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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Febre Chikungunya</title>
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		<title>Sala Nacional de Coordenação de Enfrentamento à microcefalia já funciona em Brasília</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2015 14:49:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já está em funcionamento em Brasília a Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento à Microcefalia, iniciativa do Ministério da Saúde e que conta com o apoio de outros ministérios. O propósito é contribuir para a coordenação de ações contra a proliferação do Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, Febre Chikungunya e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em funcionamento em Brasília a Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento à Microcefalia, iniciativa do Ministério da Saúde e que conta com o apoio de outros ministérios. O propósito é contribuir para a coordenação de ações contra a proliferação do Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, Febre Chikungunya e Zika. A notícia da criação da sala foi antecipada pela Agência Social de Notícias dia 22 de dezembro (ver http://agenciasn.com.br/arquivos/5428).</p>
<p>Salas de situação já estão em funcionamento em 18 estados. Em outros quatro também serão implantadas salas: Pará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo. Segundo o Ministério da Saúde, já são 2.975 casos suspeitos de microcefalia no país, em 656 municípios de 20 unidades da federação. Estão sendo investigados 40 casos de mortes suspeitas de microcefalia relacionadas ao vírus Zika.</p>
<p>Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, o país conta com 16 unidades para diagnosticar o vírus zika. O repasse da tecnologia de diagnóstico às novas unidades capacitadas está sendo feito pelos laboratórios sentinelas de referência da Fiocruz, localizados no Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Pará (Instituto Evandro Chagas) e São Paulo (Instituto Adolfo Lutz). Nos últimos dias, mais de 200 mil novos agentes comunitários de saúde foram para as ruas em todo país, para combater os focos de Aedes aegypti. Os profissionais se juntam aos 43.920 agentes de combate às endemias que já realizavam o serviço junto à comunidade. A portaria com a inclusão das novas atribuições foi publicada no Diário Oficial da União. &#8211; See more at: http://agenciasn.com.br/arquivos/5428#sthash.gybqhAzF.dpuf</p>
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		<title>Avanço da microcefalia leva à criação de salas de situação em Brasília e em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2015 20:24:14 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço dos casos de microcefalia em várias partes do país provoca inquietação nas autoridades sanitárias e uma das medidas em análise é a criação de uma Sala de Situação em Brasília, envolvendo o Ministério da Saúde e outras instâncias, de modo a agilizar o monitoramento e as ações relacionadas à doença. Em 2015 já são 2.782 casos registrados no Brasil, com 40 mortes, segundo o Ministério da Saúde. O governo de São Paulo também estuda a criação de uma Sala de Situação para acompanhar a evolução da doença no estado. Está em estudo a possível relação da proliferação de casos de microcefalia com a transmissão do vírus zika que tem o mesmo vetor que a dengue e febre chikungunya, no caso o mosquito Aedes aegypti. Campinas já conta com uma Sala de Situação do tipo, para monitorar os casos de dengue.</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde,  foram registrados 147 casos de microcefalia em 2014, 167 em 2013 e 175 em 2012. Somente os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Santa Catarina ainda não têm casos registrados da doença. Com 1031 casos, Pernambuco lidera o ranking dos estados, seguido de Paraíba (com 429) e Bahia (com 271).</p>
<p>Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, o país conta com 16 unidades para diagnosticar o vírus zika. O repasse da tecnologia de diagnóstico às novas unidades capacitadas está sendo feito pelos laboratórios sentinelas de referência da Fiocruz, localizados no Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Pará (Instituto Evandro Chagas) e São Paulo (Instituto Adolfo Lutz).</p>
<p>Nos últimos dias, mais de 200 mil novos agentes comunitários de saúde foram para as ruas em todo país, para combater os focos de Aedes aegypti. Os profissionais se juntam aos 43.920 agentes de combate às endemias que já realizavam o serviço junto à comunidade. A portaria com a inclusão das novas atribuições foi publicada no Diário Oficial da União.</p>
