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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Congresso Nacional</title>
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		<title>Novo Congresso assume com desafio de resgatar a própria imagem</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2015 15:20:18 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Resgatar a própria imagem é um dos grandes desafios do Congresso Nacional que toma posse neste domingo, 1 de fevereiro, para a legislatura 2015-2018. Houve uma renovação de 47% na Câmara dos Deputados, com 240 novos parlamentares no total de 513. No Senado, foram 27 cadeiras em disputa nas eleições de outubro de 2014, com a eleição de 22 novos senadores e reeleição de cinco.</p>
<p>Na avaliação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), o novo Congresso é mais conservador do que o anterior na área social, em função da dinâmica eleitoral de 2014. &#8220;Houve, em quase todos os estados, alianças entre partidos de esquerda e de direita, cujos votos tanto poderiam eleger pessoas identificadas com as pautas sociais e os direitos humanos, como poderiam sufragar candidatos conservadores, contrários à proteção ao meio ambiente, às conquistas sociais e aos direitos de minorias étnicas, etárias, de gênero, entre outras&#8221;, afirma o DIAP, na publicação &#8220;Radiografia do Novo Congresso &#8211; Legislatura 2015 &#8211; 2019&#8243;.</p>
<p>Para o órgão que acompanha o Parlamento na perspectiva dos trabalhadores, &#8220;prevaleceu a segunda hipótese, porque os conservadores indicaram ´populistas`, ´messiânicos`, com grande visibilidade em suas comunidades, e ´contrários à tudo que está aí`, e, em geral, em coligações nas quais tinham certeza de que atingiriam o quociente eleitoral&#8221;. Para o DIAP, essa opção &#8220;por aliança com as forças conservadoras resultou na redução de bancadas de alguns partidos de esquerda e centro-esquerda&#8221;.</p>
<p><strong>Composição</strong> &#8211; Na Câmara dos Deputados, os maiores partidos serão  PT (69 deputados) e PMDB (66), da situação, e PSDB (54 parlamentares), de oposição, seguidos de PSD e PP, ambos com 37 deputados e que compõem a base governista. PT e PMDB viram reduzidas as suas bancadas: eles tinham 88 e 72 deputados, respectivamente. Já o PSDB aumentou sua bancada, de 44 para 54 deputados. Agora são 28 partidos representados na Câmara, contra 22 na Legislatura anterior.</p>
<p>Além da recuperação da própria imagem, muito desgastada nas legislaturas anteriores, o novo Congresso Nacional tem pela frente vários desafios, como os de contribuir para a implantação do Plano Nacional de Educação (2014-2024), discutir medidas para enfrentar a crise hídrica e aprovar projetos como o da criminalização da homofobia, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Congresso Nacional teve uma das mais baixas produções legislativas em duas décadas</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2014 22:15:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Deputados federais e senadores, que tiveram o salário aumentado nesta semana para R$ 33,7 mil mensais, protagonizaram em 2014 &#8211; ano de Copa do Mundo e eleições gerais &#8211; uma das piores produções legislativas das últimas duas décadas, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), o órgão que monitora as matérias de interesse dos trabalhadores ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Deputados federais e senadores, que tiveram o salário aumentado nesta semana para R$ 33,7 mil mensais, protagonizaram em 2014 &#8211; ano de Copa do Mundo e eleições gerais &#8211; uma das piores produções legislativas das últimas duas décadas, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), o órgão que monitora as matérias de interesse dos trabalhadores no Congresso Nacional. &#8220;A produção legislativa em 2014, considerando as proposições transformadas em norma jurídica entre 1º de janeiro e 11 de dezembro, foi decepcionante, tanto em quantidade, quanto em qualidade&#8221;, afirma o jornalista e analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor de Documentação do DIAP. Nas eleições deste ano, a Câmara dos Deputados foi renovada em 46,4%, e o Senado, em cerca de um terço.</p>
<p>Segundo o estudo feito por Queiroz, entre 1º de janeiro e 11 de dezembro de 2014 foram aprovadas e transformadas em norma jurídica 101 leis ordinárias, nove emendas à Constituição e cinco leis ordinárias. De acordo com o analista, quanto à origem, &#8220;das 101 leis ordinárias: 1) 55 foram de iniciativa de parlamentar, sendo 37 da Câmara e 18 do Senado; 2) 35 de iniciativa do Poder Executivo, sendo 19 oriundas de MPs, 14 de projeto de lei ordinário e dois de projeto de lei do Congresso Nacional (PLN); 3) nove de Poder Judiciário; e 4) dois do Ministério Público&#8221;.<br />
Em relação ao processo de votação, informa Queiroz, &#8220;das 101 ordinárias e as cinco complementares, 76 foram aprovados em plenário e 30 conclusivamente nas comissões permanentes das duas Casas do Congresso. Além das 76 aprovadas em plenário, também foram aprovadas, em dois turnos em cada Casa do Congresso, nove emendas à Constituição&#8221;.</p>
<p>&#8220;A qualidade, tal como a quantidade, também ficou muito aquém das expectativas da população, especialmente após as manifestações de junho de 2013&#8243;, opina o diretor de Documentação do DIAP. Ele nota que, &#8220;talvez com exceção das leis de tributárias, destinadas à política anticíclica para reduzir os efeitos da crise sobre o setor produtivo, e das leis que instituiu o Fundo Nacional de Educação, a cota para negros em concurso público e a alei da palmada, as demais são de pouca importância&#8221;.<br />
O pesquisador observa que 23 normas jurídicas trataram de servidores públicos (reajuste e criação de cargos ou remanejamento de funções comissionadas), 16 de homenagens ou data comemorativas e três de abertura de crédito no Orçamento da União. &#8220;Só estas representam 40% das leis ordinárias&#8221;, completa Antônio Augusto de Queiroz, para que, &#8220;considerando este balanço parcial da produção legislativa em 2014, que foi um ano marcado por crise econômica e política, realmente foi muito ruim na perspectiva de aperfeiçoamento do ordenamento jurídico nacional&#8221;.</p>
<p>O novo salário de deputados e senadores foi votado nesta quarta-feira pelo Senado Federal. O valor de R$ 33,7 mil mensais para os parlamentares também será válido para magistrados do STF e procurador geral da República, sendo superior ao novo salário da presidente Dilma Rousseff e ministros de Estados, que passarão a ganhar R$ 30,9 mil mensais.</p>
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