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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Educação Ambiental</title>
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		<title>Lygia Eluf pinta chão e céu dos “Caminhos de Joaquim” e abre exposição com poesia, música e dança</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 00:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>A ideia começou com uma caminhada. “Eu saía para caminhar todos os dias na trilha”, narra a artista plástica Lygia Eluf, professora da Unicamp que mora há quatro anos em Joaquim Egídeo, Área de Proteção Ambiental (APA) e distrito de Campinas. “Percebi que o chão de terra era cor-de-rosa, depois notei que havia variações e comecei a desenhar o chão.” Durante uma viagem, quando estava fora do seu habitat cercado pela natureza, a artista desviou o olhar para o céu e encontrou o caminho que procurava, produzindo 180 desenhos em pastel, de chão e céu, dos quais 30 foram expostos em São Paulo na Galeria Gravura Brasileira, e onze compõem a exposição “Caminhos de Joaquim”, que será aberta ao público em megaevento no dia 17 de setembro, quinta-feira, a partir das 17h, no A Cabrita Café de Joaquim Egídeo.</p>
<div id="attachment_4587" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_048.jpg"><img class="size-large wp-image-4587" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_048-1024x680.jpg" alt="A artista plástica Lygia Eluf produziu a série de desenhos abstratos em pastel a partir da observação que fez em suas caminhadas na trilha de Joaquim Egídeo, onde mora há quatro anos: &quot;Eles não reproduzem a imagem, mas a sensação”   (Foto: Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A artista plástica Lygia Eluf produziu a série de desenhos abstratos em pastel a partir da observação da trilha em suas caminhadas em Joaquim Egídeo, onde mora: &#8220;Eles não reproduzem a imagem, mas a sensação” (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p>Organizado pelas curadoras Ligia Testa, Flávia Pupo Nogueira e Heloisa Cavaleri, o evento reunirá música, dança, poesia e literatura numa só noite. Um verdadeiro Sarau Multissensorial, como definem as curadoras. O projeto foi concebido por Flávia Pupo Nogueira, filha da curadora Lígia Testa e amiga e vizinha da artista Lygia Eluf.</p>
<p>Além da vernissage, acontece no A Cabrita Café o lançamento do livro “República de Campinas”, de José Pedro Soares Martins e Martinho Caires (leia matéria no site da Agência Social de Notícias-ASN); a declamação de poemas de Manoel de Barros por Lisa França, artista e professora de Artes; e a apresentação do duo Katia Kato (oboé) e Zuza Rodrigues (violão), entre outras atrações.</p>
<div id="attachment_4588" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_041.jpg"><img class="size-large wp-image-4588" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_041-1024x680.jpg" alt="A advogada, curadora e idealizadora da exposição &quot;Caminhos de Joaquim - Toda criança é um artista&quot;, Flávia Pupo Nogueira, acredita que para amar e cuidar é preciso estabelecer uma relação com o ambiente  (Foto: Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A advogada, curadora e idealizadora da exposição &#8220;Caminhos de Joaquim &#8211; Toda criança é um artista&#8221;, Flávia Pupo Nogueira, acredita que para amar e cuidar é preciso estabelecer uma relação com o ambiente (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Para a comunidade</strong></p>
<p>“Eu queria que o pessoal (do distrito) também visse, e comecei a chamar o verdureiro, o jardineiro, os vizinhos”, lembra Lygia sobre suas primeiras pinturas dos caminhos que percorria. Quando mostrou à comunidade, pretendia saber se eles reconheceriam o chão das trilhas de Joaquim. As reações foram diversas, porque os desenhos são abstratos, “não reproduzem a imagem, mas a sensação”, descreve a artista. Foi também juntando os olhares que produziu a série de desenhos. A exposição, aberta até 17 de outubro, reúne nove desenhos de chão e dois com a trilha inteira, céu e chão.</p>
