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	<title>Agência Social de Notícias &#187; FIESP</title>
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		<title>Região de Piracicaba lidera perdas de empregos na indústria em 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 19:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Crise na indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Demissões em 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Demissões na indústria]]></category>
		<category><![CDATA[FIESP]]></category>

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		<description><![CDATA[A região de Piracicaba liderou o ranking de perdas de empregos na indústria em 2014, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira, 15 de janeiro, pelo Centro e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP e FIESP). De acordo com as organizações, o estado perdeu 128,5 mil vagas na indústria no ano passado. Piracicaba perdeu 16,54% ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A região de Piracicaba liderou o ranking de perdas de empregos na indústria em 2014, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira, 15 de janeiro, pelo Centro e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP e FIESP). De acordo com as organizações, o estado perdeu 128,5 mil vagas na indústria no ano passado.</p>
<p>Piracicaba perdeu 16,54% do emprego industrial no ano, segundo o levantamento, por influência de demissões nas áreas de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-36,%) e de máquinas e equipamentos (-14,23%). Curiosamente, a região vizinha, de Santa Bárbara D´Oeste, foi a única com contratações, contabilizando alta de 6,6% em sua indústria, com o fomento das contratações pelo setor de produtos têxteis (3,36%).</p>
<p>Segundo o CIESP-FIESP, a indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias foi a que mais demitiu em 2014: foram 23.180 funcionários desligados. Em segundo lugar ficou o setor de máquinas e equipamentos, com 22.049 postos de trabalho fechados no ano.</p>
<p>“A partir da metade do ano [passado] já começávamos a ver esse panorama para 2014. Entramos em 2015 com a indústria muito fragilizada e não vemos a menor possibilidade de 2015 ser um ano de recuperação como 2010 foi para 2009”, comentou Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos (<a href="http://www.fiesp.com.br/sobre-a-fiesp/departamentos/pesquisas-e-estudos-economicos-depecon/" target="_blank">Depecon</a>) da Fiesp e do Ciesp, segundo a Agência Indusnet/Fiesp.</p>
<p>Um registro especialmente inquietante, segundo o levantamento, foram as 13.681 demissões no setor sucroalcooleiro, o equivalente a uma perda de 8,5% durante o período. Foi a mais expressiva perda de empregos no segmento desde o início do monitoramento pelo CIESP-FIESP.</p>
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		<title>Empresas já montam comitês anti-crise em função de desabastecimento de água</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 22:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresas da região de Campinas, localizada nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), já estão montando comitês anti-crise em função do agravamento da situação de desabastecimento. O propósito é prevenir o agravamento da crise, formulando medidas que possam ser tomadas em diferentes cenários. Intensificar a utilização de água de reuso, fornecida pela Sanasa, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas da região de Campinas, localizada nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), já estão montando comitês anti-crise em função do agravamento da situação de desabastecimento. O propósito é prevenir o agravamento da crise, formulando medidas que possam ser tomadas em diferentes cenários.</p>
<p>Intensificar a utilização de água de reuso, fornecida pela Sanasa, empresa municipal de água e esgotos, é uma das medidas em estudo por empresas de Campinas, especificamente. O fornecimento de água de reuso para empresas do município e região é um dos pontos do termo de associação assinado entre a Sanasa e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), regional Campinas.</p>
<p>No dia 24 de agosto deste ano, quando começava se agravar a crise hídrica, a Sanasa fechou o primeiro contrato de fornecimento de água de reuso, com a BRES Viracopos Empreendimentos Imobiliários. O contrato prevê o fornecimento de 100 mil litros diários de água de reuso derivada da Estação de Produção de Água de Reuso (EPAR) Capivari II. Essa água pode ser empregada em atividades como terraplanagem e compactação de solo. O valor de água de reuso é muito menor do que o cobrado pela água potável.</p>
<p>O futuro fornecimento de água para as indústrias já preocupa o setor. No dia 17 de julho, na sede do CIESP-Campinas, um Plano de Contingência elaborado pelo CIESP e pela FIESP foi apresentado em encontro com a participação das Diretorias Regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP Americana, Bragança Paulista, Campinas, Jundiaí, Indaiatuba, Limeira, Piracicaba, Rio Claro e Santa Bárbara d’Oeste), e mais  a Câmara Técnica de Uso e Conservação de Água na Indústria (CT-IND) dos Comitês PCJ.</p>
