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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Defesa Civil de Campinas</title>
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		<title>No Barco da Paz entre Chile e Peru, pelas Cidades Resilientes</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2015 22:34:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro dias no Oceano Pacífico, com muito aprendizado, troca de experiências e promoção da Campanha Construindo Cidades Resilientes, uma iniciativa da Agência das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres (UNISDR). Entre 22 e 27 de janeiro, o promotor da Campanha no Brasil, Sidnei Furtado Fernandes, foi um dos participantes da viagem do Barco da Paz, que circulou entre Valparaíso, no Chile, e Callao, no Peru, como parte da preparação para a Conferência Mundial de Redução de Desastres, em março, no Japão. Sidnei é diretor da Defesa Civil de Campinas e também coordenador regional.</p>
<p>A viagem foi promovida em parceria entre a UNISDR e a ong japonesa Barco da Paz, que cedeu o navio. Durante o trajeto Chile-Peru, Sidnei e outros promotores da Campanha em vários países participaram de oficinas sobre lições derivadas do enfrentamento de desastres no Japão &#8211; como o tsunami de março de 2011 &#8211; e na América Latina nos últimos 20 anos.</p>
<p>Antes do embarque no Chile, um encontro com gestores e técnicos locais, com foco no sistema que o país montou para se preparar para os terremotos.  Na chegada do barco em Callao, no Perú,  foi realizado um encontro com a participação de 120 gestores e técnicos, incluindo 16 prefeitos da região de Lima, que trocaram informações com os promotores da Campanha das Nações Unidas sobre redução de riscos de desastres. Também estiveram presentes a coordenadora das Nações Unidas no Peru, Maria Luisa Silva, e representantes do Instituto Nacional de Defesa Civil (INDECI), Cruz Vermelha, empresas e outras organizações.</p>
<p>O foco do encontro, co-promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), foi a importância da redução de riscos de desastres para a proteção de crianças e adolescentes. Representantes da Coalizão para a Resiliência da Infância e Juventude na América Latina e Caribe (CORELAC) entregaram aos promotores da Campanha das Nações Unidas mensagens a serem apresentadas e entregues durante a III Conferência Mundial de Redução de Desastres, entre 14 e 18 de março, em Sendai, no Japão.</p>
<p>Promotor da Campanha Cidades Resilientes no Brasil, Sidnei Fernandes nota que um dos aspectos mais notáveis da experiência foi o consenso entre os técnicos dos vários países no sentido de que é fundamental tratar a questão de prevenção de desastres como política pública, como gestão de riscos, o que envolve vários segmentos de uma administração, seja federal, estadual ou municipal. &#8220;É cada mais clara a mudança de paradigma, da atuação na esfera da resposta a um desastre para a prevenção desse desastre, o que implica em planejamento, em organização do território&#8221;, diz ele.</p>
<p>É essencial, nesse sentido, completa, a construção de Cidades Resilientes, capacitadas a dar resposta a situações e cenários cada vez mais instáveis, por exemplo em função das mudanças climáticas. Dessa forma, Fernandes assinala que foi muito importante &#8220;a exposição da experiência japonesa, por exemplo, sobre como aquele país se prepara para responder a terremotos e como reagiu ao tsunami&#8221;. Se a atual crise hídrica mostra que o Brasil ainda não incorporou totalmente a cultura do planejamento, da prevenção, o promotor da Campanha das Nações Unidas entende que o país &#8220;tem avançado bem, com passos importantes na construção de sistemas de monitoramento, de prevenção, de organização&#8221;.</p>
<p>A Conferência Mundial no Japão, em março,  será dedicada a fazer um balanço do Marco de Ação de Hyogo (Japão), firmado em 2005 e pelo qual 168 países se comprometeram a adotar medidas para reduzir o risco de desastres até 2015.  Momento também de definição de novas medidas para avançar na redução de riscos de desastres em escala mundial, sob a bandeira do Desenvolvimento Sustentável, combate às Mudanças Climáticas e Resiliência. Sendai foi escolhida porque é uma das cidades japonesas mais atingidas pelo tsunami de março de 2011 e que já está praticamente reconstruída.</p>
<div id="attachment_1971" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084.jpg"><img class="size-large wp-image-1971" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084-1024x682.jpg" alt="Sidnei Fernandes, promotor da Campanha no Brasil: cidades resilientes para reduzir riscos e enfrentar mudanças climáticas " width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Sidnei Fernandes, promotor da Campanha no Brasil: cidades resilientes para reduzir riscos e enfrentar mudanças climáticas</p></div>
