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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Convenção de Ramsar</title>
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		<title>SESC Pantanal, área de proteção e ecoturismo que inclui um dos Sítios Ramsar no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 15:34:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Convenção de Ramsar]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel Porto Cercado]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Uma estadia no complexo do SESC Pantanal, entre os municípios de Poconé e Barão de Melgaço, no Mato Grosso, representa a verdadeira tradução do termo ecoturismo. Tendo como base de hospedagem o Hotel SESC Porto Cercado, a Estância Ecológica SESC Pantanal, nome oficial do complexo, abrange várias unidades, com destaque para a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) SESC Pantanal, a primeira das 13 áreas do Brasil consideradas Sítio Ramsar no Brasil. Convenção de Ramsar é como ficou conhecida a Convenção das Nações Unidas sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, que visa proteger as áreas úmidas, como a do SESC Pantanal.</p>
<p>Chegar ao Hotel SESC Porto Cercado, desde Cuiabá, já constitui um passeio a ser curtido em detalhes. A cada trecho da rodovia Estrada Parque Porto Cercado (MT-370) o Pantanal se apresenta em sua exuberância e diversidade. Espaços com a vegetação típica do bioma se revezam com fazendas de gado e áreas úmidas com abundância de garças e jacarés, entre outras espécies que encantam os visitantes.</p>
<p>Em boa parte de seu trajeto, a rodovia foi projetada e estruturada em uma altura bem superior à do solo, como forma de prevenção às conhecidas inundações que contribuem para a riqueza biológica do Pantanal. Esta particularidade contribui para a sensação de se apreciar a paisagem pantaneira como em um voo rasante, perfeito para fotos e filmagens. Paradas ao longo do percurso são inevitáveis, para uma mirada ainda mais atenta e ampla do cenário que comove.</p>
<p>Às margens do rio Cuiabá, a 145 km da capital mato-grossense, o Hotel Porto Cercado conta com completa e moderna estrutura hoteleira, em sintonia com as características geográficas e culturais do local. São 116 acomodações, incluindo apartamentos para pessoas com deficiência, equipadas com ar condicionado, TV, frigobar, cofre, telefone e wi-fi. Completam a estrutura centro de convenções, restaurante, bar, lanchonete, piscinas, sala de jogos e fitness, cibercafé e outros espaços.</p>
<p><strong>Borboletário</strong> &#8211; São muitas atrações para o ecoturista, mas o Borboletário é obrigatório. Entrar e permanecer alguns minutos &#8211; horas, talvez &#8211; no borboletário é uma experiência transformadora de quem passa pelo Hotel, por representar um emblema de preservação ambiental aliada à geração de renda.</p>
<p>Homens e principalmente mulheres, reunidas na Associação dos Criadores de Borboletas de Poconé, recebem ovos coletados no borboletário e cuidam das crisálidas ou pupas, que são as borboletas em fase de larvas e casulos. As crisáliadas retornam então ao borboletário, onde ocorre a eclosão, a maravilha que é o nascimento de uma borboleta.</p>
<p>São 20 a 30 espécies protegidas, que podem ser apreciadas no borboletário, onde monitores fornecem todas as explicações necessárias. Cerca de 25 famílias vivem dessa atividade, uma contribuição anônima e essencial para a proteção das borboletas do Pantanal.</p>
<div id="attachment_5849" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-280.jpg"><img class="size-large wp-image-5849" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-280-1024x768.jpg" alt="Cerca de 30 espécies no Borboletário, como esta, que parece refletir o dourado do sol do Pantanal" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 30 espécies no Borboletário, como esta, que parece refletir o dourado do sol do Pantanal</p></div>
<p>Na realidade, o borboletário integra o chamado Eixo Ambiental, composto ainda pelo pelo Centro de Interpretação Ambiental, Coleção Entomológica e Formigueiro. As crianças ficam fascinadas ao conhecer literalmente a fundo como funciona um formigueiro, a organização dos insetos, como as formigas promovem a &#8220;reciclagem&#8221; há milhões, quem sabe bilhões, de anos.</p>
<p>O cardápio aos visitantes tem outras preciosidades, como passeios pelos rios Cuiabá e São Lourenço, sobretudo aqueles de madrugada, sob a vigilância dos jacarés.  A integração a uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, e ainda mais reconhecida como um dos Sítios Ramsar no Brasil, é obviamente a principal credencial do complexo Pantanal como um lugar especial para o ecoturismo.</p>
<p><strong>RPPN SESC Pantanal</strong> &#8211; A RPPN SESC Pantanal foi assim considerada pela a Portaria n° 71/97N, de 4 de julho de 1997, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), sendo a área de propriedade do Serviço Social do Comércio (Sesc). Já em 1998, mais uma Portaria, de n° 151/98N, reconheceu nova área adjacente à RPPN, e com isso a Reserva passou a ter oficialmente a extensão de 87.871,44 hectares.</p>