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		<title>Rede Imobiliária Campinas no combate à dengue e Chikungunya</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 16:40:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, a Rede Imobiliária Campinas está participando da campanha de prevenção e combate à dengue e, agora, também à Febre Chikungunya, ambas transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. A Rede prevê que a ação preventiva vai abranger 6 mil imóveis, com o apoio de 600 corretores. Campinas teve um epidemia recorde ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo, a Rede Imobiliária Campinas está participando da campanha de prevenção e combate à dengue e, agora, também à Febre Chikungunya, ambas transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. A Rede prevê que a ação preventiva vai abranger 6 mil imóveis, com o apoio de 600 corretores. Campinas teve um epidemia recorde de dengue nos primeiros meses de 2014.</p>
<p>O presidente da Rede Imobiliária Campinas, Rodrigo Coelho de Souza, observa que foram confeccionados cartazetes e direcionados e-mails para as 25 imobiliárias associadas, cujos corretores vão atuar na divulgação de medidas de prevenção junto aos clientes. Os cartazetes também foram afixados em estabelecimentos comerciais, para reforçar a campanha preventiva.</p>
<p>Os corretores das imobiliárias associadas à Rede Campinas estão orientados a verificar, nos domicílios, pontos de foco do mosquito e atuar de imediato, eliminando o criadouro. Quando isso não for possível, devem relatar às autoridades para as devidas providências.</p>
<p>Segundo o presidente da Rede, Rodrigo Coelho de Souza, a ideia da campanha nasceu após convite do prefeito Jonas Donizette. Cerca de 60% dos grandes negócios imobiliários de Campinas são realizados pelas associadas da Rede, que tem 45 pontos de venda.</p>
<p>A Prefeitura está mantendo ações permanentes de prevenção à dengue. <span style="face: 'Verdana,;';">A região Sudoeste concentra as equipes de saúde que fazem, nesta sexta-feira, bloqueio químico (nebulização costal), nos bairros Parque Universitário de Viracopos, Recanto do Sol e Jardim Shangai. </span></p>
<p><span style="face: 'Verdana,;';">No Jardim Santo Antônio, profissionais fazem o trabalho de inviabilização e remoção de criadouros (com apoio de dois caminhões), atividades de comunicação e de mobilização social e atendimentos a denúncias recebidas através do telefone 156.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">No sábado, dia 21, será feita nova nebulização no Parque Universitário de Viracopos. </span><span style="face: 'Verdana,;';">As equipes farão busca ativa de casos e criadouros de dengue e orientação à população na área de abrangência do CS Tancredo Neves na segunda-feira, dia 23. Além disso, haverá atendimento às denúncias, visitas em pontos estratégicos e imóveis especiais, como escolas, igrejas e creches. </span></p>
<div id="attachment_2519" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Rodrigo-Coelho-de-Souza_Presidente-Rede-Imobiliaria-Campinas_crÃ©dito_RonconGraÃ§a-ComunicaÃ§Ãµes.jpg"><img class="size-large wp-image-2519" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Rodrigo-Coelho-de-Souza_Presidente-Rede-Imobiliaria-Campinas_crÃ©dito_RonconGraÃ§a-ComunicaÃ§Ãµes-1024x1014.jpg" alt="O presidente Rodrigo Coelho de Sousa explica como a Rede está participando da campanha (Foto Roncon &amp; Graça Comunicações)" width="618" height="612" /></a><p class="wp-caption-text">O presidente Rodrigo Coelho de Sousa explica como a Rede está participando da campanha (Foto Roncon &amp; Graça Comunicações)</p></div>
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		<title>Casos de Chikungunya aumentam 36 vezes no Brasil: Campinas se previne</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 20:36:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em quatro meses o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 36,3 vezes no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O país já tem um dos maiores números de casos nas Américas. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em quatro meses o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 36,3 vezes no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O país já tem um dos maiores números de casos nas Américas. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Distrito Federal e Campo Grande (MS) já tiveram casos em 2014. Campinas é uma das cidades que intensificaram a prevenção à dengue e Febre Chikungunya, que têm o mesmo vetor transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Campinas passou por uma epidemia histórica de dengue no início de 2014.</p>
