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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Cultura Popular</title>
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		<title>Sesc-Campinas coloca em evidência a genuína cultura popular que sobrevive no Nordeste brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 17:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cultura Popular é destaque na programação de março no Sesc-Campinas, com cordel, ciranda, repente, xilogravura, teatro, mamulengo e cantorias. Preservada bravamente pelo povo que dela vive, essa é a cultura que faz parte do cotidiano do brasileiro, mas não está inserida na indústria cultural nem é produto massivo da mídia. Para quem nunca viu ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cultura Popular é destaque na programação de março no Sesc-Campinas, com cordel, ciranda, repente, xilogravura, teatro, mamulengo e cantorias. Preservada bravamente pelo povo que dela vive, essa é a cultura que faz parte do cotidiano do brasileiro, mas não está inserida na indústria cultural nem é produto massivo da mídia.</p>
<p>Para quem nunca viu de perto – nos bairros, nas ruas ou nas viagens turísticas -, essa é a hora. Um recorte sobre as manifestações culturais mais genuínas do Nordeste coloca em evidência importantes referências da região.</p>
<p>No teatro, o grupo Companhia do Tijolo mostra a vida do poeta cearense Patativa do Assaré sob a ótica do educador pernambucano Paulo Freire (dia 15/03). No cinema, o filme “Boi Neon” – do cineasta pernambucano Gabriel Mascaro &#8211; mostra as vaquejadas do interior (dia 2/03). E, nas artes, o próprio artista J.Borges, mestre da xilogravura (um dos preferidos de Ariano Suassuna), participa de um bate-papo com o público (dia 17/03).</p>
<div id="attachment_6164" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/boi-neon-2.jpg"><img class="size-large wp-image-6164" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/boi-neon-2-1024x683.jpg" alt="Cena do filme &quot;Boi Neon&quot;, que será exibido dia 2/03 (quarta-feira), no Sesc-Campinas; na foto, o ator Juliano Cazarré, que interpreta Iremar, sob direção do pernambucano Gabriel Mascaro " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme &#8220;Boi Neon&#8221;, que será exibido dia 2/03 (quarta-feira), no Sesc-Campinas; na foto, o ator Juliano Cazarré, que interpreta Iremar, sob direção do pernambucano Gabriel Mascaro</p></div>
<p><strong>CINEMA</strong></p>
<p>Uma árvore enfeitada de cordel – instalação poética Pé de Cordel &#8211; faz a ambientação apropriada à programação do mês, a partir do dia 1º de março. No dia seguinte, quarta-feira (2/03), às 19h30, será exibido o filme “Boi Neon” (Brasil, 2015), que conta a história do vaqueiro Iremar, que sonha em ser estilista enquanto viaja pelas vaquejadas do Nordeste.</p>
<p>No dia 24/03, às 19h30, será exibido o documentário “O Entalhe do Sertão”, dirigido por Helen Quintas Gondim, em parceria com o documentarista paraibano Asley Ravel. No final da exibição, os diretores falam sobre o trabalho realizado com artistas e produtores do sertão nordestino.</p>
<p><strong>INFANTIL</strong></p>
<p>A oficina de Cordel para crianças acontece todos os sábados do mês de março, das 10h às 11h, com o grupo Parampará, que também fará Contação de Histórias baseadas na literatura de cordel e cultura nordestina, também aos sábados, das 14h às 15h.</p>
<p><strong>DANÇA</strong></p>
<p>As cirandas pernambucanas e os cocos de Alagoas, para os adultos, acontecem aos sábados, a partir das 14h, com a bailarina Renata de Oliveira, que pretende aproximar as pessoas das manifestações populares dançadas.</p>
<p>O espetáculo “Cordel Encorpado” será apresentado no dia 19/03, às 18h, pela Companhia Repentistas do Corpo, com direção de Sérgio Rocha. O universo lúdico e poético do cordel é explorado pela dança contemporânea, com ritmo, rima, percussão corporal, voz e cenas teatrais.</p>
<p>No dia 27/03, às 14h, Magno Camilo comanda o espetáculo interativo “Cirandar”, que reúne dança, música e literatura.</p>
<p><strong>CURSO</strong></p>