<p>Por sua vez, a Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) encaminhou ofício à ANA, solicitando maior flexibilidade para as indústrias no plano de redução do consumo de água que está em debate para as bacias do PCJ, diante do agravamento da crise hídrica.</p>
<p>Os rios Atibaia e Jaguari, formadores da bacia do rio Piracicaba, terão restrições na captação de água, atingindo abastecimento humano, dessedentação animal, atividades industriais e irrigação para agricultura. O rio Atibaia é o maior manancial de abastecimento de água de Campinas, entre outros municípios. As novas regras para a captação de água nos dois serão definidas até o final de outubro, em meio a um clima de forte acirramento de ânimos entre o governo de São Paulo e a União, através da Agência Nacional de Águas (ANA). As divergências ocorrem pela diferença de opiniões a respeito do gerenciamento dos recursos hídricos nas bacias mais afetadas pela estiagem inédita em São Paulo, que são as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), na região de Campinas, e a do Alto Tietê, na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>A ANA promoveu no início de outubro encontros com os usuários de água dos rios Atibaia e Jaguari, que são rios de domínio da União (pois atravessam dois estados, Minas Gerais e São Paulo). O primeiro encontro aconteceu no dia 1º, no Instituto Agronômico de Campinas, com os usuários da porção paulista da bacia do rio Piracicaba. O segundo encontro aconteceu dia 2 de outubro, em Extrema (MG), com os usuários de Minas Gerais. Os encontros não foram convocados para debater a retirada de água dos reservatórios do Sistema Cantareira para a Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Os usuários de água dos rios Atibaia e Jaguari tiveram até o dia 8 de outubro para encaminhar suas sugestões. Foi o caso do encaminhamento do documento pela FIESP.  A ANA entende que a decisão final sobre como serão as regras para a retirada de água dos dois rios será tomada até o final de outubro. E, segundo o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, a proposta é que as regras sejam perenes, isto é, “que continuem valendo depois do atual período hidrológico extremamente restritivo, pois é importante aproveitarmos a atual crise para aperfeiçoar a regulação do sistema”.</p>
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		<title>FIESP e movimentos sociais debatem reforma política, que encontrará barreiras</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 21:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[DIAP]]></category>
		<category><![CDATA[FIESP]]></category>

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		<description><![CDATA[Dilma Rousseff ou Aécio Neves, qualquer quer for a próxima ou próximo presidente da República, o país estará mobilizado por uma reforma política de fato. Movimentos sociais e organizações empresariais, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), já estão discutindo pontos importantes de uma eventual reforma política, que deve encontrar, entretanto, fortes resistências no novo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dilma Rousseff ou Aécio Neves, qualquer quer for a próxima ou próximo presidente da República, o país estará mobilizado por uma reforma política de fato. Movimentos sociais e organizações empresariais, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), já estão discutindo pontos importantes de uma eventual reforma política, que deve encontrar, entretanto, fortes resistências no novo Congresso Nacional, na avaliação de analistas.</p>
<p>A FIESP iniciou nesta segunda-feira, dia 20 de outubro, a discussão sobre a reforma política entre o setor industrial, com um debate em sua sede, na avenida Paulista, em São Paulo, com a participação do filósofo Renato Janine Ribeiro, professor da Universidade de São Paulo (USP). A discussão sobre a reforma política está sendo conduzida na FIESP pelo Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea), que realizará outros eventos.</p>
<p>No âmbito dos movimentos sociais, grande empenho será dado ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. O Plebiscito Popular realizado na Semana da Pátria coletou 7,7 milhões de assinaturas durante a Semana da Pátria. Haverá agora um esforço para que o Congresso Nacional aprove um plebiscito oficial sobre o tema. Estiveram envolvidas no Plebiscito Popular 450 organizações, 100 mil ativistas e dois mil comitês.</p>
<p>Mas a reforma política deve encontrar fortes resistências no novo Congresso Nacional, que terá, por exemplo, uma bancada muito menor do que a atual de parlamentares sindicalistas.  A bancada sindical terá 46 deputados, contra os atuais 83.</p>
<p>O analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), entende que uma ampla reforma política, incluindo uma Constituinte exclusiva, não deverá interessar, por exemplo, aos novos partidos com representação no Congresso Nacional. Atualmente o Congresso tem 22, mas a nova legislatura terá 28 partidos representados, com a inclusão de PSD (Partido Social Democrático, de Gilberto Kassab), SD (Solidariedade, de Paulinho da Força), Pros (Partido Republicano da Ordem Social, dos irmãos Ciro e Cid Gomes), PSDC (Partido Social Democrata Cristão), PEN (Partido Ecológico Nacional) e PTN (Partido Trabalhista Nacional).</p>