<p>Nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, o Ministério da Saúde informou que em 2014 foram confirmados 2.847 casos de Febre Chikungunya no Brasil, e em 2015 já são 23, somando 2870 casos, 36,3 vezes os 79 confirmados até 27 de setembro de 2014. Com este número, o Brasil se consolida como um dos países com maior número de casos da doença nas Américas. Foram 22.796 casos confirmados, mais de 1 milhão de casos suspeitos ao longo do ano em territórios americanos e 169 mortes, segundo a Organização Panamericana da Saúde (OPAS).</p>
<p>De acordo com a OPAS, o maior número de casos confirmados aconteceu na Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá: foram 5.02o. Em segundo lugar figura Porto Rico, com 4.164 casos. O Brasil então foi o terceiro país em número de casos, ainda dependendo de confirmação da OPAS.</p>
<p>Em 2014, segundo o Ministério, foram confirmados 2.847 casos de febre chikungunya, sendo 94 importados, ou seja, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela e Ilhas do Caribe. Outros 2.753 são autóctones &#8211; diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Foram 1.554 casos em Oiapoque (AP); 996 em Feira de Santana (BA); 198 em Riachão do Jacuípe (BA); um em Baixa Grande (BA); dois no Distrito Federal; um em Boa Vista (RR); e um em Campo Grande (MS).</p>
<p>As Américas vivem uma inquietante ascenção da Febre Chikungunya desde dezembro de 2013, quando foi confirmada a transmissão autóctone do vírus no continente. A evolução da doença é ainda mais preocupante, considerando o panorama mundial. Desde 2004 o vírus havia sido identificado em 19 países. o dia 29 de agosto de 2014, a Organização Panamericana da Saúde (OPAS), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou um alerta epidemiológico, diante da iminência do crescimento do número de casos, sobretudo na América Central, Caribe e América do Sul.</p>
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		<title>Região de Campinas terá ação integrada contra a dengue e Chikungunya</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2015 21:08:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação intermunicipal para prevenir a dengue e a Febre Chikungunya foi aprovada nesta terça-feira, 27 de janeiro, em reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (RMC), em Engenheiro Coelho. O Conselho aprovou a destinação de R$ 1,4 milhão do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano de Campinas (Fundocamp) para a aquisição de recursos como veículo com equipamento de som e nebulizador e para a confecção de material gráfico para ações educativas. O propósito é evitar uma epidemia de dengue como a que ocorreu em Campinas no início de 2014, com mais de 40 mil casos. A Febre Chikungunya também é transmitida pelo Aedes aegypti, o vetor da dengue.</p>
<p>&#8220;A Agemcamp e o Conselho da RMC priorizam o combate à dengue, somando esforços com os municípios e a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), da Secretaria de Estado da Saúde, que já realizam trabalhos preventivos&#8221;, afirmou Ester Viana, diretora executiva da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp).</p>
<p>Participaram do encontro em Engenheiro Coelho 13 prefeitos e quatro representantes de municípios, somando 17 dos 20 que integram a Região Metropolitana de Campinas. Também esteve presente o Subsecretário de Estado de Assuntos Metropolitanos, Edmur Mesquita. A reunião aconteceu no auditório do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp).</p>
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		<title>Casos de Febre Chikungunya aumentaram 28 vezes em três meses no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 16:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Em três meses o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 28,2 vezes no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O país já teve o quarto maior número de casos nas Américas. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em três meses o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 28,2 vezes no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O país já teve o quarto maior número de casos nas Américas. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Distrito Federal e Campo Grande (MS) já tiveram casos em 2014. Campinas é uma das cidades que intensificou a prevenção à dengue e Febre Chikungunya, que têm o mesmo vetor transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Campinas passou por uma epidemia histórica de dengue no início de 2014.</p>
