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	<title>Agência Social de Notícias &#187; DAEE</title>
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		<title>Cantareira parou de subir: renovação da outorga volta a ser discutida</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2015 13:46:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, 4 de março, pelo segundo dia consecutivo os reservatórios do Sistema Cantareira permanecem estacionados, em 11,7% da capacidade, depois de quase um mês de elevações diárias. A recuperação dos reservatórios dependerá do volume de chuvas em março, antes do início da estiagem, quando a crise hídrica pode ser intensificada. É neste cenário que volta a ser discutida, ainda nos bastidores, a renovação da outorga para que a Sabesp continue administrando o Cantareira.</p>
<p>O Sistema Cantareira começou a operar em 1974. Foi a alternativa escolhida pelo governo militar para garantir o abastecimento de água da Grande São Paulo, que passava por uma gigantesca concentração populacional. São seis reservatórios que compõem o Cantareira, formados por águas da bacia do rio Piracicaba.</p>
<p>A primeira outorga para que a Sabesp gerenciasse o Cantareira durou 30 anos. Em 2004 houve a renovação, por um período de dez anos e com maior participação, embora limitada, da bacia doadora, a do Piracicaba, no gerenciamento do Sistema.</p>
<p>Várias contrapartidas foram exigidas da Sabesp e do governo de São Paulo no momento de renovação da outorga. As contrapartidas estão indicadas na Portaria DAEE 1213, de 6 de agosto de 2004. DAEE é a sigla do Departamento de Águas e Energia Elétrica, órgão do governo estadual que determina a outorga para rios de domínio estadual. A Agência Nacional de Águas (ANA) determina a outorga em rios de domínio federal, aqueles que atravessam mais de um estado.</p>
<p>Uma das contrapartidas é indicada no artigo 11 da Portaria DAEE 1213: &#8220;A Sabesp deverá elaborar, no prazo de doze meses a partir da Publicação desta Portaria, em articulação com o DAEE, a ANA e os Comitês PCJ e AT, um Plano de Contingência para ações durante situações de emergência&#8221;.</p>
<p>A atual crise hídrica demonstrou que não havia um Plano de Contingência de fato em relação ao Cantareira. Foi uma das contrapartidas não observadas. A outra é aquela indicada no artigo 16 da Portaria DAEE 1213: &#8220;A Sabesp deverá providenciar, no prazo de até 30 meses, estudos e projetos que viabilizem a redução de sua dependência do Sistema Cantareira, considerando os Planos de Bacia dos Comitês PCJ (das bacias Piracicaba, Capivari e Jundiaí) e AT (Alto Tietê)&#8221;. Apenas em 2013 foi concluído o Plano Diretor de Aproveitamento de Recursos Hídricos para a Macrometrópole Paulista&#8221;, com indicação de  alternativas para a redução de dependência do Sistema Cantareira. Entre essas alternativas está a construção de duas barragens na bacia do rio Piracicaba.</p>
<p><strong>Renovação suspensa</strong> &#8211; Uma nova outorga sobre o Sistema Cantareira seria concedida em 2014. Foram feitas várias discussões ao longo de 2013 e havia até a perspectiva de que a decisão final sobre a outorga aconteceria em 22 de março de 2014, no Dia Internacional da Água.</p>
<p>Havia o interesse, por parte do governo federal e estadual, de que a discussão sobre a renovação da outorga não acontecesse durante o período eleitoral, no segundo semestre de 2014. Os dois governos não contavam, entretanto, com a forte crise hídrica, que levou à suspensão do processo de renovação da outorga. Uma clara demonstração de que não havia, de fato, Plano de Contingência para o abastecimento da região mais populosa e rica do país.</p>
<p>A crise foi se agravando e o abastecimento da Grande São Paulo apenas foi garantido com o polêmico uso de duas cotas do Volume Morto do Cantareira, a partir de 16 de maio (primeira cota) e 24 de outubro (segunda cota).</p>
<p>A crise hídrica pode ser acentuada em 2015, mas o processo de renovação da outorga do Cantareira deve ser concluído neste ano. As discussões já começaram nos bastidores.</p>
<p>Um ponto fundamental nas discussões já está gerando controvérsia: se o ano de 2014, considerado &#8220;atípico&#8221; por alguns gestores e técnicos, será incluído na série histórica de vazão do Cantareira. A determinação da série histórica é sempre considerada em momentos como esse. Se as baixas vazões de 2014 não forem consideradas, afetaria a média histórica, com reflexo nas decisões sobre o uso das águas.</p>
<p>O certo é que a bacia do rio Piracicaba, no contexto das bacias PCJ, onde está por exemplo a Região Metropolitana de Campinas (RMC), irá reivindicar uma participação de fato no gerenciamento do Cantareira. E a região também vai demandar uma maior liberação de águas do Cantareira do que os 5 metros cúbicos por segundo que vinham sendo observados antes da crise hídrica.</p>
<p>Em 2013, a diretoria do Consórcio PCJ defendeu que, na renovação da outorga, a região seja contemplada com no mínimo 15 metros cúbicos, ou 15 mil litros, por segundo, além da construção das duas barragens, em Amparo e Pedreira.</p>