<p>Conversando com a vizinha e amiga Flávia Pupo Nogueira, Lygia Eluf também foi despertada para um trabalho com as crianças, muitas delas já frequentadoras de sua casa, como os seus netos e os filhos da amiga Flávia. “Toda criança é um artista”, dispara Lygia, que é também vencedora de um Prêmio Jabuti de 2009. “Fazia muito tempo que eu não trabalhava com crianças. Na universidade a tendência é ficar mais racional ou mental, porque você precisa explicar e analisar tudo”, afirma Lygia, professora da Unicamp há 35 anos.</p>
<p><strong>O olhar da criança</strong></p>
<p>Assim começou o projeto de educação ambiental com o mesmo nome, “Caminhos de Joaquim – Toda criança é um artista”. “De algum modo, isso transforma o olhar dessas crianças. Elas podem não ter contato permanente com a arte, mas com certeza vão olhar de forma diferente no futuro, porque vão lembrar. Se conseguirmos despertar essa sensibilidade da pessoa, já valeu”, diz Lygia.</p>
<div id="attachment_4589" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_019.jpg"><img class="size-large wp-image-4589" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_019-1024x680.jpg" alt="A artista e professora Lygia Eluf percorreu a trilha de Joaquim com as crianças, chamando a atenção para as nuances das cores no chão, os raios de luz nas árvores, os reflexos no Ribeirão das Cabras; depois cada uma fez seu desenho (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A artista e professora Lygia Eluf percorreu a trilha de Joaquim com as crianças, destacando as nuances das cores no chão, os raios de luz nas árvores, os reflexos no Ribeirão das Cabras; depois cada uma fez seu desenho (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p>Além da curadora Flávia e da artista Lygia, também participou da concepção do projeto com as crianças a proprietária do A Cabrita Café, Ana Beatriz Ogg, que inaugurou o café e restaurante recentemente, com uma proposta de consciência ambiental, integrando alimentação saudável com sustentabilidade e arte. Ela trabalha com alimento orgânico, a maior parte dele produzido no próprio distrito, uma das propostas Assuma (Associação para Sustentabilidade e Meio Ambiente de Joaquim Egídeo), com a qual o Café tem parceria. Sandra Marques também participou da execução do projeto “Caminhos de Joaquim” e de outros realizados pela Assuma na comunidade, onde ela nasceu e cresceu e onde vive toda a sua família.</p>
<div id="attachment_4590" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_003.jpg"><img class="size-large wp-image-4590" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_003-1024x680.jpg" alt="Ana Beatriz Ogg, do A Cabrita Café, também participou da execução do projeto e promove em seu espaço as exposições; café e restaurante utiliza alimento orgânico, a maior parte produzido no distrito  (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Beatriz Ogg, do A Cabrita Café, também participou da execução do projeto e promove em seu espaço as exposições; café e restaurante utiliza alimento orgânico, a maior parte produzido no distrito (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Educação ambiental</strong></p>
<p>“O objetivo do projeto é motivar as crianças a se relacionarem melhor com o ambiente em que vivem, passando a amar e cuidar do lugar”, explica Flávia. Todas as crianças da comunidade local foram convidadas a percorrer os caminhos de Joaquim numa caminhada ao lado da artista Lygia Eluf, onde também ouviram a educadora ambiental e agrônoma Claudia Esmeriz Gusmão, que falou sobre a importância histórica e ambiental da região. “A trilha que conhecemos hoje foi a antiga linha do trem que depois virou a linha do bonde”, destaca Claudia.</p>
<p>No percurso, Lygia analisava o cenário com as crianças, nos detalhes das nuances de cores no chão, dos raios de luz através das copas das árvores, dos reflexos no Ribeirão das Cabras e das sementes e folhagens espalhadas pelo chão. Depois, de volta ao Café, cada uma produziu seus desenhos, que foram expostos no mesmo espaço A Cabrita Café (nome que faz homenagem à antiga Maria Fumaça que percorria o Ramal Férreo Campineiro, no início do século passado).</p>
<p><strong>Noite de apresentações</strong></p>
