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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Coronavírus</title>
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		<title>A vocação solidária na Campinas da Gripe Espanhola</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 20:59:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Proliferação de boatos. Recomendação das autoridades sanitárias para se evitar aglomerações e contatos físicos. Suspensão de aulas nas escolas. Indicação de medicamentos que efetivamente não curam nem previnem a doença. Parece a descrição do cenário atual, marcado pelos horrores da Covid-19, mas na realidade foi o que aconteceu durante a vigência da Gripe Espanhola, como ficou conhecida a outra pandemia que o mundo vivenciou há um século e que deixou seus rastros em Campinas, mobilizando a área da saúde e a vocação solidária local, como tinha ocorrido durante a Febre Amarela no final do século 19.</p>
<p>As estimativas são de que a Gripe Espanhola, provocada pelo vírus influenza, matou mais de 40 milhões de pessoas em todo planeta, entre 1918 e 1919, quando ainda estavam abertas as feridas provocadas pela Primeira Guerra Mundial. Foi provavelmente a pandemia mais letal já registrada na história. No Brasil, onde moravam em torno de 30 milhões de pessoas, foram cerca de 300 mil mortes e ela teria chegado ao país em setembro de 1918, a bordo do navio inglês “Demerara” que, vindo de Lisboa, fez escalas em Recife, Salvador e na capital federal, Rio de Janeiro. Logo a doença se espalhou e chegou aos grandes centros urbanos.</p>
<p>Em Campinas, durante algum tempo, cultivava-se a esperança de que a cidade estava livre da Gripe Espanhola. Falava-se que a cidade era portadora de “lisonjeiro estado sanitário”. Mas não demorou para que a pandemia chegasse na Campinas que ainda se recuperava, de alguma forma, da Febre Amarela do final do século 19.</p>
<p>No dia 19 de outubro de 1918, o jornal “Diário do Povo”, que tinha sido fundado por Álvaro Ribeiro seis anos antes, publicava orientações do diretor do Serviço Sanitário do Estado, Dr.Arthur Neiva: “Não fazer visitas.<br />
Tomar cuidados higiênicos com o nariz e a garganta: inalações de vaselina<br />
mentolada, gargarejos com água e sal, com água iodada, com ácido cítrico,<br />
tanino e infusões contendo tanino, como folhas de goiabeira e outras.<br />
Tomar, como preventivo, internamente, qualquer sal de quinino nas doses<br />
de 25 a 50 centigramas por dia, e de preferência no momento das<br />
refeições. Evitar toda a fadiga ou excessos físicos. O doente, aos primeiros sintomas, deve ir para a cama, pois o repouso auxilia a cura e afasta as complicações e contágio. Não devendo receber absolutamente nenhuma visita”. Muitas dessas recomendações na realidade não tinham feito prático, mas era o que se considera efetivo diante dos conhecimentos existentes.</p>
<p>Os primeiros registros de casos de infectados foram feitos no dia 24 de outubro, junto à Delegacia de Saúde de Campinas. Dois dias depois o prefeito Heitor Penteado assinava Lei Municipal, após a devida aprovação pela Câmara Municipal, nestes termos: “Art.1º – Fica a Prefeitura Municipal autorizada a tomar todas as providências que forem necessárias para evitar a invasão e propagação da gripe pandêmica que ameaça a população do Município, trazendo em tempo oportuno ao conhecimento do Legislativo as medidas que forem adoptadas. Art.2º – Para cobrir as despesas relativas a esses serviços, fica a Prefeitura Municipal autorizada a fazer as necessárias operações de crédito, caso a verba “Eventuais”, do corrente exercício não seja suficiente. Art.3º – Revogam-se as disposições em contrário”.</p>
<p>A área da saúde foi rapidamente mobilizada. A Santa Casa de Misericórdia, a Beneficência Portuguesa e o Circolo Italiano, que já haviam atuado com destaque no atendimento às vítimas da Febre Amarela, se prepararam para receber os doentes. A Gripe Espanhola, inclusive, influenciou para acelerar os planos do Circolo Italiano de construir um hospital próprio, que seria de fato inaugurado em 1920, sendo o antecessor da atual Casa de Saúde de Campinas.</p>
