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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Fórum de Davos</title>
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		<title>Debate sobre a desigualdade planetária chega à elite no Fórum de Davos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 19:41:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2010 a população mundial cresceu em 400 milhões de cidadãos e, nesse período, a metade mais pobre do planeta &#8211; de 3,6 bilhões de pessoas &#8211; perdeu US$ 1 trilhão, enquanto as 62 pessoas mais ricas aumentaram sua fortuna em US$ 500 bilhões, atingindo a soma de US$ 1,76 trilhão. Os dados, que denunciam a aceleração da desigualdade de renda no planeta, estão em um estudo divulgado nesta segunda-feira, 18 de janeiro, pela Oxfam Internacional, e que será apresentado no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, na próxima semana. O estudo ainda mostra que a previsão de que o 1% mais rico do mundo teria renda superior aos restantes 99% foi confirmada em 2015, um ano antes do esperado.</p>
<p>&#8220;Uma economia a serviço do 1%&#8221; é o título do relatório, no qual a Oxfam Internacional faz uma série de propostas pela redução das desigualdades planetárias, como o combate aos paraísos fiscais utilizados pelos mais ricos para não pagar impostos. A diretora executiva de Oxfam Internacional, Winnie Byanyima, que participará novamente do Fórum de Davos, afirmou: &#8220;Simplesmente não podemos aceitar que a metade mais pobre da população mundial possua a mesma riqueza que um punhado de pessoas ricas que caberiam sem problemas em um ônibus&#8221;.</p>
<p>São vários dados contidos no relatório e muitos deles foram extraídos do Credit Suisse Global Wealth Datebook, uma fonte, portanto, mais do que confiável nesse tipo de informação. O documento da Oxfam cita vários números ratificando a aceleração das desigualdades nos últimos anos, como o fato de que, em 2010, era de 388 o número de pessoas que possuíam a mesma renda que a metade mais pobre do planeta. Esse número caiu regularmente desde então, para 177 em 2011, 159 em 2012, 92 em 2013, 80 em 2014 e 62 em 2015. A fortuna dos 62 multimilionários foi calculada a partir de dados que aparecem na revista &#8220;Forbes&#8221;, especializada no tema.</p>
<p>As desigualdades econômicas se refletem nas disparidades ambientais, afirma o relatório da Oxfam. Ele cita estudos mostrando que a metade mais pobre do planeta gera 10% dos gases de efeito-estufa e continua sendo a mais vulnerável às mudanças climáticas. A &#8220;pegada de carbono&#8221; do 1% mais rico, afirma o documento, pode chegar a equivaler a 175 vezes à da população mais pobre.</p>
<p>Para a Oxfam &#8211; confederação internacional de 17 organizações que atuam em 90 países &#8211; vários grupos e setores econômicos têm aproveitado as oportunidades surgidas nos últimos anos, como &#8220;a desregulação, o segredo bancário e a globalização, especialmente das atividades financeiras&#8221;, para incrementar o seu poder econômico e político. Os paraísos fiscais merecem destaque especial do relatório. Segundo o documento, os investimentos nesses territórios em 2014 foram quatro vezes superiores aos de 2001. Quase um terço da fortuna dos africanos mais ricos, cerca de US$ 500 bilhões, estão em paraísos fiscais, gerando perdas fiscais de US$ 14 bilhões por ano, estima a organização.</p>
<p>A capacidade de fazer lobby dos grandes grupos também é criticada pela Oxfam. &#8220;A desigualdade é agravada pela capacidade de algumas empresas de utilizar o controle monopolístico e a propriedade intelectual, manipulando o mercado para expulsar seus competidores e disparar os preços que pagam os consumidores finais. Em 2014, as empresas farmacêuticas destinaram mais de US$228 milhões para atividades de lobby em Washington&#8221;.</p>
<p>Para Oxfam, é necessária uma estratégia múltipla para se alcançar a redução das desigualdades planetárias, abrangendo medidas como: pagar aos trabalhadores e trabalhadoras salário digno e reduzir as distâncias até as remunerações dos altos dirigentes; fomentar a igualdade econômica e os direitos das mulheres; manter sob controle a capacidade de influência das elites mais poderosas; modificar o sistema mundial de pesquisa e desenvolvimento e de fixação dos preços de medicamentos para garantir o acesso de todas as pessoas a medicamentos adequados; distribuir o esforço fiscal de forma justa e equitativa; combater as desigualdades através de gastos públicos progressivos. A Oxfam faz ainda um apelo aos líderes mundiais &#8220;para que ponham fim à era dos paraísos fiscais&#8221;.</p>
