasileira na Virada Cultural de Campinas</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2015 18:13:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A diversidade é uma das tônicas da Virada Cultural de Campinas. Aureluce Santos foi uma das vozes do samba, com um show animado na Estação Cultura neste sábado, 30 de maio. Mais uma vez Aureluce desfilou um repertório com músicas autorais e dos grandes nomes do samba que admira, como Cartola, Noel, Dona Ivone Lara ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A diversidade é uma das tônicas da Virada Cultural de Campinas. Aureluce Santos foi uma das vozes do samba, com um show animado na Estação Cultura neste sábado, 30 de maio. Mais uma vez Aureluce desfilou um repertório com músicas autorais e dos grandes nomes do samba que admira, como Cartola, Noel, Dona Ivone Lara e Clara Nunes.</p>
<p>O Jongo Dito Ribeiro também participou da Virada, no espaço de danças preparado na Estação Cultura. A comunidade do Jongo Dito Ribeiro faz um trabalho de resgate e valorização do jongo, que está na própria raiz da música popular brasileira.</p>
<div id="attachment_3521" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Jongo3.jpg"><img class="size-large wp-image-3521" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Jongo3-1024x682.jpg" alt="Jongo Dito Ribeiro na Virada Cultural: raízes da cultura afro-brasileira " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Jongo Dito Ribeiro na Virada Cultural: raízes da cultura afro-brasileira</p></div>
<p>A inspiração é Dito Ribeiro, mineiro que chegou a Campinas na década de 1930 e desde sempre praticou o jongo em sua casa. Era devoto de São Benedito e de Mestre Tito, um ex-escravo cujo túmulo no Cemitério da Saudade atrai milhares todos os anos. Foi de Mestre Tito a ideia inicial de construir a Igreja de São Benedito naquele local.</p>
<p>Falecido em 1882, não conseguiu ver o seu sonho realizado – a Igreja foi inaugurada em 1885. Nos últimos dez anos, a comunidade Jongo Dito Ribeiro &#8211; que desenvolve suas atividades na Fazenda Roseira &#8211; celebra o Dia Nacional da Consciência Negra no largo de São Benedito, sob a liderança de Alessandra, neta de Dito Ribeiro, e de Mestre Dudu, filho de Dito.</p>
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		<title>Diversidade cultural, tradição e inovação definem geografia do samba em Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 16:50:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Escuta o Cheiro]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das divas do samba na cidade, Aureluce Santos começou a cantar profissionalmente depois que se aposentou como funcionária da Unicamp. Uma das representantes da nova geração, a cavaquinista e pesquisadora Ilcéi Mirian fez uma imersão no samba quando ainda dava aulas de História em escola pública. Alex Mortão criou uma das primeiras rodas de samba do século 21 como uma homenagem à avó. Silo Sotil é um dos fundadores de outra roda de samba famosa, o Escuta o Cheiro, e também de um grupo (o Casa Caiada) que já foi cantar em uma das matrizes do samba tupiniquim, Angola. Neste Dia Nacional do Samba, 2 de dezembro, cantores, grupos e espaços que configuram a geografia do samba em Campinas refletem a diversidade cultural marcante do ritmo que balança o corpo e a alma do Brasil.</p>
<p>A data será saudada de várias maneiras, em diferentes territórios. A programação organizada pela Comunidade de Jogo Dito Ribeiro começou logo cedo, às 9h30, na Fazenda Roseira, com uma oficina sobre saberes e sabores e continua às 14h30, com a Feijoada do Samba, com a participação das pesquisadoras Claudia Wanderley e Edna Lourenço. Das 19h30 às 23h, o Samba Campineiro é tema de roda de conversa com participação justamente do Casa Caiada e de convidados das agremiações das Escolas de Samba. Em vários bares que tocam samba o ano inteiro, o Dia Nacional também será comemorado a rigor. O Tonico´s, por exemplo, tradicional reduto na rua Barão de Jaguara, conclui uma programação especial sobre a data (que incluiu o lendário Nelson Sargento sexta e sábado) com um show de Paulino Neves e Banda, a partir das 21 horas. Não faltará lugar e nem estrelas para comemorar.</p>
<div id="attachment_1477" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/IdoValeriaCasarao_0937-2.jpg"><img class="size-large wp-image-1477" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/IdoValeriaCasarao_0937-2-1024x682.jpg" alt="Ido Luiz e Valéria Santos: alquimia do samba" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Ido Luiz e Valéria Santos: alquimia do samba</p></div>