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		<title>Região de Campinas coloca Brasil na liderança de campanha da ONU por redução de riscos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 19:41:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Adaptação a mudanças climáticas]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil finalizou 2014 na liderança de municípios que aderiram à Campanha Mundial para Redução de Desastres &#8220;Construindo Cidades mais Resilientes&#8221; e o impulso fundamental para  este feito foi dado pela Região Metropolitana de Campinas (RMC) e, em escala mais ampla, pela Região Administrativa de Campinas. A Campanha é uma iniciativa da Agência das Nações Unidas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil finalizou 2014 na liderança de municípios que aderiram à Campanha Mundial para Redução de Desastres &#8220;Construindo Cidades mais Resilientes&#8221; e o impulso fundamental para  este feito foi dado pela Região Metropolitana de Campinas (RMC) e, em escala mais ampla, pela Região Administrativa de Campinas. A Campanha é uma iniciativa da Agência das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres (UNISDR).</p>
<p>De acordo com o relatório anual da UNISDR, o Brasil terminou 2014 com 323 municípios aderindo à Campanha Mundial, seguido da Áustria (280), Líbano (256), Índia (133), Itália (130), Filipinas (115) e República da Coreia (110). Houve uma grande evolução nos últimos anos de municípios brasileiros aderindo à Campanha. Eram somente 6 em 2011, 17 em 2012, 140 em 2013 e 323 em 2014.</p>
<p>&#8220;Está havendo uma consciência cada vez maior por parte dos municípios de que eles precisam se preparar efetivamente para dar respostas imediatas e eficazes a questões como os impactos das mudanças climáticas&#8221;, afirma Sidnei Furtado Fernandes, o promotor da Campanha da UNISDR no Brasil. Fernandes é diretor da Defesa Civil de Campinas e também diretor regional.</p>
<div id="attachment_1971" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084.jpg"><img class="size-large wp-image-1971" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084-1024x682.jpg" alt="Sidnei Fernandes, promotor da Campanha no Brasil: cidades resilientes para reduzir riscos e enfrentar mudanças climáticas " width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Sidnei Fernandes, promotor da Campanha no Brasil: cidades resilientes para reduzir riscos e enfrentar mudanças climáticas</p></div>
<p><strong>O papel da RMC</strong> &#8211; A RMC foi a primeira região metropolitana do Brasil a ter todos os seus integrantes aderindo à Campanha Mundial. Em escala ampliada, 64 dos 90 municípios da Região Administrativa de Campinas também já aderiram, o que foi determinante para o avanço do Brasil, até a sua liderança no ranking global.</p>
<p>A diretora executiva da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp), Ester Viana, nota que a atuação da Câmara Temática de Defesa Civil da RMC tem sido fundamental para a integração de ações e, neste sentido, foi decisiva para que todos os municípios aderissem à Campanha Mundial para Redução de Desastres. &#8220;A Câmara tem esse papel, de integração&#8221;, diz Ester. A própria Agemcamp  contribuiu com a estruturação dos órgãos locais de Defesa Civil da RMC, com o apoio financeiro a projetos encaminhados pelos municípios.</p>
<p>Uma das medidas tomadas na Região Metropolitana de Campinas, decorrente da integração proporcionada pela Câmara Temática, foi a instalação de uma rede de estações meteorológicas em todos os 20 municípios, em parceria com o Instituto Agronômico (IAC).</p>
<p>O diretor Sidnei Fernandes nota que outras regiões do estado de São Paulo depois aderiram em massa, como a Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Região Metropolitana da Baixada Santista e Aglomerados Urbanos de Jundiaí e Bragança Paulista. O estado de São Paulo, inclusive, encerrou 2014 como estado modelo pela UNISDR.</p>
<p>Da mesma forma, Campinas é município modelo no Brasil, ao lado de Belo Horizonte. &#8220;Isto porque esses municípios já atenderam a todos os indicadores estabelecidos pelas Nações Unidas&#8221;, nota Fernandes. Uma ação de destaque de Campinas, entre outras tomadas, assinala Sidnei, foi a remoção de milhares de moradores de áreas de risco, como os da rua Moscou, localizada no Parque São Quirino, ao lado do ribeirão Anhumas e que todo ano sofria com as enchentes nos períodos chuvosos.</p>