<p>Versos de Manoel de Barros, lançamento de livro, projeção de filmes, dança e música também vão preencher a noite da vernissage “Caminhos de Joaquim”. A música fica por conta do duo formado por Katia Kato (oboé) e Zuza Rodrigues (violão). Doutora em Música na pós da Unicamp, onde concluiu mestrado e bacharelado em Música, Katia Kato foi oboísta da Orquestra Sinfônica da Unicamp por 16 anos. É docente do curso de licenciatura em música da Faculdade Nazarena do Brasil e desenvolve atividade camerística como oboísta. Zuza Rodrigues é violonista com uma longa trajetória. O duo apresentará obras populares e eruditas, de jazz a bossa nova.</p>
<p><strong>                                                                      </strong></p>
<p><strong>Evento: Sarau Multissensorial &#8211; Vernissage “Caminhos de Joaquim” &#8211; Lançamento do livro “República de Campinas – Cenas da memória afetiva e política da cidade”</strong></p>
<p><strong>Data: 17.09.2015 – quinta-feira</strong></p>
<p><strong>Horas : das 17h às 23h</strong></p>
<p><strong>Local: A Cabrita Café &#8211; Rua Heitor Penteado, 1085 (rua principal de Joaquim Egídio) – Campinas &#8211; SP</strong></p>
<div id="attachment_4591" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_029.jpg"><img class="size-large wp-image-4591" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_029-1024x680.jpg" alt="Foto: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Martinho Caires</p></div>
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		<title>Educação ambiental não chega &#8220;ao cotidiano dos alunos&#8221;, diz especialista da Esalq</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 17:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[A atual crise hídrica, afetando a região mais populosa e rica do Brasil, e os desafios ditados pelo aquecimento global são a comprovação da urgência de uma educação ambiental cada vez sólida e transformadora de hábitos e pensamentos. Entretanto, a educação ambiental que vem sendo praticada no meio escolar ainda &#8220;não tem impacto no chão da escola, no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A atual crise hídrica, afetando a região mais populosa e rica do Brasil, e os desafios ditados pelo aquecimento global são a comprovação da urgência de uma educação ambiental cada vez sólida e transformadora de hábitos e pensamentos. Entretanto, a educação ambiental que vem sendo praticada no meio escolar ainda &#8220;não tem impacto no chão da escola, no cotidiano de alunos, professores e demais membros da comunidade escolar&#8221;. A advertência é um dos maiores especialistas em educação ambiental no Brasil, Marcos Sorrentino, professor do Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), de Piracicaba. Para ele, que espera a multiplicação dos Coletivos Educadores, a educação ambiental deve estar &#8220;ligada a um projeto de Nação&#8221;.</p>
<p>Sorrentino tem uma rica trajetória no setor, desde os primeiros passos da educação ambiental no país. Ele tem doutorado em Educação (1995) e pós-doutorado no Departamento de Psicologia Social da USP e no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB), onde também foi pesquisador colaborador. Entre abril de 2003 e junho de 2008, foi diretor de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, na gestão de Marina Silva. Entre outros prêmios, recebeu a Medalha Defesa Civil Nacional (ano 2013) pela Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional.</p>
<p>O especialista cita uma pesquisa do Ministério da Educação, indicando que 97,5% das escolas brasileiras relataram ter alguma modalidade de educação ambiental. Entretanto, na avaliação do professor da Esalq, apesar de alguns projetos isolados interessantes, de forma geral a educação ambiental praticada no meio escolar brasileiro ainda &#8220;não tem impacto no chão da escola, no cotidiano de alunos, professores e demais membros da comunidade escolar&#8221;.</p>
<p>Muitos projetos não têm continuidade, em outros casos as ações se limitam a eventos em datas cívicas ou semanas especiais. Projetos mais amplos, com um olhar mais estruturante dos desafios socioambientais, de fato transversais a várias disciplinas, &#8220;ainda são tímidos&#8221; na escola pública brasileira, entende Sorrentino.</p>
<p>Ele vê, porém, sinais promissores em algumas iniciativas, que podem repercutir na qualificação e ampliação do horizonte da educação ambiental praticada na escola pública. É o caso das Conferências Infantojuvenis pelo Meio Ambiente, que têm mobilizado um número cada vez maior de crianças e adolescentes e de escolas em todo país.</p>
