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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Consciência Negra</title>
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		<title>Cor(po) e ser</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 19:28:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Consciência Negra]]></category>
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		<description><![CDATA[Em novo post, Adriana Menezes fala em poesia sobre aquilo que não se vê. Não por acaso, ela publica no dia da Consciência Negra. Clique abaixo e confira na plataforma Blogs ASN. Você pode olhar pra mim e dizer que não sou negra mas eu sou pode olhar pra mim e dizer que não sou ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em novo post, Adriana Menezes fala em poesia sobre aquilo que não se vê. Não por acaso, ela publica no dia da Consciência Negra. Clique abaixo e confira na plataforma Blogs ASN.</p>
<p><a title="Cor(po) e ser" href="http://asn.blog.br/adriana/2018/11/14/ve-se-enxerga-o-ser/">Você pode olhar pra mim e dizer que não sou negra mas eu sou</a></p>
<p><a title="Cor(po) e ser" href="http://asn.blog.br/adriana/2018/11/14/ve-se-enxerga-o-ser/">pode olhar pra mim e dizer que não sou índia mas eu sou</a></p>
<p><a title="Cor(po) e ser" href="http://asn.blog.br/adriana/2018/11/14/ve-se-enxerga-o-ser/">não há só cor(po) desejo cheiro e cor</a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Adriana_1650x3661.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6474" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Adriana_1650x3661-1024x227.jpg" alt="Adriana_1650x366" width="618" height="137" /></a></p>
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		<title>Consciência Negra é dia de reflexão e celebração</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 16:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje é dia de Zumbi dos Palmares, feriado da Consciência Negra em cerca de mil cidades brasileiras. A data de celebração foi criada em 2003, mas somente instituída por lei em 2011, quando também ficou definido que cada município determinasse como feriado ou não. Em Campinas hoje é feriado e a data tem sido celebrada ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é dia de Zumbi dos Palmares, feriado da Consciência Negra em cerca de mil cidades brasileiras. A data de celebração foi criada em 2003, mas somente instituída por lei em 2011, quando também ficou definido que cada município determinasse como feriado ou não. Em Campinas hoje é feriado e a data tem sido celebrada com diversas atividades culturais, que se estendem ao longo do mês de novembro. Além da Marcha do Zumbi pela manhã, hoje tem atividade musical no Sesc às 16h30, tem Acarajé Solidário e tem também diplomação na Câmara Municipal com Diploma de Mérito Zumbi dos Palmares. Na quinta-feira (22/11) tem o espetáculo musical “Saias”, no teatro Maria Monteiro (<em>confira abaixo</em>).</p>
<div id="attachment_14395" style="width: 549px" class="wp-caption alignright"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-camara.jpg"><img class="size-full wp-image-14395" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-camara.jpg" alt="Vanessa Dias recebe no dia 20/11 o Diploma de Mérito Zumbi" width="539" height="541" /></a><p class="wp-caption-text">Vanessa Dias recebe neste dia 20/11 o Diploma de Mérito Zumbi na Câmara Municipal de Campinas</p></div>
<p><strong>História</strong></p>
<p>Em 20 de novembro de 1695 morreu Zumbi dos Palmares, símbolo de resistência negra e pioneiro na luta contra a escravidão. Zumbi nasceu na Serra da Barriga, na capitania de Pernambuco, região que hoje pertence ao estado de Alagoas. Foi líder de uma das maiores organizações políticas e militares formada por escravos fugitivos, Quilombo dos Palmares, que ficou conhecido por sua resistência de mais de cem anos no período colonial.</p>
<p>Segundo dados do IBGE, 53,6% da população brasileira é formada por negros (pretos e pardos) e 45,5% se declaram brancos. Menos de 1%, indígenas. Apesar de maioria, a população negra não foi inserida de maneira igualitária na sociedade ao longo dos 130 anos do fim da escravidão (1888). O feriado da Consciência Negra sugere que a data contribua para a reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.</p>
<p><strong>Campinas</strong></p>
<p>Campinas foi a última cidade do país a abolir, na prática, a escravidão. E o Brasil foi o último país da América Latina a também acabar com a prática de exploração da força de trabalho e maus tratos ao negro escravizado trazido da África por meio de tráfico humano. Os efeitos desta história, naturalmente, ainda estão em nossa sociedade.</p>