<p>Nesta quarta-feira, 7 de janeiro, o Ministério da Saúde informou que, até o dia 27 de dezembro, foram registrados 2.258 casos de Febre Chikungunya no Brasil, 28,5 vezes os 79 confirmados até 27 de setembro. Com este número, o Brasil se torna um dos países com maior número de casos da doença nas Américas. Foram 22.796 casos confirmados, mais de 1 milhão de casos suspeitos ao longo do ano em territórios americanos e 169 mortes, segundo a Organização Panamericana da Saúde (OPAS).</p>
<p>De acordo com a OPAS, o maior número de casos confirmados aconteceu na Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá: foram 5.02o. Em segundo lugar figura Porto Rico, com 4.164 casos. O terceiro lugar é da Venezuela, que também tem fronteira com o Brasil: foram 2.303 casos. O Brasil então foi o quarto país em número de casos, ainda dependendo de confirmação da OPAS.</p>
<p>Dos 2.258 casos no Brasil, 233 foram por critério laboratorial e 2.025 por critério clínico-epidemiológico. Do total, 93 casos são importados, isto é, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.</p>
<p>Ainda segundo o Ministério, os demais 2.165 foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Destes casos, chamados de autóctones, 1.146 foram registrados no município de Oiapoque (AP), 816 em Feira de Santana (BA), 198 em Riachão do Jacuípe (BA), um em Baixa Grande (BA), três no Distrito Federal e um em Campo Grande (MS).</p>
<p>As Américas vivem uma inquietante ascenção da Febre Chikungunya desde dezembro de 2013, quando foi confirmada a transmissão autóctone do vírus no continente.  Até o dia 10 de outubro, já tinham sido registrados 748.403 casos suspeitos nas Américas, e confirmados 11.549, com 141 mortes.</p>
<p>A evolução da doença é ainda mais preocupante, considerando o panorama mundial. Desde 2004 o vírus havia sido identificado em 19 países. o dia 29 de agosto de 2014, a Organização Panamericana da Saúde (OPAS), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou um alerta epidemiológico, diante da iminência do crescimento do número de casos, sobretudo na América Central, Caribe e América do Sul.</p>
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		<title>Américas tiveram 22 mil casos de Chikungunya em 2014 e um terço foi na fronteira com Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2015 20:45:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Febre Chikungunya]]></category>

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		<description><![CDATA[O continente americano teve 22.796 casos confirmados de Febre Chikungunya em 2014 e mais de um terço foi registrado em países que têm fronteira com o Brasil. Os dados são da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), que monitora a evolução da doença no continente, somando América do Norte, Caribe e América Latina. O número pode aumentar, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O continente americano teve 22.796 casos confirmados de Febre Chikungunya em 2014 e mais de um terço foi registrado em países que têm fronteira com o Brasil. Os dados são da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), que monitora a evolução da doença no continente, somando América do Norte, Caribe e América Latina. O número pode aumentar, pois nem todos países entregaram seus relatórios completos do ano, como é o caso do Brasil. Foram mais de 1 milhão de casos suspeitos ao longo do ano em territórios americanos e 169 mortes.</p>
<p>De acordo com a OPAS, o maior número de casos confirmados aconteceu na Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá: foram 5.02o. Em segundo lugar figura Porto Rico, com 4.164 casos. O terceiro lugar é da Venezuela, que também tem fronteira com o Brasil: foram 2.303 casos. Suriname, também na fronteira brasileira, registrou 1.210 casos.</p>
<p>Segundo o levantamento da OPAS, o Brasil teve 1.303 casos confirmados de Febre Chikungunya. Entretanto, esse número se refere à Semana Epidemiológica 46. De fato, no dia 2 de dezembro o Ministério da Saúde divulgou o levantamento até então, indicando  1364 casos de Febre Chikungunya no Brasil, 17 vezes os 79 confirmados até 27 de setembro.</p>
<p>É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Campinas é uma das cidades que intensificou a prevenção à dengue e Febre Chikungunya, que têm o mesmo vetor transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Campinas passou por uma epidemia histórica de dengue no início de 2014.</p>
