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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Cultura Afro</title>
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		<title>Afro Mix chega à 18ª edição como referência de luta pela cultura afro-brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 15:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A africanidade e todos os seus aspectos dentro da cultura brasileira marcam a Feira Cultural Afro Mix de Campinas, que neste domingo (11/11) chega à sua 18ª edição e completa 14 anos de história na cidade – em alguns anos ela teve duas edições. Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A africanidade e todos os seus aspectos dentro da cultura brasileira marcam a Feira Cultural Afro Mix de Campinas, que neste domingo (11/11) chega à sua 18ª edição e completa 14 anos de história na cidade – em alguns anos ela teve duas edições. Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, jongo e samba-rock, além de capoeira, dança, desfiles, DJ’s, literatura, a feira de produtos e artesanatos, praça de alimentação, tratamentos de beleza e a entrega do Troféu Afro Mix às pessoas (de todas as etnias) que se destacam no trabalho contra a discriminação. A entrada é um quilo de alimento não perecível (exceto sal).</p>
<p>Na última edição da Afro Mix, em maio deste ano (6/05), a feira teve um público de 14 mil pessoas. Desde a primeira edição, em 2004, mais de 100 mil pessoas já prestigiaram o evento que hoje faz parte do calendário oficial da Prefeitura de Campinas no mês da Consciência Negra.</p>
<p>“O objetivo da feira é difundir a cultura afro-brasileira, integrar os diversos grupos étnicos existentes em nossa sociedade e criar a oportunidade de os visitantes conhecerem os produtos expostos para sua comercialização”, afirma a historiadora e musicista Ilcéi Miriam, uma das organizadoras da feira. “Afro Mix é uma feira de relacionamentos”, define Ilcéi. Devido à troca cultural, de informações e de negócios, tornou-se referência em Campinas e região.</p>
<div id="attachment_14288" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/IMG_4419-1.jpg"><img class="size-large wp-image-14288" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/IMG_4419-1-1024x575.jpg" alt="Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, jongo, samba-rock, dança, DJ's, capoeira, desfiles, além da feira de produtos e da praça de alimentação" width="618" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Das 12h às 21h, na Estação Cultura, haverá shows de samba, jongo, samba-rock, dança, DJ&#8217;s, capoeira, desfiles, além da feira de produtos e da praça de alimentação</p></div>
<p>Outro papel importante da Afro Mix destacado por Ilcéi é o de valorização da memória afro-brasileira e das heranças ancestrais que fazem parte do dia a dia do brasileiro, mas que muito raramente se concentram em espaços ou eventos com este propósito. “Está comprovado que ações afirmativas como a Afro Mix são iniciativas que colaboram para compreender as características singulares da formação da cultura brasileira.”</p>
<p>A feira cultural foi criada em novembro de 2004, quando um grupo de amigos empreendedores se organizou em torno da ideia de Marcos Ferreira, com apoio de Ilcéi Miriam.  O evento passou a acontecer anualmente de 2004 a 2006, em 2007 e 2008 teve duas edições, em 2009 teve apenas uma edição, não foi realizada em 2010, retornou em 2011 anualmente até 2015 e, finalmente, passou a acontecer duas vezes por ano desde 2016 até este ano, superando crises econômicas e movimentando o mercado. Atualmente, o Grupo Afro Mix é formado por Marcos, Ilcéi e Wanda Pires de Oliveira. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<p><strong>XVIII FEIRA CULTURAL AFRO MIX &#8211; CAMPINAS/SP</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Plataforma da Estação Cultura</p>
<p><strong>Horário:</strong> 12h às 21h</p>
<p><strong>Entrada:</strong> <strong>OBRIGATÓRIO</strong> 01 Kg de Alimento Não Perecível (exceto sal)</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Mal. Floriano Peixoto s/n &#8211; Centro &#8211; Campinas/SP</p>
<p><strong>Estacionamento Gratuito:</strong> Rua Francisco Teodoro, 1050 &#8211; Vila Industrial</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Afromix2018-04-1.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-14287" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Afromix2018-04-1-1024x576.jpg" alt="Afromix2018-04 (1)" width="618" height="348" /></a></p>