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		<title>Fórum de Davos discute rumos e impactos da &#8220;quarta revolução industrial&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 15:55:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Quarta revolução industrial]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>A disseminação do uso de próteses eletrônicas em humanos, a implantação subcutânea de chips, a propagação de técnicas genéticas e da inteligência artificial são ingredientes de uma paisagem que, para alguns, pode ser muito promissora, mas para outros, assustadora. De qualquer modo, este é o alvorecer daquela que alguns pensadores e corporações estão denominando &#8220;quarta revolução industrial&#8221;, tema da reunião de 2016 do Fórum de Davos, que acontecerá entre 20 e 23 de janeiro nessa cidade suíça. O evento normalmente reúne a elite política e do empresariado mundial, para discutir as tendências contemporâneas.</p>
<p>Em artigo justificando a escolha da temática desse ano, o idealizador do Fórum de Davos, Klaus Schwab, destaca a trajetória até a chamada &#8220;quarta revolução industrial&#8221;. A primeira revolução industrial, observa, aconteceu com o uso do vapor d´água para movimentar máquinas e sistemas, como as ferrovias. A segunda aconteceu, por sua vez, com a utilização da eletricidade para a produção em massa.</p>
<p>A terceira revolução industrial, que estaria em seu auge no momento, seria a fase caracterizada pelo emprego da tecnologia de informação para automatizar os processos produtivos. E a quarta revolução industrial, aquela que estaria dando seus sinais no horizonte planetário, seria aquela configurada pela convergência das tecnologias de informação e comunicação, biotecnologia, robótica e outras, e que levará à aceleração ainda maior das dinâmicas industriais, comerciais e financeiras, entre outros impactos.</p>
<p>Um novo modo de educar e produzir conhecimento, uma nova forma de gerar e usar energia, novos caminhos para a saúde e cultivo de alimentos são alguns possíveis efeitos da quarta revolução industrial. Assim o fundador e chairman do Fórum de Davos descreve esse novo momento histórico:</p>
<p><span class="hps">&#8220;Estamos</span> <span class="hps">à beira</span> <span class="hps">de uma revolução tecnológica</span> <span class="hps">que irá</span> <span class="hps">alterar fundamentalmente</span> <span class="hps">a maneira como vivemos</span>, trabalhamos e nos<span class="hps"> relacionamos</span>. <span class="hps">Em</span> <span class="hps">sua escala</span>, escopo e <span class="hps">complexidade, a</span> <span class="hps">transformação será</span> <span class="hps">diferente de tudo que</span> <span class="hps">a humanidade </span><span class="hps">experimentou antes.</span> <span class="hps">Nós</span> <span class="hps">ainda não sabemos</span> <span class="hps">exatamente como</span> <span class="hps">isso</span> <span class="hps">vai se desdobrar</span>, mas uma coisa <span class="hps">é clara:</span> <span class="hps">a resposta a ela</span> <span class="hps">deve ser integrada e</span> <span class="hps">abrangente</span>, envolvendo todas as <span class="hps">partes interessadas da</span> <span class="hps">comunidade política</span> <span class="hps">mundial</span>, dos <span class="hps">setores público e privado, d</span><span class="hps">a academia</span> <span class="hps">e da sociedade</span> <span class="hps">civil&#8221;.</span></p>
<p>Este é o perfil do que vem por aí, sobretudo na visão de algumas corporações e futurólogos. Seria a emergência do que alguns autores indicam como a interconexão das tecnologias NBIC (Nanotecnologia, Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Comunicação e Neuro-Cognitivas), desafio que certamente demanda respostas nas esferas política, filosófica e cultural. Será este o futuro? Quais seus riscos e oportunidades? O que realmente a humanidade demanda nesse momento histórico? Os direitos humanos e o equilíbrio ambiental serão respeitados, ou será um mundo de interesse apenas de grandes empresas e outras organizações, aprofundando desigualdades e injustiças? Perguntas a serem respondidas pelo conjunto da sociedade global. <strong>(Por José Pedro Martins)</strong></p>
