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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Conexões MSF em Campinas</title>
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		<title>Médicos Sem Fronteiras deixa um muro de esperança para Campinas</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2016 16:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coletivo MK]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O muro às vezes é símbolo de divisão e preconceito, mas um deles se tornou motivo de esperança no coração de Campinas a partir deste domingo, 22 de maio. Pelas mãos dos artistas do Coletivo MK, um muro entre a rua Sebastião de Souza e avenidas Orosimbo Maia e Senador Saraiva transformou-se em um grande painel de apelo à solidariedade, como resultado da série Conexões MSF, que Médicos Sem Fronteiras realiza desde o dia 11 na cidade.</p>
<p>Nestes 12 dias, palestras, exposições e várias outras atividades, em diversos pontos de Campinas, foram promovidas com o propósito de ampliar a divulgação  do trabalho da MSF e aproximar ainda mais a organização do público. Uma dessas ações é o Diário da Arte, grafite produzido pelo Coletivo MK, inspirada em relatos de profissionais de Médicos Sem Fronteiras em sua atuação humanitária pelo mundo.</p>
<p>&#8220;É um presente e uma marca de agradecimento a essa abertura que Campinas sempre nos deu&#8221;, diz Alessandra Vilas Boas, diretora de comunicação de MSF Brasil. Feito o convite e aceito pelo coletivo MK, houve um mapeamento de possíveis muros na região central que poderiam receber o grafite. O muro escolhido tem localização privilegiada, sendo ponto de passagem obrigatório para milhares de campineiros diariamente.</p>
<p>O artista plástico Mirs Monstrengo, do Coletivo MK, fala do orgulho em ter recebido o convite, por indicação de profissionais da Unicamp e da Secretaria Municipal de Cultura. &#8220;Aceitamos logo, porque é uma causa na qual a gente acredita e sempre reconheceu&#8221;, diz Mirs, que trabalha com grafite na rua desde 1998.</p>
<p>Leandro Kranium, outro integrante do Coletivo MK, atua com grafite e arte-educação desde 1999 e afirma ser &#8220;um privilégio e uma responsabilidade&#8221; ter participado de um dos eventos de Conexões MSF. Convidado pelo Coletivo MK para participar do mural, Sergio Campelo destacou o planejamento da obra, com base nos três relatos recebidos de profissionais de Médicos Sem Fronteiras.</p>
<p>O muro, na prática um mural, foi esboçado como um mapa do planeta, evidenciando os valores que orientam o trabalho de MSF: Neutro, Independente e Imparcial. Um abraço forte, várias flores, a imagem de uma família africana e duas enormes borboletas emolduram o mapa, como um sinal da renovação e da transformação social possíveis.</p>
<p>Tudo isso a poucos metros do prédio da Academia Campinense de Letras, onde, no alto, se destaca a Fênix, a ave mitológica que ressurge das cinzas e que se tornou um ícone da Campinas que renasceu da febre amarela do final do século 19. Agora o mural oferecido por Médicos Sem Fronteiras representa a abertura da cidade para um olhar humanitário global. <strong>(Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_7209" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_20160522_120604843.jpg"><img class="size-large wp-image-7209" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_20160522_120604843-1024x576.jpg" alt="Hoje de manhã, 22 de maio, o mural de grafite concluído, com o prédio da Academia Campinense de Letras ao fundo: Fênix e borboletas como ícone de esperança e renovação (Foto José Pedro Martins)  " width="618" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">Hoje de manhã, 22 de maio, o mural de grafite concluído, com o prédio da Academia Campinense de Letras ao fundo: Fênix e borboletas como ícone de esperança e renovação (Foto José Pedro Martins)</p></div>
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		<title>Médicos Sem Fronteiras pede urgência na atenção para as doenças negligenciadas que atingem milhões</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2016 21:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Conexões MSF em Campinas]]></category>