<p>Realização: Grupo Afro Mix</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/ilcei.mirianii/videos/896175747159714/?fref=mentions&amp;__xts__%5B0%5D=68.ARC74LxhI2weYiBk2POaisJwB9P7qX6CV3T8bEAcwbH6FJ6OOd8lVCUT1wxTm60pIG42AL5_oYd1YxRdHibTLf6CndJBM9QchCsP3lAdHR1RSeFUwtaOSWHti0MqAbXP5NoylDFUwwn44HIM448U5um02Bxf9SwmvGed7SPH6NIlc_DkSuNI7eYMYctBaGP48TTBp_NP6tQpc4B15_jdnXgIcdqAziiOkAiJVeY&amp;__tn__=K-R">https://www.facebook.com/ilcei.mirianii/videos/896175747159714/?hc_location=ufi</a></p>
<p><strong>Programação musical:</strong></p>
<p>Performance Andréa Mendes</p>
<p>DJ JP</p>
<p>Skinner (rap)</p>
<p>Negga</p>
<p>Dj Maurício Tonetti</p>
<p>Selo QLBVREC</p>
<p>Companhia de Dança Força G</p>
<p>Duo de Dança Eshiley &amp; Vitor</p>
<p>Comunidade do Samba &amp; Convidados:</p>
<p>llcéi Mirian</p>
<p>Dri Lima</p>
<p>Andrezão</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diogo Nazareth lança Cultura de Existência no mês da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 20:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Afro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, dentro da programação oficial da Prefeitura no mês da Consciência Negra. A turnê inclui ainda Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí (confira abaixo a agenda).</p>
<p>O músico campineiro faz a junção de ritmos afro-brasileiros com o choro, o samba e o hip-hop. “Na prática, fundimos o sotaque do Aguerê, o Alujá, o Ijexá, o Ilú de Inhansã, com a formação típica do regional de Choro: violão de sete cordas, violão de seis cordas, cavaco e/ou bandolim. Ou seja, instrumentos harmônico-melódicos que abrem as possibilidades do emprego de técnicas eruditas de composição para o tratamento desses ritmos desconhecidos do grande público”, explica Nazareth.</p>
<p>Formado em Piano Popular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 2014, o músico de 30 anos apresenta um trabalho autoral composto por 12 faixas, unindo toques do ritual da nação Ketu, que envolvem atabaques e agogôs, com as técnicas de composição europeias.</p>
<p>“Esses ritmos (da linguagem percussiva afro) têm potencial de criação tão rico quanto o Samba, mas são sistematicamente ignorados por grande parte dos arranjadores. Então a nossa aposta é que esse é um reservatório com imensas possibilidades sonoras praticamente inexplorado, e Cultura de Existência pretende ser uma contribuição, ainda que modesta, nesse sentido. É um projeto de música afro-brasileira”, define o músico.</p>
<p>A produção é parceria de Nazareth com Eduardo Balbino, o Dj Duh (que também trabalha com Emicida, Vanessa da Matta e Gabi Amarantos), que deu o tratamento comercial ao álbum e contribuiu para a levada urbana que o autor quis imprimir com a batida eletrônica do Hip-hop. Como produtor, Nazareth também incluiu toques sagrados das casas de Candomblé, ressaltando a religiosidade que permeia não apenas seu trabalho, mas sua trajetória acadêmica e sua vida pessoal.</p>
<div id="attachment_14274" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3.jpeg"><img class="size-large wp-image-14274" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3-1024x802.jpeg" alt="Grupo" width="618" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth</p></div>
<p>“Sendo Ogã de Umbanda (<em>coordenador dos tambores rituais</em>), e possuindo uma família de santo em Juazeiro, na Bahia, tive acesso e permissão pra trazer esses ritmos à música popular ’profana’”, comenta Nazareth. Além disso, o álbum é baseado em sua pesquisa de mestrado sobre toques e ritmos afro-religiosos. Essa mescla de fé e musicalidade vinda dos terreiros é encarada pelo campineiro como &#8220;militância musical contra o preconceito dentro das academias, das mídias e das massas”.</p>
<p>Do ponto de vista formal, as faixas de Cultura de Existência seguem o formato tradicional das cantigas, das ladainhas, dos pontos de Umbanda e Jongo, dos jogos de roda, de pergunta e resposta, em que o “puxador” canta o verso e o coro retorna em uníssono. “Esse formato anda lado a lado com manifestações populares de matriz africana, então esse joguete é o que procuramos emular”, afirma Nazareth.</p>
<p>Cultura de Existência foi selecionado e beneficiado pelo ProAC do Governo do Estado de SP (edital no. 21/2017), que prevê a dedução de ICMS para empresas patrocinadoras de projetos culturais. Também conta com o apoio da Prefeitura de Campinas, por meio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC) da Secretaria da Cultura.</p>