<p>Dias 12 e 13 (sábado e domingo), das 14h às 18h, Beth Ziani e Joanna Sales ensinam a montar o “Cordel em Linha” e orientam na criação de um painel coletivo com as ilustrações do cordelista e xilografista J. Borges. Paralelamente, uma exposição com 20 xilogravuras de J. Borges estará aberta de 15 a 27 de março. Além do curso, Beth Ziani e Joanna Sales também realizam “Vivência em Bordado” nos dias 5 e 6/03, das 14h às 17h</p>
<p>De 16/03 a 6/04, Eduardo Ver dará o curso “Introdução à Ilustração de Cordel”, que apresenta a história da xilogravura e sua importância para os cordéis, com conhecimentos básicos para gravação em matriz de madeira e a técnica de impressão manual.</p>
<p>Ministrado pelo artista J.Borges, o curso “A arte da xilogravura” ensina as técnicas desta arte, da escultura à impressão, nos dias 17 e 18/03, às 18h.</p>
<p>Outro curso que acontece em março é a “Experimentação com Foto Pintura”, sob orientação de Maurício Sapata. A técnica de aplicar cor manualmente sobre uma foto pode ser aprendida nos dias 19 e 26, das 14h às 18h.</p>
<div id="attachment_6165" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/concerto-ispinho-e-fulo.jpeg"><img class="size-full wp-image-6165" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/concerto-ispinho-e-fulo.jpeg" alt="Cena da peça &quot;Concerto Ispinho e Fulô&quot;, que mostra vida e obra de Patativa do Assaré, pela Companhia do Tijolo, dia 15/03" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Cena da peça &#8220;Concerto Ispinho e Fulô&#8221;, que mostra vida e obra de Patativa do Assaré, pela Companhia do Tijolo, dia 15/03</p></div>
<p><strong>TEATRO </strong></p>
<p>Vencedor do Prêmio Shell de Teatro de Melhor Música, o grupo Companhia do Tijolo apresenta o espetáculo “Concerto de Ispinho e Fulô”, que mostra vida e obra do poeta cearense Patativa do Assaré, sob a ótica do educador pernambucano Paulo Freire, dia 15/03, às 19h30.</p>
<p>No dia 18/03, às 20h, a Cia do Tijolo também apresenta “Ledores no Breu”, inspirado nas obras do poeta Zé da Luz, do ficcionista Guimarães Rosa, também com pensamento e prática de Paulo Freire. O espetáculo mostra relações do homem com a leitura e com o mundo à sua volta.</p>
<p>“O Segredo de Catirina ou o Drama de Doutor Frango de Galinha”, com o mestre mamulengueiro Sebastian Marques, reúne personagens da tradição do mamulengo, dia 26/03, às 15h.</p>
<div id="attachment_6166" style="width: 797px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/JBorges-iemaja.jpg"><img class="size-full wp-image-6166" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/JBorges-iemaja.jpg" alt="Além de exposição e bate-papo, o artista J. Borges também dará curso de xilogravura no Sesc-Campinas" width="787" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposição e bate-papo, o artista J. Borges também dará curso de xilogravura no Sesc-Campinas</p></div>
<p><strong>BATE-PAPO</strong></p>
<p>O cordelista e poeta paraibano Samuel Quintas, mais conhecido como Samuel de Monteiro, conversa com o público sobre xilogravura, cordel e cantorias no dia 16/03, às 19h30. Samuel também realizará o Cordel de Feira, das 10h às 15h, aos sábados. Na Intervenção, ele fará leitura, troca e distribuição de cordéis.</p>
<p>No dia seguinte (17/03, quinta-feira), é a vez do mestre de cordel J.Borges. No bate-papo ele vai contar sua história e falar do seu ofício, junto com o artista Paulo Cheida.</p>
<p><strong>MÚSICA</strong></p>
<p>Os repentistas Asa Branca do Ceará e Zé Cardoso apresentam a “Cantoria de Pé-de-Parede”, com variados estilos de cantorias. Tudo improvisado. Dia 22/03, às 20h. O repentista Asa Branca do Ceará se junta ao poeta e cordelista Chico Pedrosa, no dia 23/03, para um Sarau: “No meu sertão tem cordel”. Eles farão declamação de seus principais trabalhos e contarão causos pitorescos do sertão. <strong>(Adriana Menezes, com informações da Programação do Sesc-Campinas)</strong></p>
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		<title>Musicalidade do Carnaval abre espaço para baianás do Cabelo de Maria e &#8216;street band&#8217; Ôncalo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2016 17:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<category><![CDATA[Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[SESC-Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[“É um A, é um B, é um C. Baiana me solte que eu quero aprender”* O ritmo do folguedo Baianá, que nasceu no sul de Pernambuco e se instalou em Alagoas, animou foliões do Sesc Campinas na tarde desta segunda-feira de Carnaval, apresentado pelo grupo Cia Cabelo de Maria. A programação multicultural do Sesc ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“É um A, é um B, é um C. Baiana me solte que eu quero aprender”*</p>
