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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Fórum Econômico Mundial</title>
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		<title>Debate sobre a desigualdade planetária chega à elite no Fórum de Davos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 19:41:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2010 a população mundial cresceu em 400 milhões de cidadãos e, nesse período, a metade mais pobre do planeta &#8211; de 3,6 bilhões de pessoas &#8211; perdeu US$ 1 trilhão, enquanto as 62 pessoas mais ricas aumentaram sua fortuna em US$ 500 bilhões, atingindo a soma de US$ 1,76 trilhão. Os dados, que denunciam a aceleração da desigualdade de renda no planeta, estão em um estudo divulgado nesta segunda-feira, 18 de janeiro, pela Oxfam Internacional, e que será apresentado no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, na próxima semana. O estudo ainda mostra que a previsão de que o 1% mais rico do mundo teria renda superior aos restantes 99% foi confirmada em 2015, um ano antes do esperado.</p>
<p>&#8220;Uma economia a serviço do 1%&#8221; é o título do relatório, no qual a Oxfam Internacional faz uma série de propostas pela redução das desigualdades planetárias, como o combate aos paraísos fiscais utilizados pelos mais ricos para não pagar impostos. A diretora executiva de Oxfam Internacional, Winnie Byanyima, que participará novamente do Fórum de Davos, afirmou: &#8220;Simplesmente não podemos aceitar que a metade mais pobre da população mundial possua a mesma riqueza que um punhado de pessoas ricas que caberiam sem problemas em um ônibus&#8221;.</p>
<p>São vários dados contidos no relatório e muitos deles foram extraídos do Credit Suisse Global Wealth Datebook, uma fonte, portanto, mais do que confiável nesse tipo de informação. O documento da Oxfam cita vários números ratificando a aceleração das desigualdades nos últimos anos, como o fato de que, em 2010, era de 388 o número de pessoas que possuíam a mesma renda que a metade mais pobre do planeta. Esse número caiu regularmente desde então, para 177 em 2011, 159 em 2012, 92 em 2013, 80 em 2014 e 62 em 2015. A fortuna dos 62 multimilionários foi calculada a partir de dados que aparecem na revista &#8220;Forbes&#8221;, especializada no tema.</p>
<p>As desigualdades econômicas se refletem nas disparidades ambientais, afirma o relatório da Oxfam. Ele cita estudos mostrando que a metade mais pobre do planeta gera 10% dos gases de efeito-estufa e continua sendo a mais vulnerável às mudanças climáticas. A &#8220;pegada de carbono&#8221; do 1% mais rico, afirma o documento, pode chegar a equivaler a 175 vezes à da população mais pobre.</p>
<p>Para a Oxfam &#8211; confederação internacional de 17 organizações que atuam em 90 países &#8211; vários grupos e setores econômicos têm aproveitado as oportunidades surgidas nos últimos anos, como &#8220;a desregulação, o segredo bancário e a globalização, especialmente das atividades financeiras&#8221;, para incrementar o seu poder econômico e político. Os paraísos fiscais merecem destaque especial do relatório. Segundo o documento, os investimentos nesses territórios em 2014 foram quatro vezes superiores aos de 2001. Quase um terço da fortuna dos africanos mais ricos, cerca de US$ 500 bilhões, estão em paraísos fiscais, gerando perdas fiscais de US$ 14 bilhões por ano, estima a organização.</p>
<p>A capacidade de fazer lobby dos grandes grupos também é criticada pela Oxfam. &#8220;A desigualdade é agravada pela capacidade de algumas empresas de utilizar o controle monopolístico e a propriedade intelectual, manipulando o mercado para expulsar seus competidores e disparar os preços que pagam os consumidores finais. Em 2014, as empresas farmacêuticas destinaram mais de US$228 milhões para atividades de lobby em Washington&#8221;.</p>
<p>Para Oxfam, é necessária uma estratégia múltipla para se alcançar a redução das desigualdades planetárias, abrangendo medidas como: pagar aos trabalhadores e trabalhadoras salário digno e reduzir as distâncias até as remunerações dos altos dirigentes; fomentar a igualdade econômica e os direitos das mulheres; manter sob controle a capacidade de influência das elites mais poderosas; modificar o sistema mundial de pesquisa e desenvolvimento e de fixação dos preços de medicamentos para garantir o acesso de todas as pessoas a medicamentos adequados; distribuir o esforço fiscal de forma justa e equitativa; combater as desigualdades através de gastos públicos progressivos. A Oxfam faz ainda um apelo aos líderes mundiais &#8220;para que ponham fim à era dos paraísos fiscais&#8221;.</p>