<p><strong>Resistência &#8211; </strong>O samba vive um momento vigoroso em Campinas, mas como tudo o que diz respeito à cultura afro-brasileira o ritmo apenas se impôs na cidade após uma longa trajetória de resistência. Em um dos seus textos sobre o assunto (&#8220;O samba em Campinas: sua evolução e diversificação ao longo do século XX&#8221;), a historiadora Olga Rodrigues de M.Von Simson não mede palavras ao afirmar, junto com o co-autor Carlos Roberto Pereira de Souza: &#8220;A maioria dos senhores de escravos campineiros proibia a dança do samba, considerada uma manifestação de caráter libidinoso, tanto pelos padres da Igreja Católica, como pelos proprietários de cativos, principalmente devido a um passo importante da dança &#8211; a umbigada &#8211; que integrava essa manifestação vinda da África Ocidental, dança que, em sua origem, era realizada com caráter religioso e em honra à deusa da fertilidade&#8221;.</p>
<p>Após a abolição, as restrições diminuíram, e a umbigada, com um outro formato, era comum em datas festivas para o povo negro em Campinas, como os dias de Santa Cruz ou  São Benedito. Aos poucos as rodas de samba se impuseram, além dos limites impostos pela sociedade escravocrata, e no início com a forte presença do bumbo. Olga Von Simson e Carlos de Souza notam que grupos negros de Campinas levavam essa modalidade de canto-dança para a festa anual de Bom Jesus do Pirapora e, com isso, o &#8220;samba de bumbo acabou se tornando uma marca identitária do samba de Campinas&#8221;. Entre estes grupos estavam os sambas da Tia Aurora, de Aparecidinha, da Treze de Maio e do Ernesto Estevam.</p>
<p>Samba de bumbo, jongo com Dito Ribeiro, umbigada &#8220;disfarçada&#8221;, as raízes do samba campineiro suportaram as sutilezas do preconceito e foram dando os seus frutos no século 20. Personagens como Aluísio Jeremias e outros eram os &#8220;guardiões&#8221; do legado musical afro na cidade. Rodas de samba floresceram, aqui e ali, como o Carvalhinho no Taquaral e nos cortiços Porteira Preta, Barroquinha e Sampainho, no Cambuí. Até no arraial de Sousas, hoje distrito, o samba sempre rolou solto, como contam Olga Von Simson e Carlos de Souza.</p>
<div id="attachment_1478" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/QCVTonicos04-2.jpg"><img class="size-large wp-image-1478" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/QCVTonicos04-2-1024x682.jpg" alt="Quarteto e Cordas Vocais no Tonico´s, um dos redutos do samba em Campinas" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Quarteto e Cordas Vocais no Tonico´s, um dos redutos do samba em Campinas</p></div>
<p><strong>O samba do século 21</strong> &#8211; A redemocratização depois de 1985 favoreceu o processo de resgate e valorização das raízes mais profundas da cultura brasileira, e também em Campinas as expressões da cultura afro, o samba entre elas, encontraram maior espaço de liberdade para atuar. Grupos importantes foram nascendo e um marco foi a criação, em 1995, do Quarteto de Cordas Vocais, por Adriano Dias, Rodrigo Duarte, Allessandro Dias e Deo Piti.</p>
<p>Multi-instrumentistas, os componentes se fortaleceram na execução e no repertório do samba tradicional. Já acompanharam grandes nomes como Demônios da Garoa, Velha Guarda da Portela e Mangueira, Bezerra da Silva, Chico Cezar, Belchior, Almir Sater, Oswaldo Montenegro e Renato Teixeira. O Quarteto tocou no histórico lançamento da candidatura de Dilma Rousseff à presidência, em 2010, e na embaixada do Brasil em Genebra, Suíça. Daniel Romanetto costuma acompanhar o quarteto com seu cavaquinho mágico.</p>
<p>Em 2000 o Quarteto de Cordas Vocais começou um, também histórico, projeto de revitalização do samba em Campinas, o Revivendo o Samba, que levou milhares ao Centro Cultural Evolução e ao Tonico´s. O Revivendo o Samba foi o portal para a emergência de grandes nomes do samba hoje na cidade, como a própria Aureluce Santos.</p>
<p>Aureluce sempre gostou de cantar, mas começou a pensar em abraçar profissionalmente o talento quando se aposentou como funcionária da Unicamp. &#8220;Comecei com algumas canjas e vi que as pessoas gostavam, que elas se emocionavam. Isso me marcou muito e me animou a continuar&#8221;, conta Aureluce, considerada uma verdadeira diva do samba campineiro. Ela diz gostar &#8220;da velha guarda, Cartola, Noel, que são muito bons e mexem com o povo&#8221;.</p>