<p>Além de ter sido a última a libertar os escravos no País, Campinas era conhecida pelo rigor e crueldade dos fazendeiros locais. Em uma quadrinha, publicada por Nelson Omegna em “A Cidade Colonial”, esta fama fica notória:</p>
<p><em>O Rio de Janeiro é Corte,</em></p>
<p><em>São Paulo é capitá,</em></p>
<p><em>Campinas o purgatório</em></p>
<p><em>Onde os negro vão pená.</em></p>
<p>O caso do escravo Elesbão também ganhou repercussão nacional. Ele foi acusado de matar o seu senhor, capitão Luis José de Oliveira, dono do engenho Romão. Condenado à forca em 9 de dezembro de 1835, Elesbão foi executado no Largo Santa Cruz, praça XV de novembro, localizada no Cambuí.</p>
<p>A Marcha Zumbi dos Palmares em Campinas se consolidou como uma das mais importantes celebrações do dia 20 de novembro na cidade. Com concentração na Estação Cultura, a Marcha Zumbi dos Palmares em Campinas é promovida por Organizações da Sociedade Civil, movimentos negros, religiosos, sindicalistas, ativistas, jornalistas, universitários, parlamentares e todos que lutam por justiça social e contra o racismo. O cortejo segue até o Centro, com músicas e faixas de protesto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_14398" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-marcha.jpg"><img class="size-full wp-image-14398" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-marcha.jpg" alt="Marcha Zumbi em Campinas, em 2017 (crédito: arquivo pessoal Ilcéi Miriam)" width="960" height="540" /></a><p class="wp-caption-text">Marcha Zumbi em Campinas no dia da Consciência Negra, em 2017 (crédito: arquivo pessoal Ilcéi Miriam)</p></div>
<p><strong>Sesc Campinas</strong></p>
<p>Entre as atrações culturais em Campinas pelo dia da Consciência Negra, hoje tem, às 16h30, Mondhoru Tibiraçu e Tião Carvalho em apresentação gratuita no Sesc Campinas. O som de Mondhoru Tibiraçu mistura a música do Zombábue e de Moçambique com ritmos brasileiros. No Jardim do Galpão do Sesc Campinas.</p>
<div id="attachment_14396" style="width: 489px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-acaraje.jpg"><img class="size-full wp-image-14396" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/consciencia-negra-acaraje.jpg" alt="O percussionista André Perucci (crédito: foto divulgação)" width="479" height="479" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista André Perucci (crédito: foto divulgação)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acarajé solidário</strong></p>
<p>A partir das 12h, o Acarajé Solidário acontece no Espaço Saberes e Sabores (avenida Anchieta, 235), em prol do percussionista André Perucci que passa por tratamento de saúde. As atrações do dia são Naná Cosme e Jongo Dito Ribeiro. Às 14h, haverá roda e jongo.</p>
<p><strong>Diploma de Mérito</strong></p>
<p>Na Câmara Municipal, em sessão solene, acontece hoje às 20h a diplomação de Vanessa Dias que receberá o Diploma de Mérito Zumbi dos Palmares.</p>
<p><strong>&#8220;Saias&#8221;, dia 22</strong></p>
<p>Dançando, cantando e expressando a força do feminino nas manifestações afro-brasileiras, o espetáculo “Saias” fará mais uma apresentação em Campinas no dia 22/11, às 20h, no Teatro Maria Monteiro (r. dom Gilberto pereira Lopes, s/n. vila padre Anchieta). O espetáculo de dança é criação de Renata Oliveira e Nil Sena. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_14397" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/saias-8816778.jpg"><img class="size-large wp-image-14397" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/saias-8816778-1024x734.jpg" alt="Ensaio do espetáculo de dança &quot;Saias&quot;" width="618" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Ensaio do espetáculo de dança &#8220;Saias&#8221;, dia 22/11 no Teatro Maria Monteiro</p></div>
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		<title>Diogo Nazareth lança Cultura de Existência no mês da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 20:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, dentro da programação oficial da Prefeitura no mês da Consciência Negra. A turnê inclui ainda Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí (confira abaixo a agenda).</p>
