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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Doença de Parkinson</title>
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		<title>Associação Campinas Parkinson quer tratamento igual pela legislação da aposentadoria</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 22:53:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Associação Campinas Parkinson (ACP), Omar Abel Rodrigues, e o assessor jurídico da entidade, advogado Pedro Quagliato, participam nesta quinta-feira, 27 de agosto, em Brasília, às 9h30, de reunião com deputados federais e senadores, em que será reivindicada a alteração na legislação que rege a aposentadoria por invalidez. A Lei 8213, de 24 de julho de 1991, que trata dos benefícios da Previdência Social, dispõe em seu artigo 45 que o valor da aposentadoria por invalidez do segurado que necessitar de assistência permanente de outra pessoa será acrescido de 25%. Não têm direito ao mesmo benefícios aqueles que se aposentaram por tempo de serviço ou por idade e a doença de Parkinson ou outras síndromes se manifestaram após essa aposentadoria.</p>
<p>“Consideramos isso como absurdo e algo inaceitável. Que culpa tem essa pessoa de ter sido acometida pela doença após a aposentadoria? A doença é a mesma e pode ser, além de Parkinson, Alzheimer ou Esclerose Múltipla, todas degenerativas”, explica o presidente da Associação Campinas Parkinson, Omar Abel Rodrigues.</p>
<p>O dirigente espera que o pleito seja atendido. Desde 2011 os parkinsonianos estão lutando pela mudança na legislação, de modo que haja equidade e que os acometidos pela doença após a aposentadoria também tenham direito aos 25% de acréscimo.</p>
<p>Omar Rodrigues afirma que os parkinsonianos ainda enfrentam muitos obstáculos e preconceitos, e que esse cenário precisa ser modificado no contexto de uma sociedade de fato inclusiva. &#8220;Alguns parkinsonianos têm até vergonha de sair de casa por causa do preconceito. Esse preconceito acontece por causa dos sintomas da doença. Em casos mais sérios a pessoa pode cair&#8221;, diz o presidente da Associação Campinas Parkinson.</p>
<p>Ele conta que  foi diagnosticado há 16 anos com a doença de Parkinson. Omar relata que, no início, &#8220;foi um choque, parecia uma cacetada na cabeça&#8221;. Mas aos poucos foi se adaptando ao diagnóstico e hoje ele luta por melhores condições de vida para os portadores da doença de Parkinson, provocada pela deficiência de dopamina.</p>
<p>A doença não tem cura ainda, lamenta Omar Rodrigues, mas ele observa que já existe uma gama de medicamentos para regular a ação da dopamina. Entretanto, alguns desses medicamentos têm efeitos colaterais importantes.</p>
<p>Em síntese, segundo Rodrigues, o acréscimo de 25% na aposentadoria, beneficiando os portadores da doença de Parkinson, pode representar um salto importante para a qualidade de vida. As estimativas são de que 0,1% da população tem a doença, cuja incidência nas faixas mais jovens da população tem aumentado nos últimos anos.</p>
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		<title>No Dia Mundial da Doença de Parkinson, entidade de Campinas promove palestra</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2015 16:58:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Doença de Parkinson, lembrado neste dia 11 de abril, sábado, a <em>Associação Campinas Parkinson (ACP)</em> promove evento gratuito e aberto à população, das 9h30 às 12 horas, abordando a cirurgia nos casos dessa doença e seus  múltiplos aspectos.  O evento, que será realizado no auditório da IMA (Informática de Municípios Associados), será aberto pelo Secretário Municipal de Saúde, Cármino Antônio de Souza. Em seguida, a médica Elizabeth Quagliato fala sobre a história  de  fundação da Associação Campinas Parkinson (ACP), seguindo-se a apresentação da ACP, pelo seu presidente, Omar Abel Rodrigues.</p>
<p>O tema &#8220;A Cirurgia na Doença de Parkinson&#8221; será apresentado pela médica e professora Alessandra Gorgulho, neurocirurgiã e chefe clínica  e científica do HCor Neurociência de São Paulo. &#8220;Os Aspectos Práticos e Burocráticos Para a Realização da Cirurgia do Portador de Parkinson&#8221; serão apresentados, por sua vez, pelas médicas Anelyssa Cisne D’Abreu &#8211; neurologista-clínica da Unicamp, responsável pelo ambulatório de distúrbios do movimento e Juliana Zuiani &#8211; neurocirurgiã da Unicamp, responsável pela neurocirurgia funcional para a Doença de Parkinson.</p>
<p>O Dia Mundial da Doença de Parkinson,  a 11 de abril de cada ano, faz referência ao nascimento de James Parkinson, médico inglês, que descreveu a doença em 1817. Hoje, estima-se que mais de  400 mil brasileiros tenham Parkinson. Os principais sintomas são: tremor de repouso, rigidez muscular, lentidão dos movimentos e alteração no equilíbrio.</p>