<p>Em 2002 Aureluce estava integrada ao Núcleo de Sambistas e Compositores do Cupinzeiro e, em 2004, ao Grupo Chega de Demanda. Depois ela passou a ser acompanhada pelo próprio grupo, formado por Edson (surdo), Jean (cavaco), Jeferson (pandeiro) e Vinícius (violão sete cordas), além do acompanhamento por sopro, bateria, guitarra e baixo.</p>
<p>Ido Luiz e Valéria Santos também começaram a exitosa parceria no começo do século 21. Alquimia pura no palco, como no show Coisas Nossas, configurado como um projeto acústico e intimista. Em suas apresentações, passaram a reverenciar nomes que consideram marcantes, como Tim Maia, Clara Nunes, Djavan, Marisa Monte, Maria Bethânia, Cartola, Martinho da Vila e Elis Regina.</p>
<p>Sinuca de Bico e Velha Arte do Samba são outras referências desse momento de resgate e consolidação do samba em Campinas,  a partir da década de 1990 e começo do século 21. Eles continuam tocando e alegrando vários espaços. O Sinuca de Bico, por exemplo, é presença constante no Possante Bar, que sempre oferece um menu sofisticado da MPB, o samba e seus temperos especiais incluídos.</p>
<div id="attachment_1479" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Samba2.jpg"><img class="size-large wp-image-1479" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Samba2-1024x682.jpg" alt="Pagode da Vó Tiana na Afro Mix 2014" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Pagode da Vó Tiana na Afro Mix 2014</p></div>
<p><strong>Rodas de samba e nova geração</strong> &#8211; Outro marco importante para o &#8220;novo samba&#8221; de Campinas foi a criação, em 2004, do Pagode da Vó Tiana, uma roda de samba inicialmente de fundo de quintal, daquelas de reunir os amigos na Vila Teixeira. O nome foi uma homenagem à avó de Alex Mortão. &#8220;Infelizmente a Vó Tiana não viu o projeto, pois morreu antes&#8221;, lamenta o neto.</p>
<p>Mas a ideia prosperou, virou o Pagode da Vó Tiana que, após algumas incursões a céu aberto, passou a acontecer em lugar fechado, na sede da Associação de Moradores. Uma vez por mês, o Pagode reúne muita gente que ama o samba e que já se deliciou com apresentações de feras como Almir Guineto, Monarco, Mauro Diniz, Jorginho do Império e Osvaldinho da Cuíca. &#8220;Não somos fundamentalistas, tocamos os clássicos mas também estamos abertos ao povo, é importante a renovação&#8221;, define Alex, o idealizador do Pagode, que tocou recentemente em mais uma edição do Afro Mix.</p>
<p>As rodas de samba se popularizaram e uma das mais efervescentes é a Escuta o Cheiro, fundada em outubro de 2008, em uma casa caiada em Sousas, por Silo e Bruno Sotil, Marcio Belardini, Paula Ubinha, Carla Fiore e Tatiana Braga. Dois em um, nasceu na mesma data o, claro, Casa Caiada, grupo formado para animar a roda, sempre incrementada com boa comida.</p>
<p>Escuta o Cheiro passou a mobilizar muitos fãs nas reuniões mensais. O Casa Caiada, por sua vez, rapidamente se firmou como outra referência da nova geração do samba campineiro. Com o apoio do Fundo de Incentivo à Cultura de Campinas (FICC), o grupo gravou o primeiro CD de sambas inéditos pelo selo Fábrica Discos. Em um trabalho permanente de pesquisa e aprimoramento, o Casa Caiada superou fronteiras e passou a se apresentar em um muitos locais. Já fez, inclusive, duas turnês em Angola, uma das matrizes do ritmo que se tornou paixão nacional verde-amarela, o samba.</p>
<p>&#8220;Procuramos trabalhar nossas músicas, mas também canções de outros compositores com arranjos diferenciados&#8221;, explica Silo Sotil. O Casa Caiada trabalha no momento o segundo CD, &#8220;Devagar também é pressa&#8221;, que pode ser baixado gratuitamente no site do grupo (http://www.grupocasacaiada.com.br/). Mais um sinal de como o samba de Campinas está atento às inovações, está aberto a pesquisas e experimentações, mesmo que com muito respeito às origens.</p>
<p>As rodas de samba são um espaço em evolução na cidade, e entre outras se destaca a Sibipiruna, de Barão Geraldo. Convívio, espaço de diálogo e troca de afetos, tolerância, algumas marcas do projeto Sibipiruna, promovido todo primeiro domingo de cada mês, em um local pertinho da Moradia Estudantil da Unicamp em Barão Geraldo.</p>
<p>Com certeza pela presença da Unicamp, que tem uma respeitada e agitada Faculdade de Música, e também pela PUC-Campinas, Barão Geraldo se consolidou no século 21 como um dos territórios mais elétricos do samba local. São vários endereços do samba no distrito, como a Casa de São Jorge e o Buteco do Jair. Mas outros bairros também abrem as portas para o samba, como a Guanabara com o Villa Bambu, o Proença com a Vó Dalva, o Taquaral com o já citado Possante Bar, de novo Sousas com a Casa Rio e Joaquim Egídio com o Boteco do André.  Em todos eles, alegria, carinho e pesquisa.</p>