<p>Gestores voltaram a se manifestar recentemente. “A região de Campinas precisa ser contemplada, na renovação da outorga do Cantareira, em função da importância que tem no estado de São Paulo”, afirmou o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, no dia 25 de fevereiro, em Holambra, depois de ser eleito novo presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC.</p>
<p>Será de novo uma decisão política. Vários segmentos das bacias PCJ já estão se mobilizando, para evitar que a região não seja prejudicada no momento de renovação da outorga do Sistema Cantareira, a transposição de bacias mais estratégica no Brasil.<strong> (Por José Pedro Martins)  </strong></p>
<div id="attachment_2073" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/RioAtibaia2015Jan_0447xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-2073" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/RioAtibaia2015Jan_0447xxxx-1024x682.jpg" alt="Rio Atibaia em momento crítico de 2014: vazão depende da liberação de águas do Cantareira (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Rio Atibaia em momento crítico de 2014: vazão depende da liberação de águas do Cantareira (Foto Adriano Rosa)</p></div>
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		<title>São Paulo corre &#8220;risco altíssimo&#8221; de desabastecimento de água, diz especialista da Unicamp</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 19:03:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>É &#8220;altíssimo o risco de desabastecimento&#8221; de água em 2015 na Grande São Paulo, com reflexos na região de Campinas. Por isso a população em geral dessas regiões, somando cerca de 25 milhões de pessoas, o setor produtivo e os órgãos públicos já deveriam se preparar para um ano que pode ser muito crítico.  A advertência é do professor Dr.Antônio Carlos Zuffo, do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp. Para ele, a população da região mais rica do país está &#8220;completamente a mercê do clima&#8221;, ou seja, de que chova muito acima da média histórica entre janeiro e março.</p>
<p>O especialista da Unicamp lembra que, no começo de janeiro de 2014, os reservatórios do Sistema Cantareira, formados por águas  da bacia do rio Piracicaba, estavam com 27,2% de sua capacidade. &#8220;Mas estes eram valores positivos, ou seja, ainda não tinha sido utilizado o Volume Morto&#8221;, observa. Pois neste dia 5 de janeiro de 2015, segunda-feira, os reservatórios do Cantareira estão com 7% de sua capacidade. &#8220;Mas lembrando que este é um valor negativo, pois já está sendo usado o Volume Morto&#8221;, nota ele. Desde o dia 16 de maio de 2014 a Sabesp, empresa que opera o Cantareira, usa o Volume Morto, adicionando 18,5% ao Sistema. A partir de 24 de outubro foi utilizada a última cota do Volume Morto, representando a adição de mais 10,7% ao Sistema.</p>
<p>Para o professor Zuffo, teria que chover muito acima da média histórica entre janeiro e março de 2015, para que em abril, início da estiagem, os reservatórios estivessem mais ou menos zerados, ou seja, com a recomposição pelo menos do Volume Morto. Mas ele entende que isso pode não acontecer, e por isso a população, o setor produtivo e o poder público deveria se preparar &#8220;para o pior cenário possível&#8221;, avisa.</p>
<p><strong>Novas obras</strong> &#8211; Na opinião do especialista da Unicamp, todas as obras que estão sendo anunciadas, para adicionar água ao Cantareira, são positivas, mas ele teme que elas acabem não representado a médio e longo prazo uma real solução para a crise hídrica na região mais populosa e rica do país. &#8220;São obras que vão durar pelo menos três anos&#8221;, observa. Além disso, o professor Zuffo acredita que as médias anuais de chuvas tendem a diminuir nos próximos anos.</p>
<p>Ele entende que o ciclos climáticos duram períodos de cerca de 30 anos, em função das mudanças das atividades solares. Nas três décadas anteriores ao início do funcionamento do Cantareira (em 1974), por exemplo, as médias anuais de chuvas foram baixas. Nas três décadas seguintes, até 2004, portanto, as médias de chuvas já foram maiores. Desde então, as medidas vêm caindo e essa deve ser a tendência para os próximos anos, avalia o professor Zuffo, para quem as obras que estão sendo citadas podem, então, nem compensar a diminuição anual das precipitações.</p>
<p>O especialista defende, então, a necessidade de um conjunto de medidas, passando necessariamente para a mudança de hábitos de consumo, a redução das perdas por vazamentos nas redes de distribuição de água e campanhas fortes para a redução dos desperdícios.</p>
<div id="attachment_826" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ProfZuffoUnicamp_0106.jpg"><img class="size-large wp-image-826" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ProfZuffoUnicamp_0106-1024x682.jpg" alt="Professor Dr.Antonio Carlos Zuffo, da Unicamp: risco existe também para região de Campinas" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Dr.Antonio Carlos Zuffo, da Unicamp: risco existe também para região de Campinas</p></div>
