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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Educação</title>
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		<title>Pingue-pongue: O estímulo ao estudo da matemática na escola e a independência tecnológica do País</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 21:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Independência tecnológica]]></category>
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		<category><![CDATA[Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão por matemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Ele ensina matemática pela internet e utiliza todos os recursos de linguagem e imagem possíveis que o aproximem do seu público, formado por jovens estudantes. Leo Akio Yokoyama é um apaixonado pelo ensino da matemática. Além de manter um canal de vídeos com aulas de matemática no YouTube, ele apresenta o programa ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Ele ensina matemática pela internet e utiliza todos os recursos de linguagem e imagem possíveis que o aproximem do seu público, formado por jovens estudantes. Leo Akio Yokoyama é um apaixonado pelo ensino da matemática. Além de manter um canal de vídeos com aulas de matemática no YouTube, ele apresenta o programa “<a href="http://professoresdematematica.com.br/mtp2.html">Matemática em toda parte II</a>”, do canal <a href="http://tvescola.mec.gov.br/tve/home">TV Escola</a>, do Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>Graduado pela Unicamp, com mestrado e doutorado na área de educação em matemática, Leo também dá aulas presenciais e não apenas no mundo digital. Ele é professor do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e dedica-se a formar professores dos anos iniciais.</p>
<p>Em todos os canais ele tenta mostrar outros caminhos para o entendimento da matemática, que vão muito além de decorar tabuadas e fórmulas. Segundo ele, metodologias tradicionais podem eliminar a curiosidade dos alunos. “O método tradicional de ensino de matemática sempre foi desestimulante.”</p>
<p>Em entrevista pingue-pongue (abaixo), Leo Akio fala sobre ensino de matemática e da importância dessa disciplina na formação geral do aluno. Para ele, por exemplo, a matemática tem um papel fundamental no desenvolvimento de um país: “desenvolver tecnologia nacional significa ser independente”, diz.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/matematica-Leo-Akio-univesp.jpg"><img class=" size-full wp-image-6886 alignleft" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/matematica-Leo-Akio-univesp.jpg" alt="matematica Leo Akio univesp" width="540" height="960" /></a></p>
<p><strong>Despertar o interesse pela matemática está se tornando mais fácil ou mais difícil no Brasil?</strong></p>
<p><strong>Leo Akio</strong> &#8211; O ideal seria consultar alguém de história do ensino de matemática no Brasil, mas eu acredito que a criança é sempre interessada. É o sistema de ensino que vai retirando essa curiosidade natural dela, infelizmente. O método tradicional de ensino de matemática sempre foi desestimulante e isso vem de muito tempo. Você deve se lembrar que teve que decorar a tabuada, os procedimentos de adição (“vai 1”), de subtração (“pede emprestado”), de multiplicação, de divisão etc. Isso faz com que a matemática se torne chata, muito chata! Quando o aluno chega à adolescência, lá pelo 6º ano do ensino fundamental, essa visão da matemática, que exige decorar os conteúdos, já está consolidada.</p>
<p><strong>Como despertar o interesse pela matemática nos jovens?</strong></p>
<p><strong>Leo Akio -</strong> Desde a educação infantil é necessário mostrar a matemática como algo que trabalha com o raciocínio lógico. Por exemplo, ensinar o que é um triângulo, um quadrilátero, sucessor, antecessor, número, numeral, algarismo, unidade, dezena, centena, número par, ímpar etc. Isso tudo é importante, mas não basta. Depois que o aluno entender esses conceitos, ele deve ser desafiado com jogos e por meio da resolução de problemas que estimulem o raciocínio. Com questões como: qual o resultado da soma de dois números ímpares? Por que você acha que o resultado é um número par? Será que isso acontece sempre? A soma de três números ímpares pode dar como resultado 10? Resposta: não! Por quê? E existem o que eu chamo de &#8220;matemágicas&#8221; que servem para intrigar os alunos. Exemplo:</p>
<p><a href="https://youtu.be/vO3h9LLwOIk">Que mágica é essa?! Os números e a invenção do computador</a></p>