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		<category><![CDATA[Morhan]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Soares Martins Campinas, 18 de maio de 2016 Uma maior atenção do poder público, setor empresarial e sociedade em geral para as doenças negligenciadas, que representam uma ameaça permanente a cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo todo, vem sendo reivindicada pela organização Médicos Sem Fronteiras durante a série de atividades ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p><strong>Campinas, 18 de maio de 2016</strong></p>
<p>Uma maior atenção do poder público, setor empresarial e sociedade em geral para as doenças negligenciadas, que representam uma ameaça permanente a cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo todo, vem sendo reivindicada pela organização Médicos Sem Fronteiras durante a série de atividades Conexões MSF, promovida em Campinas até o próximo domingo, dia 22 de maio. Campinas é a primeira cidade brasileira a receber as Conexões MSF, um conjunto de eventos voltados para aproximar ainda mais a organização humanitária do público. Recife será a segunda cidade a sediar a iniciativa.</p>
<p>Um debate específico sobre &#8220;Mobilização social na luta contra as doenças negligenciadas&#8221; aconteceu nesta terça-feira, dia 17 de maio, na Casa do Lago, no campus da Unicamp, em Barão Geraldo. O debate teve a mediação da psicóloga Letícia Nolasco, que atua junto a Médicos Sem Fronteiras e acaba de voltar do Equador, recentemente atingido por forte terremoto.</p>
<p>Os desafios para uma maior atenção global para as doenças negligenciadas foram expostos pela médica Lucia Brum, referente em doenças infecciosas emergentes de MSF. A médica lembrou que doenças como tuberculose, malária, doença do sono, de Chagas e leishmaniose atingem mais de 14 milhões de pessoas a cada ano, sendo 90% delas em países em desenvolvimento. No total, a Organização Mundial da Saúde considera um grupo de 17 doenças como negligenciadas, incluindo calazar (ou leishmaniose visceral), tracoma e a própria dengue, que tem provocado um enorme drama para a saúde pública no Brasil.</p>
<p>Especialista em doença de Chagas, a médica falou especificamente sobre os dramas que continuam cercando essa doença. Relatou, por exemplo, sua recente passagem por uma região na Bolívia, que tem uma das mais altas incidências de doença de Chagas no planeta.  Estudos de Médicos Sem Fronteiras apontam que a doença se transformou em endemia em 21 países, com 100 milhões de pessoas sob risco de infecção. Seriam atualmente 8 milhões de infectados. No Brasil, as estimativas são de 2 a 3 milhões de pessoas com Chagas.</p>
<p>Desde 1999 MSF atua em programas relacionados à Doença de Chagas na América Latina. A transmissão natural da infecção é pelo vetor<span class="Apple-converted-space"> </span><i>Trypanossoma Cruzi</i>. A doença também pode ser transmitida por transfusões de sangue, da mãe para o filho ou por alimentos contaminados.</p>
<p>A referente de MSF advertiu que existe um &#8220;Ciclo de Negligência&#8221;, que cerca a doença de Chagas e outras doenças negligenciadas. Este ciclo, explicou, é caracterizado por um círculo vicioso, que continua deixando a enfermidade no esquecimento. Existe um &#8220;silêncio epidemiológico&#8221;, responsável por não considerar a doença de Chagas e outras como grande problema de saúde pública.</p>
<p>Não existem, em decorrência, previsões orçamentárias dos governos para o diagnóstico e tratamento dessas doenças. Sem orçamentos governamentais, existe menor interesse da comunidade científica e da indústria farmacêutica, que consideram não haver mercado para vacinas e medicamentos &#8211; isto, apesar de milhões de afetados todos os anos e outros milhões de ameaçados. &#8220;É preciso romper urgentemente esse ciclo de negligência&#8221;, pediu a médica.</p>
<p>Entre os desafios para maior atenção médica com relação à doença de Chagas, a profissional de MSF citou a necessidade de sustentabilidade das ações; o empoderamento, participação e responsabilidade dos profissionais de saúde e governos; a cobertura gratuita para os mais vulneráveis; o acesso ao diagnóstico e tratamento na atenção primária de saúde; a estruturação de uma rede de atenção primária conectada a centros de referência se segundo e terceiro nível; a disponibilidade de insumos médicos; a formação continuada de profissionais; e a estruturação de centros de referência dispostos a oferecer uma atenção integral, com recursos terapêuticos de acordo com as necessidades dos pacientes.</p>