<p>O ritmo do folguedo Baianá, que nasceu no sul de Pernambuco e se instalou em Alagoas, animou foliões do Sesc Campinas na tarde desta segunda-feira de Carnaval, apresentado pelo grupo Cia Cabelo de Maria. A programação multicultural do Sesc teve ainda a Street Band Ôncalo, que também incluiu no repertório as tradicionais marchinhas carnavalescas. A diversidade musical levou crianças, adultos e idosos para o salão com a descontração natural da maior festa popular do Brasil.</p>
<div id="attachment_5895" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco.jpg"><img class="size-large wp-image-5895" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-1024x680.jpg" alt="Os bonecos gigantes do Carnaval de Olinda se misturaram com foliões no galpão do Sesc Campinas durante show da Cia Cabelo de Maria   Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os bonecos gigantes do Carnaval de Olinda se misturaram com foliões no galpão do Sesc Campinas durante show da Cia Cabelo de Maria Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Afinidades</strong></p>
<p>Pouca gente conhece o Baianá. Até quem já ouviu pode não saber que era Baianá. A musicista Renata Mattar descobriu o ritmo no final da década de 1990. O folguedo tem afinidades com os antigos reisados e com o samba de matuto. Paulistana, formada em Canto Lírico, Renata foi morar em Recife em 1997. Conhecia parte da riqueza musical do Brasil pela Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade. “Resolvi fazer a minha própria pesquisa”, diz Renata, que trocou o repertório lírico pelo brasileiro.</p>
<p>Depois de percorrer o interior de São Paulo, ela foi a Pernambuco e Alagoas com o gravador na mão. Quando percebeu que as culturas populares pernambucanas já eram conhecidas e preservadas graças ao trabalho de gente como Ariano Suassuna e Chico Science, Renata descobriu em Alagoas uma riqueza desconhecida, que a impressionou. A população local também pouco conhecia os baianás, porque os folguedos precisaram ser disfarçados após uma perseguição e destruição dos terreiros de Xangô, onde nasceram os baianás.</p>
<div id="attachment_5901" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-e-folioes.jpg"><img class="size-large wp-image-5901" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-e-folioes-1024x680.jpg" alt="Os foliões do Sesc se animaram com todos os ritmos na tarde de segunda-feira de Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os foliões do Sesc se animaram com todos os ritmos na tarde de segunda-feira de Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5896" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-folia-secs.jpg"><img class="size-large wp-image-5896" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-folia-secs-1024x680.jpg" alt="Tarde carnavalesca teve música, máscaras e fantasias no Sesc Campinas  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Tarde carnavalesca teve música, máscaras e fantasias no Sesc Campinas Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Voltaram a sorrir</strong></p>
<p>“Vi o ritmo Baianá e achei contagiante. Em Coqueiro Seco, ao lado de Maceió, assisti a Marujadas e conheci a mestra Luzia, que já não cantava mais e havia parado com os Baianás em 1947. Com as minhas visitas, ela e outras mulheres resolveram retomar com o grupo ‘Baianas voltam a sorrir’. Eu gosto de conhecer as tradições destas senhoras”, conta Renata, que também passou por Arapiraca, terra de Hermeto Pascoal, onde teve contato com os cantos de trabalho dos trabalhadores rurais das plantações de fumo.</p>
<p>Já em São Paulo, Renata mostrou os cantos para o músico Gustavo Finkler, que começou a fazer arranjos e logo os dois formaram o grupo Cia Cabelo de Maria. “Fiquei com repertório rico depois da pesquisa. Eu fico pensando em quanta coisa existe na nossa música e não temos acervo, está tudo na memória destas pessoas. Temos essa missão de recuperar. Hoje nós fazemos shows para mostrar essa música.”</p>