<p>Grupo Bambas de Rua, Andreia Preta, Vanessa Costa&lt; Bruna Volpi são outras novas estrelas do firmamento do samba em Campinas, assim como Maíra Guedes e os Baluartes, que estão gravando o primeiro CD. Muita pesquisa, música autoral.</p>
<p>Pesquisa é uma palavra importante para Ilcéi Mirian. Historiadora de formação, durante um bom tempo deu aulas na rede pública. Mas a música se impôs e, depois de aulas de violão com o professor Dino, descobriu, ou foi descoberta, pelo cavaquinho. Nenê do Cavaco é uma de suas referências.</p>
<p>Em 2002 Ilcéi lançou, pela gravadora Camerati (de Campinas), o CD &#8220;Samba de batom&#8221;, com faixa-título de autoria da dupla de conterrâneos Rinaldo e Ido Luiz,  além de Belchior e José Luiz Pena em &#8220;Comentários a respeito de John&#8221; e outros compositores como Mauro Diniz, Markinhos Sargento, Prince, Boca, Vagner Boneto, Valdir de Oliveira, Diva, Moreira, Armando Moreli e Nyva. O CD teve produção executiva de Belchior e foi lançado no Tonico&#8217;s Boteco.</p>
<p>Depois vieram os shows &#8220;Tributo a Adoniran Barbosa&#8221;, &#8220;Da Senzala à Casa-Grande: A Miscigenação na MPB&#8221;, &#8220;Cantando a História do Brasil&#8221; e &#8220;Não Me Leve a Mal, Hoje É Carnaval&#8221;, sempre  com acompanhamento pelo grupo Bambas do Samba. Em 2008 &#8220;Histórias &amp; canções de Clara Nunes &#8211;  Ilcéi Mirian e Bambas de Samba&#8221;, no Teatro do Centro de Convivência. Em  2009 recebeu a Velha Guarda da Rosas de Ouro no Tonico’s.  Em 2010 de novo a inspiração em Clara Nunes, com o show &#8220;Clara: Mineira, Guerreira&#8221;, com direção de Marcos Ferreira, no Sesc Ipiranga, em São Paulo, acompanhada pelo grupo Bambas de Samba. No mesmo ano o segundo CD,  com produção de T. Kaçula, o &#8220;Minha identidade&#8221;, também lançado no Tonico´s.</p>
<p>Sempre a preocupação com a contextualização, com a expressão da importante daquela música, daquele compositor, para aquele momento da vida campineira e brasileira.  Incansável, Ilcéi ainda é co-fundadora da Feira Cultural Afro Mix, uma iniciativa que já completou dez anos. Um espaço de diálogo e fortalecimento da identidade cultural afro-brasileira.</p>
<p>É o mesmo que vem fazendo a Comunidade de Jongo Dito Ribeiro na Fazenda Roseira, outro lugar encantado do samba em Campinas. É o mesmo que fazem todos aqueles, de qualquer geração, que rendem tributo ao samba, esse elo entre pessoas, idades, raças, credos e ideias: o ritmo que faz pulsar o coração do Brasil.  (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_1480" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Edinho.jpg"><img class="size-large wp-image-1480" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Edinho-1024x749.jpg" alt="Edinho Tio Beiço, outro expoente do samba campineiro" width="618" height="452" /></a><p class="wp-caption-text">Edinho Tio Beiço, outro expoente do samba campineiro</p></div>
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		<title>Sou África em Todos os Sentidos continua até o dia 4 de dezembro em Campinas</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2014 13:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Jongo Dito Ribeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Prossegue até o dia 4 de dezembro o VI Sou África em Todos os Sentidos, que marca o Mês da Consciência Negra em Campinas. São múltiplas atividades, como a que marcou o 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, quando pelo décimo ano consecutivo a Comunidade de Jongo Dito Ribeiro foi ao Largo de São ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Prossegue até o dia 4 de dezembro o VI Sou África em Todos os Sentidos, que marca o Mês da Consciência Negra em Campinas. São múltiplas atividades, como a que marcou o 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, quando pelo décimo ano consecutivo a Comunidade de Jongo Dito Ribeiro foi ao Largo de São Benedito, espaço sagrado da comunidade afro-brasileira local. E nesse espaço, ao lado da Igreja de São Benedito e de frente para a Estátua da Mãe Preta, mais uma roda de jongo encantou, atraiu e convocou para a partilha, fé e a festa.</p>