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		<title>Defesa Civil e Cepagri alertam para risco de temporais na região de Campinas e Sul de Minas: dengue preocupa</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 20:48:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Defesa Civil de Campinas e o Cepagri/Unicamp estão alertando para o alto risco de fortes temporais nas próximas 72 horas na região e também no Sul de Minas. O fenômeno deve-se à chegada de uma frente fria no Sudeste de São Paulo, o que pode provocar fortes pancadas de chuva pelo contato com a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Defesa Civil de Campinas e o Cepagri/Unicamp estão alertando para o alto risco de fortes temporais nas próximas 72 horas na região e também no Sul de Minas. O fenômeno deve-se à chegada de uma frente fria no Sudeste de São Paulo, o que pode provocar fortes pancadas de chuva pelo contato com a umidade vinda da Amazônia. Vários bairros de São Paulo já foram atingidos por fortes chuvas ontem e hoje, dias 10 e 11. Um pequeno exército está nas ruas de Campinas nesta e na próxima semana, em operação para a eliminação de possíveis criadouros do mosquito da dengue e Febre Chikungunya.</p>
<p>Pela maior cobertura de nuvens, o Cepagri estima que as temperaturas ficarão ligeiramente mais baixas, com máximas de 28C à tarde e 19C pela madrugada. A umidade relativa do ar permanecerá elevada, assim como o Índice Ultravioleta.</p>
<p>A Defesa Civil de Campinas alerta para os riscos de transtornos como deslizamentos de terra e transbordamentos, em consequência da possibilidade de chuvas mais intensas e continuidade das precipitações. O coordenador da Defesa Civil de Campinas e região, Sidnei Furtado Fernandes,  observa que todos os órgãos municipais envolvidos na Operação Verão foram alertados para os efeitos da chegada da frente fria.</p>
<p>A Operação Verão começou em Campinas no dia primeiro de dezembro, por decreto do prefeito Jonas Donizette. Entretanto, os trabalhos preventivos começaram já em outubro, visando minimizar os possíveis impactos de temporais.</p>
<p><strong>Dengue e Chikungunya</strong>- Com o possível início de uma temporada mais forte de chuvas, ao contrário do que foi visto durante o ano, os órgãos de saúde pública de Campinas e região estão aumentado a atenção para a dengue e Febre Chikungunya, transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes Aegypti. Em Campinas já existe uma ofensiva para evitar a proliferação de criadouros. A cidade passou por uma epidemia histórica de dengue no início do ano. Foram mais de 40 mil casos.</p>
<p>Uma megaoperação contra a dengue está sendo implementada nas regiões Sudoeste e Norte de Campinas nesta semana, em bairros próximos ao Aeroporto de Viracopos e região dos Amarais. <span style="face: 'Verdana,;';">Na região Sudoeste, onde desde agosto foram registrados 23 casos da doença, nos dias 9 e 10 de dezembro houve bloqueio químico veicular, com aplicação de inseticida para matar o mosquito adulto da dengue. As próximas aplicações estão programadas para os dias 15 e 19 de dezembro.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> A Prefeitura informou que, a<span style="face: 'Verdana,;';">lém disso, as equipes, com cerca de 200 profissionais, estão atuando em 181 quarteirões, a maioria na abrangência do Centro de Saúde (CS) Aeroporto. Também estão sendo trabalhadas áreas do DIC I e DIC III, com remoção e inviabilização de criadouros, limpeza de áreas públicas e de córregos, remoção de entulhos, busca ativa de pacientes com sintomas da doença e ações de educação em saúde, comunicação e mobilização social. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">A previsão é abranger aproximadamente 7,2 mil imóveis dos bairros Vila Aeroporto, Aero Aeroporto, Filadélfia, Vila Borghi, DIC V de Março, Carlos Marighela, DIC VI, DIC II, Jociara e Jardim Rosalina. Não será necessariamente trabalhado o bairro todo, mas somente as áreas com transmissão. As ações serão realizadas também na próxima semana, informa a Prefeitura.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">Nestes dias 11 e 12 de dezembro, um mutirão de limpeza está em curso na região Norte da cidade, nos bairros Vila Olímpia, Parque Cidade, San Martin, Campo Florido, Mirassol, CDHU, Jardim Campineiro, São Marcos e Santa Mônica. Mais de 100 mil moradores serão atingidos pela ação.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> <span style="face: 'Verdana,;';">Um contingente de 515 homens – sendo 255 reeducandos &#8211; será mobilizado para trabalhos que incluem remoção de resíduos, roçada de córrego e mato, arborização, corte de grama, poda, capinação e varrição. Seis equipes vão atuar em atividades de cata-treco e limpeza de bocas de lobo. </span><span style="face: 'Verdana,;';">Na mesma região aconteceu bloqueio químico nesta quinta-feira, dia 11, no Jardim São Marcos. E, na sexta-feira, 12, remoção de criadouros e cata-bagulhos na Vila Padre Anchieta.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> <span style="face: 'Verdana,;';">O biólogo Ovando Provatti, coordenador do Programa de Controle da Dengue da Vigilância em Saúde (Visa) Norte, destacou que as áreas que estão sendo trabalhadas apresentam desafios ambientais relevantes, como muitos pontos de descarte de resíduos.</span></p>