<p>Outras instituições se articularam, como a Escola Correa de Melo, a Maternidade de Campinas (que havia sido inaugurada pouco tempo antes, em 1916), o Hospital da Companhia Mogiana (inaugurada em 1875), o Posto Diocesano de Socorro aos Pobres, o Posto de Assistência dos Empregados da Companhia Paulista (inaugurada em 1872) e até a sucursal, então muito atuante, do jornal “O Estado de São Paulo”.</p>
<p>Na Vila Industrial, o bairro operário-ferroviário da cidade, a mobilização foi igualmente intensa. Estavam atentos o Hospital da Companhia Mogiana (inaugurada em 1875) e o Posto de Assistência dos Empregados da Companhia Paulista (inaugurada em 1872). Ainda na Vila Industrial, um Posto Popular foi estruturado, sob a liderança de J.I.Lacerda Werneck e Manoel Freire, um dos mais antigos e tradicionais moradores do bairro. Na Vila Industrial e em toda cidade foi intensa a atuação de voluntários, sobretudo na arrecadação e distribuição de alimentos aos mais vulneráveis, exatamente como tem ocorrido durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>No começo de novembro aconteceria a primeira morte, do estudante Rafael Eugênio. O surto ficou mais intenso nos últimos dois meses de 1918. Remédios populares eram propagados e até enxofre era queimado dentro de residências. No final, foram registrados mais de 7 mil casos de Gripe Espanhola em Campinas, o que correspondia a cerca de 7% da população na época, correspondentes a 85 mil pessoas na população atual, de 1,2 milhão de habitantes. Morreram 209 pessoas de influenza em Campinas.</p>
<p>Sociedade Amiga dos Pobres, Asilo dos Inválidos e, entre a população negra, a Sociedade Dançante Familiar União da Juventude, foram algumas das entidades que se mobilizaram para providenciar o acolhimento dos flagelados pela Gripe Espanhola. Os cortiços que ainda resistiam no centro da cidade eram um convite às doenças tropicais. A pandemia contribuiu para reforçar as ações públicas e particulares pela melhoria das condições sanitárias em geral em Campinas.</p>
<p>Fruto desse panorama, no dia 7 de dezembro de 1923, ano em que foi aberta a Seção de Assistência Médica, a Prefeitura municipalizaria a Companhia Campineira de Agua e Esgotos, que era um empreendimento particular e foi transformada imediatamente na Repartição de Água e Esgotos (RAE), embrião da futura Sanasa. Dois anos depois, em 1925, seria fundada a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, com a participação de muitos médicos que atuaram no combate à Gripe Espanhola.</p>
<p>Em razão dos impactos que provocaram, a Febre Amarela e a Gripe Espanhola foram determinantes para impulsionar mudanças e melhorias no panorama social e sanitário de Campinas. A expectativa é a de que o mesmo aconteça no pós-Covid-19.</p>
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		<title>PANDEMIA EVIDENCIA PAPEL CENTRAL DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NO CUIDADO DE IDOSOS</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 21:18:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p>O papel central das e dos profissionais de enfermagem no cuidado das pessoas em geral, e dos idosos em particular, ficou ainda mais evidenciado com a evolução da pandemia de Covid-19. Elas e eles têm sido estratégicos na linha de frente de atendimento às vítimas e o preço pago é alto. No Brasil, onde por uma série de fatores a pandemia tomou um rumo descontrolado nos primeiros meses de 2021, já foram registrados 49.721 casos de Covid-19 entre profissionais de enfermagem, com 694 óbitos contabilizados, segundo dados de 26 de março do <a href="http://observatoriodaenfermagem.cofen.gov.br/">Observatório da Enfermagem,</a> elaborado pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Em mais uma cruel estatística, o Brasil lidera o ranking internacional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem mortos em função da proliferação do Sars-COV-2, em uma pandemia que tem nos idosos um dos grupos mais vulneráveis.</p>
<p>Pois os cuidados com esse grupo social extremamente suscetível, depois de um ano de declaração do surto do novo coronavírus como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), acabam de ser objeto de um projeto ousado. Em uma das principais e multifacetadas reflexões já produzidas sobre o tema em âmbito internacional, foi lançado no último dia 19 de março o livro eletrônico “O cuidado ao idoso na atenção primária à saúde em tempos de Covid-19”, uma realização da REDESAM – Rede de Enfermería en Salud del Adulto Mayor, com apoio da Organização Panamericana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). A obra foi editada pelo Centro de Apoio Editorial da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, ligada à Universidade de São Paulo (USP), sob a coordenação de Rosalina Aparecida Partezani Rodrigues, Jack Roberto Silva Fhon e Fabia Maria de Lima, todos professores doutores em diferentes instituições.</p>