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		<title>Mudança climática, armas, migração e eventos extremos são maiores riscos globais, diz Fórum Econômico Mundial</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 17:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[Falhas na mitigação e adaptação às mudanças climáticas e as armas de destruição em massa são os dois grandes riscos globais em termos de impacto em 2016, enquanto a migração involuntária em massa e eventos climáticos extremos são os maiores riscos mundiais em termos de probabilidade. As informações estão no relatório Riscos Globais 2016, que ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Falhas na mitigação e adaptação às mudanças climáticas e as armas de destruição em massa são os dois grandes riscos globais em termos de impacto em 2016, enquanto a migração involuntária em massa e eventos climáticos extremos são os maiores riscos mundiais em termos de probabilidade. As informações estão no relatório Riscos Globais 2016, que o Fórum Econômico Mundial divulgou nesta quinta-feira, 14 de janeiro, na Suíça.  A divulgação do relatório antecede a realização da edição anual do Fórum, na cidade suíça de Davos, no final do mês.</p>
<p>Ainda segundo o documento do Fórum Econômico Mundial, as falhas na mitigação e adaptação às mudanças climáticas (tema da grande Conferência do Clima &#8211; COP-21 em Paris, no final de 2015), os conflitos internacionais com consequências regionais e grandes catástrofes naturais são outros três grandes riscos globais em termos de probabilidade neste 2016. Crise hídrica, migração involuntária em massa e aumento expressivo nos preços da energia são os maiores riscos em termos de impacto.</p>
<p>Três dos cinco grandes riscos em termos de probabilidade, portanto, são relacionados a questões ambientais, indicando como a temática alcança projeção na elite mundial. Em termos de impacto, dois grandes riscos são ligados diretamente à questão ambiental, embora um terceiro, o dos preços de energia, esteja associado.</p>
<p>Em 2015, os cinco grandes riscos globais em termos de probabilidade eram conflitos internacionais, eventos climáticos extremos, falhas na governança nacional,  crises ou colapsos nacionais e desemprego em massa. Em 2014, eram aumento da desigualdade, eventos climáticos extremos, desemprego em massa, mudança climática e ataque cibernético.</p>
<p>Em termos de impactos, os cinco maiores riscos em 2015 eram crise hídrica, disseminação rápida de epidemias, armas de destruição em massa, conflitos internacionais e falhas na mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Em 2014, eram crise fiscal, mudança climática, crise hídrica, desemprego em massa e quebras na infraestrutura.</p>
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		<title>Fórum de Davos discute rumos e impactos da &#8220;quarta revolução industrial&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 15:55:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Quarta revolução industrial]]></category>

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		<description><![CDATA[A disseminação do uso de próteses eletrônicas em humanos, a implantação subcutânea de chips, a propagação de técnicas genéticas e da inteligência artificial são ingredientes de uma paisagem que, para alguns, pode ser muito promissora, mas para outros, assustadora. De qualquer modo, este é o alvorecer daquela que alguns pensadores e corporações estão denominando &#8220;quarta ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A disseminação do uso de próteses eletrônicas em humanos, a implantação subcutânea de chips, a propagação de técnicas genéticas e da inteligência artificial são ingredientes de uma paisagem que, para alguns, pode ser muito promissora, mas para outros, assustadora. De qualquer modo, este é o alvorecer daquela que alguns pensadores e corporações estão denominando &#8220;quarta revolução industrial&#8221;, tema da reunião de 2016 do Fórum de Davos, que acontecerá entre 20 e 23 de janeiro nessa cidade suíça. O evento normalmente reúne a elite política e do empresariado mundial, para discutir as tendências contemporâneas.</p>