<p><strong>Em sua opinião, qual a importância da divulgação científica e da popularização da matemática?</strong></p>
<p><strong>Leo Akio –</strong> Considero muito importantes. Um bom exemplo de popularização da matemática é o livro de ficção &#8220;<a href="http://pre.univesp.br/dica-de-leitura-o-homem-que-calculava#.Vw09xfkrIdU">O homem que calculava</a>&#8220;, de Malba Tahan. Quando eu era adolescente, tentava resolver os desafios propostos. Um dos objetivos do programa “Matemática em Toda Parte II” é justamente mostrar as aplicações da matemática no dia-a-dia e em diversas profissões (o programa <a href="http://professoresdematematica.com.br/mtp2.html">Matemática em toda parte II</a> é uma série de treze episódios que contextualiza o saber matemático nas diversas atividades cotidianas).</p>
<p><strong>É possível fazer com que o estudante enxergue as aplicações da matemática &#8211; da álgebra, ou trigonometria, por exemplo &#8211; na sua vida prática?</strong></p>
<p><strong>Leo Akio –</strong> Eu penso que sim, porém é importante destacar que, não é porque algo é útil que deve ser estudado e estar no currículo. Por exemplo, as séries de Fourier * são importantíssimas na área de música digital, mas nem por isso esse conteúdo é ensinado no ensino básico. Por outro lado, existem assuntos que aparentemente não têm aplicabilidade, mas são extremamente úteis para o desenvolvimento do raciocínio lógico e da argumentação. Por exemplo, entender que a quantidade de números pares é exatamente a mesma de números naturais. Ou que existem conjuntos de infinitos maiores que outros. Também acredito que educação financeira é assunto importantíssimo, que deveria estar no currículo.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLxxuPLq9LHx4zWjVpithVtKlAmgY5RhHo">https://www.youtube.com/playlist?list=PLxxuPLq9LHx4zWjVpithVtKlAmgY5RhHo</a></p>
<p><strong>Que tipo de benefício o Brasil pode ter se ampliar o número de estudiosos da matemática?</strong></p>
<p><strong>Leo Akio &#8211; </strong>O desenvolvimento do país depende das engenharias, de uma economia estável, das novas tecnologias, do avanço na ciência. Importar tecnologia custa muito caro para o Brasil. Se conseguíssemos desenvolver tecnologia nacional seria muito melhor porque isso nos daria independência. A matemática tem papel fundamental na formação dos profissionais que tem que estar à frente de projetos de inovação tecnológica.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/matematica-Leo-Akio-univesp-2.jpg"><img class="size-full wp-image-6887" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/matematica-Leo-Akio-univesp-2.jpg" alt="Graduado pela Unicamp, com mestrado e doutorado na área de educação em matemática, Leo Akio é professor do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)    Foto: Arquivo pessoal" width="960" height="720" /></a>Graduado pela Unicamp, com mestrado e doutorado na área de educação em matemática, Leo Akio é professor do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Foto: Arquivo pessoal</p>
<p><strong>Existem métodos ou recursos específicos que ajudem a fazer isso acontecer?</strong></p>
<p><strong>Leo Akio -</strong> Existem, claro. O problema é que as pesquisas na área de educação e ensino de matemática não chegam à sala de aula. Os educadores já produziram diversos materiais, recursos tecnológicos, metodologias específicas para melhorar o aprendizado de matemática. O que falta é melhorar a formação dos professores de matemática ainda na universidade. Além disso, o governo precisa oferecer formação continuada. Um exemplo positivo é o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), programa do governo federal voltado para professores dos 1º, 2º e 3º anos do ensino fundamental**.</p>
<p><strong>Como surgiu seu interesse pela matemática?</strong></p>
<p><strong>Leo Akio –</strong> Desde que eu era criança meu pai já me propunha desafios de raciocínio lógico. Eu sempre gostei de pensar sobre eles e tentar resolvê-los sozinho. Na escola eu tinha facilidade nas aulas de matemática e ajudava meus colegas. Mas foi na época de cursinho pré-vestibular que fiz um curso chamado &#8220;Matemática aplicada à vida&#8221;, do professor Aguinaldo Prandini Ricieri, que existe até hoje. Foi graças a ele que decidi fazer faculdade de matemática na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Desde então, sigo apaixonado pelo ensino e pela pesquisa em educação matemática!</p>