<p>O <a href="http://www.eerp.usp.br/caed/ebook/5/">ebook pode ser baixado gratuitamente</a>, em português ou espanhol, e é fruto do trabalho de 107 profissionais, de 14 países: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Estados Unidos, México, Peru, Portugal e Uruguai. São enfermeiros da assistência e de gestão, professores e pesquisadores, além de profissionais de enfermagem que ocupam cargos de liderança nos Ministérios de Saúde. Um corpo de profissionais, portanto, com atuação direta no enfrentamento à Covid-19 e que fizeram um esforço de análise e síntese dos aprendizados já acumulados nos cuidados com os idosos, o grupo que tem sido mais brutalmente atingido pela pandemia.</p>
<div id="attachment_18307" style="width: 836px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LivroREDESAM.png"><img class="size-full wp-image-18307" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LivroREDESAM.png" alt="Capa do livro lançado pela REDESAM, reproduzindo imagem de Florence Nightingale, em um tributo ao seu bicentenário de nascimento" width="826" height="1169" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro lançado pela REDESAM, reproduzindo imagem de Florence Nightingale, em um tributo ao seu bicentenário de nascimento</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Live de lançamento</strong></p>
<p>O significado do livro para o trabalho dos profissionais de enfermagem que estão no atendimento diário das vítimas de Covid-19 foi destacado em uma live de lançamento da obra, promovida pela REDESAM Brasil. A perspectiva intersetorial, envolvendo profissionais de diferentes áreas para a elaboração dos 22 capítulos, foi sublinhada por exemplo pela coordenadora da Unidade Técnica de Capacidades Humanas em Saúde da OPAS/OMS no Brasil, Monica Padilha.</p>
<p>“A categoria de profissionais de saúde está-se confirmando como estratégica para nossos serviços de atenção na atual situação de emergência. Essa condição possibilita a construção de conhecimentos em diferentes âmbitos que podem melhorar as respostas às necessidades da população”, disse Monica. Ela também ressaltou o papel da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto na discussão nacional e internacional, de forma qualificada, sobre as questões da Enfermagem.</p>
<p>A Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, vinculada à Universidade de São Paulo, é Centro Colaborador da OPAS/OMS para o Desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem, designada em 1988. Pela sua posição de destaque na formação de recursos humanos e nas atividades de pesquisa em Enfermagem, foi redesignada sete vezes para essa colaboração, sendo a mais recente em 2018.</p>
<p>Também pela OPAS/OMS, Lely Stella Guzmán-Barrera frisou a “situação complexa” vivida pelas Américas no contexto da pandemia de Covid-19, o que reforça segundo ela a necessidade de ampliação da cooperação internacional. Nesse sentido, reiterou a relevância do livro lançado pela REDESAM, assim como o próprio trabalho da Rede, para o “fortalecimento dos laços panamericanos” na área da saúde.</p>
<p>O trabalho em sinergia foi igualmente evidenciado pela professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Carla Aparecida Arena Ventura. “Em tempos incertos como o atual, da Covid-19, é fundamental buscarmos em conjunto caminhos para qualificar o trabalho da enfermagem e é o que esse livro traz, com relação a esse grupo vulnerável da população que são os idosos”, afirmou.</p>
<div class="block-da-1 block-da block-da-post_middle_content clearfix"><img src="https://demos.codetipi.com/zeen-games/wp-content/uploads/sites/8/2018/08/da-m.png" alt="" /></div>
<p>Por sua vez, o epidemiologista Wanderson Kleber de Oliveira, secretário de Serviços Integrados de Saúde do Supremo Tribunal Federal (STF), reiterou a relevância do livro para a superação dos desafios específicos derivados da pandemia de Covid-19 que, segundo ele, alterou padrões epidemiológicos até então observados.</p>