<p>&#8220;Para os novos partidos uma reforma que mudasse as atuais regras do jogo não interessaria&#8221;, diz o analista do DIAP. Para ele, uma reforma com Constituinte exclusiva apenas teria chance de ser implementada com três condições: 1. Se houvesse &#8220;o empenho do Executivo&#8221;, o que deve ser difícil, porque qualquer presidente eleito terá maiores dificuldades em negociar com o Congresso. 2. Se houver &#8220;uma forte pressão popular sobre os parlamentares&#8221;. 3 Se as novas regras forem &#8220;generosas&#8221;, não sendo aplicadas na eleição subsequente. E mudanças no texto constitucional, nota Antônio Augusto de Queiroz, dependem de 308 votos na Câmara, &#8220;o que nunca é uma tarefa fácil&#8221;.</p>
<p>Para o filósofo Roberto Romano, professor da Unicamp, a reforma política terá muitas dificuldades de ser implementada. &#8220;Na nossa história política, quando não se quer mudar nada, se fala daquilo o tempo todo. E está se falando muito em reforma política&#8221;, destaca. Uma verdadeira reforma, salienta Romano, deveria começar &#8220;por uma completa mudança na atual estrutura partidária, e os partidos brasileiros são tudo, menos democráticos&#8221;.</p>
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		<title>Marinha debate Amazônia Azul e outros projetos estratégicos com Fiesp</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 13:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Marinha Brasileira debate nesta segunda-feira, dia 20 de outubro, com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul &#8211; de proteção da plataforma marinha &#8211; e outros projetos estratégicos da Armada nacional. Está prevista a participação do chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Carlos Augusto de Souza, que irá ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Marinha Brasileira debate nesta segunda-feira, dia 20 de outubro, com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul &#8211; de proteção da plataforma marinha &#8211; e outros projetos estratégicos da Armada nacional. Está prevista a participação do chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Carlos Augusto de Souza, que irá apresentar a estrutura e o modelo de financiamento dos projetos estratégicos da Marinha do Brasil.</p>
<p>O Fórum com o Estado Maior da Armada e a Indústria Nacional será realizado à tarde, na Fiesp. O propósito central é a discussão da participação da indústria brasileira nos projetos estratégicos da Marinha. Um dos principais deles, o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul foi projetado para a vigilância da plataforma marítima brasileira, onde ocorre a exploração do Pré-Sal e onde devem ocorrer atividades de mineração, conforme autorização concedida em julho pela Autoridade Internacional de Fundos Marinhos (Isba), ligado às Nações Unidas. A Isba também autorizou o Brasil a pesquisar a exploração com exclusividade, por 15 anos, cobalto na Elevação do Rio Grande (ERG), no Atlântico Sul, a 1,5 mil km da costa do Rio de Janeiro.</p>
<p>Além da plataforma marinha, o Amazônia Azul atuará nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), abrangendo cerca de 22.000 Km de rios navegáveis das bacias hidrográficas brasileiras, e, também, as áreas internacionais de responsabilidade para Operações de Busca e Salvamento (SAR – Search and Rescue). Após a fase de conceituação, concluída em dezembro de 2013, o Amazônia Azul entrou na fase de contratação, em curso, e que abrange a apresentação de propostas de empresas interessadas. Depois será implementada a fase de desenvolvimento.</p>
<p>Outros projetos estratégicos da Marinha são o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), Programa de Obtenção de Navios-Aeródromos (ProNAe), Programa de Obtenção de Navios-Anfíbios (ProNAnf) e Programa de Obtenção de Navios de Superfície (Prosuper).</p>
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		<title>Desabastecimento de água se agrava em Campinas, atinge Unicamp e assusta indústrias</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 19:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O desabastecimento de água se agrava a cada dia que passa em Campinas e região metropolitana (RMC), atingindo também a Unicamp e preocupando as indústrias e todo o setor produtivo. Nesta sexta-feira, dia 17, o Consórcio PCJ e a Agência Reguladora Regional dos Serviços de Saneamento (ARES-PCJ) promoveram um fórum de discussão sobre os impactos financeiros ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O desabastecimento de água se agrava a cada dia que passa em Campinas e região metropolitana (RMC), atingindo também a Unicamp e preocupando as indústrias e todo o setor produtivo. Nesta sexta-feira, dia 17, o Consórcio PCJ e a Agência Reguladora Regional dos Serviços de Saneamento (ARES-PCJ) promoveram um fórum de discussão sobre os impactos financeiros nos serviços de saneamento diante da crise hídrica, na sede do Consórcio PCJ, em Americana (SP). A FIESP já solicitou à Agência Nacional de Águas (ANA) maior flexibilidade para a indústria no plano de redução do consumo que está em discussão para as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está a RMC. Campinas bateu novo recorde de temperatura hoje, com 38,1ºC, às 14h50, e segundo a Defesa Civil a umidade relativa do ar atingiu 15,2%, por volta das 15h.</p>