<p>*<strong> Séries de Fourier</strong>: Jean Baptiste Joseph Fourier (1768-1830) publicou em Teoria Analítica do Calor seus estudos pelos quais mostrou que qualquer função, por mais complicada que seja, pode ser decomposta como uma soma de senos e cossenos com amplitudes, fases e períodos escolhidos convenientemente.</p>
<p>**<strong>O </strong><strong>Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa</strong> é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental..</p>
<p><strong>Entrevista publicada na revista eletrônica Pré-Uninesp</strong></p>
<p><strong> (<a href="http://pre.univesp.br/a-matematica-que-esta-em-toda-parte-e-o-seu-papel#.Vx_XUfkrLIW" target="_blank">A matemática que está em toda parte e o seu papel</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Renato Janine defende o fim da desigualdade pela Educação e faz 1ª palestra da FEAC em 2016</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2016 23:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Campinas pela Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[FEAC]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Janine Ribeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Praticamente sem dissociar educação de política, Renato Janine Ribeiro fala do papel libertador da educação. “Educar é libertar. É dar à pessoa a chance de encontrar seu próprio caminho.” É a Educação, portanto, que expande as possibilidades da pessoa quando ela conhece o diferente e vai além do universo familiar. “Esse é ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Praticamente sem dissociar educação de política, Renato Janine Ribeiro fala do papel libertador da educação. “Educar é libertar. É dar à pessoa a chance de encontrar seu próprio caminho.” É a Educação, portanto, que expande as possibilidades da pessoa quando ela conhece o diferente e vai além do universo familiar. “Esse é o papel da escola.” O filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro abriu ontem, quinta feira (31/03), a série de encontros mensais de 2016 do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), promovido pela Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (FEAC).</p>
<p>“Assim como a Educação, a política é laboriosa. Não se mudam as coisas rapidamente”, disse Janine ao final da entrevista que ele concedeu antes da palestra “Os Direitos Humanos e a Educação”. Foram cerca de 50 minutos com a imprensa local, atendida logo depois que ele chegou de São Paulo, às 17h50. Nenhum sinal de cansaço e muita disposição para falar de direitos humanos, educação e política, que em sua interlocução estão profundamente imbricados. A Educação, tanto quanto a participação política, é também um dos direitos humanos da sociedade.</p>
<div id="attachment_6573" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-3.jpg"><img class="size-large wp-image-6573" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-3-1024x680.jpg" alt="Renato Janine Ribeiro abriu ontem a série de encontros mensais de 2016 do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), promovido pela Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (FEAC)       Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Renato Janine Ribeiro abriu ontem a série de encontros mensais de 2016 do Compromisso Campinas pela Educação (CCE), promovido pela Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (FEAC)        Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>País das desigualdades</strong></p>
<p>“A primeira coisa que precisamos ensinar é a igualdade. Este é um dos pontos essenciais nos direitos humanos: somos iguais”, disse Janine. Para o professor, vivemos 500 anos de história no Brasil em que “se trabalhou com afinco pela injustiça” e houve grande empenho na “exclusão de pobres e negros”.</p>
<p>O filósofo cita como exemplo uma situação de um brasileiro que viaja para a Europa e trata a todos com igualdade lá, mas quando está no Brasil trata diferente o atendente, ou o carregador de mala, por exemplo. “Como se fizesse questão de mostrar uma diferença, ou que ele vale mais que o outro.”</p>
<p>Janine acredita que as políticas públicas e os programas de educação voltados para o fim da desigualdade podem mudar esse cenário. “Tivemos avanços significativos nos últimos anos com programas como Pronatec, Prouni e Ciência sem Fronteira.” Questionado sobre a suspensão do Ciência sem Fronteira, ele é direto na resposta: “O que aconteceu com os programas? Foram afetados pela crise econômica. O dinheiro do MEC (Ministério da Educação) deixou de existir”, disse Janine, que foi Ministro de Estado da Educação, de 6 de abril a 5 de outubro de 2015.</p>