<p><strong>A banda</strong></p>
<p>A banda de Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth.  A concepção do arranjo do disco é a divisão em naipes, seguindo técnicas orquestrais de composição. No naipe de cordas dedilhadas estão Eduardo Pereira no cavaco, violão e bandolim; Matheus Crippa no violão de sete cordas e viola caipira e o próprio Nazareth no violão de sete cordas. O grupo é formado ainda por Cris Monteiro, Adriel Job e Bruno Sotil, no naipe das percussões; Edmar Pereira e Fernando Goldenberg, no naipe dos metais, e Graciela Soares e Yandara Pimentel, nos backing</p>
<p><strong>Em Campinas</strong> serão duas apresentações: uma no dia 8, no Sesi Amoreiras, e outra no dia 15 na Estação Cultura, que integra a agenda oficial da Prefeitura de Campinas no mês da Consciência Negra. A turnê passa ainda por Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí.</p>
<p><strong>Agenda</strong></p>
<p><strong>8/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Teatro do Sesi Amoreiras, 20h (gratuito, entrada sujeita à lotação de 360 lugares)</p>
<p><strong>15/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Estação Cultura, 17h (gratuito)</p>
<p><strong>17/11 &#8211; Cosmópolis</strong> &#8211; Auditório XV de Outubro, 19h (gratuito, ingressos no local)</p>
<p><strong>18/11 &#8211; Jacareí</strong> &#8211; Pátio dos Trilhos, 19h (gratuito)</p>
<p><strong>23/11 &#8211; Jundiaí</strong> &#8211; Programação Sexta no Centro, Praça Marechal Floriano Peixoto, 18h (gratuito)</p>
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		<title>Feira Afro Mix chega à 12ª edição com público diversificado e orgulho de evidenciar a cultura negra</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2015 13:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Adriana Menezes Quando aconteceu a primeira edição da Feira Afro Mix em Campinas, em 2004, o uso de roupas e acessórios que faziam referência à África ou à cultura negra ainda era muito tímido e reprimido. Doze anos depois, muita coisa mudou. “Hoje há mais orgulho da cultura afro pelos próprios negros. As pessoas de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Adriana Menezes</p>
<p>Quando aconteceu a primeira edição da Feira Afro Mix em Campinas, em 2004, o uso de roupas e acessórios que faziam referência à África ou à cultura negra ainda era muito tímido e reprimido. Doze anos depois, muita coisa mudou. “Hoje há mais orgulho da cultura afro pelos próprios negros. As pessoas de outras etnias também têm mais interesse, embora ainda esteja muito longe do ideal”, diz a historiadora e música campineira Ilcéi Miriam, uma das organizadoras da Feira Afro Mix que chega à sua 12ª edição neste domingo, 8 de novembro,  na Estação Cultura (antiga Estação Fepasa).</p>
<div id="attachment_4969" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/AfroMixpublico21.jpg"><img class="size-full wp-image-4969" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/AfroMixpublico21.jpg" alt="Apresentação de jongo na edição de 2014 da Feira Afro Mix, que lotou a Estação Cultura; a programação inclui música, dança, praça de alimentação e cerca de 60 expositores de produtos diversos  (Foto: Divulgação)" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação de jongo na edição de 2014 da Feira Afro Mix, que lotou a Estação Cultura; a programação inclui música, dança, praça de alimentação e o comércio diversificado (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>A expectativa de público para amanhã é de até 3 mil pessoas &#8211; o mesmo número estimado em 2014. Há 12 anos, o evento atraiu 400 pessoas e 12 expositores. O crescimento de público e de participantes foi vertiginoso. Neste domingo haverá cerca de 60 expositores de moda, maquiagem, cosméticos para cabelo, alimentação e uma grande diversidade de produtos artesanais ou de pequenos produtores locais, da capital paulista, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. A doação de 1 kg de alimento não perecível é opcional e será destinada aos refugiados em Campinas. A entrada e o estacionamento são gratuitos.</p>