<p>Em artigo justificando a escolha da temática desse ano, o idealizador do Fórum de Davos, Klaus Schwab, destaca a trajetória até a chamada &#8220;quarta revolução industrial&#8221;. A primeira revolução industrial, observa, aconteceu com o uso do vapor d´água para movimentar máquinas e sistemas, como as ferrovias. A segunda aconteceu, por sua vez, com a utilização da eletricidade para a produção em massa.</p>
<p>A terceira revolução industrial, que estaria em seu auge no momento, seria a fase caracterizada pelo emprego da tecnologia de informação para automatizar os processos produtivos. E a quarta revolução industrial, aquela que estaria dando seus sinais no horizonte planetário, seria aquela configurada pela convergência das tecnologias de informação e comunicação, biotecnologia, robótica e outras, e que levará à aceleração ainda maior das dinâmicas industriais, comerciais e financeiras, entre outros impactos.</p>
<p>Um novo modo de educar e produzir conhecimento, uma nova forma de gerar e usar energia, novos caminhos para a saúde e cultivo de alimentos são alguns possíveis efeitos da quarta revolução industrial. Assim o fundador e chairman do Fórum de Davos descreve esse novo momento histórico:</p>
<p><span class="hps">&#8220;Estamos</span> <span class="hps">à beira</span> <span class="hps">de uma revolução tecnológica</span> <span class="hps">que irá</span> <span class="hps">alterar fundamentalmente</span> <span class="hps">a maneira como vivemos</span>, trabalhamos e nos<span class="hps"> relacionamos</span>. <span class="hps">Em</span> <span class="hps">sua escala</span>, escopo e <span class="hps">complexidade, a</span> <span class="hps">transformação será</span> <span class="hps">diferente de tudo que</span> <span class="hps">a humanidade </span><span class="hps">experimentou antes.</span> <span class="hps">Nós</span> <span class="hps">ainda não sabemos</span> <span class="hps">exatamente como</span> <span class="hps">isso</span> <span class="hps">vai se desdobrar</span>, mas uma coisa <span class="hps">é clara:</span> <span class="hps">a resposta a ela</span> <span class="hps">deve ser integrada e</span> <span class="hps">abrangente</span>, envolvendo todas as <span class="hps">partes interessadas da</span> <span class="hps">comunidade política</span> <span class="hps">mundial</span>, dos <span class="hps">setores público e privado, d</span><span class="hps">a academia</span> <span class="hps">e da sociedade</span> <span class="hps">civil&#8221;.</span></p>
<p>Este é o perfil do que vem por aí, sobretudo na visão de algumas corporações e futurólogos. Seria a emergência do que alguns autores indicam como a interconexão das tecnologias NBIC (Nanotecnologia, Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Comunicação e Neuro-Cognitivas), desafio que certamente demanda respostas nas esferas política, filosófica e cultural. Será este o futuro? Quais seus riscos e oportunidades? O que realmente a humanidade demanda nesse momento histórico? Os direitos humanos e o equilíbrio ambiental serão respeitados, ou será um mundo de interesse apenas de grandes empresas e outras organizações, aprofundando desigualdades e injustiças? Perguntas a serem respondidas pelo conjunto da sociedade global. <strong>(Por José Pedro Martins)</strong></p>
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		<title>Política patriarcal faz Brasil despencar no ranking global de desigualdade de gênero</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2015 14:35:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Global da Desigualdade de Gênero]]></category>

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		<description><![CDATA[A continuidade do patriarcalismo na política partidária brasileira foi o principal fator responsável para que o Brasil despencasse 14 posições no ranking do Índice Global de Desigualdade de Gênero, formulado pelo Fórum Econômico Mundial. O Brasil figura no 85º lugar no Índice de 2015, contra o 71º lugar que obteve em 2014 e o 62º lugar em 2013 e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A continuidade do patriarcalismo na política partidária brasileira foi o principal fator responsável para que o Brasil despencasse 14 posições no ranking do Índice Global de Desigualdade de Gênero, formulado pelo Fórum Econômico Mundial. O Brasil figura no 85º lugar no Índice de 2015, contra o 71º lugar que obteve em 2014 e o 62º lugar em 2013 e 2012, melhor posição alcançada pelo país no indicador criado em 2006.</p>