<p><strong>‘Educar é libertar’</strong></p>
<p>O professor defende que a sociedade tenha o retorno do profissional formado pelo ensino público. “Quem estudou no ensino público precisa ser grato à sociedade pelas vantagens que ela lhe proporcionou, porque os benefícios não caem do céu e uma pessoa que se forma numa universidade pública não consegue só por mérito próprio.” Segundo Janine, o estudante que privatiza o seu diploma, ou seja, que não retorna à sociedade o que recebeu, pode estar sendo antiético, sem ter noção disso.</p>
<div id="attachment_6574" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-2.jpg"><img class="size-large wp-image-6574" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/janine-2-1024x680.jpg" alt="Este ano, os Encontros Mensais da FEAC, no Compromisso Campinas pela Educação (CCE), irão abordar assuntos que estejam em consonância com o Planoos: Martinho Caires Municipal de Educação de Campinas (PME)    Fot" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os Encontros Mensais da FEAC, no Compromisso Campinas pela Educação (CCE) irão abordar assuntos que estejam em consonância com o Plano Municipal de Educação de Campinas      Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Ética</strong></p>
<p>Quando o assunto é ética, tema sobre o qual é autor de livros e professor na USP, Janine avisa que não é possível simplificar. “Saber o certo e o errado não é o mesmo que saber sobre ética. Isso é apenas lei. Se você faz o certo só porque é lei, você não é necessariamente ético. Para ser ético é preciso ter consciência. Assim como temos exemplos na história em que deixar de cumprir a lei, como ajudar a libertar os escravos, foi uma atitude ética.” Antígona, a tragédia grega de Sófocles, também costuma ser usada pelo professor como exemplo de ética sem o cumprimento da lei.</p>
<p>Renato Janine elaborou para a Unesco uma proposta de inclusão do estudo de ética nas escolas. “Há alunos que chegam ao ensino médio sem saber ou ouvir falar de ética.” Renato Janine consegue, por fim, relacionar ao tema central da educação todas as questões abordadas – direitos humanos, política, ética.</p>
<p><strong>Campinas</strong></p>
<p>Este ano, os Encontros Mensais da FEAC, no Compromisso Campinas pela Educação (CCE), irão abordar assuntos que estejam em consonância com o Plano Municipal de Educação de Campinas (PME). Os Planos de Educação constituem um marco fundamental que visa consolidar um sistema educacional capaz de concretizar o direito à educação em sua integralidade.</p>
<p>De acordo com o vice-presidente da FEAC, Luís Norberto Paschoal, em 2016 o desafio do CCE é ainda maior. &#8220;Queremos chegar mais perto do cidadão, para que haja mudança de fato na sociedade&#8221;, disse Paschoal.</p>
<p><strong>Encontro Mensal</strong></p>
<p>Com o objetivo de evidenciar e promover debates e reflexões sobre temas atuais e relevantes da área educacional, os Encontros Mensais do CCE já se tornaram referência para o público que prestigia o calendário de palestras voltadas ao tema e causa Educação. Educadores e demais interessados são presenças constantes nos Encontros, que são realizados geralmente na última quinta-feira de cada mês, a não ser em casos específicos. O evento é gratuito e aberto ao público.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Colóquio na Unicamp debate sobre o espaço da leitura e da escrita no mundo conectado</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2016 21:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[1° Encontro de Choro de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Professor]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira edição do ano dos Colóquios Unicamp Ano 50 acontece amanhã, dia 12 de março, das 8h30 às 13h, no Centro de Convenções da universidade. “Os espaços da leitura e da escrita: Desafios de um mundo conectado” será o tema da palestra da professora Maria Bernadete Abaurre. As inscrições gratuitas podem ser feitas amanhã ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira edição do ano dos Colóquios Unicamp Ano 50 acontece amanhã, dia 12 de março, das 8h30 às 13h, no Centro de Convenções da universidade. “Os espaços da leitura e da escrita: Desafios de um mundo conectado” será o tema da palestra da professora Maria Bernadete Abaurre. As inscrições gratuitas podem ser feitas amanhã no local ou pelo site <a href="http://www.50anos.unicamp.br/congressista">Unicamp ano 50</a>, ou ainda <a href="http://www.50anos.unicamp.br/congressista">deste endereço eletrônico</a>.</p>