<p><strong>Região de Campinas</strong> &#8211; A região de Campinas,  localizada na bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), também deve se preparar, alerta o especialista da Unicamp. Ele nota que parte importante do abastecimento na região depende da vazão do rio Atibaia, a partir do que é liberado pelo Sistema Cantareira. &#8220;Nesta época o Cantareira deveria estar liberando pelo menos 3 metros cúbicos por segundo mas nos últimos dias chegou a liberar menos de um metro cúbico por segundo, ou seja, menos de mil litros por segundo&#8221;, nota o professor Zuffo.</p>
<p>As duas obras projetadas para contribuir com a melhoria no abastecimento da região do PCJ, acrescenta o especialista, também demorarão para ficar prontas. São as barragens projetadas para o rio Jaguari, em Pedreira, e Camanducaia, em Amparo.</p>
<p>O professor Zuffo é da opinião de que a região de Campinas, na bacia do PCJ, pode ficar prejudicada em função das regras de redução do consumo da água nas bacias, que estão sendo propostas pela Agência Nacional de Águas (ANA) e Departamento de Águas e Energia Elétrica(DAEE). Estas regras podem ser injustas para o PCJ, analisa ele, se elas, que são as bacias doadoras, representarem na prática uma melhoria apenas nas condições de abastecimento da Grande São Paulo, situada na bacia do Alto Tietê e que é a área receptora das águas. &#8220;A Grande São Paulo tem maior poder político&#8221;, lembra o especialista.</p>
<p>Um importante alento, na sua opinião, foi a troca da cúpula dos recursos hídricos em São Paulo, pelo governador Geraldo Alckmin, que nomeou Benedito Braga para a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos e Saneamento, Jerson Kelman para a presidência da Sabesp e Ricardo Borsari para superintendência do DAEE. &#8220;Eles são técnicos renomados, que vão passar a olhar a questão do abastecimento pelo lado técnico e não econômico como vinha ocorrendo&#8221;, acrescenta o professor Zuffo. Para ele, o predomínio da perspectiva econômica sobre a técnica nos últimos anos é uma das causas da crise hídrica que atravessam duas regiões estratégicas par ao Brasil, a Grande São Paulo e a região de Campinas, nas bacias PCJ. A Sabesp, por exemplo, passou a operar na Bolsa de Nova York.</p>
<p>Benedito Braga é presidente do Conselho Mundial da Água e professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Jerson Kelman foi o primeiro presidente da Agência Nacional de Águas (ANA). Os dois têm doutorado em universidades americanas: Braga em Stanford e Kelman na <span style="font-size: small;">Colorado State University – CSU</span>.<strong> (Por José Pedro Martins)</strong></p>
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		<title>ANA começa a usar satélite para fiscalizar uso da água: região de Campinas terá restrições</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2014 19:22:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Águas (ANA) começou a utilizar imagens de satélite para monitorar áreas com restrição de uso da água por causa da estiagem prolongada. A prática começou a ser adotada na bacia do rio Piranhas-Açu, entre Paraíba e Rio Grande do Norte. A ANA está adotando medidas de restrição em várias regiões, em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Águas (ANA) começou a utilizar imagens de satélite para monitorar áreas com restrição de uso da água por causa da estiagem prolongada. A prática começou a ser adotada na bacia do rio Piranhas-Açu, entre Paraíba e Rio Grande do Norte. A ANA está adotando medidas de restrição em várias regiões, em função do estado crítico dos recursos hídricos. No Nordeste, mais da metade dos 494 reservatórios monitorados pela ANA estão com menos de 30% da capacidade. Nesta semana, foram definidas as medidas de restrição que serão observadas a partir de janeiro na bacia do rio Piracicaba, na região de Campinas e Sul de Minas, onde estão as nascentes &#8211; os usuários mineiros conseguiram uma alteração na proposta original na reunião desta sexta, 19 de dezembro, em Camanducaia (MG).</p>
<p>Segundo a ANA, imagens de satélite estão sendo empregadas para identificar, quantificar e monitorar áreas irrigadas ao longo do rio Piranhas-Açu, onde desde outubro de 2013 tem sido adotadas regras de restrição de usos por causa da seca. Este ano, ainda conforme a Agência,  foram vistoriados todos os sistemas de abastecimento público instalados ao longo do rio. Durante as vistorias, os sistemas foram devidamente regularizados e avaliados, para proposição de melhorias que garantam seu pleno funcionamento.</p>
<div>Em 2014, acrescenta a ANA, as ações de fiscalização na bacia hidrográfica do rio Piranhas-Açu foram intensificadas, principalmente com o objetivo fazer cumprir a <a href="http://arquivos.ana.gov.br/resolucoes/2014/641-2014.pdf">Resolução ANA nº 641/2014,</a> que estabelece regras de restrição ao uso de recursos hídricos para finalidades de irrigação e aquicultura.</div>