<p>Esta é o vídeo da primeira canção da roda de jongo do dia, liderada por Alessandra Ribeiro, neta de Dito Ribeiro, divulgador do jongo em Campinas desde a década de 1930. O jongo é patrimônio cultural imaterial da cidade. Desde o dia 8 de novembro funciona o Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste na Fazenda Roseira, onde atua a Comunidade Jongo Dito Ribeiro:</p>
<p><iframe width="618" height="464" src="http://www.youtube.com/embed/T0Qo2EKoLXg?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
O VI África em Todos os Sentidos prossegue com várias atividades na Casa de Cultura Fazenda Roseira Na terça-feira, 25 de novembro, em debate a Mitologia Africana X Mitologia Greco – Romana (9h30), Sincretismo Afro Religioso (17h) e Roda de Conversa com Pai Joãozinho – Terreiro da Vó Benedita. Às 19h30, As Santas Negras, com Fábio Custódio.<br />
Na quarta-feira, dia 26, o Patrimônio Material e Imaterial &#8211; Um diálogo constante. Às 9h30, em discussão a Lei 10639/03, com o professor Wilson Queiroz e Comunidade Jongo Dito Ribeiro. Às 14h30, debate sobre Metas e Parcerias – Construindo novos Rumos. Novas reflexões na quinta-feira, 27, com a Diáspora Negra e Memória – parte 1 (9h30) e Brasil – Africa – Germinação, Intercâmbios e Registro – parte 2 (14h30), com professora Claudia Wanderley, do CLE/Unicamp. À noite haverá o evento Força da Raça.</p>
<p>Maracatu Nação Nagô &#8211; memórias, negritude e resistência é o tema da sexta-feira, 28 de novembro, começando com a celebração dos 25 anos da Casa de Cultura Tainã, às 9h30. Às 14h30, debate sobre Memórias coletivas e identidades próprias. No sábado, 29, Um panorama da Juventude de Terreiro no Brasil &#8211; desafios e perspectivas. <span id="fbPhotoPageCaption" class="fbPhotosPhotoCaption"><span class="hasCaption"><span class="text_exposed_show"> Às </span></span></span>9hs, Oficina Ervas e Benzimento (saberes umbandistas), com Cristiane Gargantini e participação de Juventude de Terreiro e Coletivo Saravaxé. Às 14 horas, Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Terreiro – O Direito e as Vulnerabilidades  &#8211; uma conversa necessária. Às 23h59, Samba de Luá, com a participação dos homenageados convidados: Aureluce Santos e Nelsinho Fidélis.<br />
<span id="fbPhotoPageCaption" class="fbPhotosPhotoCaption"><span class="hasCaption"><span class="text_exposed_show"> O Dia do Samba, 2 de dezembro, começa às </span></span></span>9h30 com a Oficina Projeto: Saberes e Sabores – Feijoada. Às 14h30, Roda de Conversa: Feijoada do Samba, Feijoada das Marias do Jongo (video) e A Feijoada do Sudeste, a cargo do CLE/Unicamp, com a professora Claudia Wanderley e Edna Lourenço. Nova Roda de Conversa das 19h30 às 23h, sobre o O Samba Campineiro, com participação da Casa Caiada e convidados das agremiações das Escolas de Samba (roda de samba).</p>
<p>No dia 3 de dezembro, quarta, a programação será sobre Culinária Afro-Brasileira &#8211; Mitos, rios e mirongas, começando às 9<span id="fbPhotoPageCaption" class="fbPhotosPhotoCaption"><span class="hasCaption"><span class="text_exposed_show">h30 com exibição de vídeos sobre 100 anos de Abdias do Nascimento e Carolina de Jesus. Das </span></span></span>14h às 17h, Oficina Saberes e Sabores – Culinária Afro Brasileira – parte 1. O VI Sou África em Todos os Sentidos termina no dia 4 de dezembro, quinta-feira, às 9h30, com Mitos e contos – A senhora dos Ventos e Culinária Afro Brasileira – Mitos, ritos e mirongas. Das 14h às 17hs, Oficina Saberes e Sabores -Culinária Afro Brasileira – parte 2 e às 19hs Coletivo SARAVAXÉ, seguido de <span id="fbPhotoPageCaption" class="fbPhotosPhotoCaption"><span class="hasCaption"><span class="text_exposed_show">Confraternizção e encerramento, com  Toques e Batuques – Escola de Curimba Ayan Angalu – Professor Mavi Jalekue.</span></span></span></p>
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		<title>Comunidade Jongo Dito Ribeiro celebra Dia Nacional da Consciência Negra em espaço sagrado para afro-brasileiros de Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 20:28:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Jongo Dito Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Estátua da Mãe Preta]]></category>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Mestre Dudu deu a senha, quando pegou o tambor e começou a tocar, sentado de frente para a Estátua da Mãe Negra e a poucos metros da Igreja de São Benedito, no Largo do mesmo nome. Começava assim, nesse espaço sagrado para os afro-brasileiros de Campinas, mais uma roda de jongo, para marcar ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Mestre Dudu deu a senha, quando pegou o tambor e começou a tocar, sentado de frente para a Estátua da Mãe Negra e a poucos metros da Igreja de São Benedito, no Largo do mesmo nome. Começava assim, nesse espaço sagrado para os afro-brasileiros de Campinas, mais uma roda de jongo, para marcar o Dia Nacional da Consciência Negra, nesta quinta-feira, 20 de novembro. Aos poucos a roda foi se abrindo e mais pessoas foram chegando, cativadas pelos sons ancestrais.</p>