<p>Voltado para professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, o Colóquio de amanhã abordará o relacionamento entre gerações diferentes em sala de aula. O primeiro colóquio aconteceu no dia 24 de outubro de 2015; e o segundo da série, dia 28 de novembro de 2015.</p>
<p>A série promove ao todo sete palestras, realizadas sempre aos sábados e proferidas por docentes da Unicamp, que discutirão de forma coloquial com professores do Ensino Fundamental e Médio. Programação inclui temas contemporâneos como “desafios de um mundo conectado”, “segurança alimentar”, “agricultura familiar”, “vírus e bactérias”, “cidades” e “origens do Brasil”.</p>
<p>Para Maria Bernadete, responsável pelo tema do terceiro colóquio, as pessoas não leem nem escrevem menos que antes. “As pessoas estão lendo e escrevendo coisas diferentes, como nas redes sociais.” Mas ela acha que há muitos estudantes hoje com dificuldades de elaborar um texto argumentativo. “E é aí que entra a figura do professor, para estimular outras práticas de leitura e escrita.”</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>12 de março, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos/15/os-espacos-da-leitura-e-da-escrita-desafios-de-um-mundo-conectado-profa-maria-bernadete-marques-abaurre"><em>Os espaços da leitura e da escrita: desafios de um mundo conectado</em></a> Palestrante: Professora Maria Bernadete Marques Abaurre Departamento de Linguística · Instituto de Estudos da Linguagem · IEL</p>
<p><strong>9 de abril, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos/16/politicas-publicas-e-seguranca-alimentar-prof-walter-belik"><em>Políticas Públicas e Segurança Alimentar</em></a> Palestrante: Professor Walter Belik Departamento de Política e História Econômica · Instituto de Economia · IE</p>
<p><strong>14 de maio, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F17%2Fpolitica-agr%25C3%25A1ria-e-agricultura-familiar-brasileira-prof%25C2%25AA-sonia-maria-pessoa-pereira-bergamasco&amp;h=eAQEh0I_O&amp;s=1">P<em>olítica agrária e agricultura familiar brasileira</em></a> Palestrante: Professora Sônia Maria Pessoa Pereira Bergamasco Faculdade de Engenharia Agrícola · FEAGRI</p>
<p><strong>18 de junho, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos/18/virus-e-bacterias-surpresas-no-nosso-cotidiano-profa-maria-silvia-viccari-gatti"><em>Vírus e bactérias: surpresas no nosso cotidiano</em></a> Palestrante: Professora Maria Silvia Viccari Gatti Departamento de Genética, Evolução e Bioagentes · Instituto de Biologia · IB</p>
<p><strong>13 de agosto, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F19%2Fa-%25C3%25A1gua-na-cidade-saud%25C3%25A1vel-salubre-e-sustent%25C3%25A1vel-profa-emilia-wanda-rutkowski&amp;h=oAQHQZs2A&amp;s=1"><em>A água na cidade saudável, salubre e sustentável</em></a> Palestrante: Professora Emilia Wanda Rutkowski Departamento de Saneamentto e Ambientes · Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo · FEC</p>
<p><strong>17 de setembro, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F20%2Fuma-avaliacao-critica-sobre-as-origens-do-brasil-profa-maria-stella-martins-bresciani&amp;h=vAQGSRgII&amp;s=1"><em>Uma avaliação crítica sobre as origens do Brasil</em></a> Palestrante: Professora Maria Stella Martins Bresciani Departamento de História · Instituto de Filosofia e Ciências Humanas · IFCH</p>
<p><strong>1 de outubro, sábado</strong> 8h30 às 13h <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.50anos.unicamp.br%2Feventos%2F21%2Funiversidade-e-sociedade-prof-alvaro-penteado-crosta&amp;h=BAQFUqlSf&amp;s=1"><em>Universidade e Sociedade</em></a> Palestrante: Professor Alvaro Penteado Crósta Departamento de Geologia e Recursos Naturais · Instituto de Geociências · IG</p>
<p><strong>Outros eventos</strong></p>
<p>Em junho, a Unicamp também inaugurará uma exposição documental sobre sua história, na Biblioteca Central Cesar Lattes (BC-CL). Ela tem caráter itinerante e será montada também em Piracicaba e em outros espaços.</p>
<p>Entre os dias 11 e 19, será aberta à visitação a exposição a Mostra de Ciência, Tecnologia e Inovação da Unicamp. Todas as unidades de ensino e pesquisa, além dos centros e núcleos interdisciplinares da universidade, apresentarão os seus principais estudos produzidos nas últimas cinco décadas. A programação completa pode ser conferida no site dos 50 anos da universidade.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Colóquios Unicamp Ano 50 &#8211; de professor para professor<br />
