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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Epidemia de dengue em Campinas</title>
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		<title>Unicamp cria Grupo de Trabalho e projeta laboratório sofisticado para pesquisar zika vírus</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 18:10:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, a circulação do zika vírus na Região Metropolitana de Campinas (RMC) e o fato de Campinas ser líder nacional em casos de dengue em 2014 e 2015, entre outros fatores, levaram a Unicamp a criar um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, a circulação do zika vírus na Região Metropolitana de Campinas (RMC) e o fato de Campinas ser líder nacional em casos de dengue em 2014 e 2015, entre outros fatores, levaram a Unicamp a criar um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir caminhos de combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A próxima reunião do GT será no dia 14 de janeiro. A Universidade também estuda a criação de um laboratório especial para aprofundar pesquisas na área. É mais um sintoma do aumento da preocupação com epidemias em 2016 na RMC.</p>
<p>A força-tarefa criada na Unicamp é coordenada pela pró-reitora de pesquisa da instituição, Gláucia Pastore. O GT teve um primeiro encontro no dia 17 de dezembro, para discutir as linhas de pesquisa. Nos próximos momentos haverá a apresentação de trabalhos de pesquisadores já realizados e relacionados a dengue, zika vírus e febre chikungunya.</p>
<p>O laboratório em estudo pela Unicamp é do tipo de nível 2 de segurança biológica, que demanda recursos sofisticados. Enquanto o laboratório próprio não é concretizado, a Universidade utilizará, em suas pesquisas, laboratórios de outros municípios.</p>
<p>O último levantamento do Ministério da Saúde apontou 2.975 casos suspeitos de microcefalia no país, em 656 municípios de 20 unidades da federação. Estão sendo investigados 40 casos de mortes suspeitas de microcefalia relacionadas ao vírus zika. O vírus zika já circulou na RMC, com caso confirmado especificamente em Sumaré.</p>
<p>Em dezembro, o Conselho de Desenvolvimento da RMC anunciou que haverá um combate intermunicipal à dengue, zika vírus e febre chikungunya na região de Campinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Campinas tem recorde histórico de dengue, com 59.150 casos confirmados em 2015</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 20:02:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dengue em Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[O Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) de Secretaria de Saúde de Campinas informou nesta quinta-feira, 6 de agosto, que em 2015 a cidade registrou 59.150 casos confirmados de dengue. Foram registrados 1.458 casos em janeiro, 6.930 em fevereiro, 24.257 em março, 18.976 em abril, 6.399 em maio, 1.074 em junho, 56 em julho e, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) de Secretaria de Saúde de Campinas informou nesta quinta-feira, 6 de agosto, que em 2015 a cidade registrou 59.150 casos confirmados de dengue. Foram registrados 1.458 casos em janeiro, 6.930 em fevereiro, 24.257 em março, 18.976 em abril, 6.399 em maio, 1.074 em junho, 56 em julho e, até o momento, nenhum em agosto. É um recorde histórico. O recorde anterior era de 2014, quando a cidade registrou 42.109 casos.</p>
<p class="western"><span style="face: 'Verdana,';">Os números dos últimos meses, segundo a Devisa, confirmam que neste ano o pico da epidemia foi antecipado para março. Há 219 casos em investigação e 2.056 foram descartados. Mais quatro mortes foram confirmadas, uma continua em investigação e duas foram descartadas. No total, a cidade registrou 11 mortes. </span></p>
<p class="western"><span style="face: 'Verdana,';">Historicamente, notam os técnicos da Devisa, o período de janeiro a maio é o de maior incidência de dengue, por conta das condições climáticas que favorecem a proliferação do mosquito transmissor. </span><span style="face: 'Verdana,';">Neste ano,</span><span style="face: 'Verdana,';"> o Brasil registrou mais que o dobro nas notificações de casos de dengue até o final de maio, comparado ao mesmo período do ano passado. </span></p>
<p class="western"><span style="face: 'Verdana,';">As autoridades sanitárias ressaltam que a situação climática deve ser levada em consideração, já que fez mais calor nos últimos meses do que a média histórica registrada no mesmo período nas décadas anteriores. Também contribuiu, segundo a Devisa, a escassez de água, situação que levou as pessoas a estocar o produto em reservatórios domésticos sem a devida proteção, se constituindo em criadouros para o mosquito </span><span style="face: 'Verdana,';"><i>Aedes aegypti</i></span><span style="face: 'Verdana,';">.</span></p>