<p>O Índice Global de Desigualdade de Gênero mede o tamanho das desigualdades de gênero e monitora o seu progresso ao longo do tempo. O Índice mensura as <span class="hps">lacunas</span> <span class="hps">relativas entre</span> <span class="hps">homens e mulheres</span> <span class="hps">em quatro</span> <span class="hps">áreas-chave</span>: saúde, educação, <span class="hps">economia e política</span>.</p>
<p><span class="hps">A</span> <span class="hps">pontuação máxima possível</span> de um país, para compor o Índice, <span class="hps">é de 1</span> <span class="hps">(igualdade</span>) e a menor <span class="hps">pontuação possível</span> <span class="hps atn">é 0 (</span>desigualdade), considerando os quatro indicadores. Nestes termos, o país colocado em primeiro lugar no ranking de 2015, e portanto aquele que teria mais igualdade, é &#8211; repetindo 2014 &#8211; a Islândia, com 0.881. Em segundo, Noruega (0.850). A Finlândia é o terceiro (0.850) e Suécia é o quarto (0.823) e a Irlanda, o quinto (0.807).</p>
<p>Em 85º lugar, com uma marca de 0.686, o Brasil está atrás de 15 países da América Latina e Caribe. Pelos critérios do Índice, o Brasil, na área de Participação e Oportunidades Econômicas, ocupa o 1º lugar no ranking no quesito Técnico e Profissional, mas é apenas o 86º em Participação na Força de Trabalho e 133º em Igualdade Salarial para Trabalhos Similares.</p>
<p>Na dimensão Educacional, o Brasil ocupa o primeiro lugar do ranking em dois quesitos: Taxa de Alfabetização e Matrícula na Educação Universitária. O Índice não aponta neste ano a posição brasileira em Matrícula na Educação Primária e Secundária (estava em primeiro lugar nos dois indicadores em 2014). Na dimensão Saúde e Sobrevivência, o Brasil também é primeiro colocado, em Proporção entre os Sexos no Nascimento e Expectativa de Vida (mulheres em relação a homens).</p>
<p>Na dimensão Poder Político estão os piores desempenhos, o que ajuda a explicar o 85º lugar do país e segunda queda consecutiva no ranking geral. O Brasil é apenas 27º em Anos com Mulheres como Chefe de Estado, 84º em Mulheres com Posição Ministerial e 123º em Mulheres no Parlamento.</p>
<p>Houve uma queda de 43 posições em relação a 2014 no indicador Mulheres com Posição Ministerial. No início de outubro de 2015 a presidente Dilma Rousseff anunciou reforma, após várias negociações entre os partidos que formam a base do governo federal, que resultou na diminuição de oito ministérios.</p>
<p>Na reforma, foi criada a secretaria da Cidadania, com status de Ministério, resultante da fusão das Secretarias de Direitos Humanos (que era ocupada por Pepe Vargas), Igualdade Racial (Nilma Lino Gomes) e, justamente, de Mulheres (Eleonora Menicucci). Nilma Lino Gomes é a titular da nova ministra da Cidadania.</p>
<p><strong>Política patriarcal</strong> &#8211; Nas eleições de 2014, apenas 120 deputadas estaduais e distritais, contra a bancada anterior de 141 cadeiras femininas nas assembleias legislativas, uma queda de quase 15%. Para a Câmara Federal foram eleitas 51 deputadas, quase 10% do total de 513, e cinco senadoras, entre 27 no total. Com isso continuará a sub-representação feminina no Congresso, confirmando as projeções de um estudo divulgado dias antes das eleições pelo Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (Inesc).</p>
<p>O estudo havia mostrado que, no geral, eram 25.919 candidatos, dos quais 17.911  homens (69,10%) e somente 8.008 mulheres (30,90%), dado que já mostrava a sub-representação feminina, apesar do crescente número de candidaturas de mulheres. Em 2010 foram 22,4% de candidatas mulheres e 77,6% de candidatos homens.</p>
<p>Com as seis mulheres que já tinham cadeira no Senado e as cinco eleitas, a bancada feminina passou a se de onze, 13,6% do total de 81. Apenas Suely Campos, em Roraima, foi eleita governadora. Um cenário derivado da manutenção do patriarcalismo na estrutura partidária brasileira.</p>