<p>O músico campineiro faz a junção de ritmos afro-brasileiros com o choro, o samba e o hip-hop. “Na prática, fundimos o sotaque do Aguerê, o Alujá, o Ijexá, o Ilú de Inhansã, com a formação típica do regional de Choro: violão de sete cordas, violão de seis cordas, cavaco e/ou bandolim. Ou seja, instrumentos harmônico-melódicos que abrem as possibilidades do emprego de técnicas eruditas de composição para o tratamento desses ritmos desconhecidos do grande público”, explica Nazareth.</p>
<p>Formado em Piano Popular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 2014, o músico de 30 anos apresenta um trabalho autoral composto por 12 faixas, unindo toques do ritual da nação Ketu, que envolvem atabaques e agogôs, com as técnicas de composição europeias.</p>
<p>“Esses ritmos (da linguagem percussiva afro) têm potencial de criação tão rico quanto o Samba, mas são sistematicamente ignorados por grande parte dos arranjadores. Então a nossa aposta é que esse é um reservatório com imensas possibilidades sonoras praticamente inexplorado, e Cultura de Existência pretende ser uma contribuição, ainda que modesta, nesse sentido. É um projeto de música afro-brasileira”, define o músico.</p>
<p>A produção é parceria de Nazareth com Eduardo Balbino, o Dj Duh (que também trabalha com Emicida, Vanessa da Matta e Gabi Amarantos), que deu o tratamento comercial ao álbum e contribuiu para a levada urbana que o autor quis imprimir com a batida eletrônica do Hip-hop. Como produtor, Nazareth também incluiu toques sagrados das casas de Candomblé, ressaltando a religiosidade que permeia não apenas seu trabalho, mas sua trajetória acadêmica e sua vida pessoal.</p>
<div id="attachment_14274" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3.jpeg"><img class="size-large wp-image-14274" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3-1024x802.jpeg" alt="Grupo" width="618" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth</p></div>
<p>“Sendo Ogã de Umbanda (<em>coordenador dos tambores rituais</em>), e possuindo uma família de santo em Juazeiro, na Bahia, tive acesso e permissão pra trazer esses ritmos à música popular ’profana’”, comenta Nazareth. Além disso, o álbum é baseado em sua pesquisa de mestrado sobre toques e ritmos afro-religiosos. Essa mescla de fé e musicalidade vinda dos terreiros é encarada pelo campineiro como &#8220;militância musical contra o preconceito dentro das academias, das mídias e das massas”.</p>
<p>Do ponto de vista formal, as faixas de Cultura de Existência seguem o formato tradicional das cantigas, das ladainhas, dos pontos de Umbanda e Jongo, dos jogos de roda, de pergunta e resposta, em que o “puxador” canta o verso e o coro retorna em uníssono. “Esse formato anda lado a lado com manifestações populares de matriz africana, então esse joguete é o que procuramos emular”, afirma Nazareth.</p>
<p>Cultura de Existência foi selecionado e beneficiado pelo ProAC do Governo do Estado de SP (edital no. 21/2017), que prevê a dedução de ICMS para empresas patrocinadoras de projetos culturais. Também conta com o apoio da Prefeitura de Campinas, por meio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC) da Secretaria da Cultura.</p>
<p><strong>A banda</strong></p>
<p>A banda de Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth.  A concepção do arranjo do disco é a divisão em naipes, seguindo técnicas orquestrais de composição. No naipe de cordas dedilhadas estão Eduardo Pereira no cavaco, violão e bandolim; Matheus Crippa no violão de sete cordas e viola caipira e o próprio Nazareth no violão de sete cordas. O grupo é formado ainda por Cris Monteiro, Adriel Job e Bruno Sotil, no naipe das percussões; Edmar Pereira e Fernando Goldenberg, no naipe dos metais, e Graciela Soares e Yandara Pimentel, nos backing</p>
<p><strong>Em Campinas</strong> serão duas apresentações: uma no dia 8, no Sesi Amoreiras, e outra no dia 15 na Estação Cultura, que integra a agenda oficial da Prefeitura de Campinas no mês da Consciência Negra. A turnê passa ainda por Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí.</p>
<p><strong>Agenda</strong></p>
<p><strong>8/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Teatro do Sesi Amoreiras, 20h (gratuito, entrada sujeita à lotação de 360 lugares)</p>
<p><strong>15/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Estação Cultura, 17h (gratuito)</p>
<p><strong>17/11 &#8211; Cosmópolis</strong> &#8211; Auditório XV de Outubro, 19h (gratuito, ingressos no local)</p>
<p><strong>18/11 &#8211; Jacareí</strong> &#8211; Pátio dos Trilhos, 19h (gratuito)</p>
<p><strong>23/11 &#8211; Jundiaí</strong> &#8211; Programação Sexta no Centro, Praça Marechal Floriano Peixoto, 18h (gratuito)</p>
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