<p>Em 2005 foi estabelecido o Marco de Ação de Hyogo (Japão), pelo qual 168 países se comprometeram a adotar medidas para reduzir o risco de desastres até 2015. Neste ano será então realizada a Conferência Mundial de Redução de Desastres, entre 14 e 18 de março, em Sendai, no Japão. Será o momento de balanço do que já foi alcançado e de definição de novas medidas para avançar na redução de riscos de desastres em escala mundial, sob a bandeira do Desenvolvimento Sustentável, combate às Mudanças Climáticas e Resiliência. Sendai foi escolhida porque é uma das cidades japonesas mais atingidas pelo tsunami de março de 2011 e que já está praticamente reconstruída.</p>
<p>A construção de Cidades Resilientes envolve 10 providências obrigatórias e cinco delas estão relacionadas a pontos do Marco de Ação de Hyogo: Garantir que a redução do risco de desastres seja uma prioridade; Alerta precoce aos eventos extremos; Desenvolver a compreensão e conscientização; Compreender e reduzir os fatores de risco; e Fortalecer a efetividade da resposta.</p>
<div id="attachment_1972" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/141210_062s1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1972" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/141210_062s1800-1024x680.jpg" alt="Ester Viana: Câmara Temática de Defesa Civil da RMC integra as ações regionais (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ester Viana: Câmara Temática de Defesa Civil da RMC integra as ações regionais (Foto Martinho Caires)</p></div>
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		<title>Defesa Civil de Campinas redobra alerta com fortes chuvas e usa sistema projetado pelo INPE</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 21:57:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nas últimas 72 horas, até as 19h30 desta terça-feira, 23 de dezembro, choveu 181 milímetros na estação meteorológica da Unicamp. Até o diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidney Furtado Fernandes, um experimentado profissional em momentos de alto risco, ficou impressionado com o volume das precipitações em tão pouco tempo. E também muito preocupado com ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas 72 horas, até as 19h30 desta terça-feira, 23 de dezembro, choveu 181 milímetros na estação meteorológica da Unicamp. Até o diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidney Furtado Fernandes, um experimentado profissional em momentos de alto risco, ficou impressionado com o volume das precipitações em tão pouco tempo. E também muito preocupado com o que ainda pode vir pela frente. &#8220;O Verão promete&#8221;, afirma o diretor, com base nas projeções climatológicas para a estação que começou, às 21 horas de domingo, dia 21, com a chegada das chuvas tão esperadas após a longa estiagem de 2014, mas que, por outro lado, também provocam inquietação, por exemplo em termos da saúde pública.</p>
<p>A Defesa Civil de Campinas está em estado de alerta desde esta segunda-feira. E as atenções estarão redobradas até pelo menos sexta-feira, dia 26, quando a situação climatológica tende a amenizar, segundo as previsões. Mas de fato a atenção continuará, durante toda a vigência da Operação Verão. Uma das preocupações é com o provável efeito das chuvas na saúde pública, como em termos da prevenção e combate à dengue.</p>
<p>Uma Sala de Situação foi montada pela Prefeitura para agir na prevenção e combate à dengue e também à Febre Chikungunya, transmitida pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Campinas passou por uma epidemia histórica de dengue no início de 2014, com mais de 40 mil casos.</p>
<p>A Defesa Civil integra a Sala de Situação e colocou à disposição dos demais órgãos públicos um sistema projetado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O sistema automatiza as estações climatológicas, pluviométricas e outras, e fornece dados online, de acordo com vários parâmetros, emitindo sinais de alerta quando ocorrem situações como a dos últimos dois dias, com chuvas chegando próximo à média histórica de dezembro para Campinas, de 204 milímetros.</p>
<p>Alagamentos em alguns pontos e quedas de árvores, como duas no Centro de Convivência, foram algumas consequências das chuvas dos últimos dias em Campinas.</p>
<p><strong>Alerta na região de Campinas</strong> &#8211; Sidney Fernandes também coordena a Defesa Civil da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Ele diz que todos os 20 municípios da RMC foram alertados nesta segunda-feira, 22, sobre a possibilidade de fortes chuvas, em função dos boletins que a Defesa Civil recebeu.</p>