<p>Outra ação muito promissora, destaca Sorrentino, é a experiência da Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade (Rejuma), que também tem promovido a mobilização e articulação de jovens de todo país sobre o tema. A Rejuma esteve muito ativa, por exemplo, nos processos relacionados à Conferência Rio+20, em junho de 2012, e à Copa do Mundo no Brasil, em 2014.</p>
<p>O professor da Esalq também cita o Programa Nacional de Escolas Sustentáveis (PNES), que pode representar um novo marco para a educação ambiental praticada na rede escolar pública brasileira.</p>
<p><strong>Projeto de Nação</strong> &#8211; Marcos Sorrentino entende que a educação ambiental deve estar essencialmente vinculada a &#8220;um projeto de Nação, de sociedade sustentável&#8221;. Para ele, não basta portanto que a escola pratique uma educação ambiental de fato, apesar de ser este um elemento fundamental para a construção da sociedade sustentável.</p>
<p>Na sua opinião, todo o município deve se tornar um educador ambiental, para a sustentabilidade, na medida em que &#8220;o aluno não aprende mais só na escola, ele aprende na rua, com os meios de comunicação, que também disseminam os seus valores&#8221;. Em resumo, a escola não será um território &#8220;para a educação ambiental transformadora, se todo o município onde o aluno vive não estiver voltado para sustentabilidade&#8221;.</p>
<p>Nesse sentido, destaca a relevância dos conceitos do Programa Municípios Educadores Sustentáveis, lançado pelo Ministério do Meio Ambiente quando ainda era o diretor de Educação Ambiental. O Programa foi levado como contribuição brasileira à Conferência Mundial de Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), realizada em Nagoya, Japão, de 10 a 12 de novembro de 2014.</p>
<p>O Programa Município Educador Sustentável visa apoiar a construção de municípios com foco na sustentabilidade, levando à formação de cidadãos que busquem soluções a questões sociais e ambientais locais através de processos educacionais. O enfoque educativo seria a forma de empoderar &#8220;os cidadãos e cidadãs, que passam a ser editores/educadores de conhecimento socioambiental, formando outros editores/educadores, e multiplicando-se sucessivamente, de modo que o município se transforme em educador para a sustentabilidade&#8221;, na definição oficial do Programa.</p>
<p>Esse Programa, salienta Marcos Sorrentino, um de seus idealizadores, tem interface com o Programa Coletivos Educadores, que tem o objetivo de estruturar uma rede de educadores ambientais populares a para trabalhar em todo o Brasil de modo permanente e com recursos necessários.</p>
<p>Os coletivos educadores, assinala o especialista, podem articular &#8220;pactos territoriais com escolas, organizações não-governamentais e poder público, visando um projeto de comunidade local sustentável&#8221;.</p>
<p>O Brasil já tem um Programa Nacional de Educação Ambiental, um dos frutos da  Lei 9.597/99 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, lembra Sorrentino. &#8220;Já existe o arcabouço legal, uma produção acadêmica intensa, o que falta é a capilarização da educação ambiental por meio de uma política pública&#8221;, comenta ele. Para o professor da Esalq, que contribuiu para muito do que o Brasil já construiu em educação ambiental, a implementação e multiplicação dos Coletivos Educadores e do Programa Município Educador Sustentável poderiam ser a plataforma para essa necessária e imperativa capilarização. A crise hídrica, os dilemas do aquecimento global e tantos outros desafios de ordem socioambiental demandam um avanço substantivo da educação ambiental praticada no país. <strong>(Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_2375" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/MarcosSorrentino_0194.jpg"><img class="size-large wp-image-2375" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/MarcosSorrentino_0194-1024x683.jpg" alt="Para o especialista da Esalq, a educação ambiental deve ser praticada no município como um todo" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Para o especialista da Esalq, a educação ambiental deve ser praticada no município como um todo</p></div>
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