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	<title>Agência Social de Notícias &#187; COP-22 em Marrakesh</title>
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		<title>Sem acordo ambicioso em Paris, diplomacia já fala na COP-22 no Marrocos</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 22:07:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência do Clima (COP-21) deve terminar neste sábado, 12 de dezembro, em Paris, provavelmente sem um acordo que o jargão da diplomacia denomina de &#8220;ambicioso&#8221;, ou seja, sem as medidas que efetivamente garantiriam o corte de emissões para que a temperatura média do planeta não suba até 2 graus até o final do século 21. Com isso, a diplomacia já aponta para &#8220;ajustes&#8221; na COP-22, marcada para o período de 7 a 18 de novembro de 2016, em Marrakesh, no Marrocos. A próxima Conferência terá como tema central &#8220;Inovação e Adaptação às Mudanças Climáticas&#8221;, o que na prática significa o maior investimento em energias renováveis pela descarbonização ou, no mínimo, por uma economia de baixo carbono.</p>
<p>Nas últimas duas semanas, a COP-21 levou cerca de 140 Chefes de Estado e governo e milhares de diplomatas, ativistas e lobistas a Paris. A Conferência transcorreu com muitas negociações oficiais e um número muito menor de manifestações de rua, em função do aparato de segurança montado na capital francesa após os atentados terroristas de 13 de novembro.</p>
<p>Sem tanta gente na rua como era esperado, organizações não-governamentais e redes de vários matizes agiram mais nos corredores e bastidores do local da Conferência oficial, em Le Bourget, próximo ao famoso aeroporto nos arredores de Paris.  As expectativas não eram muito altas por parte dos ambientalistas e organizações sociais diversas, e de fato a tendência é a de que o Acordo de Paris, a ser anunciado neste sábado, não contemple medidas de fato eficazes para a arquitetura de um regime climático global mais seguro.</p>
<p>Permanecem entraves nas questões mais importantes, como a de quem &#8220;paga a conta&#8221; pelo corte de emissões, se os países historicamente responsáveis por essas emissões terão responsabilidades maiores, se o acordo será vinculativo (com metas obrigatórias) e se os países mais afetados pelas mudanças climáticas, como os insulares, receberão compensação por isso.</p>
<p>Um Acordo de Paris &#8220;ambicioso&#8221; é o sonho do governo francês, pois isso repercutiria de forma positiva internamente, em um momento em que o Partido Socialista, que está no poder, vem perdendo popularidade de forma progressiva. Nas últimas eleições regionais a Frente Nacional, de extrema-direita, foi o partido mais votado.</p>
<p>Existem muitas implicações, portanto, em jogo. O dia 12 de dezembro de 2015 vai passar à história, com um Acordo de Paris &#8220;ambicioso&#8221;, corajoso, ou como a data em que o conjunto da comunidade internacional jogou fora uma de suas últimas chances para combater as mudanças climáticas que já provocam impactos profundos na vida de milhares de pessoas.</p>
<p>Ciente da possibilidade de que seja estabelecido um cenário mais negativo, o corpo diplomático de muitos países tem preparado o discurso a ser adotado, anunciando que &#8220;ajustes&#8221; serão feitos na COP-22 no Marrocos. Essa foi uma prática adotada nas últimas duas décadas, nas 20 Conferências das Partes que assinaram a Convenção das Mudanças Climáticas da ONU. <strong>(Por José Pedro Martins) </strong></p>
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