<p>Foram adquiridos outros 20.101 hectares posteriormente, constituindo territórios que, apesar de não serem formalmente estabelecidos como unidade de conservação, são considerados integralmente como RPPN na gestão e manejo. Assim, a área total protegida pelo SESC Pantanal soma 107.996 hectares, equivalentes a quase 1% da extensão total do pantanal mato-grossense. Trata-se da maior RPPN do Brasil, que, de antigas fazendas de gado desativadas, foi transformada em cenário de árvores exuberantes, solo fértil e fauna bela e diversa, local de pesquisas e principalmente de proteção.</p>
<div id="attachment_5851" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-467.jpg"><img class="size-large wp-image-5851" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-467-1024x768.jpg" alt="Amanhece no Hotel SESC Porto Cercado, para mais um dia de vida intensa" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Amanhece no Hotel SESC Porto Cercado, para mais um dia de vida intensa</p></div>
<p>A RPPN SESC Pantanal está situada no município de Barão de Melgaço, em território predominantemente pantaneiro, inundável em grande parte de sua extensão na época das chuvas. O perímetro total da Reserva atinge quase 300 km: no limite noroeste, faz divisa com um trecho de 80 km da margem esquerda do rio Cuiabá, ao leste com um trecho de 30 Km do rio São Lourenço, no limite sul faz divisa com fazendas de gado e a Terra Indígena Pirigara, e na fronteira norte, além de fazendas de gado, está localizado o Distrito de São Pedro de Joselândia, com uma população rural de aproximadamente 2.000 habitantes dispersos em pequenas comunidades rurais.</p>
<p>No ano 2000 a RPPN foi declarada pela UNESCO como Zona-Núcleo da Reserva da Biosfera do Pantanal e em 2003 foi reconhecida como Sítio Ramsar pela Convenção Ramsar de Áreas Úmidas. A Convenção das Nações Unidas sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, seu nome oficial, foi adotada no dia 3 de fevereiro de 1971 na cidade iraniana de Ramsar e entrou em vigor em 1975. A Austrália foi o primeiro país a aderir à Convenção, em 1975.</p>
<p>Já são mais de 160 países integrantes da Convenção, e mais de 2 mil áreas consideradas Sítios Ramsar. A RPPN SESC Pantanal foi a primeira área no Brasil declarada Sítio Ramsar. Com o Atol das Rocas, contemplado recentemente, são 13 as áreas consideradas Sítio Ramsar no país.</p>
<p>Com todos os instrumentos jurídicos, recursos humanos e materiais disponíveis, a RPPN gerenciada pelo SESC protege uma área representativa da riqueza biológica do Pantanal. Apesar de todos cuidados, permanecem ameaças contra o território, como a pesca predatória e os incêndios florestais.</p>
<div id="attachment_5850" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-403.jpg"><img class="size-large wp-image-5850" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-403-1024x768.jpg" alt="Porto da parte, no Hotel Porto Cercado, as cores vibrantes do Pantanal" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Por toda parte, no Hotel SESC Porto Cercado, as cores vibrantes do Pantanal</p></div>
<p><strong>Outras unidades</strong> &#8211; A Estância SESC Pantanal abrange outras unidades, que reforçam a sua vocação para o ecoturismo e a valorização da cultura local. Uma delas é o Parque SESC Baía das Pedras, localizado em Poconé e que, em seus 4.200 hectares, propicia várias atividades em um contexto rural, como cavalgadas, caminhadas e ambientes  de contemplação da variada fauna.</p>
<p>Está instalada no Parque SESC Baía das Pedras, em uma área cedida em regime de comodato, a Base Avançada de Pesquisas no Pantanal da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A Base foi montada para viabilizar estudos de diversas áreas do conhecimento, eventos científicos, aulas de campo e outras atividades acadêmicas. A infraestrutura conta com alojamentos, laboratório, auditório e refeitório construídos sobre palafitas em arquitetura indígena.</p>
<p>Também fica no conjunto do Parque SESC Baía das Pedras um aeródromo, que funciona como suporte às ações do Hotel Porto Cercado e monitoramento da RPPN.</p>
<p>Outra unidade da Estância SESC Pantanal é o SESC  Serra Azul, concebido para oferecer várias atividades de ecoturismo e promoção do desenvolvimento sustentável, como visitação à cachoeira com flutuação e tirolesa, destinos que podem ser agendados através das operadoras locais no distrito de Bom Jardim.</p>
<p>O SESC Serra Azul está situado no município de Rosário Oeste, entre a Serra Azul e a margem esquerda do rio Cuiabazinho, abrangendo uma área de 5.700 hectares. O acesso a partir de Cuiabá é através da rodovia Emanuel Pinheiro (BR-251) pela saída norte.</p>
<p>Mais uma unidade é o Centro de Atividades de Poconé, que oferece muitos serviços e desenvolve vários projetos para a comunidade de Poconé, que tem mais de 30 mil moradores. Com a pecuária como principal atividade econômica, Poconé é considerada como o Portal do Pantanal.</p>
<p>Um enorme leque de atividades de lazer, de turismo de aventura e contemplação, refúgio para descanso e pesquisas científicas em muitos segmentos. O SESC Pantanal é um claro exemplo do enorme potencial de ecoturismo do Brasil, ao aliar preservação natural com geração de renda e promoção e valorização da cultura local.</p>
<div id="attachment_5852" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-508.jpg"><img class="size-large wp-image-5852" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SESCPantanal-508-1024x768.jpg" alt="A riqueza da biodiversidade pantaneira: beleza por todo lado" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">A riqueza da biodiversidade pantaneira: beleza por todo lado</p></div>