<p>A expressiva participação das mulheres no respectivo parlamento é o principal indicador responsável para que Ruanda, um país que busca se recuperar da devastação provocada pela guerra civil, figure no 6º lugar no Índice de 2015. Pelos mesmos motivos, as Filipinas são o 7º lugar e Nicarágua o 12º lugar no Índice de 2015.</p>
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		<title>Fórum de Davos aponta guerras e eventos climáticos como maiores riscos globais</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 23:27:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crise da água]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos climáticos extremos]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Conflitos entre Estados, com consequências regionais, e eventos climáticos extremos são os grandes riscos globais em 2015 segundo o Fórum Econômico Mundial, divulgado nesta quinta-feira, 15 de janeiro, em Davos, na Suíça. Este é o décimo ano em que o Fórum divulga o relatório de Riscos Globais, e a primeira vez que conflitos internacionais lidera o ranking de riscos. Por outro lado, é o segundo ano consecutivo em que eventos climáticos extremos aparece em segundo lugar no ranking. Uma crise global da água preocupa muito o Fórum, que terá sua sessão anual, com a presença de chefes de Estado, grandes empresários e artistas, a partir da próxima semana.</p>
<p>Questões institucionais realmente estão preocupando os analistas consultados pelo Fórum Econômico Mundial. Em terceiro e quarto lugares no ranking de riscos globais apareceram &#8220;falhas na governança nacional&#8221; e &#8220;Colapso ou crise de Estados&#8221;. Em quinto lugar figurou &#8220;Alto desemprego ou subemprego estrutural&#8221;. Ou seja, as questões econômicas não estão no topo da lista, como aconteceu de 2007 a 2014.</p>
<p><span class="hps">&#8220;A disputa pela</span> <span class="hps">Criméia</span> em <span class="hps">março de 2014</span> <span class="hps">serve como um lembrete</span> <span class="hps">contundente</span> <span class="hps">das consequências de</span> <span class="hps">conflitos</span> <span class="hps">interestatais</span> <span class="hps">com consequências</span> <span class="hps">regionais que</span> <span class="hps">pareciam</span> <span class="hps">há muito esquecidos</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">insondáveis&#8221;, observa o documento. &#8220;</span><span class="hps">Da mesma forma,</span> u<span class="hps">m conjunto de</span> <span class="hps">outros eventos em</span> <span class="hps">2014</span>, como <span class="hps">o aumento</span> <span class="hps">de destaque</span> <span class="hps">do Estado Islâmico</span>, trouxe <span class="hps">o colapso do Estado</span> <span class="hps">e o fracasso</span> <span class="hps">da governança</span> <span class="hps">nacional</span> <span class="hps">de volta à consciência</span> <span class="hps">pública&#8221;. O</span> relatório também cita <span class="hps">os riscos</span> <span class="hps">relacionados com a saúde</span>, como as pandemias, <span class="hps">a exemplo da propagação</span> <span class="hps">sem precedentes de</span> <span class="hps">Ebola. </span></p>
<p>A respeito das questões ambientais, o relatório do Fórum Econômico Mundial afirma que há &#8220;muita preocupação, e pouco progresso&#8221;. O documento destaca o provável agravamento da crise da água e explica os motivos: &#8220;A demanda <span class="hps">global de água</span> <span class="hps">40% até</span> <span class="hps">2030.</span> <span class="hps">A</span> <span class="hps">Agricultura</span> <span class="hps">já representa</span>, em média, <span class="hps">70% do consumo</span> <span class="hps">total de água</span> <span class="hps">e</span>, de acordo com <span class="hps">o Banco Mundial,</span> <span class="hps">a produção de alimentos</span> <span class="hps">terá de</span> <span class="hps">aumentar em 50</span>% até 2030 <span class="hps">enquanto a população cresce</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">os hábitos alimentares</span> <span class="hps">mudam.