<div>Para averiguação das regras de restrição de uso da água foram vistoriados 104 usuários ao longo dos municípios de Coremas, Cajazeirinhas, Paulista, Pombal, São Bento na Paraíba, além de Jardim de Piranhas e Jucurutu, no rio Grande do Norte. Foram emitidos 43 autos de infração a usuários que estavam descumprindo as regras de restrição. Os usuários com áreas irrigadas superiores a cinco hectares que foram notificados reduziram suas áreas.</div>
<div>De acordo com a ANA, ações regulatórias emergenciais têm sido adotadas como meio de minimizar os impactos gerados pela forte estiagem que o semiárido brasileiro vem atravessando. Cerca de 60% dos 494 reservatórios monitorados pela ANA no semiárido encontram-se atualmente com menos de 30% da capacidade de armazenamento. São 84% dos reservatórios do Ceará; 76% do Rio Grande do Norte, principalmente nas regiões do Seridó e do Apodi; 69% da Paraíba, particularmente o Açude Epitácio Pessoa, que abastece, dentre outras, a cidade de Campina Grande; 44% no Piauí, nas regiões de Picos e São Raimundo Nonato; e 29% em Pernambuco, sobretudo na porção norte do sertão.</div>
<div><strong>Bacia do Rio Piracicaba</strong> &#8211; Regras de restrição do uso da água passarão a vigorar em janeiro de 2015 na bacia do rio Piracicaba, na região de Campinas. As regras foram propostas pela ANA, como órgão federal, e Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), como órgão estadual. Foram incorporadas, na proposta final, sugestões encaminhadas pelos usuários de águas na bacia.</div>
<div>
<p>As regras estabelecidas pela ANA e pelo DAEE para o trecho paulista da bacia do rio Piracicaba valerão para captações nas bacias do Jaguari, Camanducaia e Atibaia a montante (rio acima) da confluência dos rios Jaguari e Atibaia quando o volume útil, disponível por gravidade, for menor que 49hm³ no Sistema Equivalente do Cantareira – composto pelas represas Jaguari, Jacareí, Cachoeira e Atibainha –, o que equivale a 5% do volume útil.</p>
<p>De acordo com as novas regras – que segundo a ANA &#8220;buscaram equilibrar a possibilidade de restrição nos diferentes pontos das bacias&#8221; –, será considerado Estado de Alerta quando no Alto Atibaia a vazão for maior que 4m³/s e menor 5m³/s no posto de monitoramento Captação Valinhos. No Baixo Atibaia, a vazão considerada é acima de 3,5m³/s e menor que 5m³/s no posto Acima de Paulínia. Este estado também vale para o rio Camanducaia quando as vazões forem maiores que 1,5 m³/s e menores que 2m³/s no posto Dal Bo.</p>
<p>Para o rio Jaguari, o alerta será identificado no posto Foz quando o manancial registrar vazões acima de 2m³/s e abaixo de 5m³/s. Para os usuários a montante do Sistema Cantareira, será considerado o posto Pires com vazões superiores a 2,5m³/s e inferiores a 5m³/s. Tais valores deverão ser acompanhados pelos usuários no site da Sala de Situação PCJ (<a href="http://www.sspcj.org.br/">www.sspcj.org.br</a>).</p>
<p>O Estado de Alerta, conforme a ANA não restringe o uso da água, &#8220;mas tem a finalidade de alertar os usuários sobre a proximidade de uma restrição&#8221;. As vazões consideradas serão calculadas às segundas e quintas com base nas vazões médias registradas nas 72 horas antes das aferições. Para o Estado de Restrição, que entrará em vigor quando as vazões ficarem abaixo das de alerta, serão reduzidos 20% do volume diário outorgado para captações para abastecimento público ou dessedentação animal – usos considerados prioritários pela Política Nacional de Recursos Hídricos em situações de escassez.</p>
<p>Em caso de restrição, os demais usos terão que interromper as captações, exceto os não consuntivos (que não consomem água, como a aquicultura). Para usos que demandam menos que 10 litros por segundo instantaneamente, outra regra prevista é a suspensão da retirada de água de 7h a 13h para usos industriais e de 12h a 18h para captações com as finalidades de irrigação ou dessedentação de animais.</p>
<p>Para o trecho mineiro da bacia do rio Jaguari (formador da bacia do rio Piracicaba) a montante da divisa entre Minas Gerais e São Paulo, a ANA e o IGAM (Instituto Mineiro de Gestão das Águas, órgão do estado de Minas Gerais) estabelecem o Estado de Alerta quando o rio tiver vazões acima de 2m³/s e menores que 4m³/s no ponto de monitoramento Pires. A proposta original previa vazões superiores a 2,5m³/s e inferiores a 5m³/s. O Estado de Restrição será para vazões iguais ou menores que 2m³/s. Caso esta situação aconteça, os mesmos percentuais aplicados aos diferentes usos em São Paulo valerão para Minas Gerais. Os horários para suspensão da retirada de água para usos inferiores a 10 l/s também são iguais para ambos os estados.</p>
</div>