<p class="western"><span style="face: 'Verdana,';">A adaptação do vetor ao meio ambiente urbano, especialmente ao comportamento contemporâneo do intenso consumo de materiais descartáveis e destinação inadequada destes, é um dos determinantes do aumento do número de criadouros e proliferação do mosquito. O </span><span style="face: 'Verdana,';"><i>Aedes aegypti</i></span><span style="face: 'Verdana,';"> utiliza, principalmente, criadouros artificiais, como recipientes de plástico, pneus, latas (com destaque para as calhas e caixas d&#8217;água de difícil acesso) e outros produtos descartados e armazenados incorretamente pelas pessoas.</span></p>
<p class="western"><span style="face: 'Verdana,';">De acordo com informações do trabalho de campo realizado pela Secretaria de Saúde, pelo menos 80% dos criadouros do mosquito estão nas casas e quintais das pessoas.</span></p>
<p class="western"><b></b> A Prefeitura de Campinas, de acordo com a sua assessoria de Imprensa, promoveu várias ações contra a dengue e Febre Chikungunya na cidade, como remoção desde 2013 de <span style="face: 'Verdana,';">480 mil toneladas de entulhos, pela Secretaria de Serviços Públicos; ação para telar </span><span style="face: 'Verdana,';">30 mil caixas d&#8217;água desde 2013; remoção de m</span><span style="face: 'Verdana,';">ais de 500 toneladas de criadouros (potes, latas, garrafas, etc)  pelas equipes de saúde; intimação de</span><span style="face: 'Verdana,';"> 4.870 proprietários a fazer a limpeza de seus terrenos desde 2013; notificação de</span><span style="face: 'Verdana,';"> 2.791 proprietários a manter suas calçadas em ordem, desde 2013; e, entre outras, visita a </span><span style="face: 'Verdana,';"> 250 mil imóveis pelas equipes de saúde desde 2014 para remoção de criadouros e para ações de educação e mobilização social.</span></p>
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		<title>Rede Imobiliária Campinas no combate à dengue e Chikungunya</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 16:40:59 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemia de dengue em Campinas]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede Imobiliária Campinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, a Rede Imobiliária Campinas está participando da campanha de prevenção e combate à dengue e, agora, também à Febre Chikungunya, ambas transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. A Rede prevê que a ação preventiva vai abranger 6 mil imóveis, com o apoio de 600 corretores. Campinas teve um epidemia recorde ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo, a Rede Imobiliária Campinas está participando da campanha de prevenção e combate à dengue e, agora, também à Febre Chikungunya, ambas transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. A Rede prevê que a ação preventiva vai abranger 6 mil imóveis, com o apoio de 600 corretores. Campinas teve um epidemia recorde de dengue nos primeiros meses de 2014.</p>
<p>O presidente da Rede Imobiliária Campinas, Rodrigo Coelho de Souza, observa que foram confeccionados cartazetes e direcionados e-mails para as 25 imobiliárias associadas, cujos corretores vão atuar na divulgação de medidas de prevenção junto aos clientes. Os cartazetes também foram afixados em estabelecimentos comerciais, para reforçar a campanha preventiva.</p>
<p>Os corretores das imobiliárias associadas à Rede Campinas estão orientados a verificar, nos domicílios, pontos de foco do mosquito e atuar de imediato, eliminando o criadouro. Quando isso não for possível, devem relatar às autoridades para as devidas providências.</p>
<p>Segundo o presidente da Rede, Rodrigo Coelho de Souza, a ideia da campanha nasceu após convite do prefeito Jonas Donizette. Cerca de 60% dos grandes negócios imobiliários de Campinas são realizados pelas associadas da Rede, que tem 45 pontos de venda.</p>
<p>A Prefeitura está mantendo ações permanentes de prevenção à dengue. <span style="face: 'Verdana,;';">A região Sudoeste concentra as equipes de saúde que fazem, nesta sexta-feira, bloqueio químico (nebulização costal), nos bairros Parque Universitário de Viracopos, Recanto do Sol e Jardim Shangai. </span></p>
<p><span style="face: 'Verdana,;';">No Jardim Santo Antônio, profissionais fazem o trabalho de inviabilização e remoção de criadouros (com apoio de dois caminhões), atividades de comunicação e de mobilização social e atendimentos a denúncias recebidas através do telefone 156.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">No sábado, dia 21, será feita nova nebulização no Parque Universitário de Viracopos. </span><span style="face: 'Verdana,;';">As equipes farão busca ativa de casos e criadouros de dengue e orientação à população na área de abrangência do CS Tancredo Neves na segunda-feira, dia 23. Além disso, haverá atendimento às denúncias, visitas em pontos estratégicos e imóveis especiais, como escolas, igrejas e creches. </span></p>