<p>A Unicamp divulgou hoje um comunicado alertando para a falta de água na Moradia Estudantil, devendo também atingir vários institutos, faculdades e órgãos. O setor de Saúde não está sendo afetado pelo desabastecimento de água. A Universidade já solicitou à Sanasa, empresa de águas e esgoto de Campinas, a programação de desabastecimento da sub-adutora Sertão, que serve à Unicamp e região.</p>
<p>Segundo nota divulgada pela Sanasa, 137 mil pessoas ficariam sem água em Campinas nesta sexta-feira. Na madrugada, 850 mil pessoas sofreram com a interrupção no abastecimento, provocada pelos ajustes no sistema de tratamento, necessários em função dos altos índices de poluição verificados no rio Atibaia.</p>
<p><strong>FIESP</strong> &#8211; A Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) encaminhou ofício à ANA, solicitando maior flexibilidade para as indústrias no plano de redução do consumo de água que está em debate para as bacias do PCJ, diante do agravamento da crise hídrica.</p>
<p>Os rios Atibaia e Jaguari, formadores da bacia do rio Piracicaba, terão restrições na captação de água, atingindo abastecimento humano, dessedentação animal, atividades industriais e irrigação para agricultura. O rio Atibaia é o maior manancial de abastecimento de água de Campinas, entre outros municípios. As novas regras para a captação de água nos dois serão definidas até o final de outubro, em meio a um clima de forte acirramento de ânimos entre o governo de São Paulo e a União, através da Agência Nacional de Águas (ANA). As divergências ocorrem pela diferença de opiniões a respeito do gerenciamento dos recursos hídricos nas bacias mais afetadas pela estiagem inédita em São Paulo, que são as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), na região de Campinas, e a do Alto Tietê, na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>A ANA promoveu no início de outubro encontros com os usuários de água dos rios Atibaia e Jaguari, que são rios de domínio da União (pois atravessam dois estados, Minas Gerais e São Paulo). O primeiro encontro aconteceu no dia 1º, no Instituto Agronômico de Campinas, com os usuários da porção paulista da bacia do rio Piracicaba. O segundo encontro aconteceu dia 2 de outubro, em Extrema (MG), com os usuários de Minas Gerais. Os encontros não foram convocados para debater a retirada de água dos reservatórios do Sistema Cantareira para a Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Os usuários de água dos rios Atibaia e Jaguari tiveram até o dia 8 de outubro para encaminhar suas sugestões. Foi o caso do encaminhamento do documento pela FIESP.  A ANA entende que a decisão final sobre como serão as regras para a retirada de água dos dois rios será tomada até o final de outubro. E, segundo o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, a proposta é que as regras sejam perenes, isto é, “que continuem valendo depois do atual período hidrológico extremamente restritivo, pois é importante aproveitarmos a atual crise para aperfeiçoar a regulação do sistema”.</p>
<p>A proposta que a ANA colocou para discussão estabelece que as novas regras para a retirada de água dos rios Atibaia e Jaguari seriam consideradas quando duas situações ocorrerem de forma concomitante: o volume disponível no sistema equivalente do Cantareira (soma dos reservatórios) for menor do que 5% do volume útil, e quando as vazões medidas nos postos fluviométricos (medição de chuvas) estiverem abaixo do de 4m³/s no alto Atibaia, 2m³/s no baixo Atibaia e 3m³/s no rio Jaguari. O volume útil, esclarece a ANA, é aquele localizado acima dos níveis operacionais dos reservatórios, ou seja, é retirado por gravidade, enquanto o volume morto é aquele localizado abaixo dos níveis operacionais, retirado apenas por bombeamento.</p>
<p>Pois a primeira condição para o acionamento das restrições em discussão já está acontecendo, lembra a ANA, em função de ter sido esgotado o volume útil e desde maio estar sendo usado o volume morto do Sistema Cantareira. A proposta que ANA está apresentando para os usuários paulistas e mineiros dos dois rios indica uma redução de 20% para abastecimento e dessedentação animal e de 30% para indústria e irrigação no volume diário outorgado, quando as duas condições de restrição elencadas forem atingidas. Do mesmo modo, a proposta inclui a suspensão das captações das 7 às 12 horas para abastecimento e dessedentação animal e das 12 às 18 horas para indústria e irrigação.</p>
<p>A ANA observa que as regras somente serão validadas depois que a Agência avaliar as contribuições recebidas até o dia 8 de outubro. As regras propostas pela ANA seguem o estabelecido na Lei Nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, que determina a Política Nacional de Recursos Hídricos. Logo em seu artigo 1º, a lei federal das águas estipula que, “em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais”.</p>
<p>No documento submetido à ANA, a FIESP pede que a redução de água para as indústrias não seja feita por período, mas devendo ser analisado caso a caso, e que a unidade industrial possa ter um planejamento em função da redução prevista. A redução por um período, na avaliação da FIESP, afeta o processo produtivo de unidades industriais.</p>
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