<p>Não foi à toa que a Feira Afro Mix começou no ano seguinte ao da instituição do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro de 2003.  Ela refletia o anseio da população negra de Campinas de se posicionar e promover encontros de valorização da sua cultura. A música, naturalmente, é parte dessa bagagem cultural. O evento inclui uma programação com dança e música, que este ano tem Jongo Dito Ribeiro, Samba Lá em Casa, Ilcéi Miriam, Nyva, Juca Ferreira, Luanna Nahara, André Oliveira, DJ Shetara, Disc Jockey Shorei, DJ JP, Ments, MC Shuk, Rock Equipe Rasteirinha e Reakise  Fredmlk.</p>
<div id="attachment_4963" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/AfroMixshowIlcei.jpg"><img class="size-large wp-image-4963" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/AfroMixshowIlcei-1024x682.jpg" alt="Show de Ilcéi Miriam em 2014. Além de cerca de 60 expositores, o evento oferece uma programação musical ao longo do dia, das 12h às 21h; a doação de 1 kg de alimento é opcional  (Foto: Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Show de Ilcéi Miriam em 2014. Além de cerca de 60 expositores, o evento oferece uma programação musical ao longo do dia, das 12h às 21h; a doação de 1 kg de alimento é opcional (Foto: Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Encontro</strong></p>
<p>“Nosso objetivo é evidenciar a cultura negra e fazer um evento de oportunidades e trocas”, sintetiza Ilcéi. “Queremos que todas as etnias se encontrem aqui e conversem sobre o tema, sobre os avanços e os problemas também, porque ainda vemos as diferenças que existem há séculos. Não dá para deixar o barco correr naturalmente.”</p>
<p>Idealizada pelo empresário de Ilcéi, Marcos Ferreira, a feira começou com uma equipe de oito pessoas na organização. Hoje são apenas três: o próprio Ferreira, Ilcéi e sua mãe, Wanda Pires de Oliveira. Era uma iniciativa inédita em Campinas, inspirada na Feira Preta, de São Paulo. Hoje há outras iniciativas no interior paulista, como em Piracicaba, menciona Ilcéi.</p>
<p>A organizadora vê uma grande evolução social em todo o mundo na questão do racismo. “O presidente dos Estados Unidos é negro. Isso é muito importante.” Nas primeiras edições, ela lembra, era preciso estimular o negro a assumir e valorizar sua cultura, mas hoje não precisa mais fazer isso, porque todos expõem suas referências, inclusive os brancos. “A feira não é só para negros. Nós queremos fazer o mix.”</p>
<p><strong>Pós-abolição</strong></p>
<p>Não foi ontem que a escravidão acabou no Brasil, mas ainda estamos em período pós-abolição, onde somos obrigados a lembrar – e reforçar &#8211; que o negro é cidadão digno de respeito e de direitos iguais aos dos brancos, amarelos, índios, mestiços, vermelhos e todas as cores possíveis de pele.</p>
<p>“A inclusão está acontecendo, mas a todo momento ainda é preciso lembrar. Ainda existem piadas racistas, por exemplo. Isso incita o racismo e vai passando de geração em geração”, diz Ilcéi, que comemora o crescimento da Feira Afro Mix nos últimos 12 anos, mas lamenta que ainda não tenha atraído empresas patrocinadoras ou investimentos como acha que poderia acontecer. “Ainda não perceberam que é um bom negócio, onde há trocas, os expositores se conhecem e fazem parcerias.”</p>
<div id="attachment_4964" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/AfroMixIlceinaEstacao2.jpg"><img class="size-large wp-image-4964" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/AfroMixIlceinaEstacao2-1024x682.jpg" alt="&quot;Nosso objetivo é evidenciar a cultura negra e fazer um evento de oportunidades e trocas. Queremos que todas as etnias se encontrem aqui&quot;, diz Ilcéi Miriam  (Foto: Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Nosso objetivo é evidenciar a cultura negra e fazer um evento de oportunidades e trocas. Queremos que todas as etnias se encontrem aqui&#8221;, diz Ilcéi Miriam (Foto: Adriano Rosa)</p></div>
<p>Ilcéi diz que a feira é como uma filha pra ela, da qual tem muito orgulho. O evento sempre acontece no início do mês de novembro para não se chocar com a agenda da cidade para o dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.</p>
<p>A Feira Afro Mix acontece das 12h às 21h na Estação Cultura, em Campinas, com apoio cultural da Prefeitura de Campinas, Governo do Estado de São Paulo, Abaçaí Cultura e Arte, Papel Digital, Laboratório de Produção Cultural da Estação Cultura, Sincomed, Tonico’s, Maxi TV, Fusion Web Rádio e Fumaça Eventos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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