<strong>de 12 de março a 1 de outubro de 2016</strong><br />
Entrada franca, inscrições pelo site ou no dia do evento<br />
<strong>Centro de Convenções da Unicamp</strong><br />
Rua Elis Regina, 131 &#8211; Cidade Universitária “Zeferino Vaz” · Campinas · SP · 13083-854<br />
<a href="http://www.50anos.unicamp.br/eventos">www.50anos.unicamp.br/eventos</a></p>
<p><strong>#EquipeUA50</strong></p>
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		<title>Museu do Amanhã lança perguntas sobre o que podemos fazer por um futuro melhor</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2016 13:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Promover um diálogo possível com o futuro e com a vida (na Terra ou no Cosmo) pode parecer uma proposta muito ousada para quem não acredita no amanhã, mas, para quem acredita, esse é o desafio. O Museu do Amanhã abraçou essa ideia e abriu suas portas há dois meses no Rio de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>Promover um diálogo possível com o futuro e com a vida (na Terra ou no Cosmo) pode parecer uma proposta muito ousada para quem não acredita no amanhã, mas, para quem acredita, esse é o desafio. O Museu do Amanhã abraçou essa ideia e abriu suas portas há dois meses no Rio de Janeiro, dia 19 de dezembro de 2015, na histórica Praça Mauá em frente à Baía da Guanabara. Dentro do museu, a ciência em linguagem poética conduz o visitante de forma sensorial e interativa.</p>
<p>A Agência Social de Notícias visitou e gostou. Antes de conhecer, gostou da iniciativa porque, em um país com 200 milhões de habitantes e apenas 3,2 mil museus mapeados (um para cada 62,5 mil habitantes), a criação de um novo museu deve ser sempre comemorada.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05711.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6047" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05711-1024x759.jpg" alt="CAM05711" width="618" height="458" /></a></p>
<p>A despeito de não ser uma solução para as demais emergências do País, trata-se de um investimento na educação, na formação, na consciência e no futuro. Museu, afinal, é um espaço de compartilhamento do saber, lugar de conhecimento com um toque lúdico e aprazível. Com ou sem polêmica, o Museu do Amanhã é mais um patrimônio que merece ser conhecido e preservado.</p>
<p><strong>Nossa responsabilidade</strong></p>
<p>No lugar de respostas, o museu lança perguntas ao visitante, que não consegue sair de lá sem se sentir responsável pelo que fomos ontem, o que somos hoje e o que seremos amanhã. A exposição principal do museu experencial está organizada em cinco grandes temas: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhã e Nós. Dentro do tema Terra, a pergunta central é ‘Quem somos?’ No Antropoceno, a questão é ‘Onde estamos?’</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05745.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6046" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05745-1024x759.jpg" alt="CAM05745" width="618" height="458" /></a></p>
<p>O espaço é inovador em quase tudo: na tecnologia, na arquitetura, na organização do conteúdo, nos textos, na programação e, especialmente, na abordagem. O conteúdo faz um mix de museus de ciências, antropologia, história natural, tecnologia e arte. São dados oriundos de 80 entidades diferentes, nacionais e internacionais.</p>
<p><strong>Construção coletiva</strong></p>
<p>Nas instalações audiovisuais, o público interage, participa e reflete, sempre sob a perspectiva da sustentabilidade e dentro do fundamento conceitual de construção coletiva da civilização.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05731.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6053" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05731-1024x759.jpg" alt="CAM05731" width="618" height="458" /></a></p>
<p>Nas primeiras três semanas, o museu recebeu mais de 100 mil visitantes. Para conseguir entrar, o visitante enfrentou filas de até três horas. Segundo os funcionários, há um controle necessário no fluxo para manter em média 2,3 mil pessoas na área interna.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05702.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6051" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05702-759x1024.jpg" alt="CAM05702" width="618" height="834" /></a></p>