<p>Este foi o décimo ano consecutivo que a Comunidade Jongo Dito Ribeiro celebra o Dia Nacional da Consciência Negra no Largo de São Benedito, nas proximidades de onde havia um cemitério de escravos. &#8220;Este território é muito importante para a comunidade negra. Com a expansão urbana, os negros foram expulsos para as periferias, mas a memória não se apaga&#8221;, afirma Alessandra Ribeiro, líder da Comunidade, muito emocionada quando viu o tio, o Mestre Dudu, convocar para mais uma roda de jongo.</p>
<div id="attachment_1289" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Dito-236.jpg"><img class="size-large wp-image-1289" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Dito-236-1024x768.jpg" alt="Mestre Dudu deu a senha para o início da roda de jongo, pelo décimo ano consecutivo no Dia da Consciência Negra  " width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Dudu deu a senha para o início da roda de jongo, pelo décimo ano consecutivo no Dia da Consciência Negra</p></div>
<p>Mestre Dudu é filho de Dito Ribeiro, mineiro que chegou a Campinas na década de 1930 e desde sempre praticou o jongo em sua casa. Era devoto de São Benedito e de Mestre Tito, um ex-escravo cujo túmulo no Cemitério da Saudade atrai milhares todos os anos. Foi de Mestre Tito a ideia inicial de construir a Igreja de São Benedito naquele local. Falecido em 1882, não conseguiu ver o seu sonho realizado &#8211; a Igreja foi inaugurada em 1885.</p>
<p>&#8220;Para mim é um enorme privilégio contribuir com o resgate e a divulgação dessa tradição&#8221;, diz Alessandra, admitindo que apenas na idade adulta teve contato com o jongo, em um processo de construção da própria identidade, como acontece com grande parte da comunidade afro-brasileira.</p>
<div id="attachment_1290" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Dito-230.jpg"><img class="size-large wp-image-1290" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Dito-230-1024x768.jpg" alt="Alessandra, a líder da Comunidade Jongo Dito Ribeiro: processo identitário" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Alessandra, a líder da Comunidade Jongo Dito Ribeiro: processo identitário</p></div>
<p>A neta de Dito Ribeiro fez a descoberta em meio a muitas pesquisas e a partir de 2002 começou a ser estruturada a Comunidade Jongo Dito Ribeiro, que desenvolve suas atividades na Fazenda Roseira, em Campinas. &#8220;Acho que fui escolhida por ele para dar continuidade a esse trabalho, que é essencialmente identitário&#8221;, diz a líder da Comunidade. E qual foi o impacto do encontro do jongo? &#8220;Encontrei o eixo, sou outro ser humano&#8221;, acrescenta Alessandra, enquanto se prepara para pegar o microfone e assumir a liderança da roda de jongo.</p>
<p>&#8220;Estamos aqui, nesse 20 de novembro, para celebrar o amor a nossos toques, para valorizar a beleza e a resistência de nossos ancestrais, apesar das chibatas do passado&#8221;, completa Alessandra Ribeiro. A roda de jongo começa, uma após outra as canções se tornam mais envolventes, o ritmo dos tambores conduzidos pelo Mestre Dudu não deixa ninguém parado. As crianças da comunidade sobem nos braços da Estátua da Mãe Preta, em uma síntese perfeita do dia que lembra a trajetória da comunidade afro-brasileira e marca os  25 anos da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, de 20 de novembro de 1989. O futuro em construção.</p>
<div id="attachment_1291" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Dito-256.jpg"><img class="size-large wp-image-1291" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Dito-256-1024x768.jpg" alt="As crianças nos braços da Estátua da Mãe Preta: o futuro em aberto" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">As crianças nos braços da Estátua da Mãe Preta: o futuro em aberto</p></div>