<p>O grupo Cia Cabelo de Maria tem várias formações e apresenta sete shows diferentes, para cada show há uma formação diferente. No show do Sesc Campinas teve trompete, trombone, violão, baixo, percussão, zabumba, ganzá, gonga, triângulo, chocalho e pandeiro. Com cinco homens e cinco mulheres: Renata Mattar, Gustavo Finkler, Dani Zulu, Cris Glória, Rosa Rafa, Rafa Nepomuceno, Luís Cláudio Faria, Renato Farias, Gustavo Souza e Roberto Guluga.</p>
<div id="attachment_5897" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-geracoes-sesc.jpg"><img class="size-large wp-image-5897" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-geracoes-sesc-1024x680.jpg" alt="Foliões de todas as idades curtiram a diversidade musical do Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Foliões de todas as idades curtiram a diversidade musical do Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Street Band carnavalesca</strong></p>
<p>A Street Band Ôncalo animou mais cedo os foliões do Sesc Campinas. Também de São Paulo, criada há quatro anos, a banda trouxe 16 músicos para Campinas. O músico e professor Everson Bô formou o grupo quando dava aula de percussão em uma escola municipal da Penha, bairro paulistano. Quando percebeu o interesse de algumas alunas continuarem, criou o Ellas + 1, formado por ele e mais seis alunas. O grupo cresceu e surgiu o Ôncalo, que quer dizer caverna em finlandês.</p>
<div id="attachment_5898" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-Everson.jpg"><img class="size-large wp-image-5898" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-Everson-1024x680.jpg" alt="O percussionista Everson Bô criou o grupo Ôncalo há quatro anos e já foi à Rússia levar sua música  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Everson Bô criou o grupo Ôncalo há quatro anos e já foi à Rússia levar sua música Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p>“Eles chamavam de caverna o local onde aprendiam a tocar os instrumentos”, explica. O grupo foi a Moscou em 2014 e realiza apresentações de rua ou fechadas em todo o Brasil. Segundo Everson, no momento a banda está com o projeto Tim Maia 70, com repertório do músico.</p>
<p>A Street Band Ôncalo tem seis trompetes, três trombones, três tubas e quatro percussões. “O objetivo é fazer com que estes jovens se tornem profissionais da música. Pelo menos 14 ex-alunos que passaram pela banda continuam envolvidos com música”, diz o professor, que também se apresentou no Sesc Santos. Em São Paulo, ele criou esse ano o Bloco da Caverna, uma prova de que Street Band também cai na folia do Carnaval. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<p>* Música &#8220;ABC&#8221; do CD Baianá &#8211; Parece Cinema, da Cia Cabelo de Maria (www.ciacabelodemaria.com)</p>
<div id="attachment_5899" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-alegria-no-salao.jpg"><img class="size-large wp-image-5899" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-alegria-no-salao-1024x680.jpg" alt="Música do Ôncalo encheu o salão  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Música do Ôncalo encheu o salão Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5900" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-trompetista.jpg"><img class="size-large wp-image-5900" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-trompetista-1024x680.jpg" alt="Trompetista do Ôncalo; grupo nasceu em escola pública de São Paulo a partir do interesse das alunas  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Trompetista do Ôncalo; grupo nasceu em escola pública de São Paulo a partir do interesse das alunas Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5902" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-trombone-Oncalo.jpg"><img class="size-large wp-image-5902" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-trombone-Oncalo-1024x680.jpg" alt="O trombone em descanso pós-Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O trombone em descanso pós-Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
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