<p>O Museu do Amanhã, portanto, já entrou para a lista prioritária de atrações turísticas do Rio de Janeiro, inclusive por estar ao lado do Museu de Arte do Rio (MAR) e do centro histórico da cidade e zona portuária que passam por processo de revitalização. Em janeiro teve início uma programação especial de palestras e atividades permanentes (museudoamanha.org.br).</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>O investimento do empreendimento foi de cerca de R$ 300 milhões, com recursos do Banco Santander, Fundação Roberto Marinho e Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, em parceria público-privada (PPP), e apoio dos governos estadual e federal.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05716.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6054" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05716-1024x759.jpg" alt="CAM05716" width="618" height="458" /></a></p>
<p>O visitante brasileiro que frequenta museus perceberá a semelhança que existe com os museus da Língua Portuguesa e do Futebol, em São Paulo, especialmente nos recursos audiovisuais e na interatividade. Os três museus foram desenvolvidos pela mesma Fundação Roberto Marinho.</p>
<p>Quem costuma visitar museus fora do Brasil também identifica outras referências de museus de ciências. Já na arquitetura, muita gente vai lembrar das curvas dos corredores internos do Guggenheim Museum de Nova York, criadas pelo lendário arquiteto Frank Lloyd Wright. Uma semelhança que em nada diminui a inquestionável originalidade e beleza da obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, responsável pelo projeto do Museu do Amanhã. O hall da entrada principal é iluminado pela luz natural que vem de um vitral na fachada do prédio, com desenho semelhante ao que está no teto do Guggenheim.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05709.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6052" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05709-1024x759.jpg" alt="CAM05709" width="618" height="458" /></a></p>
<p><strong>Arquitetura </strong></p>
<p>Foram cinco anos de obra – com três anos de atraso – para a conclusão do projeto de Santiago Calatrava, famoso por suas estruturas metálicas que se transformam em monumentos. A ‘cobertura’ formada pela estrutura metálica do Museu do Amanhã tem o desenho inspirado na flora brasileira, que já lhe rendeu diversos apelidos – reações comuns a muitas obras arquitetônicas inovadoras, a exemplo da Casa Rietveld, do movimento De Stijl, na Holanda.</p>
<p>A estrutura metálica se movimenta, o que permitirá a instalação de painéis fotovoltaicos para captação de energia. O resfriamento do ambiente interno acontece por um processo que utiliza a água da Baía da Guanabara. Ao redor do prédio, há um grande espelho d’água que funde a imagem do museu à paisagem local. O prédio do museu, propriamente dito, consiste em uma estrutura monolítica de concreto de 15 mil metros de área e dois andares, construído sobre um píer sustentado por 30 mil metros de pilares submersos.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05751.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6055" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05751-1024x759.jpg" alt="CAM05751" width="618" height="458" /></a></p>
<p><strong>E o hoje?</strong></p>
<p>Mas nem tudo são flores no Museu do Amanhã. Talvez seja isso o que mais lhe falta: flores e plantas para amenizar o calor escaldante a que são submetidos os visitantes nas longas filas debaixo de sol. Isso já foi alvo de inúmeras críticas nesse breve espaço de tempo.</p>
<p>Para os turistas estrangeiros, uma grande fila em museu não é novidade – até na Disney um brasileiro espera horas no calor para entrar em um único brinquedo. Mas o sol daqui, definitivamente, é mais forte que no Hemisfério Norte. Essa questão tão simples e tão básica poderia ter sido equacionada antes que chegasse o Amanhã.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05723.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6056" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05723-1024x759.jpg" alt="CAM05723" width="618" height="458" /></a></p>
<p>Ele também tem sido considerado por muitos uma afronta pela sua grandiosidade e modernidade, dentro de uma cidade e um País que carecem de tantas outras prioridades. No entanto, a má gestão histórica do dinheiro público e a falta de políticas públicas definidas e comprometidas com a melhoria do país, em suas diversas áreas, não podem engessar e travar a realização de projetos inovadores com poder de transformar uma política ou um país.</p>