<div id="attachment_2519" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Rodrigo-Coelho-de-Souza_Presidente-Rede-Imobiliaria-Campinas_crÃ©dito_RonconGraÃ§a-ComunicaÃ§Ãµes.jpg"><img class="size-large wp-image-2519" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Rodrigo-Coelho-de-Souza_Presidente-Rede-Imobiliaria-Campinas_crÃ©dito_RonconGraÃ§a-ComunicaÃ§Ãµes-1024x1014.jpg" alt="O presidente Rodrigo Coelho de Sousa explica como a Rede está participando da campanha (Foto Roncon &amp; Graça Comunicações)" width="618" height="612" /></a><p class="wp-caption-text">O presidente Rodrigo Coelho de Sousa explica como a Rede está participando da campanha (Foto Roncon &amp; Graça Comunicações)</p></div>
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		<title>Com 211 casos confirmados e 915 suspeitos, Campinas intensifica combate à dengue</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 13:48:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à dengue]]></category>
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		<description><![CDATA[Campinas registrou 211 casos de dengue em 2015, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Todos os casos foram em janeiro, mês em que também foram contabilizados 915 casos suspeitos, ainda aguardando resultados de exames laboratoriais para confirmação ou descarte. Em janeiro de 2014 foram 262 casos confirmados. No ano passado Campinas teve a maior epidemia de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Campinas registrou 211 casos de dengue em 2015, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Todos os casos foram em janeiro, mês em que também foram contabilizados 915 casos suspeitos, ainda aguardando resultados de exames laboratoriais para confirmação ou descarte. Em janeiro de 2014 foram 262 casos confirmados. No ano passado Campinas teve a maior epidemia de dengue no Brasil, com 42.721 casos. A Prefeitura está intensificando as medidas de prevenção e combate ao mosquito <em>Aedes aegypti</em>, que também transmite a Febre Chikungunya, ainda sem casos no município.</p>
<p>A Prefeitura está muito preocupada com o cenário muito favorável à proliferação da dengue, que historicamente tem sua maior incidência anual entre os meses de janeiro e maio, período de chuvas e calor. São três fatores em 2015 que alimentam a inquietação das autoridades sanitárias.</p>
<p>Em primeiro lugar, o alto número de casos no estado de São Paulo e no Brasil. Municípios próximos de Campinas registram grande número de casos notificados, como Sorocaba (912) e Mogi Guaçu (221), segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Em todo Brasil já foram 40.916 casos em 2015, contra 26.017 casos notificados no mesmo período em 2014.</p>
<p>Outro ingrediente é o alto calor no estado de São Paulo, que registra temperaturas superiores à média histórica das últimas décadas. E o terceiro fator preocupante deriva da escassez hídrica, que leva muitas pessoas a guardar água em casa de forma inadequada, aumentando os riscos de proliferação do <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<p><strong>Elenco de medidas</strong> &#8211; Em função da epidemia histórica de 2014, a Prefeitura intensificou medidas de prevenção e combate à dengue, e por extensão à Febre Chikungunya. Muitas ações vêm sendo tomadas desde o ano passado. A Prefeitura cita essas principais medidas:</p>
<ul>
<li>Criação do Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Controle da Dengue e Chikungunya, espaço que potencializa de forma intersetorial as ações de combate à doença. Participam deste fórum as Secretarias de Chefia de Gabinete, Saúde, Educação, Serviços Públicos, Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Recursos Humanos, Administração, Comunicação, além da Defesa Civil e da Sanasa;</li>
<li> Contratação de serviços complementares para as atividades de campo, especialmente para nebulização e telamento de caixas d´água. Todo o trabalho de nebulização e telamento de caixas d&#8217; água é indicado e supervisionado pelas equipes de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, de acordo com áreas de risco e ocorrência de casos;</li>
<li>Trabalho intersetorial com a Secretaria de Educação, por meio de ações de educação, informação e mobilização social nas escolas. Para isto, foram capacitados todos os representantes das Naeds (Núcleo de Ação Educativa Descentralizada) e diretores de educação infantil e fundamental, que serão multiplicadores em seus territórios;</li>
<li>Intensificação do trabalho intersetorial com a Secretaria de Serviços Públicos para limpeza e organização da cidade, por meio de mutirões e remoção de criadouros;</li>
<li>Reforço na parceria com a Sanasa, para atuação, inclusive, em relação às caixas d´água e nas ações de mobilização social, por meio dos seus leituristas e outros profissionais que atuam em campo;</li>
<li>Capacitação das equipes das redes pública e privada de saúde no sentido de formar uma rede sensível e competente para suspeição, notificação, atendimento e acompanhamento dos pacientes. Capacitação, em parceria com a Sucen, de equipes de trabalho de campo;</li>
<li>Sensibilização das secretarias municipais e autarquias para a questão da dengue, no sentido de eliminação de criadouros nos equipamentos próprios da Prefeitura. Equipes da Defesa Civil foram capacitadas;</li>
