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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Eventos climáticos extremos</title>
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		<title>Defesa Civil: quedas de árvores demandam revisão de escalas de ventos para melhor planejamento urbano</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2015 21:07:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Felizmente não foram registradas mortes, mas as centenas de quedas de árvores ocorridas em várias cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC), em função da tempestade de 8 de setembro, indicam a necessidade de revisão, por parte dos órgãos acadêmicos e de pesquisa, das escalas de vento normalmente usadas para subsidiar o planejamento urbano. A posição é do coordenador regional da Defesa Civil e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidney Furtado Fernandes, fazendo um balanço do forte temporal, com ventos de mais de 100 km por hora em Paulínia e 98 km/h em Campinas, registrados na terça-feira.</p>
<p>&#8220;Seria bom os órgãos acadêmicos reverem as escalas de vento usadas para planejamento territorial, para situações como instalação de estruturas metálicas, de fixação de outdoor e até de plantio de árvores&#8221;, afirma Sidney Fernandes, que também é promotor no Brasil da Campanha da ONU por Cidades Resilientes. Na sua opinião, o temporal de terça-feira indica que os eventos extremos demandam maior atenção por parte das cidades. &#8220;Eventos assim multiplicam as áreas de risco para um território maior&#8221;, ele comenta.</p>
<p>Segundo o levantamento da Defesa Civil, Americana e Paulínia foram os municípios mais afetados na RMC. Em Americana foram registradas 160 quedas de árvores, contra 128 em Campinas. Em Paulínia houve destelhamento de uma enorme estrutura metálica. &#8220;As quedas de árvore são preocupantes, pois podem atingir um veículo ou pessoas, e também são um risco para a rede elétrica&#8221;, observa Fernandes.</p>
<p>O diretor da Defesa Civil nota que, por outro lado, o temporal indicou progressos em termos de prevenção de enchentes e alagamentos. Mas advertiu que o evento confirma a necessidade da região começar a se preparar para a estação chuvosa. Os períodos de transição de estação, como o atual, completou Sidney Fernandes, são os mais susceptíveis a eventos extremos.   <strong> (Por José Pedro Martins)</strong></p>
<div id="attachment_1971" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084.jpg"><img class="size-large wp-image-1971" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/DefesaCivilPalestra_0084-1024x682.jpg" alt="Sidnei Fernandes: eventos extremos ampliar áreas de risco (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Sidnei Fernandes: eventos extremos ampliam áreas de risco (Foto Adriano Rosa)</p></div>
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		<title>Tempestades confirmam urgência de Campinas se preparar para eventos extremos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2015 19:47:46 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As fortes chuvas de terça-feira confirmaram a urgência de Campinas e toda região metropolitana se prepararem de modo mais adequado para os eventos climáticos extremos. Os ventos chegaram a 98 km/h em alguns pontos da RMC, provocando centenas de derrubadas de árvores e destelhamentos. Milhares de pessoas ficaram sem energia elétrica e muitas ainda estavam nesta situação até as 16 horas desta quinta-feira, 10 de setembro.</p>
<p>A Defesa Civil de Campinas registrou, entre o início da madrugada e 17h30 de terça-feira, 68 milímetros de chuva. Ou seja, choveu em poucas horas mais do que a média histórica de setembro, que é de 59,5 milímetros, segundo o Cepagri/Unicamp. O máximo que já havia chovido em um dia em setembro era de 48 milímetros. Portanto, o temporal de terça-feira superou a máxima histórica.</p>
<p>Os desligamentos na rede de energia elétrica foram expressivos. Na manhã desta quinta-feira, a CPFL Energia emitiu comunicado, afirmando que, no pico das ocorrências, às 17h40 de terça-feira, &#8220;foram registrados 736 mil clientes sem energia na CPFL Paulista, e 100 mil consumidores na CPFL Piratininga&#8221;. Hoje, às 7 horas, de acordo com a CPFL, &#8220;95% dos clientes que tiveram o fornecimento de energia elétrica comprometido pelo temporal já tiveram o serviço restabelecido nas duas empresas&#8221;.</p>