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		<title>Fórum de Davos aponta guerras e eventos climáticos como maiores riscos globais</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 23:27:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crise da água]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos climáticos extremos]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Conflitos entre Estados, com consequências regionais, e eventos climáticos extremos são os grandes riscos globais em 2015 segundo o Fórum Econômico Mundial, divulgado nesta quinta-feira, 15 de janeiro, em Davos, na Suíça. Este é o décimo ano em que o Fórum divulga o relatório de Riscos Globais, e a primeira vez que conflitos internacionais lidera o ranking de riscos. Por outro lado, é o segundo ano consecutivo em que eventos climáticos extremos aparece em segundo lugar no ranking. Uma crise global da água preocupa muito o Fórum, que terá sua sessão anual, com a presença de chefes de Estado, grandes empresários e artistas, a partir da próxima semana.</p>
<p>Questões institucionais realmente estão preocupando os analistas consultados pelo Fórum Econômico Mundial. Em terceiro e quarto lugares no ranking de riscos globais apareceram &#8220;falhas na governança nacional&#8221; e &#8220;Colapso ou crise de Estados&#8221;. Em quinto lugar figurou &#8220;Alto desemprego ou subemprego estrutural&#8221;. Ou seja, as questões econômicas não estão no topo da lista, como aconteceu de 2007 a 2014.</p>
<p><span class="hps">&#8220;A disputa pela</span> <span class="hps">Criméia</span> em <span class="hps">março de 2014</span> <span class="hps">serve como um lembrete</span> <span class="hps">contundente</span> <span class="hps">das consequências de</span> <span class="hps">conflitos</span> <span class="hps">interestatais</span> <span class="hps">com consequências</span> <span class="hps">regionais que</span> <span class="hps">pareciam</span> <span class="hps">há muito esquecidos</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">insondáveis&#8221;, observa o documento. &#8220;</span><span class="hps">Da mesma forma,</span> u<span class="hps">m conjunto de</span> <span class="hps">outros eventos em</span> <span class="hps">2014</span>, como <span class="hps">o aumento</span> <span class="hps">de destaque</span> <span class="hps">do Estado Islâmico</span>, trouxe <span class="hps">o colapso do Estado</span> <span class="hps">e o fracasso</span> <span class="hps">da governança</span> <span class="hps">nacional</span> <span class="hps">de volta à consciência</span> <span class="hps">pública&#8221;. O</span> relatório também cita <span class="hps">os riscos</span> <span class="hps">relacionados com a saúde</span>, como as pandemias, <span class="hps">a exemplo da propagação</span> <span class="hps">sem precedentes de</span> <span class="hps">Ebola. </span></p>
<p>A respeito das questões ambientais, o relatório do Fórum Econômico Mundial afirma que há &#8220;muita preocupação, e pouco progresso&#8221;. O documento destaca o provável agravamento da crise da água e explica os motivos: &#8220;A demanda <span class="hps">global de água</span> <span class="hps">40% até</span> <span class="hps">2030.</span> <span class="hps">A</span> <span class="hps">Agricultura</span> <span class="hps">já representa</span>, em média, <span class="hps">70% do consumo</span> <span class="hps">total de água</span> <span class="hps">e</span>, de acordo com <span class="hps">o Banco Mundial,</span> <span class="hps">a produção de alimentos</span> <span class="hps">terá de</span> <span class="hps">aumentar em 50</span>% até 2030 <span class="hps">enquanto a população cresce</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">os hábitos alimentares</span> <span class="hps">mudam.</span>  <span class="hps">A</span> <span class="hps">Agência Internacional de Energia</span> indica que a demanda <span class="hps">de água</span> <span class="hps">para atender às necessidades</span> <span class="hps">de geração de energia</span> a<span class="hps">umentarão</span> <span class="hps">em 85%</span> <span class="hps">até 2035&#8243;</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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