<li>Revisão e adequação das estratégias de informação, comunicação e mobilização social;</li>
<li>Parceria com o Exército, para colaboração nas ações de controle;</li>
<li>Realização da investigação de casos, com busca ativa, remoção de criadouros, ações de orientação e educação em saúde;</li>
<li>Reorganização interna dos Centros de Saúde mais afetados, para permitir maior agilidade na assistência aos casos;</li>
<li>Reorganização do fluxo com o Laboratório Municipal, para permitir maior agilidade nos exames complementares para dengue (hemograma);</li>
<li>Atuação dos técnicos nos pontos de risco (que são ferros velhos, borracharias, cemitérios etc) e nos imóveis especiais (escolas, hospitais).</li>
</ul>
<p><strong>Região Metropolitana de Campinas &#8211; </strong>A dengue preocupa todo o conjunto da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Em sua última reunião, a 27 de janeiro, em Engenheiro Coelho, o Conselho de Desenvolvimento da RMC aprovou uma ação intermunicipal para prevenir a dengue e a Febre Chikungunya.</p>
<p>O Conselho aprovou a destinação de R$ 1,4 milhão do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano de Campinas (Fundocamp) para a aquisição de recursos como veículo com equipamento de som e nebulizador e para a confecção de material gráfico para ações educativas.</p>
<p>“A Agemcamp e o Conselho da RMC priorizam o combate à dengue, somando esforços com os municípios e a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), da Secretaria de Estado da Saúde, que já realizam trabalhos preventivos”, afirmou Ester Viana, diretora executiva da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp).</p>
<p>Em 2014, além de Campinas, outro município da RMC esteve entre os dez com maior número de casos de dengue no país. Foi Americana, com 9.040 casos, segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.</p>
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		<title>Casos de Chikungunya aumentam 36 vezes no Brasil: Campinas se previne</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 20:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemia de dengue em Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[Em quatro meses o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 36,3 vezes no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O país já tem um dos maiores números de casos nas Américas. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em quatro meses o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 36,3 vezes no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O país já tem um dos maiores números de casos nas Américas. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Distrito Federal e Campo Grande (MS) já tiveram casos em 2014. Campinas é uma das cidades que intensificaram a prevenção à dengue e Febre Chikungunya, que têm o mesmo vetor transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Campinas passou por uma epidemia histórica de dengue no início de 2014.</p>
<p>Nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, o Ministério da Saúde informou que em 2014 foram confirmados 2.847 casos de Febre Chikungunya no Brasil, e em 2015 já são 23, somando 2870 casos, 36,3 vezes os 79 confirmados até 27 de setembro de 2014. Com este número, o Brasil se consolida como um dos países com maior número de casos da doença nas Américas. Foram 22.796 casos confirmados, mais de 1 milhão de casos suspeitos ao longo do ano em territórios americanos e 169 mortes, segundo a Organização Panamericana da Saúde (OPAS).</p>
<p>De acordo com a OPAS, o maior número de casos confirmados aconteceu na Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá: foram 5.02o. Em segundo lugar figura Porto Rico, com 4.164 casos. O Brasil então foi o terceiro país em número de casos, ainda dependendo de confirmação da OPAS.</p>
<p>Em 2014, segundo o Ministério, foram confirmados 2.847 casos de febre chikungunya, sendo 94 importados, ou seja, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela e Ilhas do Caribe. Outros 2.753 são autóctones &#8211; diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Foram 1.554 casos em Oiapoque (AP); 996 em Feira de Santana (BA); 198 em Riachão do Jacuípe (BA); um em Baixa Grande (BA); dois no Distrito Federal; um em Boa Vista (RR); e um em Campo Grande (MS).</p>
<p>As Américas vivem uma inquietante ascenção da Febre Chikungunya desde dezembro de 2013, quando foi confirmada a transmissão autóctone do vírus no continente. A evolução da doença é ainda mais preocupante, considerando o panorama mundial. Desde 2004 o vírus havia sido identificado em 19 países. o dia 29 de agosto de 2014, a Organização Panamericana da Saúde (OPAS), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou um alerta epidemiológico, diante da iminência do crescimento do número de casos, sobretudo na América Central, Caribe e América do Sul.</p>
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				var chart = new google.visualization.Table(document.getElementById("gadwp-searches"));
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