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		<title>Casos de Febre Chikungunya aumentam 17 vezes em um mês e meio no Brasil e Campinas intensifica prevenção</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 17:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um mês e meio o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 17 vezes no Brasil. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Campinas é uma das cidades que intensificou a prevenção à ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mês e meio o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 17 vezes no Brasil. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Campinas é uma das cidades que intensificou a prevenção à dengue e Febre Chikungunya, que têm o mesmo vetor transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Campinas passou por uma epidemia histórica de dengue no início de 2014.</p>
<p>Nesta terça-feira, 2 de dezembro, o Ministério da Saúde confirmou que, até o dia 15 de novembro, foram registrados 1364 casos de Febre Chikungunya no Brasil, 17 vezes os 79 confirmados até 27 de setembro. Dos 1364 casos, 125 foram confirmados por critério laboratorial e 1.239 por critério clínico-epidemiológico. Do total, 71 casos são importados, ou seja, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.</p>
<p>Ainda segundo o Ministério, outros 1293 casos foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde a transmissão acontece. Destes casos autóctones, 531  foram identificados no município de Oiapoque (AP), 563 em Feira de Santana (BA), 196 em Riachão do Jacuípe (BA), um em Matozinhos (MG), um em Pedro Leopoldo (MG) e um em Campo Grande (MS).</p>
<p>As Américas vivem uma inquietante ascenção da Febre Chikungunya desde dezembro de 2013, quando foi confirmada a transmissão autóctone do vírus no continente.  Até o dia 10 de outubro, já tinham sido registrados 748.403 casos suspeitos nas Américas, e confirmados 11.549, com 141 mortes.</p>
<p>A evolução da doença é ainda mais preocupante, considerando o panorama mundial. Desde 2004 o vírus havia sido identificado em 19 países. o dia 29 de agosto de 2014, a Organização Panamericana da Saúde (OPAS), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou um alerta epidemiológico, diante da iminência do crescimento do número de casos, sobretudo na América Central, Caribe e América do Sul.</p>
<p>Na ocasião, a OPAS/OMS alertou para a situação epidemiológica provocada pela “temporada de maior transmissão de dengue e a introdução do vírus Chikungunya na região”, o que requer “integrar esforços para a prevenção e o controle de ambas enfermidades”. A rápida disseminação do vírus Chikungunya documentada em alguns países das Américas  “p0de somar-se à ocorrência simultânea de casos ou surtos de dengue”. Os sintomas da Febre Chikungunya são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema, geralmente durando de três a 10 dias.</p>
<p>Uma declaração de guerra de Campinas contra a dengue e a Febre Chikungunya, doenças que têm o mesmo agente transmissor, foi feita na manhã de 14 de novembro, no Hotel Nacional Inn. O evento reuniu vários secretários municipais e representantes de diversos órgãos públicos, indicando uma ofensiva intersetorial para evitar que aconteça em 2015 o mesmo quadro verificado neste ano, no qual Campinas viveu a maior epidemia de dengue de sua história, com 40.749 casos.</p>
<p>Na manhã de 14 de novembro ficou claro que a cidade ainda tem áreas de transmissão da dengue, em bairros de baixa e também de alta renda, reforçando os enormes desafios para eliminar os criadouros do mosquito que também transmite a Febre Chikungunya, preocupação cada vez maior dos responsáveis pela saúde. Um pacote de ações foi colocado em prática a partir de segunda-feira, 17 de novembro.</p>
<p>Para o final de 2014 e 2015, advertiu o médico Dr.André Ribas, coordenador do Programa Municipal de Dengue e Febre Chikungunya, existe a preocupação adicional com a febre chikungunya. Ele destacou algumas diferenças entre esta doença e a dengue. Na febre chikungunya, os sintomas de dor são mais forte nas articulações, sendo que a dor “pode ser sentida em até um ano após a manifestação da fase aguda da doença”. Um tempo de incubação menor, um período de viremia maior e mais altas taxas de ataque são características que fazem a progressão da febre chikungunya ser muito rápida, avisou o especialista. Ele citou o caso de uma epidemia ocorrida entre 2005 e 2006 nas Ilhas Reunião, que tem uma população de 766 mil pessoas e chegou a registrar 45 mil casos em apenas uma semana.</p>