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		<title>Campinas recebe rei nigeriano no Mês da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 20:31:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos dos escravos que o Brasil recebeu no período colonial vieram da Nigéria. Pois nesta terça-feira, 18 de novembro, em pleno Mês da Consciência Negra, um rei nigeriano estará em Campinas, cidade onde foi grande o uso da mão-de-obra escrava no século 19. O rei Obaulufon Mababeolá (Olumoyero II), rei de Ifon, estado de Osun, na Nigéria, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos dos escravos que o Brasil recebeu no período colonial vieram da Nigéria. Pois nesta terça-feira, 18 de novembro, em pleno Mês da Consciência Negra, um rei nigeriano estará em Campinas, cidade onde foi grande o uso da mão-de-obra escrava no século 19. O rei Obaulufon Mababeolá (Olumoyero II), rei de Ifon, estado de Osun, na Nigéria, cumprirá agenda oficial e estará na Comunidade Jongo Dito Ribeiro, na Fazenda Roseira.</p>
<p>Considerado pela comunidade afro como &#8220;a presença de Oxalá na Terra&#8221;, o rei começará sua visita a Campinas com um encontro oficial com o presidente da Câmara Municipal, Campos Filho, a partir das 9 horas. Às 10 horas o Plenário da Câmara sedia um Seminário sobre a Lei 10.639/03, que estipula a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas redes públicas e particulares de ensino.</p>
<p>Às 12:30h, a Fazenda oferecerá um almoço ao rei nigeriano.  Às 16 horas, haverá um plantio de Baobá na Praça das Folhas Sagradas Kosi Ewé Kosi Orisa, localizada entre as ruas Carlos Bellucci, Roberto Alves Ribeiro e Maria Cândida Conceição, no Jardim Mirassol.</p>
<p align="LEFT">No último dia 8 de novembro, a inauguração do Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste, na Fazenda Roseira, abriu o mês da cultura negra em Campinas, que está sendo marcado por exposições, rodas de conversas, homenagens, explanação de conteúdos sobre patrimônio material e imaterial com a presença de várias lideranças jongueiras de outros territórios e rodas de jongo entre as comunidades.</p>
<p align="JUSTIFY">O Jongo é um patrimônio imaterial, registrado como forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores, dança coletiva e é considerado o avô do samba. É praticado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro.</p>
<p align="JUSTIFY">Em Campinas, a Comunidade Jongo Dito Ribeiro é divulgadora do Jongo, que é registrado como Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 2005 e como patrimônio cultural imaterial em Campinas desde 2013. Em ambos os registros o Jongo se encontra no Livro de Registro das Formas de Expressão, que são atividades expressivas e comunicativas tradicionais enraizadas na vida social, no Brasil e em Campinas, respectivamente.</p>
<p align="JUSTIFY">A Comunidade Jongo Dito Ribeiro está situada na Casa de Cultura Fazenda Roseira, na região Noroeste de Campinas. A partir de um edital promovido pelo IPHAN, a Comunidade Jongo Dito Ribeiro, em parceria com a NINA Grio, foi contemplada e receberá aportes financeiros do governo federal para ações de salvaguarda do Jongo. Entre as ações está prevista a criação do Centro de Referência Cultural Jongueiras e Jongueiros do Sudeste, para abrigar diversas ações voltadas para a preservação desse importante Patrimônio Cultural, viabilizando a produção, registro, memória e transmissão,<b> </b>para futuras gerações.</p>
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		<title>Campinas abre Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste e 10ª Feira Cultural Afro Mix</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 18:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura Fazenda Roseira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Jongo Dito Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Afro Mix Campinas]]></category>

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		<description><![CDATA[A inauguração, pela Comunidade Jongo Dito Ribeiro, do Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste neste sábado, 8 de novembro, abre a 6ª Edição do Festival Sou África em Todos os Sentidos, uma das várias agendas do mês da cultura negra em Campinas (SP). No domingo, 9 de novembro, entre 12 e 21 horas, a Estação Cultura “Prefeito Antonio ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial;">A inauguração, pela Comunidade Jongo Dito Ribeiro, do Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste neste sábado, 8 de novembro, abre a 6ª Edição do Festival Sou África em Todos os Sentidos, uma das várias agendas do mês da cultura negra em Campinas (SP). No domingo, 9 de novembro, entre 12 e 21 horas, a </span><span style="face: 'Verdana,';">Estação Cultura “Prefeito Antonio da Costa Santos” recebe a 10ª Feira Cultural Afro Mix Campinas.</span></p>
