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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Economia em Campinas</title>
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		<title>Campinas atrai R$ 7,6 bilhões de investimentos em três anos, mas déficit na balança comercial é de US$ 7,36 bilhões</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 20:41:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Nova Economia]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 2013 e 2015, foram anunciados investimentos para Campinas, em vários setores de atividade, somando R$ 7,6 bilhões, um dos mais altos valores para um município em todo país. No mesmo período, porém, a balança comercial de Campinas somou um déficit de 7,36 bilhões, mas de dólares, número que confirma como a cidade é um microcosmo da economia brasileira, muito dependente da volatilidade da economia internacional. Os números foram anunciados nesta quarta-feira, 2 de março, pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo (SMDES), e confirmaram a vocação tecnológica da cidade e região metropolitana. Os Tigres Asiáticos representam cada vez mais um peso pesado na balança comercial campineira.</p>
<p>Em termos individuais, o maior investimento anunciado para Campinas no período foi o de R$ 1,18 bilhão para a construção do Acelerador Sirius, projeto do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que gerencia o atual Laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS).  Com a previsão de início de funcionamento em 2018, o Sírius será um dos dois complexos de fontes de luz síncroton de quarta geração do planeta – a outra está em construção na Universidade de Lund, na Suécia. Grande parte dos recursos para o Sirius será destinada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), como já informou a Agência Social de Notícias (<a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/1739">aqui</a>).</p>
<p>O setor de tecnologia representa, de fato, uma área que continua muito dinâmica em Campinas, apesar do cenário econômico nacional e internacional adverso. Ao lado da indústria, o segmento representa outros R$ 2,3 bilhões anunciados para Campinas nos últimos três anos. Mais R$ 2 bilhões foram anunciados em investimentos em hotelaria, R$ 1,27 bilhões em logística e R$ 880 milhões por outros setores.</p>
<p>Mas se a região continua atraente para investimentos em algumas áreas, a sua principal cidade também sente o reflexo da economia global e um dos sinais é a balança comercial negativa em US$ 7,36 bilhões nos últimos três anos, e de US$ 10 bilhões nos últimos quatro anos, computando os valores de exportação e importação desde Campinas, segundo também informou a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo, no &#8220;Resumo Macroeconômico da Cidade de Campinas 2015&#8243;.</p>
<p>Conforme o documento, os principais destinos de exportação desde Campinas em 2015 foram os Estados Unidos (16,25%), Argentina (13,32%), México (9,46%), Alemanha (9,15%), Chile (4,24%) e China (3,58%). A mesma China representou, por outro lado, a principal origem das importações por Campinas em 2015, com 20,34%, ultrapassando os Estados Unidos, que somaram 18,93%. As outras principais origens das importações por Campinas no ano passado foram Vietnã (12,63%), Coreia do Sul (9,81%), Alemanha (8,17%), Malásia (3,27%) e Japão (3,22%).</p>
<p>&#8220;O principal destaque é o fato de que a pauta exportadora de Campinas &#8211; formada por medicamentos, combustíveis e motores como destaques- tem maior valor agregado que a pauta exportadora nacional, em que commodities como soja, óleos brutos de petróleo e minérios de ferro são os principais produtos&#8221;, afirma o Resumo Macroeconômico, produzido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo, em parceria com Secretaria Municipal de Finanças, Secretaria Municipal de Urbanismo e Sanasa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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