</span>  <span class="hps">A</span> <span class="hps">Agência Internacional de Energia</span> indica que a demanda <span class="hps">de água</span> <span class="hps">para atender às necessidades</span> <span class="hps">de geração de energia</span> a<span class="hps">umentarão</span> <span class="hps">em 85%</span> <span class="hps">até 2035&#8243;</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Brasil é apenas o 71º em igualdade de gênero, segundo Fórum Econômico Mundial</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 15:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil, que acaba de reeleger Dilma Rousseff presidente da República, é apenas o 71º em termos de igualdade de gênero, segundo um relatório do Fórum Econômico Mundial divulgado nesta terça-feira, 28 de outubro. O relatório contempla o Índice Global de Desigualdade de Gênero, que mede o tamanho das desigualdades de gênero e monitora o seu ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil, que acaba de reeleger Dilma Rousseff presidente da República, é apenas o 71º em termos de igualdade de gênero, segundo um relatório do Fórum Econômico Mundial divulgado nesta terça-feira, 28 de outubro. O relatório contempla o Índice Global de Desigualdade de Gênero, que mede o tamanho das desigualdades de gênero e monitora o seu progresso ao longo do tempo. O Índice mensura as <span class="hps">lacunas</span> <span class="hps">relativas entre</span> <span class="hps">homens e mulheres</span> <span class="hps">em quatro</span> <span class="hps">áreas-chave</span>: saúde, educação, <span class="hps">economia e política</span>.</p>
<p><span class="hps">A</span> <span class="hps">pontuação máxima possível</span> de um país, para compor o Índice, <span class="hps">é de 1</span> <span class="hps">(igualdade</span>) e a menor <span class="hps">pontuação possível</span> <span class="hps atn">é 0 (</span>desigualdade), considerando os quatro indicadores. Nestes termos, o país colocado em primeiro lugar no ranking, e portanto aquele que teria mais igualdade, é a Islândia, com 0.8594. Em segundo, Finlândia (0.8453). A Noruega é o terceiro (0.8374) e Suécia é o quarto (0.8165) e a Dinamarca, o quinto (0.8025).</p>
<p>Duas grandes (aparentes) surpresas, o sexto lugar é ocupado pela Nicarágua (0.7894) e o sétimo por Ruanda (0.7854), dois países saídos de guerras civis e que ainda enfrentam grandes dificuldades em grandes áreas, mas que, pelos indicadores considerados, zela pela igualdade de gênero.</p>
<p>Em 71º lugar, com uma marca de 0.694, o Brasil está atrás de 13 países da América Latina e Caribe. Pelos critérios do Índice, o Brasil, na área de Participação e Oportunidades Econômicas, ocupa o 1º lugar no ranking no quesito Técnico e Profissional, mas é apenas o 81º em Participação na Força de Trabalho e 124º em Igualdade Salarial para Trabalhos Similares.</p>
<p>Na dimensão Educacional, o Brasil ocupa o primeiro lugar do ranking em quatro quesitos: Taxa de Alfabetização, Matrícula na Educação Primária, Secundária e Universitária (sempre considerando a igualdade de gênero). Na dimensão Saúde e Sobrevivência, o Brasil também é primeiro colocado, em Proporção entre os Sexos no Nascimento e Expectativa de Vida (mulheres em relação a homens).</p>
<p>Na dimensão Poder Político, novos baixos desempenhos, o que ajuda a explicar o 71º lugar do país no ranking geral. O Brasil é apenas 29º em Anos com Mulheres como Chefe de Estado, 41º em Mulheres com Posição Ministerial e 123º em Mulheres no Parlamento.</p>
<p>O 71º lugar ocupado pelo Brasil no Índice Global de Desigualdade de Gênero de 2014 representa uma queda de nove posições em relação a 2012 e 2013, segundo o Fórum Econômico Mundial.</p>
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		<title>Para Fórum Econômico Mundial, crise da água está entre maiores desafios globais</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 20:42:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Cantareira]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma grave crise hídrica como a que atinge grande parte do Brasil em 2014, impactando os principais núcleos produtivos do país (como a Grande São Paulo, abastecida pelo Sistema Cantareira), é uma preocupação cada vez maior dos centros de decisão mundiais. Crises da água e eventos extremos estão, por exemplo, entre os maiores riscos globais para ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grave crise hídrica como a que atinge grande parte do Brasil em 2014, impactando os principais núcleos produtivos do país (como a Grande São Paulo, abastecida pelo Sistema Cantareira), é uma preocupação cada vez maior dos centros de decisão mundiais. Crises da água e eventos extremos estão, por exemplo, entre os maiores riscos globais para o Fórum Econômico Mundial, organização que promove o grande encontro de líderes políticos e corporativos em todo início do ano em Davos, na Suíça, mas que também viabiliza reflexões sobre grandes temas durante o ano todo.</p>