<p>Um mito importante a ser quebrado, advertiu o Dr.André Ribas Freitas, se refere à suposta baixa letalidade da febre chikungunya. “Não é verdade, a letalidade é alta, inclusive porque o número de casos pode ser maior e a progressão da doença ser mais rápida”, alertou.</p>
<div id="attachment_1202" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020.jpg"><img class="size-large wp-image-1202" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020-1024x680.jpg" alt="Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida (Foto Martinho Caires)</p></div>
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		<title>Campinas declara guerra à dengue e febre chikungunya com pacote de ações</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 15:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Chikungunya]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma declaração de guerra de Campinas contra a dengue e a febre chikungunya, doenças que têm o mesmo agente transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Assim pode ser classificado o encontro realizado na manhã desta sexta-feira, 14 de novembro, no Hotel Nacional Inn. O evento reuniu vários secretários municipais e representantes de diversos órgãos públicos, indicando uma ofensiva intersetorial ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma declaração de guerra de Campinas contra a dengue e a febre chikungunya, doenças que têm o mesmo agente transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Assim pode ser classificado o encontro realizado na manhã desta sexta-feira, 14 de novembro, no Hotel Nacional Inn. O evento reuniu vários secretários municipais e representantes de diversos órgãos públicos, indicando uma ofensiva intersetorial para evitar que aconteça em 2015 o mesmo quadro verificado neste ano, no qual Campinas viveu a maior epidemia de dengue de sua história, com 40.749 casos. Na manhã de hoje ficou claro que a cidade ainda tem áreas de transmissão da dengue, em bairros de baixa e também de alta renda, reforçando os enormes desafios para eliminar os criadouros do mosquito que também transmite a febre chikungunya, preocupação cada vez maior dos responsáveis pela saúde. Um pacote de ações será colocado em prática a partir de segunda-feira, 17 de novembro.</p>
<p>&#8220;Toda a cidade precisa estar unida contra a dengue&#8221;, pediu o secretário municipal da Saúde, Carmino de Souza, também advertindo para o alto risco de aparecimento de casos da febre chikungunya, que já está presente no Brasil. Até o final de outubro já tinham sido registrados 828 casos da doença no país. Também estavam presentes no evento nesta manhã os secretários municipais de Cultura, Ney Carrasco, de Educação, Julio Moreto, e do Meio Ambiente, do Verde e Desenvolvimento Sustentável, Rogério Menezes, além de representantes de outros órgãos municipais, como a Defesa Civil, e o presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeo. Presenças que ratificam a ofensiva intersetorial contra a dengue e a febre chikungunya.</p>
<p>Essa articulação intersetorial é fundamental, assinalou o médico epidemiologista Dr.André Ribas Freitas, coordenador técnico do Programa Municipal de Dengue e Febre Chikungunya. &#8220;A dengue a febre chikungunyha dependem de condições climáticas e de hábitos de vida da população, e por isso é preciso o envolvimento de todos&#8221;, assinalou.</p>
<div id="attachment_1202" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020.jpg"><img class="size-large wp-image-1202" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020-1024x680.jpg" alt="Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida</p></div>
<p>O médico observou que as epidemias de dengue começaram a aparecer em Campinas em 1998, com um forte surto na região do Parque São Quirino e, sobretudo, na área da rua Moscou, que na época mantinha um perfil de alta vulnerabilidade social.  Em 2001 aconteceu outro surto, com foco importante na Região Sul do município, em torno dos bairros São Domingos e Campo Belo. Em 2002 outro episódio significativo, também com foco na Região Sul, onde foram registrados 1300 casos somente no São Domingos. Em 2003 houve um surto menor, na área do Jardim Santa Mônica.</p>