<p>E as previsões de fortes chuvas foram confirmadas. Santa Bárbara D´Oeste registrou 159,4 mm de chuvas até a tarde desta terça. Chuvas fortes em toda a RMC, com cenário especialmente preocupante em Sumaré, atravessado pelo Ribeirão Quilombo, que sempre recebe grande volume das águas de chuvas a montante, por exemplo de Campinas.</p>
<p>O monitoramento vai continuar. Imagens de satélite desta terça mostram nuvens carregadas na Região Sudeste e a aproximação de uma frente fria. Depois de um prolongado período de seca, a volta das chuvas, trazendo novos desafios.<strong> (Por José Pedro Martins) </strong></p>
<div id="attachment_1787" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Árvores-073.jpg"><img class="size-large wp-image-1787" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Árvores-073-1024x768.jpg" alt="Outra árvore que caiu no Centro de Convivência após as fortes chuvas do início do Verão em Campinas" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Outra árvore que caiu no Centro de Convivência após as fortes chuvas do início do Verão em Campinas</p></div>
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		<title>Defesa Civil de Campinas fez capacitação no Nordeste para enfrentar estiagem intensa</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 21:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Defesa Civil de Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[Representantes da Defesa Civil de Campinas estiveram participando de capacitações no Nordeste, onde adquiriram maiores conhecimentos sobre como enfrentar situações de seca ou estiagem intensa. A experiência da Defesa Civil campineira foi apresentada na manhã desta terça-feira, 14 de outubro, no Centro de Convenções da Unicamp, na abertura do Fórum Sociedade e Desenvolvimento: Defesa Civil e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes da Defesa Civil de Campinas estiveram participando de capacitações no Nordeste, onde adquiriram maiores conhecimentos sobre como enfrentar situações de seca ou estiagem intensa. A experiência da Defesa Civil campineira foi apresentada na manhã desta terça-feira, 14 de outubro, no Centro de Convenções da Unicamp, na abertura do Fórum Sociedade e Desenvolvimento: Defesa Civil e Cidades Engajadas. Na segunda-feira, a Defesa Civil havia decretado estado de emergência em Campinas, em função da baixa umidade relativa do ar, de menos de 12%, registrada em meio à grave crise hídrica em São Paulo. Hoje foi mantido o estado de alerta, com a umidade chegando a 16,6% e a mais alta temperatura do ano na cidade, de 37,8<span style="font-family: Verdana; font-size: small;">ºC</span>.</p>
<p>A participação de membros da Defesa Civil em operações ligadas a seca e estiagem no Nordeste é um exemplo de como a organização tem destinado muitos esforços em ações e campanhas de prevenção e à sua própria capacitação. O  próprio diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado Fernandes, acompanhou pessoalmente o trabalho da sala de situação montada em Salvador, para monitorar situações de estiagem e seca que levaram à decretação de estados de emergência em calamidade em dezenas de cidades da Bahia. Outro profissional campineiro participou de monitoramento semelhante em Sergipe.</p>
<p>Segundo Sidnei Fernandes, a situação de Campinas e de toda a região é preocupante, em função da estiagem intensa, por exemplo em razão de possíveis queimadas. Entretanto, observa que também há preocupação, em situações como a atual, com a entrada de frentes frias, provocando eventos climáticos que podem levar a muitos danos.</p>
<div id="attachment_650" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/DefesaCivilPalestra_0051.jpg"><img class="size-large wp-image-650" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/DefesaCivilPalestra_0051-1024x682.jpg" alt="Fórum discutiu conceito de cidades resilientes" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Fórum discutiu conceito de cidades resilientes</p></div>
<p>Exatamente em razão do trabalho da Defesa Civil, Campinas foi escolhida para ser a primeira cidade brasileira  a receber das Nações Unidas o certificado de cidade modelo em ações de construção de resiliência frente a situações de riscos e desastres. O diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado Fernandes, foi inclusive nomeado como o promotor no Brasil da Campanha Construindo Cidades Resilientes, das Nações Unidas.</p>