<p>A realidade do século 21 nos obriga a adotar um novo olhar de responsabilidade e prevenção sobre o futuro. O Museu do Amanhã chegou tarde, mas ainda pode contribuir para um futuro melhor.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05775.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6057" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05775-759x1024.jpg" alt="CAM05775" width="618" height="834" /></a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05819.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6058" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05819-1024x759.jpg" alt="CAM05819" width="618" height="458" /></a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05547.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6064" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05547-759x1024.jpg" alt="CAM05547" width="618" height="834" /></a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05764.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6065" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05764-759x1024.jpg" alt="CAM05764" width="618" height="834" /></a></p>
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		<title>Feriado prolongado tem Jornada Literária com teatro, histórias, palestras e livros mais baratos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 19:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Ler será o principal programa deste feriado na Estação Guanabara (Centro Cultural de Inclusão e Integração Social – CIS da Unicamp), com a Jornada Literária de Campinas, de 4 a 7 de junho. A partir das 9h30 de amanhã, haverá uma extensa programação que inclui teatro, contação de histórias, palestras e mesa literária. Os quatro ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ler será o principal programa deste feriado na Estação Guanabara (Centro Cultural de Inclusão e Integração Social – CIS da Unicamp), com a Jornada Literária de Campinas, de 4 a 7 de junho. A partir das 9h30 de amanhã, haverá uma extensa programação que inclui teatro, contação de histórias, palestras e mesa literária.</p>
<p>Os quatro dias de feriado prolongado de Corpus Christ serão dedicados à literatura na Estação, onde também haverá a participação de livrarias de Campinas com descontos especiais nos seus livros. Confira a programação abaixo. Mais informações no site www.cisguanabara.unicamp.br.</p>
<div id="attachment_3588" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/150307_023_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-3588" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/06/150307_023_1800-1024x680.jpg" alt="Teatro e contação de histórias para as crianças, palestras e mesa literária para jovens e adultos, e livros para todas as idades" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Teatro e contação de histórias para as crianças, palestras e mesa literária para jovens e adultos, e livros para todas as idades</p></div>
<p>A Jornada Literária de Campinas tem organização de Renata Suega, realização de Aleera Produções Artísticas, patrocínio do FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas), com apoio da Editora FTD, Unicamp, CIS Guanabara, Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, Instituto Cultural Saber e Ler, Livraria Saber e Ler, Josefina e Zero Dezenove Publicidade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Programação</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Todos os dias:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>9h30 e 14h30 &#8211; Teatro</strong> &#8211; “Ler, escrever e aprender: Chapeuzinho quer ser princesa”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>10h30 e 15h30 &#8211; Contação de história</strong> &#8211; “O livro e seus encantos”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dia 5/06 (sexta)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>16h – Palestra </strong>– “Avaliações Externas e Aprendizagens nos Anos Iniciais: a construção do conhecimento na era da informação” – Prof. Vhalter Maestro</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dia 6/06 (sábado)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>15h30 – Contação de história</strong> com Julio D’Zambê</p>
<p style="text-align: center;"><strong>16h – Mesa Literária</strong> – Com Eraldo Miranda, Edson Gabriel Garcia, Alessandra Roscoe e Telma Guimarães.</p>
<p style="text-align: center;">
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