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		<title>Consórcio quer regras de restrição do uso da água iguais na região de Campinas e Grande São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 20:56:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os usuários de águas nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está a Região Metropolitana de Campinas (RMC), terão até o dia 1º de dezembro para apresentar sugestões à proposta de restrições do uso da água nessas bacias, em decorrência da crise hídrica histórica. O Consórcio Intermunicipal das Bacias PCJ apresentará três novas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os usuários de águas nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está a Região Metropolitana de Campinas (RMC), terão até o dia 1º de dezembro para apresentar sugestões à proposta de restrições do uso da água nessas bacias, em decorrência da crise hídrica histórica. O Consórcio Intermunicipal das Bacias PCJ apresentará três novas sugestões à minuta com as propostas de restrição, elaborada pela Agência Nacional de Águas (ANA) e Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo. Uma das proposta é, seguindo princípio de isonomia, que as mesmas regras de restrição observadas nas bacias PCJ também sejam válidas para a Grande São Paulo, no caso aplicadas na operação do Sistema Cantareira. O Cantareira, que está operando com a segunda parte do Volume Morto, retira águas da bacia do rio Piracicaba para abastecer metade da Grande São Paulo. Como haverá restrições para o uso da água na bacia do Rio Piracicaba, em algumas situações, o Consórcio entende que as regras também sejam válidas, nas mesmas proporções, no caso da operação do Cantareira.</p>
<p>O Consórcio também irá propor à ANA que as regras da Resolução Conjunta ANA-DAEE sejam revistas e sua efetividade seja avaliada, durante a renovação da outorga do Sistema Cantareira prevista para outubro de 2015. A renovação da outorga para a Sabesp continuar gerenciando o Sistema Cantareira aconteceria em agosto de 2014, mas foi adiada em função da crise hídrica.</p>
<p>Como sugestão final, o Consórcio PCJ vai solicitar que os órgãos gestores decretem “Estado de Criticidade” do Sistema Cantareira &#8220;incentivando a população a tomar iniciativas para a redução do consumo de água, contribuindo assim com os serviços de abastecimento público que serão obrigados a restringirem as captações de água nas Bacias PCJ&#8221;. O documento com essas novas contribuições será encaminhado ainda essa semana para avaliação dos associados ao Consórcio PCJ, para que possa ser enviado dentro do prazo estipulado  à ANA e ao DAEE. O Consórcio tem mais de 40 municípios associados nas bacias PCJ, além de várias e importantes empresas.</p>
<p><strong>Restrições no PCJ</strong> &#8211; A proposta que a ANA está colocando para discussão, após a contribuição dos usuários, estabelece que as novas regras para a retirada de água dos rios Atibaia e Jaguari seriam consideradas quando duas situações ocorrerem de forma concomitante: o volume disponível no sistema equivalente do Cantareira (soma dos reservatórios) for menor do que 5% do volume útil, e quando as vazões medidas nos postos fluviométricos (medição de chuvas) estiverem abaixo do de 4m³/s no alto  e baixo Atibaia, 3m³/s no rio Jaguari e 1,53m³/s  no Camanducaia. O volume útil, esclarece a ANA, é aquele localizado acima dos níveis operacionais dos reservatórios, ou seja, é retirado por gravidade, enquanto o volume morto é aquele localizado abaixo dos níveis operacionais, retirado apenas por bombeamento.</p>
<p>Pois a primeira condição para o acionamento das restrições em discussão já aconteceu, em função de ter sido esgotado o volume útil e desde maio estar sendo usado o volume morto do Sistema Cantareira. A proposta que ANA está apresentando para os usuários paulistas e mineiros dos dois rios indica uma redução de 20% ou suspensão da captação entre 18 e 23 horas para abastecimento ou dessedentação animal e de 30% para indústria e irrigação no volume diário outorgado, estando previstas também eventuais suspensões de captação nos dois casos (entre 7 e 13 horas para uso industrial e entre 12 e 18 horas para irrigação) quando as duas condições de restrição elencadas forem atingidas.</p>
<p>Para a identificação do Estado de Alerta (em que não há restrição ao uso de água) e do Estado de Restrição, serão feitas medições de vazão às segundas e quintas-feiras, em vários postos fluviométricos. As regras propostas pela ANA seguem o estabelecido na Lei Nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, que determina a Política Nacional de Recursos Hídricos. Logo em seu artigo 1º, a lei federal das águas estipula que, “em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais”. O setor produtivo tem ficado particularmente preocupado com as restrições de uso da água nas bacias PCJ, em territórios mineiro e paulista.</p>
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		<title>Pressão do setor produtivo leva a adiamento do prazo sobre restrição ao uso da água nas regiões de Campinas e sul de Minas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 22:47:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, 19 de novembro, em reunião em Extrema (MG), ficou definido que será prorrogado até 1º de dezembro o prazo para que usuários de recursos hídricos das bacias dos rios Atibaia, Camanducaia e Jaguari, no Sul de Minas Gerais, apresentem sugestões para as regras e condições de restrição ao uso da água na região. Com a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="ExternalClassE5F9BA1AFB064803805F1C18F06006A0">Nesta quarta-feira, 19 de novembro, em reunião em Extrema (MG), ficou definido que será prorrogado até 1º de dezembro o prazo para que usuários de recursos hídricos das bacias dos rios Atibaia, Camanducaia e Jaguari, no Sul de Minas Gerais, apresentem sugestões para as regras e condições de restrição ao uso da água na região. Com a decisão, o novo prazo também passa a valer para os usuários paulistas.  