<p>A CPFL reiterou que &#8220;todas as equipes de eletricistas das distribuidoras foram mobilizadas no início do temporal e permanecem acionadas para solucionar os casos de falta de energia o mais breve possível&#8221;. A empresa acentuou que às 16 horas desta quinta-feira havia, na Região Metropolitana de Campinas, 2 mil cientes afetados em Campinas, 4 mil clientes afetados em Americana, 1 mil cientes afetados em Santa Bárbara D´Oeste, 900 clientes afetados em Sumaré e 1 mil clientes afetados em Paulínia. Outras cidades e regiões atendidas pela CPFL continuavam com clientes afetados. O maior número era na região de Marília, com 6 mil clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fórum de Davos aponta guerras e eventos climáticos como maiores riscos globais</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 23:27:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crise da água]]></category>
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		<description><![CDATA[Conflitos entre Estados, com consequências regionais, e eventos climáticos extremos são os grandes riscos globais em 2015 segundo o Fórum Econômico Mundial, divulgado nesta quinta-feira, 15 de janeiro, em Davos, na Suíça. Este é o décimo ano em que o Fórum divulga o relatório de Riscos Globais, e a primeira vez que conflitos internacionais lidera ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Conflitos entre Estados, com consequências regionais, e eventos climáticos extremos são os grandes riscos globais em 2015 segundo o Fórum Econômico Mundial, divulgado nesta quinta-feira, 15 de janeiro, em Davos, na Suíça. Este é o décimo ano em que o Fórum divulga o relatório de Riscos Globais, e a primeira vez que conflitos internacionais lidera o ranking de riscos. Por outro lado, é o segundo ano consecutivo em que eventos climáticos extremos aparece em segundo lugar no ranking. Uma crise global da água preocupa muito o Fórum, que terá sua sessão anual, com a presença de chefes de Estado, grandes empresários e artistas, a partir da próxima semana.</p>
<p>Questões institucionais realmente estão preocupando os analistas consultados pelo Fórum Econômico Mundial. Em terceiro e quarto lugares no ranking de riscos globais apareceram &#8220;falhas na governança nacional&#8221; e &#8220;Colapso ou crise de Estados&#8221;. Em quinto lugar figurou &#8220;Alto desemprego ou subemprego estrutural&#8221;. Ou seja, as questões econômicas não estão no topo da lista, como aconteceu de 2007 a 2014.</p>
<p><span class="hps">&#8220;A disputa pela</span> <span class="hps">Criméia</span> em <span class="hps">março de 2014</span> <span class="hps">serve como um lembrete</span> <span class="hps">contundente</span> <span class="hps">das consequências de</span> <span class="hps">conflitos</span> <span class="hps">interestatais</span> <span class="hps">com consequências</span> <span class="hps">regionais que</span> <span class="hps">pareciam</span> <span class="hps">há muito esquecidos</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">insondáveis&#8221;, observa o documento. &#8220;</span><span class="hps">Da mesma forma,</span> u<span class="hps">m conjunto de</span> <span class="hps">outros eventos em</span> <span class="hps">2014</span>, como <span class="hps">o aumento</span> <span class="hps">de destaque</span> <span class="hps">do Estado Islâmico</span>, trouxe <span class="hps">o colapso do Estado</span> <span class="hps">e o fracasso</span> <span class="hps">da governança</span> <span class="hps">nacional</span> <span class="hps">de volta à consciência</span> <span class="hps">pública&#8221;. O</span> relatório também cita <span class="hps">os riscos</span> <span class="hps">relacionados com a saúde</span>, como as pandemias, <span class="hps">a exemplo da propagação</span> <span class="hps">sem precedentes de</span> <span class="hps">Ebola. </span></p>
<p>A respeito das questões ambientais, o relatório do Fórum Econômico Mundial afirma que há &#8220;muita preocupação, e pouco progresso&#8221;. O documento destaca o provável agravamento da crise da água e explica os motivos: &#8220;A demanda <span class="hps">global de água</span> <span class="hps">40% até</span> <span class="hps">2030.</span> <span class="hps">A</span> <span class="hps">Agricultura</span> <span class="hps">já representa</span>, em média, <span class="hps">70% do consumo</span> <span class="hps">total de água</span> <span class="hps">e</span>, de acordo com <span class="hps">o Banco Mundial,</span> <span class="hps">a produção de alimentos</span> <span class="hps">terá de</span> <span class="hps">aumentar em 50</span>% até 2030 <span class="hps">enquanto a população cresce</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">os hábitos alimentares</span> <span class="hps">mudam.</span>  <span class="hps">A</span> <span class="hps">Agência Internacional de Energia</span> indica que a demanda <span class="hps">de água</span> <span class="hps">para atender às necessidades</span> <span class="hps">de geração de energia</span> a<span class="hps">umentarão</span> <span class="hps">em 85%</span> <span class="hps">até 2035&#8243;</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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