<p>Em 2006 houve um prenúncio de epidemia, com casos especialmente na Vila Padre Anchieta. A primeira grande epidemia foi em 2007, com mais de 11 mil casos, registrados em quase toda a cidade. Em 2010 e 2013 também foram registrados surtos, como um prenúncio da grande epidemia de 2014, com 40.749 casos. O Dr.André Ribas Freitas notou que mesmo em regiões rurais ou semi-rurais, como os distritos de Sousas e Joaquim Egídio e o bairro Carlos Gomes, houve alta incidência de dengue. &#8220;A situação apenas não foi pior pela ótima atuação do sistema público de saúde&#8221;, observou.</p>
<div id="attachment_1206" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_006.jpg"><img class="size-large wp-image-1206" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_006-1024x680.jpg" alt="Campinas terá articulação intersetorial inédita contra o Aedes" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Campinas terá articulação intersetorial inédita contra o Aedes</p></div>
<p>Para o final de 2014 e 2015, advertiu o médico, existe a preocupação adicional com a febre chikungunya. Ele destacou algumas diferenças entre esta doença e a dengue. Na febre chikungunya, os sintomas de dor são mais forte nas articulações, sendo que a dor &#8220;pode ser sentida em até um ano após a manifestação da fase aguda da doença&#8221;. Um tempo de incubação menor, um período de viremia maior e mais altas taxas de ataque são características que fazem a progressão da febre chikungunya ser muito rápida, avisou o especialista. Ele citou o caso de uma epidemia ocorrida entre 2005 e 2006 nas Ilhas Reunião, que tem uma população de 766 mil pessoas e chegou a registrar 45 mil casos em apenas uma semana.</p>
<p>Um mito importante a ser quebrado, advertiu o Dr.André Ribas Freitas, se refere à suposta baixa letalidade da febre chikungunya. &#8220;Não é verdade, a letalidade é alta, inclusive porque o número de casos pode ser maior e a progressão da doença ser mais rápida&#8221;, acentuou.</p>
<p>Para o coordenador técnico do Programa Municipal de Dengue e Febre Chikungunya, um dos maiores desafios para que seja vencida a guerra é &#8220;ganhar a batalha da informação&#8221;. Daí a importância da melhoria dos canais de comunicação e informação, tema técnico do encontro da manhã de hoje em Campinas, e que contou com a presença, entre outros, do jornalista Vinicius Ferreira, assessor de Imprensa do Instituto Oswaldo Cruz-Fiocruz, do Rio de Janeiro, que justamente apresentou algumas experiências bem sucedidas de comunicação em relação à dengue. O Rio de Janeiro registrou 259 mil casos de dengue em 2008.</p>
<div id="attachment_1203" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_010.jpg"><img class="size-large wp-image-1203" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_010-1024x680.jpg" alt="Representantes de várias secretarias e outros órgãos municipais participaram do encontro que declarou guerra à dengue e chikungunya" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Representantes de várias secretarias e outros órgãos municipais participaram do encontro que declarou guerra à dengue e chikungunya</p></div>
<p><strong> ções</strong> &#8211; A ofensiva intersetorial contra a dengue e chikungunya prevê uma série de atividades a partir de segunda-feira, 17 de novembro. <span style="face: 'Verdana,';">90 pontos de via pública receberão faixas, outros 180 banners sexão afixados em diversos equipamentos públicos, e panfletos educativos também serão distribuídos.Um Hot Site na página oficial da prefeitura Municipal, voltado para a população e para a imprensa, conterá informações sobre as ações, cronogramas, status das doenças e formas de prevenção. Tendas, maquetes, teatros e tendas de conversa serão atividades para contato direto com a população.</span></p>
<p align="justify"> <span style="face: 'Verdana,';">A Secretaria de Educação irá intensificar as ações contra o Aedes aegypti, com a “Marcha Contra a Dengue”, com a participação de fanfarras de oito Escolas Municipais, de 24 a 29 de novembro.  Fruto da parceria entre </span><span style="face: 'Verdana,';">Sanasa e Secretaria de Saúde, serão mapeadas, através dos leituristas, residências com possíveis criadouros. No dia 19 de novembro, a empresa fará uma operação “cata-treco” no bairro Vila Esperança, em cooperação com a Administração Regional (AR) 4. A Escola Castinalta de Melo e Albuquerque, no Jardim São Marcos, terá ações de teatro, saúde bucal e uso racional da água, também promovidos pela Sanasa.</span></p>
<p align="justify"><span style="face: 'Verdana,';">&#8220;Diariamente, equipes contratadas pela prefeitura percorrem todo o território do município, orientando e sensibilizando a população para um ambiente seguro e sem mosquitos, removendo e inviabilizando criadouros, colocando telas em caixas d’água e fazendo o trabalho de nebulização&#8221;, informa a Prefeitura. </span></p>
<p align="justify">
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