<p>Como a doença é progressiva e degenerativa, o paciente deve procurar suporte médico para realizar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. Por isso, o Dia Mundial da Doença de Parkinson é uma data propícia para a conscientização da sociedade.</p>
<p>O Auditório da IMA (Informática de Municípios Associados), onde será realizado o evento deste sábado, fica na rua Bernardo de Souza Campos, 42, Praça Dom Barreto, ao lado da Sanasa, na Av. da Saudade, bairro Ponte Preta, em Campinas. Haverá estacionamento no local para participantes. Confirmações de presenças: <a href="http://mail.uol.com.br/compose?to=acpcampinas@yahoo.com.br">acpcampinas@yahoo.com.br</a> ou pelos fones (19) 9-9602-0408 / 9-9792-6233.</p>
<p>O evento da Associação Campinas Parkinson tem patrocínio da Fórmula &amp; Cia Farmácia de Manipulação e apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, Unicamp, HCor Hospital do Coração e WPrint Gráfica Digital.</p>
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		<title>Palestra em Campinas no dia 21 aborda a sexualidade na Doença de Parkinson</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 20:55:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um tabu que continua representando um grande desafio para a sociedade brasileira.  A Sexualidade no Parkinson é o tema de uma palestra gratuita neste sábado, 21 de março, a partir das 14h30, no Salão Social da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Jardim Nova Europa, em Campinas (rua Maestro Jaime Lopes Diniz, 235). A palestra ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um tabu que continua representando um grande desafio para a sociedade brasileira.  A Sexualidade no Parkinson é o tema de uma palestra gratuita neste sábado, 21 de março, a partir das 14h30, no Salão Social da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Jardim Nova Europa, em Campinas (rua Maestro Jaime Lopes Diniz, 235). A palestra será ministrada pela médica neurologista Elisabeth Quagliato, considerada uma das maiores especialistas em Parkinson no Brasil. Maiores informações sobre a palestra: (19) 99602.0408.</p>
<p>A promoção é da Associação Campinas Parkinson (ACP), cujo presidente, Omar Abel Rodrigues, destaca a relevância de tratar de um tema considerado tabu. &#8220;É muito importante que essa questão seja discutida pelos portadores da doença e seus familiares&#8221;, observa.</p>
<p>A Associação promove encontros mensais gratuitos para apresentar e discutir assuntos importantes para os portadores da Doença de Parkinson. Nesses encontros os participantes, além de ampliar seus conhecimentos na esfera médica e em outros campos, também têm a oportunidade de se confraternizar no final.</p>
<p>A missão da ACP é divulgar a Doença de Parkinson, utilizando todos os meios de comunicação possíveis, e acolher os envolvidos com a enfermidade.</p>
<p>Como explica a ACP, a Doença de Parkinson, enfermidade descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson,  é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas).</p>
<p>A dopamina, continua a ACP, com informações da Academia Brasileira de Neurologia, ajuda na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática, ou seja, o ser humano não precisa pensar em cada movimento que seus músculos realizam, graças à presença dessa substância no cérebro. Na falta dela, particularmente numa pequena região encefálica chamada substância negra, o controle motor do indivíduo é perdido, ocasionando sinais e sintomas característicos.</p>
<p>O quadro clínico basicamente é composto de quatro sinais principais: tremores; acinesia ou bradicinesia (lentidão e diminuição dos movimentos voluntários); rigidez (enrijecimento dos músculos, principalmente no nível das articulações); instabilidade postural (dificuldades relacionadas ao equilíbrio, com quedas freqüentes). Para o diagnóstico, observa a Associação Campinas Parkinson, não é necessário entretanto que todos os elementos estejam presentes, bastando dois dos três primeiros itens citados.</p>
<p>A Doença de Parkinson, destaca a Associação, costuma instalar-se de forma lenta e progressiva, em geral em torno dos 60 anos de idade, embora 10% dos casos ocorram antes dos 40 anos (parkinsonismo de início precoce) e até em menores de 21 anos (parkinsonismo juvenil). Ela afeta ambos os sexos e todas as raças. Os sintomas aparecem inicialmente só de um lado do corpo e o paciente normalmente se queixa que “um lado não consegue acompanhar o outro”. O tremor é caracteristicamente presente durante o repouso, melhorando quando o paciente move o membro afetado.</p>
<p>A Doença de Parkinson, completa a ACP, é tratável e geralmente seus sinais e sintomas respondem de forma satisfatória às medicações existentes. Esses medicamentos, entretanto, são sintomáticos, ou seja, eles repõem parcialmente a dopamina que está faltando e, desse modo, melhoram os sintomas da doença. Devem, portanto, ser usados por toda a vida da pessoa que apresenta tal enfermidade, ou até que surjam tratamentos mais eficazes.</p>
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