<p align="LEFT">A inauguração do Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste neste sábado, abrindo o mês da cultura negra em Campinas, será marcada por exposições, rodas de conversas, homenagens, explanação de conteúdos sobre patrimônio material e imaterial com a presença de várias lideranças jongueiras de outros territórios e rodas de jongo entre as comunidades.</p>
<p align="JUSTIFY">O Jongo é um patrimônio imaterial, registrado como forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores, dança coletiva e é considerado o avô do samba. É praticado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro.</p>
<p align="JUSTIFY">Em Campinas, a Comunidade Jongo Dito Ribeiro é divulgadora do Jongo, que é registrado como Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 2005 e como patrimônio cultural imaterial em Campinas desde 2013. Em ambos os registros o Jongo se encontra no Livro de Registro das Formas de Expressão, que são atividades expressivas e comunicativas tradicionais enraizadas na vida social, no Brasil e em Campinas, respectivamente.</p>
<p align="JUSTIFY">A Comunidade Jongo Dito Ribeiro está situada na Casa de Cultura Fazenda Roseira, na região Noroeste de Campinas. A partir de um edital promovido pelo IPHAN, a Comunidade Jongo Dito Ribeiro, em parceria com a NINA Grio, foi contemplada e receberá aportes financeiros do governo federal para ações de salvaguarda do Jongo. Entre as ações está prevista a criação do Centro de Referência Cultural Jongueiras e Jongueiros do Sudeste, para abrigar diversas ações voltadas para a preservação desse importante Patrimônio Cultural, viabilizando a produção, registro, memória e transmissão,<b> </b>para futuras gerações.</p>
<p>A programa deste sábado, na Casa da Cultura da Fazenda Roseira, começa às 18h30, com abertura da Exposição Sou África em Todos os Sentidos – Nos Caminhos do Patrimônio Afro-Campineiro. Às 19 horas acontece a inauguração do Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste Comunidade Jongo Dito Ribeiro Campinas/SP. Em seguida, a entrega de Titulação da Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas e homenagens, ao Mestre Dudu (Comunidade Jongo Dito Ribeiro), ao professor Antônio Augusto Arantes (ex-presidente do IPHAN), e à professora Elaine Monteiro (da Universidade Federal Fluminense).</p>
<p>Às 19h30 acontece a Roda de Conversa com representantes do Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto de Patrimônio Artístico Nacional (DPI-IPHAN), do IPHAN em São Paulo, da Fundação Palmares de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, CEPIR (Coord. Especial Para Igualdade Racial), do Conselho de Patrimônio Histórico e Cultural de Campinas (Condepacc) e Mãe Eleonora (Terreiro e Ponto de Cultura), entre outros  convidados.</p>
<p>A cerimônia prossegue com Roda de Jongo das Lideranças Jongueiras + Roda de Jongo da Juventude Jongueira e Comunidade Jongo Dito Ribeiro  e termina com outras atrações culturais. A programação completa do VI Sou África em Todos os Sentidos está em  http://jongocaxambu.org.br/2014/11/03/comunidade-jongo-dito-ribeiro-campinas-sp/</p>
<p align="justify"><span style="face: 'Verdana,';"><strong>Feira Afro Mix Campinas</strong> &#8211;  A 10ª Feira Cultural Afro Mix Campinas acontece na Estação Cultura no domingo, 9 de novembro, das 12h às 21h, organizada pelo Grupo Afro Mix e pelo Instituto de Arte e Cultura Social Ilcéi Miriam, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura. A entrada é gratuita. </span></p>
<p align="justify"><span style="face: 'Verdana,';">A feira valoriza a memória cultural afro-brasileira e conta com uma programação de shows culturais e música ao vivo, com samba, jongo e samba-rock, como Ilcéi Miriam, Dj Shetara, DJ Risada, T. Kaçula, Ido Luís &amp; Valéria Santos, Pagode da Vó Tiana, além de capoeira e dança. </span></p>
<p align="justify"><span style="face: 'Verdana,';">Haverá exposição de produtos, comidas, bebidas, desfiles, artesanato e afins, tratamentos de beleza e literatura, com destaque para a difusão da cultura afro-brasileira e dos segmentos que trabalham contra a discriminação. </span></p>
<p align="justify">A F<span style="face: 'Verdana,';">eira Cultural Afro Mix Campinas/SP ocorreu pela primeira vez em novembro de 2004, idealizada por Marcos Ferreira, com o apoio da cantora, violonista e cavaquinista Ilcéi Mirian e um grupo de amigos empreendedores. Atualmente, o Grupo Afro Mix é formado por Marcos, Ilcéi Mirian e Wanda. </span></p>
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