<p>Nas semanas anteriores ao evento de Davos, onde também não faltam personalidades do cinema, da música e da literatura, o Fórum Econômico Mundial divulga o Relatório Riscos Globais. No documento, um conjunto de especialistas convidados pelo Fórum aponta os principais riscos para o ano, nas áreas da Economia, Meio Ambiente, Geopolítica, Sociedade e Tecnologia.</p>
<p>Desde 2012 a crise da água está entre os cinco maiores riscos, em termos de impacto, elencados pelo Fórum Econômico Mundial. Em 2012 e 2013, esteve em segundo lugar no ranking, atrás somente da instabilidade no sistema financeiro internacional. Em 2014, em terceiro lugar, atrás da crise fiscal e das mudanças climáticas globais – portanto, a crise que atinge São Paulo e outros estados brasileiros foi “prevista”, de algum modo, pelo Fórum Econômico Mundial.</p>
<p>O Fórum Econômico Mundial, que coloca a crise da água ao lado dos eventos climáticos extremos entre os grandes riscos globais, lembra que em 2010 as inundações no Paquistão, que mataram milhares de pessoas, paralisaram grande parte do país durante semanas, levando a economia rural à destruição. Em 2011, uma inundação menor na Tailândia impactou a produção global de automóveis e de discos rígidos de computadores. O PIB do Japão, do mesmo modo, foi fortemente atingido pelo tsunami.</p>
<p>Em contrapartida, a seca extrema na Rússia em 2010 levou ao corte de exportações agrícolas e consequente aumento no preço de grãos em áreas como Oriente Médio e Norte da África. Acredita-se que a escassez de alimentos, impulsionada pela seca, teve papel importante no fomento à chamada Primavera Árabe.</p>
<p>O Fórum Econômico Mundial sugere, então, uma gestão cada vez mais eficiente dos recursos hídricos, como forma de prevenir crises sistêmicas. Alerta em especial para a importância dos impactos das mudanças climáticas nos regimes hídricos. Daí a relevância do tema do aquecimento global estar de forma crescente na agenda pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Maiores riscos globais em termos de impacto, segundo o Fórum Econômico Mundial</em></strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="115">2010</td>
<td width="115">2011</td>
<td width="115">2012</td>
<td width="115">2013</td>
<td width="115">2014</td>
</tr>
<tr>
<td width="115">Colapso nos preços de ativos</td>
<td width="115">Crise fiscal</td>
<td width="115">Crise no sistema financeiro</td>
<td width="115">Crise no sistema financeiro</td>
<td width="115">Crise fiscal</td>
</tr>
<tr>
<td width="115">Retração da globalização</td>
<td width="115">Mudanças climáticas</td>
<td width="115">Crise no suprimento de água</td>
<td width="115">Crise no suprimento de água</td>
<td width="115">Mudanças climáticas</td>
</tr>
<tr>
<td width="115">Picos no preço do petróleo</td>
<td width="115">Conflitos geopolíticos</td>
<td width="115">Crise de escassez de alimentos</td>
<td width="115">Desequilíbrios fiscais crônicos</td>
<td width="115">Crise da água</td>
</tr>
<tr>
<td width="115">Doenças crônicas</td>
<td width="115">Colapso nos preços de ativos</td>
<td width="115">Desequilíbrios fiscais crônicos</td>
<td width="115">Difusão de armas de destruição em massa</td>
<td width="115">Desemprego e subemprego</td>
</tr>
<tr>
<td width="115">Crise fiscal</td>
<td width="115">Volatilidade extrema nos preços da energia</td>
<td width="115">Volatilidade extrema nos preços da energia e agricultura</td>
<td width="115">Falhas na adaptação às mudanças climáticas</td>
<td width="115">Colapso na infraestrutura de informação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>       Fonte: Riscos Globais 2014, do Fórum Econômico Mundial </strong></p>
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