Nesta terça-feira, dia 18 de novembro, na reunião no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo tinham definido o prazo de 28 de novembro para os usuários apresentarem suas sugestões à proposta de restrição do uso da água nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está a Região Metropolitana de Campinas (RMC).  A decisão em Extrema foi tomada pela ANA e Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), responsável pelas outorgas do uso da água em Minas Gerais.</div>
<div class="ExternalClassE5F9BA1AFB064803805F1C18F06006A0">
Assim como na audiência ontem no IAC, na manhã desta quarta-feira o encontro em Extrema, na Oficina Ambiental, reuniu irrigantes, indústrias e companhias de saneamento de corpos hídricos de domínio da União e de Minas Gerais na bacia do rio Jaguari. O objetivo foi discutir regras de restrição de uso na região.  As propostas de restrição do uso da água na região, concebidas pela ANA e IGAM, foram apresentadas pelo superintendente adjunto de Regulação da ANA, Patrick Thomas, e o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do IGAM, Thiago Figueiredo.</div>
<div class="ExternalClassE5F9BA1AFB064803805F1C18F06006A0"></div>
<div class="ExternalClassE5F9BA1AFB064803805F1C18F06006A0">A proposta da ANA e do IGAM para o trecho mineiro da bacia do rio Jaguari a montante (rio acima) da divisa entre Minas Gerais e São Paulo é a de que seja observado o Estado de Alerta quando o rio tiver vazões acima de 2,52m³/s e menores que 5,04m³/s no ponto de monitoramento Pires. O Estado de Restrição, por sua vez, será observado em caso de vazões iguais ou menores que 2,52m³/s. Caso este cenário aconteça, haverá redução de 20% da captação do volume outorgado aos usuários ou suspensão da captação das 18h às 23h para consumo humano e dessedentação de animais.</div>
<div class="ExternalClassE5F9BA1AFB064803805F1C18F06006A0"></div>
<div class="ExternalClassE5F9BA1AFB064803805F1C18F06006A0">Também foi proposta a redução de 30% a captação do volume outorgado aos usuários ou suspensão da captação das 7h às 13h para uso industrial. O mesmo percentual valerá para irrigação, mas a suspensão da captação será das 12h às 18h. No Estado de Restrição, os demais usos da água serão paralisados, exceto a aquicultura. As restrições valerão para os usuários que captam tanto abaixo de 10 litros por segundo quanto a partir desta vazão.</div>
<div class="ExternalClassE5F9BA1AFB064803805F1C18F06006A0">
<p>No caso das bacias do PCJ, a proposta que a ANA está colocando para discussão, após a contribuição dos usuários, estabelece que as novas regras para a retirada de água dos rios Atibaia e Jaguari seriam consideradas quando duas situações ocorrerem de forma concomitante: o volume disponível no sistema equivalente do Cantareira (soma dos reservatórios) for menor do que 5% do volume útil, e quando as vazões medidas nos postos fluviométricos (medição de chuvas) estiverem abaixo do de 4m³/s no alto  e baixo Atibaia, 3m³/s no rio Jaguari e 1,53m³/s  no Camanducaia. O volume útil, esclarece a ANA, é aquele localizado acima dos níveis operacionais dos reservatórios, ou seja, é retirado por gravidade, enquanto o volume morto é aquele localizado abaixo dos níveis operacionais, retirado apenas por bombeamento.</p>
<p>Pois a primeira condição para o acionamento das restrições em discussão já aconteceu, em função de ter sido esgotado o volume útil e desde maio estar sendo usado o volume morto do Sistema Cantareira. A proposta que ANA está apresentando para os usuários paulistas e mineiros dos dois rios indica uma redução de 20% ou suspensão da captação entre 18 e 23 horas para abastecimento ou dessedentação animal e de 30% para indústria e irrigação no volume diário outorgado, estando previstas também eventuais suspensões de captação nos dois casos (entre 7 e 13 horas para uso industrial e entre 12 e 18 horas para irrigação) quando as duas condições de restrição elencadas forem atingidas.</p>
<p>Para a identificação do Estado de Alerta (em que não há restrição ao uso de água) e do Estado de Restrição, serão feitas medições de vazão às segundas e quintas-feiras, em vários postos fluviométricos. As regras propostas pela ANA seguem o estabelecido na Lei Nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, que determina a Política Nacional de Recursos Hídricos. Logo em seu artigo 1º, a lei federal das águas estipula que, “em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais”. O setor produtivo tem ficado particularmente preocupado com as restrições de uso da água nas bacias PCJ, em territórios mineiro e paulista.</p>