<p>A Campanha tem alcançado grandes resultados no Brasil, país que tem o maior número (282) de Cidades Resilientes certificadas, vindo a Áustria em segundo  lugar e o Líbano em terceiro, com 280 e 254, respectivamente. Para que a cidade seja considerada resiliente, o poder público precisa assumir uma série de compromissos. São consideradas resilientes as cidades que têm capacidade de resistir, absorver e se recuperar de forma eficiente dos efeitos de desastres e, de maneira organizada, assim como prevenir a perda de vidas e bens.</p>
<p>A Defesa Civil de Campinas tem disseminado a sua tecnologia em várias partes do Brasil. Profissionais campineiros participaram, por exemplo, das operações de salvamento em Santa Catarina, após os eventos climáticos extremos entre 2008 e 2009. Em Campinas, o órgão mantém quatro equipes que trabalham de forma permanente, e que estão capacitadas para atender todo tipo de ocorrência.  Os cursos de formação de agentes de Defesa Civil, promovidos por Campinas, sempre são disputados por candidatos de vários estados.</p>
<p>O trabalho da Defesa Civil campineira foi apresentado pelo engenheiro Gerson Agata, no Fórum realizado na Unicamp. O conceito de Cidades Resilientes foi um dos destaques do Fórum, que teve a participação de Jorge Chediek, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).</p>
<div id="attachment_651" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/DefesaCivilPalestra_0062.jpg"><img class="size-large wp-image-651" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/DefesaCivilPalestra_0062-1024x682.jpg" alt="Sidnei Furtado Fernandes, diretor da Defesa Civil de Campinas e promotor no Brasil da Campanha Construindo Cidades Resilientes, da ONU " width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Sidnei Furtado Fernandes, diretor da Defesa Civil de Campinas e promotor no Brasil da Campanha Construindo Cidades Resilientes, da ONU</p></div>
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		<title>Seca leva à decretação de estado de emergência em Campinas e dezenas de cidades: MG é líder em casos</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 21:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil]]></category>

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		<description><![CDATA[Na tarde desta segunda-feira, 13 de outubro, foi decretado o estado de emergência em Campinas pela Defesa Civil. A medida foi tomada no momento em que os termômetros atingiram a temperatura acima de 36ºC e umidade relativa do ar de 11,9%.Várias cidades brasileiras também já decretaram estado de emergência em função da forte estiagem prolongada ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="cke_pastebin" style="margin: 0px; padding: 0px; text-transform: none; line-height: 16px; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #636363; font-size: 11.3pt;">Na tarde desta segunda-feira, 13 de outubro, foi decretado o estado de emergência em Campinas pela Defesa Civil. A medida foi tomada no momento em que os termômetros atingiram a temperatura acima de 36ºC e umidade relativa do ar de 11,9%.Várias cidades brasileiras também já decretaram estado de emergência em função da forte estiagem prolongada e que já está provocando uma grave crise no abastecimento de água em diversas regiões.   </span></span></div>
<div id="cke_pastebin" style="margin: 0px; padding: 0px; text-transform: none; line-height: 16px; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #636363; font-size: 11.3pt;">A Defesa Civil de Campinas explica que a combinação calor e baixa umidade, aliada à falta de chuva, contribui para que a sensação térmica seja ainda maior. O final de semana foi um dos mais quentes do ano, quando a máxima registrada foi de 36,7ºC na cidade.</span></span></div>
<div style="margin: 0px; padding: 0px; text-transform: none; line-height: 16px; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #636363; font-size: 11.3pt;">Em função do aumento da temperatura e dos baixos índices de umidade relativa do ar, sentidos em Campinas nos últimos dias, o Hospital Municipal Dr. Mario Gatti vem registrando um aumento na procura por atendimento em torno de 15% a 20% diariamente.</span></span></div>
<div id="cke_pastebin" style="margin: 0px; padding: 0px; text-transform: none; line-height: 16px; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #636363; font-size: 11.3pt;">Em todo Brasil, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil já registrou 1979 reconhecimentos em todo Brasil neste ano, em 1819 municípios, sendo 1960 de situações de emergência e 19 de calamidade pública. O estado com maior número de reconhecimentos no ano até o momento é Minas Gerais, onde foram reconhecidas 261 situações de emergência, 143 das quais por motivo de seca ou estiagem. </span></span></div>
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