<div id="attachment_7153" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa8.jpg"><img class="size-large wp-image-7153" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa8-1024x682.jpg" alt="Grupo da Associação de Pacientes com Chagas da Região de Campinas participaram do debate (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo da Associação de Pacientes com Chagas da Região de Campinas participou do debate (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>A Dra.Lucia Brum assinala que o Brasil acumula grande conhecimento sobre a doença de Chagas. A doença tem esse nome porque o médico brasileiro Carlos Chagas foi o pioneiro em descrever a enfermidade, entre 1908 e 1909. Entretanto, até a década de 1960 a doença de Chagas era praticamente ignorada como problema de saúde pública no país.</p>
<p>Atualmente, a referente em doenças infecciosas emergentes de Médicos Sem Fronteiras assinala que o Brasil, apesar desse acúmulo de conhecimento, não tem um protocolo nacional de tratamento dos casos de atingidos pela doença de Chagas, e apenas os casos agudos são objeto de notificação compulsória. Como outras doenças negligenciadas, lamenta a médica, a doença de Chagas &#8220;continua na invisibilidade&#8221; no Brasil.</p>
<div id="attachment_7154" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa3.jpg"><img class="size-large wp-image-7154" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa3-1024x677.jpg" alt="Tornar a doença de Chagas visível é um dos objetivos da Findechagas, observou Ana Maria de Arruda Camargo (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Tornar a doença de Chagas visível é um dos objetivos da Findechagas, observou Ana Maria de Arruda Camargo (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Afetados pela doença de Chagas</strong> &#8211; Também participaram do debate na Casa do Lago membros de organizações que representam afetados pela doença de Chagas. De modo especial, Ana Maria de Arruda Camargo, assistente social do Hospital de Clínicas da Unicamp, relatou a trajetória de constituição da Federação Internacional de Associações de Pessoas  Afetadas pela Doença de Chagas (Findechagas), criada em 2009 em uma assembleia em Uberaba, Minas Gerais. A assistente social é membro do Conselho Consultivo de Findechagas.</p>
<p>A quarta assembleia de Findechagas aconteceu entre 13 e 16 de abril de 2016, em La Plata, Argentina, e a próxima está prevista para 2018, no México. Atualmente compõem a Federação 16 associações, inclusive três brasileiras, a Associação de Pacientes com Chagas, Insuficiência Cardíaca e Miocardiopatia de Pernambuco; Associação de Pacientes de Chagas da Grande São Paulo; e Associação de Pacientes de Chagas de Campinas e Região, que levou vários membros ao evento promovido pela Médicos Sem Fronteiras.</p>
<p>Ana Maria de Arruda Camargo evidenciou o caráter científico e de mobilização social da Findechagas, que já contou com o apoio de personalidades como Leo Messi e toda equipe de futebol do Barcelona. Tirar o véu de silêncio que ainda encobre a doença de Chagas e os milhões de afetados é um dos grandes objetivos da Federação, afirmou.</p>
<div id="attachment_7155" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa4.jpg"><img class="size-large wp-image-7155" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa4-1024x724.jpg" alt="Artur Custódio observou que ainda não enormes os desafios relacionados à hanseníase no Brasil (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Artur Custódio observou que ainda não enormes os desafios relacionados à hanseníase no Brasil (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Morhan e a hanseníase no Brasil &#8211; </strong> Outra doença negligenciada discutida no evento na Casa do Lago, como parte das Conexões MSF, foi a hanseníase. A luta do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) foi apresentada pelo seu coordenador nacional, Artur Custódio.</p>
<p>Ele lembrou que o Morhan foi criado em 1981, no âmbito das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Igreja Católica. Entre 1986 e 1988, o Morhan apresentou várias propostas para a Assembleia Nacional Constituinte, encarregada de redigir a nova Constituição brasileira, após o período ditatorial de 1964 a 1984.</p>