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		<title>ANA e DAEE limitam retirada de água do Cantareira em novembro para evitar catástrofe em 2015</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 22:15:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para evitar uma catástrofe na região mais rica e populosa do país em 2015, a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo anunciaram nesta quarta-feira, 19 de novembro, que o limite superior de retirada efetiva (demanda menos afluências) de volumes de água do Sistema Cantareira ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar uma catástrofe na região mais rica e populosa do país em 2015, a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo anunciaram nesta quarta-feira, 19 de novembro, que o limite superior de retirada efetiva (demanda menos afluências) de volumes de água do Sistema Cantareira para o mês de novembro será de  39 milhões de m3/s. No mesmo comunicado, ANA e DAEE informaram que a vazão do Cantareira para as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está a Região Metropolitana de Campinas (RMC), no período é de 4 metros cúbicos, ou quatro mil litros, de água por segundo.</p>
<p>ANA e DAEE afirmam ainda que a meta de volume disponível, a ser preservado no Sistema Equivalente do Cantareira, ao final de 30 de novembro, é de 77 milhões de metros cúbicos por segundo, totalizando as disponibilidades por gravidade e por bombeamento, incluindo as Reservas Técnicas (o chamado Volume Morto) I e II. O Cantareira abastece metade da Grande São Paulo, com águas da bacia do rio Piracicaba.</p>
<p>O objetivo da ANA e do DAEE é garantir que o Sistema Cantareira tenha um mínimo razoável de água no início de 2015, no período final das chuvas de verão. Na semana passada, em audiência na Câmara dos Deputados, o presidente da ANA, Vicente Andreu, afirmou que, sem chuvas razoáveis no final de 2014 e início de 2015, a crise hídrica pode ser ainda pior no próximo ano.</p>
<p>Vicente citou o fato de que em janeiro de 2014 os reservatórios do Sistema Cantareira, em seu conjunto, já estavam muito abaixo da média histórica. Esses reservatórios, formados por águas da bacia do rio Piracicaba e que abastecem metade da Grande São Paulo, estavam com menos de 30% de sua capacidade, menos do que o volume em janeiro de 2013 (menos de 50%) e janeiro de 2012 (menos de 70% da capacidade).</p>
<p>Ao longo de 2014, como o presidente da ANA demonstrou com um gráfico na audiência na Câmara dos Deputados, em todos os meses o volume útil do conjunto de reservatórios do Cantareira esteve muito menor do que nos anos anteriores. Esse volume útil foi de pouco mais de 20% em fevereiro (em relação a pouco mais de 50% em fevereiro de 2013 e mais de 70% em fevereiro de 2012), cerca de 15% em março (contra mais de 50% em mais de 70% no mesmo mês em 2013 e 2012), pouco mais de 10% em abril (contra mais de 60% e mais de 70%), 10% em maio (contra mais de 60% e mais de 70%), cerca de 5% em junho (contra 60% e 70%) e cerca de 2% em junho (contra pouco menos de 60% no mesmo mês em 2013 e mais de 70% em 2012).</p>
<p>Em julho o volume útil do Cantareira já estava praticamente zerado, contra mais de 50% no mesmo mês em 2013 e mais de 70% em 2012, e em agosto o volume útil já era negativo, com o abastecimento para metade da Grande São Paulo apenas assegurado pelo uso da primeira parte do Volume Morto. Em agosto de 2012 o volume útil era mais de 50% e em agosto de 2013, de mais de 70%. Em setembro e outubro o volume útil continuava negativo e continuará assim nos próximos meses, a menos que venham chuvas muito fortes até o final de 2015. Sem elas, em janeiro de 2015 o volume útil poderá estar em muito menos do que os menos de 30% em janeiro de 2014. Com isso, a crise hídrica de 2015 na região mais populosa e rica do Brasil tende a ser muito mais grave.</p>
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		<title>ANA quer retirada escalonada de água do Cantareira para Grande São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 22:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Águas (ANA) encaminhou nesta sexta-feira para o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo ofício defendendo o uso escalonado da segunda e última parte do Volume Morto do Sistema Cantareira. Essa medida seria uma forma de garantir &#8220;um volume meta mínimo&#8221; em 30 de abril de 2015, segundo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Águas (ANA) encaminhou nesta sexta-feira para o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo ofício defendendo o uso escalonado da segunda e última parte do Volume Morto do Sistema Cantareira. Essa medida seria uma forma de garantir &#8220;um volume meta mínimo&#8221; em 30 de abril de 2015, segundo o ofício, assinado pelo presidente da ANA, Vicente Andreu.</p>
<p>O ofício foi encaminhado como posicionamento da ANA frente ao pedido da Sabesp para uso da segunda parte do Volume Morto do Cantareira, conjunto de reservatórios formados por águas da bacia do rio Piracicaba, para abastecer metade da Grande São Paulo. Segundo a ANA, o uso escalonado é necessário, considerando a manutenção da atual estiagem, &#8220;com vazões afluentes muito inferiores aos previstos nos cenários adotados pela Sabesp na sua proposta, levando à consequente redução dos volumes de água disponíveis no Sistema além do previsto&#8221;.</p>