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		<title>Brasil tem mais uma área incluída na Convenção de Ramsar, o Atol das Rocas</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2016 10:52:40 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Santuário de tartarugas marinhas e outras espécies, o Atol das Rocas, reserva biológica com 37 mil hectares, a 130 quilômetros (ou 80 milhas náuticas) do arquipélago de Fernando de Noronha e 267 km (144 milhas náuticas de Natal), é a décima terceira área considerada como Sítio Ramsar no Brasil. Convenção de Ramsar é como ficou conhecida a Convenção das Nações Unidas sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, que visa proteger as áreas úmidas, berço das grandes civilizações. Entre as áreas úmidas brasileiras incluídas na Convenção estão a Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal e o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense, ambos em Mato Grosso. Na próxima terça-feira, 2 de fevereiro, será lembrado o Dia Mundial das Áreas Úmidas.</p>
<p>Recife semicircular ou anelar, formado por esqueletos calcários de corais, algas e moluscos, o Atol das Rocas é o único atol situado no Atlântico Sul. É um oásis especial para fragatas, atobás, trinta-réis-do-manto-negro e outras aves, sendo ainda uma das principais áreas no Brasil para a reprodução da tartaruga-verde, e também refúgio para a tartaruga-de-pente. Tubarão-limão e tubarão lixa são outras espécies comuns no Atol, que tem uma superfície terrestre de 755 hectares.</p>
<p>Com o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, a Reserva Biológica do Atol das Rocas formam o complexo das Ilhas Atlânticas, que já havia sido declarado Patrimônio Mundial Natural da Humanidade pela Unesco. Um dos argumentos para que essa região fosse considerada Patrimônio Mundial Natural foi justamente o fato de ser altamente produtiva, local de alimentos para tartarugas marinhas, tubarões, atuns e várias outras espécies. A inclusão na Convenção de Ramsar reforça, portanto, os instrumentos de proteção da rica biodiversidade do Atol das Rocas. É grande, também, a potencialidade do Atol ser utilizado como local para monitoramento das mudanças climáticas globais.</p>
<p>Uma carta náutica de 1502, publicada por Alberto Cantino, apresenta a primeira referência conhecida ao Atol das Rocas, que ganhou essa denominação por sua semelhança com rochas, &#8220;roccas&#8221; em espanhol. Outra referência é a do Almirante Dario Paes Leme, que citou naufrágio em 1503, naquele local, do navio português sob comando de Gonçalo Coelho. Criada em 5 de junho de 1979, a Reserva Biológica do Atol das Rocas é a primeira Unidade de Conservação Marinha do Brasil. Dois anos depois foi realizada uma expedição científica por equipe do Projeto Tamar e Peixe-Boi Marinho, então vinculado ao Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), antecessor do Ibama.</p>
<p><strong>A Convenção de Ramsar</strong> &#8211;  A Convenção das Nações Unidas sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional foi adotada no dia 3 de fevereiro de 1971 na cidade iraniana de Ramsar e entrou em vigor em 1975. A Austrália foi o primeiro país a aderir à Convenção, em 1975. A península de Cobourg, na Austrália, é considerado o primeiro sítio Ramsar. A primeira Conferência das Partes (COP-1) da Convenção foi realizada ente 24 e 29 de novembro de 1980, em Cagliari, Itália. A última Conferência das Partes, a COP-12, foi a de Punta Del Este, no Uruguai, entre 1 e 9 de junho de 2015.</p>
<p>Já são mais de 160 países integrantes da Convenção, e mais de 2 mil áreas consideradas Sítios Ramsar. O objetivo é proteger as áreas úmidas, de importância fundamental para a proteção da biodiversidade e, também, essenciais como provedores dos chamados serviços ambientais ou ecossistêmicos, dos quais dependem milhões de espécies e os seres humanos. São milhões de pessoas que vivem da pesca e outras atividades que dependem da preservação das áreas úmidas.</p>
<p><strong>Sítios no Brasil</strong> &#8211; Com o Atol das Rocas, são 13 as áreas no Brasil consideradas Sítios Ramsar. Em grande parte delas há restrições a visitas, com prioridade para atividades científicas. Há atividades monitoradas e/ou controladas de ecoturismo.</p>
<ul>
<li>Reserva de desenvolvimento Sustentável Mamirauá (AM)</li>
<li>Parque Nacional do Cabo Orange (AP)</li>
<li>Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA)</li>
<li>Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (MA)</li>
<li>Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense  (MA)</li>
<li>Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luiz (MA)</li>
<li>Parque Estadual do Rio Doce (MG)</li>
<li>Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Rio Negro (MS)</li>
<li>Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense (MT)</li>
<li>Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal (MT)</li>
<li>Parque Nacional do Araguaia &#8211; Ilha do Bananal (TO)</li>
<li>Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS)</li>
<li>Atol das Rocas</li>
</ul>
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