<p>“Estamos vendo uma carga da doença sobre os idosos, desproporcional comparada a outras faixas etárias. O padrão característico de doenças respiratórias é o de que sistematicamente afetam os extremos etários, mas nesse caso a diferença é que não há um impacto em crianças e adolescentes como nos idosos”, observou. Ex-secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Oliveira afirmou jamais ter visto a Enfermagem tão em evidência como no atual momento da pandemia, e por isso ressaltou a importância do livro, que reúne reflexões “para auxiliar o profissional no melhor cuidado” dos pacientes, e particularmente dos idosos.</p>
<p>Representante do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Virna Hildebrand lembrou que profissionais de Enfermagem têm se sentido “sufocados com tantos afazeres” no cenário da pandemia, marcado por incertezas no trabalho da atenção básica. Neste sentido, assinalou que o livro lançado pela REDESAM terá grande importância em colaborar com os profissionais na organização e qualidade da prestação de assistência às vítimas da Covid-19.</p>
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<p>Assessora Regional de Enfermagem e Técnicos em Saúde da OPAS/OMS, Silvia Helena De Bortoli Cassiani lembrou que na 73ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS), realizada virtualmente nos dia 18 e 19 de maio e retomada entre 9 e 14 de novembro de 2020, o ano de 2021 foi declarado como Ano Internacional dos Trabalhadores de Saúde e Cuidadores. “E a mensagem chave do Ano Internacional é a necessidade de maior investimento em Recursos Humanos na Saúde. Há falta de profissionais e isso impacta diretamente na oferta de serviços de qualidade, sobretudo para as pessoas de idade mais avançada”, observou, acrescentando que o livro lançado pela REDESAM contribui muito com a qualificação do profissional de Enfermagem.</p>
<p>A professora Maria Helena Palucci Marziale, diretora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, observou por sua parte que o livro eletrônico lançado naquele momento era a primeira obra internacional lançada pelo Centro de Apoio Editorial da unidade educacional. A live de lançamento foi encerrada por uma das coordenadoras da edição do livro, Rosalina Partezani Rodrigues, professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto e coordenadora da REDESAM Brasil. Ela agradeceu o trabalho de todos os 107 profissionais que colaboraram com o livro e destacou o desafio que foi compor e reunir todas as equipes para a produção de cada capítulo. “Procuramos sempre reunir profissionais de diferentes países em cada capítulo, para justamente possibilitar uma visão mais ampla”, ressaltou Rosalina.</p>
<p><strong>Capítulos do livro</strong></p>
<p>O ebook “O cuidado ao idoso na atenção primária à saúde em tempos de Covid-19” tem 22 capítulos, contemplando os múltiplos aspectos do trabalho dos e das profissionais de enfermagem nessa área. Assim, depois de um panorama da Covid-19 no mundo e nas Américas e do trabalho dos profissionais de enfermagem, o livro trata de temas como Cuidados Interprofissionais, a Promoção da Saúde do Idoso em Centros de Convivência, o Apoio Social ao Idoso na pandemia, o Cuidado com a Pele do Idoso, o Trabalho dos Cuidadores e o uso das Tecnologias Digitais na Atenção ao Idoso.</p>
<p>Outros aspectos abordados são Impacto do Confinamento na Saúde Mental do Idoso, a Violência contra o Idoso na Pandemia, o Cuidado do Idoso com HIV, o Idoso em Tratamento Oncológico em Tempos de Pandemia e Cuidados Paliativos ao Idoso em Tempos de Pandemia. Uma perspectiva abrangente, portanto, sobre o essencial trabalho da enfermagem no enfrentamento a um dos maiores desafios coletivos já enfrentados pela humanidade. Um nobre tributo a Florence Nightingale, considerada a pioneira da enfermagem moderna e cujos 200 anos de nascimento foram lembrados em 2020. A capa do livro lançado pela REDESAM é ilustrada justamente com uma imagem de Florence, que tanto se empenhou pela melhoria das condições de trabalho das e dos profissionais de saúde.</p>
<p><strong>(Publicado originalmente no <a href="https://longevinews.com.br/">Portal Longevinews)</a></strong></p>
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