<p>A Sabesp é o órgão que tem a concessão da ANA, como órgão federal, e do DAEE, como órgão estadual, para gerenciar o Sistema Cantareira. Entretanto, em função da atual estiagem, que baixou o volume dos reservatórios do Cantareira abaixo do que previa a atual outorga, o uso das águas depende legalmente de autorizações pontuais da ANA e do DAEE.</p>
<p>A ANA está preocupada em que seja mantido um volume mínimo no Cantareira no final de abril de 2015, considerando o início do período regular de estiagem, a partir de maio. No último dia 10 de outubro, ao participar de uma audiência na Câmara Municipal de Campinas sobre a crise hídrica, o presidente da ANA defendeu que fosse dita &#8220;toda a verdade&#8221; sobre a gravidade da situação, como noticiou a Agência Social de Notícias.</p>
<p>(Mais em http://agenciasn.com.br/arquivos/637)</p>
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		<title>ANA indica em ofício estar havendo captação de água além do permitido no Cantareira</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 21:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Águas (ANA) encaminhou ofício hoje ao Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo, indicando que está havendo uma captação de água maior do que a autorizada no reservatório Atibainha, um dos cinco que compõem o Sistema Cantareira, gerenciado pela Sabesp. A ANA solicita &#8220;providências cabíveis, em caráter de urgência&#8221; ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Águas (ANA) encaminhou ofício hoje ao Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo, indicando que está havendo uma captação de água maior do que a autorizada no reservatório Atibainha, um dos cinco que compõem o Sistema Cantareira, gerenciado pela Sabesp. A ANA solicita &#8220;providências cabíveis, em caráter de urgência&#8221; em relação à situação. O ofício foi encaminhado pelo presidente da ANA, Vicente Andreu, ao superintendente do DAEE, Alceu Segamarchi Junior.</p>
<p>No ofício, o presidente da ANA observa que a Agência promoveu vistoria na régua de medição de nível do reservatório Atibainha (posto 1000198) às 17 horas de 14 de outubro, terça-feira. A vistoria identificou que o nível do reservatório encontrava-se na cota 776,62 metros, conforme fotos que a ANA anexou ao documento.</p>
<p>Andreu observou na sequencia que a Resolução ANA/DAEE n 910, de 07 de julho de 2014, autorizou a utilização do volume armazenado no Atibainha situado em nível inferior ao mínimo operacional (781,88 m), até a cota limite de 777,00 m. Assim, a cota verificada na vistoria estava 38 cm abaixo da cota limite autorizada.</p>
<p>No ofício,  o presidente da ANA lembra que, conforme decisão liminar do juiz federal da 3a Vara Federal de Piracicaba, na Ação Civil Pública interposta pelo Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual/São Paulo, em face da ANA, DAEE e Sabesp, &#8220;foi determinada a impossibilidade de águas do volume morto II do Reservatório Atibainha abaixo da cota 777,00  m, ou em já tendo sido iniciado tal procedimento, sua imediata cessação&#8221;.</p>
<p>A ANA pede então ao DAEE, &#8220;responsável pela fiscalização dos usuários neste reservatório, adote as providências cabíveis, em caráter de urgência, devido à rigorosa estiagem que ocorre na região&#8221;. A ANA também solicita uma vistoria conjunta com o DAEE nos demais reservatórios do Cantareira, &#8220;para verificação de sua real situação hídrica&#8221;.</p>
<p>O Cantareira é alimentado por águas da bacia do rio Piracicaba. São águas de domínio da União, por nascerem no Sul de Minas e atravessarem a fronteira com São Paulo. Por isso a ANA decide sobre o uso dessas águas, em conjunto com o DAEE, órgão do governo de São Paulo. O Cantareira é gerido pela Sabesp mas, em função do esvaziamento do volume dos reservatórios, abaixo do habitual para essa época, o controle das águas passou para ANA e DAEE em conjunto. Desde maio está em uso o Volume Morto I do Cantareira.</p>
<p>Em outro ofício encaminhado hoje ao DAEE, a ANA se manifesta sobre o pedido da Sabesp para que seja bombeado o volume abaixo da cota 777,00 do Atibainha. A ANA afirma que a Sabesp deve informar a cota que deve atingir abaixo dos 777,00 e a nova cota limite dos reservatórios Jaguari-Jacareí e Cachoeira (acima dos limites autorizados), antes do início da utilização da Reserva Técnica II.</p>
<p>Tendo em vista a decisão judicial a que se refere no outro ofício, a ANA também solicita que a Sabesp &#8220;ateste a impossibilidade da continuidade do abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo sem a utilização dos volumes localizados abaixo da cota 777,00 m no reservatório Atibainha e ateste que que esta utilização não irá interromper a defluência de vazões por gravidade a jusante do reservatório, para a bacia do rio Piracicaba&#8221;. Ou seja, a ANA teme que o uso do volume abaixo da cota 777,00 afete o encaminhamento de águas para o rio Atibaia, um dos formadores do Piracicaba e que abastece municípios como Campinas.</p>
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