<p>Em 1995, o Morhan comemorou a promulgação da Lei 9010, proibindo o uso da palavra &#8220;lepra&#8221; em documentos oficiais por qualquer órgão público, em qualquer nível de governo no Brasil.  Em 2007, nova vitória, com a aprovação da Medida Provisória 373, instituindo pensão vitalícia às pessoas atingidas pela hanseníase que passaram pela internação compulsória, uma prática histórica muito comum no país até a década de 1970 nas colônias. Também em 2007, o Morhan recebe prêmio da Organização Mundial de Saúde em sua sede em Genebra, Suíça.</p>
<p>São enormes os desafios relacionados à hanseníase no Brasil, destacou Artur Custódio, lembrando que o país é o segundo do mundo em incidência da doença, atrás apenas da Índia. Aprimoramento dos diagnósticos, maior e melhor informação para diminuir o preconceito e ampliação da mobilização e controle social são algumas das ações essenciais em relação à hanseníase no Brasil, completou o coordenador nacional do Morhan.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, o número de casos novos de hanseníase caiu no Brasil de 50,5 mil em 2004 para 31 mil em 2014, queda de 38,5%. Os casos em menores de 15 anos declinaram de 4.075 em 2004 para 2.341 em 2014, queda de 43%. Os estados com maior concentração de casos são Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.</p>
<div id="attachment_7156" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa2.jpg"><img class="size-large wp-image-7156" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/05/MSFCasa2-1024x682.jpg" alt="Evento na Casa do Lago integrou a série Conexões MSF (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Evento na Casa do Lago integrou a série Conexões MSF (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>Mais informações:</p>
<p><a href="http://www.msf.org.br/conexoes/">www.msf.org.br/conexões</a></p>
<p><a href="http://www.morhan.org.br/">http://www.morhan.org.br/</a></p>
<p><a href="http://www.findechagas.com/">www.findechagas</a>.com</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Semana terá várias atividades das Conexões de Médicos Sem Fronteiras em Campinas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2016 21:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Conexões MSF em Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos Sem Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos Sem Fronteiras no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Conversas, exibição de filmes, ação de grafitagem na região central e continuidade de exposições no SESC-Campinas e Aeroporto Internacional de Viracopos marcam nesta semana a realização de Conexões MSF, uma iniciativa nacional de Médicos Sem Fronteiras que começou por Campinas no último dia 11 e irá até dia 22 de maio. A série visa ampliar a divulgação ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Conversas, exibição de filmes, ação de grafitagem na região central e continuidade de exposições no SESC-Campinas e Aeroporto Internacional de Viracopos marcam nesta semana a realização de Conexões MSF, uma iniciativa nacional de Médicos Sem Fronteiras que começou por Campinas no último dia 11 e irá até dia 22 de maio. A série visa ampliar a divulgação no país do trabalho humanitário da organização que recebeu em 1999 o Prêmio Nobel da Paz e sobrevive basicamente das doações individuais, atualmente somando 5,7 milhões de pessoas, sendo 300 mil no Brasil. A próxima a receber Conexões MSF é Recife.</p>
<p>Nesta <strong>segunda-feira, dia 16 de maio</strong>, a programação inclui a conversa sobre &#8220;Inovação médica em estado de emergência&#8221;, na Casa do Lago, em Barão Geraldo, a partir das 18 horas. Após exibição do filme “Fogo nas veias”, que mostra os impactos negativos das patentes sobre a resposta global a epidemias, haverá um bate-papo com especialistas sobre o atual estado do sistema de inovação médica, baseado em patentes e monopólios.</p>
<p>Estarão presentes Felipe de Carvalho, da Campanha de Acesso a Medicamentos Essenciais de MSF; João Lino Venditto, representante do núcleo de Campinas da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV; Dr.Rogério Cerqueira Leite, professor emérito da Unicamp e membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e do Conselho Editorial da Folha de S. Paulo e doutor em Física pela Sorbonne; a mediação será do professor Dr.João Frederico da Costa Azevedo Meyer, pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp.</p>
<p>Na <strong>terça-feira, dia 17 de maio</strong>, haverá uma nova conversa na Casa do Lago, às 14 horas, sobre &#8220;Mobilização social na luta contra as doenças negligenciadas&#8221;.  Participação de Lucia Brum, referente em doenças infecciosas emergentes de MSF; Ana Maria de Arruda Camargo, assistente social do HC-Unicamp e membro do Conselho Consultivo da Findechagas; Artur Custódio, coordenador nacional do MORHAN (Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase); e mediação da psicóloga Letícia Nolasco.</p>
<p>No <strong>dia 18, quarta-feira</strong>, será exibido às 19 horas no teatro do SESC-Campinas o documentário &#8220;Affliction &#8211; O Ebola na África Ocidental&#8221;. Filmado em meio a maior epidemia da doença na África Ocidental, Affliction explora diferentes aspectos do surto nos três países mais afetados – Serra Leoa, Guiné e Libéria. Chefes de aldeia, pacientes, sobreviventes e trabalhadores humanitários falam sobre o medo, a rejeição, o estigma, o impacto da quarentena, a mortalidade, as falhas da resposta internacional e a falta de tratamento médico adequado para o Ebola. A equipe de filmagem teve acesso ilimitado às instalações de Médicos Sem instalações Fronteiras (MSF). A direção é de Peter Casaer. O documentário tem duração de 52 minutos, com classificação 14 anos. Após a exibição do documentário, a médica Rachel Soeiro, que atuou no combate ao Ebola na Guiné, e Damaris Giuliana, da assessoria de imprensa de MSF-Brasil, responderão às perguntas do público.</p>
<p>A programação de <strong>sexta-feira, dia 20</strong>, apresenta a exibição do filme &#8220;(Un)Limited&#8221;, às 16 e 19 horas, na Casa do Lago. O documentário apresenta histórias marcantes dos 40 anos de Médicos Sem Fronteiras e relatos de profissionais que presenciaram algumas das piores crises humanitárias do mundo. As imagens mostram profissionais da organização fazendo questionamentos diante das dificuldades impostas pelo contexto e de seu envolvimento emocional com os pacientes, além de receberem ameaças à sua segurança. O filme é composto por imagens originais acompanhadas de comentários de membros das equipes de MSF. A direção é de Peter Casaer e o documentário tem duração de 52 minutos, com classificação 16 anos.</p>
<p>No <strong>sábado, dia 21</strong>, haverá contação de histórias às 15 horas, na Livraria Saraiva do Galleria Shopping. Às 19 horas, haverá exibição do filme &#8220;(Un)Limited&#8221; no Museu da Imagem e do Som, rua Regente Feijó, 859, no centro. Após a exibição, profissionais de MSF responderão às perguntas do público.</p>
<p>A programação do <strong>domingo, dia 22,</strong> inclui contação de histórias às 16 horas, no Parque Portugal (Lagoa do Taquaral), no Portão 1, próximo à Administração.</p>
<p>Enquanto isso, prosseguem as atividades permanentes, como a exposição &#8220;Caminhos da Vacina”,  montada na Lagoa do Taquaral (Parque Portugal), nas proximidades do pedalinho. A exposição foi baseada no documentário “Caminhos da Vacina”, que também integra o elenco de atividades do Conexões MSF. A exposição fotográfica “Conexões”, pro sua vez, está no Aeroporto Internacional de Viracopos. São fotos que documentam a atuação de Médicos Sem Fronteiras, em 45 anos de atividades, e que fazem parte do trabalho de divulgação de situações de sofrimento que, de outra forma, permaneceriam no silêncio e na invisibilidade.</p>
<p>Nesta segunda-feira, dia 16, teve início a ação Diário de Arte. Para se relacionar também com a cidade que o acolhe, o Conexões MSF propõe levar a cada lugar visitado uma intervenção artística de caráter permanente, que permaneça ali, mantendo viva a lembrança da ajuda humanitária. A partir de relatos de profissionais de Médicos Sem Fronteiras de suas vivências em campo em diversos contextos com os quais a organização atua, artistas convidados representam com sua arte o que interpretam dos textos. Em Campinas, os artistas convidados foram Mirs Monstrengo e Leandro Kranium, que formam o Coletivo MK. Desde 2014, a dupla desenvolve projetos de intervenção urbana com temas sociais. Ambos iniciaram a trajetória no grafite no final dos anos de 1990, trabalham como arte-educadores e, para a realização do Diário de Arte, convidaram também Sérgio Campelo, ilustrador, muralista e professor. A ação acontece até o dia 22 de maio, domingo, em um muro na região central.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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